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	<title>Financiamento - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Financiamento - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Clientes da Caixa podem dar imóvel em financiamento como garantia</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 16:12:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os clientes pessoas físicas da Caixa Econômica Federal com financiamento imobiliário ativo podem oferecer o imóvel como garantia em operações de crédito com livre destinação. O banco iniciou as contratações de uma nova linha de crédito que aceitará imóveis urbanos (residencial, comercial ou misto), quitados ou em financiamento com a Caixa. Chamada de Empréstimo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os clientes pessoas físicas da Caixa Econômica Federal com financiamento imobiliário ativo podem oferecer o imóvel como garantia em operações de crédito com livre destinação. <strong>O banco iniciou as contratações de uma nova linha de crédito que aceitará imóveis urbanos (residencial, comercial ou misto), quitados ou em financiamento com a Caixa.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Clientes-da-Caixa-podem-dar-imovel-em-financiamento-como-garantia.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Clientes-da-Caixa-podem-dar-imovel-em-financiamento-como-garantia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Chamada de Empréstimo com Garantia de Imóvel Caixa, a linha do tipo <em>home equity</em> tem taxa de juros reduzida em comparação a outras modalidades de crédito pessoal. <strong>As taxas partem de 1,32% ao mês, e o valor do empréstimo pode chegar a 60% do valor de avaliação do imóvel.</strong></p>
<p>Segundo a Caixa, há modalidades para diversos perfis e necessidades dos clientes. <strong>As simulações e contratações podem ser feitas nas agências físicas ou digitais do banco.</strong></p>
<p>As linhas do tipo <em>home equity</em> representam um empréstimo de livre destinação, que têm como público-alvo clientes proprietários de imóveis que desejam ter acesso a crédito de valores mais altos, prazos mais alongados e prestações mais acessíveis que as linhas comerciais convencionais. <strong>O cliente pode usar o valor do empréstimo como desejar e o imóvel fica alienado como garantia, mas pode ser habitado normalmente, como ocorre em um financiamento habitacional.</strong></p>
<p>Atualmente, a Caixa tem cerca de R$ 6,7 bilhões em contratos ativos na modalidade, com cerca de 54 mil contratos e 25% de participação de mercado na carteira de empréstimo com garantia de imóvel. A novidade é que a autorização para que imóveis em financiamento sejam dados como garantia.</p>
<h2>Marco das Garantias</h2>
<p>Com o Novo Marco das Garantias, estabelecido pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14711.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 14.711/2023</a> e regulamentado no fim do ano passado, o tomador de crédito pode oferecer um mesmo imóvel como garantia para mais de um empréstimo. Dessa forma, quem financiou o imóvel e pagou parte da dívida pode usar o valor remanescente da garantia para ter acesso a mais crédito.</p>
<p><strong>A nova linha de crédito da Caixa tem prazo de até 240 meses para as operações convencionais e de até 360 meses para clientes que fizerem a alienação estendida dos contratos de financiamento ativo no banco, limitado ao prazo de concessão original do financiamento imobiliário.</strong></p>
<p>Por meio da alienação estendida, o cliente mantém o contrato original e contrata um novo financiamento, usando a mesma garantia. Essa operação respeita o valor de financiamento e o prazo remanescente do contrato original, podendo liberar ao tomador um valor adicional, caso a garantia e a renda do cliente suportem.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/clientes-da-caixa-podem-dar-imovel-em-financiamento-como-garantia</p>
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		<item>
		<title>BNDES aprova financiamento para ampliação da Rua da Marinha, em Belém</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/bndes-aprova-financiamento-para-ampliacao-da-rua-da-marinha-em-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 14:49:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou neste domingo (18) que irá financiar a ampliação da Nova Rua da Marinha em Belém. De acordo com a instituição, a obra deverá beneficiar cerca de 215 mil moradores, o equivalente a 12% da população da capital do Pará. Com investimento total estimado em R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou neste domingo (18) que irá financiar a ampliação da Nova Rua da Marinha em Belém. De acordo com a instituição, a obra deverá beneficiar cerca de 215 mil moradores, o equivalente a 12% da população da capital do Pará.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/BNDES-aprova-financiamento-para-ampliacao-da-Rua-da-Marinha-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/BNDES-aprova-financiamento-para-ampliacao-da-Rua-da-Marinha-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com investimento total estimado em R$ 253 milhões, sendo R$ 248,5 milhões do BNDES e R$ 4,5 milhões de contrapartida do governo estadual, o projeto prevê a ampliação por até seis vezes da faixa existente. <strong>A expectativa é de geração de 430 empregos durante a execução das obras.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Mais do que uma intervenção local, a Nova Rua da Marinha é uma artéria estruturante que beneficiará toda a Região Metropolitana, melhorando o acesso a importantes equipamentos, como o Aeroporto Internacional, o Estádio Mangueirão, o Hangar Centro de Convenções e diversas unidades de saúde”, afirmou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o banco, <strong>a nova configuração da avenida irá transformar a Rua da Marinha numa via estrutural, </strong>que irá interligar a Rodovia Augusto Montenegro à Avenida Centenário. As obras irão ampliar a largura atual, de 7,2 metros, para até 75 metros, com três faixas por sentido, canteiro central, faixas exclusivas para transporte público, ciclovias e áreas de estacionamento.</p>
<p>A Nova Rua da Marinha está prevista no Plano Diretor de Belém desde 2008. O empreendimento também prevê a construção de pontes, rotatórias e faixas de pedestres elevadas e deverá melhorar o escoamento do tráfego da Região Metropolitana de Belém e reduzir em até 33% o tempo médio de deslocamento no trajeto de 7,8 km entre os dois extremos da via.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/bndes-aprova-financiamento-para-ampliacao-da-rua-da-marinha-em-belem</p>
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		<item>
		<title>Veja como declarar renda fixa, financiamento e criptomoeda no IR 2025</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/veja-como-declarar-renda-fixa-financiamento-e-criptomoeda-no-ir-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 13:30:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Tira-Dúvidas do IR 2025, é hora de falar sobre declaração de investimentos em fundos de renda fixa e conta poupança, que é obrigatória.  Para fazer essa declaração, contribuinte deve usar os informes de rendimentos fornecidos pelas instituições financeiras.  &#8220;É fundamental declarar todos os rendimentos e saldos de aplicações financeiras na sua declaração de Imposto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>No Tira-Dúvidas do IR 2025, é hora de falar sobre <strong>declaração de investimentos em</strong> fundos de renda fixa e conta poupança, que é obrigatória. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Veja-como-declarar-renda-fixa-financiamento-e-criptomoeda-no-IR.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Veja-como-declarar-renda-fixa-financiamento-e-criptomoeda-no-IR.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para fazer essa declaração, <strong>contribuinte deve usar os informes de rendimentos fornecidos pelas instituições financeiras</strong>. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;É fundamental declarar todos os rendimentos e saldos de aplicações financeiras na sua declaração de Imposto de Renda de 2025. Utilize os informes de rendimento fornecidos pelas instituições financeiras como base para o preenchimento da sua declaração. Quem tem aplicativo, é possível conseguir esses informes pelo aplicativo, ou então acessando diretamente no banco&#8221;, explica Alessandro Pereira Alves, professor de Ciências Contábeis e Finanças da UFRRJ.</p>
</blockquote>
<h2>&gt;&gt; Veja aqui como declarar:</h2>
<ul>
<li>Acesse a ficha de Bens e Direitos no grupo &#8220;Aplicações e Investimentos&#8221;;</li>
<li>Colocar o código do produto, localização e o CNPJ da instituição na qual está o investimento;</li>
<li>Na descrição, inserir os detalhes.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante é entender como declarar os rendimentos, que variam conforme a forma de tributação. </p>
<p>A <strong>poupança e investimentos como LCI, LCA, CRI, CRA são isentos de pagamento de Imposto de Renda</strong>. Já os <strong>investimentos como CDBs são passíveis de cobrança de IR sobre os lucros</strong>. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Para rendimentos com tributação isenta de IR, vai lá, acesse a ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, clica em novo, clica lá, por exemplo, &#8216;rendimentos de poupança&#8217;, informa o CNPJ e o valor total recebido. Para os rendimentos tributados exclusivamente na fonte, vá na ficha de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva e definitiva, clique em novo, escolha lá o código &#8216;rendimentos de aplicação financeira&#8217; e informe o CNPJ e o nome da fonte pagadora&#8221;, explica o professor Luiz Carlos Benner, da PUC do Paraná.</p>
</blockquote>
<p>Vale destacar que a obrigatoriedade de declarar investimento em renda fixa e poupança só se aplica a quem já é obrigado a entregar a declaração por outros motivos.</p>
<h2>&gt;&gt; Ouça na Radioagência Nacional:</h2>
<h2>Empréstimos, financiamentos e consórcios no IR</h2>
<p>Se você contraiu uma <strong>dívida de</strong> empréstimo, fez um financiamento ou, ainda, um consórcio, deve fazer a declaração para que não haja problemas na hora da apuração de patrimônio e renda.</p>
<p>A professora de Ciências Contábeis da Unic Beira Rio, Maila Karling, ressalta que<strong> todas as dívidas com valores maiores do que R$ 5 mil devem constar na declaração</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Eu preciso declarar tanto dívidas com bancos, instituições financeiras, quanto dívidas contraídas com pessoas físicas — amigos, parentes e pessoas conhecidas. Esses valores devem ser lançados todos na ficha de Dívidas e Ônus Reais. Lá, o contribuinte vai selecionar o código correspondente ao tipo de dívida. Por exemplo, se ele tem uma dívida com um estabelecimento bancário, vai selecionar o código 11, para demonstrar que a dívida dele é com o estabelecimento bancário. Também pode informar os valores que já foram pagos&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Quando o assunto é consórcio, o <strong>tipo de declaração vai depender se o contribuinte já foi contemplado ou não</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Caso o contribuinte não tenha sido contemplado, ele vai informar esse consórcio na ficha de Bens e Direitos, no grupo 99 (Outros Bens ) e vai colocar lá todo o valor que foi pago até 31 de dezembro do ano corrente, escrevendo como &#8216;crédito em consórcio&#8217;. Já se ele foi contemplado, o bem adquirido através dessa contemplação do consórcio deve ser declarado como um novo item&#8221;, esclarece a professora.</p>
</blockquote>
<p>No caso de <strong>financiamento de imóveis</strong>, é preciso <strong>preencher o tipo do imóvel </strong>e incluir informações como: <strong>endereço completo, data da aquisição, forma de pagamento, valor pago até 31 de dezembro de 2024, número da matrícula no cartório de registro de imóveis e o código do imóvel no cadastro municipal</strong>.</p>
<p><strong>Dívidas de cônjuges e dependentes também devem ser declaradas</strong>.</p>
<p>“Se a declaração for em conjunto com o cônjuge ou companheiro ou se os bens e direitos comuns forem relacionados na declaração do contribuinte titular, inclua, também, as dívidas e ônus do cônjuge ou companheiro. Tratando-se de declaração com inclusão de rendimentos de dependente, deverá ser informado o valor das dívidas e ônus reais do dependente”, informou Deypson Carvalho, professor do Centro de Ensino Unificado do Distrito Federal (UDF).</p>
<h2>&gt;&gt; Ouça na Radioagência Nacional:</h2>
<h2>Renda variável e criptomoedas</h2>
<p>Quando falamos em <strong>renda variável</strong>, nos referimos a investimentos em ações, fundos de investimentos, fundos imobiliários, dividendos, ETFs e criptomoedas. </p>
<p>Ao declarar esses investimentos, a <strong>Receita solicita que o contribuinte informe os saldos na ficha de Bens e Direito</strong>s.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É importante a gente mencionar que cada tipo de ativo tem um código específico dentro do sistema de declaração do Imposto de Renda. Por exemplo: as ações têm o código 03, dentro da ficha de Bens e Direitos. E o mais comum também são os fundos de investimentos imobiliários, código 72. É importante declarar o valor da aquisição, ou seja, não o valor de mercado, mas o custo da aquisição daquele ativo&#8221;, diz o professor de ciências contábeis da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Hugo Dias Amaro.</p>
</blockquote>
<p>O contribuinte tem que declarar os rendimentos. Dentro da ficha de <strong>Rendimentos Isentos e Não Tributáveis</strong>, ou seja, para aqueles <strong>lucros com ações até R$ 20 mil por mês</strong>, ou <strong>dividendos</strong>.</p>
<p>Pode ser que, dentro desses investimentos em ações, as <strong>empresas paguem dividendos e ainda paguem juros sobre capital próprio</strong>. Na ficha de <strong>Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva</strong>, o contribuinte tem que <strong>declarar também os juros sobre capital próprio</strong>.</p>
<p>As alíquotas variam de acordo com o tipo de investimento e os valores movimentados, indo da <strong>isenção até 20% de imposto</strong>.</p>
<p>Em relação às <strong>criptomoedas</strong>, são equiparadas a ativos sujeitos a ganho de capital e <strong>devem ser declaradas pelo valor de aquisição na Ficha Bens e Direitos (Grupo 08 – Criptoativos), considerando os códigos específicos (01, 02, 03, 10 e 99), quando o valor de aquisição de cada tipo de criptoativo for igual ou superior a R$ 5 mil</strong>.</p>
<p>Segundo o professor Deypson Carvalho, &#8220;os ganhos obtidos com a alienação de criptoativos, cujo total alienado no mês seja superior a R$ 35 mil, são tributados a título de ganho de capital, segundo alíquotas progressivas estabelecidas em função do lucro”. </p>
<p>Essas <strong>alíquotas vão de 15%, para lucros de até R$ 5 milhões por mês, a 22,5%, para ganhos acima de R$ 30 milhões</strong> em um único mês.</p>
<h2>&gt;&gt; Ouça na Radioagência Nacional:</h2>
<p>O <strong>prazo para declaração do Imposto de Renda vai até o dia 30 de maio</strong>. </p>
<h2>&gt;&gt; Confira aqui a série do Tira-Dúvidas do IR 2025</h2>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/veja-como-declarar-renda-fixa-financiamento-e-criptomoeda-no-ir-2025</p>
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		<item>
		<title>CMN amplia uso de fundos de investimento em financiamento sustentável</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cmn-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 22:41:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Instrumento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para reduzir o risco de variação do câmbio em captações de recursos do exterior, o Programa Eco Invest Brasil poderá comprar cotas de fundos de investimento e fazer operações de securitização (conversão de papéis). Em reunião extraordinária nesta quinta-feira (17), o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Instrumento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para reduzir o risco de variação do câmbio em captações de recursos do exterior, o Programa Eco Invest Brasil poderá comprar cotas de fundos de investimento e fazer operações de securitização (conversão de papéis). Em reunião extraordinária nesta quinta-feira (17), o <strong>Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou uma série de práticas que pretendem atrair novos tipos de investidores em financiamentos de projetos sustentáveis.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CMN-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CMN-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre os principais aprimoramentos introduzidos pelo CMN, destacam-se:</p>
<p>•     Autorização para aquisição de cotas de fundos de investimento, ampliando os canais de captação e base de investidores;</p>
<p>•     Inclusão de operações de securitização, favorecendo a mobilização de capital por meio do mercado financeiro;</p>
<p>•     Carência de até três anos para operações de crédito, conforme diretrizes do Ministério da Fazenda;</p>
<p>•     Obrigatoriedade de reinvestimento dos recursos retornados, ampliando o alcance e impacto dos financiamentos públicos;</p>
<p>•     Regulamentação da sub linha de estruturação de projetos, permitindo o lançamento de leilões voltados à preparação técnica e financeira de projetos inovadores.</p>
<p>Em nota, o Ministério da Fazenda informou que as medidas alinham a regulamentação à <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-14.995-de-10-de-outubro-de-2024-589443085" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 14.995/2024</a>, que instituiu o Programa de Mobilização de Capital Privado Externo e Proteção Cambial (Programa Eco Invest Brasil). O CMN também aperfeiçoou a sub linha de financiamento parcial e regulamentou a nova sub linha de estruturação de projetos.</p>
<p>Segundo a Fazenda, a sub linha de estruturação de projetos permitirá que o Tesouro Nacional faça leilões voltados à exportação de bens e serviços verdes, infraestrutura para exportação e turismo sustentável. A regulamentação pretende fazer com que o Programa Eco Invest Brasil atue desde as fases iniciais dos empreendimentos, com crédito para estudos, modelagens e outras atividades de preparação.</p>
<h2>Cotas de fundos</h2>
<p>A autorização para a compra de cotas de fundos de investimento regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) amplia a diversidade de instrumentos financeiros disponíveis no Eco Invest. De acordo com o Ministério da Fazenda, essa inovação permite maior diversificação de risco, acesso a investidores pessoas físicas e captação de recursos de fundos catalíticos, que financiam projetos de desenvolvimento sustentável na Amazônia.</p>
<p>A inclusão de operações de securitização, informou a Fazenda, fortalece o papel do mercado de capitais na captação de recursos públicos. Coordenado pelo Ministério da Fazenda em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Programa Eco Invest Brasil é uma das principais iniciativas do governo federal para permitir a transição ecológica e mobilizar investimentos sustentáveis voltados à redução de emissões de gás carbônico e à adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>Órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/cmn-amplia-uso-de-fundos-de-investimento-em-financiamento-sustentavel</p>
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		<item>
		<title>Planejamento aprova US$ 3,5 bi em projetos com financiamento externo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 00:16:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A União, os estados e os municípios poderão pegar até US$ 3,5 bilhões emprestados no exterior para financiar 20 programas e projetos com garantia do governo federal. O valor foi liberado pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do Ministério do Planejamento e Orçamento, que fez nesta quinta-feira (27) a primeira reunião do ano. Dos 20 [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A União, os estados e os municípios poderão pegar até US$ 3,5 bilhões emprestados no exterior para financiar 20 programas e projetos com garantia do governo federal. </strong>O valor foi liberado pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do Ministério do Planejamento e Orçamento, que fez nesta quinta-feira (27) a primeira reunião do ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Planejamento-aprova-US-35-bi-em-projetos-com-financiamento-externo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Planejamento-aprova-US-35-bi-em-projetos-com-financiamento-externo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Dos 20 programas e projetos, 15 são de estados e de municípios e cinco são de estatais federais.</p>
<p><strong><a href="https://www.gov.br/planejamento/pt-br/assuntos/assuntos-internacionais-e-desenvolvimento/cofiex/reunioes/reunioes-da-comissao-de-financiamentos-externos-2013-cofiex/resultados/resultado_179_reunio_cofiex.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt;Consulte a lista dos projetos aprovados..</a></strong></p>
<p><strong>Para os governos locais, a Cofiex aprovou projetos nas áreas de educação, sustentabilidade ambiental, agricultura familiar, energias renováveis, desenvolvimento urbano, gestão hídrica, transportes, gestão fiscal e reestruturação de dívidas.</strong> Há seis ações no Sudeste, cinco no Nordeste, três no Sul e um no Norte.</p>
<p>Na Região Sul, a Cofiex aprovou um projeto da prefeitura Joinville (SC) na área de educação, com financiamento de US$ 99,2 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Para o Nordeste, a comissão aprovou, entre outros projetos, a segunda fase do programa Paraíba Rural Sustentável, financiado com US$ 50 milhões do Banco Mundial.</p>
<p>Para o Sudeste, a Cofiex aprovou o financiamento de US$ 1,275 bilhão para o refinanciamento da dívida do estado de São Paulo. No Norte, a comissão liberou US$ 60 milhões para o Programa de Sustentabilidade Fiscal, Eficiência e Eficácia dos Gastos Públicos do Estado do Amazonas.</p>
<p><strong>Em relação aos projetos federais, foram aprovados cinco projetos de estatais não dependentes (com receitas próprias), com destaque para o Projeto de Evolução do Parque Tecnológico do Serpro, no valor de US$ 433 milhões. </strong>No total, as empresas estatais tiveram aprovações no valor de US$ 920 milhões.</p>
<p><strong>Além do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os projetos serão financiados por bancos de multilaterais de desenvolvimento como o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e Banco Europeu de Investimentos (BEI), ou fundos internacionais, como o Fundo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e o Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata).</strong></p>
<p>A Cofiex é responsável por analisar e deliberar projetos e programas da União, de estados e de municípios com financiamento externo de organismos multilaterais e bilaterais e garantia da União. O órgão é composto por representantes dos Ministérios do Planejamento e Orçamento, da Fazenda e das Relações Exteriores. A próxima reunião da comissão ocorrerá em junho.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/planejamento-aprova-us-35-bi-em-projetos-com-financiamento-externo</p>
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		<title>Modelo de financiamento do transporte está obsoleto, dizem gestores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 18:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Frotas velhas, dificuldades para a manutenção de veículos e de vias, alto custo e subsídios são alguns dos desafios das prefeituras para garantir o ir e vir de seus habitantes, com bons serviços e estruturas voltadas à mobilidade urbana. Algumas das políticas públicas criadas pelo governo federal para ajudar os municípios neste desafio foram apresentadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Frotas velhas, dificuldades para a manutenção de veículos e de vias, alto custo e subsídios são alguns dos desafios das prefeituras para garantir o ir e vir de seus habitantes, com bons serviços e estruturas voltadas à mobilidade urbana. Algumas das políticas públicas criadas pelo governo federal para ajudar os municípios neste desafio foram apresentadas nesta quarta-feira (12) durante um dos painéis do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, em Brasília.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Modelo-de-financiamento-do-transporte-esta-obsoleto-dizem-gestores.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Modelo-de-financiamento-do-transporte-esta-obsoleto-dizem-gestores.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Autoridades federais, prefeitos e secretários municipais que participaram da mesa <em>Mobilidade Urbana: Apoio Federal aos Serviços de Transporte Público Coletivo</em> classificaram como “obsoleto” o modelo de financiamento de transporte público baseado no número de passagens emitidas. Muitos defenderam que essa contabilidade seja feita a partir do custo do serviço para atender às demandas específicas do município.</p>
<p>O secretário de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Marcos Daniel, disse que faz parte das políticas do ministério dar prioridade ao transporte público e sua infraestrutura e que o desafio é torná-lo atrativo, com lógica de fluidez no trânsito.</p>
<p>Segundo ele, deve ser levado em conta que quanto mais barato for o serviço, mais utilizado ele será pela população. Marcos Daniel ressaltou a necessidade de planejamento no setor. “Ouçam a população. Desde os passageiros até os comerciantes. As prefeituras precisam identificar as necessidades e saber quantos veículos são necessários e em que horários. Essa organização é fundamental para a prestação do serviço”, disse ele referindo-se tanto às situações em que o serviço é prestado pela prefeitura ou quando é concedido à iniciativa privada.</p>
<p>O secretário ressalta que é importante a prefeitura saber exatamente quanto custa o serviço para atender à demanda de sua cidade para, então, decidir como ele será pago. </p>
<p>“O modelo custo-passageiro está obsoleto”, disse ao sugerir, como uma das possibilidades, o cálculo a partir do custo global para, então, buscar a solução mais adequada, o que poderia viabilizar, inclusive, a tarifa zero (transporte gratuito), caso o poder público opte por arcar com o custo. “Sabendo o custo, busca-se formas de como pagá-lo”, disse.</p>
<h2>Apagão de informações</h2>
<p>Marcos Daniel pediu aos prefeitos que participem da <a href="https://simu.cidades.gov.br/pesquisa-nacional-de-mobilidade-urbana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Pesquisa Nacional de Mobilidade Urbana</a>. Segundo ele, esses dados dão ao governo federal melhores condições para desenvolver suas políticas públicas, ajudando as prefeituras na elaboração de seus projetos de mobilidade.</p>
<p>Segundo a gerente de Mobilidade Urbana da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Tainá Bittencourt, o país vive um “apagão de informações” com relação ao transporte público, que é atribuição das prefeituras.</p>
<p>“Não se sabe sequer o número de passageiros que fazem o uso [dos transportes coletivos]. Muito menos o de idosos. Isso gera distorções nos repasses”, disse.</p>
<h2>PlanMob e Capacidades</h2>
<p>O secretário do Ministério das Cidades alertou que o prazo para participação das prefeituras no Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob), iniciativa que visa ajudar a prefeitura a planejar sua mobilidade urbana para os próximos 10 anos, encerra este ano.</p>
<p>“Vocês precisam acessar o ministério das Cidades e comunicar sobre o interesse em elaborar o seu plano. Nós daremos toda a ajuda necessária, disponibilizando tecnologias para que o plano seja elaborado”, disse Marcos Daniel.</p>
<p>Ele lembrou também que há diversos cursos no portal do Programa Nacional de Capacitação das Cidades (Capacidades), canal de transmissão de conhecimento para a “construção democrática das cidades brasileiras”, a partir da integração das políticas públicas de desenvolvimento urbano.</p>
<p>Representando a Casa Civil, o gerente de projetos do novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), Pedro Boffi de Filippi, apresentou algumas das ações e números relativos à nova edição do programa.</p>
<p>“Muitos dos novos investimentos visam modais com mais sustentabilidade, em especial os veículos elétricos”, disse ele ao citar, também no âmbito da pasta, projetos voltados a sinalização, ciclovias, integração de modais e investimentos de alto valor para veículos sobre trilhos, além da retomada e conclusão de obras estruturantes.</p>
<h2>Apoio financeiro</h2>
<p>O superintendente da Área de Infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Felipe Borim, falou sobre os instrumentos de apoio financeiro disponibilizados pelo banco aos municípios. As soluções variam de acordo com o perfil das cidades, o que abrange número de habitantes e características como a dimensão do município.</p>
<p>Essas soluções levam em conta pontos como racionalização econômica, priorização de modalidades de maior capacidade e menor custo operacional, privilégio do transporte coletivo sobre o individual e utilização de tecnologias mais adequadas.</p>
<p>“O momento atual é desafiador, após uma crise iniciada há décadas que resultou, pela primeira vez, em cidades com o uso de transportes públicos serem superados pelos individuais”, disse o superintendente ao enfatizar que o BNDES quer chegar nas prefeituras e pequenos municípios, mas que, para implementar os projetos, é preciso planejamento e estudos.</p>
<p>“Estamos oferecendo soluções amplas, desde o planejamento até a implementação, passando pelo financiamento. Estamos focando também na renovação de frota, estimulando os veículos elétricos e outros também sustentáveis”, acrescentou referindo-se a programas como o Fundo Clima, que oferece taxas atrativas visando a eletrificação da frota de transportes coletivos.</p>
<h2>Papel regulador</h2>
<p>O diretor de Infraestrutura e Melhoria do Ambiente de Negócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Alexandre Messa, disse que muitos municípios desconhecem seu papel enquanto reguladores de serviços de mobilidade urbana.</p>
<p>“Vários órgãos não se percebem como reguladores, projetando esse papel para as agências. Os municípios, em termos de mobilidade, desempenham esse papel de reguladores e encontram dificuldade na elaboração desse papel”, disse o diretor.</p>
<p>Ele sugeriu, a prefeitos e secretários, que procurem se informar sobre como fazer normas de regulação, bem como sobre as etapas necessárias nesse processo, bem como para a análise de impacto regulatório.  “É muito importante que o resultado disso seja apresentado em relatórios com qualidade”, acrescentou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-02/modelo-de-financiamento-do-transporte-esta-obsoleto-dizem-gestores</p>
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		<title>Pré-candidatura coletiva de mulheres aposta em &#8216;vaquinha&#8217; para impulsionar campanha</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pre-candidatura-coletiva-de-mulheres-aposta-em-vaquinha-para-impulsionar-campanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 May 2022 17:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[PC do B]]></category>
		<category><![CDATA[Vaquinha]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) &#8211; Bancada coletiva, financiamento coletivo. Para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Amazonas em 2023, as cinco amazonenses que integram a Bancada das Manas (PCdoB) apostam na vaquinha virtual, autorizada a partir deste domingo, 15/5, para impulsionar a campanha. A arrecadação será feita por empresa cadastrada na Justiça Eleitoral, conforme a regra, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) &#8211; Bancada coletiva, financiamento coletivo. Para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Amazonas em 2023, as cinco amazonenses que integram a Bancada das Manas (PCdoB) apostam na vaquinha virtual, autorizada a partir deste domingo, 15/5, para impulsionar a campanha. A arrecadação será feita por empresa cadastrada na Justiça Eleitoral, conforme a regra, pelo endereço <a href="http://doa.la/bancada-das-manas-p-cdo-b" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">doa.la/bancada-das-manas-p-cdo-b</a>.</p>
<p>Formada pela produtora cultural Michelle Andrews, a advogada Alessandrine Silva, a ativista da Calha do Rio Negro Val Fontes, a assistente social Marklize Siqueira e a líder comunitária Patrícia Andrade, a candidatura coletiva utilizará o crowdfunding como meio para financiar a propagação de pautas populares e de combate à desigualdade social.</p>
<p>“Sabemos que o processo eleitoral é muito caro, sobretudo em um estado de dimensões continentais. E uma campanha eleitoral envolve investimentos altos em deslocamento alto e produção de materiais. Por isso, esse financiamento é uma alternativa para uma candidatura popular, como a Bancada das Manaus, que convida o eleitor pela causa, pela bandeira”, avaliou Michelle Andrews.</p>
<p>Regulamentada em 2017, essa modalidade de arrecadação de recursos para campanhas eleitorais permite doações somente de pessoas físicas. Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não existe limite de valor a ser recebido pelo financiamento coletivo. Todas as doações recebidas serão lançadas individualmente pelo valor bruto na prestação de contas de campanha eleitoral de candidatos e partidos políticos.</p>
<p>O recurso foi utilizado por Andrews em candidatura semelhante nas eleições de 2020, no pleito para a Câmara Municipal de Manaus. Na ocasião, o grupo foi o quinto mais votado na disputa pelo cargo de vereadora, com a aprovação de 7.662 eleitores, tendo como nome Bancada Coletiva. No entanto, o mandato não foi possível visto que o antigo partido não atingiu o quociente eleitoral.</p>
<p>“Contamos com o apoio dos que acreditam numa agenda em defesa dos direitos das mulheres, da negritude, da população LGBTQIA+ para, desta vez, alcançarmos esse mandato popular”, pontuou Alessandrine Silva.</p>
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		<item>
		<title>FGTS poderá ser usado para pagar até 12 parcelas atrasadas do imóvel</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/fgts-podera-ser-usado-para-pagar-ate-12-parcelas-atrasadas-do-imovel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 01:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Economia &#8211; A partir de amanhã (2), o mutuário inadimplente com a casa própria poderá usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para negociar o pagamento de até 12 prestações em atraso. A medida foi autorizada pelo Conselho Curador do FGTS no último dia 20. Na ocasião, o Conselho Curador aumentou, de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Economia &#8211; A partir de amanhã (2), o mutuário inadimplente com a casa própria poderá usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para negociar o pagamento de até 12 prestações em atraso. A medida foi autorizada pelo Conselho Curador do FGTS no último dia 20.</p>
<p>Na ocasião, o Conselho Curador aumentou, de três meses para 12 meses, o limite de uso do saldo do fundo para quitar parcelas em atraso. A medida vale até 31 de dezembro. O uso do FGTS para reduzir o valor de prestações futuras ou abater atrasos inferiores a 90 dias existe há bastante tempo, mas a destinação dos recursos para pagar mais de três parcelas atrasadas, até agora, exigia autorização da Justiça.</p>
<p>De acordo com o Conselho Curador, atualmente 80 mil mutuários de financiamentos habitacionais têm mais de três parcelas em atraso e são considerados casos de inadimplência grave. Desse total, 50% têm conta vinculada ao FGTS.</p>
<p>Na última quarta-feira (27), a Caixa Econômica Federal, que administra o FGTS, atualizou as regras que regulamentam as contas do fundo. Segundo o banco, os recursos do Fundo de Garantia serão sacados em parcela única, com o valor debitado sendo usado para negociar as prestações em atraso.</p>
<p><strong>Procedimentos</strong></p>
<p>O trabalhador interessado em quitar parcelas não pagas deve procurar o banco onde fez o financiamento habitacional. O mutuário assinará um documento de Autorização de Movimentação da Conta Vinculada do FGTS para poder abater até 80% de cada prestação, limitado a 12 parcelas atrasadas.</p>
<p>O mecanismo só vale para imóveis avaliados em até R$ 1,5 milhão e haverá restrições. Quem usou o saldo de alguma conta do FGTS para diminuir o saldo devedor e o número de prestações não poderá usar o fundo para quitar prestações não pagas antes do fim desse intervalo. O prazo é com base na data da última amortização ou liquidação.</p>
<p>Na nova versão do Manual do FGTS, atualizada pela Caixa, os critérios para poder fazer o saque são os mesmos dos trabalhadores que usam o dinheiro do fundo para comprarem ou construírem a casa própria. O trabalhador deverá ter contribuído para o FGTS por, pelo menos, três anos, em períodos consecutivos ou não, não poderá ter outro imóvel no município ou região metropolitana onde trabalha ou mora e não poderá ter outro financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH).</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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