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	<title>Júpiter - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Imagens de telescópio revelam detalhes inéditos do planeta Júpiter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 23:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens capturadas pelo telescópio James Webb e divulgadas pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) nesta segunda-feira (21) revelam detalhes do planeta Júpiter como nunca vistos antes: com tempestades e auroras. “Não esperávamos que fosse tão bom [o resultado], para ser honesto”, disse o astrônomo que lidera as observações do planeta, Imke de Pater, com Thierry Fouchet, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens capturadas pelo telescópio James Webb e divulgadas pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) nesta segunda-feira (21) revelam detalhes do planeta Júpiter como nunca vistos antes: com tempestades e auroras.</p>
<p>“Não esperávamos que fosse tão bom [o resultado], para ser honesto”, disse o astrônomo que lidera as observações do planeta, Imke de Pater, com Thierry Fouchet, professor do Observatório de Paris, em uma colaboração internacional.</p>
<p>Segundo anúncio da Nasa, parceira nesta missão da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Canadense (CSA), pelas imagens é possível observar tempestades como a Grande Mancha Vermelha, ventos fortes, luas, auroras e até mesmo outras galáxias.</p>
<p>Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, com mais de 142 mil quilômetros de diâmetro. É o quinto planeta a partir do Sol, localizado entre Marte e Saturno.</p>
<p><strong>Mancha vermelha e luas</strong></p>
<p>A Grande Mancha Vermelha – uma complexa tempestade que se move em sentido anti-horário – assim como outras nuvens, aparecem como imagens brancas, devido ao reflexo da luz solar.</p>
<p>“O brilho aqui indica alta altitude. Então a Grande Mancha Vermelha tem névoas de alta altitude, assim como a região equatorial”, disse Heidi Hammel, cientista interdisciplinar da missão Webb. A Nasa explica que, em contraste, também aparecem faixas escuras ao norte da região equatorial com pouca cobertura de nuvens.</p>
<p>O telescópio também registrou as luas Amalteia e Adrastea e o possível efeito da matéria de Io, um dos mais conhecidos satélites de Júpiter, que ao entrar na atmosfera de Júpiter seria responsável pelas auroras nos polos sul e norte do planeta.</p>
<p><strong>Anéis invisíveis</strong></p>
<p>As imagens de Júpiter vêm da Near Infrared Camera (NIRCam) do observatório, que possui três filtros infravermelhos. Como os dados capturados pelo Webb são invisíveis aos olhos humanos, eles precisam ser processados para o espectro visível. Assim, foi possível registrar até mesmo os tênues anéis do planeta gasoso. De acordo com a Nasa, ‘’um milhão de vezes mais fracos que o planeta’’.</p>
<p>Tudo isso em cooperação com cientistas cidadãos, que são pessoas não necessariamente habilitadas em astronomia, mas que cooperam com conhecimentos especializados.</p>
<p>Neste caso, segundo a Nasa, a missão contou com o trabalho da jovem Judy Schmidt para traduzir os dados brutos do Webb em imagens.</p>
<p>Há dez anos, Judy ficou entre os finalistas de um um concurso da ESA e, de lá para cá, colabora no processamento de imagens, inclusive nas que já foram disponibilizadas por outro telescópio precursor do Webb, o Hubble.</p>
<p>De acordo com a Nasa, todo o material disponibilizado pelo James Webb deverá ser estudado por especialistas na tentativa de desvendar um pouco mais da dinâmica e do sistema meteorológico do gigante gasoso.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Planetas Vênus e Júpiter podem ser vistos no fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2022 01:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Júpiter]]></category>
		<category><![CDATA[Planetas]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; Os planetas Vênus e Júpiter, considerados os mais brilhantes, vão se encontrar no céu neste fim de semana. Segundo o Observatório Nacional, para ver o encontro basta olhar para o céu antes do amanhecer e na direção do nascer do Sol. A conjunção ocorrerá tanto na madrugada de sábado (30), quanto na madrugada [&#8230;]]]></description>
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<p>Brasil &#8211; Os planetas Vênus e Júpiter, considerados os mais brilhantes, vão se encontrar no céu neste fim de semana. Segundo o Observatório Nacional, para ver o encontro basta olhar para o céu antes do amanhecer e na direção do nascer do Sol.</p>
<p>A conjunção ocorrerá tanto na madrugada de sábado (30), quanto na madrugada de domingo (1º de maio).</p>
<p>De acordo com a tecnologista sênior do Observatório Nacional, Josina Nascimento, a conjunção propriamente dita será às 16h (hora legal de Brasília) do dia 30.</p>
<p>“O que vai diferir é somente a altura dos astros de acordo com a localidade. No Rio de Janeiro, às 4h30 da manhã, eles já estarão a uma altura de 18 graus e vão ficando cada vez mais altos em relação ao horizonte, até que a claridade do dia fará com que não possamos mais vê-los. É impossível não reconhecê-los. São os astros mais brilhantes do céu”, disse Josina.</p>
<p>Segundo o observatório, em 11 de fevereiro de 2021 houve uma conjunção de Vênus com Júpiter, mas os planetas estavam muito próximos do Sol e não foi possível ver. Em 2 de março de 2023 haverá outra conjunção entre os dois planetas, logo após o pôr do Sol, mas a distância será bem maior entre os planetas.</p>
<p>Quem puder utilizar um telescópio conseguirá ver, neste fim de semana, o alinhamento de três planetas: Netuno, Vênus e Júpiter. O observatório vai fazer duas transmissões ao vivo do evento por meio do canal do YouTube do Observatório Nacional.</p>
<p><strong>Eclipse</strong></p>
<p>Em 2022, haverá dois eclipses do Sol, ambos parciais e não visíveis no Brasil. O primeiro será em 30 de abril e terá início às 15h45 (horário de Brasília). O único eclipse da Lua deste ano será de 15 para 16 de maio e será um eclipse total e totalmente visível em todo o Brasil.</p>
<p>Segundo o observatório, apenas em outubro de 2023 haverá eclipse anular do Sol visível no Brasil.</p>
<p>O eclipse parcial do Sol de hoje será visível no extremo sul da América do Sul, partes da Antártica e parte sul dos oceanos Pacífico e Atlântico. Em média, o eclipse total ocorre a cada 18 meses.</p>
<p><strong>Entenda</strong></p>
<p>Um eclipse do Sol ocorre quando a Lua fica entre o Sol e a Terra projetando uma sombra sobre a Terra. A sombra mais escura, onde toda a luz solar é bloqueada, é chamada umbra. Em torno da umbra se define a sombra mais clara, a penumbra, onde a luz solar é parcialmente bloqueada. Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse como total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial.</p>
<p>A observação de eclipses somente pode ser feita com instrumentos especiais usados por astrônomos ou com técnica de projeção. Conforme o observatório, não se deve olhar diretamente para o Sol com o uso de filme de raio-x, óculos escuros ou outro material caseiro por risco de danificar o olho de modo irreversível.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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