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		<title>IBGE: 391 etnias indígenas falam 295 línguas no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 13:18:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em todo o país, há 391 etnias e 295 línguas indígenas faladas. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE), no Censo Demográfico 2022 ─ Etnias e línguas indígenas. Em 2022, após mudanças na metodologia, o IBGE reconheceu mais etnias e identificou mais línguas faladas em todo o país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em todo o país, há 391 etnias e 295 línguas indígenas faladas. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE), no Censo Demográfico 2022 ─ Etnias e línguas indígenas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/IBGE-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-Brasil.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/IBGE-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2022, <strong>após mudanças na metodologia, o IBGE reconheceu mais etnias e identificou mais línguas faladas em todo o país do que as registradas em 2010</strong>, ano do recenseamento anterior. Em 2010, foram identificadas 305 etnias e 274 línguas.</p>
<p>Segundo o Censo, 1.694.836 pessoas indígenas vivem em 4.833 municípios do país<strong>.</strong> Os indígenas representam 0,83% do total de 203 milhões de habitantes no Brasil. Em números, <strong>em 12 anos, houve um aumento de 896.917 indígenas, o equivale a um aumento de 88,82%</strong>.</p>
<p><strong>Etnias indígenas mais populosas do Brasil:</strong></p>
<ul>
<li><strong>1ª &#8211; Tikuna: 74.061 pessoas;</strong></li>
<li><strong>2ª &#8211; Kokama: 64.327;</strong></li>
<li><strong>3ª &#8211; Makuxí: 53.446.</strong></li>
</ul>
<p><strong>Línguas indígenas mais faladas do Brasil:</strong></p>
<ul>
<li><strong>1ª &#8211; Tikúna: 51.978 falantes;</strong></li>
<li><strong>2ª &#8211; Guarani Kaiowá: 38.658;</strong></li>
<li><strong>3ª &#8211; Guajajara: 29.212.</strong></li>
</ul>
<p>De acordo com IBGE, cada etnia indígena é definida por afinidades linguísticas, culturais e/ou sociais. No caso das línguas, foram consideradas aquelas utilizadas para a comunicação nos domicílios.</p>
<p>Na pesquisa, foram consideradas demandas feitas pelos próprios povos sobre dados que são importantes para as comunidades. Para a Gerente de Povos e Comunidades Tradicionais e Grupos Populacionais Específicos da Diretoria de Pesquisas do IBGE, Marta Antunes, <strong>os dados divulgados poderão ajudar na elaboração e implementação de políticas públicas mais adequadas a cada povo indígena</strong>.</p>
<p>“Agora, a gente vai poder olhar para cada povo de forma individualizada e compreender onde ele se situa, se ele teve acesso à terra indígena, se ele reside fora de terra indígena, se ele está em situação urbana, se ele está em situação rural, permitindo que a adaptação étnica e cultural das políticas públicas leve em consideração tanto a etnia, quanto onde ela está localizada”, explica.</p>
<h2>Etnias brasileiras</h2>
<p><strong>Do total de pessoas indígenas, 73,08% declarou pertencer a uma etnia e 1,43% disse pertencer a duas etnias</strong>. Entre os demais, 9,85% não declararam nenhuma etnia e 13,05% disseram não saber. A declaração de 1,60% foi considerada pelo IBGE como mal definida, e a de 0,98%, não determinada.</p>
<p>A maior parte dos percentuais permaneceu praticamente a mesma em relação a 2010, mas houve uma redução daqueles que não sabiam a etnia a qual pertencem, que, em 2010, eram 16,41%; e um aumento daqueles que não a declararam ─ em 2010 foram 6%.</p>
<p>Segundo o IBGE, foram feitas algumas modificações na metodologia que impactaram na variação no número de etnias entre 2010 e 2022. Entre elas, 25 etnias foram desagregadas em relação a 2010, oito etnias que em 2010 estavam organizadas como outras etnias das Américas estão, agora, apresentadas de forma individualizada. Além disso, uma etnia foi inserida para agregar duas etnias apresentadas de forma isolada em 2010, e 73 novos etnônimos foram inseridos como etnias em 2022.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=408784:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/IBGE-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-Brasil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Belém (PA) 13/12/2024 - Show da cantora de música indígena Dijuena Tikuna no Festival Psica 2024, na Cidade Velha. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/IBGE-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-Brasil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Belém (PA) 13/12/2024 - Show da cantora de música indígena Dijuena Tikuna no Festival Psica 2024, na Cidade Velha. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=408784 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=408784-->Indígenas acompanham show da cantora Dijuena Tikuna no Festival Psica 2024, em Belém <strong>Foto:</strong> <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=408784--></h6>
</p>
</div>
<h2>Onde estão?</h2>
<p>Em 2010, segundo o último Censo, a maioria da população indígena vivia em áreas rurais ─ 63,78%. Em 2022, o cenário era o contrário, com a maioria (53,97%) em áreas urbanas.</p>
<p><strong>A cidade de São Paulo, a maior da América Latina, é a que concentra também o maior número de etnias indígenas, 194</strong>; seguida por Manaus, 186; Rio de Janeiro, 176; Brasília, 167 e Salvador, 142. Fora das capitais, destacam-se em número de etnias Campinas (SP), 96; Santarém (PA), 87; e, Iranduba (AM), com 77 etnias.</p>
<p>Ao todo, dentro de terras indígenas (TIs), foram registrados 335 etnias, povos ou grupos indígenas em 2022, número acima daquele registrado em 2010, que foi 250. Já fora de terras indígenas foram contabilizadas 373 etnias, povos ou grupos indígenas em 2022, contra 300 em 2010.</p>
<p>Dentro das terras indígenas, o maior número de etnias identificadas no Censo 2022 está no Amazonas: 95. Em 2010, no estado, foram identificadas 75. O Amazonas é seguido por Pará, com 88 etnias em 2022, contra 57 em 2010; Mato Grosso, com 79 (eram 64 em 2010); Rondônia, com 69 (em 2010, eram 46); e, Roraima, com 62, contra 28 no Censo anterior.</p>
<p><strong>A maior etnia do Brasil é Tikúna, composta por 74.061 pessoas. </strong>Dessas, a maioria (71,13%) está em terras indígenas. Em seguida, Kokama conta com uma população de 64.327 pessoas, mas apenas 12,89% vivendo em terras indígenas. Os demais 67,65% fora das terras indígenas em áreas urbanas, e 19,47% fora de TIs em áreas rurais. Makuxí aparece em terceiro lugar, com 53.446 pessoas, sendo que 68,31% delas reside em TIs; e, Guarani Kaiowá, em quarto, com 50.034, sendo que 70,46% vivem em TIs.</p>
<h2>Línguas indígenas</h2>
<p>Assim como ocorreu com a captação das etnias indígenas, o IBGE destaca que houve um aprimoramento da captação das línguas, o que impactou no registro do aumento das línguas faladas no Brasil entre 2010 e 2022.</p>
<p>De acordo com o gerente de Territórios Tradicionais e Áreas Protegidas do IBGE, Fernando Damasco, <strong>parte do aumento se deve também a um trabalho dos próprios indígenas do resgate das línguas, além de processos migratórios</strong>.</p>
<p>“Quando a gente vai olhando, uma a uma, a gente vai entendendo. Tem situações bem específicas. Além disso, tem as línguas que foram acrescentadas a partir do processo migratório. Tem línguas predominantes de outros países. É o caso, por exemplo, do Warao, que não era frequente em 2010, mas, por conta da migração venezuelana, na última década, que foi muito significativa, a gente tem um incremento enorme de população Warao”, diz.</p>
<p><strong>A língua Tikúna foi a que registrou o maior quantitativo de pessoas indígenas falantes, com 51.978 pessoas</strong>, sendo 87,69% residentes dentro de TIs, seguida por Guarani Kaiowá com 38.658 falantes, a maioria residindo dentro de TIs (81,83%); e Guajajara, com 29.212 pessoas, a maioria em TIs (90,43%). Nheengatu é a língua indígena mais falada em áreas urbanas, com 13.070 falantes, 41,94% deles, em cidades. </p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=395260:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1761311885_839_IBGE-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-Brasil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, (DF), 08.08.2024 - Lideranças indígenas Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul realizam ato pelo fim do massacre em curso na TI Panambi – Lagoa Rica. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1761311885_839_IBGE-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-Brasil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, (DF), 08.08.2024 - Lideranças indígenas Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul realizam ato pelo fim do massacre em curso na TI Panambi – Lagoa Rica. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=395260 --></div>
<p><h6 class="meta">Lideranças indígenas Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul em protesto em Brasília pelo fim do massacre na TI Panambi <strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=395260--></h6>
</p>
</div>
<h2>Dentro e fora das TIs</h2>
<p>Em relação ao total de 295 línguas faladas em todo o território brasileiros, 248 são faladas em TIs. Esse número aumentou em relação a 2010, quando eram 214 línguas faladas nas terras indígenas. <strong>Ao todo, em 1.990 municípios, pelo menos uma pessoa indígena com dois anos ou mais de idade fala língua indígena.</strong></p>
<p>Os dados mostram que, em 2022, <strong>474.856 pessoas, o equivalente a 29,19% da população indígena com 2 anos ou mais no Brasil, falavam ou utilizavam línguas indígenas no domicílio</strong>. Desse total, a maioria, de 372.001 (78,34%), estavam em terras indígenas. Esse quantitativo, por sua vez, representa 63,35% de toda a população indígena que vive nas TIs.</p>
<p>Fora das TIs, em áreas urbanas ou rurais, há 102.855 falantes de línguas indígenas, o que corresponde a 21,66% do total de falantes. Nas cidades, são 68.675 (8,36% do total de falantes) e, nas áreas rurais, 34.180 (15,67%).</p>
<p><strong>Manaus é o município que concentra a maior quantidade de línguas indígenas declaradas, 99</strong>; seguido por São Paulo, com 78 línguas indígenas declaradas; e por Brasília, com 61 línguas indígenas declaradas. Fora das capitais, os destaques são São Gabriel da Cachoeira (AM), com 68 línguas indígenas; Altamira (PA); com 33; e Iranduba (AM), com 31.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/ibge-391-etnias-indigenas-falam-295-linguas-no-brasil</p>
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		<item>
		<title>Terminam dia 10 as inscrições para 58 vagas temporárias do IBGE</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/terminam-dia-10-as-inscricoes-para-58-vagas-temporarias-do-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 17:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Os interessados em concorrer a uma das 58 vagas do cargo de agente de pesquisas e mapeamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm até as 17h da próxima quarta-feira (10) para se inscrever no processo seletivo simplificado. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas apenas de forma presencial em um posto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os interessados em concorrer a uma das 58 vagas do cargo de agente de pesquisas e mapeamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm até as 17h da próxima quarta-feira (10) para se inscrever no processo seletivo simplificado. <strong>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas apenas de forma presencial em um posto do IBGE.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Terminam-dia-10-as-inscricoes-para-58-vagas-temporarias-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Terminam-dia-10-as-inscricoes-para-58-vagas-temporarias-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o <a href="https://ftp.ibge.gov.br/edital/PSS_Censo_2022/PSS_Complementar_Censo_2022/03_2025/Edital_03_2025_Final.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">edital</a>, as vagas estão distribuídas em 28 municípios:     </p>
<ul>
<li>      Espírito Santo: Colatina (3); São Mateus (1);</li>
<li>      Minas Gerais: Cambuí (2), Divinópolis (2), Patrocínio (2), Paracatu (2);</li>
<li>      Mato Grosso: Sinop (2);</li>
<li>      Mato Grosso do Sul: Aquidauana (1), Ponta Porã (1), Nova Andradina (1);</li>
<li>      Paraná: Arapongas (2), Assis Chateaubriand (2), Jaguariaiva (1), Pitanga (1), Rio Negro (1), Santo Antônio da Platina (1), São José dos Pinhais (2), São Mateus do Sul (1), Telêmaco Borba (1);</li>
<li>      Santa Catarina: Florianópolis (8), Itajaí (1), Lages (5), São Miguel do Oeste (5);</li>
<li>      São Paulo: Araçatuba (2), Itu (2), Rio Claro (2), São Carlos (2), São José do Rio Pardo (2).</li>
</ul>
<p>Candidatos autodeclarados pretos e pardos e pessoas com deficiência (PCD) podem concorrer em reserva de vagas, conforme a legislação brasileira.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<p><strong>As inscrições deverão ser feitas apenas de forma presencial, em um posto de inscrição vinculado à vaga, conforme os endereços apontados no edital, para mais de uma localidade, entre as listadas.</strong></p>
<p>No ato de inscrição, deve ser entregue apenas o formulário, disponível no edital, devidamente preenchido e assinado.</p>
<p><strong>Os candidatos com deficiência devem entregar, junto com o formulário de inscrição, o laudo médico que ateste a condição relatada.</strong></p>
<h2>Requisitos</h2>
<p>O pré-requisito para a função de Agente de Pesquisas e Mapeamento é o ensino médio completo, idade mínima de 18 anos completos, na data de contratação, e ter nacionalidade brasileira ou portuguesa.</p>
<p><strong>Os contratos temporários terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período até o contrato atingir a duração de 1 ano.</strong></p>
<p>As renovações e rescisões dos contratos estarão condicionadas ao cronograma da coleta de dados e à avaliação de desempenho individual do contratado. Além da necessidade do trabalho do IBGE, a vigência dos contratos temporários dependerá da disponibilidade de recursos orçamentários.</p>
<p><strong>A remuneração mensal do agente de pesquisas e mapeamento será de R$ 2.676,24, com o auxílio alimentação no valor de R$ 1 mil, acrescido de auxílio transporte e auxílio pré-escolar, quando for o caso.</strong></p>
<p><strong>Cronograma:</strong></p>
<ul>
<li>      período de inscrições presenciais: 1 a 10 de setembro (das 08h às 17h);</li>
<li>      divulgação da relação preliminar dos candidatos inscritos [ampla concorrência (AC), pessoas com deficiência (PCD) e pessoas pretas e pretas (PPP): 16 de setembro;</li>
<li>      interposição de recursos contra a relação preliminar dos candidatos inscritos (AC, PCD e PPP): 17 e 18 de setembro;</li>
<li>     divulgação da relação definitiva dos candidatos inscritos: 22 de setembro;</li>
<li>     divulgação do resultado preliminar da análise de títulos e do parecer da equipe multiprofissional: 22 de setembro;</li>
<li>     interposição de recursos contra o resultado preliminar da análise de títulos e o parecer da equipe multiprofissional: 23 e 24 de setembro.</li>
</ul>
<p><strong>A divulgação do resultado final do processo seletivo está prevista para 26 de setembro.</strong></p>
<p>Mais detalhes podem ser encontrados no <a href="https://ftp.ibge.gov.br/edital/PSS_Censo_2022/PSS_Complementar_Censo_2022/03_2025/Edital_03_2025_Final.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">edital</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/terminam-dia-10-inscricoes-para-58-vagas-temporarias-do-ibge</p>
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		<item>
		<title>Indústria recua em nove locais pesquisados pelo IBGE</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/industria-recua-em-nove-locais-pesquisados-pelo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 13:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[De março para abril deste ano, a produção industrial caiu em nove dos 15 locais estudados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro, as maiores quedas foram observadas no Ceará (-3,9%) e Espírito Santo (-3,5%).  Também apresentaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>De março para abril deste ano, a produção industrial caiu em nove dos 15 locais estudados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro, as maiores quedas foram observadas no Ceará (-3,9%) e Espírito Santo (-3,5%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Industria-recua-em-nove-locais-pesquisados-pelo-IBGE.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Industria-recua-em-nove-locais-pesquisados-pelo-IBGE.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p> Também apresentaram resultados negativos os estados do Rio de Janeiro (-1,9%), São Paulo (-1,7%), Mato Grosso (-1,4%), Amazonas (-1,3%), Pará (-0,8%), Minas Gerais (-0,3%) e Paraná (-0,1%).</p>
<p>Paralelamente, seis locais tiveram aumento na produção e garantiram que a indústria nacional tivesse um crescimento de 0,1% no período. O destaque foi Pernambuco, que cresceu 31,3%.</p>
<p>Outros estados com alta foram Goiás (4,6%), Bahia (0,5%), Rio Grande do Sul (0,1%) e Santa Catarina (0,1%). A Região Nordeste, única que é pesquisada de forma conjunta pelo IBGE, apresentou avanço de 7,2% na produção.</p>
<h2>Outras comparações</h2>
<p>Nos demais tipos de comparação, ou seja, em relação ao mesmo mês do ano passado, no acumulado do ano e no acumulado em 12 meses, o IBGE também analisa as indústrias do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Maranhão. São, portanto, 18 locais analisados.</p>
<p>Em relação a abril de 2024, 11 de 18 locais apresentaram queda, assim como a média nacional de -0,3%. Os principais recuos ocorreram do Rio Grande do Norte (-12,9%), Mato Grosso do Sul (-9%), Rio Grande do Sul (-7,1%), São Paulo (-5,3%) e Ceará (-5,3%). Sete locais tiveram alta, com destaque para o Pará (27,3%).</p>
<p>No acumulado do ano, apesar da alta de 1,4% da indústria nacional, dez locais apresentaram recuo, entre eles Rio Grande do Norte (-18,2%) e Pernambuco (-15,9%). Oito tiveram crescimento, sendo que o Pará, mais uma vez, apresentou o melhor desempenho (10%).</p>
<p>Já no acumulado dos últimos 12 meses, o setor industrial avançou 2,4%, com taxas positivas em doze dos 18 locais analisados, com destaque para o Pará (9%), Santa Catarina (7,4%) e Paraná (5,6%). Dos seis locais em queda, os resultados mais expressivos foram observados no Rio Grande do Norte (-6,6%) e no Espírito Santo (-5,2%).</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/industria-recua-em-nove-locais-pesquisados-pelo-ibge</p>
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		<title>Inflação oficial recua para 0,26% em maio deste ano, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:08:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,26% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas em abril deste ano (0,43%) e em maio do ano passado (0,46%). Segundo os dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,26% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas em abril deste ano (0,43%) e em maio do ano passado (0,46%).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Inflacao-oficial-recua-para-026-em-maio-deste-ano-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Inflacao-oficial-recua-para-026-em-maio-deste-ano-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo os dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial acumula taxas de 2,75% no ano e de 5,32% em 12 meses.</p>
<p><strong>O grupo de despesas habitação apresentou o maior impacto na taxa de inflação do mês, com uma alta de preços de 1,19%, influenciada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial (3,62%).</strong></p>
<blockquote>
<p>“Além do reajuste em algumas áreas pesquisadas, e aumento nas alíquotas de PIS/COFINS, esteve vigente no mês de maio a bandeira tarifária amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 na conta de luz a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumido”, afirmou o pesquisador do IBGE Fernando Gonçalves.</p>
</blockquote>
<p>Também houve aumento nos custos do gás encanado (0,25%) e da taxa de água e esgoto (0,77%).</p>
<p><strong>Por outro lado, a deflação (queda de preços) de 0,37% nos transportes e a perda de ritmo da inflação da alimentação (que passou de 0,82% em abril para 0,17% em maio) colaboraram para o recuo da inflação oficial no mês.</strong></p>
<p>Nos transportes (que tiveram deflação de 0,38% em abril), houve queda de preços de passagens aéreas (-11,31%), gasolina (-0,66%), óleo diesel (-1,30%), etanol (-0,91%) e gás veicular (-0,83%).</p>
<p><strong>Já no grupo alimentação, os principais responsáveis pelo recuo da taxa de inflação foram as quedas de preços do tomate (-13,52%), do arroz (-4%), do ovo de galinha (-3,98%) e das frutas (-1,67%).</strong></p>
<p>Entre os demais grupos de despesas, houve deflação nos artigos de residência (-0,27%) e quedas na taxa de inflação nos grupos vestuário (que passou de 1,02% em abril para 0,41% em maio), saúde e cuidados pessoais (de 1,18% para 0,54%), despesas pessoais (de 0,54% para 0,35%) e comunicação (de 0,69% para 0,07%). Educação manteve a taxa de 0,05% de abril para maio.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/inflacao-oficial-recua-para-026-em-maio-deste-ano-diz-ibge</p>
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		<title>IBGE reúne 30 países em Fortaleza para discutir integração de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 12:01:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Debates sobre indicadores de áreas como saúde, educação, trabalho, desigualdade e meio ambiente vão integrar o Triplo Fórum Internacional de Governança do Sul Global, na cidade de Fortaleza (CE), entre os dias 11 e 13 de junho.  O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o governo local [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Debates sobre indicadores de áreas como saúde, educação, trabalho, desigualdade e meio ambiente vão integrar o Triplo Fórum Internacional de Governança do Sul Global, na cidade de Fortaleza (CE), entre os dias 11 e 13 de junho. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/IBGE-reune-30-paises-em-Fortaleza-para-discutir-integracao-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/IBGE-reune-30-paises-em-Fortaleza-para-discutir-integracao-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o governo local e apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).</p>
<p><strong>Está prevista a participação de mais de 100 conferencistas brasileiros e estrangeiros, que tratarão de novos indicadores em relação ao Sul Global na “era digital”.</strong> Representantes de pelo menos 30 países já confirmaram presença no evento. As inscrições, que são gratuitas, estão abertas até o próximo dia 8 (<a href="https://loja.ibge.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Inscreva-se aqui</a>) .</p>
<p>Neste mês em que o IBGE completou 89 anos, o presidente do instituto, Marcio Pochmann, entende que será uma possibilidade de troca de experiências que deve interessar a estudantes de diferentes áreas e níveis de formação. </p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, Pochmann destacou que existem desafios importantes que países em desenvolvimento enfrentam em relação à soberania dos dados. Confira abaixo a entrevista:</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O IBGE atravessa um desafio tão grande do ponto de vista de gestão dos dados como na época em que foi criado, no século passado?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Nós estamos partindo de um posto avançado. Estamos falando de uma instituição que tem quase 11 mil servidores. É uma das instituições de pesquisa, estatística e geografia maiores do mundo, inclusive. É uma referência internacional, uma instituição que tem 566 agências distribuídas, Não há outra instituição no Brasil com essa representatividade. São 27 superintendências. </p>
<p>O IBGE tem credibilidade e é uma das pouquíssimas instituições que entra na casa dos brasileiros. Há o sigilo estatístico. As informações não são passadas para ninguém porque a gente trabalha no conjunto dos brasileiros. Não na especificidade ou na individualidade. Isso já é uma base muito importante que nos dá condições de avançar para um desafio que me parece mais importante, que é a integração dos vários bancos de dados do país.</p>
<p>O IBGE é como o grande coordenador do Sistema Nacional geoestatístico, que nos daria condições de integrar dados da saúde, como o DataSus, dados tributários e também dos beneficiários de programas sociais, o CADúnico.</p>
<p>O Brasil tem uma riqueza de informações, de dados, mas eles não estão integrados. E o IBGE pode, então, fazer isso e nos daria mais informações para quem toma decisão, seja no setor privado, seja o prefeito, o governador, o presidente. Nós estamos vivendo também um período de disputa. Hoje temos empresas estrangeiras que utilizam as informações prestadas nas redes sociais para ter acesso mais rápido aos dados dos brasileiros do que o próprio IBGE. </p>
<p>Essa é questão sobre a soberania de dados. É dramático um país que não tem a soberania dos seus próprios dados, que tem empresas estrangeiras, que têm mais informação daquele país. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; Esse não é um desafio só brasileiro. No evento em Fortaleza, a ideia é também tratar dessas questões?</p>
<p><strong>Márcio Pochmann</strong> &#8211; Esse é um destaque importante do ponto de vista do protagonismo que o IBGE está tendo no plano internacional. Neste ano, O IBGE foi eleito pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas para passar a fazer parte da elite do Sistema Estatístico internacional. </p>
<p>Ao mesmo tempo, o IBGE vem também protagonizando a coordenação dos institutos de estatística em diferentes blocos de país. No ano passado, coordenou o bloco de país do G20, fazendo questões de discussão metodológica sobre, por exemplo, as pessoas em situação de rua. </p>
<p>O Brasil hoje lidera o Brics [grupo formado por 11 países] e também o grupo de países do Mercosul. Nesse sentido, o IBGE está reunindo os institutos nacionais estatísticos, representantes dos sistemas dos países dos Brics, daqueles em língua portuguesa, e também do Mercosul. </p>
<p>Estamos vivendo um momento excepcional no mundo, que é o deslocamento do centro dinâmico do Ocidente para o Oriente e do Norte para o Sul. </p>
<p>O Brasil está tendo o protagonismo de trazer essa discussão a respeito de quais são as especificidades do Sul global em relação a temas como desigualdade. </p>
<p>Olha-se a partir do Sul global, que são países que têm florestas. </p>
<p>Nós temos hoje uma situação em que os direitos trabalhistas, o salário, o reconhecimento é apenas para quem trabalha fora de casa. Mas quem está em casa não tem reconhecimento.</p>
<p>Essa é uma realidade de muitos países do Sul global. Então, são temas que estamos trazendo, as oportunidades de trabalho na era digital, especialmente para jovens.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O evento terá representantes de 30 países. Existem temas prioritários?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Nós vamos trazer pelo menos 35 temas amplos. E é um convite para a juventude brasileira se envolver nessa temática. Que terá a presença de pesquisadores, estudiosos, gestores.</p>
<p>Talvez seja o maior evento realizado até agora no âmbito do Sul global. Foi até por isso que o IBGE divulgou um mapa invertido que causou discussão no Brasil.</p>
<p>É um mapa em que o Brasil está no centro do mundo e não na parte inferior do planeta. Hoje, o Brasil tem um protagonismo que, talvez no passado, nunca teve, Mas esse protagonismo tem que ter responsabilidade do ponto de vista do encaminhamento de questões que são fundamentais para a humanidade.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O evento, então, tratará desses desafios comuns?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Haverá uma quantidade expressiva de pesquisadores e gestores de um conjunto equivalente a 30 países. É uma convergência para pensar o mundo a partir do Sul global, a partir da nossa realidade em transformação, de temas como a queda na taxa de fecundidade e o crescimento menor da população. </p>
<p>Temos as questões ambientais, as relativas ao tipo de desenvolvimento das cidades, assuntos ligados à juventude, ao emprego, às condições de acesso à educação. </p>
<p>Trata-se de uma pauta muito grande, mas de interesse nacional, inclusive de jovens que estão no ensino médio, superior ou na pós-graduação.</p>
<p>Mas também gestores do município e brasileiros envolvidos com o setor privado. É um evento que vai marcar época na medida em que estamos pensando além do Brasil, em função da realidade, do dinamismo do Sul global, que hoje responde a mais de 70% do crescimento do mundo. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; Por que é importante essa integração de dados entre os países?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Na reunião dos Brics, que ocorreu em Cazã (Rússia), no final do ano passado, houve um documento que disciplinou a questão estatística. </p>
<p>O Brics precisa ter, na verdade, grande referência em indicadores. Estamos autorizados, nesse sentido, a avançar na temática dos indicadores de dados. Mas também na integração metodológica, que permitiria certa uniformidade nas informações.</p>
<p>Não adianta, às vezes, você ter uma informação que é importante para o país, mas sem poder comparar com outros países.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; A discussão que o senhor tem levantado, sobre a necessidade de soberania dos dados, é uma preocupação também do Sul global?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Estamos falando de países que têm uma disposição de oferecer alternativas ao modelo que veem hoje nos Estados Unidos.</p>
<p>É um modelo eficiente do ponto de vista da comunicação do acesso à informação, No caso dos Estados Unidos, há uma lei que obriga as grandes empresas, chamadas big techs, a disponibilizar seus dados toda vez que o Departamento de Estado exigir. </p>
<p>O IBGE, por exemplo, está fazendo um deslocamento dos seus bancos de dados para o Serpro, que é uma empresa pública e nacional. Essa preocupação, obviamente, com a questão da soberania, interessa ao Brasil, mas está relacionada aos demais países que não dispõem dessas empresas, dependem de empresas do exterior.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; Quanto menos acesso a essa soberania de dados, mais vulnerável fica a sociedade, certo?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Exatamente, porque você não controla a informação. Alguém do exterior tem mais informações da realidade brasileira. Há empresas que têm a fotografia e o vídeo de nossas cidades.</p>
<p>No início do século 20, a preocupação foi pela soberania econômica. Agora, a questão é da soberania de dados. Isso assumiu uma centralidade muito grande.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O senhor pode falar também sobre o que podemos aprender com outras experiências?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Temos a experiência avançada aqui no âmbito da América Latina. A Colômbia, por exemplo, tem um centro importante de produção de dados com metodologias inovadoras. Nós temos a experiência da China, por exemplo, que tem feito pesquisas muito oportunas no âmbito da chamada economia digital. </p>
<p>Não se pergunta mais se a pessoa trabalha ou não trabalha. Pergunta-se se ela leva uma renda para casa. Esse tipo de inovação metodológica, tecnológica, é fundamental para melhorar a pesquisa que o IBGE faz.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; E dados representam recursos e participação efetiva da comunidade com a gestão pública, não é?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Sem dúvida. O nosso papel também é de reduzir custos e gastos para fazer essas pesquisas. Por exemplo, o IBGE é responsável pela produção do Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse indicador é um levantamento que é feito por cerca de 2 mil pessoas, que estão em dez regiões metropolitanas. </p>
<p>É um trabalho rigoroso, técnico e fundamental. Nesse sentido, estamos avançando nas chamadas pesquisas experimentais, em passar a utilizar preços de nota fiscal eletrônica. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>  &#8211; Os debates desse evento em Fortaleza servirão para intercâmbios na reunião do Brics, no Rio de Janeiro [nos dias 6 e 7 de julho]? Para a COP30 também, em novembro [em Belém], certo?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; O Fórum tem esse papel de gerar subsídios que possam, na verdade, ser avaliados pelos chefes de Estado nas suas declarações. Como também gerar subsídios para a COP, que é um evento fundamental que vai discutir a temática climática.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/ibge-reune-30-paises-em-fortaleza-para-discutir-integracao-de-dados-0</p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação oficial recua para 0,36% em maio, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2025 12:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,36% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas nas prévias do mês anterior (0,43%) e de maio de 2024 (0,44%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,36% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas nas prévias do mês anterior (0,43%) e de maio de 2024 (0,44%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Previa-da-inflacao-oficial-recua-para-036-em-maio-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Previa-da-inflacao-oficial-recua-para-036-em-maio-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com o resultado o IPCA-15 acumula taxa de 2,80% no ano. Em 12 meses, o IPCA-15 acumulado chega a 5,40%, abaixo dos 5,49% acumulados até abril deste ano.</p>
<p>Em maio, sete dos nove grupos de despesas apresentaram inflação. Os destaques ficaram com saúde e cuidados pessoais (0,91%) e habitação (0,67%).</p>
<p>Em saúde e cuidados pessoais, a inflação foi puxada pelos produtos farmacêuticos, que tiveram alta de preços de 1,93%. No grupo habitação, as principais influências vieram de energia elétrica residencial (1,68%), principal impacto individual do IPCA-15, e água e esgoto (0,51%).</p>
<p>Os alimentos tiveram inflação de 0,39%, abaixo do 1,14% da prévia de abril. Também apresentaram alta de preços no mês, os grupos de despesa vestuário (0,92%), despesas pessoais (0,50%), comunicação (0,27%) e educação (0,09%).</p>
<p>Por outro lado, os grupos transportes e artigos de residência registraram deflação (queda de preços) e ajudaram a frear a inflação na prévia do mês.</p>
<p>Em transportes, a taxa caiu 0,29%, puxada por recuos na passagem aérea (-11,18%) e ônibus urbano (-1,24%). Já artigos de residência tiveram queda de preços de 0,07%.</p>
<p>O IPCA-15 é calculado com base em preços coletados nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.</p>
<p>A prévia de maio se baseia em preços coletados no período de 15 de abril a 15 de maio de 2025 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 14 de abril de 2025 (base).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/previa-da-inflacao-oficial-recua-para-036-em-maio-diz-ibge</p>
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		<item>
		<title>Salário na construção recua 22% em dez anos, diz IBGE</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 13:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A média dos rendimentos dos trabalhadores da construção civil, medida em salários mínimos, recuou 22% em uma década.  Segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média salarial caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A média dos rendimentos dos trabalhadores da construção civil, medida em salários mínimos, recuou 22% em uma década. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-IBGE.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-IBGE.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a <strong>média salarial caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023.</strong></p>
<p>“Essa perda é muito impulsionada pela perda do salário médio do segmento de obras de infraestrutura, que tinha, lá em 2014, 3,7 salários mínimos pagos por pessoa por mês. Esse foi o maior valor da série histórica [iniciada em 2007]. E a gente vê uma perda desse salário pago, ao longo dos anos”, explica o pesquisador do IBGE Marcelo Miranda.</p>
<p><strong>O segmento de obras de infraestrutura – que inclui construções de rodovias, ferrovias e estruturas de água, esgoto e eletricidade –, continua tendo os maiores salários.</strong> De 2014 para 2023, no entanto, a perda salarial do segmento chegou a 1,1 salário mínimo (-29%), já que, em 2023, a média salarial ficou em 2,6 salários.</p>
<p>Os segmentos de construção de edifícios e de serviços especializados – como acabamento, demolições, instalações elétricas e preparação de terreno – também tiveram quedas, porém mais moderadas.</p>
<p><strong>Os salários do segmento de construção de edifícios caíram 17%, ao passarem de 2,3 para 1,9 salário mínimo</strong>. <strong>Já no segmento de serviços especializados a queda foi de 9%, já que passou de 2,2 para 2,0 salários mínimos.</strong></p>
<h2>Empregos</h2>
<p><strong>A pesquisa mostrou que o número de postos de trabalho na construção em 2023 (2,5 milhões) também caiu em relação a 2014 (-15%). No entanto, houve uma recuperação em relação à 2020, ano de início da pandemia de covid-19, com aumento de 25%.</strong></p>
<p>Em relação a 2014, apenas o segmento de serviços especializados teve crescimento (4%), enquanto os demais tiveram queda: construção de edifícios (-29%) e obras de infraestrutura (-20%).<br /> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=262254:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-IBGE.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Trabalhadores da construção civil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo" title="Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-IBGE.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Trabalhadores da construção civil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo" title="Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo"/></noscript><br />
    <!-- END scald=262254 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=262254-->Média salarial do trabalhador da construção caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023 &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo</strong><!--END copyright=262254--><br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
</div>
<h2>Produtos</h2>
<p><strong>As 165,8 mil empresas da construção movimentaram um valor total de R$ 484,2 bilhões em 2023. </strong>As construções residenciais representaram 22% do total, em 2023. Os serviços especializados e a construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais responderam por aproximadamente 20% do total, cada um.</p>
<p><strong>As regiões Sudeste e Nordeste continuaram liderando entre as regiões com maior valor da construção, representando 49,8% e 18,1% do total nacional, respectivamente.</strong> </p>
<p>Contudo, ambas tiveram perdas na participação no total nacional em relação a 2014, quando as regiões respondiam por 52,4% e 18,6%, respectivamente. A região Norte também caiu, ao passar de 6,9% para 6,5%.</p>
<p><strong>Já a Região Sul foi a que mais ampliou sua participação no mercado da construção nacional, ao subir de 12,8% para 16,2% no período. O Centro-Oeste subiu de 9,3% para 9,4%.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge</p>
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		<item>
		<title>IBGE: taxa de desemprego cresce em 12 estados no primeiro trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 13:12:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, cresceu em 12 das 27 unidades da federação brasileiras no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2024. Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se estável. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, cresceu em 12 das 27 unidades da federação brasileiras no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2024. <strong>Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se estável.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/IBGE-taxa-de-desemprego-cresce-em-12-estados-no-primeiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/IBGE-taxa-de-desemprego-cresce-em-12-estados-no-primeiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>. O maior aumento foi observado no Piauí, que passou de 7,5% para 10,2%.</p>
<p><strong>Em seguida, aparecem os estados do Amazonas (que subiu de 8,3% para 10,1%), Pará (de 7,2% para 8,7%) e Ceará (de 6,5% para 8%).</strong> Pernambuco subiu de 10,2% para 11,6% e manteve-se como a unidade da federação com maior taxa de desemprego do país.</p>
<p>Outros estados com alta na taxa foram: Minas Gerais (de 4,3% para 5,7%), Maranhão (de 6,9% para 8,1%), Rio Grande do Norte (de 8,5% para 9,8%), Rio de Janeiro (de 8,2% para 9,3%), Mato Grosso (de 2,5% para 3,5%), Paraná (de 3,3% para 4%) e Rio Grande do Sul (de 4,5% para 5,3%).</p>
<p><strong>Com estabilidade de um trimestre para outro, Santa Catarina (3%) e Rondônia (3,1%) foram os estados que apresentaram menor taxa de desemprego.</strong></p>
<p>Já na comparação com o primeiro trimestre de 2024, 21 das 27 unidades da federação mantiveram taxas estáveis, enquanto seis tiveram queda: Bahia (de 14% para 10,9%), Espírito Santo (de 5,9% para 4%), São Paulo (de 7,4% para 5,2%), Rio de Janeiro (de 10,3% para 9,3%), Santa Catarina (de 3,8% para 3%) e Paraná (de 4,8% para 4%).</p>
<p>A taxa de desocupação nacional, divulgada em 30 de abril, ficou em 7%, a menor registrada para o período desde o início da pesquisa, em 2012. </p>
<p>O rendimento médio real mensal subiu apenas em três estados do último trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano: Rio de Janeiro (6,8%), Santa Catarina (5,8%) e Pernambuco (4,7%). Nas demais unidades da federação, permaneceu estável.</p>
<p>Já na comparação com o primeiro trimestre de 2024, o rendimento médio real em sete estados: Pernambuco (23,4%), Alagoas (13,4%), Sergipe (13,2%), Santa Catarina (1,25%), Rio Grande do Sul (6,8%), Paraná (6,4%) e Espírito Santo (4,9%). Nas demais unidades da federação, ficou estável.</p>
<h2>Cor, idade e sexo</h2>
<p><strong>A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a taxa de desemprego é maior entre os jovens: 26,4% entre aqueles de 14 a 17 anos e 14,9% entre os que têm de 18 a 24 anos.</strong> Nas demais faixas etárias, as taxas são: de 25 a 39 anos (6,5%), 40 a 59 anos (4,7%) e de 60 anos ou mais (3,1%).</p>
<p>Na comparação por sexo, as mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior (8,7%) que os homens (5,7%). No recorte por cor ou raça, os pretos têm uma taxa de 8,4% e os pardos, de 8%, enquanto entre os brancos, o índice é de apenas 5,6%.</p>
<p>Em relação ao nível de instrução, as taxas são menores entre aqueles com superior completo (3,9%) e sem instrução (5,6%). A maior taxa é observada entre aqueles com ensino médio incompleto (11,4%). As demais taxas são: fundamental incompleto (6,8%), fundamental completo (7,9%), médio completo (8%) e superior incompleto (7,9%).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/taxa-de-desemprego-cresce-em-12-estados-no-primeiro-trimestre</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>IBGE: indústria recua em sete dos 15 locais pesquisados em fevereiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ibge-industria-recua-em-sete-dos-15-locais-pesquisados-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 14:02:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sete dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentaram recuo na produção industrial na passagem de janeiro para fevereiro, conforme aponta a Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada nesta terça-feira (8). O IBGE já havia divulgado na última quarta-feira (2) que a produção da indústria brasileira como um todo caiu 0,1% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Sete dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentaram recuo na produção industrial na passagem de janeiro para fevereiro, conforme aponta a Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada nesta terça-feira (8).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/IBGE-industria-recua-em-sete-dos-15-locais-pesquisados-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/IBGE-industria-recua-em-sete-dos-15-locais-pesquisados-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O IBGE já havia divulgado na última quarta-feira (2) que a produção da indústria brasileira como um todo caiu 0,1% de janeiro para fevereiro. A divulgação desta terça-feira detalha um a um o comportamento dos locais pesquisados.</p>
<p><strong>Localidades com recuo na produção industrial:</strong></p>
<ul>
<li>Bahia: -2,6%</li>
<li>Ceará: -1,0%</li>
<li>São Paulo: -0,8%</li>
<li>Santa Catarina: -0,6%</li>
<li>Mato Grosso: -0,6%</li>
<li>Rio de Janeiro: -0,3%</li>
<li>Minas Gerais: -0,2%</li>
</ul>
<p><strong>De acordo com Bernardo Almeida, analista da pesquisa, há uma perda de intensidade na produção industrial, influenciada pela política monetária contracionista (aumento dos juros), com o objetivo de combater a inflação</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Isso acaba estreitando mais as linhas de crédito, reduzindo os investimentos e fazendo com que as tomadas de decisão na produção sejam mais cautelosas”, afirma Almeida, acrescentando que esse cenário também impacta de forma negativa o consumo das famílias.</p>
</blockquote>
<p><strong>&gt;&gt; entenda aqui por que o banco Central aumentou os juros para 14,25% ao ano.</strong></p>
<p><strong>Apesar de não ser a maior queda nominal, o resultado de São Paulo (-0,8%) foi o que exerceu maior influência no total da indústria brasileira, pois o estado representa quase um terço (32,9%) do parque industrial brasileiro. O segundo desempenho negativo mais influente no mês foi o da Bahia (-2,6%)</strong>.</p>
<p><strong>Locais que expandiram a produção:</strong></p>
<ul>
<li>Pernambuco, 6,5%</li>
<li>Paraná, 2,0%</li>
<li>Pará, 1,6%</li>
<li>Espírito Santo, 1,1%</li>
<li>Amazonas, 0,9%</li>
<li>Rio Grande do Sul, 0,5%</li>
<li>Região Nordeste, 0,5%</li>
<li>Goiás, 0,2%</li>
</ul>
<p><strong>Desses resultados, o que mais influenciou no índice nacional foi o Paraná, seguido por Pernambuco.</strong></p>
<blockquote>
<p>No acumulado de 12 meses, o IBGE identificou alta em 15 dos 18 locais pesquisados. A produção nacional se expandiu 2,6%. A maior influência ficou com São Paulo, que cresceu a produção em 2,6% no período, seguido por Santa Catarina, 7,7%. Os maiores impactos de baixa vieram do Rio de Janeiro (-1,5%) e do Espírito Santo (-4,2%) respectivamente.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/ibge-industria-recua-em-sete-dos-15-locais-pesquisados-em-fevereiro</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inovação na indústria recuou em 2023 no Brasil, diz IBGE</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/inovacao-na-industria-recuou-em-2023-no-brasil-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 13:37:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A parcela de indústrias brasileiras que inovaram em produtos ou processos ficou em 64,6% do total das empresas, em 2023. Segundo dados da Pesquisa de Inovação (Pintec) 2023, divulgada nesta quinta-feira (20), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual é inferior aos registrados em 2022 (68,1%) e em 2021 (70,5%). “A gente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A parcela de indústrias brasileiras que inovaram em produtos ou processos ficou em 64,6% do total das empresas, em 2023. Segundo dados da Pesquisa de Inovação (Pintec) 2023, divulgada nesta quinta-feira (20), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual é inferior aos registrados em 2022 (68,1%) e em 2021 (70,5%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Inovacao-na-industria-recuou-em-2023-no-Brasil-diz-IBGE.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Inovacao-na-industria-recuou-em-2023-no-Brasil-diz-IBGE.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A gente considera uma empresa inovadora aquela que, em 2023, lançou um produto novo ou substancialmente aprimorado ou um processo de negócio novo ou substancialmente aprimorado. Os dados mostram que a gente vem observando uma queda desde 2021”, explica o pesquisador do IBGE Flávio José Marques Peixoto.</p>
<p>A taxa de inovação aumenta com o porte da empresa. Em 2023, por exemplo, 73,6% das empresas com 500 funcionários ou mais apresentaram inovação. O percentual caiu para 70,8% quando analisadas apenas as empresas com 250 a 499 funcionários, e para 59,3% no caso das empresas que têm de 100 a 249 empregados.</p>
<p>Considerando-se o tipo de inovação, 34,4% das empresas inovaram tanto em produtos quanto em processos de negócios, enquanto 16,6% só fizeram inovações em processos e 13,6% só inovaram em produtos.</p>
<p>Em relação aos produtos inovadores, 68% eram novos apenas para a empresa (ou seja, já eram usados em outras empresas do mercado), 27,6% eram novidades para o mercado nacional (usado em outros países, mas não no Brasil) e 4,4% eram inovações para o mercado mundial.</p>
<p>Já em relação aos processos de negócios, 31,7% eram voltados para a organização do trabalho; 29,4% para a produção de bens ou fornecimento de serviços; 27,9% para marketing; 27,6% para processamento de informação e comunicação; 25,7% para práticas de gestão ou relações externas; 18% para contabilidade e operações administrativas e 17,2% para logística, entrega ou distribuição.</p>
<p>Dentre as empresas inovadoras, 32,9% cooperaram com outras empresas ou consumidores para fazer suas inovações. A maioria das cooperações foi com fornecedores (27,1%), consultores (22,3%), clientes (20,2%) e infraestrutura de ciência e tecnologia (19,9%).</p>
<p>Também foram observadas cooperações com outras empresas do grupo (12,4%), <em>start-ups</em> (9,9%) e até concorrentes (3,2%).</p>
<h2>Dificuldades</h2>
<p>Entre as empresas inovadoras, 47,6% encontraram problemas ou obstáculos para inovar em 2023, abaixo, por tanto, dos percentuais de 2022 (47,9%) e de 2021 (59,1%). </p>
<p>“Empresas sempre enfrentaram problemas e obstáculos na sua inovação, sejam empresas inovadoras ou não. No caso do das inovadoras, vários aspectos atrapalham, incluindo problemas no seu processo inovativo. No caso das não inovadoras, na maioria das vezes, essas questões impedem que as inovações sejam realizadas”, destaca Peixoto.</p>
<p>Em 2023, as principais dificuldades enfrentadas foram instabilidade econômica (44,2%), capacidade limitada de recursos internos (42,1%) e acirramento da concorrência (41,4%).</p>
<p>Foram constatados também problemas como mudanças nas prioridades estratégicas (37,6%), baixa atratividade da demanda (36,9%), limitações tecnológicas externas à empresa (36,4%), dificuldade em estabelecer parcerias (34,8%) e dificuldades para obtenção de apoio público (33,9%).</p>
<p>Entre as empresas não inovadoras, 21,7% encontraram problemas e obstáculos para inovar, abaixo dos 28,3% de 2022 e dos 33,9% de 2021. Os principais motivos apontados foram instabilidade econômica (21,2%), baixa atratividade da demanda (19,2%) e acirramento da concorrência (19%).</p>
<p>De acordo com o IBGE, 36,3% das empresas inovadoras utilizaram apoio público para inovar, menos que os 39% de 2022. Entre os instrumentos usados por essas indústrias, em 2023, destacam-se incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e à inovação tecnológica (26,4%), financiamento exclusivo para máquinas e equipamentos utilizados para inovar (10,5%) e financiamento a projetos de P&amp;D (6,5%).</p>
<p>“Atividades de inovação são atividades que têm riscos e certezas e, às vezes, o apoio público vem para diminuir um pouco esses riscos, principalmente no longo prazo”, ressalta o pesquisador. </p>
<blockquote>
<p>“De 2022 para 2023, praticamente todos os instrumentos tiveram uma queda, exceto o incentivo a fiscal à P&amp;D e à inovação tecnológica, ou seja, ao uso da Lei do Bem, que teve um pequenino aumento de 26,2% para 26,4%”.</p>
</blockquote>
<p>O levantamento do IBGE mostrou ainda que empresas inovadoras tiveram interesse em utilizar apoio público mas acabaram não usando. Entre os principais interesses estavam incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e à inovação tecnológica (29,7%), financiamento exclusivo para máquinas e equipamentos utilizados para inovar (25,8%) e financiamento a projetos de P&amp;D (22,5%).</p>
<h2>Pesquisa &amp; desenvolvimento</h2>
<p>O IBGE também fez um levantamento sobre as indústrias que investiram em P&amp;D no país. Em 2023, o percentual era de 34,3%, pouco abaixo da taxa do anterior (34,4%), mas acima da de 2021 (33,9%).</p>
<p>“Entre as empresas menores, teve um aumento na incidência de empresas de 100 a 249 [funcionários] que realizaram na P&amp;D, de 25,3% [em 2021 e 2022] para 26,5% [em 2023], mas houve uma queda bem razoável nas grandes empresas [acima de 500 funcionários], que vem caindo desde 2021 [quando o percentual era 56,3%], chegando agora em 50,3%”, destaca Peixoto.</p>
<p>Os setores com mais empresas que investiram em P&amp;D foram farmoquímica e farmacêutica (67,8%), equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (66,9%) e produtos químicos (63%). </p>
<p>Por outro lado, as atividades com menor taxa de dispêndio em P&amp;D foram couro, artigos de viagens e calçados (15,6%), produtos têxteis (14,3%) e produtos de madeira (10,3%).</p>
<p>Segundo o IBGE, 53,1% das empresas inovadoras investiram em P&amp;D, em 2023, acima dos percentuais de 2022 (50,6%) e de 2021 (48,1%).</p>
<p>Em relação às expectativas futuras, 59,1% das empresas inovadoras que investiram em P&amp;D planejavam manter seus dispêndios em 2024, 37,4% tinham intenção de aumentar e apenas 3,5% pretendiam diminuir esses dispêndios. Já para 2025, 49,1% pretendiam ampliar; 48,8%, manter; e 2,1%, diminuir.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/inovacao-na-industria-recuou-em-2023-no-brasil-diz-ibge</p>
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