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	<title>Inflação - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Inflação - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Lula: queda da pobreza está ligada à menor inflação e maiores salários</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 21:36:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, nesta quarta-feira (3), a redução da pobreza e da extrema pobreza no país, anunciada mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o presidente, há mais dinheiro circulando entre os trabalhadores por causa da redução geral dos preços e crescimento dos salários. &#8220;Nós temos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, nesta quarta-feira (3), a redução da pobreza e da extrema pobreza no país, anunciada mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <strong>Segundo o presidente, há mais dinheiro circulando entre os trabalhadores por causa da redução geral dos preços e crescimento dos salários.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-queda-da-pobreza-esta-ligada-a-menor-inflacao-e.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-queda-da-pobreza-esta-ligada-a-menor-inflacao-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nós temos hoje a menor inflação acumulada em quatro anos. Hoje, nós temos o maior crescimento do salário mínimo, o maior crescimento da massa salarial deste país. Hoje, nós temos o menor desemprego da história deste país. E hoje, nós temos o menor índice de pobreza de todos os 525 anos de história desse país. Por uma razão muito simples, o dinheiro está chegando na mão do povo&#8221;, afirmou durante visita ao polo automotivo do Ceará, em Horizonte. </p>
</blockquote>
<p>A cerimônia marcou o início da produção de veículos elétricos da General Motors no Brasil. </p>
<p><strong>O presidente também lembrou a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil de salário, que entra em vigor a partir de janeiro, e os sucessivos crescimentos da economia acima de 3% desde 2023.</strong></p>
<p>&#8220;É esse país que nós temos que fazer acontecer, todo mundo tem que participar da riqueza produzida. É por isso que nós fizemos o desconto do Imposto de Renda, porque, no Brasil, o rico paga proporcionalmente menos do que o pobre&#8221;, observou.</p>
<h2>Energia renovável</h2>
<p>Em seu discurso após visita à fábrica automotiva, que produzirá carros elétricos, <strong>Lula destacou que o Brasil já tem 53% de energia renovável, enquanto países desenvolvidos querem chegar a 40% em 2050.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;É por isso que é importante o carro elétrico, é por isso que é importante a decisão da GM vir para cá, para a gente poder mostrar que este país não deve nada a ninguém&#8221;, disse.</p>
</blockquote>
<p>Para o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o anúncio reforça a cadeia automotiva nacional e estimula a mobilidade sustentável no país. Ele lembrou que essa é a terceira fábrica automobilística que o presidente Lula reabre.</p>
<p>&#8220;Quando o presidente Lula assumiu, a indústria automotiva estava em crise. Inúmeras fábricas fechadas e uma enorme ociosidade. O presidente lançou, logo no início, o carro patrocinado para estimular as vendas. Num único dia foram vendidos 29 mil veículos&#8221;, disse. </p>
<p>Alckmin também lembrou o lançamento da Nova Indústria Brasil (NIB). “E essa nova indústria está aqui representada. É uma indústria inovadora&#8221;, completou Alckmin.</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Mais cedo, ainda no Ceará, Lula participou da entrega das novas carteiras nacionais de docentes a professores do estado, em evento em Fortaleza. Na ocasião, ele também assinou a autorização para a terceira etapa de obras do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no Ceará. Com investimento de R$ 181,3 milhões, o ato marca um novo avanço no projeto de implantação da instituição na Base Aérea de Fortaleza.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/lula-queda-da-pobreza-esta-ligada-menor-inflacao-e-maiores-salarios</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 13:10:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,17% para 5,10% este ano. É a oitava redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (21). A pesquisa é divulgada, em Brasília, semanalmente pelo Banco Central (BC) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,17% para 5,10% este ano</strong>. É a oitava redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (21). A pesquisa é divulgada, em Brasília, semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-51.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-51.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação foi reduzida de 4,5% para 4,45%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC</strong>. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p><strong>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica</strong>, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom)</strong>. Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, no mês passado, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p>A decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</p>
<p><strong>Para o fim de 2026, a expectativa é de que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) foi reduzida de 1,89% para 1,88%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE.</p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,65 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-51</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 13:47:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. </strong>De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercado-financeiro-reduz-projecao-de-inflacao-para-517-em-2025.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercado-financeiro-reduz-projecao-de-inflacao-para-517-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<h2>PIB e dólar</h2>
<p><strong>As projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todas riquezas produzidas no país &#8211; se mantiveram estáveis para 2025, com um crescimento de 2,23%.</strong> Para 2026, o mercado se mostrou mais otimista do que na semana passada, aumentando as expectativas de crescimento de 1,86% para 1,89%. Para 2027, projeta-se um PIB de 2%.</p>
<blockquote>
<p>Com relação ao câmbio, o Boletim Focus reviu para baixo as expectativas de cotação do dólar. O mercado projeta que, ao final de 2025, a moeda norte-americana custará R$ 5,65. Na semana passada, a projeção era de uma cotação de R$ 5,70 ao final do ano. Há quatro semanas as expectativas estavam em R$ 5,77.</p>
</blockquote>
<p><strong>O mercado financeiro reviu também para baixo as expectativas de cotação. Para o final de 2026, a projeção de cotação do dólar caiu de R$ 5,75 (divulgada na semana passada) para R$ 5,70</strong>. É a terceira semana seguida de queda nas expectativas de cotação. Para o final de 2027, a projeção é de que a moeda norte-americana estará cotada a R$ 5,71.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</strong></p>
<p>As expectativas do mercado financeiro para a Selic se mantêm em 15% ao ano há três semanas. Para os anos subsequentes, se manteve estável em 12,50% para 2026, e em 10,50% em 2027.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</strong> Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/mercado-financeiro-reduz-projecao-de-inflacao-para-517-em-2025</p>
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		<item>
		<title>Crescimento econômico, café e energia reforçaram inflação, diz BC</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 23:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). </strong>A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde o início do ano, o BC precisa divulgar uma carta aberta a cada semestre em que a inflação oficial, expressa pelo IPCA, estourar o teto de 4,5% da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta está em 3% para o IPCA, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, com os limites entre 1,5% (piso) e 4,5% (teto).</p>
<p>Em junho, o IPCA ficou em 0,24%, alcançando 5,35% em 12 meses. No modelo de meta contínua, a inflação acumulada em 12 meses não pode superar o teto de 4,5% por seis meses consecutivos.</p>
<blockquote>
<p>“Houve altas mais intensas que as antecipadas no preço da gasolina, na inflação subjacente dos preços de serviços, nos preços de alimentos industrializados, em particular do café, e nos preços de alguns bens industriais, como os do vestuário e de automóveis”, destaca a carta do BC.</p>
</blockquote>
<p>O texto também ressalta surpresas para cima em preços administrados e para baixo em alimentação em casa. “A variação de preços administrados veio acima do esperado devido, principalmente, à energia elétrica residencial, com a deterioração do cenário hídrico [falta de chuvas]. Essa surpresa em preços administrados foi mais do que compensada por variações mais baixas que o esperado em alimentação no domicílio”, continua a carta.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>Em relação aos fatores que pesaram no desvio de 2,35 pontos percentuais (p.p.) da inflação em relação ao centro da meta de 3%, a carta do BC enumerou os seguintes:</p>
<ul>
<li>Inércia da inflação dos 12 meses anteriores (contribuição de 0,69 p.p.);</li>
<li>Expectativas de inflação (0,58 p.p.);</li>
<li>Hiato do produto, economia produzindo além da capacidade (0,47 p.p.);</li>
<li>Inflação importada (0,46 p.p.);</li>
<li>Bandeira tarifária de energia elétrica (0,27 p.p.);</li>
<li>Demais fatores (-0,12 p.p.).</li>
</ul>
<h2>Convergência</h2>
<p>Assim como na última edição do Relatório de Política Monetária,<strong> o BC reiterou que a inflação só deve convergir para um nível abaixo do teto de 4,5% no primeiro trimestre de 2026. </strong>Com a entrada em vigor do sistema de meta contínua, esse relatório substituiu o Relatório de Inflação, mas continuará a ser divulgado a cada três meses pelo BC.</p>
<p>“Nesse cenário, projeta-se que a inflação acumulada em quatro trimestres ficará na faixa de 5,4% a 5,5% nos três primeiros trimestres de 2025, cairá para 4,9% no final do ano e atingirá 4,2% no final do primeiro trimestre de 2026, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância a partir de então”, destacou o Banco Central.</p>
<h2>Juros</h2>
<p>O principal instrumento do BC para segurar a inflação é a Taxa Selic, juros básicos da economia. Em 15% ao ano desde junho, a Selic está no maior nível desde julho de 2006.</p>
<p><strong>Segundo a carta, a política monetária deve permanecer em patamar significativamente contracionista (que desestimula a economia) por período “bastante prolongado” para assegurar a convergência da inflação à meta em “ambiente de expectativas desancoradas”.</strong> A Selic é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.</p>
<p>Assim como nas atas mais recentes do Copom, a carta ressalta que o BC deve manter os juros elevados pelo tempo necessário para levar a inflação de volta ao intervalo da meta. No entanto, não descarta que os juros permaneçam altos caso surjam imprevistos.</p>
<p>“O Copom enfatizou que segue vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em prosseguir no ciclo de alta, caso julgue apropriado”, ressalta o BC na carta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-bc</p>
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		<title>Há lista de retaliação contra EUA sem impacto na inflação, diz Haddad</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 20:52:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Brasil tem à disposição uma série de medidas de retaliação comercial contra os Estados Unidos que não provocam impacto na inflação, disse nesta quinta-feira (10) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro reiterou que a Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso em abril, estabelece ações não tarifárias e até algumas elevações de tarifas que não provocam o aumento de preços no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Ha-lista-de-retaliacao-contra-EUA-sem-impacto-na-inflacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Ha-lista-de-retaliacao-contra-EUA-sem-impacto-na-inflacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Ninguém está falando nisso [em medidas que gerem inflação], por enquanto. Há muitas medidas não tarifárias que podem ser pensadas. Há um rol enorme de medidas que estão sendo estudadas. Tem um grupo de trabalho, conforme eu disse. Nós precisamos de um tempo [para decidir], mas há muitas medidas não tarifárias. Há medidas tarifárias que não impactam a inflação”, disse o ministro.</p>
</blockquote>
<p>As tarifas de 50% sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos impactam apenas os consumidores norte-americanos. No entanto, caso o Brasil retalie com uma sobretaxa semelhante, haveria, em tese, impactos sobre a inflação brasileira à medida que produtos norte-americanos ficariam até 50% mais caros.</p>
<p><strong>O ministro lembrou que a Lei de Reciprocidade Econômica foi aprovada com amplo apoio no Congresso, inclusive com votos da oposição.</strong> Haddad também lembrou que os canais diplomáticos entre o Brasil e os Estados Unidos continuam abertos.</p>
<p>“Vamos, obviamente, ter um grupo de trabalho para analisar a Lei da Reciprocidade, que foi aprovada com larga margem pelo Congresso, inclusive com setores conservadores da sociedade que defendem a soberania nacional. Enquanto isso, os canais diplomáticos sempre estarão abertos para buscar um entendimento e a superação desse impasse”, comentou.</p>
<h2>Irracionalidade</h2>
<p>Como fez em entrevista a um podcast na manhã desta quinta-feira, o ministro voltou a classificar de “irracional” a decisão do governo do presidente Donald Trump de taxar os produtos brasileiros em 50%.</p>
<blockquote>
<p>“É uma tarifa que não se justifica sob nenhum ponto de vista, menos ainda do ponto de vista econômico. Os Estados Unidos tiveram um superávit junto ao Brasil, fora a América do Sul, junto ao Brasil nos últimos 15 anos, de mais de US$ 400 bilhões. Um superávit [para os Estados Unidos]. Então, quem poderia estar pensando em proteção era o Brasil. O Brasil não está pensando nisso”, afirmou Haddad.</p>
</blockquote>
<p>O ministro comentou brevemente a audiência de conciliação sobre o decreto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). </p>
<p><strong>“A posição da Fazenda é que o ato [decreto que elevou alíquotas do IOF] é constitucional”, limitou-se a falar Haddad.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ha-lista-de-retaliacao-contra-eua-sem-impacto-na-inflacao-diz-haddad</p>
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		<title>IPCA de junho faz Brasil estourar novo modelo de metas de inflação</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ipca-de-junho-faz-brasil-estourar-novo-modelo-de-metas-de-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 16:46:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os dados da inflação oficial, divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o país estourou o teto da meta de inflação pela primeira vez desde que a forma de apuração do resultado acumulado foi modificada pelo Conselho Monetário Nacional, no início deste ano. Antes dessa mudança, que passou a valer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os dados da inflação oficial, divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que <strong>o país estourou o teto da meta de inflação pela primeira vez desde que a forma de apuração do resultado acumulado foi modificada pelo Conselho Monetário Nacional, no início deste ano.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/IPCA-de-junho-faz-Brasil-estourar-novo-modelo-de-metas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/IPCA-de-junho-faz-Brasil-estourar-novo-modelo-de-metas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Antes dessa mudança, que passou a valer neste ano, a meta de inflação já havia sido estourada oito vezes.</p>
<p>A meta de inflação determinada pelo CMN é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p) para mais ou para menos. <strong>O teto, portanto, é de 4,5%, e a inflação acumulada não pode superar esse patamar por seis meses consecutivos.</strong></p>
<p>Como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) marcou 0,24% em junho, a soma de 5,35% em 12 meses foi a sexta consecutiva acima de 4,5%. </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<caption><strong>IPCA acumulado em 12 meses (IBGE)</strong></caption>
<tbody>
<tr>
<td>Janeiro</td>
<td>4,56%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fevereiro</td>
<td>5,06%</td>
</tr>
<tr>
<td>Março</td>
<td>5,48%</td>
</tr>
<tr>
<td>Abril</td>
<td>5,53%</td>
</tr>
<tr>
<td>Maio</td>
<td>5,32%</td>
</tr>
<tr>
<td>Junho</td>
<td>5,35%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Dentro do IPCA de 12 meses apurado em junho, o grupo de produtos e serviços que mais se destacou na alta foi o de alimentos e bebidas, com elevação de 6,66%.</p>
<h2>Mudança no regime de metas</h2>
<p>Instaurado no país em 1999, <strong>o regime de metas de inflação funcionou, até 2024, considerando apenas o resultado fechado de cada ano, de janeiro a dezembro.</strong> Desse modo, a meta só era estourada se o IPCA chegasse em dezembro fora do intervalo de tolerância.</p>
<p>Em 2023, uma resolução do CMN determinou que, de 2025 em diante, a meta deve ser apurada por um padrão que segue exemplos internacionais e é conhecido como &#8220;meta contínua&#8221;.</p>
<p>Assim, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao mês de dezembro de cada ano.</p>
<p>O Conselho Monetário Nacional (CMN) é composto pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e o presidente do Banco Central (BC), e cabe ao Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central perseguir a meta.</p>
<p><strong>Segundo o BC, a utilização da meta contínua evita a caracterização de descumprimento em situações de variações temporárias na inflação.</strong> Esse é o caso, por exemplo, de um choque em preços de alimentos ou do petróleo, que façam com que a inflação fique fora do intervalo de tolerância por apenas alguns meses.</p>
<h2>Carta aberta</h2>
<p>Cada vez que o país estoura a meta de inflação, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<p><a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/metainflacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">No site do BC</a>, estão o histórico de cumprimento ou não da meta e as cartas abertas redigidas.</p>
<p><strong>Além do primeiro semestre de 2025, a inflação ficou fora do intervalo de tolerância nos seguintes anos: 2001, 2002, 2003, 2015, 2017, 2021, 2022 e 2024.</strong></p>
<p>Dos nove episódios de estouro, apenas 2017 ficou abaixo do piso, quando o IPCA terminou o ano em 2,95%. O piso determinado era de 3%.</p>
<p>Em 2002, quando o teto da meta era 5,5%, o IPCA alcançou 12,53%, o maior desde a implantação do regime monetário. Em 2021, ano com efeitos da pandemia, chegou a 10,06%.</p>
<h2>Por que perseguir a meta?</h2>
<p><strong>De acordo com o BC, o regime de metas de inflação é o conjunto de procedimentos para garantir a estabilidade de preços nos país.</strong></p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=418929:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/IPCA-de-junho-faz-Brasil-estourar-novo-modelo-de-metas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo participa da apresentação do Relatório de Política Monetária, que substitui o Relatório Trimestral de Inflação. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/IPCA-de-junho-faz-Brasil-estourar-novo-modelo-de-metas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 27/03/2025 - O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo participa da apresentação do Relatório de Política Monetária, que substitui o Relatório Trimestral de Inflação. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil" title="Antônio Cruz/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=418929 --></div>
<p><h6 class="meta">O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo <strong>Antônio Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=418929--></h6>
</p>
</div>
<p>“A meta confere maior segurança sobre os rumos da política monetária, mostrando para a sociedade, de forma transparente, o compromisso do BC com a estabilidade de preços”, diz o BC.</p>
<p>Ainda de acordo com o Banco Central, a previsibilidade “melhora o planejamento das famílias, empresas e governo”.</p>
<p>Se, por um lado, a meta aponta um teto para a subida de preços, por outro, ela também determina que não seja muito baixa.</p>
<p><strong>Inflação muito baixa ou deflação (queda de preços) também pode ser ruim para a economia</strong>, uma vez que, se constante, cria um círculo vicioso que afasta o consumo ─ as pessoas podem evitar fazer compras na expectativa de os preços caírem mais ainda ─ e impacta negativamente o crescimento da economia e a geração de emprego.</p>
<h2>Efeito dos juros</h2>
<p>A principal forma de o BC perseguir a inflação é por meio da taxa básica de juros da economia, a Selic. A elevação da taxa faz com que empréstimos fiquem mais caros – seja para pessoa física ou empresas ─ e haja um freio na atividade econômica, o que tem potencial de conter aumento de preços. Por outro lado, desestimula investimentos e a criação de emprego e renda.</p>
<p>A Selic é determina pelo Copom em reuniões que acontecem a cada 45 dias aproximadamente.</p>
<p>Atualmente, a Selic está em 15% ao ano – o maior ponto da trajetória de alta iniciada em setembro de 2024. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, tem dito que a Selic deve ficar alta por tempo prolongado, até conseguir empurrar a inflação para dentro da meta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/ipca-de-junho-faz-brasil-estourar-novo-modelo-de-metas-de-inflacao</p>
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		<item>
		<title>Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 14:03:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%).</p>
<p>Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%.</p>
<p><strong>Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, apenas um apresentou queda de preços, alimentos e bebidas (0,18%), representando peso de 0,04 ponto percentual (p.p.).</strong></p>
<p>Veja o comportamento dos grupos:</p>
<ul>
<li>Índice geral: 0,24% (0,24 p.p.)</li>
<li>Alimentação e bebidas: -0,18% (-0,04 p.p.)</li>
<li>Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)</li>
<li>Artigos de residência: 0,08% (0,00 p.p.)</li>
<li>Vestuário: 0,75% (0,04 p.p.)</li>
<li>Transportes: 0,27% (0,05 p.p.)</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,07% (0,01 p.p.)</li>
<li>Despesas pessoais: 0,23% (0,02 p.p.)</li>
<li>Educação: 0,00% (0,00 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,11% (0,01 p.p.)</li>
</ul>
<h2>Alimentos</h2>
<p>Vilão da inflação nos últimos meses, o grupo alimentação foi influenciado pela alimentação no domicílio, que saiu de 0,02% em maio para menos 0,43% em junho. Os subitens que mais puxaram para baixo o grupo foram ovo de galinha (-6,58%), arroz (-3,23%) e frutas (-2,22%).</p>
<p><strong>De acordo com o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, bons números da safra atual aumentaram a oferta de alimentos, o que explica a queda de preços.</strong></p>
<p>O café subiu 0,56% em junho, bem abaixo de maio (4,59%) e acumula alta de 77,88% em 12 meses.</p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio desacelerou para 0,46% em junho, depois de ter marcado 0,58% em maio.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p><strong>O subitem que mais empurrou o IPCA para cima foi a energia elétrica, que subiu 2,96% no mês, representando impacto de 0,12 p.p.</strong> A explicação está principalmente na bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 quilowatt hora consumidos.<br />A bandeira tarifária vermelha é uma medida do governo no cenário de fim do período chuvoso. A previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses pode demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que fornecem energia mais cara.</p>
<p>Além da alteração tarifária, o IBGE apurou reajuste nas contas de luz nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>De acordo com Fernando Gonçalves, “se tirássemos a energia elétrica do cálculo, o IPCA ficaria em 0,13%”.</strong></p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo dos transportes também teve alta relevante no mês (0,27% e impacto de 0,5 p.p). Dentro do grupo, os combustíveis caíram no mês (0,42%), mas houve alta no transporte por aplicativo (13,77%).</p>
<p>O índice de difusão no mês foi de 54%, isso significa que dos 377 produtos e serviços que tiveram os preços apurados, 54% tiveram alta de preço. Esse é o menor patamar desde julho de 2024 (47%). Em abril, o índice chegou a 67%.</p>
<h2>INPC</h2>
<p><strong>O IBGE divulgou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 0,23% em junho e acumula 5,18% em 12 meses.</strong></p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.</p>
<p>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.</p>
<p><strong>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, uma vez que o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/precos-de-alimentos-caem-inflacao-perde-forca-e-fecha-junho-em-024</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,18%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-518/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 13:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,2% para 5,18% este ano. É a sexta redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (30), em Brasília. A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,2% para 5,18% este ano. É a sexta redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (30), em Brasília. A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-518.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-518.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Em maio, a inflação oficial fechou em 0,26%. O resultado mostra desaceleração após o IPCA ter marcado 0,43% em abril. O índice &#8211; divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; acumula taxas de 2,75% no ano e de 5,32% em 12 meses.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p>Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, no mês passado, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p>A decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</p>
<p>Para o fim de 2026, a expectativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,21% para 2,23% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) foi reduzida de 1,87% para 1,86%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,75.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-518-0</p>
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		<title>Mercado prevê inflação de 5,24% e PIB de 2,21 em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 15:45:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro melhora as expectativas de queda da inflação e alta do Produto Interno Bruto (PIB) para a economia do país. Projeta também dólar mais barato ao final de 2025. Os dados  constam do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central. Pela quarta semana consecutiva, o mercado demonstra otimismo crescente com relação ao Índice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O mercado financeiro melhora as expectativas de queda da inflação e alta do Produto Interno Bruto (PIB) para a economia do país. Projeta também dólar mais barato ao final de 2025. Os dados  constam do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Mercado-preve-inflacao-de-524-e-PIB-de-221-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Mercado-preve-inflacao-de-524-e-PIB-de-221-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pela quarta semana consecutiva, o mercado demonstra otimismo crescente com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país. A expectativa é de que a inflação feche 2025 em 5,24%.</p>
<p>Há uma semana, a expectativa era de que o IPCA do ano ficaria em 5,25%; e há quatro semanas projetava inflação de 5,5% em 2025. Com relação aos anos subsequentes, as expectativas de inflação estão estáveis há várias semanas, em 4,5% em 2026; e em 4% em 2027.</p>
<h2>Selic e PIB</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic, definida em 15% &#8211; percentual que, até a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) estava em 14,75%, mas que foi aumentado diante de “incertezas em relação à economia”.</p>
<p>Para os anos seguintes, as expectativas do mercado são de que a taxa básica de juros seja de 12,5% em 2026; e de 10,5% em 2027.</p>
<p>Com relação ao PIB, que é a soma de todas riquezas produzidas no país, as expectativas também estão melhorando. O mercado projeta que o PIB fechará 2025 com uma alta de 2,21%. Há quatro semanas, o crescimento projetado estava em 2,14%; e há uma semana estava em 2,2%.</p>
<p>Para 2026 e 2027, a expectativa do mercado é de que o Brasil cresça 1,85% e 2%, respectivamente</p>
<p>O mercado projeta ainda que o dólar custará R$ 5,72 ao final de 2025. Na semana anterior, as projeções indicavam que a moeda norte americana fecharia o ano cotada a R$ 5,77. Há quatro semanas, a expectativa é de que a cotação do dólar ao final de 2025 estaria em R$ 5,80.</p>
<p>Para os anos subsequentes, a projeção do mercado é de que o dólar estará cotado em R$ 5,80 ao final de 2026; e em R$ 5,75 ao final de 2027.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/mercado-preve-inflacao-de-524-e-pib-de-221-em-2025</p>
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		<title>Dólar cai para R$ 5,53 após queda da inflação nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 22:16:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em mais um dia de alívio no mercado financeiro global, o dólar voltou a fechar no menor valor desde o início de outubro. A bolsa de valores subiu pela segunda vez consecutiva e retomou os 137 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (11) vendido a R$ 5,538, com recuo de R$ 0,032 (-0,57%). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em mais um dia de alívio no mercado financeiro global, o dólar voltou a fechar no menor valor desde o início de outubro. A bolsa de valores subiu pela segunda vez consecutiva e retomou os 137 mil pontos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Dolar-cai-para-R-553-apos-queda-da-inflacao-nos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Dolar-cai-para-R-553-apos-queda-da-inflacao-nos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (11) vendido a R$ 5,538, com recuo de R$ 0,032 (-0,57%). </strong>A cotação chegou a R$ 5,58 nos primeiros minutos de negociação, mas passou a despencar após a abertura dos mercados norte-americanos. Na mínima do dia, por volta das 13, chegou a R$ 5,52.</p>
<p>No menor valor desde 8 de outubro do ano passado, a moeda norte-americana cai 3,18% apenas em junho. Em 2025, a divisa acumula queda de 10,4%, com o real tendo o melhor desempenho entre as moedas latino-americanas neste ano.</p>
<p>O mercado de ações teve um dia de recuperação. <strong>O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 137.128 pontos, com alta de 0,51%. </strong>O indicador foi impulsionado por ações de bancos privados e da Petrobras, que tiveram forte alta por causa da disparada do preço do petróleo.</p>
<p><strong>Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) da petroleira subiram 2,93%. </strong>As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 3,33%.</p>
<p>Duas notícias dos Estados Unidos trouxeram alívio ao mercado global nesta quarta. A primeira foi uma postagem do presidente norte-americano, Donald Trump, de que o país concluiu as negociações comerciais com a China.</p>
<p>O acordo, que ainda precisa ser ratificado por Trump e pelo presidente chinês, Xi Jinping, prevê a retirada das restrições aos minerais raros chineses e o estabelecimento de tarifas de 55% para os produtos chineses importados pelos Estados Unidos, e de 10% para os produtos norte-americanos na China.</p>
<p>A segunda notícia positiva foi a queda da inflação nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor ficou em 0,1% em maio, abaixo das expectativas. Isso aumenta as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) começar a cortar os juros antes do previsto, favorecendo países emergentes, como o Brasil.</p>
<p>Em relação ao petróleo, as cotações subiram mais de 4% e atingiram o maior valor em dois meses com o agravamento das tensões no Oriente Médio. A possibilidade de os Estados Unidos evacuarem a embaixada no Iraque, o segundo maior produtor global de petróleo, e uma nova ameaça do Irã em atacar bases aéreas norte-americanas no Oriente Médio contribuíram para a valorização do petróleo.</p>
<p><em>* com informações da Reuters</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/dolar-cai-para-r-553-apos-queda-da-inflacao-nos-eua</p>
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