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	<title>Guerra da Ucrânia - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Durante a cúpula do BRICS, Brasil defende resolução pacífica para guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 00:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra da Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; O Brasil defendeu hoje (19) em reunião virtual dos chanceleres do Brics a solução pacífica e negociada do conflito entre Rússia e Ucrânia e pediu urgência na busca de solução para a crise humanitária no país. Além disso, a representação diplomática do país ressaltou a necessidade de respeito ao Direito Internacional e aos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Mundo &#8211; O Brasil defendeu hoje (19) em reunião virtual dos chanceleres do Brics a solução pacífica e negociada do conflito entre Rússia e Ucrânia e pediu urgência na busca de solução para a crise humanitária no país. Além disso, a representação diplomática do país ressaltou a necessidade de respeito ao Direito Internacional e aos princípios da Carta da Organização das Nações Unidas (ONU). A reunião resultou na declaração conjunta “Fortalecer a solidariedade e a cooperação do Brics, responder a novas realidades e desafios na situação internacional”.</p>
<p>Na primeira parte do encontro, que foi restrita aos chanceleres dos países do grupo, composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, os ministros manifestaram suas posições nacionais sobre a situação na Ucrânia, já defendidas em foros como a Assembleia Geral e o Conselho de Segurança das Nações Unidas.</p>
<p>Os chanceleres demonstraram ainda preocupação com a recuperação econômica e a estabilidade internacional. Eles destacaram os efeitos adversos da interrupção de cadeias produtivas e de graves ameaças à segurança alimentar e energética e aos objetivos de desenvolvimento sustentável.</p>
<p>“O Brasil ressaltou a importância que atribui à cooperação entre os países do agrupamento em áreas como economia e finanças, que resultaram na criação do Novo Banco de Desenvolvimento, assim como em outras áreas promissoras, a exemplo de comércio, saúde e vacinas, combate ao terrorismo e a crimes transnacionais e ciência, tecnologia e inovação”, apontou o Itamaraty em nota sobre o encontro.</p>
<p><strong>Convidados</strong></p>
<p>Na parte complementar, a convite da China, que ocupa atualmente a presidência do grupo, houve a participação também da Arábia Saudita, Argentina, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Nigéria, Senegal e Tailândia. A intenção foi ampliar o diálogo com outros países e demonstrar a vocação do grupo para fortalecer o papel das economias emergentes na governança global.</p>
<p>A declaração conjunta informa que o Brics continuará com o aprimoramento da estrutura de cooperação entre os países integrantes sob os três pilares: político e de segurança; economia e finanças; intercâmbios interpessoais e culturais.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo acelerar a implementação da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável e para ampliar e aprofundar ainda mais a cooperação entre os países do Brics.</p>
<p>“Os ministros concordaram que, diante dos novos desafios e características emergentes, os países do Brics devem aumentar sua solidariedade e cooperação e trabalhar juntos para enfrentá-los”, disse o comunicado divulgado após a reunião.</p>
<p>Por meio da defesa do direito internacional, o documento reforça o compromisso do grupo com o multilateralismo, incluindo os propósitos e princípios consagrados na Carta da ONU e com o papel central das Nações Unidas em um sistema internacional, em que Estados soberanos cooperam para manter a paz e a segurança, promover o desenvolvimento sustentável, garantir a promoção e proteção da democracia, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todos, além de promover a cooperação baseada no espírito de respeito mútuo, justiça e igualdade.</p>
<p>China e Rússia realçaram a importância que conferem ao papel do Brasil, da Índia e da África do Sul nas relações internacionais, além de apoiarem suas aspirações de desempenharem papéis mais relevantes na ONU.</p>
<p><strong>Pandemia</strong></p>
<p>Sobre o combate à pandemia apoiaram o protagonismo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e defenderam que era “imperativo garantir a disponibilidade de diagnósticos, medicamentos, vacinas e produtos médicos essenciais seguros, eficazes, acessíveis e econômicos para pessoas de diferentes países, especialmente países em desenvolvimento, bem como a distribuição equitativa de vacinas e a vacinação rápida, para preencher a lacuna de imunização globalmente”.</p>
<p>Os ministros reconheceram ainda a importância das discussões em andamento na OMC sobre as propostas relevantes de isenção de Direitos de Propriedade Intelectual (PI), como também a capacitação e o fortalecimento da produção local de vacinas e outros equipamentos de saúde, principalmente nos países em desenvolvimento.</p>
<p>“Ressaltaram a necessidade de continuar a fortalecer a cooperação no desenvolvimento, nos métodos de testagem, na terapêutica, na pesquisa, produção e reconhecimento de vacinas, na pesquisa sobre sua eficácia e segurança à luz de novas variantes do vírus covid-19, e no reconhecimento do documento nacional de vacinação contra a covid-19 e nas respectivas testagens, especialmente para fins de viagens internacionais, bem como o compartilhamento de conhecimento sobre a medicina tradicional entre os países do Brics”, indicou o documento.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>Os chanceleres apoiaram ainda o lançamento do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas do Bics, o estabelecimento do Sistema Integrado de Alerta Precoce do Brics para prevenir riscos de doenças infecciosas em massa e a adoção do Memorando de Entendimento sobre Cooperação no campo da Regulação de Produtos Médicos para Uso Humano.</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>O comunicado defende também que é crucial para os países garantirem o desenvolvimento sustentável como forma de governança econômica global e lembra o apoio do grupo à ampliação e ao fortalecimento da participação de mercados emergentes e países em desenvolvimento (EMDCs) na tomada de decisões econômicas internacionais e nos processos de definição de normas.</p>
<p>O Brics reforçou o apoio ao papel de liderança do G20 na governança econômica global e destacou que este grupo deve permanecer sem alterações e responder aos atuais desafios globais.</p>
<p>“Conclamaram a comunidade internacional a promover parcerias, sublinhando que é imperativo fortalecer a coordenação macropolítica para tirar a economia mundial da crise e moldar uma recuperação econômica pós-pandemia forte, sustentável, equilibrada e inclusiva. Instaram os principais países desenvolvidos a adotarem políticas econômicas responsáveis, ao mesmo tempo em que gerenciam as repercussões dessas políticas, para evitar impactos severos nos países em desenvolvimento”, indicou o texto do documento.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Crime de guerra: Ucrânia inicia primeiro julgamento de soldado russo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/crime-de-guerra-ucrania-inicia-primeiro-julgamento-de-soldado-russo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 23:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra da Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Soldado Russo]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; Um tribunal ucraniano realizou uma audiência preliminar, nesta sexta-feira (13), no primeiro julgamento de crimes de guerra decorrentes da invasão do país pela Rússia, em 24 de fevereiro. Um soldado russo capturado é acusado pelo assassinato de um civil de 62 anos. O caso é de enorme importância simbólica para a Ucrânia. O [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Mundo &#8211; Um tribunal ucraniano realizou uma audiência preliminar, nesta sexta-feira (13), no primeiro julgamento de crimes de guerra decorrentes da invasão do país pela Rússia, em 24 de fevereiro. Um soldado russo capturado é acusado pelo assassinato de um civil de 62 anos.</p>
<p>O caso é de enorme importância simbólica para a Ucrânia. O governo de Kiev acusa a Rússia de atrocidades e brutalidade contra civis durante a invasão e disse que identificou mais de 10 mil possíveis crimes de guerra.</p>
<p>A Rússia nega alvejar civis ou envolvimento em crimes de guerra e acusou Kiev de encená-los para difamar suas forças. O Kremlin disse hoje a repórteres que não tinha informações sobre um julgamento por crimes de guerra.</p>
<p>O réu disse ao tribunal que era Vadim Shishimarin, nascido na região russa de Irkutsk e, durante a curta audiência preliminar, confirmou que era um militar russo. O tribunal se reunirá novamente em 18 de maio, disse o juiz.</p>
<p>O site do tribunal distrital de Kiev informou que Shishimarin foi acusado de &#8220;violações das leis e normas de guerra&#8221;.</p>
<p>Ele dirá ao tribunal posteriormente se nega ou não a acusação, disse seu advogado, Viktor Ovsyannikov.</p>
<p>Com a cabeça raspada e parecendo assustado, Shishimarin usava um moletom azul e cinza e foi levado ao tribunal pela polícia até uma cabine de vidro para os réus.</p>
<p>Se condenado, ele pode pegar prisão perpétua pelo assassinato na vila de Chupakhivka, no Nordeste da Ucrânia, a leste da capital Kiev, em 28 de fevereiro.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>ONU: trégua humanitária da Ucrânia não parece possível no momento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 00:39:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra da Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Trégua]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; Um cessar-fogo humanitário na Ucrânia não parece possível no momento, disse o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, nesta quarta-feira (13). Desde o início de abril, o chefe de auxílio humanitário da ONU, Martin Griffiths, visitou a Rússia e a Ucrânia para ver se uma trégua humanitária poderia ser estabelecida. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo &#8211; Um cessar-fogo humanitário na Ucrânia não parece possível no momento, disse o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, nesta quarta-feira (13).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=740&#038;ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=740&#038;ssl=1" /></p>
<p>Desde o início de abril, o chefe de auxílio humanitário da ONU, Martin Griffiths, visitou a Rússia e a Ucrânia para ver se uma trégua humanitária poderia ser estabelecida.</p>
<p>&#8220;No presente momento, um cessar-fogo global na Ucrânia não parece possível&#8221;, disse Guterres a jornalistas.</p>
<p>Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro, milhares de pessoas foram mortas e a ONU diz que cerca de 11 milhões de ucranianos &#8211; mais de um quarto da população &#8211; deixaram suas casas. Mais de 4 milhões de pessoas deixaram o país.</p>
<p>&#8220;Há muitas coisas que podem ser feitas para garantir a saída de civis&#8221;, disse Guterres.</p>
<p>O secretário-geral disse que a ONU fez propostas à Rússia para &#8220;juntar os lados e tentar administrar&#8221; acesso humanitário, acordos locais de cessar-fogo e a saída de civis. Ele disse que a ONU está esperando uma resposta da Rússia.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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