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		<title>8/01: lembre como a imprensa estrangeira repercutiu condenações do STF</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 10:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Há três anos, milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro – exigindo um golpe militar – invadiram e depredaram prédios dos poderes na capital federal. O movimento começou logo após a divulgação do resultado das eleições de 2022, no intuito de impedir que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva assumisse o cargo. Houve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Há três anos, milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro – exigindo um golpe militar – invadiram e depredaram prédios dos poderes na capital federal. <strong>O movimento começou logo após a divulgação do resultado das eleições de 2022, no intuito de impedir que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva assumisse o cargo.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/801-lembre-como-a-imprensa-estrangeira-repercutiu-condenacoes-do-STF.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/801-lembre-como-a-imprensa-estrangeira-repercutiu-condenacoes-do-STF.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Houve fechamento de rodovias e acampamentos foram montados em frente a quartéis de diversas cidades do país. Também marcaram o período de escalada de atos a implantação de uma bomba próxima ao Aeroporto Internacional de Brasília, na véspera do Natal, e a invasão da sede da Polícia Federal, também em Brasília.</p>
<p><strong>Em setembro do ano passado, por 4 votos a 1, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Bolsonaro e sete aliados na ação penal da trama golpista.</strong> A condenação inédita de um ex-presidente da República por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito repercutiu na imprensa internacional.</p>
<p>O jornal estadunidense <a href="https://www.nytimes.com/2025/09/11/world/americas/bolsonaro-convicted-coup-attempt.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>The New York Times</em></a> estampou a notícia na página principal de sua edição online: <strong>“Corte suprema do Brasil condenou ex-presidente por tentar se agarrar ao poder após perder a eleição de 2022, incluindo um plano para assassinar o oponente”, escreveu o periódico.</strong></p>
<p>O jornal inglês <em><a href="https://www.theguardian.com/world/2025/sep/11/brazil-supreme-court-bolsonaro-guilty-coup" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">The Guardian</a></em> também destacou, em sua página principal, o resultado da condenação do ex-presidente brasileiro. <strong>“Ex-presidente de extrema-direita do Brasil Jair Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por planejar um golpe militar e tentar ‘aniquilar’ a democracia do país sul-americano”.</strong></p>
<p>O francês <a href="https://www.lemonde.fr/international/article/2025/09/11/bresil-une-majorite-des-juges-de-la-cour-supreme-vote-pour-condamner-l-ancien-president-jair-bolsonaro_6640471_3210.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Le Monde</em></a> também publicou, em sua edição online: <strong>“Ex-líder da extrema-direita considerado culpado de liderar uma ‘organização criminosa’ que conspirou para garantir a continuidade de ‘governo autoritário’, apesar de derrota em 2022. Defesa entrará com recursos, ‘inclusive em nível internacional’”.</strong></p>
<p>Outro jornal norte-americano a dar destaque à condenação foi o <a href="https://www.washingtonpost.com/world/2025/09/11/bolsonaro-convicted-election-plot-assassinations/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>The Washington Post</em></a>, em matéria publicada na capa de sua versão digital. <strong>“O Supremo Tribunal Federal do Brasil decidiu que o ex-presidente tentou reverter derrota nas eleições de 2022 com um plano que incluía o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.</strong></p>
<p>O <a href="https://elpais.com/america/2025-09-11/el-expresidente-bolsonaro-condenado-por-intento-de-golpe-contra-lula-en-brasil.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">jornal <em>El País</em></a>, um dos maiores diários em língua espanhola do planeta, estampou com destaque a decisão do STF. <strong>“Brasil dá passo transcendental contra a impunidade”, mencionando que o “ultradireitista Jair Messias Bolsonaro, capitão reformado do Exército, de 70 anos, foi condenado em Brasília por liderar uma conspiração golpista para não entregar o poder”.</strong></p>
<p>Na Argentina, o <a href="https://www.clarin.com/mundo/juicio-golpismo-brasil-votos-necesarios-condenar-ex-presidente-jair-bolsonaro_0_vaTQt0zIQf.html#google_vignette" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Clarín</em> escreveu</a>: <strong>“O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi condenado nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por conspiração contra a ordem democrática, após sua derrota nas eleições de 2022 para o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.</strong></p>
<p>No Oriente Médio, a <a href="https://www.aljazeera.com/news/2025/9/11/brazils-bolsonaro-found-guilty-of-coup-plot-by-top-court" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">rede <em>Al-Jazeera</em></a> também deu destaque à condenação de Bolsonaro e seus aliados, citando o voto decisivo da ministra Cármen Lúcia, ao noticiar a formação da maioria.<strong> “A juíza Cármen Lúcia afirmou haver ampla evidência de que Bolsonaro agiu ‘com o propósito de corroer a democracia e as instituições’”.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/como-imprensa-internacional-repercutiu-a-condenacao-de-bolsonaro</p>
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		<item>
		<title>Abraji: uso do judiciário para coibir liberdade de imprensa cresce 20%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 21:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) atualizou seu levantamento sobre processos realizados contra jornalistas, em razão de sua atuação profissional, o Monitor de Assédio Judicial, e identificou um aumento – de 654 para 784 casos – desde o último levantamento, em março de 2024, representando alta de 19,87%. O estudo identificou uma tendência de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) atualizou seu levantamento sobre processos realizados contra jornalistas, em razão de sua atuação profissional, o Monitor de Assédio Judicial, e identificou um aumento – de 654 para 784 casos – desde o último levantamento, em março de 2024, representando alta de 19,87%.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Abraji-uso-do-judiciario-para-coibir-liberdade-de-imprensa-cresce.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Abraji-uso-do-judiciario-para-coibir-liberdade-de-imprensa-cresce.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo identificou uma tendência de crescimento nos casos de assédio a partir de 2020, contabilizando 62 processos em 2021, 65 em 2022, 80 em 2023 e 53 em 2024.</p>
<p>Dos casos identificados, 29% foram apresentados na esfera criminal, o que para a Abraji é preocupante pois &#8220;causam grande preocupação por conta de sua gravidade e capacidade de gerar autocensura&#8221;.</p>
<p>Já os processos cíveis seguem sendo os mais comuns, com 67,2% (455 processos) ajuizados em Juizados Especiais Cíveis, onde há possibilidade de propositura de ações sem custo para o demandante.</p>
<h2>Assédio judicial</h2>
<p>O assédio judicial é um conceito relativamente recente para a imprensa, embora seja uma prática que já ocorre há décadas. Consiste na abertura de diversos processos, em tribunais e cidades diferentes, contra um jornalista ou veículo de imprensa, quase ao mesmo tempo.</p>
<p>A defesa do profissional de imprensa se torna cara e demanda uma logística que muitas vezes é inviável financeiramente, o que se torna uma espécie de pena durante o processo, pois causa prejuízo ao profissional mesmo quando a vitória jurídica é certa.</p>
<p>Ao mobilizar tempo e recursos, dificulta ainda novos trabalhos e pressiona outros profissionais a não realizarem reportagens contra aqueles que movem os processos.</p>
<p>Para a Abraji esses processos que se caracterizam por meio de ações repetidas contra um mesmo alvo representam parte relevante dos casos de assédio, mas não os únicos.</p>
<p>Entre as outras estratégias jurídicas, o relatório indica a estratégia processual de litigante contumaz (129 casos), o uso do sistema criminal (102 casos), o pedido de indenização excessiva (64 casos), entre outros.</p>
<p>O monitor não retrata o surgimento dos processos, pois se concentra em decisões e nas informações por parte dos jornalistas associados ou não à Abraji.</p>
<p>Segundo a associação, o aumento revela a evolução de casos iniciados há alguns anos, em um contexto político de mais força de partidos de extrema direita, durante a presidência de Jair Bolsonaro, o que se mostra relevante na medida em que o uso do judiciário para desmobilizar a atuação da imprensa se mostrou uma tática comum desse campo político.</p>
<h2>Reconhecimento da prática</h2>
<p>O levantamento retrata a resolução de processos que se desenrolam por meses ou anos e ainda não tem muito claros os impactos do julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7055 e 6792, propostas respectivamente pela Abraji e pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI).</p>
<p><strong>Julgadas no Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2024, as ações reconheceram o assédio judicial como prática e determinaram medidas contra sua efetividade.</strong></p>
<p>&#8220;Há vários exemplos de jornalistas que publicaram notícias sobre pessoas públicas ou assuntos importantes e foram alvo de muitos processos judiciais, tendo dificuldade para comparecer às audiências, pagar advogados e continuar o seu trabalho. As associações de jornalistas pedem que nos casos de assédio judicial todas as ações sejam reunidas em um único lugar [onde o jornalista mora] para garantir o direito de defesa&#8221;, disse, em nota, o Supremo, quando admitiu que o país tem casos frequentes de violência e assédio contra jornalistas.</p>
<p><strong>Para o Supremo, a liberdade de expressão tem uma posição preferencial no direito brasileiro, o que quer dizer que ela tem importância maior do que os direitos à honra e à vida privada, na maior parte dos casos.</strong></p>
<p>A decisão do STF, que seguiu o voto do ministro Luís Roberto Barroso, considerou ainda que os jornalistas e as empresas de comunicação só devem ser responsabilizados pelas suas publicações quando for provado que tinham a intenção de causar danos (dolo) ou foram muito descuidados na verificação das informações publicadas (culpa grave).</p>
<p>Também determinou que os processos devem ser reunidos e julgados onde o jornalista mora ou onde a empresa que publicou tenha sede, facilitando o direito de defesa. </p>
<p>&#8220;O Tribunal avançou na proteção contra demandas infundadas ao reconhecer que a responsabilidade civil de jornalistas ou órgãos de imprensa somente estará configurada em caso inequívoco de dolo ou culpa grave [evidente negligência profissional na apuração dos fatos]. Essa decisão reafirma o princípio de que a liberdade de expressão é uma liberdade preferencial no Estado Democrático de Direito. Conforme sublinhou o próprio STF, a decisão representa um avanço civilizatório e uma defesa do direito do cidadão de ser informado&#8221;, afirmou no estudo a presidente da Abraji, Katia Brembatti.</p>
<p>A associação entende ainda que o assédio judicial é uma &#8220;reação desproporcional à atuação jornalística lícita sobre temas de interesse público”, caracterizada pela disparidade de armas gerada por um poder econômico, político, jurídico ou associativo, utilizado em um contexto &#8220;capaz de gerar consequências judiciais intimidatórias em ações que são infundadas ou se valem de estratégias processuais abusivas&#8221;.</p>
<h2>Litigantes contumazes</h2>
<p>O relatório também traz a atualização do <em>ranking</em> de litigantes contumazes, que são as pessoas que mais mobilizaram o Poder Judiciário em ações de assédio.</p>
<p>O <em>ranking</em> segue liderado por Luciano Hang, empresário dono da rede de lojas Havan, que tinha 53 ações no levantamento anterior e hoje tem 56 ações identificadas contra jornalistas. Em seguida vem o advogado Guilherme Henrique Branco de Oliveira, que passou de 47 para 49.</p>
<p>Em terceiro lugar aparece a deputada Julia Pedroso Zanatta (PL-SC), que passou de 12 para 33 processos contra a imprensa, sendo a que teve o maior aumento de casos identificado. Em quarto o juiz Rudson Marcos, que passou de 2 para 20 casos, e em quinto a ONG Associação Nacional Movimento Pró-armas, que segue com os mesmos 17 processos.</p>
<p>&#8220;A estabilidade, ou ausência de crescimento, dos números de ações ajuizadas não quer dizer que tais agentes deixaram de recorrer ao assédio judicial, mas reflete, sobretudo, a existência de fatores contextuais que os levaram a utilizar este tipo de estratégia em dado momento. Assim, o ajuizamento de ações pode ser influenciado por momentos de maior exposição pública, como por exemplo após a publicação de uma reportagem investigativa ou durante corridas eleitorais (ABRAJI, 2022), bem como após declarações que acarretam grande repercussão&#8221;, destaca o relatório.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> procurou os cinco citados e está aberta a posicionamento.</p>
<h2>Proteção a imprensa</h2>
<p>A Associação destaca algumas medidas que podem melhorar as condições de atuação da imprensa, garantindo a liberdade de expressão. São elas:</p>
<ul>
<li>ajustar a taxonomia dos processos adotada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para facilitar a identificação de casos que discutem a liberdade de imprensa, colocando em prática um mecanismo unificado de consulta processual, acessível ao público em geral, e que o órgão promova a informação dos magistrados sobre assédio judicial, judicialização predatória e litigância abusiva;</li>
<li>estabelecer, a partir do Estado brasileiro, treinamento e sensibilização dos integrantes do Poder Judiciário em relação à liberdade de imprensa, de modo que suas decisões estejam em conformidade com a jurisprudência e os padrões internacionais de direitos humanos, a fim de reconhecer o assédio judicial contra jornalistas como uma ameaça às liberdades democráticas;</li>
<li>estabelecimento da uniformização dos parâmetros adotados pela jurisprudência acerca da liberdade de imprensa no país, a fim de evitar a insegurança jurídica nos casos de assédio judicial contra jornalistas, garantindo a efetivação dos direitos constitucionais e dos padrões internacionais de direitos humanos;</li>
<li>aprovação, via Congresso Nacional, de uma legislação protetiva contra a prática do assédio judicial no Brasil, incluindo essa preocupação também na regulamentação de políticas públicas de defesa de jornalistas, comunicadores e defensores de direitos humanos e outros ativistas.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/abraji-uso-do-judiciario-para-coibir-liberdade-de-imprensa-cresce-20</p>
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		<item>
		<title>Entidades criticam retirada da imprensa na Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 00:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) divulgaram nota nesta terça-feira (9) em que repudiam o episódio de retirada e agressão a profissionais da imprensa na Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (9). As entidades cobram explicações do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Nesta tarde, o deputado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) divulgaram nota nesta terça-feira (9) em que repudiam o episódio de retirada e agressão a profissionais da imprensa na Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira (9). As entidades cobram explicações do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Entidades-criticam-retirada-da-imprensa-na-Camara.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Entidades-criticam-retirada-da-imprensa-na-Camara.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Nesta tarde, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupou a cadeira da presidência da Casa em protesto após Hugo Motta anunciar que levaria ao plenário o pedido de cassação do deputado. O parlamentar foi retirado à força por agentes da Polícia Legislativa Federal.</p>
<p>Neste momento, o sinal da TV Câmara, que transmitia ao vivo a sessão em plenário, foi imediatamente cortado e jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa foram retirados pela Polícia Legislativa do Plenário da Câmara</p>
<p>A Fenaj e o SJPDF afirmaram considerar “extremamente grave o cerceamento ao trabalho da imprensa e à liberdade e ao direito de informação da população brasileira”. As entidades consideram ainda mais graves episódios de agressões físicas a profissionais da imprensa.</p>
<p>“Não podemos admitir que medidas autoritárias, que remontam às vividas em um período não tão distante durante a ditadura militar, sejam naturalizadas e se repitam em nosso Congresso Nacional &#8211; que deveria ser a Casa do povo e não de quem ataca os direitos da população. Seguimos atentos e acompanhando os desdobramentos desse lamentável e absurdo episódio”, criticaram. </p>
<p>O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) também criticou o episódio.</p>
<p>“De acordo com notícias veiculadas nos principais portais noticiosos, a TV Câmara teve seu sinal cortado às 17h34, mesmo horário em que os jornalistas começaram a ser retirados do plenário. As imagens da brutalidade, no entanto, foram registradas por outros parlamentares e outras pessoas que permaneceram no plenário e logo ganharam os principais portais noticiosos”, disse.</p>
<h2>Hugo Motta</h2>
<p>Em nota no X, o presidente Hugo Motta informou que determinou a &#8220;apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos que proteger a democracia do grito, do gesto autoritário, da intimidação travestida de ato político. Extremismos testam a democracia todos os dias. E todos os dias a democracia precisa ser defendida. Determinei também a apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa&#8221;, afirmou. </p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p>O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupou a cadeira da presidência da Câmara dos Deputados, no plenário da Casa, na tarde desta terça-feira (9), e foi arrancado à força por agentes da Polícia Legislativa Federal.</p>
<p>A ocupação começou como protesto do parlamentar, após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciar que levaria ao plenário o pedido de cassação do deputado, juntamente com os processos de Carla Zambelli (PL-SP) e Delegado Ramagem (PL-RJ), os dois últimos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os casos não tem relação entre si.</p>
<p>Além disso, Motta também pautou a votação do projeto para reduzir as penas dos envolvidos na trama golpista.</p>
<p>&#8220;Que me arranquem desta cadeira e me tirem do plenário&#8221;, disse o deputado.</p>
<p>Braga pode perder o mandato por ter agredido, com um chute, um militante do Movimento Brasil Livre (MBL), no ano passado, após ser provocado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/entidades-criticam-retirada-da-imprensa-na-camara</p>
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		<item>
		<title>Jornalistas negras da EBC estão entre +admiradas da imprensa</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/jornalistas-negras-da-ebc-estao-entre-admiradas-da-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 23:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Após dois turnos, o Prêmio +Admirados Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira 2025 anunciou, nesta sexta-feira (3), os profissionais e veículos que serão homenageados nesta edição. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) celebra a presença de duas profissionais entre os vencedores: a apresentadora da TV Brasil, Luciana Barreto, e a gerente de Jornalismo Digital da EBC, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Após dois turnos, o<strong> Prêmio +Admirados Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira 2025 anunciou, nesta sexta-feira (3), os profissionais e veículos que serão homenageados nesta edição</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Jornalistas-negras-da-EBC-estao-entre-admiradas-da-imprensa.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Jornalistas-negras-da-EBC-estao-entre-admiradas-da-imprensa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong> celebra a presença de duas profissionais entre os vencedores: <strong>a apresentadora da TV Brasil, Luciana Barreto, e a gerente de Jornalismo Digital da EBC, Juliana Cézar Nunes</strong>. </p>
<p>O resultado é fruto de uma votação aberta ao público, na qual os eleitores podiam escolher até cinco profissionais por categoria, atribuindo pontuação conforme a ordem de preferência.</p>
<p>Organizado pelo Jornalistas&amp;Cia, em parceria com os sites Neo Mondo, 1 Papo Reto e Rede JP – Jornalistas Pretos, o prêmio chega à terceira edição com recorde de participação. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;A <strong>EBC</strong> fica orgulhosa de ter em seu quadro profissionais tão qualificadas e com trabalho reconhecido entre os pares. A presença da Juliana e da Luciana nesse prêmio também mostra como somos uma empresa que tem investido na diversidade. Parabéns às duas pelo reconhecimento&#8221;, afirma Andre Basbaum, diretor-presidente da <strong>EBC</strong>.</p>
</blockquote>
<p>As<strong> jornalistas da EBC integram a lista dos 50 +Admirados Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira 2025</strong>, ao lado de nomes de destaque<strong> </strong>como Zileide Silva, Maju Coutinho e Aline Midlej, todas da TV Globo. </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=93628:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Jornalistas-negras-da-EBC-estao-entre-admiradas-da-imprensa.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília - Jornalistas da EBC, Luciana Barreto e Juliana Cézar Nunes, participam de debate sobre a atual estrutura do sistema de comunicação brasileiro, no Festival Latinidades  (Wilson Dias/Agência Brasil)" title="Wilson Dias/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=93628-->Brasília &#8211; Jornalistas Luciana Barreto e Juliana Cézar Nunes. <strong>Foto: Arquivo/ Wilson Dias/Agência Brasil</strong><!--END copyright=93628--></h6>
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</div>
<p><strong>A cerimônia de premiação</strong>, que vai revelar o TOP 10 +Admirados Jornalistas do Ano, os mais votados nas cinco regiões do país, além dos destaques entre os veículos e as homenagens especiais, <strong>ocorre no dia 10 de novembro, na Câmara dos Vereadores de São Paulo</strong>. </p>
<h2>Outros reconhecimentos </h2>
<p>Além da indicação no Prêmio +Admirados Jornalistas Negros e Negras, a <strong>EBC também se destaca em outras premiações da mesma natureza</strong>.</p>
<p>No Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar, <strong>Patrícia Serrão, Paula Laboissière e Tâmara Freire integram a lista Top 25 +Admirados Jornalistas do Ano</strong>, que nesta edição terá 26 profissionais, por causa de um empate.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> figura na lista de Agências de Notícias mais admiradas do país e o <em>podcast VideBula</em>, da<strong> Radioagência Nacional</strong>, divide o Top 3 +Admirados na categoria Áudio. </p>
<p>A relevância da <strong>EBC</strong> no cenário jornalístico foi reforçada ainda com a presença de <strong>três profissionais entre os 100 +Admirados Jornalistas Brasileiros de 2025: Luciana Barreto, Patrícia Serrão e Raíssa Saraiva</strong>. A edição registrou quase 30 mil votos, consolidando o reconhecimento do trabalho das jornalistas da empresa. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/jornalistas-negras-da-ebc-estao-entre-admiradas-da-imprensa</p>
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		<title>Presidente do STF defende liberdade de imprensa e combate às fake news</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/presidente-do-stf-defende-liberdade-de-imprensa-e-combate-as-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 00:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse hoje (5) que não há democracia verdadeira nos países em que não há imprensa livre de intimidações e censuras e nos quais haja regulação do trabalho da imprensa. “Num país onde a imprensa não é livre, num país onde a imprensa é intimidada, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Brasil &#8211; O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse hoje (5) que não há democracia verdadeira nos países em que não há imprensa livre de intimidações e censuras e nos quais haja regulação do trabalho da imprensa.</p>
<p>“Num país onde a imprensa não é livre, num país onde a imprensa é intimidada, num país onde a imprensa é amordaçada, num país onde a imprensa é regulada, sendo a imprensa um dos pilares da democracia, nesse país, com tantas restrições à liberdade de imprensa, a democracia é uma mentira e a Constituição Federal é uma mera folha de papel”, afirmou o ministro.</p>
<p>A declaração foi dada no discurso de abertura de uma exposição na sede do STF, em Brasília, intitulada Liberdade e Imprensa – o papel do jornalismo na democracia brasileira. O evento foi pensado como uma homenagem ao Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, lembrado na última terça-feira (3).</p>
<p>Fux defendeu o papel de imprensa também em lutar contra as notícias falsas e a desinformação da população, principalmente em ano de eleição. “A imprensa, no seu trabalho de combate às fake news, busca a verdade”, disse.</p>
<p>&#8220;Devemos ter cuidado com as fake news porque desinformam e impedem, dentre outros aspectos, que o cidadão possa ser bem informado, criar a sua agenda e, acima de tudo, nesse momento em que nós estamos vivendo, proferir aquele seu voto consciente e bem informado no momento das eleições”, completou.</p>
<p>Durante a cerimônia, o presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Marcelo Rech, destacou que a liberdade de imprensa não é para o jornalista, mas um patrimônio de toda sociedade.</p>
<p>“É a essa sociedade que a imprensa presta contas. Por meio dela é mantida e para ela exerce seu essencial e constante papel de vigilante para as distorções, os desvios, as injustiças, as falhas e os desacertos, propositais ou não, de poderes, governos, empresas, partidos, organizações, instituições – desde uma denúncia de inépcia em uma pequena prefeitura do interior até as mais altas autoridades do país”, disse Rech.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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