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	<title>Extorsão - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Empresários foram alvo de “arrocho” por delegado e investigador da PC, diz polícia</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:49:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresários foram alvos de uma prática conhecida como ‘arrocho’, quando militares agem de forma ilegal extorquindo vítimas para roubar bens ou dinheiro. O delegado Fabiano Rosas, titular do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e um investigador da Polícia Civil (PC-AM) foram presos, nesta quinta-feira (16/04), suspeitos de envolvimento no crime, ocorrido nas proximidades da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários foram alvos de uma prática conhecida como ‘arrocho’, quando militares agem de forma ilegal extorquindo vítimas para roubar bens ou dinheiro. O delegado Fabiano Rosas, titular do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e um investigador da Polícia Civil (PC-AM) foram presos, nesta quinta-feira (16/04), suspeitos de envolvimento no crime, ocorrido nas proximidades da Manaus Moderna.</p>
<p>As informações foram divulgadas ainda ontem, pelo delegado Marcelo Martins, do 24º Distrito Integrado de Polícia, responsável pelo caso.</p>
<p>“No caso, dois investigadores e um delegado fizeram uma abordagem aqui na região da Manaus Moderna e essa abordagem foi considerada criminosa, foi uma abordagem realizada no contexto de extorsão. As vítimas que estavam nesses veículos alegaram que foram levados R$ 30 mil e uma arma de fogo e eles não foram encaminhados à delegacia respectiva para o procedimento. Depois foram liberados em via pública”, informou o delegado.</p>
<p> A ausência de formalização da ocorrência levantou suspeitas e levou à prisão dos policiais por suspeita de extorsão.</p>
<p>A investigação também aponta que esse tipo de prática, conhecido como “arrocho”, é comum na área central da cidade e costuma estar ligado à suspeita de transporte de ouro ou drogas. Apesar disso, as vítimas negaram que estivessem com ouro no momento da abordagem.</p>
<p>Após reunir os depoimentos, a Polícia Civil prendeu em flagrante o delegado Fabiano Rosas na quinta-feira (16) e um investigador que o acompanhava. Os dois foram levados ao 24º Distrito Integrado de Polícia e permaneceram detidos.</p>
<p>Durante o interrogatório, ambos optaram por ficar em silêncio. O caso foi acompanhado pelo Ministério Público do Amazonas, que atuou na fiscalização dos procedimentos.</p>
<p>Segundo a apuração, a abordagem aconteceu em uma embarcação na área da Balsa Amarela, no Porto de Manaus. Depois da ação, um policial militar acionou a Rocam, que localizou o veículo do delegado sem saber que os ocupantes eram policiais civis. Fabiano Rosas se recusou a sair do carro e foi retirado à força.</p>
<p>Os dois presos devem passar por audiência de custódia, enquanto a Corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso e apura as responsabilidades.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-17-at-09.21.59.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Delegado é jogado ao chão durante prisão pela Rocam em Manaus</p>
<p>Tenente da PM diz ter sido agredido por policiais civis dentro da Delegacia Geral, em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Ameaças e juros abusivos sustentavam esquema milionário no AM</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ameacas-e-juros-abusivos-sustentavam-esquema-milionario-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[1º DIP]]></category>
		<category><![CDATA[agiotagem no Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Extorsão]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil do Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia. Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia.</p>
<p>Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo procurados.</p>
<h4>Alvos eram servidoras públicas</h4>
<p>Primeiramente, as investigações começaram há cerca de 20 dias, após uma servidora denunciar ameaças feitas por integrantes de grupos ligados à prática de empréstimos clandestinos. A apuração identificou pelo menos quatro núcleos criminosos que atuavam de forma articulada.</p>
<p>Os suspeitos ofereciam crédito informal com juros abusivos, que ultrapassavam 50% do valor da dívida mensalmente. Desse modo, os criminosos escolhiam as vítimas estrategicamente, com preferência por servidoras de tribunais estaduais, consideradas alvos com renda fixa.</p>
<p>Além das cobranças, o grupo utilizava ameaças graves e monitorava as vítimas nas proximidades de prédios públicos. Também há indícios de que investigados planejavam ataques contra veículos oficiais.</p>
<h4>Apropriação de bens e lavagem de dinheiro</h4>
<p>De acordo com a polícia, os envolvidos se apropriavam de veículos, joias, eletrônicos e imóveis das vítimas, além de reter documentos pessoais e cartões bancários. Em alguns casos, os suspeitos chegavam a administrar aplicativos bancários para retirar valores diretamente dos salários das vítimas.</p>
<p>Para ocultar os lucros obtidos de forma ilícita, o grupo utilizava empresas de fachada, direcionando recursos para contas vinculadas a essas estruturas para simular legalidade.</p>
<h4>Material apreendido</h4>
<p>Durante a operação, realizada entre os dias 11 e 12 de fevereiro, os policiais cumpriram:</p>
<ul>
<li>7 mandados de prisão preventiva</li>
<li>20 mandados de busca e apreensão</li>
<li>17 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros.</li>
</ul>
<p>A polícia apreendeu 30 veículos, R$ 17 mil em espécie, cinco armas de fogo, centenas de munições, além de grande quantidade de documentos pessoais pertencentes às vítimas. Ademais, as autoridades também recolheram computadores, celulares e contratos fraudulentos.</p>
<h4>Procedimentos e denúncias</h4>
<p>Os investigados responderão por associação criminosa, usura, extorsão, roubo majorado, falsidade ideológica, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, falsa identidade e lavagem de capitais. Todos permanecerão à disposição da Justiça após audiência de custódia.</p>
<p>Por fim, a Polícia Civil divulga imagens dos três foragidos e solicita apoio da população. Informações podem ser repassadas pelos números (92) 99118-9177, do 1º DIP; (92) 3667-7575 e 197, da Polícia Civil; ou 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.</p>
<p>Divulgação/PC-AM</p>
<p> </p>
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		<item>
		<title>Mãe de detento acusado de estupro sofre extorsão em Canutama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 17:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaça]]></category>
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		<category><![CDATA[prisão preventiva]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu, no sábado (07/02), um homem de 25 anos suspeito de praticar extorsão contra uma mulher no município de Canutama, distante 619 quilômetros de Manaus. A ação partiu da 62ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP). Além do mandado de prisão preventiva, a Justiça também autorizou o cumprimento de mandado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu, no sábado (07/02), um homem de 25 anos suspeito de praticar extorsão contra uma mulher no município de Canutama, distante 619 quilômetros de Manaus. A ação partiu da 62ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP).</p>
<p>Além do mandado de prisão preventiva, a Justiça também autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar contra o investigado.</p>
<p>Segundo o delegado Armando Diadosk Júnior, a vítima é mãe de um detento condenado por estupro de vulnerável. Ele passou por uma transferência para Manaus em janeiro deste ano e, a partir disso, o suspeito se aproveitou da situação. Posteriormente, ele passou a enviar mensagens por aplicativo, fingindo ser outro preso.</p>
<p>Nas mensagens, ele exigia o pagamento de R$ 2 mil para não matar o filho da vítima. Diante das ameaças, o caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil, que iniciou uma investigação cibernética.</p>
<p>“A partir das informações recebidas, conseguimos identificar o autor, que já era conhecido pelas forças policiais, além de reunir provas da prática criminosa”, explicou o delegado.</p>
<p>Com as provas reunidas, a polícia solicitou os mandado de prisão e, após o deferimento da Justiça, os policiais prenderam o homem na região portuária do município. Com ele, os agentes apreenderam um aparelho celular, que deve auxiliar nas investigações.</p>
<p>O homem responderá pelo crime de extorsão e permanece à disposição da Justiça.</p>
<p>Foto: Divulgação/PC-AM</p>
<p> </p>
</div>
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		<title>Câmara aumenta penas para crimes como extorsão e escudo humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 00:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21) o projeto de Lei (PL) 4500/25, que altera o Código Penal para aumentar as penas para crimes praticados por organizações criminosas. Entre eles está o de extorsão e o de escudo humano. O texto segue para o Senado. No caso do crime de extorsão, ele ocorre quando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21) o projeto de Lei (PL) 4500/25, que altera o Código Penal para aumentar as penas para crimes praticados por organizações criminosas. Entre eles está o de extorsão e o de escudo humano. </strong>O texto segue para o Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Camara-aumenta-penas-para-crimes-como-extorsao-e-escudo-humano.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Camara-aumenta-penas-para-crimes-como-extorsao-e-escudo-humano.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No caso do crime de extorsão, ele ocorre quando membros de organizações criminosas obrigam ou constrangem a população a adquirir bens e serviços essenciais, em que se exige vantagem financeira para o exercício de atividade econômica ou política, ou quando se cobra pela livre circulação. A pena prevista passa a ser de oito a 15 anos de prisão e multa.</p>
<p>Em relação ao crime de escudo humano, o projeto diz que a prática de utilizar pessoas como escudo, em ação criminosa, para assegurar a prática de outro crime. A pena prevista é de seis a 12 anos. A pena é aumentada até o dobro se a conduta é realizada contra duas ou mais pessoas, ou quando praticada por organização criminosa.</p>
<p>Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública  (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), mapearam a atuação de 88 organizações criminosas no país nos últimos três anos. Desse total, 46 operam no Nordeste; 24, no Sul; 18, no Sudeste; 14, no Norte; e 10, no Centro-Oeste.</p>
<p>Segundo o relator do projeto, Coronel Ulysses (União-AC), estimativas indicam que entre 50,6 e 61,6 milhões de brasileiros, o que corresponde a cerca de 26% da população do país, estão submetidos à chamada governança criminal. </p>
<blockquote>
<p>“O projeto de Lei surge como resposta à necessidade de se fornecerem instrumentos jurídicos mais eficazes e penas mais severas para coibir a escalada de violência e o domínio territorial imposto por facções criminosas, que desafiam o Estado e aterrorizam a população”, argumentou.</p>
</blockquote>
<h2>Prisão preventiva</h2>
<p><strong>Os deputados aprovaram ainda o projeto de lei (PL) 226/2024, que trata da conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva nos casos de flagrante. </strong>Pelo texto, a conversão deverá a aferição da periculosidade do agente e se ela é geradora de riscos à ordem pública. </p>
<p>Essa aferição deverá ser tomada a partir da consideração de reiteração do delito, levar em consideração o uso reiterado de violência ou grave ameaça à pessoa ou quanto à premeditação do agente para a prática delituosa; a participação em organização criminosa; a natureza, a quantidade e a variedade de drogas, armas ou munições apreendidas.</p>
<p>Segundo o relator do projeto, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-CE), a medida visa evitar que a prisão preventiva seja feita com base em alegações de gravidade abstrata do delito, devendo ser concretamente demonstrados a periculosidade do agente e seu risco à ordem pública.</p>
<blockquote>
<p>“Queremos diminuir a margem para aquelas interpretações abstratas, para aquele magistrado rigoroso em vez de uma prisão em flagrante, mas já decreta a prisão preventiva, que naturalmente, impõe à pessoa que foi punida com essa determinação toda uma dificuldade adicional”, observou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O projeto também trata da coleta de material biológico para obtenção e armazenamento do perfil genético do custodiado em um banco de dados,</strong> quando houver prisão em flagrante por crime contra a liberdade sexual ou por crime sexual contra vulnerável, ou de agente que integre organização criminosa que utilize ou tenha à sua disposição armas de fogo.</p>
<p>Segundo o relator, a coleta não será feita de maneira indiscriminada. Pelo projeto, a coleta deverá ser feita, preferencialmente, na própria audiência de custódia ou no prazo de 10 dias, contado de sua realização. Além disso, a coleta será realizada por agente público treinado e respeitará os procedimentos de cadeia de custódia definidos pela legislação em vigor e complementados pelo órgão de perícia oficial de natureza criminal.</p>
<blockquote>
<p>“Essa inovação não determina a coleta de material biológico de forma indiscriminada, mas sim apenas em hipóteses de gravidade extrema que justificam o uso desse instrumento por seu potencial de impacto social e risco. Ao restringir a coleta à prática de crimes hediondos ou de organização criminosa armada, preserva-se a proporcionalidade, evitando recrudescimentos desnecessários no tratamento jurídico de crimes menos graves”, argumentou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/camara-aumenta-penas-para-crimes-como-extorsao-e-escudo-humano</p>
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