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	<title>Jardim - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Espécie nova de bromélia floresce no Jardim Botânico do Rio</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 12:39:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Jardim Botânico do Rio de Janeiro descobriu uma espécie de bromélia rara em sua área, que recebeu o nome de Wittmackia aurantiolilacina em função das cores laranja e lilás de suas inflorescências. A espécie foi descrita pelo pesquisador Bruno Rezende, um dos autores do estudo e curador da coleção científica de bromélias do Jardim Botânico [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O Jardim Botânico do Rio de Janeiro descobriu uma espécie de bromélia rara em sua área, que recebeu o nome de <em>Wittmackia aurantiolilacina</em> em função das cores laranja e lilás de suas inflorescências</strong>.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Especie-nova-de-bromelia-floresce-no-Jardim-Botanico-do-Rio.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Especie-nova-de-bromelia-floresce-no-Jardim-Botanico-do-Rio.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A espécie foi descrita pelo pesquisador Bruno Rezende, um dos autores do estudo e curador da coleção científica de bromélias do Jardim Botânico do Rio, em artigo publicado no dia 19 de novembro deste ano, no periódico Phytotaxa, considerado a maior revista científica do mundo na área de taxonomia botânica.</p>
<p><strong>A espécie é endêmica da Mata Atlântica e foi coletada no Parque Nacional do Alto Cariri, na Bahia, próximo à divisa com Minas Gerais</strong>. A coleta foi feita em agosto de 2023 por uma equipe do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, durante expedição do Plano de Ação Nacional para a Conservação de Árvores Ameaçadas de Extinção do Sul da Bahia (PAN Hileia Baiana), no âmbito do Projeto GEF Pró-Espécies: todos contra a extinção.</p>
<blockquote>
<p>“Foi coletada em agosto de 2023, mas estava sem flor. É o que a gente chama de estéril. Era uma bromélia que não levantava nenhuma suspeita sobre ser algo tão diferenciado”, explicou Bruno Rezende nesta quinta-feira (11) à Agência Brasil. Ela foi introduzida então na coleção científica do bromeliário do JBRJ e também no Refúgio dos Gravatás, em Teresópolis, região serrana do estado.</p>
</blockquote>
<h2>Floração</h2>
<p>A floração da bromélia ocorreu em julho de 2024, no Jardim Botânico, e levou o pesquisador a suspeitar que se tratava de uma espécie nova. “Porque a inflorescência tem uma combinação de cores muito inusitada, laranja com lilás, que não é algo que eu tenha visto em bromélias em 30 anos”, disse Rezende.</p>
<p>Ele contactou um especialista no gênero, com o qual desenvolveu um estudo mais detalhado sobre a planta e juntos publicaram artigo na revista internacional.</p>
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            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Especie-nova-de-bromelia-floresce-no-Jardim-Botanico-do-Rio.jpg" alt="11/12/2025 - Nova espécie de bromélia descoberta pelo JBRJ . Foto: Bruno Rezende/JBRJ" title="Bruno Rezende/JBRJ"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Especie-nova-de-bromelia-floresce-no-Jardim-Botanico-do-Rio.jpg" alt="11/12/2025 - Nova espécie de bromélia descoberta pelo JBRJ . Foto: Bruno Rezende/JBRJ" title="Bruno Rezende/JBRJ"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta"> Nova espécie de bromélia descoberta no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Foto &#8211; <strong>Bruno Rezende/JBRJ</strong><!--END copyright=447778--></h6>
</p>
</div>
<p>Embora a inflorescência nas cores laranja e lilás tenha chamado a atenção dos pesquisadores, Bruno Rezende disse que o que define a espécie nova é um conjunto de características que tem a ver com o formato de sépalas e pétalas, o tamanho que atinge entre essas estruturas “E também a coloração, que deu nome à planta”. As sépalas das bromélias são, geralmente, verdes e têm a função principal de proteger o botão floral.</p>
<p>No Jardim Botânico do Rio só tem um vaso da nova bromélia. Segundo Rezende, dependendo do aporte nutricional, vão se formar dois ou três brotos vegetativos por ano. São brotações laterais.</p>
<blockquote>
<p>“Com isso, pode-se fazer uma propagação vegetativa, que é a propagação clonal ou assexuada”. Nesse caso, as mudas são geneticamente idênticas à mãe.</p>
</blockquote>
<p><strong>O pesquisador destacou, porém, que se for feita a polinização das flores, podem ser obtidas sementes. E cada sistema de cada semente é um indivíduo já geneticamente distinto, por ser originário de reprodução sexuada.</strong></p>
<p>Na coleção científica do bromeliário, as bromélias são multiplicadas apenas de forma clonal. “Não temos muito interesse em ter vários vasos da cada exemplar. Porque o nosso espaço é muito limitado”.</p>
<p>Por isso, disse que o importante é manter a saúde daquele exemplar, formando uma pequena touceira, em um vaso grande. “Porque ali se tem diversas rosetas foliares. E tendo várias rosetas, isso dá mais segurança de que aquele indivíduo está protegido contra uma determinada praga ou alguma doença que possa surgir, porque é um volume maior. Mas o bromeliário não tem condições de abrigar tantos exemplares”, afirmou o pesquisador.</p>
<h2>Predadores</h2>
<p>O pesquisador afirma que ainda que não seria muito indicado plantar esse tipo de bromélia nas árvores, porque ela é da Mata Atlântica do sul da Bahia e poderia se espalhar pela Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro.</p>
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        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/1765629549_834_Especie-nova-de-bromelia-floresce-no-Jardim-Botanico-do-Rio.jpg" alt="Fachada do Museu do Meio Ambiente no Jardim Botânico do Rio de Janeiro" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=303651 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=303651-->Fachada do Museu do Meio Ambiente no Jardim Botânico do Rio de Janeiro &#8211; Foto: <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=303651--></h6>
</p>
</div>
<p>Além disso, no arboreto do Jardim Botânico tem muito macaco-prego. “E eles, infelizmente, desenvolveram um gosto macabro por bromélias. Eles comem aquele palmito lá do interior das folhas e matam a bromélia. É o que eles gostam. No bromeliário, a gente ainda consegue ter mais controle, porque tem um gradil, tem seguranças e jardineiros.”</p>
<p>Recentemente, Bruno recebeu várias bromélias da Chapada Diamantina e outras da Serra do Ouro de Goiás. Para ele, o esforço de coleta na natureza é muito importante para conhecer a flora nativa.</p>
<p>A nova espécie de bromélia descoberta já foi classificada como “criticamente ameaçada de extinção” porque, apesar de ser um parque nacional, é uma área muito grande e sujeita a muitos impactos.</p>
<blockquote>
<p>“É difícil fiscalizar uma área tão extensa. Tem muito fogo, muito desmatamento, tem muita lavoura de cacau e de café, além das mudanças climáticas que, nas próximas décadas, provavelmente vão alterar muito significativamente toda a Mata Atlântica.”</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/especie-nova-de-bromelia-floresce-no-jardim-botanico-do-rio</p>
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		<item>
		<title>Comunidade do Horto e Jardim Botânico assinam acordo histórico no Rio </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 20:25:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a comunidade do Horto Florestal assinaram nesta segunda-feira (13) um acordo coletivo que coloca fim a uma disputa de mais de quatro décadas pela posse dos terrenos onde vivem 621 famílias. Pelo acordo, a comunidade terá direito de permanecer na área, que pertence ao parque, mediante alguns [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a comunidade do Horto Florestal assinaram nesta segunda-feira (13) um acordo coletivo que coloca fim a uma disputa de mais de quatro décadas pela posse dos terrenos onde vivem 621 famílias. </strong>Pelo acordo, a comunidade terá direito de permanecer na área, que pertence ao parque, mediante alguns compromissos, como o de não aumentar as residências.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comunidade-do-Horto-e-Jardim-Botanico-assinam-acordo-historico-no.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comunidade-do-Horto-e-Jardim-Botanico-assinam-acordo-historico-no.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;A gente deixou de ter uma espada apontada para o nosso pescoço. É muito raro uma casa no Horto que não tem um idoso e, para essas pessoas, poder dormir sem o fantasma da reintegração de posse é indescritível. Agora a gente pretende estreitar a relação com o parque porque o que não falta é envolvimento com o meio ambiente no horto&#8221;, comemorou o Presidente da Associação de Moradores e Amigos do Horto (Amahor), Fabio Dutra.</p>
</blockquote>
<p><strong>O acordo vem sendo costurado desde 2023, quando a Secretaria-Geral da Presidência da República criou um Grupo Técnico de Trabalho que recomendou a permanência das famílias em áreas onde não há risco</strong>. Com isso, as ações de reintegração de posse vigentes na Justiça foram suspensas e deram espaço às negociações.  </p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, ressaltou o empenho de diversas instituições que trabalharam com o governo federal em prol do acordo, como o Poder Judiciário, Ministério Público Público, Defensoria Pública e Prefeitura do Rio de Janeiro. Macedo enfatizou que o acerto &#8220;tem alcance ambiental, patrimonial e de justiça social&#8221;. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Foi feito sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República, mas com o movimento de todos os parceiros . Um acordo construído coletivamente que garante a permanência das famílias nas áreas seguras e a realocação de um pequeno número que está em área de risco. Isso somado à preservação ambiental e a manutenção do papel institucional do Jardim Botânico&#8221;, complementou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Onde não tem regra nenhuma, vale tudo. O que estamos fazendo hoje aqui, acima de tudo, é preservar o Jardim Botânico, contando com a consciência dos moradores com a preservação desse espaço fantástico&#8221; acrescentou o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.</p>
<p><strong>Agora cada morador deverá assinar acordos individuais para formalizar o seu aceite às condições negociadas.</strong> O cumprimento desses acordos será fiscalizado pela Comissão de Acompanhamento, formada por representantes dos moradores, do Jardim Botânico, da Prefeitura do Rio e da Secretaria-Geral da Presidência da República.</p>
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<h2>História</h2>
<p><strong>A comunidade do Horto Florestal foi formada ao longo do século 20 por funcionários de fábricas antigas da região e, depois, por trabalhadores do próprio Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico, alguns obrigados por lei a morar nos perímetros do parque. </strong>Muitas das pessoas que vivem hoje no local são descendentes desses dois grupos. A partir da década de 1980, a União entrou com 215 ações de reintegração de posse e conseguiu decisão favorável em quase todas, mas apenas três foram executadas.</p>
<p>Em 2006, a Secretaria de Patrimônio da União no Rio de Janeiro chegou a iniciar um processo de regularização dos imóveis, mas enfrentou resistência de moradores do bairro Jardim Botânico e apoiadores do parque. Em 2013, uma comissão interministerial decidiu que o Instituto deveria recuperar 80% da área ocupada, mas nenhuma ação de reintegração foi efetivada.</p>
<p>A comunidade fica entre a área pública do Jardim Botânico do Rio e a Floresta da Tijuca, por isso, é considerada sensível em termos de proteção do meio ambiente. No entanto, o grupo de trabalho da Presidência da República concluiu que a comunidade não está crescendo e recebe abastecimento de água e serviços de coleta de esgoto e lixo, além de desenvolver ações de preservação ambiental.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/comunidade-do-horto-e-jardim-botanico-assinam-acordo-historico-no-rio</p>
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		<item>
		<title>Acordo garante permanência de moradores do Horto no Jardim Botânico</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/acordo-garante-permanencia-de-moradores-do-horto-no-jardim-botanico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 11:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo federal, em audiência pública realizada nesta quinta-feira (14), definiu a aprovação da minuta de acordo coletivo que garantirá a permanência da Comunidade do Horto Florestal em área pertencente ao Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro. Os termos básicos do acordo histórico já haviam sido selados em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O governo federal, em audiência pública realizada nesta quinta-feira (14), definiu a aprovação da minuta de acordo coletivo que garantirá a permanência da Comunidade do Horto Florestal em área pertencente ao Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Acordo-garante-permanencia-de-moradores-do-Horto-no-Jardim-Botanico.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Acordo-garante-permanencia-de-moradores-do-Horto-no-Jardim-Botanico.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os termos básicos do acordo histórico já haviam sido selados em maio, ocasião em que se definiram as diretrizes para a permanência da maior parte da comunidade na área federal, que é ocupada de forma centenária por 621 famílias. </p>
<p><strong>O conflito já durava pelo menos 4 décadas e a solução teve participação decisiva do Ministério Público Federal (MPF) para sensibilizar os órgãos públicos quanto à viabilidade de compatibilização entre o meio ambiente, o direito à moradia e o patrimônio público.</strong></p>
<p>Nesta nova etapa, as minutas de acordo coletivo foram aprovadas pelo Executivo federal. Em seguida, a Comissão de Soluções Fundiárias, órgão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) analisará o processo e a possibilidade de homologação.</p>
<p><strong>Após o acordo coletivo, poderão ser celebrados acordos individuais nos processos judiciais.</strong></p>
<p>O grupo de trabalho atendeu ao pedido do Ministério Público Federal (MPF) e foi coordenado pela Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas.</p>
<p>O grupo teve a participação de moradores da comunidade, representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Ministério da Cultura e do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico.</p>
<p><strong>O MPF vem atuando no caso desde 2021, realizando audiências públicas e outras tratativas com o objetivo de entender os conflitos na região e as necessidades dos moradores, para buscar uma saída conciliatória para a questão. </strong></p>
<p>O órgão atuou e diligenciou pela criação, em 2023, de um grupo de trabalho por parte do governo federal para acompanhar a questão, o que resultou na elaboração do Grupo de Trabalho Técnico (GTT) sobre o Horto Florestal do Rio de Janeiro pela Secretaria-Geral da Presidência da República.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/acordo-garante-permanencia-de-moradores-do-horto-no-jardim-botanico</p>
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		<item>
		<title>TJSP determina instalação da CPI das Enchentes no Jardim Pantanal</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/tjsp-determina-instalacao-da-cpi-das-enchentes-no-jardim-pantanal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 20:43:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) ordenou que a Câmara Municipal de São Paulo instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as causas das enchentes no Jardim Pantanal. A região, na zona leste da capital, sofre constantemente com o problema e, mais uma vez, viu diversos pontos submergidos com fortes chuvas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) ordenou que a Câmara Municipal de São Paulo instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as causas das enchentes no Jardim Pantanal. A região, na zona leste da capital, sofre constantemente com o problema e, mais uma vez, viu diversos pontos submergidos com fortes chuvas em fevereiro deste ano.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/TJSP-determina-instalacao-da-CPI-das-Enchentes-no-Jardim-Pantanal.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/TJSP-determina-instalacao-da-CPI-das-Enchentes-no-Jardim-Pantanal.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O despacho da corte, desta quarta-feira (6), informa que se trata de um mandado de segurança, com pedido de liminar, impetrado pelo vereador Jair Tatto (PT) e outros da bancada da sigla, contra o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Ricardo Teixeira (União).</strong> </p>
<p>No documento, consta que, em 4 de fevereiro, protocolaram o requerimento para a criação da CPI, assinado por mais de um terço dos vereadores, e que a Casa aprovou, em 2 de abril, sua instalação.</p>
<p>No dia 17 daquele mês, pelas regras vigentes, deveria ter sido estruturada a CPI, mas como não houve expediente parlamentar e Ricardo Teixeira não se posicionou, a comissão não foi constituída. </p>
<p>No entendimento do TJSP, houve omissão por parte do presidente da Câmara Municipal e as decisões conjuntas de minorias devem ter o mesmo peso das de lideranças.</p>
<p><strong>Com a situação do Jardim Pantanal agravada em fevereiro, iniciou-se uma discussão sobre possíveis soluções para garantir moradia digna à população.</strong> Moradores manifestaram preocupação com retiradas forçadas do local, com receio de não receberem da prefeitura valores suficientes para comprar novos imóveis, e por entenderem que a medida impactaria a sensação de comunidade que construíram com seus vizinhos.</p>
<p>Lideranças ouvidas à época pela <strong>Agência Brasil</strong>, ressaltaram que a população já se movimenta, há anos, para preencher as lacunas deixadas pelo poder público. </p>
<p><strong>O plano anunciado pela Prefeitura de São Paulo tem três fases.</strong> A primeira, voltada à construção de uma barreira de mais de 4 quilômetros para evitar novas ocupações, abrangendo o Jardim São Martinho, Vila Seabra, Novo Horizonte, Vila da Paz, Terra Prometida e Chácara Três Meninas, com previsão de término em outubro de 2026. Para executá-la, a gestão de Ricardo Nunes calculou a remoção de 1 mil residências. Ao todo, deverão ser demolidos 4,3 mil imóveis, quando todas as etapas forem completadas.</p>
<p>&#8220;Nessa primeira fase está prevista a remoção de 1 mil imóveis às margens do Tietê, em uma área de altíssimo risco onde a água da enchente atinge até 2 metros de altura. A previsão é de que a fase 2 comece em novembro de 2026, indo até junho de 2028, com a remoção de outros 1 mil imóveis. A terceira fase abrange 2.344 imóveis e tem início previsto para julho de 2028 e conclusão em dezembro de 2029. A previsão é de custo total de R$ 700 milhões&#8221;, <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/prefeitura-faz-s%C3%A9rie-de-reuni%C3%B5es-com-fam%C3%ADlias-do-jardim-pantanal-sobre-a%C3%A7%C3%B5es-de-habita%C3%A7%C3%A3o-e-recupera%C3%A7%C3%A3o-ambiental?p_l_back_url=%2Fbusca%3Fq%3D%2522jardim%2Bpantanal%2522%26sort%3DcreateDate-%26start%3D1%26news%3D79914%26title%3D%2522jardim%2Bpantanal%2522&amp;p_l_back_url_title=Busca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">detalhou a prefeitura em nota</a>.</p>
<p>&#8220;A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) dará início em julho às obras de microdrenagem e pavimentação na região do Jardim São Martinho, dentro do Jardim Pantanal. Serão implantados 9 km de novas galerias que irão aumentar a capacidade do sistema de drenagem do bairro, além de mais 10,4 km de nova pavimentação. Ao todo, a área de intervenção será de 83 mil m². As obras já estão contratadas e contam com investimento de R$ 59,8 milhões&#8221;, informou a prefeitura.</p>
<p><strong>Procurado, o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Teixeira, disse que ainda não foi oficialmente intimado.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/tjsp-determina-instalacao-da-cpi-das-enchentes-no-jardim-pantanal</p>
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		<title>Moradores do Jardim Pantanal, em SP, se mobilizam após alagamentos </title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 22:57:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As enchentes que atingem o Jardim Pantanal, na Zona Leste de São Paulo, há quatro dias, têm afetado a vida dos moradores que afirmam contar apenas com a ajuda da própria comunidade. A região, que segue alagada após as chuvas do último sábado (1º), foi um dos pontos da capital paulista mais atingido pelas inundações [&#8230;]]]></description>
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<p>As enchentes que atingem o Jardim Pantanal, na Zona Leste de São Paulo, há quatro dias, têm afetado a vida dos moradores que afirmam contar apenas com a ajuda da própria comunidade. A região, que segue alagada após as chuvas do último sábado (1º), foi um dos pontos da capital paulista mais atingido pelas inundações ocasionadas pelas tempestades. <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Moradores-do-Jardim-Pantanal-em-SP-se-mobilizam-apos-alagamentos.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Moradores-do-Jardim-Pantanal-em-SP-se-mobilizam-apos-alagamentos.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Situado no Distrito Jardim Helena, extremo leste, o Jardim Pantanal está inserido em uma área ambientalmente frágil na várzea do rio Tietê. Há décadas, os moradores sofrem com recorrentes inundações, em que perdem tudo.  </p>
<p>As chuvas se intensificaram neste fim de semana, quando a água acumulada tornou intransitável diversas ruas da região, e mais uma vez a comunidade se articula para garantir o básico, como alimentação.</p>
<p>O líder comunitário Alex Novais afirma que &#8220;aqui é a comunidade ajudando a comunidade&#8221;, para responder se o poder público enviou equipes para atender aos moradores. Perguntado sobre o comunicado sobre desaparecimentos de pessoas, diz que só se terá noção quando o nível da água for reduzido &#8220;Eu só sei se você está [ou não] dentro de casa quando a água baixar. Só aí a gente só vai saber se tem mortos ou desaparecidos. Tem lugar onde só se chega de bote. E eu chego à rua, mas não entro na casa”, diz. </p>
<p>Novais entende que um dos fatores que contribuíram para a gravidade do cenário foi o aumento de aterros feitos para casas que ficam à beira do rio Tietê. &#8220;O rio tem uma dimensão por onde vai passar e, quanto mais aterro, menor vai ficando essa dimensão. E aí ela vai escoar para algum lugar&#8221;, diz. </p>
<p>Segundo ele, as chuvas mais recentes geraram correnteza na região. “Era correnteza, não chuva parada. Parecia um rio passando. Virou um rio a céu aberto, peixes foram tirados das ruas. Caiu peixe do céu?&#8221;, questiona. </p>
<p>Influenciador digital do bairro, Danilo Soares é outro morador que vive uma reprise desse mesmo episódio. O primeiro de que se recorda foi quando tinha nove anos de idade. Agora, teve que retirar sua mãe de casa e levá-la para a casa dele até que a água baixe. </p>
<p>Soares foi uma das pessoas que se dispuseram a ficar a bordo de um bote para resgatar quem ficou preso ou ilhado. O contato com a água contaminada, que pode transmitir doenças como a leptospirose, fez com que ele apresentasse alguns sintomas, ficando levemente adoecido, mas não sentiu que devesse parar, diante de tanta gente necessitando de ajuda. </p>
<p>&#8220;Teve certo ponto em que era só senhora de 60, 70 anos e não tinha ali um neto, um filho. A pessoa era sozinha. Então, se a gente não se locomover e não se colocar no lugar de outros, até agora não tinha chegado socorro à casa dessa senhora&#8221;, justifica ele, que explica que o bote teve dupla função, já que, com ele, a equipe de voluntários pôde arrecadar e distribuir doações. Soares tem usado também seu perfil no <a href="https://www.instagram.com/gordin_fofim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Instagram</a>, com quase 18 mil seguidores, para buscar ainda mais suporte durante essa crise que vitima o bairro.</p>
<p>&#8220;A gente conhece bem a região. Então, sabe o local onde mais necessitam. Ia empurrando os botes, parando e gritando: &#8216;olha a comida, a água, o lanche&#8217;. Tinha muita gente ainda dentro de casa, ilhada. Teve uma casa com mais de 20 pessoas em dois cômodos, lá no Pesqueiro. Ia para um lado, para o outro, se encontrava nos mesmos pontos, recolhia marmita, água e levava às pessoas&#8221;, relata. </p>
<p>Segundo ele, muitas pessoas que estavam na mesma situação, com a casa debaixo d&#8217;água, também ajudaram. “Pessoas com a casa cheia de água fazendo doação, dando força braçal e ajudando o próximo&#8221;, acrescenta, salientando que soube de casos em que moradores foram demitidos por terem faltado ao trabalho.</p>
<p>Após adquirir experiência de 31 anos de residência no Jardim Pantanal, o funcionário da Assembleia de Deus José Adilson da Silva resolveu usar uma quantia de dinheiro para elevar o nível de sua casa, para evitar que ficasse debaixo d&#8217;água. &#8220;Custou mais, mas valeu a pena&#8221;, avalia. </p>
<p>Ele comenta que, em outras épocas, mesmo com o volume de chuvas bastante alto, ficavam a salvo, intactos. Hoje, contudo, testemunhou áreas como o Jardim Noemia e o Jardim Maia, mais próximos à Avenida Marechal Tito, alagados. &#8220;Eram [alagados], mas eram pouco. Era pingado [um ponto cá e outro acolá]. Dessa vez, a chuva foi longe&#8221;, afirma, acrescentando que não viu atuação do poder público, que, para ele, &#8220;faz mais só quando a imprensa fica em cima&#8221;. </p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=413123-->São Paulo (SP) 05/02/2025 &#8211; Moradores do Jardim Pantanal enfrentam crise após alagamentos . Foto: Letycia Bond/Agência Brasil &#8211; <strong>Letycia Bond/Agência Brasil</strong><!--END copyright=413123--></h6>
</p>
</div>
<h2>Plano de bairro</h2>
<p>O Instituto Alana, cuja sede fica no bairro, desenvolveu, em um esforço conjunto com moradores e o Instituto de Arquitetos do Brasil, um <a href="https://alana.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Plano-Bairro-Jardim-Pantanal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">plano de bairro</a>, detalhado em duas etapas. Esse tipo de plano tem por objetivo realizar uma escuta ampla dos habitantes sobre o que acham que precisa ser melhorado, e, a partir disso, a elaboração de propostas para serem apresentadas ao poder público. </p>
<p>Entre as melhorias consideradas mais urgentes, foram mencionados o abastecimento de água e saneamento; a regularização fundiária; o nivelamento das ruas, pavimentação e a microdrenagem. Este último conjunto tem relação direta com o que foi relatado por moradores à Agência Brasil, como o fato de que, dessa vez, a impressão é de que o escoamento da água está mais lento.</p>
<p>Em passagem pelo bairro, é possível notar que nem todas as ruas são asfaltadas, mas que, mesmo naquelas que são, não há um padrão também quanto à quantidade de bueiros. Com as chuvas mais recentes, tanto bicicletas como carros estão tendo dificuldade de circular em meio à água turva e que impede de verificar se há buracos onde podem cair. </p>
<p>Os documentos que compartilham pormenores do plano destacam ainda, entre as medidas que devem ser executadas mais rapidamente, um mapeamento e um diagnóstico sobre os motivos dos alagamentos, &#8220;somando os saberes técnicos e comunitários&#8221; e a identificação de alguns espaços públicos próximos ao rio e córregos. </p>
<p>Outro ponto reivindicado é o desassoreamento do rio Tietê. Nesse trecho do relatório, os dois institutos e a comunidade pontuam que as ações seriam feitas conforme &#8220;o que foi planejado no Plano Diretor de Macrodrenagem para a região compreendida entre o Córrego Três Pontes e a Barragem da Penha – esse trecho, chamado de Lote 3, contempla o Jardim Pantanal&#8221;.</p>
<h2>Ações da prefeitura</h2>
<p>A prefeitura afirmou, em nota, que &#8220;segue concentrando esforços em medidas emergenciais na região&#8221;. A gestão municipal disponibiliza atendimento à população em diversos pontos da comunidade, incluindo três alojamentos e locais para entrega de refeições e insumos. A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social está oferecendo acolhimento a 117 pessoas. Nesta quarta-feira (5), há um novo ponto de apoio aberto na Estrada Biacica, 287, Vila Seabra.&#8221;</p>
<p>Ainda no comunicado, a gestão municipal diz que ofereceu refeições, cestas básicas e água aos moradores, além de atendimentos de saúde, que também se estenderam aos animais de estimação dos moradores. &#8220;Equipes da Subprefeitura de São Miguel Paulista estão executando o bombeamento da água em vias da região da Vila Seabra, no Jardim Pantanal. Para o bombeamento nas vias que margeiam o rio Tietê, é necessário aguardar a redução do nível da água do rio. Caso contrário, a água bombeada retorna às ruas.&#8221;</p>
<p>&#8220;Desde o fim de semana, a Prefeitura entregou refeições, cestas básicas e copos de água aos moradores, além de atendimentos em saúde e também para animais de estimação (pets). Também estão sendo distribuídos cartões emergenciais no valor de R$ 1 mil. Desde o último sábado, 1,1 mil famílias receberam o benefício.&#8221;</p>
<p>De acordo com a prefeitura, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, em ação conjunta com a Guarda Civil Metropolitana Ambiental, realizou uma vistoria e identificou um aterro irregular em área de proteção ambiental, onde funcionavam um estacionamento e um depósito clandestino de combustíveis. Duas pessoas foram autuadas e encaminhadas à delegacia para prestar esclarecimentos. &#8220;As multas aplicadas somam R$ 760 mil. A Secretaria alerta que medidas mais rigorosas poderão ser adotadas caso os responsáveis não realizem a devida recuperação da área degradada.&#8221;</p>
<p>Em relação às escolas da rede municipal, a prefeitura informa que continuam funcionando.  Caso o estudante não consiga comparecer às aulas, devido aos alagamentos, terá direito a repô-las, para não ser prejudicado. &#8220;Nenhum aluno ficará desassistido&#8221;, afirma a administração municipal.</p>
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    </div>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/moradores-do-jardim-pantanal-em-sp-se-mobilizam-apos-alagamentos</p>
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