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	<title>Ifood - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Entregadores protestam contra modalidade nova de trabalho do iFood</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 23:25:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo de entregadores por aplicativo protestou nesta sexta-feira (28) contra uma modalidade nova de trabalho do iFood. Eles se reuniram na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro, para pedir que a empresa reconsidere o sistema chamado de +Entregas, que prevê ao profissional agendar o horário de trabalho em uma região específica da cidade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um grupo de entregadores por aplicativo protestou nesta sexta-feira (28) contra uma modalidade nova de trabalho do iFood. <strong>Eles se reuniram na Cinelândia, região central do Rio de Janeiro, para pedir que a empresa reconsidere o sistema chamado de +Entregas, que prevê ao profissional agendar o horário de trabalho em uma região específica da cidade</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo os manifestantes, o novo modelo engessa a jornada dos entregadores, causa desordem no mapa das entregas, provoca conflitos entre os próprios trabalhadores e diminui o valor das corridas.</p>
<blockquote>
<p>“Uma das reivindicações dos trabalhadores há um tempo é o aumento da taxa mínima paga pelo iFood de sete para dez reais. Tudo aumentou: gasolina, manutenção das bicicletas e motos. E o lucro do iFood só aumenta a cada ano. Nessa nova modalidade, as taxas podem cair para R$ 3,30”, diz Alexandre Moizinho, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos.</p>
</blockquote>
<p>“Além disso, você precisa agendar o horário de entregas, o que tira a autonomia do entregador em relação ao próprio tempo, e ele fica obrigado a permanecer em um território esperando a corrida acontecer”, complementa.</p>
<p>Segundo o iFood, no sistema +Entregas o entregador agenda um período de três horas de trabalho em uma região específica da cidade. Ele recebe um valor fixo por hora disponível e um adicional por cada entrega concluída. Nessa modalidade, o entregador pode ter, no máximo, duas rotas canceladas ou rejeitadas no período agendado.</p>
<p>A plataforma argumenta que isso permite que o trabalhador aumente as chances de receber pedidos naquela área, otimize rotas e tenha mais controle sobre a jornada de trabalho. Diz ainda que os ganhos são acima da média e o entregador tem prioridade em receber pedidos em relação aos outros que não participam do “+Entregas”.</p>
<h2>Relações de trabalho</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446539:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/11/2025 – Entregadores fazem manifestação contra novas modalidades de entrega do aplicativo Ifood, na Cinelândia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-iFood.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/11/2025 – Entregadores fazem manifestação contra novas modalidades de entrega do aplicativo Ifood, na Cinelândia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446539 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=446539-->Rio de Janeiro (RJ), 28/11/2025 – Entregadores também criticaram o modelo de operador logístico, usado pelo iFood durante um tempo e a migração para o modelo de franquia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446539--></p>
</div>
</div>
<p>No protesto, os entregadores também criticaram o modelo de operador logístico (OL) usado pelo iFood durante um tempo e a migração para o modelo de franquia de serviço logístico. No OL, os entregadores estão subordinados a uma terceirizada. Ela atua como intermediária, e controla os pagamentos e a rotina de trabalho por regiões. Os profissionais trabalham por meio de contratos como microempreendedores individuais (MEI).</p>
<p>A outra opção é o trabalho independente, chamado de “nuvem”, quando o profissional se cadastra no iFood e define por conta própria os horários, a região e os pedidos.</p>
<blockquote>
<p>“A verdade é que existia uma certa coação da plataforma para os trabalhadores entrarem para uma operadora logística. Se você quisesse trabalhar por conta própria, era impossibilitado, porque o seu aplicativo quase não tocava. Na operadora logística, você tinha que agendar horários de trabalho. Tinha cobrança se trabalhasse naquele dia, se atrasasse, se recusasse corrida. Uma forma do iFood se isentar das responsabilidades, porque a operadora logística cuidava dessa relação com o entregador. E o iFood foge dos processos trabalhistas”, diz Alexandre Moizinho.</p>
</blockquote>
<p>E<strong>m nota enviada à Agência Brasil, o iFood disse que não opera mais com o modelo de OL. E que usa agora o EntreGô, uma franqueadora de serviços logísticos do próprio grupo empresarial. O objetivo declarado é o de oferecer “entregas seguras, com uma gestão padronizada e de maior qualidade”</strong>. E que o modelo teria surgido de “uma demanda dos próprios entregadores”.</p>
<p>Para entrar no novo modelo de franquia, os entregadores precisam abrir um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e se vincular à EntreGô como MEI.</p>
<p>O entregador Bruno de Souza, de 37 anos, trabalha com entregas pelo iFood há mais de quatro anos, e critica as modalidades de trabalho por OL e franquia.</p>
<blockquote>
<p>“Quem trabalha de forma independente, o aplicativo disponibiliza menos entregas. As que aparecem normalmente são mais longas. Isso tudo é feito para para obrigar você a entrar para essas outras modalidades. Como as OLs receberam muito processo, o iFood arrumou essa outra forma de tentar forjar a relação trabalhista com os entregadores”, diz Bruno.</p>
</blockquote>
<p>“É uma relação sem benefício algum. Eu mesmo agora estou com uma hérnia de disco, muitas dores no pé e perdi muita mobilidade. Nos últimos dias, não consegui trabalhar. E não tenho assistência, não posso acessar o INSS. É um relação de trabalho precarizada”, complementa.</p>
<h2>Nota </h2>
<p>O iFood disse, em nota, respeitar o direito à manifestação pacífica e à livre expressão dos entregadores e entregadoras. Segundo a empresa, o +Entregas é uma alternativa para os entregadores deixarem de receber exclusivamente por pedido e escolherem ganhar um valor pelo período trabalhado, com rotas mais curtas e concentradas nas regiões escolhidas.</p>
<p><strong>A empresa diz que “a melhor forma de tentar comparar se o entregador ganhou mais ou menos” no modelo +Entregas é analisando os períodos. A implementação está sendo gradual em diferentes regiões do país e a adesão é opcional.</strong></p>
<p>O iFood finaliza a nota dizendo que monitora “os resultados e análises para garantir que o modelo continue competitivo, eficiente e vantajoso para todos, além de continuar ouvindo dúvidas e sugestões”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/entregadores-protestam-contra-modalidade-nova-de-trabalho-do-ifood</p>
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		<title>IFood e startup que aluga motos anunciam desconto para entregadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 17:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma iFood e a startup Mottu anunciaram uma parceria para tentar atrair, com descontos e outros incentivos, entregadores por aplicativos que usam motos alugadas para trabalhar. Exclusivo para profissionais cadastrados junto às empresas, o programa entra em vigor em 1º de setembro. Mais popular plataforma digital de entrega de produtos do Brasil, o iFood afirma que conta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A plataforma iFood e a <em>startup</em> Mottu anunciaram uma parceria para tentar atrair, com descontos e outros incentivos, entregadores por aplicativos que usam motos alugadas para trabalhar. <strong>Exclusivo para profissionais cadastrados junto às empresas, o programa entra em vigor em 1º de setembro.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/IFood-e-startup-que-aluga-motos-anunciam-desconto-para-entregadores.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/IFood-e-startup-que-aluga-motos-anunciam-desconto-para-entregadores.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mais popular plataforma digital de entrega de produtos do Brasil, <strong>o iFood afirma que conta com cerca de 450 mil entregadores ativos, em mais de 1,5 mil cidades do país. </strong>Já a Mottu, uma <em>startup</em> de aluguel de motos que opera em mais de 120 cidades brasileiras, assegura que dispõe de mais de 130 mil veículos aptos a participar da iniciativa.</p>
<p>“A colaboração reúne vantagens exclusivas para quem entrega pelo iFood e já aluga seu veículo com a Mottu ou deseja iniciar uma locação”, informaram as empresas, em nota.</p>
<p><strong>Na prática, os entregadores que atuam no iFood e alugam motos da Mottu terão até 20% de desconto na caução (garantia) e condições especiais para optar por um dos planos de locação</strong>, com diárias que variam entre R$ 18 e R$ 28. Além disso, os planos incluem assistência 24 horas, suporte em caso de roubo e cobertura em caso de danos a terceiros. Haverá também, conforme o plano escolhido, a possibilidade de o entregador adquirir a moto ao fim de três anos de aluguel.</p>
<p>O iFood acrescenta que promete pagar “recompensas” de até R$ 350 mensais para os entregadores que “concluírem os desafios” propostos, realizando um determinado número de entregas. E, se mantiver um “alto nível de ocupação”, o trabalhador ganhará créditos, que a Mottu assegura que poderão ser usados para pagar despesas, como multas de trânsito, por exemplo.</p>
<p>“A iniciativa reduz barreiras e possibilita que mais pessoas tenham acesso a uma moto para trabalhar no <em>delivery</em>, inclusive aquelas [pessoas] com pendências financeiras”, acrescentaram as empresas, argumentando que a iniciativa permitirá aos entregadores reduzirem seus custos e ampliar seus ganhos, além de ampliar a presença do iFood e consolidar a Mottu como parceira estratégica na oferta de veículos e suporte técnico aos entregadores.</p>
<p>&gt;&gt; Lei do Rio de Janeiro obriga aplicativos a dar mochilas a entregadores</p>
<h2>Vínculo trabalhista</h2>
<p><span style="font-size: 13px;">O anúncio da parceria, com a oferta de descontos no aluguel da principal ferramenta de trabalho dos entregadores, ocorre em meio a um intenso debate sobre a relação trabalhista destes profissionais com as plataformas digitais.</span></p>
<p><strong>Na última terça-feira (19), a Câmara dos Deputados instalou a Comissão Especial sobre Transporte e Entrega por Plataforma Digital.</strong> O grupo vai analisar o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2537739" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei Complementar (PLP) 152/25</a>, que busca definir normas para o funcionamento de serviços de transporte individual de passageiros e de entrega, regulamentando as relações de trabalho e a prestação de serviços das plataformas digitais.</p>
<p>&#8220;Creio que o Congresso Nacional terá a lucidez necessária para tomar uma decisão para o enquadramento das plataformas e a garantia dos direitos dos trabalhadores. Ou seja, que obrigue [as plataformas] a darem transparência [à relação de trabalho e consumo], além de seguro de vida e garantia à cobertura previdenciária e trabalhista. Não dá para o trabalhador ficar descoberto&#8221;, disse à <strong>Agência Brasil</strong> o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ao ser questionado sobre a parceria.</p>
<blockquote>
<p>“Estas são as contradições que o Congresso Nacional vai ter que enfrentar. Como se explica isso? Estou alugando um bem para você trabalhar [para mim], mas você não é meu trabalhador. Como é isso? Acho que isso deixa mais latente que há, sim, vínculo [trabalhista]”, ponderou Marinho.</p>
</blockquote>
<p>Para o presidente do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas Intermunicipal do Estado de São Paulo (SindimotoSP), Gilberto Almeida dos Santos, o Gil, qualquer iniciativa que resulte em economia para os trabalhadores é bem-vinda, mas é preciso ter em mente que, <strong>no fim das contas, os empregados estão assumindo custos que antes eram dos empregadores.</strong></p>
<p>“Quem não quer 20% de desconto nas despesas que já tem que pagar? Neste sentido, esta é uma notícia que vem em boa hora, pois a rapaziada está no sufoco, pagando o aluguel de motos, carros e até de bicicletas para poder trabalhar, mas ainda que enxerguemos o lado positivo, não dá para fechar os olhos para a realidade”, comentou o sindicalista, apontando a “precariedade” das condições a que, segundo ele, a maioria dos trabalhadores por aplicativos está sujeita.</p>
<p> </p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/IFood-e-startup-que-aluga-motos-anunciam-desconto-para-entregadores.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 21/08/2025 - Ministro do do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho participa do programa Bom Dia, Ministro  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta">Ministro do do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho participa do programa Bom Dia, Ministro <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=434445--></h6>
</p>
</div>
<p>O presidente do SindimotoSP descreve que, segundo a convenção de trabalho da categoria, um motociclista registrado e com contrato celetista, que rode até 2,5 mil quilômetros mensais com sua própria moto, deve receber, do empregador, R$ 750 mensais como compensação pelo desgaste de sua ferramenta de trabalho durante a jornada. Já para um ciclista com registro em carteira, a quantia é de R$ 350 mensais.</p>
<p>&#8220;Já neste sistema que se impôs na última década [o trabalho plataformizado], o cara tem que arcar com todos os custos, muitas vezes alugando o veículo, porque não tem condições de comprar. E, apesar disso, ainda temos que reconhecer que, neste cenário, uma proposta como esta, de desconto, beneficia a muitos, porque os trabalhadores celetistas, que trabalham oito horas por dia, com uma hora de almoço paga, e que recebem uma série de benefícios, como seguro de vida e vale-refeição, são uma minoria, a elite da categoria”, acrescentou Gil.</p>
<h2>Prêmios podem trazer riscos</h2>
<p>O sindicalista ainda fez um alerta: <strong>é preciso cuidado para que a proposta de “premiar” com R$ 350 os entregadores que atingirem as metas estabelecidas pelo iFood não os incentive a correr mais, ignorando as normas de segurança no trânsito.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Isso pode estimular os entregadores a correrem além do recomendável, em meio ao trânsito caótico dos grandes centros urbanos, causando mortes, mutilações e sequelas que, além de tudo, oneram a Previdência Social”, acrescentou Gil. </p>
</blockquote>
<p>&gt;&gt; Série de reportagens <em>Rota Perigosa</em> discute causas do aumento das mortes sobre duas rodas</p>
<p>Ele lembra que <strong>a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12436.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 12.436</a>, de 2011, proíbe que empregadores ou tomadores de serviço prestados por motociclistas estabeleçam qualquer prática que estimule o aumento da velocidade</strong>, incluindo “oferecer prêmios por cumprimento de metas por números de entregas ou prestação de serviço”.</p>
<p>“Conseguimos criar esta lei justamente para preservar vidas e diminuir os conflitos no trânsito, pois essas bonificações iam na contramão do que se recomenda para aumentar a segurança e reduzir o número de acidentes e mortes no trânsito”, concluiu o presidente do sindicato.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/ifood-e-startup-que-aluga-motos-anunciam-desconto-para-entregadores</p>
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		<title>iFood lança moto elétrica de R$ 10 mil para entregadores</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ifood-lanca-moto-eletrica-de-r-10-mil-para-entregadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 23:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Economia &#8211; As entregas sustentáveis ainda nao são uma realidade tão comum no Brasil. Isso porque oferecer em larga escala os modais limpos — como os veículos elétricos, por exemplo — esbarra, antes de qualquer coisa, em uma questão de custo. Para mudar esse cenário, o iFood lançou uma moto elétrica de R$ 10 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Economia &#8211; As entregas sustentáveis ainda nao são uma realidade tão comum no Brasil. Isso porque oferecer em larga escala os modais limpos — como os veículos elétricos, por exemplo — esbarra, antes de qualquer coisa, em uma questão de custo. Para mudar esse cenário, o iFood lançou uma moto elétrica de R$ 10 mil para entregadores do aplicativo. Em parceria com a fabricante brasileira Voltz, a plataforma de delivery vai vender as motos como forma de reduzir sua pegada de carbono, e ainda oferecer um modal mais econômico para os trabalhadores.</p>
<p>Já em pré-venda na cidade de São Paulo, as motos elétricas do iFood, batizadas de EVS Work iFood, têm preço de R$ 9.990. A empresa também garante descontos (o preço original da moto é de R$ 11.990) e condições de parcelamento especiais para entregadores, que poderão comprar as motos para uso pessoal e lazer, além do trabalho.</p>
<p>Além do preço abaixo do praticado pelo mercado, a vantagem das motos está também na economia no dia a dia. Segundo o iFood, entregadores podem reduzir em até 60% suas despesas com combustível, e gastarão 70% menos com manutenções. Os números são resultado de um teste feito com 30 entregadores na capital paulista.</p>
<p>A expectativa da empresa é ter pelo menos 10.000 motos elétricas rodando pela cidade até o final de 2023.</p>
<h4><strong>Como funcionam as motos elétricas do iFood?</strong></h4>
<p>Tirar a ideia do papel, para o iFood e Voltz, também implicou na criação de um sistema robusto de troca de baterias, que serão distribuídas em postos Ipiranga da cidade de São Paulo, onde entregadores poderão substituir o componente antigo por um novo. Em um primeiro momento, 100 estações de troca rápida de bateria serão instaladas nos bairros da Lapa, República, Consolação, Pinheiros, Jardins, Paulista, Aclimação, Moema, Itaim Bibi, entre outros. Atualmente, as empresas têm 33 totens em 19 unidades dos postos Ipiranga em funcionamento.</p>
<p>Para ter acesso aos totens de troca de baterias, os entregadores devem escolher um plano de assinatura de R$129 por mês, para quem roda até 2.000 quilômetros, ou de R$319 para quilometragem livre e trocas ilimitadas. Além disso, a moto pode ser carregada em qualquer tomada.</p>
<p>No sistema de duas baterias desenvolvido pela Voltz, a autonomia das motos vai de 100 a 180 quilômetros.</p>
<p>Fonte: Revista Exame</p>
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