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	<title>historiador - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Brasil no Mundo recebe o historiador João Cezar de Castro Rocha</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 14:19:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A TV Brasil leva ao ar uma edição inédita do programa Brasil no Mundo neste domingo (14), às 19h30. No estúdio no Rio de Janeiro, os jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat recebem o escritor e historiador João Cezar de Castro Rocha. Professor titular de Literatura Comparada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), João [&#8230;]]]></description>
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<p>A <strong>TV Brasil</strong> leva ao ar uma edição inédita do programa Brasil no Mundo neste domingo (14), às 19h30.<strong> No estúdio no Rio de Janeiro, os jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat recebem o escritor e historiador João Cezar de Castro Rocha.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasil-no-Mundo-recebe-o-historiador-Joao-Cezar-de-Castro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasil-no-Mundo-recebe-o-historiador-Joao-Cezar-de-Castro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Professor titular de Literatura Comparada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), João Cezar de Castro Rocha é doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutor pela Universidade de Stanford, na Califórnia, nos Estados Unidos. É autor dos livros <em>Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político</em> (2021) e <em>Bolsonarismo: Da guerra cultural ao terrorismo doméstico</em> (2023).</p>
<h2>Sobre a produção</h2>
<p>O programa Brasil no Mundo se dedica a destrinchar os grandes acontecimentos globais com a profundidade que cada tema exige. Conduzido pelos jornalistas especialistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat, apresenta análises consistentes e, a cada edição, recebe um convidado que contribui para ampliar a compreensão do cenário internacional e de seus reflexos na sociedade.</p>
<p>Com exibição semanal na <strong>TV Brasil</strong> sempre aos domingos, às 19h30, o programa tem duração de uma hora.</p>
<p>Cristina Serra atua como jornalista há cerca de 40 anos, tendo trabalhado na Globo por 26 anos, como correspondente em Nova Iorque, entre outras funções. O jornalista Jamil Chade trabalha há duas décadas como correspondente de diversos veículos no escritório da Organização das Nações Unidas em Genebra, período em que contribuiu com BBC, CNN, Guardian e veículos brasileiros. Já Yan Boechat cobre conflitos internacionais há 20 anos para diversos veículos, como Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Já fez reportagens in loco na África, Oriente Médio, Rússia e América Latina.</p>
<p>O programa já entrevistou personalidades como a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva; o embaixador André Correa do Lago, presidente da COP30 e o geógrafo Elias Jabbour.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/brasil-no-mundo-recebe-o-historiador-joao-cezar-de-castro-rocha</p>
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		<title>No Dr com Demori, historiador analisa política e desafios para 2026</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/no-dr-com-demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 10:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa DR com Demori. Na entrevista, o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na TV Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa <em>DR com Demori</em>. </strong>Na entrevista, <strong>o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026</strong>. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na <strong>TV Brasil</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Diretor do Instituto Futuro, iniciativa voltada à renovação das ideias progressistas e ao combate à desigualdade social, Juliano Medeiros tem uma trajetória política ligada aos movimentos sociais. Foi presidente nacional do PSOL entre 2017 e 2023.</p>
<p><strong>Por isso, comenta que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro não representa o fim “do bolsonarismo no país”</strong>. “Vai se reinventar. Talvez a extrema direita assuma outro nome [&#8230;], mas a verdade é que é um marco importante, porque, em outros países, as instituições não conseguiram dar essa resposta”, diz.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446464:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446464 --></div>
<p><h6 class="meta">Historiador e cientista político Juliano Medeiros é o convidado do programa DR com Demori &#8211; <strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446464--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>A agenda climática também fez parte da conversa desta edição do <em>DR com Demori</em></strong>. Ao programa, Juliano Medeiros comenta a dificuldade de trazer o tema ao debate político. “Eu não vejo nenhum outro caminho para combater a desigualdade social que não seja enfrentando a crise climática. Nós temos uma oportunidade, mas, para isso, é preciso pensar um pouquinho fora da caixa”, afirma.</p>
<p>Após a exibição na TV Brasil, o <em>DR com Demori </em>também fica disponível, na íntegra, no <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLuP7SQK7lt1b3Z5q8UyyDusVdhS0WNwOk" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a> e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na <strong>Rádio MEC</strong>, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de <em>podcast </em>no Spotify.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O programa <em>Dando a Real com Leandro Demori</em>, ou simplesmente <em>DR com Demori</em>, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da<strong> TV Brasil</strong>.</p>
<p>Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da <strong>TV Brasil</strong> pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba <a href="https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a> como sintonizar.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/no-dr-com-demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para-2026</p>
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		<title>Prisão de militares revela amadurecimento democrático, diz historiador</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/prisao-de-militares-revela-amadurecimento-democratico-diz-historiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 10:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O histórico início de cumprimento de prisão de oficiais-generais, condenados pela participação na trama golpista, significa que há um “amadurecimento da democracia” no país. Essa foi a avaliação do professor de história Mateus Gamba Torres, da Universidade de Brasília (UnB), em entrevista ao telejornal Repórter Brasil, da TV Brasil, nesta quarta (26). Confira a entrevista do Repórter Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O histórico início de cumprimento de prisão de oficiais-generais, condenados pela participação na trama golpista, significa que há um “amadurecimento da democracia” no país. Essa foi a avaliação do professor de história Mateus Gamba Torres, da Universidade de Brasília (UnB), em entrevista ao telejornal <em>Repórter Brasil</em>, da <strong>TV Brasil</strong>, nesta quarta (26).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Prisao-de-militares-revela-amadurecimento-democratico-diz-historiador.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Prisao-de-militares-revela-amadurecimento-democratico-diz-historiador.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/live/2e63cW4zkLE?si=FvYaMXV9qQRIohI8" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Confira a entrevista do Repórter Brasi</a>l.</p>
<p><strong>Nesta semana, além do encarceramento do ex-presidente Jair Bolsonaro (que é capitão da reserva do Exército), foram presos os generais Augusto Heleno Pereira, Paulo Sergio Nogueira, Walter Braga Netto e o almirante Almir Garnier. </strong></p>
<p>Em razão da condenação, eles deverão ser alvo de uma ação de perda do oficialato e serão julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM). É a primeira vez na história do país que militares são presos por envolvimento direto em uma articulação golpista. </p>
<p><strong>O professor Mateus Torres disse à TV Brasil que, passados 40 anos do processo de redemocratização, há um caminho de consolidação do sistema de governo.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Mesmo que os militares resolvessem fazer uma tentativa de golpe, como houve várias vezes na República, isso agora não é mais aceito pela nossa democracia”, afirmou o pesquisador.</p>
</blockquote>
<h2>“Sujeira debaixo do tapete”</h2>
<p><strong>Em relação às propostas de anistias para golpistas, Torres recorda que demandas como essa foram bem-sucedidas em outros momentos da história do Brasil. No entanto, ele discorda dos argumentos de que um possível perdão poderia pacificar o país ou reduzir a polarização.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A anistia não apazigua nada. Ela varre a sujeira para debaixo do tapete. A anistia, nesses casos, faz com que ocorra impunidade justamente de golpistas”. Ele recorda que, em 1979, torturadores foram anistiados. </p>
</blockquote>
<p>Por essa lei na ocasião, segundo o professor da UnB, até hoje há luta por uma justiça de transição efetiva, com memória, justiça e verdade. Por outro lado, o pesquisador entende que a decisão judicial fortalece a visão, inclusive, que os outros países têm do Brasil. </p>
<p><strong>O professor também considera histórica a possibilidade de os militares perderem suas patentes em processo no Superior Tribunal Militar após a condenação na Justiça civil.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Não existe nada mais indigno do que se colocar contra a nossa democracia. A gente sabe que há um corporativismo. Mas, neste momento, há um clima para que isso (a perda de patentes) aconteça”, disse o professor ao <em>Repórter Brasil</em>.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/prisao-de-militares-revela-amadurecimento-democratico-diz-historiador</p>
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		<item>
		<title>Historiador debate características da extrema-direita no DR com Demori</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 13:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[As contradições, características e mudanças da extrema-direita serão tema do próximo programa DR Com Demori, que tem a participação do historiador e escritor João Cezar de Castro. Na conversa, Castro analisa as diferenças entre o movimento fascista do século 20 e o cenário atual, com destaque para o papel das redes sociais. O programa, que  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As contradições, características e mudanças da extrema-direita serão tema do próximo programa <em>DR Com Demori</em>, que tem a participação do historiador e escritor João Cezar de Castro. </strong>Na conversa, Castro analisa as diferenças entre o movimento fascista do século 20 e o cenário atual, com destaque para o papel das redes sociais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Historiador-debate-caracteristicas-da-extrema-direita-no-DR-com-Demori.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Historiador-debate-caracteristicas-da-extrema-direita-no-DR-com-Demori.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O programa, que  vai ao ar às 23h desta terça-feira (22), na <strong>TV Brasil</strong>, aborda ainda guerra cultural e retórica do ódio e como o fenômeno da monetização impacta a política brasileira.</p>
<p>Durante a entrevista, João Cezar de Castro argumenta que os mecanismos usados pela extrema-direita evoluíram com a atualização das novas tecnologias.</p>
<blockquote>
<p>“Não fomos preparados, do ponto de vista neurológico, para estar 24 horas conectados. É nesse esgotamento que a extrema-direita viceja de maneira muito poderosa pelo mundo inteiro”, afirma. O historiador ressalta que não há, necessariamente, um acordo formal entre os líderes de diferentes nações com esse viés, mas sim um conjunto de práticas compartilhadas.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Sem a crise de 2008 nos Estados Unidos, a extrema-direita não teria avançado, porque esse período evidenciou aos mais vulneráveis que eles são descartáveis até mesmo para uma parte da esquerda”, diz o escritor.  Além disso, &#8220;eles adotam uma retórica do ódio por ser facilmente eficaz, embora produza um efeito grosseiro”.</strong></p>
<p>Para Castro, a extrema-direita atua com base na ideia de que há uma ameaça constante, especialmente relacionada à pauta dos costumes. “É uma produção própria que consiste em inventar inimigos imaginários o tempo todo.” Segundo o historiador, a internet é a principal aliada dessa tendência. “Há afinidades estruturais não planejadas, mas, por isso mesmo, ainda mais fortes com o universo digital. É como se fossem irmãos gêmeos.”</p>
<p>Como instrumento político, o entrevistado afirma que um dos movimentos da extrema-direita é a recusa em reconhecer a importância do adversário para a construção da sociedade. “Eles transferem para a política as regras básicas da economia de tensão, com destaque para a monetização dessa área”, conclui.</p>
<p>O <em>DR com Demori </em>também está disponível, na íntegra, no Youtube e no aplicativo <strong>TV Brasil Play</strong>. O programa ainda é transmitido em áudio, simultaneamente, na <strong>Rádio MEC</strong>, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de <em>podcast </em>no Spotify.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O programa <em>Dando a Real com Leandro Demori</em>, ou simplesmente <em>DR com Demori</em>, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da <strong>TV Brasil</strong>. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), a cantora Zélia Duncan e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. <a href="https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Sintonize</a>.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><em>DR com Demori </em>– João Cezar de Castro.<br />Terça-feira (22), às 23h, na <strong>TV Brasil</strong> e na <strong>Rádio MEC</strong>.<br />Quarta-feira (23), às 4h30, na <strong>TV Brasil</strong>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/historiador-debate-caracteristicas-da-extrema-direita-no-dr-com-demori</p>
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		<item>
		<title>Impunidade de militares perpetuou tradição golpista, diz historiador</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 11:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[tradição]]></category>
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					<description><![CDATA[Com mais de 20 livros publicados e o reconhecimento de ser um dos maiores especialistas em ditadura militar do país, o historiador Carlos Fico planeja se aposentar em breve. O “último livro”, como ele mesmo prevê, será lançado na semana que vem com o título “Utopia autoritária brasileira: como os militares ameaçam a democracia brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Com mais de 20 livros publicados e o reconhecimento de ser um dos maiores especialistas em ditadura militar do país, o historiador Carlos Fico planeja se aposentar em breve. O “último livro”, como ele mesmo prevê, será lançado na semana que vem com o título<strong> </strong><em>“Utopia autoritária brasileira: como os militares ameaçam a democracia brasileira desde o nascimento da República até hoje”.</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) comentou o desejo de publicar algo que pudesse alcançar o grande público e fosse relevante para a sociedade. Nesse sentido, o tema dialoga diretamente com a realidade atual.</p>
<p><strong>No livro, ele defende que todas as crises institucionais no Brasil, desde a Proclamação da República em 1899, foram causadas pelos militares.</strong> A atuação deles se destacou historicamente por dois aspectos. A convicção de superioridade sobre os civis, que não estariam preparados para governar a sociedade, e a interpretação de que possuem licença constitucional para intervir na política.</p>
<p><strong>Segundo o historiador, as lógicas intervencionistas e autoritárias têm se perpetuado há mais de 100 anos muito por causa da forma como a sociedade brasileira lidou com os militares</strong>. A impunidade foi o padrão. Nenhum daqueles envolvidos em golpes ou em tentativas de golpe de Estado foi preso nesse tempo todo.</p>
<p>O momento de lançamento do livro é oportuno. Nesta quarta-feira (20), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, tornar réus mais dez acusados de integrar o plano golpista para manter Jair Bolsonaro na presidência, depois de perder as eleições de 2022. Entre os réus, há nove militares. Qualquer condenação, portanto, seria um acontecimento inédito na história do país.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Qual é a ideia central do livro que está sendo lançado neste mês?</p>
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<p><h6 class="meta">Capa do livro Utopia autoritária, de Carlos Fico. Impunidade de militares perpetuou tradição golpista &#8211; <strong>Foto</strong> <strong>Editora Crítica/Divulgação</strong><!--END copyright=424831--></h6>
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<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> O livro foi escrito para o grande público, sem ter amarras acadêmicas. Mas tem uma espécie de tese, que é demonstrar que todas as crises institucionais no Brasil, desde a Proclamação da República, foram causadas pelos militares. Eu chamo de crises institucionais aquelas que acabam levando à ruptura da legalidade constitucional.</p>
<p>Para demonstrar isso, analisei em detalhes todos os episódios que podem ser caracterizados como golpes de Estado, tentativas de golpe e pronunciamentos militares. Mostro, em cada capítulo, a participação e a proeminência militar que conduziu a essas crises institucionais.</p>
<p>Começa com a deposição de Dom Pedro II, que foi a Proclamação da República, um golpe militar. Depois a tentativa de golpe militar em 1904, também em 1922 e 1924. O golpe militar que houve no interior da Revolução de 30. Depois o golpe de 1937, e assim por diante.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Por que a escolha da expressão utopia autoritária no título?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211; Chamo de utopia autoritária a hipótese que desenvolvi nos meus estudos acadêmicos sobre a ditadura militar. Ficou muito visível a percepção dos militares de que eles são superiores aos civis, de que a sociedade é despreparada até para votar e só elege político demagogo, e de que os próprios políticos são corruptos.</strong></p>
<p>Com o passar dos anos, fui me dando conta de que esse tipo de percepção existe há muito tempo, desde o fim da Guerra do Paraguai e a proclamação da República. E de que continua até os dias de hoje. Essa concepção equivocada é a justificativa, o pretexto que sempre esteve presente em mais de uma dezena de golpes e tentativas descritas no livro.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Por que a Guerra do Paraguai é o marco dessa forma de pensar e de agir dos militares na política brasileira?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> <strong>Desde o final do conflito, os militares começam a desenvolver uma ideia de missão especial, sobretudo porque eles venceram a Guerra do Paraguai depois de muitos sacrifícios.</strong> A guerra foi muito longa, demorou muitos anos, teve muitas mortes, inclusive por doenças.</p>
<p>Eles voltaram ao Brasil se sentindo obviamente vitoriosos, mas também maltratados pelo poder civil, pelo Império e pelo Conselho de Ministros. A partir daí, essa interferência dos militares na política foi crescendo. Eles passaram a se considerar com esse direito, passaram a ter uma visão de que o poder civil era corrompido e de que precisavam interferir na política.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Com tantos exemplos de autoritarismo na história brasileira, podemos dizer que é parte de uma mentalidade nacional? Algo específico da nossa cultura política?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> Existe autoritarismo em muitos países, inclusive com intervencionismo militar. Não é uma peculiaridade do Brasil. Agora, o que a gente percebe é que há democracias mais consolidadas, inclusive de países que já tiveram esse tipo de intervencionismo, que se baseiam fundamentalmente na proeminência do poder civil.</p>
<p><strong>O que aconteceu em 2022 e 2023 é uma marca da fragilidade institucional da nossa democracia.</strong> Eu falo sobre isso na conclusão do livro, me refiro aos episódios ocorridos no fim do governo Bolsonaro, que mostram a atualidade dessa tradição intervencionista.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Militares estiveram à frente das crises institucionais, mas o que dizer do apoio que eles receberam de outros segmentos sociais?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> A utopia autoritária está presente em outros setores, que também têm visão elitista de que a sociedade é despreparada. Em muitos momentos da história política brasileira, a gente vê que a elite tem essa percepção de que o eleitor, sobretudo os mais pobres, não entendem bem a política.</p>
<p>Sobre a participação popular, há algumas tentativas de golpe que não tiveram muito apoio. Algumas iniciativas golpistas de militares foram desconhecidas da maior parte do povo e não contavam com apoio amplo.</p>
<p>Em outros casos, como em 1964, a gente pode falar que houve muitos setores da sociedade que defendiam a derrubada do presidente João Goulart. E, mais recentemente, houve durante o governo Bolsonaro um ativismo militar muito grande, que repercutiu em vários setores da sociedade.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Alguns desses ativistas evocavam até a Constituição para defender o golpe militar.</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> Sim, vimos bolsonaristas mais radicais pedindo a intervenção militar por meio daquela loucura que é a aplicação do artigo 142 da Constituição. Esse é um tema que eu trabalho muito no livro. O que ele é e por que foi tão mencionado pelos bolsonaristas radicais.</p>
<p><strong>A história começa na Proclamação da República, no que chamo de atribuição excessiva de poderes aos militares por todas as nossas constituições. </strong>Começou na Constituição de 1891, justamente porque os militares tiveram papel preponderante, afinal foi um golpe militar.</p>
<p>Acabaram conquistando poderes excessivos de garantia dos poderes constitucionais, que eles chamam de GPC, uma atribuição que não deveria estar presente na Constituição e está desde a de 1891. Depois, isso foi sendo reproduzido de alguma forma nas diversas constituições seguintes, em 1930, 1946, 1967, 1969, inclusive na de 1988.</p>
<p><strong>Uma pretensão grande que tenho é que as pessoas na leitura desse livro se deem conta da necessidade de alterar essa passagem do artigo 142, que é a atribuição aos militares de serem os garantidores dos poderes constitucionais.</strong> Passagem que eles interpretam como uma substituição do velho Poder Moderador do Império. O que é uma interpretação equivocada. Embora todo mundo saiba disso, os militares até hoje continuam interpretando como sendo uma licença constitucional para intervir na política.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211;</strong> Quando a gente lembra da ditadura militar de 1964 a 1985, um dos pontos críticos é a Lei da Anistia, de 1979, que teve seus benefícios estendidos dos presos e exilados políticos para os agentes do Estado que cometeram uma série de crimes. Qual o peso da falta de responsabilização dos militares para que essa lógica intervencionista na política continue durante tanto tempo?</p>
<p><strong>Carlos Fico &#8211;</strong> É total, é total. Você lembra muito bem desse aspecto e, no livro, eu mostro uma coisa chocante que é o fato de nenhum militar golpista ter sido preso. Nenhum. E quando começou a ter algum inquérito, alguma coisa nesse sentido, imediatamente veio uma anistia aprovada pelo Congresso. Nunca houve qualquer punição.</p>
<p><strong>De modo que o que está acontecendo hoje em dia é totalmente inédito. O fato de a Justiça atuar, de a Polícia Federal ter feito um inquérito, de a Procuradoria da República ter encaminhado a denúncia, de a denúncia ter sido aceita e agora de o Supremo transformar os denunciados em réus, isso jamais aconteceu.</strong></p>
<p>Então, é claro que tem um significado. Espero que essas pessoas sejam condenadas e que não haja anistia. Muita gente me pergunta se vai haver anistia. Se eu olhar para a história, é mais fácil acreditar que sim, porque o padrão foi de impunidade. E isso tem impacto realmente muito grande na perpetuação desse intervencionismo até hoje.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/impunidade-de-militares-perpetuou-tradicao-golpista-diz-historiador</p>
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