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	<title>lavagem de dinheiro - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Operação Verniz: PF investiga R$ 574 mil gastos em antiga residência do ex-governador Wilson Lima</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:14:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amazonas – A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Verniz na manhã desta terça-feira (20). Inicialmente, a nova frente de investigação surge como um desdobramento direto da escandalosa Operação Sangria. De fato, a ação tem como objetivo desarticular um suposto e sofisticado esquema de lavagem de dinheiro. O crime está intimamente ligado à decoração e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>                    Amazonas – A <a title="Site oficial da Polícia Federal" href="https://www.gov.br/pf/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Polícia Federal (PF)</a> deflagrou a Operação Verniz na manhã desta terça-feira (20). Inicialmente, a nova frente de investigação surge como um desdobramento direto da escandalosa Operação Sangria. De fato, a ação tem como objetivo desarticular um suposto e sofisticado esquema de lavagem de dinheiro. O crime está intimamente ligado à decoração e à compra de mobília de alto padrão. O material de luxo enfeitou uma residência utilizada pelo ex-governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil). Consequentemente, as autoridades federais apertam o cerco contra a corrupção no estado.</p>
<h3>Dinheiro Vivo e o Esquema dos “Laranjas”</h3>
<p>A operação cumpre mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça amazonense. Na prática, os investigadores rastreiam a origem obscura de R$ 574.526,34. Segundo a PF, o político gastou todo esse montante na compra de móveis de alto padrão. A aquisição de luxo ocorreu exatamente entre os meses de fevereiro e setembro de 2020. Além disso, as apurações revelaram fortes e estarrecedores indícios de ocultação de patrimônio público. Dessa forma, os criminosos realizaram os pagamentos das mobílias integralmente em espécie.<br />
Para não levantar suspeitas das autoridades e dissimular a destinação dos bens, a quadrilha forjou documentos. As notas fiscais saíram friamente no nome de cinco terceiros diferentes. Na maioria dos casos, os criminosos usaram os dados de trabalhadores braçais e prestadores de serviços. Paralelamente, essas pessoas humildes já atuavam na enorme reforma do imóvel do ex-governador. Portanto, a gestão estadual transformou operários em verdadeiros “laranjas” do esquema milionário.</p>
<h3>O Arquiteto Intermediador e a Origem do Dinheiro</h3>
<p>O principal alvo da medida judicial desta terça-feira é o arquiteto responsável pela luxuosa obra. A Polícia Federal aponta que esse profissional atuou como o grande intermediador do esquema sujo. Ele articulou tanto o repasse do dinheiro em espécie aos lojistas quanto a utilização dos dados falsos. Em seguida, o arquiteto comandou a emissão das notas frias para esconder o rastro do crime. Todo o material apreendido na operação passará por uma perícia técnica rigorosa. O objetivo central é mapear de qual fonte os criminosos sacaram essa montanha de dinheiro vivo.</p>
<h3>A Herança Maldita da Operação Sangria</h3>
<p>A compra do mobiliário ocorreu em um dos períodos mais sombrios da história recente do Amazonas. Em suma, o estado enfrentava o ápice da letal crise sanitária de Covid-19 e o colapso dos hospitais. No entanto, enquanto a população sofria, o governo esbanjava luxo e virava alvo das primeiras fases da Operação Sangria.<br />
Iniciada em junho de 2020, a Sangria revelou um esquema macabro de desvios de recursos na saúde estadual. A figura central de todos os escândalos era o então governador Wilson Lima. Um dos episódios mais marcantes daquela investigação foi a compra superfaturada de respiradores pulmonares. De forma bizarra, o governo adquiriu os equipamentos vitais através de uma loja de vinhos. Por fim, o caso rendeu sucessivas fases policiais, prisões no primeiro escalão e batidas na casa de Lima. A corrupção continua cobrando o seu preço na política local.</p>
<p><em>Leia também: Confira os bastidores da política amazonense e os novos desdobramentos das operações da Polícia Federal.</em></p>
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		<title>Dupla é presa por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 21:59:01 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil prendeu, na segunda-feira (1º), dois homens suspeitos de integrar um esquema criminoso de agiotagem, extorsão armada, associação criminosa e lavagem de dinheiro em Manaus. A ação partiu das equipes do 4º Distrito Integrado de Polícia (DIP).</p>
<p>Os presos são Alaff de Brito Correia e Giovani Medeiros Silva, ambos de 27 anos. Primeiramente, as autoridades localizaram Giovani no bairro Monte das Oliveiras, na zona norte da capital, enquanto Alaff foi preso no bairro Redenção, zona centro-oeste.</p>
<p>Segundo o delegado Jorge Arcanjo, as investigações começaram após uma vítima denunciar ameaças relacionadas a um empréstimo de aproximadamente R$ 6 mil. Conforme a polícia, Giovani é apontado como o líder do esquema e utilizava ameaças e intimidação para cobrar valores muito superiores aos inicialmente emprestados.</p>
<p>Durante a apuração, houve a constatação de que o suspeito chegou a enviar vídeos exibindo uma arma de fogo em frente à residência da vítima. Ele queria pressioná-la a assinar uma nota promissória de R$ 30 mil.</p>
<h4>Alvos de vulnerabilidade</h4>
<p>As investigações indicam que mulheres em situação de vulnerabilidade financeira eram os principais alvos do grupo. Quando não conseguiam quitar as dívidas acrescidas de juros, as vítimas sofriam coação para a prestação de serviços e também forneciam dados pessoais ou indicavam terceiros para atuar como “laranjas” nas operações criminosas.</p>
<p>Ainda de acordo com a Polícia Civil, Alaff era responsável por movimentar recursos provenientes das cobranças ilegais. Os valores caíam em sua conta bancária para dificultar o rastreamento do dinheiro e ocultar sua origem.</p>
<p>Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam um revólver calibre 38, aparelhos celulares, computadores, porções de maconha e comprimidos de ecstasy.</p>
<p>A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo, possíveis financiadores do esquema e novas vítimas. Giovani responderá pelos crimes de ameaça, extorsão, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Já Alaff responderá por extorsão, associação criminosa e lavagem de dinheiro.</p>
<p>A dupla permanece à disposição da Justiça.</p>
<p> </p>
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		<title>Megaoperação prende policiais suspeitos de agiotagem, tortura e homicídios no AM</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 14:06:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma megaoperação policial, deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (20), cumpriu 26 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão em Manaus. A ação ocorreu por volta das 6h30, e tem como alvo agentes da segurança pública. De acordo com informações preliminares, os alvos são suspeitos de integrar um esquema criminoso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma megaoperação policial, deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (20), cumpriu 26 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão em Manaus. A ação ocorreu por volta das 6h30, e tem como alvo agentes da segurança pública.</p>
<p>De acordo com informações preliminares, os alvos são suspeitos de integrar um esquema criminoso envolvendo agiotagem, extorsão, tortura, sequestros, homicídios e lavagem de dinheiro no Amazonas.</p>
<p>Além disso, a investigação – que ocorre sob sigilo – aponta que o grupo atuava de forma estruturada, com ramificações fora do Amazonas.</p>
<p>Os mandados estão sendo executados simultaneamente em três estados brasileiros e envolvem cerca de 20 comandos diferentes da estrutura de segurança pública.</p>
<p>As autoridades ainda não divulgaram oficialmente os nomes dos investigados nem detalhes completos sobre a participação de cada suspeito no esquema criminoso. No entanto, a operação já é considerada uma das maiores envolvendo integrantes das forças de segurança no estado.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas e as corregedorias das corporações devem realizar uma coletiva de imprensa ainda nesta manhã para apresentar o balanço da ação e detalhar os crimes investigados.</p>
<p>A movimentação na Delegacia Geral segue intensa, com chegada de presos e equipes policiais envolvidas na operação.</p>
<p> </p>
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		<title>Influenciadora amazonense é presa suspeita de usar bets para lavar dinheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 17:17:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresária e influenciadora amazonense Mirian Mônica da Silva Viana, conhecida como “Cavalona do pó”, foi presa por suspeita de envolvimento em um esquema nacional de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, ela usava redes sociais para ostentar uma vida de luxo enquanto atuava na estrutura criminosa. A prisão ocorreu durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresária e influenciadora amazonense Mirian Mônica da Silva Viana, conhecida como “Cavalona do pó”, foi presa por suspeita de envolvimento em um esquema nacional de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, ela usava redes sociais para ostentar uma vida de luxo enquanto atuava na estrutura criminosa.</p>
<p>A prisão ocorreu durante a Operação Resina Oculta, deflagrada nesta quinta-feira (19) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). As investigações apontam que a influenciadora tinha papel relevante no esquema, que movimentava grandes quantias de dinheiro com a venda de drogas e uso de plataformas clandestinas de apostas, as chamadas “bets”.</p>
<p>Com mais de 50 mil seguidores, Mirian compartilhava viagens frequentes, passeios e hospedagens em resorts de alto padrão. Para a polícia, o conteúdo ajudava a sustentar e esconder recursos ilícitos.</p>
<p>De acordo com a investigação, a influenciadora também estaria ligada a uma empresa de fachada, usada para movimentar dinheiro do tráfico. O negócio, uma loja de calçados, teria recebido valores de diversos traficantes ao longo de 2025, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro.</p>
<p>A Operação Resina Oculta revelou um esquema considerado sofisticado, com uso de “laranjas”, empresas fictícias e plataformas ilegais para ocultar a origem dos valores. A ação cumpriu 41 mandados de busca e apreensão e nove de prisão em Estados como Distrito Federal, Goiás, Maranhão e Amazonas.</p>
<p>A Justiça determinou o bloqueio de contas de 50 empresas e de 12 pessoas físicas, além da apreensão de veículos de luxo. No caso de Mirian, foi decretada prisão temporária, posteriormente convertida em domiciliar.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Suspeitos de integrar ‘gangue das sacoleiras’ são presos em Manaus</p>
<p>Ataque de Israel atinge maior campo de gás do mundo e eleva tensão no Oriente Médio</p>
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		<title>Polícia procura suspeitos de integrar organização ligada ao CV</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 13:45:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A polícia continua as buscas por nove suspeitos apontados como integrantes de uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho, alvo da Operação Erga Omnes. O grupo é investigado por movimentar mais de R$ 70 milhões em quatro anos, por meio de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Além disso, os envolvidos atuaram em pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia continua as buscas por nove suspeitos apontados como integrantes de uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho, alvo da Operação Erga Omnes. O grupo é investigado por movimentar mais de R$ 70 milhões em quatro anos, por meio de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Além disso, os envolvidos atuaram em pelo menos sete estados do país.</p>
<p>Entre os foragidos estão Alexandre Braz Maia, Allan Kleber Bezerra Lima — apontado como líder da organização —, Bismarque de Souza Pereira, Luana Ferreira Tavares, Messias Daniel da Silva Alves, Monique Kelly Galvão de Sousa, Nubia Rafaela Silva de Oliveira, Pedro Igor Garcia Rodrigues e Pedro Sergio Saraiva Rocha Júnior.</p>
<p>Segundo as investigações, Allan Kleber teria fugido em São Paulo na última sexta-feira (20). As forças de segurança seguem com diligências para localizar e prender os investigados. Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima às autoridades.</p>
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		<title>Empresas de fachada eram usadas para ocultar milhões do tráfico</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:12:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil por meio do 24º Distrito Integrado de Polícia, deflagrou na manhã desta sexta-feira (20/02) a Operação Erga Omnes, com foco no combate a uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e violação de sigilo funcional. De acordo com as investigações, o grupo movimentou mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil por meio do 24º Distrito Integrado de Polícia, deflagrou na manhã desta sexta-feira (20/02) a Operação Erga Omnes, com foco no combate a uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e violação de sigilo funcional.</p>
<p>De acordo com as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 70 milhões ao longo de quatro anos, utilizando empresas de fachada para ocultar a origem ilícita dos recursos.</p>
<h4>Atuação em sete estados</h4>
<p>A operação contou com apoio das forças de segurança do Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Piauí. O caráter interestadual das movimentações financeiras e das conexões operacionais exigiu integração entre as polícias civis das unidades federativas.</p>
<p>Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de prisão — oito no Amazonas — e 24 mandados de busca e apreensão. Também houve bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens ligados aos investigados.</p>
<h4>Relatórios do Coaf embasaram investigação</h4>
<p>De acordo com a polícia, relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificaram transações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada de alguns investigados.</p>
<p>As apurações indicam a utilização de empresas registradas formalmente no ramo de logística para simular atividades legais. Entretanto, eles não apresentavam movimentação comercial compatível com o setor.</p>
<h4>Suspeita de envolvimento de servidores</h4>
<p>As investigações apontam ainda para a possível participação de servidores públicos de diferentes esferas. A polícia suspeita que os envolvidos facilitaram o acesso a informações e estruturas internas da administração pública.</p>
<p>Segundo o delegado, mensagens extraídas de aparelho celular indicaram que o líder do grupo se vangloriava de manter contatos estratégicos em diversos órgãos.</p>
<h4>Significado da operação</h4>
<p>O nome “Erga Omnes” — expressão em latim que significa “contra todos” — faz referência ao alcance das medidas adotadas, que atingiram investigados em diferentes setores.</p>
<p>A investigação segue em andamento, e os envolvidos responderão judicialmente conforme o avanço do processo.</p>
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		<title>Polícia Civil deflagra operação contra grupo interestadual</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/policia-civil-deflagra-operacao-contra-grupo-interestadual/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 12:36:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#13; &#13; &#13; &#13; &#13; &#13; Entre os presos está uma mulher &#124; Foto: Reprodução A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) deflagrou a Operação Erga Omnes com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação interestadual. A ação é coordenada pelo 24º Distrito Integrado de Polícia (24º DIP). As autoridades investigam um grupo envolvido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#13;<br />
&#13;<br />
							&#13;<br />
								&#13;<br />
								&#13;<br />
															&#13;</p>
<p>Entre os presos está uma mulher | Foto: Reprodução</p>
<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) deflagrou a Operação Erga Omnes com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação interestadual.</p>
<p>A ação é coordenada pelo 24º Distrito Integrado de Polícia (24º DIP). As autoridades investigam um grupo envolvido nos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção.</p>
<p>De acordo com as informações preliminares, a operação conta com o apoio das forças de segurança dos estados do Ceará, Piauí, Pará, Maranhão, São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>A Polícia Civil dará mais detalhes sobre a Operação Erga Omnes durante coletiva de imprensa.</p>
<p>&#13;<br />
&#13;<br />
							&#13;<br />
															&#13;</p>
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		<title>Ameaças e juros abusivos sustentavam esquema milionário no AM</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:44:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia. Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia.</p>
<p>Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo procurados.</p>
<h4>Alvos eram servidoras públicas</h4>
<p>Primeiramente, as investigações começaram há cerca de 20 dias, após uma servidora denunciar ameaças feitas por integrantes de grupos ligados à prática de empréstimos clandestinos. A apuração identificou pelo menos quatro núcleos criminosos que atuavam de forma articulada.</p>
<p>Os suspeitos ofereciam crédito informal com juros abusivos, que ultrapassavam 50% do valor da dívida mensalmente. Desse modo, os criminosos escolhiam as vítimas estrategicamente, com preferência por servidoras de tribunais estaduais, consideradas alvos com renda fixa.</p>
<p>Além das cobranças, o grupo utilizava ameaças graves e monitorava as vítimas nas proximidades de prédios públicos. Também há indícios de que investigados planejavam ataques contra veículos oficiais.</p>
<h4>Apropriação de bens e lavagem de dinheiro</h4>
<p>De acordo com a polícia, os envolvidos se apropriavam de veículos, joias, eletrônicos e imóveis das vítimas, além de reter documentos pessoais e cartões bancários. Em alguns casos, os suspeitos chegavam a administrar aplicativos bancários para retirar valores diretamente dos salários das vítimas.</p>
<p>Para ocultar os lucros obtidos de forma ilícita, o grupo utilizava empresas de fachada, direcionando recursos para contas vinculadas a essas estruturas para simular legalidade.</p>
<h4>Material apreendido</h4>
<p>Durante a operação, realizada entre os dias 11 e 12 de fevereiro, os policiais cumpriram:</p>
<ul>
<li>7 mandados de prisão preventiva</li>
<li>20 mandados de busca e apreensão</li>
<li>17 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros.</li>
</ul>
<p>A polícia apreendeu 30 veículos, R$ 17 mil em espécie, cinco armas de fogo, centenas de munições, além de grande quantidade de documentos pessoais pertencentes às vítimas. Ademais, as autoridades também recolheram computadores, celulares e contratos fraudulentos.</p>
<h4>Procedimentos e denúncias</h4>
<p>Os investigados responderão por associação criminosa, usura, extorsão, roubo majorado, falsidade ideológica, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, falsa identidade e lavagem de capitais. Todos permanecerão à disposição da Justiça após audiência de custódia.</p>
<p>Por fim, a Polícia Civil divulga imagens dos três foragidos e solicita apoio da população. Informações podem ser repassadas pelos números (92) 99118-9177, do 1º DIP; (92) 3667-7575 e 197, da Polícia Civil; ou 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.</p>
<p>Divulgação/PC-AM</p>
<p> </p>
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