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	<title>Goiás - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Goiás - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Reconhecida, comunidade quilombola em Goiás quer saída de fazendeiros</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 12:22:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A comunidade quilombola Mesquita, em Cidade Ocidental (GO), vai celebrar 280 anos de história com alívio em 2026. Isso porque o Instituto Nacional de Colonização reconheceu, no último dia 19, que a área total do território é de 4,1 mil hectares, 80% maior do que a que ocupa atualmente.  Agora, as cerca de 1,1 mil famílias (mais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A comunidade quilombola Mesquita, em Cidade Ocidental (GO), vai celebrar 280 anos de história com alívio em 2026. Isso porque o Instituto Nacional de Colonização<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-1.524-de-18-de-dezembro-de-2025-676846608" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> reconheceu</a>, no último dia 19, que a área total do território é de 4,1 mil hectares, 80% maior do que a que ocupa atualmente. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Reconhecida-comunidade-quilombola-em-Goias-quer-saida-de-fazendeiros.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Reconhecida-comunidade-quilombola-em-Goias-quer-saida-de-fazendeiros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Agora, as cerca de 1,1 mil famílias (mais de duas mil pessoas) da comunidade esperam a etapa de desintrusão de ocupantes irregulares do local, incluindo fazendeiros do ramo da soja. </p>
<h2>Contra o desmatamento</h2>
<p><strong>Segundo o morador Walisson Braga, liderança jovem quilombola, a retomada da posse tornará possível não somente reaver 80% do território, mas também interromper o processo de desmatamento dessa área do Cerrado cometido pelos grileiros e garantir segurança para os moradores. </strong></p>
<p>A proteção da natureza e a exploração sustentável do meio estão ligados ao modo de vida da comunidade, segundo argumenta.</p>
<blockquote>
<p>“Esperamos que o reconhecimento das terras possa estimular que a comunidade volte a trabalhar na agricultura”, afirmou em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. </p>
</blockquote>
<p>Ele contextualiza que, em função dos grileiros, moradores da comunidade tiveram que se submeter a subempregos longe de casa. </p>
<p>Wallison Braga disse que a comunidade recebeu com alívio a notícia e prepara uma grande celebração para a Festa do Marmelo, no próximo dia 11 de janeiro. O fruto representa, além de geração de renda para os agricultores locais, um símbolo de resistência diante das invasões nas redondezas. “Vai ser um momento para a gente comemorar essa vitória”. </p>
<h2>Reparação histórica</h2>
<p><strong>Segundo o que o Incra argumentou, o território ocupado no século 18 foi fundamental para a construção da capital federal.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A publicação representa um importante passo para o processo de reparação histórica devida aos descendentes de escravizados, sobretudo aqueles que sofreram e ainda sofrem com a grilagem de suas terras”, reconheceu o Incra em nota.</p>
</blockquote>
<p>Na nota, a chefe da Divisão de Territórios Quilombolas do Incra no Distrito Federal e Entorno, Maria Celina, argumentou que a decisão enfrenta a realidade das invasões na área ao longo dos anos.</p>
<blockquote>
<p>“Isto reduziu o acesso dos quilombolas a áreas de plantio, de morada e a interrupção de caminhos que tradicionalmente cortam o território&#8221;, avalia.</p>
</blockquote>
<p>A superintendente regional do Incra, Claudia Farinha, ponderou que o reconhecimento assegura o direito à terra ancestral e protege as famílias da especulação imobiliária.</p>
<p>Segundo pesquisa antropológica, os quilombolas do Mesquita ajudaram a erguer as cantinas, hospedagens e refeitórios destinados aos migrantes que chegaram a Brasília. Além disso, foram responsáveis por uma parcela dos alimentos que abasteciam os canteiros de obra, quando quase não havia produção na região.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Leia mais sobre a comunidade Mesquita.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/reconhecida-comunidade-quilombola-em-goias-quer-saida-de-fazendeiros</p>
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		<item>
		<title>Defesa de fazendeiros em Goiás contesta decisão sobre quilombolas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/defesa-de-fazendeiros-em-goias-contesta-decisao-sobre-quilombolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 18:41:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A defesa de produtores rurais em uma extensa área da comunidade de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, criticou, nesta semana, a investigação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre a presença de quilombolas na região de 1,5 mil hectares.  “Os proprietários viraram ‘grileiros’ e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A defesa de produtores rurais em uma extensa área da comunidade de Antinha de Baixo, na cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, criticou, nesta semana, a investigação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) sobre a presença de quilombolas na região de 1,5 mil hectares. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Defesa-de-fazendeiros-em-Goias-contesta-decisao-sobre-quilombolas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Defesa-de-fazendeiros-em-Goias-contesta-decisao-sobre-quilombolas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Os proprietários viraram ‘grileiros’ e os invasores, que fizeram loteamento clandestino e venderam dezenas de chácaras de lazer com piscina nos últimos 5 anos, viraram ´quilombolas’”, contestou o advogado Eduardo Caiado em carta à reportagem da <strong>Agência Brasil</strong>. </p>
</blockquote>
<p>Ele representa os espólios de Raul Alves de Andrade Coelho, Luiz Soares de Araújo e de Maria Paulina Boss, que seriam, segundo a versão da defesa, proprietários da área, em uma disputa judicial que teria começado na década de 1940.</p>
<h2>Autodefinição</h2>
<p>Em contrapartida, famílias que se identificam como quilombolas, inclusive já com certificado de autodefinição publicado pela Fundação Palmares no dia 1º de agosto, defendem que a presença de seus ancestrais tem pelo menos 200 anos na área. </p>
<p><strong>O agricultor Joaquim Moreira, de 86 anos de idade, ao receber o documento, garantiu que nasceu e criou-se na comunidade rural de Antinha de Baixo. Ele recordou que os pais e os avós, com quem conviveu no século passado, também foram criados por lá, o que rebate a versão dos fazendeiros.</strong></p>
<p>Em reportagem da <strong>Agência Brasil</strong>, no início de agosto, os moradores que se identificaram como população remanescente quilombola mostraram o cemitério e outras marcas do passado. </p>
<h2>Reviravolta</h2>
<p>Depois de uma decisão favorável na justiça estadual e início de desocupação de moradores do território no final de julho deste ano, o documento de autodeclaração por parte de famílias que se identificaram como quilombolas, publicado pela Fundação Cultural Palmares em 1º de agosto, fez com que o Supremo Tribunal Federal (STF) remetesse o caso para a Justiça Federal. </p>
<p>O advogado dos fazendeiros Eduardo Caiado criticou essa decisão. </p>
<p>“Alguém se autoidentificou como quilombola e a área passou a ter interesse do Incra. Fizemos uma pesquisa em sites e buscadores da internet e não encontramos nenhuma menção à qualquer remanescente de quilombo ou de escravos na região”, afirmou. </p>
<p>Ele argumentou que a juíza determinou a suspensão do cumprimento de sentença, paralisando a desocupação da área, remetendo o processo à Justiça Federal, “no mesmo dia que houve a habilitação do Incra no processo, que alegou interesse porque 20 dias antes uma pessoa do local se autoidentificou como quilombola”.</p>
<p><strong>O advogado, em sua versão, acrescentou que os fazendeiros fizeram pesquisas em “inúmeros e antigos processos judiciais” e que não haveria registro que a Fazenda Antinha de Baixo fosse ocupada por descendentes de escravos.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Ao contrário, o Sr. Saturnino da Silva Moreira e a Família Pereira Braga, que teriam dado origem a quilombo estabelecido na fazenda Antinha, escreveram no processo judicial de usucapião que compraram terras no local e para ali se mudaram no ano de 1957”, alega Eduardo Caiado.</p>
</blockquote>
<p>O advogado ressaltou em carta à <strong>Agência Brasil</strong> que há uma criação de “narrativa de que na área já existiu um quilombo para suspender o cumprimento da decisão judicial”.</p>
<h2>Supostos interesses</h2>
<p>Para ele, a reviravolta no caso tem relação com a exploração política por parte de representantes de partidos de esquerda e também de interesse do governo federal em função de que beneficiários da decisão seriam familiares do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. </p>
<p>Segundo Eduardo Caiado, o processo se arrastou por décadas em função de medidas protelatórias na justiça. Mas, ainda segundo ele, as sentenças favoráveis aos seus clientes datam do ano de 1990, e com primeiro trânsito em julgado em 1994, mesmo com rejeição de dois recursos de apelação na ocasião.</p>
<blockquote>
<p>“Consta do processo que 11 proprietários da fazenda Antinha de Baixo tiveram seus títulos de domínio reconhecidos pela Justiça e tiveram suas áreas demarcadas”, disse Eduardo Caiado. </p>
</blockquote>
<p><strong>Há 10 anos, segundo salienta o advogado, houve o arquivamento de ações de usucapião por outros produtores rurais na área. Após as intimações na época para a desocupação voluntária, a juíza voltou atrás e suspendeu a ordem judicial, por entender que ainda faltava o julgamento de mais uma ação de usucapião.</strong> </p>
<p>O julgamento do caso ocorreu em 2021. Mas o advogado argumenta que houve vendas clandestinas de terrenos e o loteamento ilegal em chácaras de lazer, “a maioria com piscina e casas de veraneio”. </p>
<p>Ainda, conforme recorda o advogado, em janeiro do ano passado, a juíza Ailime Virgínia Martins determinou desocupação voluntária.</p>
<p><strong>Em março do ano passado, a desocupação foi suspensa para análise da Comissão de Soluções Fundiárias do TJ-GO, até a nova determinação da juíza de desocupação, e suspensão pelo Supremo Tribunal Federal na sequência.</strong></p>
<h2>Política</h2>
<p><strong>O advogado entende que a decisão mais recente surgiu de interesses políticos, “uma vez que as eleições presidenciais se aproximam e um parente do governador seria um dos herdeiros da proprietária que teria a pequena parte de 1/11 da fazenda”.</strong> </p>
<p>Eduardo Caiado finaliza a carta à <strong>Agência Brasil</strong> com a ponderação que a Fazenda Antinha de Baixo foi ilegalmente loteada clandestinamente em pequenas chácaras de lazer, onde surgiram da noite para o dia condomínios clandestinos de chácaras, sem qualquer licença ou autorização para parcelamento do terreno em áreas inferiores ao módulo rural, configurando crime de parcelamento ilegal do terreno.</p>
<h2>Ocupação por quilombolas</h2>
<p>Pesquisador da presença e ocupação de quilombolas na região do entorno do Distrito Federal, o professor Manoel Barbosa Neres, da Universidade de Brasília (UnB), explica que essas populações remanescentes ocorreram a partir do século 19 no período da exploração mineradora no Centro-Oeste.</p>
<p>Ele explica que a região foi ocupada principalmente após os ataques sofridos no Quilombo do Ambrósio, em Minas Gerais. </p>
<p><strong>“Foram se constituindo esses quilombos (nas proximidades de Goiás e Entorno do Distrito Federal)”, disse.</strong> </p>
<p>O professor explica que os quilombolas de Mesquita (em Cidade Ocidental, Goiás) mencionam que, antigamente, havia uma conexão deles com as comunidades quilombolas de Santo Antônio do Descoberto. O povoado de Antinha dos Pretos foi o primeiro a receber a investigação por parte do Incra. </p>
<p>O pesquisador entende que se trata de uma conduta comum haver pressão contra as equipes de antropologia do Incra quando vão investigar se um território tem presença de quilombola. </p>
<p>“A antropóloga que fez o relatório do Quilombo Mesquita, por exemplo, sofreu ameaças”, lembrou. </p>
<p><strong>O pesquisador pondera que as pessoas que alegaram morar há mais de 80 anos no local têm uma situação consolidada.</strong> </p>
<p>“Mas havia também algumas situações em que as pessoas tinham a terra e elas perdiam e tinham que sair. Há muitos casos assim. As pessoas não estão mais na terra, mas sabem que aquela terra pertencia a elas”. </p>
<p><strong>Para o trabalho antropológico, o pesquisador salienta que o levantamento identifica as marcas das pessoas em uma determinada região.</strong> </p>
<p>“Elementos que tragam reminiscências documentais. Mas também os registros imateriais, como as memórias, as histórias contadas, os vínculos de parentesco e as formas de produção. Tudo isso constitui um tipo de dossiê cultural”, explicou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/defesa-de-fazendeiros-em-goias-contesta-decisao-sobre-quilombolas</p>
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		<item>
		<title>Apostador de Goiás ganha R$ 41 milhões na Mega-Sena</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/apostador-de-goias-ganha-r-41-milhoes-na-mega-sena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 15:01:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um apostador acertou das seis dezenas do concurso 2835, da Mega-Sena, sorteadas na noite desse sábado (1º). Os números sorteados são 09, 24, 27, 36, 43 e 54. Ele vai receber R$ 41.734.619,60. A aposta foi feita na cidade de São Miguel do Araguaia, em Goiás. O próximo concurso da Mega será na quinta-feira (6). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um apostador acertou das seis dezenas do concurso 2835, da Mega-Sena, sorteadas na noite desse sábado (1º).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Apostador-de-Goias-ganha-R-41-milhoes-na-Mega-Sena.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Apostador-de-Goias-ganha-R-41-milhoes-na-Mega-Sena.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os números sorteados são 09, 24, 27, 36, 43 e 54. Ele vai receber R$ 41.734.619,60.</p>
<p>A aposta foi feita na cidade de São Miguel do Araguaia, em Goiás. O próximo concurso da Mega será na quinta-feira (6).</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/apostador-de-goias-ganha-r-41-milhoes-na-mega-sena</p>
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		<item>
		<title>Gilmar Mendes suspende investigação contra ex-governador de Goiás</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/gilmar-mendes-suspende-investigacao-contra-ex-governador-de-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 00:38:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (12) o inquérito que investiga o ex-governador de Goiás Marconi Perillo. De acordo com informações divulgadas pelo STF, a decisão foi motivada por um habeas corpus protocolado pela defesa. Perillo é investigado pela Polícia Federal (PF) por supostas irregularidades na área da saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (12) o inquérito que investiga o ex-governador de Goiás Marconi Perillo. De acordo com informações divulgadas pelo STF, a decisão foi motivada por um habeas corpus protocolado pela defesa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Gilmar-Mendes-suspende-investigacao-contra-ex-governador-de-Goias.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Gilmar-Mendes-suspende-investigacao-contra-ex-governador-de-Goias.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Perillo é investigado pela Polícia Federal (PF) por supostas irregularidades na área da saúde durante sua gestão no Executivo do estado, entre 2012 e 2018. O caso tramita na 11ª Vara Criminal Federal de Goiás.</p>
<p>Na decisão, Gilmar Mendes afirmou que a Corte já tem maioria para formar novo entendimento sobre o alcance do foro privilegiado. Dessa forma, mesmo após o fim do mandato do gestor público, o político deve continuar respondendo às acusações no mesmo tribunal. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é responsável pelo julgamento de governadores.</p>
<p>Com base nesse entendimento, o ministro entendeu que a investigação deve ser suspensa para evitar constrangimento ilegal e a apresentação de denúncia em um juízo que não tem competência para analisar a questão.</p>
<p>A decisão do ministro será julgada no plenário virtual da Corte entre os dias 21 e 28 deste mês.</p>
<h2>Foro</h2>
<p>Em setembro do ano passado, o plenário do STF formou placar de 6 votos a 2 para firmar novo entendimento sobre o foro privilegiado. Contudo, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Nunes Marques.</p>
<p>Pelo entendimento, o foro privilegiado de um parlamentar federal (deputado ou senador) fica mantido no STF se o crime tiver sido cometido durante o exercício da função de parlamentar. Essa é a regra válida atualmente. Contudo, no caso de renúncia, não reeleição ou cassação, o processo também será mantido na Corte.  </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/gilmar-mendes-suspende-investigacao-contra-ex-governador-de-goias</p>
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		<item>
		<title>PF e CGU investigam desvio de dinheiro da saúde pública em Goiás</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pf-e-cgu-investigam-desvio-de-dinheiro-da-saude-publica-em-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 15:49:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quarenta e seis agentes da Polícia Federal (PF) e quatro servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriram, nesta quinta-feira (6), 11 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de pessoas suspeitas de desviar recursos públicos destinados à área da saúde, em Goiás, entre os anos de 2012 e 2018. Dez mandados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quarenta e seis agentes da Polícia Federal (PF) e quatro servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriram, nesta quinta-feira (6), 11 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de pessoas suspeitas de desviar recursos públicos destinados à área da saúde, em Goiás, entre os anos de 2012 e 2018.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/PF-e-CGU-investigam-desvio-de-dinheiro-da-saude-publica.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/PF-e-CGU-investigam-desvio-de-dinheiro-da-saude-publica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Dez mandados foram cumpridos em Goiânia e um em Brasília, com autorização da 11ª Vara Federal, que também determinou o sequestro de mais de R$ 28 milhões dos investigados – cujos nomes não foram divulgados até a publicação desta reportagem. Batizada de Operação Panaceia, em alusão à deusa grega da cura, a ação também contou com o apoio da Receita Federal.</p>
<p>Em nota, a Polícia Federal informou ter indícios de que os investigados fraudaram contratos que o governo estadual assinou com ao menos uma organização social, o Instituto Gerir,  para desviar parte do dinheiro que custearia melhorias na saúde pública. Segundo a PF, a entidade subcontratava empresas ligadas a políticos e aos seus próprios administradores para realizar os serviços que deveria prestar. Com isso, parte dos recursos pagos à organização social era repassada aos políticos e demais investigados – prática proibida por lei.</p>
<p>Também em nota, a CGU acrescentou que vem investigando os &#8220;indícios de fraudes e irregularidades&#8221; na gestão de dois hospitais públicos estaduais desde 2019, quando a PF recebeu &#8220;informações anônimas&#8221; sobre o caso. &#8220;A partir das análises, realizadas em parceria com a PF, foi verificado que a OS adotou, como modus operandi, a terceirização generalizada das atividades, firmando contratos com objetos genéricos, sem definição de quantitativos e especificações dos serviços a serem prestados, o que tornou impraticável a fiscalização da execução dos contratos de gestão&#8221; firmados pela secretaria estadual de Saúde.</p>
<p>Ainda de acordo com a CGU, &#8220;isso favoreceu a realização de pagamentos sem a adequada medição, conforme observado nas notas fiscais e demais documentos extraídos do sistema de prestação de contas [governamental]&#8221;. Segundo a CGU, a organização social investigada recebeu mais de R$ 900 milhões em recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Na época dos supostos fatos, Goiás era governado por Marconi Perillo, atual presidente nacional do PSDB e um dos alvos da ação desta manhã. Em nota, o ex-governador repudiou o que classificou como uma “armação”.</p>
<p>“Já fui vítima de outras `operações´ encomendadas, quando todos os meus sigilos e os de minha família foram devassados […] Não encontraram e não encontrarão nada contra mim. Nunca fiz o que narram. Só se fabricarem; criarem factoides”, afirmou Perillo, alegando ser alvo de uma ação persecutória para constrangê-lo politicamente e tentar calá-lo.</p>
<p>“Estão fazendo uma operação por supostos fatos acontecidos há 13 anos. Estranho que só agora, quando faço denúncias contra o atual governo [estadual] é que resolvem realizar essa operação”, acrescenta o ex-governador, sem mencionar que a ação foi deflagrada por órgãos federais.</p>
<p>Consultado, o governo estadual destacou, em nota, que os fatos investigados não têm qualquer relação com a atual gestão, para a qual a organização social alvo da apuração nunca prestou serviços. &#8220;Além disso, foram implementados a partir de 2019 controles internos para garantir a transparência na aplicação dos recursos públicos em todas as áreas, com o objetivo de impedir desvios e assegurar o uso correto do dinheiro público&#8221;.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/pf-e-cgu-investigam-desvio-de-dinheiro-da-saude-publica-em-goias</p>
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		<title>Filho do governador de Goiás &#8216;Ronaldo Caiado&#8217; morre aos 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 00:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; Morreu hoje (3), aos 40 anos, Ronaldo Ramos Caiado, filho do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. A causa da morte não foi informada oficialmente. O governador passou a manhã nas celebrações da Festa do Divino Pai Eterno, em Trindade (GO). Em comunicado, a associação que organiza a romaria consolou os familiares. &#8220;É com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Política &#8211; Morreu hoje (3), aos 40 anos, Ronaldo Ramos Caiado, filho do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. A causa da morte não foi informada oficialmente.</p>
<p>O governador passou a manhã nas celebrações da Festa do Divino Pai Eterno, em Trindade (GO). Em comunicado, a associação que organiza a romaria consolou os familiares.</p>
<p>&#8220;É com imensa dor e consternação que, na manhã deste domingo, enquanto o governador do estado, Ronaldo Caiado, e a primeira-dama, Gracinha Caiado, se juntaram aos romeiros do Divino Pai Eterno para as celebrações de encerramento da Romaria 2022, recebemos a triste notícia do falecimento de seu filho&#8221;, declarou a entidade.</p>
<p>Em nota divulgada à imprensa, o governo federal também prestou condolências pelo falecimento.</p>
<p>​​​​​&#8221;O presidente da República roga a Deus que receba Caiado Filho em seus braços e console o governador e toda a sua família, dando-lhes força e fé para superar esse difícil momento de sua vida!&#8221;, diz o texto.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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