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	<title>Lei Maria da Penha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Lei Maria da Penha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Homem arranca parte da orelha de mulher após briga em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 22:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[agressão crime em Piracaia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
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					<description><![CDATA[Piracaia (SP) – Um homem agrediu brutalmente a companheira e arrancou parte da orelha dela com uma mordida durante uma discussão em um restaurante. O caso aconteceu na madrugada de domingo (19) e gerou revolta na cidade do interior de São Paulo. Discussão termina em agressão grave Segundo o boletim de ocorrência, a vítima, de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Piracaia (SP) – Um homem agrediu brutalmente a companheira e arrancou parte da orelha dela com uma mordida durante uma discussão em um restaurante. O caso aconteceu na madrugada de domingo (19) e gerou revolta na cidade do interior de São Paulo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Discussão termina em agressão grave</h2>
<p>Segundo o boletim de ocorrência, a vítima, de 25 anos, estava em um estabelecimento na Vila dos Artistas quando o companheiro iniciou a discussão.</p>
<p>Primeiro, ele questionou a demora da mulher no banheiro. Em seguida, ao ouvir que havia fila, perdeu o controle e partiu para a agressão.</p>
<p>Nesse momento, o homem mordeu a orelha da vítima e causou mutilação parcial.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vítima recebe atendimento médico imediato</h2>
<p>Logo depois do ataque, pessoas que estavam no local prestaram socorro à mulher.</p>
<p>Em seguida, a equipe levou a vítima para a Santa Casa de Piracaia, onde médicos realizaram sutura e aplicaram sete pontos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Polícia prende suspeito ainda no dia do crime</h2>
<p>Após o ocorrido, a Guarda Civil Municipal iniciou buscas e localizou o agressor no mesmo dia.</p>
<p>Os agentes prenderam o suspeito em flagrante e o encaminharam à delegacia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Justiça decreta nova prisão preventiva</h2>
<p>Apesar da prisão inicial, o homem acabou liberado. No entanto, a Justiça analisou o caso e decretou a prisão preventiva na quarta-feira (22).</p>
<p>Assim, as autoridades voltaram a deter o suspeito.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Histórico de violência agrava situação</h2>
<p>Durante depoimento, a vítima afirmou que já sofreu outras agressões no relacionamento.</p>
<p>Além disso, ela informou que possui registros que comprovam episódios anteriores de violência.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caso é tratado como violência doméstica</h2>
<p>A polícia enquadrou o crime como violência doméstica e lesão corporal qualificada.</p>
<p>Agora, o suspeito permanece à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Com ciúmes, homem acusa ex-namorada e joga moto contra ela em Eirunepé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Eirunepé]]></category>
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					<description><![CDATA[Eirunepé (AM) – Inconformado com o término do relacionamento, um homem de 40 anos foi preso em flagrante na segunda-feira (30) por agredir a ex-companheira, de 23 anos, no município de Eirunepé, a 1.160 quilômetros de Manaus. Ele também vai responder por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e resistência à prisão. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eirunepé (AM) – Inconformado com o término do relacionamento, um homem de 40 anos foi preso em flagrante na segunda-feira (30) por agredir a ex-companheira, de 23 anos, no município de Eirunepé, a 1.160 quilômetros de Manaus. Ele também vai responder por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e resistência à prisão.</p>
<p>A ação foi realizada por policiais civis da Delegacia Interativa de Polícia (DIP). A prisão ocorreu na rua Doutor João Tolêdo, no bairro Aparecida.</p>
<p>De acordo com o delegado Ramon Improta, a vítima manteve um relacionamento com o suspeito por cerca de três meses, entre janeiro e março deste ano, sem convivência sob o mesmo teto. Segundo ele, o homem apresentava comportamento excessivamente ciumento, embora não houvesse registros anteriores de agressões.</p>
<p>No dia do crime, por volta das 13h, a jovem decidiu encerrar o relacionamento na casa da mãe. Horas depois, por volta das 18h40, enquanto seguia de motocicleta para um curso técnico, foi abordada pelo suspeito.</p>
<p>“Inconformado com o término, ele a acusou de estar indo ao encontro de outro homem e, em seguida, jogou a motocicleta contra a vítima, atingindo o veículo e causando lesão na panturrilha esquerda, além de danos materiais”, detalhou o delegado.</p>
<p>A agressão só foi interrompida após uma testemunha gritar. O suspeito fugiu do local, mas a ação foi registrada por câmeras de segurança, o que ajudou na identificação.</p>
<p>Após tomar conhecimento do caso, a polícia iniciou buscas e localizou o homem em frente a um hotel onde estava hospedado. Ao perceber a chegada da viatura, ele tentou fugir, mas foi contido. Durante a abordagem, ainda resistiu à prisão.</p>
<p>Os policiais o acompanharam até o quarto do hotel para recolher a motocicleta usada no crime. No local, foram encontradas munições calibre .22, configurando também o crime de posse ilegal de arma de fogo.</p>
<p>Durante os procedimentos, foi constatado que o homem já havia sido alvo de medida protetiva em 2021, após agredir outra ex-companheira com socos no rosto.</p>
<p>O suspeito foi autuado em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva. Ele permanece à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Homem é preso por agredir ex-companheira em Barreirinha</p>
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		<title>Lei Maria da Penha completou 16 anos neste domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 00:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[16 Anos]]></category>
		<category><![CDATA[Completou]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha que criou mecanismos para enfrentar e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher completa hoje (7) 16 anos. Para lembrar a data, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou a campanha Agosto Lilás. O objetivo é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha que criou mecanismos para enfrentar e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher completa hoje (7) 16 anos. Para lembrar a data, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou a campanha Agosto Lilás. O objetivo é promover ações de conscientização para o fim da violência contra a mulher, além de divulgar o canal de denúncias Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).</p>
<p>“A cada minuto, oito mulheres sofrem violência no Brasil. Não se omita. Denuncie”. Esse é o tema da campanha Agosto Lilás, de alcance nacional.</p>
<p><strong>Veiculação</strong></p>
<p>De alcance nacional, a campanha será veiculada nos meios digitais e na TV aberta. Em Tocantins, Piauí, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Acre, estados com maiores taxas de feminicídios, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as ações também serão divulgadas em rádios, ônibus e outdoor social. Em três grandes metrópoles – São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília – os conteúdos abrangerão ainda relógios digitais sincronizados com o mobile, outdoor social, elevadores de edifícios residenciais e mídias externas voltadas a passageiros de metrôs e trens, além de mobiliários urbanos.</p>
<p>A ministra Cristiane Britto chamou a atenção que todas as formas de violências devem ser denunciadas, sejam físicas, psicológicas, morais, patrimoniais, sexuais ou políticas. “A campanha enfatiza que enquanto você está no elevador, oito mulheres são agredidas no Brasil. Toda a população deve ficar atenta aos sinais, escutar, acolher, denunciar. O ministério disponibiliza o canal gratuito Ligue 180, que pode ser acionado por qualquer pessoa para salvar uma mulher”, advertiu a ministra.</p>
<p>O Ligue 180 recebe denúncias de violências, inclusive de cunho político contra a mulher, além de compartilhar informações sobre a rede de atendimento e acolhimento à mulher e orientar sobre direitos e legislação vigente. O canal pode ser acionado por meio de ligação gratuita, ‘site’ da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), aplicativo Direitos Humanos, Telegram (digitar na busca “Direitoshumanosbrasil”) e WhatsApp (61-99656-5008). O atendimento está disponível 24h por dia, inclusive nos sábados, domingos e feriados.</p>
<p><strong>Lei Maria da Penha</strong></p>
<p>Sobre a Lei Maria da Penha, que está completando 16 anos neste domingo (7), a ministra Cristiane Britto destacou a importância da lei para a proteção integral da mulher. “A Lei Maria da Penha é um grande marco no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no país. Ela é considerada uma das leis mais avançadas do mundo nessa temática, além de ser uma das mais conhecidas entre os brasileiros, sendo a base para o desenvolvimento de políticas públicas”, disse a ministra.</p>
<p>De acordo com o ministério, violência doméstica e familiar é aquela que mata, agride ou lesa física, psicológica, sexual, moral ou financeiramente a mulher. É cometida por qualquer pessoa, inclusive mulher, que tenha uma relação familiar ou afetiva com a vítima, ou seja, more na mesma casa (pai, mãe, tia, filho, marido) ou tenha algum outro tipo de relacionamento. Nem sempre é o marido ou companheiro, observou, contudo, o MMFDH .</p>
<p><strong>Formulário</strong></p>
<p>Ao longo desses 16 anos, a Lei Maria da Penha passou por alterações que serviram para seu fortalecimento. Uma delas foi a Lei nº 14.149/21, que instituiu o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. Segundo a Secretária Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM/MMFDH), Ana Muñoz Reis, a ferramenta é essencial para prevenir feminicídios e orientar a atuação da órgãos de segurança pública. O formulário, informou, engloba 27 questões que mapeiam a situação da mulher em situação de violência, do agressor e o histórico de violência na relação entre os dois. “O objetivo da aplicação do formulário é unificar a avaliação de casos com potencial risco de violência nas relações domésticas”, explicou a secretária.</p>
<p>O formulário deve ser aplicado, preferencialmente, pela Polícia Civil no momento de registro da ocorrência ou, em sua impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher vítima de violência doméstica e familiar. Nesse questionário, o risco é classificado como baixo, médio e elevado, a partir da avaliação das condições das vítimas. O formulário indica também o risco de nova agressão ou de feminicídio, além de ajudar na elaboração de um plano de segurança e de apoio.</p>
<p><strong>Tipos de violência</strong></p>
<p>O MMFDH esclareceu sobre os tipos de violências praticadas contra a mulher: a violência física, por exemplo, é qualquer ação que ofenda a integridade ou a saúde do corpo, como bater ou espancar; empurrar, atirar objetos na direção da mulher; sacudir, chutar, apertar; queimar, cortar, ferir. Já as violações sexuais consistem em qualquer ação que force a mulher a fazer, manter ou presenciar ato sexual sem que ela queira, por meio de força, ameaça ou constrangimento físico ou moral. Entre os exemplos estão obrigar a fazer sexo com outras pessoas; forçar a ver imagens pornográficas; induzir ou obrigar o aborto, o matrimônio ou a prostituição.</p>
<p>Já a violência psicológica, conforme informa a Lei nº 13.772/18, é “qualquer conduta que cause dano emocional e diminuição da autoestima, prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise a degradar ou a controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir, ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação”.</p>
<p>As violações psicológicas também incluem xingar; humilhar; ameaçar e amedrontar; tirar liberdade de escolha ou ação; controlar o que faz; vigiar e inspecionar celular e computador da mulher ou seus e-mails e redes sociais; isolar de amigos e de familiares; impedir que trabalhe, estude ou saia de casa; fazer com que acredite que está louca.</p>
<p>No âmbito patrimonial, a violência consiste em qualquer ação que envolva retirar o dinheiro conquistado pela mulher com seu próprio trabalho, assim como destruir qualquer patrimônio, bem pessoal ou instrumento profissional. Entre as ações, estão incluidos destruir material profissional para impedir que a mulher trabalhe; controlar o dinheiro gasto, obrigando-a a fazer prestação de contas, mesmo quando ela trabalhe fora; queimar, rasgar fotos ou documentos pessoais.</p>
<p>Caracteriza a violência moral qualquer ação que desonre a mulher diante da sociedade com mentiras ou ofensas. É também acusá-la publicamente de ter praticado crime. Os exemplos incluem xingar diante dos amigos; acusar de algo que não fez; falar coisas que não são verdadeiras sobre ela para os outros.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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