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	<title>jurídica - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Defensoria Pública de SP faz ação de orientação jurídica na capital</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 14:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Defensoria Pública do Estado de São Paulo realiza, no dia 7 de fevereiro, uma ação na Praça João Mendes, no centro da capital, das 9h às 13h, que visa prestar orientações jurídicas e financeiras à população. A medida faz parte da celebração de 20 anos da instituição estadual. A iniciativa, chamada de #DáPraResolver, possibilita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Defensoria Pública do Estado de São Paulo realiza, no dia 7 de fevereiro, uma ação na Praça João Mendes, no centro da capital, das 9h às 13h, que visa prestar orientações jurídicas e financeiras à população. A medida faz parte da celebração de 20 anos da instituição estadual.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Defensoria-Publica-de-SP-faz-acao-de-orientacao-juridica-na.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Defensoria-Publica-de-SP-faz-acao-de-orientacao-juridica-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A iniciativa, chamada de #DáPraResolver, possibilita encontrar soluções como descontos nas contas de água e luz, a partir da tarifa social, esclarecimentos sobre débitos e ocorrências de alto consumo, além de verificar o vencimento de dívidas antigas.</strong></p>
<p>Para participar da ação, o público precisa realizar a pré-inscrição em um formulário <em>online</em>. O período de inscrições começou no dia 26 de janeiro e vai até 2 de fevereiro, ou até atingir o limite de 200 vagas. <a href="https://forms.office.com/r/zqCRrByCUq?origin=lprLink" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Acesse o formulário</a>. </p>
<p>Ao longo do ano, a Defensoria Pública fará essa mesma ação em outros dez municípios do estado de São Paulo. Além dos atendimentos jurídicos, serão feitas palestras e atividades educativas.</p>
<p><strong>O próximo evento será no dia 7 de março, em São José dos Campos. O projeto também contemplará os municípios de Santo André, Campinas, Osasco, Avaré, Ribeirão Preto, Praia Grande, Mogi das Cruzes, Araraquara e Guarulhos.</strong></p>
<p><em>*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/defensoria-publica-de-sp-faz-acao-de-orientacao-juridica-na-capital</p>
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		<title>STF cancela tese jurídica da revisão da vida toda do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 23:39:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (26) cancelar a tese jurídica que permitiu revisão da vida toda das aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão foi tomada durante julgamento virtual. Pelo placar de 8 votos a 3, a maioria dos ministros decidiram ajustar o entendimento da Corte, que não permite [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (26) cancelar a tese jurídica que <strong>permitiu revisão da vida toda das aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</strong>. A decisão foi tomada durante julgamento virtual.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/STF-cancela-tese-juridica-da-revisao-da-vida-toda-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/STF-cancela-tese-juridica-da-revisao-da-vida-toda-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pelo <strong>placar de 8 votos a 3</strong>, a maioria dos ministros decidiram ajustar o entendimento da Corte, que não permite mais a revisão dos benefícios desde o ano passado.</p>
<p><strong>Além de cancelar a tese definitivamente, o STF reafirmou que os aposentados não terão que devolver valores que foram pagos por meio de decisões definitivas e provisórias assinadas até 5 de abril de 2024, data na qual foi publicada a ata do julgamento que derrubou a tese de revisão da vida toda</strong>.</p>
<p>O STF também entendeu que os <strong>aposentados não terão que pagar honorários sucumbenciais</strong>, que são devidos aos advogados à parte que perde a causa.  A medida vale para pessoas que estavam com processos pendentes de conclusão na Justiça até 5 de abril de 2024.</p>
<p><strong>Pela decisão, os processos que estavam parados em todo país à espera da decisão definitiva do STF também voltarão a tramitar.</strong></p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Em março do ano passado, o Supremo decidiu que os <strong>aposentados não têm direito de optarem pela regra mais favorável para recálculo do benefício</strong>.</p>
<p>A decisão anulou outra deliberação da Corte favorável à revisão da vida toda. A reviravolta ocorreu porque os ministros julgaram duas ações de inconstitucionalidade contra a Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991), e não o recurso extraordinário no qual os aposentados ganharam o direito à revisão.</p>
<p>Ao julgarem constitucional as regras previdenciárias de 1999, a <strong>maioria dos ministros entendeu que a regra de transição é obrigatória e não pode ser opcional aos aposentados</strong>.</p>
<p>Antes da nova decisão, o beneficiário poderia optar pelo critério de cálculo que renda o maior valor mensal, cabendo ao aposentado avaliar se o cálculo de toda vida poderia aumentar ou não o benefício. </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/stf-cancela-tese-juridica-da-revisao-da-vida-toda-do-inss</p>
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		<title>Especialistas vêem manobra jurídica em decisão da Câmara sobre golpe</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2025 19:57:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas em direito constitucional consultados pela Agência Brasil avaliam que a Câmara dos Deputados fez uma manobra jurídica para tentar suspender a íntegra do processo de tentativa de golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 33 acusados. Com 315 votos contra 143, a Câmara aprovou nesta quarta-feira (7) a suspensão de toda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Especialistas em direito constitucional consultados pela Agência Brasil avaliam que a Câmara dos Deputados fez uma manobra jurídica para tentar suspender a íntegra do processo de tentativa de golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 33 acusados.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-veem-manobra-juridica-em-decisao-da-Camara-sobre-golpe.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-veem-manobra-juridica-em-decisao-da-Camara-sobre-golpe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com 315 votos contra 143, a Câmara aprovou nesta quarta-feira (7) a suspensão de toda ação penal da trama golpista com base no artigo 53 da Constituição, que permite ao Legislativo interromper, enquanto durar o mandato, processos criminais contra parlamentares, tendo em vista a participação do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) na denúncia.</p>
<p>Partidos de centro-esquerda prometem recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da Casa. Se provocado, o STF será obrigado a se manifestar sobre o tema, podendo derrubar ou reformar a decisão.</p>
<p><strong>Segundo os juristas consultados, a Câmara não pode estender a imunidade parlamentar aos outros réus denunciados por tentarem impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</strong></p>
<p>O professor de pós-graduação de direito da Universidade de Brasília (UnB) Gladstone Leonel Jr. avaliou que a Câmara fez um “malabarismo interpretativo” que viola a Constituição.</p>
<blockquote>
<p>“O artigo 53 é nítido quando diz que a denúncia recebida é contra senador ou deputado. Ele é restrito aos parlamentares e não pode ser estendido às pessoas envolvidas numa mesma ação. Estamos falando de um artigo da Constituição que está na seção V, que chama ‘Dos deputados e dos senadores’”, disse Gladstone.</p>
</blockquote>
<p>O professor Georges Abboud, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PCU-SP), lembrou que o STF já definiu, na Súmula 245, que a imunidade parlamentar não pode se estender aos corréus de uma ação penal.</p>
<blockquote>
<p>“Isso o Supremo já esclareceu. O sustar a ação está ligado à imunidade parlamentar, não dá para arrastar todo mundo como quiseram fazer, o que seria uma interferência indevida no funcionamento de outro Poder. É uma distorção do texto constitucional”, argumentou Abboud, que também é professor do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP).</p>
</blockquote>
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<p><h6 class="meta rtecenter">Reunião da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara para votar requerimento que pede a suspensão de ação penal contra o deputado Ramagem <strong>Foto: Lula Marques/Agência Brasil</strong><!--END copyright=423502--></h6>
</p>
</div>
<h2>Relatório </h2>
<p><strong>O relator do caso, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), informou à Agência Brasil durante a sessão de ontem que apenas transcreveu no requerimento aprovado o que está na Constituição, em especial, no trecho “sustar o andamento da ação”.</strong></p>
<p>Isso porque o parágrafo 3º do Artigo 53 diz que: “recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o STF dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, até a decisão final, sustar o andamento da ação”. </p>
<p><strong>Os deputados que aprovaram o parecer alegaram que a Constituição determina sustar toda a ação penal, independentemente de quem está nela.</strong></p>
<h2>Diplomação</h2>
<p><strong>Outra divergência apontada na votação da Câmara é se os crimes imputados à Ramagem ocorreram antes ou depois da diplomação do parlamentar, ocorrida no dia 16 de dezembro de 2022. </strong>Segundo o Artigo 53, apenas podem ser suspensas ações penais de crimes cometidos após a diplomação.</p>
<p>Ramagem foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro, acusado de monitorar ilegalmente autoridades e de apoiar a tentativa de golpe de Estado produzindo desinformação para atacar a legitimidade das eleições e das urnas.</p>
<p>O relator Alfredo Gaspar sustentou que o crime de organização criminosa é um crime continuado e, por isso, continua após a diplomação, permitindo à Câmara suspender essa acusação.</p>
<p>Já para o Supremo, em ofício enviado à Câmara,<strong> informou que a Casa só poderia suspender as ações em relação ao crime de dano qualificado e grave ameaça contra o patrimônio da União relacionado aos ataques de 8 de janeiro.</strong> Ou seja, que Ramagem teria que continuar respondendo por tentativa de golpe de Estado e de organização criminosa.</p>
<p>Para o professor Gladstone Leonel, o crime de organização criminosa se consuma no momento em que foi estabelecido o acordo de colaboração entre os integrantes para o golpe de Estado, ou seja, antes da diplomação.</p>
<blockquote>
<p>“Ele se consuma no momento em que se estabelece o acordo de vontades entre, no mínimo, quatro pessoas com o objetivo de obter vantagens indevidas, no caso, um golpe de Estado”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O professor Georges Abboud, por sua vez, diz que tanto o argumento do relator, quanto o do professor Gladstone, podem ter razão “em abstrato”.  </p>
<blockquote>
<p>“Um deles vai ter razão em relação ao caso concreto, que o Supremo terá que enfrentar. Ainda deve haver uma discussão acerca do encadeamento dos eventos e da caracterização de elementos do tipo penal, como a grave ameaça, independentemente dos acontecimentos posteriores à diplomação”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Golpe de Estado</h2>
<p><strong>Ainda segundo o STF, a Câmara não poderia suspender o crime de tentativa de Golpe imputado à Ramagem.</strong> Já o relator Gaspar sustentou que esse crime só poderia ocorrer após a posse do novo governo eleito, o que ocorreu após a diplomação dos deputados.</p>
<blockquote>
<p>“A suposta tentativa de golpe contra eventual governo legitimamente constituído somente poderia ocorrer após a efetiva constituição do novo governo”, defendeu <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2896060&amp;filename=Parecer-CCJC-2025-04-30" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">no relatório</a>.</p>
</blockquote>
<p>Na avaliação do professor da PUC-SP Georges Abboud, o governo “legitimamente” constituído pode ser aquele eleito pelas urnas, portanto, em 30 de outubro de 2022.</p>
<blockquote>
<p>“Legitimamente constituído pode ser o resultado das eleições. O que a lei quer proteger? Eleições livres e democráticas. Se não, posso ter uma interpretação que, até o dia 31 de dezembro, posso pôr o Exército na rua, matar a oposição, e isso não é golpe de Estado”, completou.</p>
</blockquote>
<p>Sobre a argumento do deputado Ramagem de que não houve violência e grave ameaça para caracterizar a tentativa de golpe de Estado, o professor Abboud avalia que essa linha argumentativa é frágil.</p>
<blockquote>
<p>“Fica-se com a nítida impressão, ao olharmos as imagens de 8 de janeiro, que houve, sim, emprego de tipos de violência, ainda que não aquela dos golpes de estado típicos. Trata-se de uma situação complexa porque muitos crimes na atualidade precisam ser vistos de forma contextual, a partir de um encadeamento de eventos e não só de seu ponto culminante [8 de janeiro]”, concluiu.</p>
</blockquote>
<h2>Denúncia</h2>
<p>A denúncia de tentativa de golpe de Estado feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) diz que o objetivo da trama era anular as eleições presidenciais de 2022 e que estava incluída a previsão de assassinatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes.</p>
<p>Conforme a denúncia, a trama golpista liderada pelo ex-presidente Bolsonaro buscou apoio das Forças Armadas para a decretação de Estado de Sítio, que funcionaria para promover uma ruptura democrática no Brasil. Os investigados negam as acusações.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/especialistas-veem-manobra-juridica-em-decisao-da-camara-sobre-golpe</p>
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