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		<title>Polícia do Rio prende mais um integrante do assalto ao BC de Fortaleza</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 12:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos criminosos mais procurados do país, Átila Carlai da Luz, que fez parte do grupo que roubou o Banco Central em Fortaleza, em 2005, foi preso nesta sexta-feira (8) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A quadrilha perfurou um túnel por três meses até chegar ao subsolo do Banco Central, de onde levaram [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um dos criminosos mais procurados do país, Átila Carlai da Luz, que fez parte do grupo que roubou o Banco Central em Fortaleza, em 2005, foi preso nesta sexta-feira (8) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A quadrilha perfurou um túnel por três meses até chegar ao subsolo do Banco Central, de onde levaram R$ 165 milhões.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Policia-do-Rio-prende-mais-um-integrante-do-assalto-ao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Policia-do-Rio-prende-mais-um-integrante-do-assalto-ao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Monitorado há meses pelo Setor de Inteligência da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados, Átila foi localizado em um apartamento de alto padrão na zona nobre da cidade de São Paulo.</p>
<p>As investigações indicarem que o criminoso mantinha ligação com facções criminosas que atuam no estado, responsáveis por um amplo portfólio de atividades ilícitas, que vai do tráfico de drogas e armas às fraudes bancárias, roubos de cargas, clonagem de veículos e corrupção em serviços públicos.</p>
<p><strong>Para escapar das forças de segurança, Átila vivia com identidade falsa, com CPF ativo, CNH regular e empresa registrada no Paraná.</strong> Ele mantinha ainda vínculos operacionais com comparsas envolvidos no maior roubo a banco do país, além de integrar redes criminosas interestaduais.</p>
<p>A fraude foi desmascarada pelos policiais por meio de análise biométrica, cruzamento de dados em sistemas federais e validação técnica pelo Instituto de Identificação Félix Pacheco da Polícia Civil. No Rio de Janeiro, Átila já havia sido condenado duas vezes por fraudes em caixas eletrônicos. Ele responde, inclusive, a um terceiro processo pelo mesmo crime.</p>
<p><strong>Em São Paulo, o assaltante acumula diversas passagens, como a condenação de 32 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, ligada a um esquema milionário de envio de malas com cocaína, utilizando o Aeroporto Internacional de Guarulhos como ponto de envio de entorpecentes para a Europa</strong>.</p>
<p>As cargas eram despachadas por meio de uma rede criminosa de funcionários e colaboradores corrompidos, garantindo que a droga chegasse à cidade de Lisboa, em Portugal, onde era recebida por comparsas e revendida no mercado europeu por valores que multiplicavam exponencialmente o lucro da quadrilha.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/policia-do-rio-prende-mais-um-integrante-do-assalto-ao-bc-de-fortaleza</p>
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		<item>
		<title>IBGE reúne 30 países em Fortaleza para discutir integração de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 12:01:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Debates sobre indicadores de áreas como saúde, educação, trabalho, desigualdade e meio ambiente vão integrar o Triplo Fórum Internacional de Governança do Sul Global, na cidade de Fortaleza (CE), entre os dias 11 e 13 de junho.  O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o governo local [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Debates sobre indicadores de áreas como saúde, educação, trabalho, desigualdade e meio ambiente vão integrar o Triplo Fórum Internacional de Governança do Sul Global, na cidade de Fortaleza (CE), entre os dias 11 e 13 de junho. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/IBGE-reune-30-paises-em-Fortaleza-para-discutir-integracao-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/IBGE-reune-30-paises-em-Fortaleza-para-discutir-integracao-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o governo local e apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).</p>
<p><strong>Está prevista a participação de mais de 100 conferencistas brasileiros e estrangeiros, que tratarão de novos indicadores em relação ao Sul Global na “era digital”.</strong> Representantes de pelo menos 30 países já confirmaram presença no evento. As inscrições, que são gratuitas, estão abertas até o próximo dia 8 (<a href="https://loja.ibge.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Inscreva-se aqui</a>) .</p>
<p>Neste mês em que o IBGE completou 89 anos, o presidente do instituto, Marcio Pochmann, entende que será uma possibilidade de troca de experiências que deve interessar a estudantes de diferentes áreas e níveis de formação. </p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, Pochmann destacou que existem desafios importantes que países em desenvolvimento enfrentam em relação à soberania dos dados. Confira abaixo a entrevista:</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O IBGE atravessa um desafio tão grande do ponto de vista de gestão dos dados como na época em que foi criado, no século passado?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Nós estamos partindo de um posto avançado. Estamos falando de uma instituição que tem quase 11 mil servidores. É uma das instituições de pesquisa, estatística e geografia maiores do mundo, inclusive. É uma referência internacional, uma instituição que tem 566 agências distribuídas, Não há outra instituição no Brasil com essa representatividade. São 27 superintendências. </p>
<p>O IBGE tem credibilidade e é uma das pouquíssimas instituições que entra na casa dos brasileiros. Há o sigilo estatístico. As informações não são passadas para ninguém porque a gente trabalha no conjunto dos brasileiros. Não na especificidade ou na individualidade. Isso já é uma base muito importante que nos dá condições de avançar para um desafio que me parece mais importante, que é a integração dos vários bancos de dados do país.</p>
<p>O IBGE é como o grande coordenador do Sistema Nacional geoestatístico, que nos daria condições de integrar dados da saúde, como o DataSus, dados tributários e também dos beneficiários de programas sociais, o CADúnico.</p>
<p>O Brasil tem uma riqueza de informações, de dados, mas eles não estão integrados. E o IBGE pode, então, fazer isso e nos daria mais informações para quem toma decisão, seja no setor privado, seja o prefeito, o governador, o presidente. Nós estamos vivendo também um período de disputa. Hoje temos empresas estrangeiras que utilizam as informações prestadas nas redes sociais para ter acesso mais rápido aos dados dos brasileiros do que o próprio IBGE. </p>
<p>Essa é questão sobre a soberania de dados. É dramático um país que não tem a soberania dos seus próprios dados, que tem empresas estrangeiras, que têm mais informação daquele país. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; Esse não é um desafio só brasileiro. No evento em Fortaleza, a ideia é também tratar dessas questões?</p>
<p><strong>Márcio Pochmann</strong> &#8211; Esse é um destaque importante do ponto de vista do protagonismo que o IBGE está tendo no plano internacional. Neste ano, O IBGE foi eleito pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas para passar a fazer parte da elite do Sistema Estatístico internacional. </p>
<p>Ao mesmo tempo, o IBGE vem também protagonizando a coordenação dos institutos de estatística em diferentes blocos de país. No ano passado, coordenou o bloco de país do G20, fazendo questões de discussão metodológica sobre, por exemplo, as pessoas em situação de rua. </p>
<p>O Brasil hoje lidera o Brics [grupo formado por 11 países] e também o grupo de países do Mercosul. Nesse sentido, o IBGE está reunindo os institutos nacionais estatísticos, representantes dos sistemas dos países dos Brics, daqueles em língua portuguesa, e também do Mercosul. </p>
<p>Estamos vivendo um momento excepcional no mundo, que é o deslocamento do centro dinâmico do Ocidente para o Oriente e do Norte para o Sul. </p>
<p>O Brasil está tendo o protagonismo de trazer essa discussão a respeito de quais são as especificidades do Sul global em relação a temas como desigualdade. </p>
<p>Olha-se a partir do Sul global, que são países que têm florestas. </p>
<p>Nós temos hoje uma situação em que os direitos trabalhistas, o salário, o reconhecimento é apenas para quem trabalha fora de casa. Mas quem está em casa não tem reconhecimento.</p>
<p>Essa é uma realidade de muitos países do Sul global. Então, são temas que estamos trazendo, as oportunidades de trabalho na era digital, especialmente para jovens.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O evento terá representantes de 30 países. Existem temas prioritários?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Nós vamos trazer pelo menos 35 temas amplos. E é um convite para a juventude brasileira se envolver nessa temática. Que terá a presença de pesquisadores, estudiosos, gestores.</p>
<p>Talvez seja o maior evento realizado até agora no âmbito do Sul global. Foi até por isso que o IBGE divulgou um mapa invertido que causou discussão no Brasil.</p>
<p>É um mapa em que o Brasil está no centro do mundo e não na parte inferior do planeta. Hoje, o Brasil tem um protagonismo que, talvez no passado, nunca teve, Mas esse protagonismo tem que ter responsabilidade do ponto de vista do encaminhamento de questões que são fundamentais para a humanidade.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O evento, então, tratará desses desafios comuns?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Haverá uma quantidade expressiva de pesquisadores e gestores de um conjunto equivalente a 30 países. É uma convergência para pensar o mundo a partir do Sul global, a partir da nossa realidade em transformação, de temas como a queda na taxa de fecundidade e o crescimento menor da população. </p>
<p>Temos as questões ambientais, as relativas ao tipo de desenvolvimento das cidades, assuntos ligados à juventude, ao emprego, às condições de acesso à educação. </p>
<p>Trata-se de uma pauta muito grande, mas de interesse nacional, inclusive de jovens que estão no ensino médio, superior ou na pós-graduação.</p>
<p>Mas também gestores do município e brasileiros envolvidos com o setor privado. É um evento que vai marcar época na medida em que estamos pensando além do Brasil, em função da realidade, do dinamismo do Sul global, que hoje responde a mais de 70% do crescimento do mundo. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; Por que é importante essa integração de dados entre os países?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Na reunião dos Brics, que ocorreu em Cazã (Rússia), no final do ano passado, houve um documento que disciplinou a questão estatística. </p>
<p>O Brics precisa ter, na verdade, grande referência em indicadores. Estamos autorizados, nesse sentido, a avançar na temática dos indicadores de dados. Mas também na integração metodológica, que permitiria certa uniformidade nas informações.</p>
<p>Não adianta, às vezes, você ter uma informação que é importante para o país, mas sem poder comparar com outros países.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; A discussão que o senhor tem levantado, sobre a necessidade de soberania dos dados, é uma preocupação também do Sul global?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Estamos falando de países que têm uma disposição de oferecer alternativas ao modelo que veem hoje nos Estados Unidos.</p>
<p>É um modelo eficiente do ponto de vista da comunicação do acesso à informação, No caso dos Estados Unidos, há uma lei que obriga as grandes empresas, chamadas big techs, a disponibilizar seus dados toda vez que o Departamento de Estado exigir. </p>
<p>O IBGE, por exemplo, está fazendo um deslocamento dos seus bancos de dados para o Serpro, que é uma empresa pública e nacional. Essa preocupação, obviamente, com a questão da soberania, interessa ao Brasil, mas está relacionada aos demais países que não dispõem dessas empresas, dependem de empresas do exterior.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; Quanto menos acesso a essa soberania de dados, mais vulnerável fica a sociedade, certo?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Exatamente, porque você não controla a informação. Alguém do exterior tem mais informações da realidade brasileira. Há empresas que têm a fotografia e o vídeo de nossas cidades.</p>
<p>No início do século 20, a preocupação foi pela soberania econômica. Agora, a questão é da soberania de dados. Isso assumiu uma centralidade muito grande.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; O senhor pode falar também sobre o que podemos aprender com outras experiências?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Temos a experiência avançada aqui no âmbito da América Latina. A Colômbia, por exemplo, tem um centro importante de produção de dados com metodologias inovadoras. Nós temos a experiência da China, por exemplo, que tem feito pesquisas muito oportunas no âmbito da chamada economia digital. </p>
<p>Não se pergunta mais se a pessoa trabalha ou não trabalha. Pergunta-se se ela leva uma renda para casa. Esse tipo de inovação metodológica, tecnológica, é fundamental para melhorar a pesquisa que o IBGE faz.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong> &#8211; E dados representam recursos e participação efetiva da comunidade com a gestão pública, não é?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; Sem dúvida. O nosso papel também é de reduzir custos e gastos para fazer essas pesquisas. Por exemplo, o IBGE é responsável pela produção do Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse indicador é um levantamento que é feito por cerca de 2 mil pessoas, que estão em dez regiões metropolitanas. </p>
<p>É um trabalho rigoroso, técnico e fundamental. Nesse sentido, estamos avançando nas chamadas pesquisas experimentais, em passar a utilizar preços de nota fiscal eletrônica. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>  &#8211; Os debates desse evento em Fortaleza servirão para intercâmbios na reunião do Brics, no Rio de Janeiro [nos dias 6 e 7 de julho]? Para a COP30 também, em novembro [em Belém], certo?</p>
<p><strong>Marcio Pochmann</strong> &#8211; O Fórum tem esse papel de gerar subsídios que possam, na verdade, ser avaliados pelos chefes de Estado nas suas declarações. Como também gerar subsídios para a COP, que é um evento fundamental que vai discutir a temática climática.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/ibge-reune-30-paises-em-fortaleza-para-discutir-integracao-de-dados-0</p>
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		<item>
		<title>Geração de caixa é a maior fortaleza da Petrobras, diz diretor</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 17:37:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os resultados da Petrobras ao longo de 2024 mostram que a geração de caixa é um dos principais pontos fortes da companhia, mesmo com a alta do dólar tendo impactado negativamente as contas da empresa. A avaliação é do diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo. Melgarejo concedeu uma entrevista exclusiva à Agência Brasil nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Os resultados da Petrobras ao longo de 2024 mostram que a geração de caixa é um dos principais pontos fortes da companhia</strong>, mesmo com a alta do dólar tendo impactado negativamente as contas da empresa. A avaliação é do diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Geracao-de-caixa-e-a-maior-fortaleza-da-Petrobras-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Geracao-de-caixa-e-a-maior-fortaleza-da-Petrobras-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Melgarejo concedeu uma entrevista exclusiva à <strong>Agência Brasil</strong> nesta quinta-feira (27), pouco antes de participar de uma videoconferência com analistas de mercado para detalhar o <a href="https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/25fdf098-34f5-4608-b7fa-17d60b2de47d/b5507505-e759-5390-ca06-ae479ba7784c?origin=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">desempenho da estatal em 2024</a>.</p>
<p>“Uma das grandes fortalezas da Petrobras é a sua geração de caixa”, afirmou Melgarejo, ao comentar o lucro anual de R$ 36,6 bilhões. O resultado ficou 70% abaixo do registrado em 2023.</p>
<p>No quatro trimestre, houve prejuízo de R$ 17 milhões, atribuído à escalada do dólar.</p>
<p>Apesar do resultado contábil afetado pela moeda americana, que subiu 27% em 2024 (fechou em R$ 6,18), o fluxo de caixa operacional da Petrobras alcançou R$ 204 bilhões no ano.</p>
<blockquote>
<p>“É a empresa com maior geração de caixa, isso daria para comprar grandes bancos, por exemplo”.</p>
</blockquote>
<h2>Investimentos e emprego</h2>
<p>O executivo listou que a <strong>geração de caixa permitiu à Petrobras alcançar feitos como a redução da dívida financeira bruta em cerca de 10%</strong>. “É a menor dívida desde 2008, chegamos ao patamar de US$ 23 bilhões”.</p>
<p>Ele acrescenta a distribuição de dividendos – a parte do lucro que cabe aos acionistas – na ordem de R$ 102,6 bilhões. Melgarejo destaca que o governo (União e BNDES) é o maior acionista da companhia.</p>
<blockquote>
<p>“O recurso que o governo ganha como dividendo é direcionado dentro das contas públicas para a sociedade”.</p>
</blockquote>
<p>Na mesma noite em que divulgou o resultado anual, a Petrobras anunciou que o conselho de administração <strong>autorizou a <a href="https://agencia.petrobras.com.br/w/negocio/petrobras-informa-sobre-remuneracao-aos-acionistas-26-02-2025" target="_top" rel="noopener noreferrer nofollow">distribuição de dividendos</a> equivalentes a mais R$ 9,1 bilhões, relativa ao exercício de 2024.</strong> A proposta será levada à assembleia-geral ordinária, prevista para 16 de abril.  </p>
<p>A <strong>empresa informou que pagou no ano passado R$ 270 bilhões de tributos em todas as esferas de governo.</strong> “É o segundo maior tributo da história da Petrobras, muito próximo do primeiro, R$ 279 bilhões, dois anos atrás”.</p>
<p>O diretor cita ainda que os investimentos da Petrobras (CaPex), na ordem de R$ 91 bilhões, 30% superior ao de 2023, gera 250 mil empregos diretos e indiretos.</p>
<p>As operações da manutenção (OpEx), R$ 350 bilhões, amparam cerca de 2 milhões de empregos no país.</p>
<blockquote>
<p>“Estamos falando de emprego qualificado, de alto nível de uso de tecnologia, com alto valor agregado para a sociedade”, assinala.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=415420:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Geracao-de-caixa-e-a-maior-fortaleza-da-Petrobras-diz.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/02/2025 - O diretor financeiro da Petrobras, Fernando Melgarejo, durante entrevista à Agência Brasil, no edifício Senado da empresa, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/><br />
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    <!-- END scald=415420 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=415420-->Rio de Janeiro (RJ), 27/02/2025 &#8211; Diretor financeiro da Petrobras, Fernando Melgarejo, durante entrevista à Agência Brasil, no edifício Senado da empresa, no centro do Rio de Janeiro &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=415420--></h6>
</p>
</div>
<h2>Efeito dólar</h2>
<p>Melgarejo enfatiza que a variação do dólar – motivo para o prejuízo da estatal no último trimestre de 2024 &#8211; tem efeitos contábeis, que não afetam a geração de caixa da Petrobras.</p>
<p>Segundo ele, como a companhia tem uma atuação internacional, a holding brasileira possui obrigações com subsidiárias em outros países, como na Holanda e nos Estados Unidos.</p>
<p>Com o dólar em escalada, o custo da Petrobras com as empresas dela no exterior fica mais alto e é lançado como despesa financeira.</p>
<p>Por outro lado, explica o diretor, as subsidiárias fora do Brasil recebem as receitas em dólar valorizado, mas os lançamentos dos recebimentos não são na mesma conta financeira, e sim no patrimônio líquido da companhia.</p>
<p>“Ao mesmo tempo que eu tenho essa despesa por valorização cambial, eu tenho um benefício no PL [patrimônio líquido]. São contas diferentes e geram esse resultado que, economicamente com o tempo, se equivale, se compensa”, pondera.</p>
<p>“Isso não afetou a saúde financeira da companhia”, diz.</p>
<p><strong>Se não houvesse o impacto do dólar no quarto trimestre, o lucro do ano sairia de US$ 7,5 bilhões (R$ 36,6 bilhões) para US$ 19,4 bilhões (R$ 103 bilhões).</strong></p>
<p>Melgarejo calcula que, se no primeiro trimestre de 2025 o dólar permanecer entre R$ 5,75 e 5,80, a Petrobras vai acrescentar no lucro do primeiro trimestre de 2025 a ordem de US$ 2 bilhões de resultado só pela valorização do câmbio.</p>
<p>Como o comportamento do câmbio causa impactos contábeis entre a empresa holding e subsidiárias no exterior, sem afetar a geração de caixa, <strong>Fernando Melgarejo avalia que não é necessário fazer operações de proteção cambial, o chamado hedge, que seria um custo financeiro a mais para a empresa.</strong></p>
<h2>Preços “abrasileirados”</h2>
<p>Mesmo com a alta do dólar mexendo com os números da Petrobras, a empresa defende a atual política de preços de venda dos combustíveis, que não acompanha diretamente a flutuação da moeda estrangeira e do preço do barril de petróleo fora do país.</p>
<p>De 2016 a 2023, a política era o Preço de Paridade Internacional (PPI), que acompanhava a volatilidade internacional.</p>
<p><strong>A política atual, considerada como “abrasileiramento” dos preços, leva em conta fatores como o custo da produção de petróleo no Brasil e a participação da Petrobras no mercado consumidor.</strong> A intenção é não trazer para o consumidor brasileiro as flutuações bruscas dos preços internacionais e manter a estatal competitiva, para não perder mercado para concorrentes.</p>
<p>“O objetivo, tanto para nós quanto para a sociedade, é tirar a volatilidade do preço”, defende o diretor financeiro.</p>
<h2>Sem mudanças bruscas</h2>
<p>Na visão da companhia, o recuo do dólar nos últimos meses mostra acerto da avaliação de que a escalada da moeda observada em dezembro não significou mudança definitiva de patamar.</p>
<p>“A gente acertou, tanto que o dólar retornou hoje a R$ 5,80 mais ou menos”, aponta Melgarejo.</p>
<p>Ao longo do ano passado, o preço da gasolina teve apenas um aumento, em julho, e o do diesel se manteve inalterado, sendo reajustado apenas agora em fevereiro de 2025.</p>
<p><strong>O diretor da estatal destaca que a geração de caixa dentro da área de refino foi “bastante positiva”, na ordem de R$ 31 bilhões, mesmo com o fenômeno de redução do crackspread do diesel.</strong></p>
<p>O crackspread – que afeta todas as petroleiras que operam o refino no mundo – pode ser entendido como a diferença do preço médio do diesel no mercado mundial em relação ao do petróleo.</p>
<p>Essa diferença se reduziu em 39%, por causa de um assentamento do preço do óleo provocado por menor demanda no hemisfério norte. Em outras palavras, as refinarias ganharam menos na produção do diesel.</p>
<blockquote>
<p>“Mesmo com esse ambiente de redução do crackspread do diesel em 39%, a gente teve uma boa geração de caixa no refino, o que fortalece que a nossa política de comercialização está 100% aderente às melhores práticas”.</p>
</blockquote>
<h2>Busca por reservas</h2>
<p>Perguntado se a grande geração de caixa da Petrobras faz a companhia ter no radar a aquisição de ativos de outras petrolíferas, como forma de aumentar a quantidade de reservas de petróleo, o diretor financeiro afirmou que <strong>não há aquisição de grande vulto à vista.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Obviamente que toda oportunidade que for trazida para a Petrobras será analisada do ponto de vista econômico e financeiro. Se for algo que tenha criação de valor para o nosso acionista, a gente vai avaliar com todo carinho, sim”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>No esforço de reverter o declínio das reservas atuais, previsto para a década de 2030, as principais atenções da Petrobras estão voltadas para a Margem Equatorial, no litoral norte do país, tida como de grande potencial, uma espécie de “novo pré-sal”.</p>
<p>A exploração depende, no entanto, de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.</p>
<p>Há também grande interesse da petroleira na Bacia de Pelotas, no litoral sul do Brasil. A Petrobras é dona de 29 poços de exploração na região.</p>
<p>Fator que explica o interesse na Bacia de Pelotas são as descobertas de petróleo no Uruguai e na África &#8211; Namíbia e África do Sul. As costas geográficas têm características físicas que se assemelham.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/geracao-de-caixa-e-maior-fortaleza-da-petrobras-diz-diretor</p>
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		<title>Fortaleza garante classificação histórica na Libertadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 01:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Classificação]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores]]></category>
		<category><![CDATA[Oitavas]]></category>
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					<description><![CDATA[Esportes &#8211; O Fortaleza fez história nesta quarta-feira (25), pois garantiu vaga nas oitavas de final da Copa Libertadores após derrotar o Colo-Colo (Chile) por 4 a 3 mesmo jogando no estádio Monumental de Santiago. Após este triunfo o Tricolor do Pici terminou a fase inicial na segunda posição do Grupo F da competição com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esportes &#8211; O Fortaleza fez história nesta quarta-feira (25), pois garantiu vaga nas oitavas de final da Copa Libertadores após derrotar o Colo-Colo (Chile) por 4 a 3 mesmo jogando no estádio Monumental de Santiago.</p>
<p>Após este triunfo o Tricolor do Pici terminou a fase inicial na segunda posição do Grupo F da competição com dez pontos, seis a menos do que o líder River Plate (Argentina), que goleou o Alianza Lima (Peru) por 8 a 1.</p>
<p>Buscando a vitória desde o início, a equipe comandada pelo técnico argentino Juan Vojvoda abriu o placar logo aos três minutos de bola rolando. Moisés avançou pela esquerda e cruzou para a área, onde Silvio Romero teve apenas o trabalho de escorar.</p>
<p>Aos 24 minutos o camisa 21 deixou o papel de arco e virou flecha ao receber de Lucas Lima, partir em velocidade e bater na saída do goleiro para ampliar. O primeiro tempo do Fortaleza só não foi perfeito porque, já aos 44, Solari cruzou para a área e Ceballos acabou marcando contra ao tentar cortar.</p>
<p>Porém, o time cearense voltou a ficar em situação tranquila quando Moisés marcou o seu segundo na partida após uma bela arrancada do meio campo, aos 8 minutos da etapa final, e Pikachu ampliar para 4 a 1 aos 16 minutos.</p>
<p>O Colo-Colo ainda ensaiou uma reação com os gols de Bruno Gutiérrez, aos 18, e de Léo Gil, aos 34, mas a vitória final era mesmo da equipe brasileira.</p>
<p>Após brilhar na Libertadores o Fortaleza joga pelo Brasileiro, onde pega o Juventude no sábado (28) no Castelão.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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