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		<title>Pastora morta pelo próprio filho em Manaus viveu pela fé e família</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 22:21:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após ser assassinada pelo próprio filho na manhã desta quarta-feira (22), amigos de Nádia Regina Andrade, de 45 anos, a descreveram como uma mulher de fé e que lutava por sua família. O assassinato, cometido por João Victor, de 19 anos, aconteceu no Conjunto Grande Vitória, bairro Gilberto Mestrinho, zona leste da cidade. Nádia, que [&#8230;]]]></description>
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<p data-start="1234" data-end="1621">Após ser assassinada pelo próprio filho na manhã desta quarta-feira (22), amigos de Nádia Regina Andrade, de 45 anos, a descreveram como uma mulher de fé e que lutava por sua família. O assassinato, cometido por João Victor, de 19 anos, aconteceu no Conjunto Grande Vitória, bairro Gilberto Mestrinho, zona leste da cidade.</p>
<p data-start="1234" data-end="1621">Nádia, que era pastora,  se dedicava à igreja e orava constantemente pelo filho, com quem mantinha uma relação marcada por episódios de violência doméstica.</p>
<p data-start="1623" data-end="1912">De acordo com relatos, João Vítor já apresentava comportamento agressivo e chegou a atacar um vizinho pouco antes do crime. O homem relatou que o jovem tentou atacá-lo e, quando viu uma faca na mão do agressor, decidiu recuar. Infelizmente, minutos depois o filho atacou a própria genitora.</p>
<p data-start="1623" data-end="1912">A vítima trabalhava como serviços gerais e, assim que chegou em casa, ele a atacou com 9 facadas, sendo a maioria dos golpes na região do pescoço.</p>
<p data-start="1914" data-end="2242"> “Ela era uma mulher de fé. Jejuava e orava dia e noite pelo filho. Todo mundo sabia que ele era violento, mas ela sempre o perdoava”, relatou outro morador. Todavia, familiares também relataram que o jovem possuía transtornos mentais desde a infância, além disso, testemunhas disseram que ele era usuário de drogas.</p>
<h5 data-start="1914" data-end="2242">Punido por matar a mãe</h5>
<p data-start="2244" data-end="2474">Após o crime, faccionados que atuam na região e capturaram João Vítor. Em seguida, eles o levaram para a comunidade Coração de Mãe, localizada no bairro Puraquequara, também na mesma região. Posteriormente, eles o executaram com golpes de inchada e pá, a ponto de o deixarem desfigurado e ainda tentaram decapitá-lo.</p>
<p data-start="2476" data-end="2635">O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que apura as circunstâncias do crime e a motivação do ataque.</p>
<h2 data-start="2476" data-end="2635"/>
</div>
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		<title>Desfiles de São Paulo têm Zé Celso, Benito de Paula, fé e literatura</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 14:45:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo dia dos desfiles do grupo especial em São Paulo teve homenagens ao dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, a Benito di Paula, além de celebrações à fé, às literaturas infantil e brasileira, às cultura afro-brasileira e indígena e ao movimento LGBT. Com a abertura do tradicional Afoxé Filhos da Coroa de Dadá, a noite começou [&#8230;]]]></description>
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<p>Segundo dia dos desfiles do grupo especial em São Paulo teve homenagens ao dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, a Benito di Paula, além de celebrações à fé, às literaturas infantil e brasileira, às cultura afro-brasileira e indígena e ao movimento LGBT.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Desfiles-de-Sao-Paulo-tem-Ze-Celso-Benito-de-Paula.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Desfiles-de-Sao-Paulo-tem-Ze-Celso-Benito-de-Paula.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a abertura do tradicional Afoxé Filhos da Coroa de Dadá, a noite começou com a Águia de Ouro, com uma bonita celebração ao cantor e compositor Benito di Paula. Com um roteiro inspirado em um de seus maiores sucessos, “Retalhos de cetim”, a escola da Pompeia, teve o cantor Xande de Pilates como intérprete do samba.</p>
<p>A estátua do personagem das histórias em quadrinhos Charles Brown, na referência a outro sucesso do cantor, <em>Meu amigo Charlie Brown</em>, chamou a atenção do público. </p>
<p>A Império de Casa Verde veio na sequência do desfile. A escola, com o enredo <em>Cantando Contos. Reinos da Literatura</em>, apresentou a bateria toda fantasiada com o vilão Coringa, do super herói Batman. Também registrou sua passagem com Harry Potter na comissão de frente, além de Peter Pan, Cinderela e Branca de Neves nas alas.</p>
<p>Personagens de João Guimarães, como Riobaldo e Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, e de Monteiro Lobato, com o Sítio do Picapau Amarelo, foram outros pontos de destaque da agremiação do bairro da zona norte de São Paulo.</p>
<p>A Mocidade Alegre foi uma das escolas que mais animaram o público da arquibancada do Sambódromo. Com o tema “Quem não pode com mandinga não carrega patuá”, a escola celebrou a fé em suas várias vertentes. Um dos carros alegóricos da agremiação apresentou problemas e chegou a ser empurrado pelos integrantes, mas não comprometeu o desfile.</p>
<p>A cultura religiosa de origem afro foi o condutor do desfile da Gaviões da Fiel. A escola dos carnavalescos Rayner Pereira e Júlio Poloni trouxe o enredo “Irin Ajó Emi Ojisé”, ou “A viagem do espírito mensageiro” com celebrações à ancestralidade dos povos africanos. A apresentadora de televisão Sabrina Satto, com uma fantasia bastante ousada, se apresentou mais uma vez como rainha da bateria da escola.</p>
<p>A cultura indígena esteve no centro do desfile da Acadêmicos do Tucuruvi. A homenagem e mote da agremiação foi o manto tupinambá, que estava em poder da Dinamarca e, recentemente, foi devolvida ao Brasil.</p>
<p>A população LGBT, com o enredo “Muito além do Arco-Íris ‘Tire o preconceito do caminho que nós vamos passar com amor”, foi o tema da Estrela do Terceiro Milênio. O carnavalesco Murilo Lobo abusou das referências ao universo LGBT, que teve o cantor Edson Cordeiro na avenida, e a drag queen Silvetty Montilla.</p>
<p>A Vai-Vai, maior colecionadora de título do carnaval paulistano, fechou o desfile desta madrugada com uma homenagem ao dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, que morreu em 2023. A escola contou com a presença da apresentadora de televisão Luciana Gimenez como madrinha da bateria.</p>
<p>A tradicional escola fica no Bixiga, mesmo bairro do icônico Teatro Oficina, onde Zé Celso encenou suas peças. A agremiação foi uma das que mais empolgaram o público do Sambódromo.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/desfiles-de-sao-paulo-tem-ze-celso-benito-de-paula-fe-e-literatura</p>
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		<title>Religiosos e pesquisadores defendem fé que acolha população LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 12:24:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As religiões podem se tornar espaços de acolhimento e de inclusão das diferentes orientações sexuais e identidades de gênero. É com essa visão que pesquisadores, ativistas e religiosos se reúnem a partir de hoje (4) no 1º Seminário Nacional LGBTQIA+ de Fé: diálogo inter-religioso e luta contra fundamentalismos. O evento vai até o dia 6 de [&#8230;]]]></description>
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<p>As religiões podem se tornar espaços de acolhimento e de inclusão das diferentes orientações sexuais e identidades de gênero. É com essa visão que pesquisadores, ativistas e religiosos se reúnem a partir de hoje (4) no 1º Seminário Nacional LGBTQIA+ de Fé: diálogo inter-religioso e luta contra fundamentalismos. O evento vai até o dia 6 de fevereiro na Biblioteca Parque Estadual, na região central do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-LGBTQIA.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-LGBTQIA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A cientista da religião Giovanna Sarto é uma das curadoras do encontro, que vai reunir representantes de tradições religiosas diferentes: Budismo, Santo Daime, Islamismo, Candomblé, Umbanda, Hinduísmo, Catolicismo, religião pagã, além de instituições evangélicas tradicionais, pentecostais e neopentecostais.</p>
<p>Ela diz ter esperança de que, por meio do diálogo e da mobilização coletiva, fé e pluralidade sexual sejam elementos cada vez mais compatíveis.</p>
<p>“No Brasil hoje, a gente vê que há maior abertura para a diversidade sexual e de gênero, por exemplo, entre as religiões de terreiro, como umbanda e candomblé. Mas em todas as religiões há nuances de conservadorismos e de fundamentalismos que impedem o diálogo. Por outro lado, há grupos da Igreja Católica e de igrejas pentecostais que são bem abertos ao diálogo”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Um dos principais obstáculos nesse sentido é o do fortalecimento mais recente dos fundamentalismos religiosos, impulsionados em parte por políticos reacionários.</p>
<p> “Fundamentalismos são diferentes tendências entre grupos e instituições de promover interpretações literais ou fundamentais de textos religiosos. Muitas vezes, sem levar em conta o contexto do que foi escrito, qual é a base histórica e política dele. E isso para justificar violência, exclusão e segregação”, explica Giovanna.</p>
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<p><!--copyright=412880-->Brasília &#8211; Religiosos e pesquisadores defendem fé que acolha população LGBTQIA+ &#8211; Foto <strong>Giovanna Sarto/Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=412880--></p>
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</div>
<p>Para a pesquisadora, é uma contradição que religiões originalmente plurais e acolhedoras hoje se apresentem de forma excludente e violenta contra a população LGBTQIA+.</p>
<p>“Se a gente olhar nos textos do Cristianismo, que representa o caldo mais grosso da religiosidade brasileira hoje, é uma religião extremamente plural. Quando a gente abre a bíblia judaico-cristã, vê inúmeras histórias de vivências sexuais, diferentes identidades e formas de relação. Que na época, inclusive, afrontaram o sistema e perturbaram a ordem”, diz Giovanna.</p>
<p>“Muito paradoxal ver hoje o Cristianismo como esse grande formulador do que é a verdade, do que deve ser a sexualidade, do que não se deve aceitar em termos morais. Quando, na verdade, ele nasce desse lugar de pluralidade, de vivência mais livre, respeito e de uma coletividade dialogal”, complementa.</p>
<h2>Seminário</h2>
<p>O 1º Seminário Nacional LGBTQIA+ de Fé também vai reunir ativistas, artistas e políticos. O evento é organizado pelo Fundo Positivo, uma organização sem fins lucrativos, voltada principalmente para ações nas áreas de saúde preventiva, HIV/AIDS e diversidade. Além de Giovanna Sarto, a teóloga queer Ana Ester também responde pela curadoria do seminário.</p>
<p>Entre os participantes confirmados estão a vereadora Monica Benício (PSOL/RJ), a deputada estadual Dani Balbi (PcdoB/RJ), Pai Rodney de Oxóssi, os ativistas Fred Nicácio e Valéria Barcellos.</p>
<p>Os principais temas trabalhados no encontro são Terapia de Reversão, O enfrentamento aos fundamentalismos a partir da ética da diversidade, Bíblia e diversidade sexual e de gênero e Intolerância religiosa no Brasil”. No fim do encontro, será publicada a Carta do Rio de Janeiro contra a LGBTfobia, destinada a políticos e autoridades, com o objetivo de incentivar políticas públicas de defesa à vida.</p>
<h2>Traumas religiosos</h2>
<p>Héder Bello vai participar do seminário como coordenador do grupo de trabalho que pede a criminalização da chamada “cura gay”. Ele se apresenta como um sobrevivente desse processo, que aconteceu quando tinha entre 14 e 27 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, cresceu em uma família evangélica fundamentalista que entendia a homossexualidade como um desvio moral.</p>
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<p><!--copyright=412879-->Brasília &#8211; Religiosos e pesquisadores defendem fé que acolha população LGBTQIA+ &#8211; Foto <strong>Héder Bello/Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=412879--></p>
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</div>
<p>“Passei por psicólogos cristãos que tentavam me reorientar, por exorcismos, jejuns de três dias (um dos quais me levou ao desmaio, interpretado como possessão demoníaca), autoflagelação, orações incessantes e confissões públicas sobre meus desejos, tudo em busca de uma ‘cura’ que nunca viria”, diz Héder.</p>
<p>“Eu estava preso em um regime de constante controle e repressão emocional, o que afetou minha autoestima, meu amor próprio e fez com que eu literalmente me odiasse, fazendo com que pensamentos suicidas fossem muito frequentes”, complementa.</p>
<p>Héder cursou psicologia na universidade e, ao ter acesso a novas perspectivas, começou a questionar as visões negativas da religião sobre a diversidade sexual. Atualmente, está concluindo um doutorado na área, em que pesquisa os efeitos negativos das terapias de conversão sexual.</p>
<p>“Hoje, minha luta é para que o Brasil avance no combate à cura gay, não apenas com a proibição ética pelo Conselho de Psicologia, mas com uma criminalização efetiva dessas práticas, garantindo que nenhum jovem LGBTQIA+ precise passar pelo que eu passei. Além disso, defendo que o poder público implemente políticas de reparação para as vítimas dessas práticas, reconhecendo os danos irreversíveis que elas causam”, diz Héder. “A cura gay não é uma terapia. É um mecanismo de tortura psicológica e emocional que destrói vidas”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/religiosos-e-pesquisadores-defendem-fe-que-acolha-populacao-lgbtqia</p>
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