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	<title>Judiciário - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Judiciário - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Abraji: uso do judiciário para coibir liberdade de imprensa cresce 20%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 21:17:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) atualizou seu levantamento sobre processos realizados contra jornalistas, em razão de sua atuação profissional, o Monitor de Assédio Judicial, e identificou um aumento – de 654 para 784 casos – desde o último levantamento, em março de 2024, representando alta de 19,87%. O estudo identificou uma tendência de [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) atualizou seu levantamento sobre processos realizados contra jornalistas, em razão de sua atuação profissional, o Monitor de Assédio Judicial, e identificou um aumento – de 654 para 784 casos – desde o último levantamento, em março de 2024, representando alta de 19,87%.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Abraji-uso-do-judiciario-para-coibir-liberdade-de-imprensa-cresce.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Abraji-uso-do-judiciario-para-coibir-liberdade-de-imprensa-cresce.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo identificou uma tendência de crescimento nos casos de assédio a partir de 2020, contabilizando 62 processos em 2021, 65 em 2022, 80 em 2023 e 53 em 2024.</p>
<p>Dos casos identificados, 29% foram apresentados na esfera criminal, o que para a Abraji é preocupante pois &#8220;causam grande preocupação por conta de sua gravidade e capacidade de gerar autocensura&#8221;.</p>
<p>Já os processos cíveis seguem sendo os mais comuns, com 67,2% (455 processos) ajuizados em Juizados Especiais Cíveis, onde há possibilidade de propositura de ações sem custo para o demandante.</p>
<h2>Assédio judicial</h2>
<p>O assédio judicial é um conceito relativamente recente para a imprensa, embora seja uma prática que já ocorre há décadas. Consiste na abertura de diversos processos, em tribunais e cidades diferentes, contra um jornalista ou veículo de imprensa, quase ao mesmo tempo.</p>
<p>A defesa do profissional de imprensa se torna cara e demanda uma logística que muitas vezes é inviável financeiramente, o que se torna uma espécie de pena durante o processo, pois causa prejuízo ao profissional mesmo quando a vitória jurídica é certa.</p>
<p>Ao mobilizar tempo e recursos, dificulta ainda novos trabalhos e pressiona outros profissionais a não realizarem reportagens contra aqueles que movem os processos.</p>
<p>Para a Abraji esses processos que se caracterizam por meio de ações repetidas contra um mesmo alvo representam parte relevante dos casos de assédio, mas não os únicos.</p>
<p>Entre as outras estratégias jurídicas, o relatório indica a estratégia processual de litigante contumaz (129 casos), o uso do sistema criminal (102 casos), o pedido de indenização excessiva (64 casos), entre outros.</p>
<p>O monitor não retrata o surgimento dos processos, pois se concentra em decisões e nas informações por parte dos jornalistas associados ou não à Abraji.</p>
<p>Segundo a associação, o aumento revela a evolução de casos iniciados há alguns anos, em um contexto político de mais força de partidos de extrema direita, durante a presidência de Jair Bolsonaro, o que se mostra relevante na medida em que o uso do judiciário para desmobilizar a atuação da imprensa se mostrou uma tática comum desse campo político.</p>
<h2>Reconhecimento da prática</h2>
<p>O levantamento retrata a resolução de processos que se desenrolam por meses ou anos e ainda não tem muito claros os impactos do julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7055 e 6792, propostas respectivamente pela Abraji e pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI).</p>
<p><strong>Julgadas no Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2024, as ações reconheceram o assédio judicial como prática e determinaram medidas contra sua efetividade.</strong></p>
<p>&#8220;Há vários exemplos de jornalistas que publicaram notícias sobre pessoas públicas ou assuntos importantes e foram alvo de muitos processos judiciais, tendo dificuldade para comparecer às audiências, pagar advogados e continuar o seu trabalho. As associações de jornalistas pedem que nos casos de assédio judicial todas as ações sejam reunidas em um único lugar [onde o jornalista mora] para garantir o direito de defesa&#8221;, disse, em nota, o Supremo, quando admitiu que o país tem casos frequentes de violência e assédio contra jornalistas.</p>
<p><strong>Para o Supremo, a liberdade de expressão tem uma posição preferencial no direito brasileiro, o que quer dizer que ela tem importância maior do que os direitos à honra e à vida privada, na maior parte dos casos.</strong></p>
<p>A decisão do STF, que seguiu o voto do ministro Luís Roberto Barroso, considerou ainda que os jornalistas e as empresas de comunicação só devem ser responsabilizados pelas suas publicações quando for provado que tinham a intenção de causar danos (dolo) ou foram muito descuidados na verificação das informações publicadas (culpa grave).</p>
<p>Também determinou que os processos devem ser reunidos e julgados onde o jornalista mora ou onde a empresa que publicou tenha sede, facilitando o direito de defesa. </p>
<p>&#8220;O Tribunal avançou na proteção contra demandas infundadas ao reconhecer que a responsabilidade civil de jornalistas ou órgãos de imprensa somente estará configurada em caso inequívoco de dolo ou culpa grave [evidente negligência profissional na apuração dos fatos]. Essa decisão reafirma o princípio de que a liberdade de expressão é uma liberdade preferencial no Estado Democrático de Direito. Conforme sublinhou o próprio STF, a decisão representa um avanço civilizatório e uma defesa do direito do cidadão de ser informado&#8221;, afirmou no estudo a presidente da Abraji, Katia Brembatti.</p>
<p>A associação entende ainda que o assédio judicial é uma &#8220;reação desproporcional à atuação jornalística lícita sobre temas de interesse público”, caracterizada pela disparidade de armas gerada por um poder econômico, político, jurídico ou associativo, utilizado em um contexto &#8220;capaz de gerar consequências judiciais intimidatórias em ações que são infundadas ou se valem de estratégias processuais abusivas&#8221;.</p>
<h2>Litigantes contumazes</h2>
<p>O relatório também traz a atualização do <em>ranking</em> de litigantes contumazes, que são as pessoas que mais mobilizaram o Poder Judiciário em ações de assédio.</p>
<p>O <em>ranking</em> segue liderado por Luciano Hang, empresário dono da rede de lojas Havan, que tinha 53 ações no levantamento anterior e hoje tem 56 ações identificadas contra jornalistas. Em seguida vem o advogado Guilherme Henrique Branco de Oliveira, que passou de 47 para 49.</p>
<p>Em terceiro lugar aparece a deputada Julia Pedroso Zanatta (PL-SC), que passou de 12 para 33 processos contra a imprensa, sendo a que teve o maior aumento de casos identificado. Em quarto o juiz Rudson Marcos, que passou de 2 para 20 casos, e em quinto a ONG Associação Nacional Movimento Pró-armas, que segue com os mesmos 17 processos.</p>
<p>&#8220;A estabilidade, ou ausência de crescimento, dos números de ações ajuizadas não quer dizer que tais agentes deixaram de recorrer ao assédio judicial, mas reflete, sobretudo, a existência de fatores contextuais que os levaram a utilizar este tipo de estratégia em dado momento. Assim, o ajuizamento de ações pode ser influenciado por momentos de maior exposição pública, como por exemplo após a publicação de uma reportagem investigativa ou durante corridas eleitorais (ABRAJI, 2022), bem como após declarações que acarretam grande repercussão&#8221;, destaca o relatório.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> procurou os cinco citados e está aberta a posicionamento.</p>
<h2>Proteção a imprensa</h2>
<p>A Associação destaca algumas medidas que podem melhorar as condições de atuação da imprensa, garantindo a liberdade de expressão. São elas:</p>
<ul>
<li>ajustar a taxonomia dos processos adotada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para facilitar a identificação de casos que discutem a liberdade de imprensa, colocando em prática um mecanismo unificado de consulta processual, acessível ao público em geral, e que o órgão promova a informação dos magistrados sobre assédio judicial, judicialização predatória e litigância abusiva;</li>
<li>estabelecer, a partir do Estado brasileiro, treinamento e sensibilização dos integrantes do Poder Judiciário em relação à liberdade de imprensa, de modo que suas decisões estejam em conformidade com a jurisprudência e os padrões internacionais de direitos humanos, a fim de reconhecer o assédio judicial contra jornalistas como uma ameaça às liberdades democráticas;</li>
<li>estabelecimento da uniformização dos parâmetros adotados pela jurisprudência acerca da liberdade de imprensa no país, a fim de evitar a insegurança jurídica nos casos de assédio judicial contra jornalistas, garantindo a efetivação dos direitos constitucionais e dos padrões internacionais de direitos humanos;</li>
<li>aprovação, via Congresso Nacional, de uma legislação protetiva contra a prática do assédio judicial no Brasil, incluindo essa preocupação também na regulamentação de políticas públicas de defesa de jornalistas, comunicadores e defensores de direitos humanos e outros ativistas.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/abraji-uso-do-judiciario-para-coibir-liberdade-de-imprensa-cresce-20</p>
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		<title>Secretário do AM culpa Judiciário e diz que Rio abriga foragidos de todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 15:30:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Vinicius Almeida, fez duras críticas ao sistema penal e ao Judiciário brasileiro. Nesta quintafeira (30), ele comentou sobre a presença de foragidos de diversos estados entre os mortos e presos na megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. De acordo com Almeida, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Vinicius Almeida, fez duras críticas ao sistema penal e ao Judiciário brasileiro. Nesta quintafeira (30), ele comentou sobre a presença de foragidos de diversos estados entre os mortos e presos na megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com Almeida, criminosos que deveriam estar atrás das grades saem da penitenciária devido a brechas legais. Para o secretário, isso evidencia uma falência estrutural do sistema de justiça criminal. Almeida citou exemplos de detentos que, mesmo com várias ordens de prisão, ganharam liberdade e hoje integram facções criminosas.</p>
<p>O secretário também criticou decisões que limitam a atuação das forças policiais nas comunidades cariocas. Ele afirmou que tais restrições transformaram as favelas em refúgios para narcotraficantes. Assim, o secretário defendeu a postura do governo do Rio de Janeiro durante a operação. Ele elogiou a coragem das forças de segurança em enfrentar o “narcoterrorismo”.</p>
<p>Ademais, Almeida ressaltou que o combate efetivo ao crime organizado depende de uma coordenação federal, especialmente no controle das fronteiras. Nessa região reside a maior parte das drogas, que são produzidas em países vizinhos, como Peru e Colômbia.</p>
<p>Ao destacar as ações do Amazonas no enfrentamento ao tráfico, Almeida mencionou o sucesso das bases fluviais Anzol e os recordes de apreensões de drogas — 43 toneladas no ano passado e mais de 37 toneladas em 2025.</p>
<p>Por fim, o secretário expressou solidariedade aos quatro policiais mortos durante a megaoperação no Rio, reforçando o compromisso do sistema de segurança do Amazonas com o combate nacional ao crime organizado.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Caminhos da Reportagem é finalista em prêmio do Poder Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 21:50:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A TV Brasil, emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), é finalista do II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Direitos Humanos e Tecnologia, com duas edições do programa Caminhos da Reportagem. A premiação é promovida por sete instituições do Judiciário, entre elas o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong>TV Brasil</strong>, emissora pública gerida pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, é finalista do II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Direitos Humanos e Tecnologia, com duas edições do programa Caminhos da Reportagem. A premiação é promovida por sete instituições do Judiciário, entre elas o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, e reconhece produções jornalísticas que evidenciam o papel da Justiça na promoção da cidadania, dos direitos humanos e da inclusão social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Caminhos-da-Reportagem-e-finalista-em-premio-do-Poder-Judiciario.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Caminhos-da-Reportagem-e-finalista-em-premio-do-Poder-Judiciario.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>As reportagens finalistas estão concorrendo na categoria de Jornalismo em Vídeo são: <em>Eleições sem filtro</em>, com autoria de Marieta Cazarré e equipe; e <em>Eu quero votar para presidente – os 40 anos das Diretas Já!</em>, assinada por Thiago Lourenço Padovan e equipe.</strong></p>
<p><strong>A cerimônia de premiação será realizada no dia 10 de setembro, no Salão Branco do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. </strong>Os trabalhos foram avaliados com base em critérios como relevância para o Judiciário e a sociedade, qualidade editorial, criatividade e originalidade.</p>
<p>“A presença da <strong>TV Brasil</strong> entre os finalistas reafirma o compromisso da <strong>EBC</strong> com o jornalismo público de qualidade, que informa, educa e valoriza os direitos fundamentais. O <em>Caminhos da Reportagem</em> é um exemplo claro de como a comunicação pública pode contribuir para o fortalecimento da democracia e da cidadania”, afirma Cidinha Matos, Diretora de Jornalismo da <strong>EBC</strong>.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/agencia.brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o perfil da <strong>Agência Brasil </strong>no Instagram</a></p>
<h2>Sobre o Caminhos da Reportagem</h2>
<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> é reconhecido pela abordagem aprofundada e plural sobre temas de interesse público. Exibido semanalmente na <strong>TV Brasil</strong>, ele leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de pautas especiais, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos. </p>
<p>No ar há mais de uma década, o <em>Caminhos da Reportagem</em> é uma das atrações jornalísticas mais premiadas não só do canal, como também da televisão brasileira. Exibido às segundas, às 23h, também tem horário alternativo na madrugada de terça, às 4h30.</p>
<p>A produção disponibiliza as edições especiais no <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site</a> e no <a href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a> da emissora pública. As matérias também estão no aplicativo TV Brasil Play, disponível nas versões <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ebc.play&amp;hl=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Android</a> e <a href="https://apps.apple.com/br/app/tv-brasil-play/id1423349477" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">iOS</a>, e no <a href="http://tvbrasilplay.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site</a>.</p>
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    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/caminhos-da-reportagem-e-finalista-em-premio-do-poder-judiciario</p>
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		<item>
		<title>Barroso rebate acusação sobre “ditadura do Judiciário” no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 21:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, rebateu nesta segunda-feira (18) acusações de que há no país uma “ditadura do Judiciário”. Sem citar críticas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, Barroso disse que considera “imprópria e injusta” a acusação. O ministro participou de um evento em Cuiabá. &#8220;Só afirma isso quem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, rebateu nesta segunda-feira (18) acusações de que há no país uma “ditadura do Judiciário”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Barroso-rebate-acusacao-sobre-ditadura-do-Judiciario-no-Brasil.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Barroso-rebate-acusacao-sobre-ditadura-do-Judiciario-no-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Sem citar críticas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, Barroso disse que considera “imprópria e injusta” a acusação.</strong> O ministro participou de um evento em Cuiabá.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Só afirma isso quem nunca viveu uma ditadura. Ditaduras são regimes políticos com falta de liberdade, em que há censura, pessoas que são aposentadas compulsoriamente. Nada isso acontece no Brasil&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Barroso também descartou rumores de que deixará o Supremo após sair da presidência da Corte. </strong>&#8220;Não estou me aposentando, estou feliz da vida&#8221;, completou.</p>
<p>No dia 29 de setembro, Barroso deixará o cargo após completar mandato de dois anos. Ele será sucedido por Edson Fachin. O vice-presidente será o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<h2>Ataques ao judiciário</h2>
<p>A Justiça Brasileira tem sido alvo de ataques de autoridades dos Estados Unidos, que acusam o Supremo Tribunal Federal de violar a liberdade de expressão em decisões contra empresas de tecnologia americanas e de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro no julgamento da trama de golpe de Estado que culminou no 8 de janeiro de 2025, quando apoiadores de Bolsonaro atacaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.</p>
<p>&gt;&gt; Entenda como será o rito do julgamento de Bolsonaro e aliados no STF</p>
<p>No fim de julho, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) dos Estados Unidos (EUA) aplicou sanções financeiras contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes com base em uma lei local, a Lei Magnitsky, criada para punir supostos violadores de direitos humanos no exterior. O órgão do Departamento de Tesouro do país norte-americano acusa Moraes de violar a liberdade de expressão e autorizar “prisões arbitrárias”.</p>
<p>As tentativas de interferências na Justiça Brasileira tiveram início depois que o deputado federal Eduardo Boilsonaro se licenciou do cargo na Câmara e foi aos Estados Unidos, passando a defender sanções contra ministros do STF e ações contra o Brasil. Diante disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de nova investigação para apurar tentativa de obstrução do processo penal contra Eduardo e o pai, Jair.</p>
<p>Os americanos também citaram esses argumentos para justificar as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre importações vindas do Brasil. Apesar de prever mais de 700 exceções, as tarifas afetam setores importantes da economia brasileira, como o agronegócio.</p>
<p>&gt;&gt; Saiba quais são as medidas do Plano Brasil Soberano</p>
<h2>Motim no Congresso</h2>
<p>Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro protagonizaram recentemente um motim no Congresso Nacional contra a decisão em que Moraes determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro, pelo descumprimento reiterado de medidas cautelares.</p>
<p>Deputados e senadores ocuparam as mesas diretoras das duas Casas para obstruir as votações, até que fosse votado um projeto que prevê anistia aos condenados e acusados pelos ataques do 8 de janeiro, além de um pedido de impeachment de Moraes e mudanças no foro de senadores e deputados para que eles não fossem mais julgados pela suprema corte. </p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), enviou à Corregedoria da Casa pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/barroso-rebate-acusacao-sobre-ditadura-do-judiciario-no-brasil</p>
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		<title>STF: para maioria, teto de gasto não se aplica à receita do Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 14:33:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes. A corrente majoritária entendeu que o gasto feito com essas receitas não está sujeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/STF-para-maioria-teto-de-gasto-nao-se-aplica-a.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/STF-para-maioria-teto-de-gasto-nao-se-aplica-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A corrente majoritária entendeu que o gasto feito com essas receitas não está sujeito a limitações se o dinheiro for aplicado no custeio dos serviços das atividades específicas do Poder Judiciário.</p>
<p>Votaram assim o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, que havia pedido vista do processo em fevereiro. O tema é julgado no plenário virtual e os demais ministros têm até a próxima sexta-feira (11) para votar.</p>
<p><strong>Em seu voto, Moraes escreveu ser essa a “solução que prestigia” a autonomia orçamentária do Judiciário. A exclusão das receitas próprias do Judiciário “não afeta o comprometimento institucional no esforço de recuperação da higidez fiscal”, assegurou o ministro.</strong></p>
<blockquote>
<p> “É que as receitas provenientes da União e conformadas pelo orçamento público continuarão a ser regidas pelo teto do regime fiscal sustentável. Subtrai-se dele somente aquilo que o Poder Judiciário ‘angaria sponte propria’ [por vontade própria]”, acrescentou Moraes [por vontade própria]”, acrescentou Moraes.</p>
</blockquote>
<p><strong>&gt;&gt;Entenda as regras do novo arcabouço fiscal</strong></p>
<p><strong>O arcabouço fiscal atual, em vigor desde 2023, impõe um limite de 0,6% a 2,5% para o crescimento das despesas primárias da União, o que inclui os orçamentos globais dos Três Poderes. Pela regra geral, os gastos de um ano só podem crescer 70% do que tiver crescido da arrecadação fiscal do ano anterior.</strong></p>
<p>Em manifestação ao Supremo, o Legislativo e o Executivo enfatizaram que a legislação sobre o arcabouço fiscal foi aprovada e sancionada tendo em vista o esforço de cada poder para o controle da dívida pública, o que inclui as receitas do Judiciário, que devem ser submetidas ao novo teto.</p>
<p>Para a maioria dos ministros do Supremo, contudo, limitar os gastos do Judiciário com o dinheiro que ele próprio arrecada é inconstitucional, por violar a divisão dos Poderes.</p>
<p>A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema (ADI 7641) foi aberta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). <strong>A entidade reclamou que a legislação deveria ter dado aos tribunais o mesmo tratamento conferido a instituições como as universidade e empresas públicas, que tiveram permissão para gastar além do teto se o dinheiro vier de receitas próprias.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-04/para-maioria-teto-de-gasto-nao-se-aplica-a%20receita-do-judiciarioiario</p>
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		<item>
		<title>Teto de gastos não se aplica a receitas do Judiciário</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/teto-de-gastos-nao-se-aplica-a-receitas-do-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 14:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes. A corrente majoritária entendeu que o gasto feito com essas receitas não está sujeito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Teto-de-gastos-nao-se-aplica-a-receitas-do-Judiciario.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Teto-de-gastos-nao-se-aplica-a-receitas-do-Judiciario.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A corrente majoritária entendeu que o gasto feito com essas receitas não está sujeito a limitações se o dinheiro for aplicado no custeio dos serviços das atividades específicas do Poder Judiciário.</p>
<p>Votaram assim o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, que havia pedido vista do processo em fevereiro. O tema é julgado no plenário virtual e os demais ministros têm até a próxima sexta-feira (11) para votar.</p>
<p><strong>Em seu voto, Moraes escreveu ser essa a “solução que prestigia” a autonomia orçamentária do Judiciário. A exclusão das receitas próprias do Judiciário “não afeta o comprometimento institucional no esforço de recuperação da higidez fiscal”, assegurou o ministro.</strong></p>
<blockquote>
<p> “É que as receitas provenientes da União e conformadas pelo orçamento público continuarão a ser regidas pelo teto do regime fiscal sustentável. Subtrai-se dele somente aquilo que o Poder Judiciário ‘angaria sponte propria’ [por vontade própria]”, acrescentou Moraes [por vontade própria]”, acrescentou Moraes.</p>
</blockquote>
<p><strong>&gt;&gt;Entenda as regras do novo arcabouço fiscal</strong></p>
<p><strong>O arcabouço fiscal atual, em vigor desde 2023, impõe um limite de 0,6% a 2,5% para o crescimento das despesas primárias da União, o que inclui os orçamentos globais dos Três Poderes. Pela regra geral, os gastos de um ano só podem crescer 70% do que tiver crescido da arrecadação fiscal do ano anterior.</strong></p>
<p>Em manifestação ao Supremo, o Legislativo e o Executivo enfatizaram que a legislação sobre o arcabouço fiscal foi aprovada e sancionada tendo em vista o esforço de cada poder para o controle da dívida pública, o que inclui as receitas do Judiciário, que devem ser submetidas ao novo teto.</p>
<p>Para a maioria dos ministros do Supremo, contudo, limitar os gastos do Judiciário com o dinheiro que ele próprio arrecada é inconstitucional, por violar a divisão dos Poderes.</p>
<p>A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema (ADI 7641) foi aberta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). <strong>A entidade reclamou que a legislação deveria ter dado aos tribunais o mesmo tratamento conferido a instituições como as universidade e empresas públicas, que tiveram permissão para gastar além do teto se o dinheiro vier de receitas próprias.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-04/teto-de-gastos-nao-se-aplica-receitas-do-judiciario</p>
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		<title>Congresso e Judiciário retomam sessões após feriado de Carnaval</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/congresso-e-judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 10:50:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval. Com a retomada das votações, os parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025, que ainda não foi votado por causa de divergências políticas. No Judiciário, continua a expectativa pela marcação da data do julgamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval. Com a retomada das votações, os <strong>parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025, que ainda não foi votado por causa de divergências políticas</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Congresso-e-Judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-Carnaval.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Congresso-e-Judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-Carnaval.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No Judiciário, continua a expectativa pela marcação da data do julgamento da denúncia sobre a trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Na terça-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional começará a discutir o relatório final do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano. A lei deveria ter sido aprovada em dezembro do ano passado, mas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo a suspensão do pagamento das emendas parlamentares travaram a tramitação da proposta.</p>
<p>No final do mês passado, o ministro do STF, Flávio Dino, e a cúpula do Congresso chegaram a um acordo para garantir a transparência e a rastreabilidade na aplicação dos recursos das emendas.</p>
<p><strong>Com o acordo aprovado pela Corte,  a partir do exercício financeiro deste ano, não será mais possível empenhar emendas sem a identificação de parlamentar que fez a indicação dos recursos e da entidade que vai receber o dinheiro</strong>. </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=311322:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Congresso-e-Judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-Carnaval.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto." title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Congresso-e-Judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-Carnaval.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto." title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=311322 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=311322-->Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=311322--></p>
</div>
</div>
<h2>Trama golpista</h2>
<p>Nesta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se manifestar sobre os argumentos apresentados pelos advogados dos denunciados pela tentativa de golpe durante o governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p>O Supremo já recebeu as defesas de 28 dos 34 denunciados. A procuradoria tem até sexta-feira (14) para se manifestar sobre as questões apontadas pelos advogados dos acusados.</p>
<p>Após receber as manifestações da PGR, o julgamento deve ser marcado pela Primeira Turma da Corte, colegiado que será responsável pelo julgamento que vai decidir se Bolsonaro e dos demais acusados vão se tornar réus.<br /> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=92013:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1741603836_461_Congresso-e-Judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-Carnaval.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha inaugura a exposição “Vozes da Defesa” (José Cruz/Agência Brasil)" title="José Cruz/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=92013 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=92013-->A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha(José Cruz/Agência Brasil) <!--END copyright=92013--></p>
</div>
</div>
<h2>Posse</h2>
<p>Na terça-feira (11), a ministra do Superior Tribunal Militar (STM) Maria Elizabeth Rocha será empossada na presidência da Corte.</p>
<p>A ministra compõe o STM desde 2007, quando foi indicada durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela é a primeira mulher nomeada para o tribunal militar em 216 anos de funcionamento do órgão.</p>
<p>De 2013 a 2015, a ministra chegou a assumir temporariamente a presidência do STM, mas para um mandato-tampão.</p>
<h2>Crime da 113 Sul</h2>
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) também marcou para terça-feira (11) o julgamento de dois recursos envolvendo o assassinato do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, a esposa dele, Maria Carvalho Villela, e a empregada da família, Francisca Nascimento da Silva. O crime ficou conhecido como Crime da 113 Sul, quadra residencial de Brasília onde o casal morava, e ocorreu em 2009, quando as vítimas foram mortas a facadas.</p>
<p>Em 2019, a filha do ex-ministro, Adriana Vilela, foi condenada a 60 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Brasília sob acusação de atuar como mandante dos assassinatos.</p>
<p><strong>O STJ vai julgar um recurso da defesa da arquiteta para anular a condenação e outro do Ministério Público para que a prisão de Adriana seja determinada imediatamente.</strong></p>
<p>Segundo os promotores, a acusada não pode mais recorrer em liberdade após a decisão do Supremo que validou prisões imediatas de condenados pelo Tribunal do Júri. Com a decisão, proferida em setembro de 2024, criminosos que forem condenados por homicídio passarão a cumprir a pena imediatamente, sem o direito de recorrer em liberdade.</p>
<h2>Laqueadura</h2>
<p>Na quarta-feira (12), o plenário do STF retoma o julgamento sobre a constitucionalidade da lei que estabeleceu a idade mínima de 21 anos e número mínimo de dois filhos para realização de vasectomia e laqueadura.  A análise do caso foi suspensa em novembro do ano passado por um pedido de vista do ministro Cristiano Zanin.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-03/congresso-e-judiciario-retomam-sessoes-apos-feriado-de-carnaval</p>
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		<item>
		<title>Governo e Judiciário lançam plano para melhorar situação de presídios</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/governo-e-judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-de-presidios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 00:06:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo federal e o Judiciário lançaram nesta quarta-feira (12) o Plano Pena Justa, elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para enfrentar os problemas encontrados nos presídios do país. Foram elaboradas 50 ações e mais de 300 metas, que devem ser cumpridas até 2027. O plano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governo federal e o Judiciário lançaram nesta quarta-feira (12) o Plano Pena Justa, elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para enfrentar os problemas encontrados nos presídios do país. Foram elaboradas 50 ações e mais de 300 metas, que devem ser cumpridas até 2027.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Governo-e-Judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-de-presidios.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Governo-e-Judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-de-presidios.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O plano foi elaborado após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu, em outubro de 2023, o estado de coisas inconstitucional nas prisões do Brasil. </p>
<p>A decisão ordenou previdências para o enfrentamento aos diversos problemas carcerários, entre eles, a superlotação de detentos e as condições degradantes. </p>
<p>O Plano é constituído em quatro eixos de atuação: o Eixo 1 trata da superlotação e prevê o reforço da aplicação de medidas cautelares para controlar as vagas no sistema prisional. O Eixo 2 vai combater a insalubridade das prisões e garantir acesso a água limpa, alimentação e ao saneamento nos presídios.</p>
<p>O Eixo 3 trata da reintegração dos detentos à sociedade, por meio de ações voltadas ao trabalho, educação e geração de renda. E o Eixo 4 terá ações para impedir a reincidência de crimes.</p>
<p>Também foram assinados acordos de cooperação com o Ministério dos Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para o oferecimento de trabalho para egressos.</p>
<p>O primeiro passo para a implantação do programa será a criação de comitês de políticas penais nos estados. Os comitês vão garantir a execução e o monitoramento do plano.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=413829:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Governo-e-Judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-de-presidios.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Programa Pena Justa tem objetivo de empregar e oferecer oportunidades de educação para pessoas no sistema prisional.&#13;&#10;&#13;&#10;" title="Fellipe Sampaio /STF"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Governo-e-Judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-de-presidios.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Programa Pena Justa tem objetivo de empregar e oferecer oportunidades de educação para pessoas no sistema prisional.&#13;&#10;&#13;&#10;" title="Fellipe Sampaio /STF"/></noscript><br />
    <!-- END scald=413829 --></div>
<p><h6 class="meta rtecenter"><!--copyright=413829--><em>Programa Pena Justa tem objetivo de empregar e oferecer oportunidades de educação para pessoas no sistema prisional. &#8211; Foto: <strong>Fellipe Sampaio /STF</strong></em><!--END copyright=413829--></h6>
</p>
</div>
<p>Durante o lançamento do Pena Justa, o presidente do CNJ e do STF, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que o sistema prisional alimenta o crime organizado e necessita de mudanças. Para Barroso, &#8220;os presos perderam a liberdade, mas não a dignidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;É um plano ambicioso que procura enfrentar um conjunto de problemas. O primeiro deles é a superlotação e a má qualidade das vagas no sistema prisional, em que as pessoas eram acomodadas em situações totalmente degradantes&#8221;, afirmou.</p>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, disse que o plano busca resgatar os detentos de uma &#8220;situação indigna&#8221; e incompatível com a Constituição.</p>
<p>&#8220;A cultura punitivista que nós sentimos continua muito arraigada na população. É preciso medidas fortes e contundentes. Essa medida que estamos colocando em prática é uma dessas medidas&#8221;, completou. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/governo-e-judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-de-presidios</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dino critica supersalários no Judiciário e nega auxílio retroativo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 19:38:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta segunda-feira (10) o pagamento de supersalários no Judiciário e disse que não pode ocorrer um &#8220;vale-tudo&#8221; no recebimento de gratificações. As críticas estão na decisão na qual Flávio Dino negou pedido de um promotor para receber auxílio-alimentação retroativo ao período entre 2007 e 2011, [&#8230;]]]></description>
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<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta segunda-feira (10) o pagamento de supersalários no Judiciário e disse que não pode ocorrer um &#8220;vale-tudo&#8221; no recebimento de gratificações.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Dino-critica-supersalarios-no-Judiciario-e-nega-auxilio-retroativo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Dino-critica-supersalarios-no-Judiciario-e-nega-auxilio-retroativo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As críticas estão na decisão na qual Flávio Dino negou pedido de um promotor para receber auxílio-alimentação retroativo ao período entre 2007 e 2011, quando ocupava cargo de juiz federal.</p>
<p>Ele entrou na Justiça para cobrar do governo federal R$ 25,7 mil, sob a alegação de que o pagamento do auxílio foi autorizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2011, por meio da Resolução 133. </p>
<p>Na decisão, Dino disse que a norma do CNJ autorizou o pagamento, mas não permite o repasse retroativo do auxílio. </p>
<p>&#8220;Trata-se de orientação fundamental para evitar abusos, como rotineiramente tem sido noticiado acerca de pagamentos denominados de supersalários. Até mesmo auxílio-alimentação natalino já chegou a se anunciar, exatamente em face desse contexto de pretendido e inaceitável vale-tudo. </p>
<p>Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a limitação dos supersalários no serviço público está entre as 25 prioridades da equipe econômica no Congresso para 2025 e 2026.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/dino-critica-supersalarios-no-judiciario-e-nega-auxilio-retroativo</p>
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