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	<title>FGV - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>FGV - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>CNU 2: FGV muda horário de bancas de pessoas negras e com deficiência</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 19:28:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fundação Getúlio Vargas (FGV) comunicou, nesta quinta-feira (11), que houve atualização no Cartão de Confirmação de Inscrição dos candidatos convocados para a realização dos procedimentos de Caracterização da Deficiência e de Confirmação Complementar à Autodeclaração de Pessoas Negras do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Fundação Getúlio Vargas (FGV) comunicou, nesta quinta-feira (11), que houve atualização no <a href="https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/comunicadooficial_atualizacao-de-cci-1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Cartão de Confirmação de Inscrição</a> dos candidatos convocados para a realização dos procedimentos de Caracterização da Deficiência e de Confirmação Complementar à Autodeclaração de Pessoas Negras do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/CNU-2-FGV-muda-horario-de-bancas-de-pessoas-negras.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/CNU-2-FGV-muda-horario-de-bancas-de-pessoas-negras.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), na maior parte dos casos, as mudanças foram de horário e turno mas não de locais de realização dos procedimentos.</p>
<p><strong>A orientação é que esses candidatos acessem novamente o cartão de confirmação, no <a href="https://cci-cpnu.conhecimento.fgv.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site da FGV</a>, para verificar se houve alteração na convocação.</strong></p>
<p>O edital de convocação para a realização dos procedimentos de Caracterização da Deficiência e de Confirmação Complementar à Autodeclaração de Pessoas Negras foi publicado dia 14 de novembro. Já as datas e horários e os locais e links individuais de acesso (para casos de avaliação por telemedicina) foram divulgados no dia 5 de dezembro.</p>
<p>O edital prevê, ainda, a realização dos procedimentos entre os dias 8 e 17 de dezembro de 2025, “sendo de responsabilidade da pessoa candidata acompanhar a publicação e tomar ciência” das convocações.</p>
<p>A divulgação dos resultados preliminares das avaliações está prevista para 15 de janeiro, com prazo para interposição de recursos de 16 a 19 de janeiro. O resultado definitivo deve ser divulgado em 18 de fevereiro.</p>
<h2>Oferta de vagas</h2>
<p>O CPNU 2 é coordenado pelo MGI em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e executado pela FGV. Essa segunda edição do concurso unificado oferta 3.652 vagas para 32 órgãos públicos.</p>
<p>No último dia 7 de dezembro, foi aplicada a segunda etapa do concurso, composta de prova discursiva. Ao todo, mais de 42 mil candidatos aprovados nas provas objetivas estavam aptos para realizar as provas discursivas. Desse total, 14,6 mil eram pessoas negras, 634 indígenas, 616 quilombolas e 4.198 pessoas com deficiência.</p>
<p>Houve 20% da abstenção, percentual considerado dentro do esperado para concursos em duas etapas e menor do que o verificado na primeira fase.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/cnu-2-fgv-muda-horario-de-bancas-de-pessoas-negras-e-com-deficiencia</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Economia brasileira cresce 1,6% no 1º trimestre, mostra prévia da FGV</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:55:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[1º]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira cresceu 1,6% no primeiro trimestre do ano em comparação com o último trimestre de 2024. Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a expansão observada é de 3,1%. No acumulado de 12 meses, a alta é de 3,5%. As estimativas são do Monitor do PIB, estudo mensal do Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A economia brasileira cresceu 1,6% no primeiro trimestre do ano em comparação com o último trimestre de 2024.</strong> Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a expansão observada é de 3,1%. No acumulado de 12 meses, a alta é de 3,5%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As estimativas são do Monitor do PIB, estudo mensal do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (19).</p>
<p><strong>O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB)</strong>, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve como prévia do dado oficial, divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O desempenho do primeiro trimestre de 1,6% é dessazonalizado, ou seja, foram excluídas variações típicas da época do ano, para que efeitos do calendário não distorçam a comparação entre períodos diferentes.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que a agropecuária teve “forte crescimento” de 12,2% no primeiro trimestre, sendo o grande destaque do período.</p>
<p>Ela frisa ainda que o crescimento de 1,3% no setor de serviços, atividade de maior peso no PIB, também colaborou para o bom desempenho da economia.</p>
<blockquote>
<p>“Com isso, o resultado do primeiro trimestre reverte a tendência declinante da economia, que se observava desde o terceiro semestre de 2024”, analisa Trece. </p>
</blockquote>
<p>No fim de 2024, o resultado trimestral havia sido quase nulo, com apenas 0,1% de alta ante o trimestre imediatamente anterior.</p>
<p><strong>A economista disse que as exportações voltaram a crescer (2,8%) no primeiro trimestre, com grande influência de produtos agropecuários.</strong></p>
<p>O ponto negativo, revela a pesquisadora, foi a estagnação da indústria. </p>
<blockquote>
<p>“Embora a maior parte das atividades industriais tenha registrado crescimento, a retração na indústria de transformação [segmento que transforma matéria prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria], atividade de maior peso na indústria, explica esse desempenho”, explica.    </p>
</blockquote>
<h2>Comportamentos</h2>
<p><strong>O levantamento do Ibre/FGV aponta que o consumo das famílias cresceu 2,7% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado</strong>. Apesar de estar no campo positivo, esse resultado mostra trajetória decrescente. No quarto trimestre de 2024, por exemplo, a evolução tinha sido de 3,7%.</p>
<p>A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mostra o comportamento dos investimentos, registrou 6,9% no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano passado, sendo também outro indicador com tendência decrescente. No terceiro trimestre de 2024, a expansão tinha sido de 10,8%.</p>
<p><strong>Em valores monetários, a FGV estima o PIB brasileiro do primeiro trimestre em R$ 3,393 trilhões.</strong></p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB da FGV é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também divulgado nesta segunda-feira, que indicou expansão de 1,3% na passagem do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre de 2025, e de 4,2% no acumulado de 12 meses.</p>
<p><strong>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo IBGE. A divulgação referente ao primeiro trimestre deste ano será em 30 de maio.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/economia-brasileira-cresce-16-no-1o-trimestre-mostra-previa-da-fgv</p>
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		<item>
		<title>Economia brasileira ficou estagnada em fevereiro, mostra prévia da FGV</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 16:09:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira ficou estagnada na passagem de janeiro para fevereiro e apresenta indicadores de desaceleração nos últimos meses. A constatação faz parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (14). O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A economia brasileira ficou estagnada na passagem de janeiro para fevereiro e apresenta indicadores de desaceleração nos últimos meses.</strong> A constatação faz parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (14).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve como prévia do dado oficial, divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O desempenho de fevereiro (0%) é dessazonalizado, ou seja, foram excluídas variações causadas pela época do ano em que os dados foram reunidos, de forma que seja possível comparar períodos diferentes.</p>
<p>Já em comparação com o mesmo mês de 2024, foi identificado crescimento de 2,7%. <strong>No acumulado de 12 meses, houve alta de 3,1% no PIB.</strong></p>
<h2>Motivos interno e externo</h2>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora do estudo, aponta que a estagnação em fevereiro em comparação a janeiro é explicada pelo fato de os crescimentos na indústria e nos investimentos terem sido anulados por retrações no consumo, na agropecuária e nas exportações. Já o setor de serviços ficou estagnado no mês.</p>
<blockquote>
<p>“Esses resultados mostram que, apesar de alguns destaques positivos, há perda de força na economia, com retrações em componentes importantes do PIB”, avalia.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, ela assinala que <strong>“apesar de um contexto desafiador, com maior incerteza externa e tendência de aumento da taxa de juros interna, a economia brasileira não registrou retração”</strong>.</p>
<p>No cenário externo, a principal preocupação é a guerra tarifária desencadeada pelo presidente americano, Donald Trump, que afeta principalmente a China, mas também prevê tarifas de importação contra os demais países.</p>
<p>No caso do Brasil, haverá uma taxa mínima de 10% na maior parte dos itens exportados. Aço e alumínio pagarão 25%. Para a China, a cobrança supera 100%, medida que foi espelhada pelo governo chinês. </p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Conheça a lei aprovada pelo Brasil para responder às taxas</strong></p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=404819:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Ipojuca (PE) 01/11/2024 – O gerente geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras, Márcio Maia, e o gerente de empreendimento, Alexandre Ataide, responsável pela implantação, em visita técnica na unidade U-93 de abatimento de emissões de gases SNOX, que transforma óxido de enxofre e óxido de nitrogênio em ácido sulfúrico a ser comercializado. A estrutura será a primeira do tipo a funcionar nas Américas, terceira no mundo.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Ipojuca (PE) 01/11/2024 – O gerente geral da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras, Márcio Maia, e o gerente de empreendimento, Alexandre Ataide, responsável pela implantação, em visita técnica na unidade U-93 de abatimento de emissões de gases SNOX, que transforma óxido de enxofre e óxido de nitrogênio em ácido sulfúrico a ser comercializado. A estrutura será a primeira do tipo a funcionar nas Américas, terceira no mundo.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=404819 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=404819-->Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Indústria puxou resultado para cima &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=404819--></h6>
</p>
</div>
<h2>Combate à inflação</h2>
<p>No cenário interno, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Brasil Central (BC) prossegue, desde setembro, em trajetória de elevação da taxa básica de juros, a Selic, na tentativa de conter a inflação. Além da alta em março, o Copom sinalizou que elevará a taxa “em menor magnitude” na reunião de maio. O comitê se reúne a cada 45 dias para deliberar sobre a taxa.</p>
<p>Em 12 meses, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado na última sexta-feira (11) pelo IBGE, acumula 5,48%, acima do teto da meta do governo ─ de 4,5%, já contando 1,5 ponto percentual (p.p.) de tolerância. É também o maior patamar desde fevereiro de 2023, quando chegou a 5,60%.</p>
<p>Com juros mais altos, o crédito fica mais caro, consumidores tendem a gastar menos; e empresários, a conter investimentos. O resultado é o desaquecimento da economia, o que se propõe a ser um freio na inflação.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>No período terminado em fevereiro, <strong>o consumo das famílias cresceu 2,7% com relação ao mesmo período do ano anterior.</strong> No trimestre móvel encerrado em novembro, a alta tinha sido de 4,8%.</p>
<p>A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que representa o apetite dos empresários por investimentos, teve alta de 8,2% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, perdendo força em relação ao período anterior. Em setembro, outubro e novembro de 2024, a expansão tinha sido de 10%.</p>
<p><strong>As exportações terminaram fevereiro com recuo de 2,8% no acumulado de 12 meses.</strong> Em novembro havia sido registrada alta de 2,7%. O desempenho negativo das exportações dos produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral foi o principal fator responsável pela retração.</p>
<p>Em termos monetários, a FGV calcula o PIB do país em R$ 2,203 trilhões.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=138527:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/1744646968_170_Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container." title="Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/1744646968_170_Economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-FGV.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container." title="Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=138527 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=138527-->Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro. Exportações tiveram queda <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=138527--></h6>
</p>
</div>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na última sexta-feira (11), que apontou expansão de 0,4% na passagem de janeiro para fevereiro e de 3,8% em 12 meses.</p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Marcada para 30 de maio, a próxima divulgação trará os dados do primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/economia-brasileira-ficou-estagnada-em-fevereiro-mostra-previa-da-fgv</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, cai 0,34% em março, diz FGV</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/igp-m-conhecido-como-inflacao-do-aluguel-cai-034-em-marco-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 13:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), também conhecido como inflação do aluguel, teve deflação de 0,34% em março, ou seja, na média, os preços ficaram mais baixos. Em fevereiro, o índice tinha sido de 1,06%. A cotação do minério de ferro no cenário internacional foi um dos principais fatores que causaram a inflação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2025-03/IGP-M_FGV_press%20release_Mar25.pdf)" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M)</a>, também <strong>conhecido como inflação do aluguel, teve deflação de 0,34% em março</strong>, ou seja, na média, os preços ficaram mais baixos. <strong>Em fevereiro, o índice tinha sido de 1,06%.</strong> A cotação do minério de ferro no cenário internacional foi um dos principais fatores que causaram a inflação negativa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/IGP-M-conhecido-como-inflacao-do-aluguel-cai-034-em-marco.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/IGP-M-conhecido-como-inflacao-do-aluguel-cai-034-em-marco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). <strong>No acumulado de 12 meses, o IGP-M soma 8,58%. </strong>A deflação de março é a menor taxa desde março de 2024, quando o indicador também ficou negativo (-0,47%).</p>
<p>A FGV leva em conta três componentes para apurar o IGP-M. O de <strong>maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA)</strong>, que mede a <strong>inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.</strong></p>
<blockquote>
<p><strong>Em março, o IPA variou -0,73%, puxado pelo recuo de 3,64% no preço do minério de ferro.</strong> De acordo com o economista do Ibre Matheus Dias, a influência se deu “diante de um cenário de preocupações com a guerra comercial”.</p>
</blockquote>
<p>A guerra comercial é o movimento protecionista desencadeado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem taxado produtos importados que chegam aos EUA, fazendo com que eles fiquem mais caro e dificultando a concorrência com produtos americanos. A iniciativa é vista como potencial indutora de uma recessão global.</p>
<h2>Famílias</h2>
<p>Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que ficou em 0,80% em março, abaixo do alcançado em fevereiro (0,91%). O que ajudou o IPC a perder velocidade foi a dissipação do impacto dos reajustes das mensalidades escolares no mês anterior. <strong>O grupo educação, leitura e recreação recuou 1,60% após ter subido 0,29% em fevereiro.</strong></p>
<p>Outro impacto que ajudou a <strong>desacelerar o IPC foi a “forte queda” nos preços das passagens aéreas (-13,71%).</strong></p>
<p>Por outro lado, dos <strong>cinco itens que mais contribuíram para o IPC </strong>em março, dois foram alimentícios: <strong>ovo (+19,16%) e café em pó (+8,76%).</strong></p>
<p>O peso do aumento do preço dos alimentos no bolso do brasileiro foi identificado também pelo <strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15</strong>), a prévia da inflação oficial, que ficou em 0,64%, conforme dado divulgado na quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O <strong>IPC responde por 30% do IGP-M</strong>. O terceiro componente medido pela FGV é o <strong>Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que desacelerou para 0,38% em março</strong>, após registrar alta de 0,51% no mês anterior.</p>
<p>“O grupo mão de obra registrou desaceleração na taxa de variação [de 0,59% em fevereiro para 0,35%], impactando significativamente a retração dos preços da construção”, detalha Dias.</p>
<h2>Inflação do aluguel</h2>
<p>O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel porque o acumulado de 12 meses costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o <strong>indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.</strong></p>
<p>Entenda aqui os diferentes índices de inflação</p>
<p>A <strong>FGV faz a coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.</strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/igp-m-conhecido-como-inflacao-do-aluguel-cai-034-em-marco-diz-fgv</p>
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		<title>Economia brasileira cresceu 0,3% de dezembro para janeiro, estima FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 18:31:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incertezas no cenário econômico internacional, provocadas pelo presidente americano Donald Trump, e o alto patamar dos juros no Brasil levaram à desaceleração da economia brasileira no começo de 2025. De acordo com previsão da Fundação Getulio Vargas (FGV), a economia do país cresceu 0,3% de dezembro de 2024 para janeiro deste ano. De novembro para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Incertezas no cenário econômico internacional, provocadas pelo presidente americano Donald Trump, e o alto patamar dos juros no Brasil levaram à desaceleração da economia brasileira no começo de 2025.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Economia-brasileira-cresceu-03-de-dezembro-para-janeiro-estima-FGV.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Economia-brasileira-cresceu-03-de-dezembro-para-janeiro-estima-FGV.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com previsão da Fundação Getulio Vargas (FGV), <strong>a economia do país cresceu 0,3% de dezembro de 2024 para janeiro deste ano.</strong> De novembro para dezembro, a expansão tinha sido de 0,5%.</p>
<p>A constatação de desaceleração faz parte do <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/2025-03/monitor-do-pib-fgv-marco-de-2025-ref.-de-janeiro.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Monitor do PIB</a>, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, divulgado nesta terça-feira (18). A pesquisa faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.</p>
<p>Os dados são dessazonalizados, isto é, foram excluídas variações sazonais, de forma que seja possível comparar períodos diferentes.</p>
<p>O levantamento da FGV mostra que, em janeiro de 2025, a economia apresentou expansão de 2,5% em relação ao mesmo mês de 2024. <strong>No acumulado de 12 meses, o crescimento do país é de 3,2%.</strong></p>
<p>De acordo com a coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, <strong>embora a economia esteja com resultados positivos, “há um processo disseminado de desaceleração</strong>”.</p>
<blockquote>
<p>“A elevação da incerteza externa, aliada à alta taxa de juros interna com tendência de aumento ao longo do ano, sinalizam dificuldades de crescimento dos setores mais relacionados ao ciclo econômico, como o industrial e o de investimentos”, diz.</p>
</blockquote>
<p>O cenário de incerteza citado pela economista está ligado à volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, em janeiro. Desde que reassumiu, o republicano tem anunciado medidas para proteger setores econômicos de seu país contra a concorrência estrangeira, vistas por especialistas como indutoras de uma recessão global. Entre elas, está a taxação de aço e alumínio de países parceiros, o que afeta diretamente o Brasil.</p>
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<p><!--copyright=254778-->Fabrica de Alumínio &#8211; <strong>Reuters/Dong naide/Direitos reservados</strong><!--END copyright=254778--></p>
</div>
</div>
<p>Outro fator que ajuda a desacelerar a economia brasileira é a taxa básica de juros, a Selic, que determina o patamar básico de juros no país. A Selic alta é a principal ferramenta de política monetária do Banco Central (BC) para o controle de inflação. Quando ela aumenta, há um desestímulo à contratação de crédito e ao consumo, o que reduz a pressão da demanda sobre os preços.</p>
<p>Atualmente, a taxa está em 13,25% ao ano, e há a expectativa de mais um aumento nesta semana, quando acontece a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. As reuniões do Copom acontecem a aproximadamente cada 45 dias. Se confirmada, será a quinta elevação desde 31 de julho, quando os juros eram de 10,5% ao ano. </p>
<p>Apesar dos freios exercidos pelo cenário externo e pelos juros, <strong>Juliana Trece acredita que, caso o recorde esperado da safra agrícola para este ano se confirme, “o resultado positivo na agropecuária pode indicar um alívio para a atividade econômica”.</strong></p>
<p>De acordo com estimativa anunciada na quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos 2024/25 será recorde, de 328,3 milhões de toneladas, expansão de 10,3% ante a safra 2023/24. (())</p>
<h2>Dados setoriais</h2>
<p>Para demonstrar a perda de ritmo da economia, o estudo da FGV mostra o comportamento do consumo das famílias, que subiu 2,6% no trimestre móvel terminado em janeiro. Foi o terceiro trimestre móvel seguido de desaceleração e o menor crescimento desde o período terminado em dezembro de 2023 (2,6%).</p>
<p>“Os menores crescimentos registrados nos bens de consumo duráveis, não duráveis e de serviços explicam essa desaceleração”, especifica o estudo.</p>
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<p>Pátio de montadora em São Bernardo do Campo ─ carros estão entre os bens de consumo duráveis Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil<!--END copyright=43391--></p>
</div>
</div>
<p>O Monitor do PIB aponta também que a taxa de variação da Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que reflete o nível de investimento, como compras de máquinas e equipamentos, cresceu 8,8% no trimestre encerrado em janeiro de 2025. <strong>Esse foi o quarto trimestre móvel seguido de desaceleração nos investimentos</strong>.</p>
<p>As exportações, vendas do Brasil para outros países, caíram pela segunda vez consecutiva (-2,5%), influenciadas pelo desempenho negativo dos produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. Esse foi o pior resultado desde junho de 2022, quando retraiu 4,1%.</p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como prévia do comportamento real da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta segunda-feira (17), que indicou expansão de 0,9% na passagem de dezembro para janeiro.</p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A próxima divulgação será referente ao primeiro trimestre de 2025, em 30 de maio.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/economia-brasileira-cresceu-03-de-dezembro-para-janeiro-estima-fgv</p>
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		<title>Economia do país cresce 3,5% em 2024, diz FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 16:42:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira cresceu 3,5% em 2024, de acordo com estimativa da Fundação Getulio Vargas (FGV). O dado foi divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Monitor do PIB, estudo que traz a prévia do comportamento do PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país. Em dezembro, a expansão foi de 0,3% em relação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A economia brasileira cresceu 3,5% em 2024, de acordo com estimativa da Fundação Getulio Vargas (FGV). O dado foi divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Monitor do PIB, estudo que traz a prévia do comportamento do PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Economia-do-pais-cresce-35-em-2024-diz-FGV.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Economia-do-pais-cresce-35-em-2024-diz-FGV.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em dezembro, a expansão foi de 0,3% em relação a novembro. Já o quarto trimestre teve alta de 0,4% ante o terceiro trimestre, apontando desaceleração, já que no segundo e no terceiro trimestre as expansões tinham sido maiores (1,4% e 0,8%, respectivamente).</p>
<p>No acumulado de 2024, houve crescimento em todos os componentes da economia, exceto a agropecuária, que foi a locomotiva de 2023.</p>
<p>“A indústria, os serviços e o consumo das famílias apresentaram resultados ainda melhores em 2024 dos que os já elevados crescimentos registrados em 2023. Pode-se afirmar que em 2024, em termos de atividade econômica, o Brasil teve um ótimo resultado”, avalia a coordenadora da pesquisa, a economista Juliana Trece.</p>
<p>Com este resultado, o Brasil soma quatro anos seguidos de crescimento da economia. A última queda foi de 3,3% em 2020. Em 2023, o PIB teve expansão de 3,2%.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>O consumo das famílias apresentou alta de 5,2% no ano passado. A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que reflete o nível de investimento, como compras de máquinas e equipamentos, cresceu 7,6%. As exportações apresentaram alta de 3,7%. </p>
<p>As importações, que atuam como redutor do PIB, uma vez que bens e serviços importados deixam de ser produzidos no Brasil sendo fornecidos por outros países cresceram 14,3%.</p>
<p>Em valores, o PIB brasileiro atingiu R$ 11,655 trilhões, o maior da série histórica. O PIB <em>per capita</em> de 2024 &#8211; divisão do total da economia pelo número de habitantes &#8211; foi de R$ 56.796, também o maior da série histórica.</p>
<p>A produtividade da economia foi de R$ 100.699 em 2024, 0,3% abaixo do observado em 2023 e 3,3% menor que o de 2013, o ponto mais alto já atingido.</p>
<p>A taxa de investimentos da economia foi estimada em 17,2%, acima do registrado em 2023 (16,4%).</p>
<h2>Para 2025</h2>
<p>Apesar de 2024 com “ótimo resultado”, a economista Juliana Trece aponta que o ano de 2025 apresenta desafios internos e externos para a economia brasileira.</p>
<p>“Pelo lado interno, os juros elevados, com efeitos negativos na atividade econômica, atingem principalmente os investimentos. Já no ambiente externo, novas imposições de tarifas podem comprometer o nível das exportações.”</p>
<p>Desde setembro do ano passado, o Brasil enfrenta trajetória de alta da taxa básica de juros, a Selic, instrumento do Banco Central para controlar a inflação.</p>
<p>Quanto maior os juros, maior o potencial de frear a inflação, porém com o efeito colateral de desestimular investimentos e crescimento da economia, o que afeta diretamente a criação de empregos.Atualmente, a Selic está em 13,25% ao ano. </p>
<p>Por causa do comportamento da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) já prevê mais um aumento de um ponto percentual em março. No acumulado de 12 meses até janeiro, a inflação oficial soma 4,56%, acima da meta do governo. Em dezembro, o acumulado era de 4,83%.</p>
<p>O outro desafio citado pela economista é a guerra tarifária comercial desencadeada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A maior economia do mundo decidiu que aplicará taxas para produtos estrangeiros que entram nos Estados Unidos, como aço e alumínio. O etanol brasileiro também tem sido ameaçado de sobretaxas.</p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, é um dos estudos que servem como prévia do comportamento real da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), também divulgado nesta segunda-feira.</p>
<p>De acordo com o Banco Central, a economia fechou 2024 com expansão de 3,8%.</p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado de 2024 será conhecido em 7 de março.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/economia-do-pais-cresce-35-em-2024-diz-fgv</p>
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