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	<title>Indicia - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Indicia - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>PF indicia ex-ministro Silvio Almeida por importunação sexual</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 13:48:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) indiciou na sexta-feira (14) o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida pelo crime de importunação sexual. O indiciamento encerra a fase de inquérito, iniciada após denúncias de assédio terem se tornado públicas em 2024. O caso tramita em sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF) e foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Polícia Federal (PF) indiciou na sexta-feira (14) o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida pelo crime de importunação sexual.</strong> O indiciamento encerra a fase de inquérito, iniciada após denúncias de assédio terem se tornado públicas em 2024. <strong>O caso tramita em sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF) e foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá sobre a apresentação de denúncia, pedido de novas diligências ou arquivamento.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/PF-indicia-ex-ministro-Silvio-Almeida-por-importunacao-sexual.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/PF-indicia-ex-ministro-Silvio-Almeida-por-importunacao-sexual.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O inquérito no STF está sob a responsabilidade do ministro André Mendonça. <strong>Caberá ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, analisar o material reunido pela PF.</strong> O Código Penal considera o crime de importunação sexual como a prática de ato libidinoso sem consentimento, com pena prevista de um a cinco anos de reclusão.</p>
<h2>Acusações e início das investigações</h2>
<p><strong>As denúncias contra o ex-ministro vieram a público em setembro de 2024,</strong> após reportagem sobre relatos recebidos pelo movimento <em>Me Too</em>, organização que atua no acolhimento de vítimas de violência sexual. <strong>À época, o grupo afirmou que mulheres haviam procurado seus canais para relatar condutas atribuídas ao então ministro.</strong></p>
<p>A repercussão resultou na demissão de Silvio Almeida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 6 de setembro daquele ano. Desde então, o caso passou a ser investigado formalmente pela PF.</p>
<h2>Anielle Franco</h2>
<p>Entre as mulheres que prestaram depoimento, está a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Em outubro de 2024, ela depôs à PF e confirmou, em entrevista à revista <em>Veja</em>, ser uma das vítimas, declarando que não havia denunciado antes por receio de não ter sua versão reconhecida.</p>
<p><strong>Segundo o relato de Anielle à PF, episódios de importunação teriam ocorrido ainda durante a transição de governo, em 2022.</strong> Reportagem da revista <em>Piauí</em> descreveu uma das situações investigadas, supostamente ocorrida em dezembro daquele ano, envolvendo contato físico e comentários de cunho sexual.</p>
<p>Outras mulheres também foram ouvidas, mas as identidades são mantidas em sigilo.</p>
<h2>Defesa de Silvio Almeida</h2>
<p><strong>Até a manhã deste sábado (15), o ex-ministro Silvio Almeida não tinha se manifestado sobre o indiciamento nas redes sociais.</strong> Em declarações públicas nos últimos meses, nega todas as acusações, afirma ser alvo de perseguição política e de ataques motivados por racismo. Em entrevista concedida ao <em>Portal UOL </em>em fevereiro deste ano, o ex-ministro disse ter convivido pouco com Anielle Franco e rejeitou qualquer conduta inadequada.</p>
<p>Ao retomar suas atividades profissionais no início deste ano, Almeida afirmou, em seu canal no Youtube, que está sendo alvo de tentativa de “apagamento” e criticou a atuação do movimento Me Too, que, segundo ele, buscaria prejudicá-lo por motivos políticos. <strong>Ele classificou os relatos como “mentiras e falsidades”.</strong> Em março, a ministra do STF Cármen Lúcia pediu explicações a Almeida sobre as declarações contra o movimento Me Too Brasil, que acusa o ex-ministro de difamação.</p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p><strong>Com o indiciamento concluído, o caso aguarda manifestação da PGR. O órgão poderá oferecer denúncia ao STF, pedir novas diligências ou arquivar o inquérito, caso avalie não haver elementos suficientes para prosseguir.</strong></p>
<p>Paralelamente ao processo criminal, <strong>o ex-ministro também respondeu a procedimentos na Comissão de Ética da Presidência da República.</strong> Duas novas denúncias foram protocoladas em 2024, sem relação com assédio sexual, e uma delas foi arquivada no fim do mesmo ano.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/pf-indicia-ex-ministro-silvio-almeida-por-importunacao-sexual</p>
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		<title>PF indicia mulher que tentou agredir Flávio Dino durante voo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 23:27:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) indiciou nesta terça-feira (2) uma mulher que tentou agredir o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino durante voo entre São Luís e Brasília. A acusada, que não teve o nome divulgado oficialmente, vai responder pelos crimes de injúria e incitação do crime. O episódio ocorreu na tarde desta segunda-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Federal (PF) indiciou nesta terça-feira (2) uma mulher que tentou agredir o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino durante voo entre São Luís e Brasília. A acusada, que não teve o nome divulgado oficialmente, vai responder pelos crimes de injúria e incitação do crime.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/PF-indicia-mulher-que-tentou-agredir-Flavio-Dino-durante-voo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/PF-indicia-mulher-que-tentou-agredir-Flavio-Dino-durante-voo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O episódio ocorreu na tarde desta segunda-feira (1°), às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus pela trama golpista. O ministro é um dos integrantes da Primeira Turma da Corte, colegiado que realiza o julgamento. </p>
<p><strong>Ao avistar o ministro sentado em uma das poltronas da aeronave, a mulher passou a gritar e afirmar que “avião estava contaminado” e disse que “não respeita essa espécie de gente” ao se referir a Dino.</strong></p>
<p><strong>Em seguida, ela tentou avançar em direção ao ministro, mas foi contida pelos seguranças que o acompanhavam. </strong></p>
<p>Diante da cena de hostilidade, agentes da PF que trabalham no aeroporto da capital maranhense acionaram a superintendência da corporação em Brasília, e a mulher foi identificada ao deixar o voo.</p>
<p>Em nota<strong>, a assessoria do ministro lamentou o ocorrido e declarou que agressões são inaceitáveis.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A assessoria do ministro Flávio Dino lamenta o ocorrido e informa que todas as medidas cabíveis foram adotadas pelas autoridades competentes. Agressões físicas e verbais, ainda mais no interior de um avião, são inaceitáveis, inclusive por atrapalhar outros passageiros e colocar em risco a operação do próprio voo, que é um serviço essencial”, diz a nota.</p>
</blockquote>
<h2>Solidariedade</h2>
<p>Após o episódio, Flavio Dino recebeu apoio de diversas entidades.</p>
<p>A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) afirmou que o caso representa “retrocesso de civilidade” e uma perigosa escalada de intolerância contra o Judiciário.</p>
<p>“A AMB se solidariza com o ministro e reitera que não admite manifestações que ultrapassam o debate público e assumem contornos de intimidação. O Brasil precisa de diálogo, responsabilidade e civilidade para enfrentar seus desafios – e não de ameaças à magistratura”, disse a associação.</p>
<p>A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) também manifesta solidariedade ao ministro.</p>
<p>“A liberdade de expressão e o pluralismo de ideias, fundamentos do Estado Democrático de Direito, não se confundem com permissões para agressões ou manifestações que incitem ao ódio e à violência, inclusive de natureza moral, contra qualquer cidadão”, afirmou a entidade.</p>
<p>Em uma postagem nas redes sociais, Flávio Dino agradeceu o apoio recebido. </p>
<p>“Independentemente deste deplorável episódio de que fui vítima, o que importa é a afirmação de valores de boa educação, respeito ao próximo e busca da paz”, disse. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/pf-indicia-mulher-que-tentou-agredir-flavio-dino-durante-voo</p>
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		<title>PF indicia Bolsonaro e Eduardo em inquérito sobre sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 22:56:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) informou nesta quarta-feira (20) que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e o filho dele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. A decisão foi tomada após a PF concluir as investigações sobre a atuação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Federal (PF) informou nesta quarta-feira (20) que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e o filho dele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelos crimes de <strong>coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/PF-indicia-Bolsonaro-e-Eduardo-em-inquerito-sobre-sancoes-dos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/PF-indicia-Bolsonaro-e-Eduardo-em-inquerito-sobre-sancoes-dos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão foi tomada após a PF concluir as investigações sobre a atuação de Eduardo junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo.</p>
<p><strong>O governo dos Estados Unidos anunciou nos últimos meses uma série de ações contra o Brasil e autoridades brasileiras</strong>, como o tarifaço de 50% contra importações de produtos do país, uma investigação comercial contra o Pix e sanções financeiras contra o Ministro Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky.</p>
<p>Trump e integrantes de seu governo afirmam que Bolsonaro é alvo de uma &#8220;caça às bruxas&#8221; e que Moraes age contra a liberdade de expressão e empresas americanas que administram redes sociais.</p>
<p>Em maio, a abertura da investigação na PF contra Eduardo e Jair Bolsonaro foi solicitada ao Supremo pelo procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, para apurar a suposta atuação do parlamentar para incitar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra Moraes, escolhido relator do caso por também atuar no comando das ações da trama golpista e no inquérito das <em>fake news</em>.</p>
<p><strong>Eduardo pediu licença de 122 dias do mandato parlamentar em março e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política. </strong>Um pedido de cassação contra seu mandato foi enviado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) à Comissão de Ética da Casa, na última sexta-feira (16), após representações apresentadas pelo PT e pelo PSOL. </p>
<p>Nesse processo, o ex-presidente Jair Bolsonaro é investigado por mandar recursos, via pix, para custear a estadia de seu filho no exterior, enquanto ele buscava sanções que visavam pressionar a justiça brasileira.</p>
<h2>Julgamento do Golpe</h2>
<p><strong>O ex-presidente Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo, cujo julgamente está marcado para 2 de setembro.</strong> Serão julgados neste dia os denunciados como integrantes do núcleo 1 na ação penal, apontados como líderes do conluio que, segundo a PF e a PGR, buscava reverter o resultado das eleições de 2022 e culminou nos atentados contra as sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. </p>
<p>Jair Bolsonaro e mais sete aliados estarão no banco dos réus: Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal; Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; </p>
<p><strong>Nessa ação, eles respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</strong></p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal e foi beneficiado por uma decisão da Câmara dos Deputados que suspendeu do processo os crimes que ocorreram após a sua diplomação. Ramagem continua respondendo pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Os outros três núcleos de réus processados têm ações penais em fase de alegações finais, última etapa antes do julgamento, que deverá ocorrer ainda neste ano. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/pf-indicia-bolsonaro-e-eduardo-em-inquerito-sobre-sancoes-dos-eua</p>
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		<item>
		<title>Polícia conclui investigação do caso Gritzbach e indicia seis pessoas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/policia-conclui-investigacao-do-caso-gritzbach-e-indicia-seis-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 23:15:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comando da Polícia Civil paulista anunciou nesta sexta-feira (14) a conclusão do inquérito que apurou o assassinato de Vinícius Gritzbach, ex-colaborador e delator da facção PCC, executado a tiros no Aeroporto de Guarulhos, em novembro de 2024.  Segundo a polícia, o crime foi motivado pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso na região [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>comando da Polícia Civil paulista anunciou nesta sexta-feira (14) a conclusão do inquérito que apurou o assassinato de Vinícius Gritzbach, ex-colaborador e delator da facção PCC, executado a tiros no Aeroporto de Guarulhos</strong>, em novembro de 2024. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Policia-conclui-investigacao-do-caso-Gritzbach-e-indicia-seis-pessoas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Policia-conclui-investigacao-do-caso-Gritzbach-e-indicia-seis-pessoas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a polícia,<strong> o crime foi motivado pelo fato de o delator ter mandado matar dois aliados de lideranças do grupo criminoso </strong>na região metropolitana de São Paulo.</p>
<p><strong>Seis pessoas foram indiciadas por envolvimento no assassinato</strong>, entre elas policiais militares. </p>
<h2>&gt;&gt; Veja quem foi indiciado: </h2>
<ul>
<li>Emílio Carlos Gongorra Castilho (o Cigarreira): líder do PCC e mandante do crime</li>
<li>Diego dos Santos Amaral (o Didi): líder do PCC e mandante do crime</li>
<li>Kauê do Amaral Coelho: informante, monitorou o delator e avisou os executores  </li>
<li>Fernando Genauro: policial militar e executor do crime</li>
<li>Denis Antonio Martins: policial militar e executor do crime </li>
<li>Ruan Silva Rodrigues: policial militar e executor do crime</li>
</ul>
<p>Os três primeiros estão foragidos. Os policiais estão presos no Presídio Militar Romão Gomes.</p>
<p>A Polícia Civil pediu a conversão da prisão temporária para preventiva. Mais duas pessoas foram indiciadas por ajudarem os criminosos na fuga.</p>
<h2>Relembre o caso</h2>
<p>Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa PCC. No ano passado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando o nome de pessoas ligadas à facção e também acusando policiais de corrupção.</p>
<p><strong>Ele foi morto a tiros na área externa do Aeroporto de Guarulhos, no dia 8 de novembro de 2024</strong>. Câmeras de segurança gravaram a ação dos criminosos. Um motorista de aplicativo que estava trabalhando no local também foi atingido e morreu.</p>
<p><strong>Até este momento, 26 pessoas já foram presas por envolvimento no caso, sendo 17 policiais militares e cinco policiais civis</strong>. Outras quatro pessoas presas são suspeitas de ter alguma relação com o homem que foi apontado como integrante da facção criminosa e que teria atuado como “olheiro” no dia do crime.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, um valor milionário foi oferecido pelos traficantes para o pagamento da execução do delator. Os valores exatos são apurados em um segundo inquérito sobre a rede de apoio ao crime.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/policia-conclui-investigacao-do-caso-gritzbach-e-indicia-seis-pessoas</p>
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		<item>
		<title>PF indicia agentes da PRF por homicídio qualificado no caso Genivaldo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pf-indicia-agentes-da-prf-por-homicidio-qualificado-no-caso-genivaldo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 23:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Genivaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Indicia]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[PRF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) concluiu o relatório final do inquérito aberto para investigar a morte de Genivaldo de Jesus Santos, ocorrida em maio durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Umbaúba, no sul do estado de Sergipe. O relatório, entregue hoje (26) ao Ministério Público Federal (MPF), indicia três agentes da PRF por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) concluiu o relatório final do inquérito aberto para investigar a morte de Genivaldo de Jesus Santos, ocorrida em maio durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Umbaúba, no sul do estado de Sergipe. O relatório, entregue hoje (26) ao Ministério Público Federal (MPF), indicia três agentes da PRF por abuso de autoridade e homicídio qualificado.</p>
<p>“O inquérito policial foi encaminhado, nesta segunda-feira (26/9), ao Ministério Público Federal para providências de sua competência, permanecendo a Polícia Federal à disposição para quaisquer outras eventuais diligências julgadas necessárias ao apuratório”, disse a PF, em nota.</p>
<p>A morte de Genivaldo ganhou projeção nacional por causa das imagens veiculadas na internet, que mostram a vítima presa dentro de uma viatura esfumaçada. Genivaldo se debate com as pernas para fora enquanto um policial rodoviário mantém a tampa do porta-malas abaixada, impedindo o homem de sair. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) do estado, Genivaldo morreu de insuficiência aguda secundária a asfixia. Ele teria sido parado pelos agentes por trafegar de moto sem capacete.</p>
<p>A PF indiciou três agentes por homicídio qualificado. Isso significa que se trata de um homicídio cometido em circunstâncias que tornam o crime mais grave do que já é. Nesse caso em específico, foi considerada a prática da asfixia na morte de Genivaldo e da impossibilidade dele se defender.</p>
<p>Os agentes seguem afastados de suas funções, mas não estão presos.</p>
<p>Por meio de nota, a Polícia Federal agradeceu as colaborações prestadas pela Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, em especial, o Instituto Médico Legal do Estado de Sergipe; e pela Polícia Rodoviária Federal, &#8220;pela agilidade no atendimento às demandas da investigação”.</p>
<p>Em nota, o MPF confirmou o recebimento do inquérito e explicou que terá 15 dias para análise do inquérito e apresentação de denúncia. Após a conclusão do inquérito, a PF citou as colaborações da PRF e de outros órgãos nas investigações.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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