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	<title>Faturamento - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Faturamento do setor de panificação cresce 11% em 2024</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 20:46:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O faturamento do setor de panificação alcançou R$ 153,3 bilhões em 2024, um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior. Os dados são do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (Ideal). De acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip), o resultado está ligado ao aumento do fluxo de [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O faturamento do setor de panificação alcançou R$ 153,3 bilhões em 2024, um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior. </strong>Os dados são do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (Ideal).<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Faturamento-do-setor-de-panificacao-cresce-11-em-2024.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Faturamento-do-setor-de-panificacao-cresce-11-em-2024.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip),<strong> o resultado está ligado ao aumento do fluxo de clientes nas padarias, que cresceu cerca de 4,57% no ano passado.</strong></p>
<p>&#8220;A padaria voltou a ser o local para refeições rápidas, encontros e até reuniões de trabalho. Alcançamos um crescimento fantástico, pois foi quase quatro vezes maior que a performance do ano passado [2023] e reforça o quanto a padaria retomou seu posicionamento como um espaço versátil de serviços&#8221;, destacou Emerson Amaral, da Abip.</p>
<p><strong>A Região Norte do país liderou o crescimento do faturamento do setor em 2024, com um aumento de 16,3%.</strong> Já o Sudeste, região onde se concentra o maior número de empresas, cresceu 8,8%.</p>
<p>A cidade de São Paulo permaneceu sendo a capital com maior número de estabelecimentos (21.358), seguida por Rio de Janeiro (12.191), Belo Horizonte (4.809), Brasília (4.723) e Salvador (4.005).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/faturamento-do-setor-de-panificacao-cresce-11-em-2024</p>
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		<title>Faturamento da indústria de materiais de construção cresce 1,6%</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/faturamento-da-industria-de-materiais-de-construcao-cresce-16/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 23:35:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O faturamento da indústria de materiais de construção cresceu 1,6% em fevereiro em comparação ao desempenho do mesmo mês de 2024. Em relação a janeiro, houve retração de 2,2% no faturamento do setor. A entidade manteve a previsão de crescimento de 2,8% do faturamento do setor no acumulado do ano de 2025. Os dados, divulgados [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O faturamento da indústria de materiais de construção cresceu 1,6% em fevereiro em comparação ao desempenho do mesmo mês de 2024.</strong> <strong>Em relação a janeiro, houve retração de 2,2% no faturamento do setor.</strong> A entidade manteve a previsão de crescimento de 2,8% do faturamento do setor no acumulado do ano de 2025.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Faturamento-da-industria-de-materiais-de-construcao-cresce-16.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Faturamento-da-industria-de-materiais-de-construcao-cresce-16.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados, divulgados nesta terça-feira (18), são da pesquisa Índice, da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), elaborada pela Fundação Getulio Vargas, com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>“Os dados de fevereiro mostram uma oscilação natural no faturamento do setor, com uma leve devolução do crescimento registrado em janeiro. No entanto, ao analisarmos a comparação anual, observamos que a indústria de materiais de construção segue em trajetória positiva, com crescimento de 1,6% em relação a fevereiro de 2024”, destacou o presidente da Abramat, Rodrigo Navarro.</p>
<p>No segundo mês do ano, o faturamento dos materiais básicos da construção registrou retração de 0,8% em relação a janeiro e aumento de 1,4% se comparado a fevereiro do ano passado. Já os materiais de acabamento apresentaram recuo de 3,6% em relação a janeiro e expansão de 1,8% frente a fevereiro do ano anterior.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/faturamento-da-industria-de-materiais-de-construcao-cresce-16</p>
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		<item>
		<title>Faturamento da indústria cresce 3,3% em janeiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/faturamento-da-industria-cresce-33-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 20:26:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embalada pelo aquecimento da produção e do consumo, o faturamento real (descontada a inflação) da indústria de transformação cresceu 3,3% em janeiro, divulgou nesta sexta-feira (14) a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em relação a janeiro do ano passado, o faturamento subiu 12,8%. Segundo a CNI, a demanda por bens industrializados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Embalada pelo aquecimento da produção e do consumo, <strong>o faturamento real (descontada a inflação) da indústria de transformação cresceu 3,3% em janeiro, divulgou nesta sexta-feira (14) a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI)</strong>. Em relação a janeiro do ano passado, o faturamento subiu 12,8%.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Faturamento-da-industria-cresce-33-em-janeiro.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Faturamento-da-industria-cresce-33-em-janeiro.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a CNI, a demanda por bens industrializados continua alta, o que se reflete no faturamento. A entidade, no entanto, adverte que será difícil manter esse ritmo por causa da desaceleração da economia provocada pelo aumento dos juros.</p>
<p><strong>O número de horas trabalhadas na produção cresceu 1,9% em janeiro na comparação com dezembro, revertendo a queda de 1,4% nos dois meses anteriores.</strong> Em relação a janeiro de 2024, o indicador acumula alta de 5,4%.</p>
<blockquote>
<p>A utilização da capacidade instalada (UCI) manteve-se em 78,2% em janeiro na comparação com dezembro, na série livre de efeitos sazonais (sem oscilações típicas da época do ano). Em relação a janeiro do ano passado, a UCI caiu 0,8 ponto percentual.</p>
</blockquote>
<p>O bom desempenho da indústria, no entanto, não se reflete com tanta intensidade no mercado de trabalho. <strong>Em janeiro, o número de postos de trabalho ativos no setor cresceu apenas 0,1%. A massa salarial caiu 0,3%, e o rendimento médio do trabalhador industrial caiu 0,8%</strong>. Segundo a CNI, a expectativa é de interrupção da alta do emprego industrial por causa do aumento dos juros.</p>
<p>&gt;&gt;Brasil fecha 2024 com saldo positivo perto de 1,7 milhão de empregos</p>
<p>Na comparação com janeiro do ano passado, o desempenho do mercado de trabalho na indústria é melhor. <strong>O total de postos de trabalho ativo subiu 2,4%. No entanto, a massa salarial real (descontada a inflação) recuou 1,8%, e o rendimento médio real do trabalhador industrial caiu 4%</strong>.</p>
<p>Realizada desde 1992 em parceria com as Federações Estaduais das Indústrias, a pesquisa Indicadores Industriais identifica, mensalmente, a evolução de curto prazo da atividade da indústria de transformação. Os estados pesquisados respondem a mais de 90% do produto industrial brasileiro.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/faturamento-da-industria-cresce-33-em-janeiro</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Faturamento do setor de máquinas e equipamentos cresce 19% em janeiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/faturamento-do-setor-de-maquinas-e-equipamentos-cresce-19-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 22:06:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A indústria brasileira de máquinas e equipamentos faturou em janeiro R$ 20,4 bilhões em receita líquida de vendas, montante 19,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). De acordo com a entidade, o avanço das vendas no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A indústria brasileira de máquinas e equipamentos faturou em janeiro R$ 20,4 bilhões em receita líquida de vendas, montante 19,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Faturamento-do-setor-de-maquinas-e-equipamentos-cresce-19-em.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Faturamento-do-setor-de-maquinas-e-equipamentos-cresce-19-em.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>De acordo com a entidade, o avanço das vendas no mercado doméstico impulsionou os resultados, com a receita interna atingindo R$ 15,6 bilhões, um aumento de 32,3% em relação a janeiro de 2024. </strong></p>
<p>As exportações do setor, em janeiro, sofreram uma retração significativa, totalizando US$ 818 milhões, uma queda de 22,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abimaq, a retração foi causada principalmente pela redução das exportações para os Estados Unidos, Singapura e México.</p>
<p>Já as importações cresceram 19,3% no comparativo anual, atingindo US$ 2,7 bilhões, o maior volume já registrado para um mês de janeiro. A China é a principal fornecedora de equipamentos ao país, respondendo por 36% das máquinas importadas.</p>
<blockquote>
<p>“Os dados reforçam a tendência de recuperação iniciada no segundo semestre de 2024 e indicam perspectivas otimistas para o setor ao longo do primeiro semestre de 2025”, disse a entidade, em nota.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/faturamento-do-setor-de-maquinas-e-equipamentos-cresce-19-em-janeiro</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Faturamento da Indústria de alimentos cresce 10% em 2024</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/faturamento-da-industria-de-alimentos-cresce-10-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 00:10:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O faturamento da indústria brasileira de alimentos alcançou R$ 1,277 trilhão em 2024, um aumento de 9,98% em relação ao ano anterior. O resultado representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (20), são da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). Segundo o levantamento, a maior parte do faturamento, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O faturamento da indústria brasileira de alimentos alcançou R$ 1,277 trilhão em 2024, um aumento de 9,98% em relação ao ano anterior. O resultado representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (20), são da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia).<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Faturamento-da-Industria-de-alimentos-cresce-10-em-2024.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Faturamento-da-Industria-de-alimentos-cresce-10-em-2024.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o levantamento, a maior parte do faturamento, 72%, ou R$ 918 bilhões, foi proveniente do mercado interno; 28% do comércio exterior (US$ 66,3 bilhões). Já as vendas em 2024 apresentaram expansão de 6,1% e a produção,  3,2%, alcançando 283 milhões de toneladas de alimentos. </p>
<p>De acordo com a Abia, a indústria de alimentos investiu em 2024 aproximadamente R$ 40 bilhões. Do total, R$ 24,9 bilhões foram direcionados para inovações e R$ 13,80 bilhões, para fusões e aquisições. </p>
<p>“A Abia reafirma o compromisso anunciado pela indústria de investir R$ 120 bilhões no período de 2023 a 2026. Só em 2023 e 2024, a indústria investiu R$ 74,7 bilhões, mais de 62% do projetado para o período. Com esses investimentos, o setor demonstra a força e a consistência desse movimento, essencial para garantir competitividade e abastecimento nos mercados interno e externo”, destacou o presidente executivo da entidade, João Dornellas, em nota.</p>
<h2>Supermercado do mundo</h2>
<p>Desde 2022, o Brasil ocupa a posição de líder mundial na exportação de alimentos industrializados, em volume. No ano passado, foram 80,3 milhões de toneladas, 10,4% acima do apurado em 2023. No acumulado de 2024, a receita com essas vendas alcançou o patamar recorde de US$ 66,3 bilhões, valor 6,6% acima do verificado no ano anterior, de US$ 62,2 bilhões. </p>
<p>Os principais mercados de exportação dos produtos brasileiros em 2024 foram Ásia (38,7% das exportações, destaque para a China, com participação de 14,9%), seguida da Liga Árabe (18,9%) e da União Europeia (12,6%). Os itens que lideram a lista são carnes (US$ 26,2 bilhões); produtos do açúcar (US$ 18,9 bilhões); produtos de soja (US$ 10,7 bilhões); óleos e gorduras (US$ 2,3 bilhões); e sucos e preparações vegetais, (US$ 3,7 bilhões).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/faturamento-da-industria-de-alimentos-cresce-10-em-2024</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Faturamento do setor mineral cresceu 9,1% em 2024</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/faturamento-do-setor-mineral-cresceu-91-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 00:33:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O faturamento do setor mineral brasileiro em 2024 foi de R$ 270,8 bilhões. O montante representa uma alta de 9,1% na comparação com 2023. Os dados consolidados do último ano integram o balanço que foi apresentado nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as maiores mineradoras que atuam no país. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O faturamento do setor mineral brasileiro em 2024 foi de R$ 270,8 bilhões. O montante representa uma alta de 9,1% na comparação com 2023. Os dados consolidados do último ano integram o balanço que foi apresentado nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as maiores mineradoras que atuam no país.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Faturamento-do-setor-mineral-cresceu-91-em-2024.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Faturamento-do-setor-mineral-cresceu-91-em-2024.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o diretor-presidente do entidade, Raul Jungmann, o crescimento foi impulsionado pela valorização do dólar e também pelo faturamento com o minério de ferro, que registrou alta de 8,6% na comparação entre 2024 e 2023. O salto ocorreu mesmo em um cenário onde o preço da tonelada no mercado internacional caiu 9%.</p>
<p>&#8220;Nós tivemos um aumento em termos de produção do minério ferro e, por conta disso, tivemos também um aumento em termos de faturamento&#8221;, disse Jungmann. É a principal commodity do setor. No último ano, o minério de ferro representou 59,4% de todo o faturamento e 68,7% de todas as exportações.</p>
<p>Os dados do Ibram também destacam avanços no faturamento do cobre (25,2%) e do ouro (13,3%). Diferente do que ocorreu com o minério de ferro, a alta envolvendo esses dois minerais foi impulsionada por um crescimento dos preços no mercado internacional.</p>
<p>Os dois principais estados mineradores do Brasil, Minas Gerais e Pará, responderam por 76% de todo o faturamento do setor. Os empreendimentos mineiros contribuíram com R$ 108,3 bilhões, enquanto os paraenses com R$ 97,6 bilhões. Na sequência, fechando a lista dos cinco estados com melhor desempenho, aparecem São Paulo (R$ 10,3 bilhões), Bahia (R$ 10,1 bilhões) e Goiás (R$ 9,6 bilhões). </p>
<p>Segundo Jungmann, a aparição dos paulistas na terceira posição configura uma surpresa e foi impulsionada pelo faturamento com agregados da construção civil, que teve demanda crescente em 2024.</p>
<p>Outros dados divulgados pelo Ibram indicam uma alta de 8,6% na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), tributo conhecido como o royalty do minério. Saiu de R$ 6,9 bilhão em 2023, passou para R$ 7,4 bilhões em 2024. </p>
<p>A estimativa de investimentos calculada pelo Ibram para o próximo quadriênio também subiu. A alta foi de 6%, saindo de R$ 64,5 bilhões referente ao período entre 2024-2029 para R$ 68,4 bilhões referente ao período entre 2025 e 2029. &#8220;Cresceu as estimativas de investimentos em termos de logística, cresceu em termos de projetos relacionados ao ferro e cresceu também em termos socioambientais&#8221;, afirma Jungmann.</p>
<h2>Balança comercial</h2>
<p>De acordo com o Ibram, a balança comercial do setor mineral fechou com superávit de R$ 34,95 bilhões. O valor representaria 47% da balança comercial do país. As exportações saltaram 0,9%, saindo de R$ 43,04 bilhões em 2023 para R$ 43,43 bilhões em 2024. De outro lado, as importações recuaram 23,1%. fechando o ano passado em R$ 8,48 bilhões. Em 2023, havia sido R$ 11,02 bilhões. Raul Jungmann considera que a alta do dólar e a escalada da guerra entre Ucrânia e Rússia em 2022 influenciaram os números das importações.</p>
<p>&#8220;Em decorrência do conflito, houve muita antecipação de compras nos últimos anos, que efetivamente não se repetiram em 2024. Houve uma maior precaução, as empresas fizeram estoques, particularmente no que diz respeito ao potássio, fosfato, carvão, por exemplo, que são os principais itens de importação da mineração brasileira e também de outros setores que os utilizam como insumos&#8221;.</p>
<p>O diretor-presidente do Ibram disse acreditar que a posse do presidente Donald Trump, nos Estados Unidos, terá pouco impacto para o setor no Brasil. Ele comentou sobre a postura assumida pelo governo do país norte-americano envolvendo a taxação das importações. &#8220;Hoje, 80% das nossas exportações são dirigidas para a Ásia e particularmente para a China. Então, isso já reduz de certa forma o impacto caso o governo dos Estados Unidos tome esta direção. Além disso, mesmo que venha um tarifaço, precisamos entender se alcançará o Brasil e se será geral ou se será seletivo, afetando apenas sobre alguns produtos&#8221;, disse.</p>
<h2>Minerais críticos</h2>
<p>Jungmann avaliou que mesmo os negócios envolvendo minerais críticos não devem ser afetados. Os minerais críticos ou minerais de transição são aqueles cuja disponibilidade atual é limitada e a exploração tem sido considerada cada vez mais necessária para assegurar a transição energética, já que são essenciais para a fabricação de peças e equipamentos associados à ideia de energia verde. Por exemplo, há demanda por cobre nas usinas eólicas, por silício para os painéis fotovoltaicos, por níquel e lítio para as baterias. Essa demanda já tem resultado em aumento de produção, bem como em conflitos nas frentes exploratórias, segundo indicou no ano passado um levantamento produzido por pesquisadores de diferentes universidades federais.</p>
<p>&#8220;Nós estávamos fazendo parcerias e já conversando de forma avançada com os Estados Unidos, tendo em vista a questão climática. Agora, pelos primeiros sinais da administração Trump, estamos percebendo que muda a direção, mas o interesse em minerais críticos continua, porém com foco na defesa e na inovação tecnológica, onde eles também são essenciais&#8221;, disse Jungmann. Ele avaliou também que, independente dos Estados Unidos, a questão climática seguirá sendo uma pauta para os governos europeus.</p>
<p>&#8220;Hoje não há nenhuma possibilidade de superarmos a emergência energética e passar para uma sociedade neutra sem os minerais. Sem eles, não tem baterias, não tem carros elétricos, não tem placas fotovoltaicas. O petróleo só fala para trás, porque ele é fóssil, enquanto que nós falamos para frente. Na transição, a mineração é absolutamente fundamental&#8221;, avalia.</p>
<h2>Imposto Seletivo</h2>
<p>Durante a apresentação do balanço de 2024, o Ibram voltou a criticar o Imposto Seletivo, que tem por princípio a seletividade, isto é, usa a tributação para desencorajar o consumo de bens selecionados. Os alvos geralmente são produtos que causam prejuízo à saúde e ao meio ambiente. Ele já é adotado por outras nações e ganhou o apelidado em inglês por Sin Tax (imposto do pecado, em tradução literal).</p>
<p>No Brasil, o Imposto Seletivo é um dos novos tributos previstos na reforma tributária aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional e regulamentada em lei sancionada pelo presidente Lula no mês passado. Foi aprovada sua incidência sobre bens minerais, além de bebidas açucaradas e alcoólicas, jogos de azar, embarcações e aeronaves, produtos fumígenos (cigarros e relacionados) e veículos. Havia um dispositivo no texto afastando o Imposto Seletivo de commodities da mineração destinadas à exportação. Lula, no entanto, vetou esse trecho.</p>
<p>Ainda será necessária a aprovação de um novo projeto de lei que regulamente especificamente o novo tributo, no qual serão definidas as alíquotas e outros detalhes. De acordo com Jungmann, o Ibram entende que a tributação sobre exportação é inconstitucional e espera que o Congresso derrube o veto de Lula.</p>
<p>&#8220;Nós vamos lutar com todas as nossas forças para suprimir isso. Foi uma luta enorme no ano passado e nós conseguimos que o texto final retirasse a incidência sobre a exportação. O imposto sobre exportação é um erro em termos empresariais, é um erro em termos políticos, é um erro em termos de Brasil e é um erro em termos constitucionais. Nos causou muita surpresa o aval da área jurídica do Ministério da Fazenda para esse veto. Vamos lutar para que a gente consiga os votos necessários para derrubá-lo. A gente espera que isso seja possível. Mas se necessário for, nós vamos judicializar essa questão, tenha certeza disso&#8221;, finalizou Jungmann.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/faturamento-do-setor-mineral-cresceu-91-em-2024</p>
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		<title>Faturamento do setor de bares e restaurantes aumentou de acordo com pesquisa apresentada pele Abrasel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 01:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Abrasel]]></category>
		<category><![CDATA[Bares]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Faturamento]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Economia &#8211; Quase dois anos após o começo da pandemia, bares e restaurantes ainda enfrentam dificuldades para operar no mercado. A Abrasel fez um levantamento com mais de 1200 respostas em todo o país, no Amazonas cerca de 80 estabelecimentos participaram desta pesquisa, entre os dias 25/03 e 04/04.</p>
<p>A pesquisa registra que metade das empresas da alimentação fora do lar tiveram resultado melhor em fevereiro de 2022 do que no mesmo período de 2021, mas um número expressivo, 35%, tem atraso no recolhimento do Simples Nacional, podendo perder o enquadramento se não conseguir efetuar o parcelamento dos débitos.</p>
<p>Mesmo com número ainda alto realizando prejuízo, quase metade (46%) diz ter obtido resultado melhor em fevereiro de 2022 em comparação a fevereiro de 2021. (26%) trabalharam com prejuízo em fevereiro. O índice é melhor que a média nacional (38%). Outros (26%) afirmam ter lucro e (36%) apontam estabilidade. O número também é melhor do que janeiro, quando (37%) disseram estar fazendo prejuízo.</p>
<p>Para Rodrigo Zamperlini, “A boa notícia é que metade das empresas teve aumento do faturamento em fevereiro de 2022, quando comparado com o mesmo período de 2021, o que pode sinalizar uma tendência de melhora ao longo do ano. O delivery é praticado por 3 em cada 4 empresas, demonstrando a força dessa modalidade na composição das vendas dos estabelecimentos da alimentação fora do lar. Por outro lado, registraram prejuízo 1 em cada 4 empresas em fevereiro de 2022 e 35% do total dos entrevistados disseram ter parcelas em atraso do simples nacional, o que pode acarretar a perda deste enquadramento tributário diferenciado”, afirma o presidente da Abrasel no Amazonas.</p>
<p>O quadro faz com que 35% das empresas que estão no simples nacional estejam com parcelas atrasadas. Uma parte pretende aderir ao Relp, programa de refinanciamento. Elas têm até o dia 29 de abril para resolver pendências e viabilizar sua adesão ao programa para renegociar os débitos, estejam elas ou não inscritas na dívida ativa. A pesquisa mostra que 18% dizem não ter como aderir ao Relp até esse prazo.</p>
<p><strong>Delivery</strong></p>
<p>O levantamento da Abrasel também mediu a questão do delivery. Quase quatro em cada cinco (76%) estabelecimentos consultados fazem entregas de refeições – 14% disseram não fazer e 10% informaram ter começado a operar o serviço, mas desistiram. Entre os que fazem, mais de um terço (39%) passou a fazê-lo após o começo da pandemia e 79% operam o delivery por meio de uma plataforma de entregas, como os aplicativos, combinada ou não a canais próprios, como site, telefone e WhatsApp. Entre estes, há um domínio absoluto do iFood: 75% disseram ter entregas feitas por esta plataforma.</p>
<p>A pesquisa também mediu o efeito do encerramento das operações da Uber Eats do mercado nacional de delivery de refeições. Antes disso, 30% das empresas disseram ter realizado entregas pela plataforma. Após a saída, para 75% dos respondentes, o iFood foi o principal beneficiado com aumento de vendas, que antes eram realizadas pelo Uber Eats.</p>
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