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	<title>Investigações - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Polícia de SP reabre investigações sobre a morte de influencer</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 17:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público de São Paulo decidiu reabrir o caso da morte do influencer PC Siqueira, morto em 2023. A versão oficial é a de que ele teria tirado a própria vida em seu apartamento, na zona sul da capital paulista. A Polícia Civil de São Paulo informou à Agência Brasil que já faz novas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Ministério Público de São Paulo decidiu reabrir o caso da morte do influencer PC Siqueira, morto em 2023. <strong>A versão oficial é a de que ele teria tirado a própria vida em seu apartamento, na zona sul da capital paulista.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Policia-de-SP-reabre-investigacoes-sobre-a-morte-de-influencer.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Policia-de-SP-reabre-investigacoes-sobre-a-morte-de-influencer.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Polícia Civil de São Paulo informou à <strong>Agência Brasil</strong> que já faz novas diligências em cumprimento à ordem do MP. O órgão, no entanto, não divulga detalhes, uma vez que a nova investigação corre em segredo de Justiça.</p>
<p>Paulo Cezar Goulart Siqueira morreu no dia 27 de dezembro de 2023, aos 37 anos de idade, na frente de sua namorada.<strong> Ele ganhou fama por volta de 2010 com um canal próprio no Youtube, onde conseguiu reunir milhões de seguidores.</strong> Teve também um programa de TV na fase final da MTV brasileira. </p>
<p>Em 2016, lançou, junto com o jornalista Alexandre Matias, o livro PC Siqueira Está Morto.</p>
<p><strong>Em 2020 Siqueira foi denunciado por pedofilia, acusação que nunca foi comprovada pela polícia após longa investigação.</strong> Mas sua carreira e reputação foram prejudicadas e ele nunca mais conseguiu se recuperar profissionalmente.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/policia-de-sp-reabre-investigacoes-sobre-morte-de-influencer</p>
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		<item>
		<title>Toffoli prorroga por mais 60 dias investigações sobre o caso Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 21:54:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli prorrogou por mais 60 dias as investigações, no âmbito do inquérito 5026, que corre sob sigilo no Distrito Federal e apura as irregularidades na operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). O ministro atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que investiga o caso. Além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli prorrogou por mais 60 dias as investigações, no âmbito do inquérito 5026, que corre sob sigilo no Distrito Federal e apura as irregularidades na operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). </strong>O ministro atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que investiga o caso.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Toffoli-prorroga-por-mais-60-dias-investigacoes-sobre-o-caso.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Toffoli-prorroga-por-mais-60-dias-investigacoes-sobre-o-caso.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além disso, o ministro determinou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que tome ciência da continuidade das investigações.</p>
<p><strong>As investigações da PF apontam que o esquema de desvios em operações do banco pode chegar a R$ 12 bilhões, com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) sem lastro. </strong>O Master chegou a prometer aos clientes até 40% acima da taxa básica do mercado.</p>
<p>A polícia apura ainda a participação de dirigentes do BRB no esquema. Em março do ano passado, banco brasiliense chegou a anunciar a compra do Master.<strong> A operação teve o aval do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. O negócio foi barrado pelo Banco Central (BC) que constatou irregularidades nos papéis apresentados pelo Master para assegurar a solidez de sua carteira.</strong></p>
<p>“Posto isso, considero que as razões apontadas para prorrogação, por mais 60 (sessenta) dias, devem ser deferidas. Intime-se a Procuradoria-Geral da República”, despachou Toffoli.</p>
<p>Na quarta-feira (14), a PF deflagrou nova fase da Operação Compliance Zero para investigar, novamente, o Banco Master do empresário Daniel Vorcaro.</p>
<p>As autoridades apuram prática de crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. Entre as medidas autorizadas estão o sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam os R$ 5,7 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/toffoli-prorroga-por-mais-60-dias-investigacoes-sobre-o-caso-master</p>
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		<item>
		<title>Haddad: texto de Derrite trava investigações de máfia de combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 21:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao projeto de lei conhecido como PL Antifacção pode comprometer investigações em andamento sobre a atuação do crime organizado no setor de combustíveis, disse nesta terça-feira (11) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo o ministro, o texto enfraquece a atuação da Receita Federal e da Polícia Federal (PF) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao projeto de lei conhecido como PL Antifacção pode comprometer investigações em andamento sobre a atuação do crime organizado no setor de combustíveis, disse nesta terça-feira (11) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</strong> <strong>Segundo o ministro, o texto enfraquece a atuação da Receita Federal e da Polícia Federal (PF) no combate a organizações criminosas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Haddad-texto-de-Derrite-trava-investigacoes-de-mafia-de-combustiveis.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Haddad-texto-de-Derrite-trava-investigacoes-de-mafia-de-combustiveis.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Estão abrindo o caminho para a consolidação do crime organizado no país, com o enfraquecimento da Receita Federal e da Polícia Federal. É um contrassenso. Agora que começamos a combater o andar de cima do crime organizado, vamos fazer uma lei protegendo esse mesmo andar de cima? Qual o sentido disso?”, afirmou Haddad.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o ministro, o relatório apresentado por Derrite não foi discutido com o governo federal e causou “incômodo” em órgãos de controle. <strong>Ao dizer que tinha acabado de receber a informação de que as investigações da Receita seriam inviabilizadas, Haddad classificou o texto como “muito grave” e disse que a aprovação da proposta colocaria em risco operações em curso, como a Operação Carbono Oculto, que investiga esquemas ligados à máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro.</strong></p>
<p>“Recebi a informação de que toda a operação contra a máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro ficaria comprometida se o relatório do Derrite for aprovado”, declarou.<strong> Segundo o ministro, um dos principais problemas é que o texto de Derrite exige trânsito em julgado (condenação judicial definitiva) para investigações de rotina do Fisco.</strong></p>
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<h2>Reação do governo</h2>
<p>O Palácio do Planalto montou uma articulação para reagir ao parecer. Além de Haddad, participam da interlocução política o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.</p>
<p>Lewandowski já havia considerado “inconstitucional” o trecho do relatório que prevê aviso prévio da PF antes de investigações. O governo avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso o texto seja aprovado na forma atual.</p>
<h2>Discussão na Câmara</h2>
<p><strong>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou que o projeto não será votado nesta terça-feira. Segundo ele, ainda não há consenso sobre o conteúdo do relatório, e novas versões devem ser apresentadas até o fim do dia.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A costura do texto tem que ser muito bem feita. O relator está dialogando, e até o final do dia poderemos ter uma proposta mais apurada”, disse Motta.</p>
</blockquote>
<p>O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que o Executivo busca consenso com o relator. “Meu papel é buscar entendimento nessas horas de tensionamento. Vamos negociar com o relator até amanhã, e, se for necessário, a noite toda”, declarou.</p>
<p>A relatoria de Derrite, que também é secretário de Segurança Pública do governo de São Paulo, foi criticada por integrantes do governo. A ministra Gleisi Hoffmann questionou a escolha, enquanto o líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho (RJ), defendeu a indicação feita por seu partido.</p>
<h2>Pontos de divergência</h2>
<p><strong>O governo critica trechos do relatório que alteram a Lei Antiterrorismo, reduzem o alcance de medidas de confisco de bens e limitam a atuação da Polícia Federal em casos envolvendo facções criminosas.</strong> Há também preocupação com dispositivos que, segundo integrantes do Executivo, poderiam abrir brechas para a criminalização de movimentos sociais.</p>
<p>Derrite teria feito ajustes em parte desses pontos, mas as mudanças foram consideradas insuficientes pela PF e por representantes do governo.</p>
<p>José Guimarães disse acreditar que é possível alcançar um acordo. “Assim como votamos o projeto do Imposto de Renda com unanimidade, queremos avançar para construir o mesmo nível de consenso nessa matéria, que interessa a toda a sociedade brasileira”, concluiu.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/haddad-texto-de-derrite-trava-investigacoes-de-mafia-de-combustiveis</p>
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		<item>
		<title>Para deputada, faltaram investigações e câmeras corporais em operação</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/para-deputada-faltaram-investigacoes-e-cameras-corporais-em-operacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 18:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (CDDHC) realiza, nesta quarta-feira (29), atendimento nos complexos do Alemão e da Penha, em parceria com diversas instituições, para acompanhar os desdobramentos da Operação Contenção, que resultou em mais de 100 mortos. A presidente da Comissão, deputada Dani Monteiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (CDDHC) realiza, nesta quarta-feira (29), atendimento nos complexos do Alemão e da Penha, em parceria com diversas instituições, para acompanhar os desdobramentos da Operação Contenção, que resultou em mais de 100 mortos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Para-deputada-faltaram-investigacoes-e-cameras-corporais-em-operacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Para-deputada-faltaram-investigacoes-e-cameras-corporais-em-operacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A presidente da Comissão, deputada Dani Monteiro (Psol), comentou o recuo do governador Cláudio Castro, em entrevista coletiva esta manhã, quando afirmou que o número de mortos na operação de ontem nos dois complexos de favelas era da ordem de 58 pessoas, e não 64, como dissera ontem. “É a tentativa de deixar os dados pouco aparentes. Essa falta de informação que vai e volta é uma forma para que a gente não chegue a um número fechado muito cedo, porque isso deixaria o discurso do governador ainda mais enfraquecido”.</strong></p>
<p><strong>Dani Monteiro destacou que, nesta quarta-feira, o Estado brasileiro foi demandado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para esclarecimentos sobre o ocorrido no Rio de Janeiro</strong>. &#8220;[O governo brasileiro] tem um longo lastro de julgamentos e condenações por violações de direitos humanos, exatamente em operações como a que ocorreu ontem” comentou.</p>
<p>Ela diz acreditar que, com base nos números oficiais e extraoficiais que o dia segue trazendo, esta talvez seja a maior operação policial e a mais violenta da história, contabilizando cerca de 120 mortos.</p>
<h2>Carandiru</h2>
<p>“Se esses dados se confirmam, tem uma violação maior que o Carandiru. Então, se torna a maior violação cometida pelo Estado na história da nossa redemocratização. Acho que esse é um marco”, declarou Dani. A parlamentar explicou que acima de seis mortos, pelo quantitativo da ciência, já pode ser considerado uma chacina.</p>
<p>O Massacre do Carandiru foi uma chacina que ocorreu no Brasil, em 2 de outubro de 1992, quando uma intervenção da Polícia Militar do Estado de São Paulo, visando conter uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru), causou a morte de 111 detentos.</p>
<h2>Investigação prévia</h2>
<p>A presidente da CDDHC da Alerj afirmou que operações policiais, como a efetuada ontem, deveriam ser precedidas de uma investigação para que se possa dizer se as pessoas mortas eram de fato envolvidas com o crime organizado.</p>
<blockquote>
<p>“O mínimo que a gente deveria era já ter essa investigação prévia atestando que aquelas pessoas eram envolvidas no crime organizado do território”.</p>
</blockquote>
<p><strong>A deputada acrescentou que se houvessem câmeras corporais, se poderia, inclusive, confirmar se houve reação violenta da parte dos traficantes, o que justificaria o uso escalonado da força policial. </strong>“Esses dois elementos que eu trago, que são as câmeras corporais e a investigação prévia, não ocorreram”.</p>
<p>Dani Monteiro se encontra no território acompanhando o deslocamento dos familiares e dos corpos. &#8220;Para ter, minimamente, a autópsia dos corpos e que a gente comece a fazer investigação se todos essas pessoas mortas tinham mandados de busca pela polícia, já tinham investigações criminais. O que a polícia conseguiu reconstruir da vida delas que confirmasse esse envolvimento com o crime organizado?”. Para a deputada, o há são especulações.</p>
<p>A parlamentar avalia que o governador não tem como confirmar o que tem dito à mídia, que todos os mortos eram envolvidos com o tráfico. “É uma violação dos direitos humanos. Mas, hoje, o que ele fala é leviano. Ele não tem essa confirmação”. O governador do estado disse na manhã de hoje que pode &#8220;tranquilamente classificar de criminosos&#8221; todos os mortos, com exceção de quatro policiais.</p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Para-deputada-faltaram-investigacoes-e-cameras-corporais-em-operacao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Familiares chegam ao Detran para se cadastrar para recinhecimento dos corpos&#13;&#10;Após resgate de dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contençao.&#13;&#10;Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=442303 --></div>
<p><h6 class="meta">Familiares chegam ao Detran para se cadastrar para reconhecimento dos corpos &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442303--></h6>
</p>
</div>
<h2>Suporte</h2>
<p><strong>Equipes da Comissão de Direitos Humanos estão dando suporte aos familiares dos mortos.</strong> <strong>Dani Monteiro informou que não há executivos do governo do estado na favela. Quem está tirando os corpos da mata e dos becos e levando para o Instituto Médico Legal (IML) são os moradores locais. </strong>A presidente da Comissão ressalta a importância de que seja feita perícia no local, exame de balística. aberto.</p>
<p>Nessa terça-feira (28), a comissão oficiou o Ministério Público do Estado, a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), responsável pelo comitê de monitoramento da ADPF 635, solicitando informações urgentes sobre o planejamento, a execução e as responsabilidades pela ação. O documento pede ainda especial atenção ao uso da força no contexto da operação.</p>
<p>“O que vimos no Alemão e na Penha é o retrato de um Estado que perdeu qualquer limite&#8221;, disse a presidente da comissão em nota divulgada na manhã desta quarta-feira.  &#8220;Virar a madrugada contando corpos não pode ser rotina de um Estado de direito sem pena de morte. O Rio precisa de justiça, não de chacinas eleitoreiras fantasiadas de operação policial”, completou a nota.</p>
<p>A CDDHC manifestou também solidariedade aos familiares dos policiais mortos, reafirmando que todas as vidas importam e que a violência não pode ser política pública de governo.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/para-deputada-faltaram-investigacoes-e-cameras-corporais-em-operacao</p>
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		<item>
		<title>PGR defende continuidade de investigação sobre mortes de Dom e Bruno</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pgr-defende-continuidade-de-investigacao-sobre-mortes-de-dom-e-bruno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 00:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Aras]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<category><![CDATA[Investigações]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a continuidade das investigações sobre o assassinato do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, para que sejam &#8220;avaliadas&#8221; as possíveis “conexões” entre os envolvidos e as organizações criminosas que atuam na região amazônica. Aras esteve, nesse domingo (19), em Tabatinga (AM), onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a continuidade das investigações sobre o assassinato do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, para que sejam &#8220;avaliadas&#8221; as possíveis “conexões” entre os envolvidos e as organizações criminosas que atuam na região amazônica. Aras esteve, nesse domingo (19), em Tabatinga (AM), onde participou de reuniões com lideranças indígenas, procuradores da República lotados no estado, além de autoridades estaduais e federais responsáveis pela investigação do duplo assassinato.</p>
<p>“Deixamos claro o nosso apoio e nosso compromisso em contribuir para que o caso seja totalmente esclarecido e todos os envolvidos sejam responsabilizados”, declarou Aras, em nota divulgada pela Procuradoria-Geral da República, nesse domingo (19).</p>
<p>Segundo Aras, também é necessário aprofundar as investigações a fim de definir se compete ao Ministério Público federal ou estadual acompanhar o caso. Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram emboscados e mortos, há duas semanas, enquanto se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM).</p>
<p>Três suspeitos de participação no crime estão detidos. Além disso, a força-tarefa que reúne órgãos de segurança federais e estaduais e que investiga o caso já anunciou que ao menos outras cinco pessoas podem estar envolvidas no assassinato. Embora a apuração ainda não tenha sido concluída, a PF antecipou, no último dia 17, não ter encontrado indícios de que o crime tenha sido encomendado.</p>
<p>A União dos Povos do Javari (Univaja) discordou da conclusão da PF. A entidade – para a qual Bruno prestava serviços desde que se licenciou, sem vencimentos, do seu cargo na Funai – afirma ter repassado informações sobre organizações criminosas que atuariam na região e que poderiam ser as responsáveis pelas mortes do indigenista e do jornalista. Em nota, a entidade solicita que as investigações continuem e que nenhuma hipótese seja descartada. “Só assim teremos a oportunidade de viver em paz novamente em nosso território, o Vale do Javari”, diz a nota.</p>
<p>Segundo a PGR, representantes indígenas reforçaram &#8220;a necessidade do Estado cumprir seu papel de fiscalização e combate ao crime naquela área&#8221;. &#8220;O procurador-geral da República se comprometeu a realizar a interlocução com o Ministério da Defesa e discutir a possibilidade da edição de decreto que autorize Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para o Vale do Javari, ainda que de forma temporária, de modo a reforçar a presença das forças policiais no local&#8221;, informa a PGR, em nota.</p>
<p><strong>Reestruturação</strong></p>
<p>Além de defender a continuidade das investigações sobre o crime, Aras disse que dará continuidade à reestruturação do Ministério Público Federal (MPF) na região amazônica. A medida administrativa já tinha sido anunciada em maio deste ano, como uma providência para reforçar o trabalho do MPF na região, com a implementação de 30 novos ofícios.</p>
<p>“Desse total, dez serão exclusivos de atribuição regional. Isso significa mais procuradores da República para ajudar colegas lotados em cidades como Tabatinga, por exemplo”, afirmou Aras, em Tabatinga. “Volto a Brasília disposto a mover as instâncias do Estado para a defesa da Amazônia e seus cidadãos, sejam eles indígenas isolados ou não”, acrescentou Aras.</p>
<p>Entre as pessoas que se reuniram com Aras estavam os coordenadores das câmaras de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais e Criminal do MPF e também o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena. Há tempos a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão defende a urgência do Estado brasileiro “aprimorar as políticas ambientais e de proteção de defensores de direitos humanos&#8221;, reforçando a atuação dos órgãos de controle na Amazônia.</p>
<p>Em uma nota pública divulgada no último dia 17, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão afirma que o Poder Público tem “sistematicamente negligenciado sua obrigação de preservar tanto o meio ambiente quanto os povos originários, não apenas na região do Vale do Javari, mas em outras áreas indígenas demarcadas”. A acusação é refutada por membros do governo federal.</p>
<p>No último dia 8, o presidente da Funai, Marcelo Xavier, assegurou que, em apenas três anos, o governo aplicou cerca de R$ 82,5 milhões para a proteção dos territórios indígenas e de suas populações, e realizou mais de 1,2 mil ações fiscalizatórias.</p>
<p>“Só para se ter uma ideia: no [território] Yanomami, no ano passado, nós apreendemos mais de cem aeronaves, apreendemos também mais de 80 mil litros de combustível e mais de 30 mil quilos de minérios. Inúmeras prisões, busca e apreensões, lacração de postos de combustível que davam suporte para essa atividade ilegal”, comentou Xavier.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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