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	<title>Extorsão - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Dupla é presa por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 21:59:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu, na segunda-feira (1º), dois homens suspeitos de integrar um esquema criminoso de agiotagem, extorsão armada, associação criminosa e lavagem de dinheiro em Manaus. A ação partiu das equipes do 4º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Os presos são Alaff de Brito Correia e Giovani Medeiros Silva, ambos de 27 anos. Primeiramente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil prendeu, na segunda-feira (1º), dois homens suspeitos de integrar um esquema criminoso de agiotagem, extorsão armada, associação criminosa e lavagem de dinheiro em Manaus. A ação partiu das equipes do 4º Distrito Integrado de Polícia (DIP).</p>
<p>Os presos são Alaff de Brito Correia e Giovani Medeiros Silva, ambos de 27 anos. Primeiramente, as autoridades localizaram Giovani no bairro Monte das Oliveiras, na zona norte da capital, enquanto Alaff foi preso no bairro Redenção, zona centro-oeste.</p>
<p>Segundo o delegado Jorge Arcanjo, as investigações começaram após uma vítima denunciar ameaças relacionadas a um empréstimo de aproximadamente R$ 6 mil. Conforme a polícia, Giovani é apontado como o líder do esquema e utilizava ameaças e intimidação para cobrar valores muito superiores aos inicialmente emprestados.</p>
<p>Durante a apuração, houve a constatação de que o suspeito chegou a enviar vídeos exibindo uma arma de fogo em frente à residência da vítima. Ele queria pressioná-la a assinar uma nota promissória de R$ 30 mil.</p>
<h4>Alvos de vulnerabilidade</h4>
<p>As investigações indicam que mulheres em situação de vulnerabilidade financeira eram os principais alvos do grupo. Quando não conseguiam quitar as dívidas acrescidas de juros, as vítimas sofriam coação para a prestação de serviços e também forneciam dados pessoais ou indicavam terceiros para atuar como “laranjas” nas operações criminosas.</p>
<p>Ainda de acordo com a Polícia Civil, Alaff era responsável por movimentar recursos provenientes das cobranças ilegais. Os valores caíam em sua conta bancária para dificultar o rastreamento do dinheiro e ocultar sua origem.</p>
<p>Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam um revólver calibre 38, aparelhos celulares, computadores, porções de maconha e comprimidos de ecstasy.</p>
<p>A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo, possíveis financiadores do esquema e novas vítimas. Giovani responderá pelos crimes de ameaça, extorsão, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Já Alaff responderá por extorsão, associação criminosa e lavagem de dinheiro.</p>
<p>A dupla permanece à disposição da Justiça.</p>
<p> </p>
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		<title>Empresários foram alvo de “arrocho” por delegado e investigador da PC, diz polícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresários foram alvos de uma prática conhecida como ‘arrocho’, quando militares agem de forma ilegal extorquindo vítimas para roubar bens ou dinheiro. O delegado Fabiano Rosas, titular do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e um investigador da Polícia Civil (PC-AM) foram presos, nesta quinta-feira (16/04), suspeitos de envolvimento no crime, ocorrido nas proximidades da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários foram alvos de uma prática conhecida como ‘arrocho’, quando militares agem de forma ilegal extorquindo vítimas para roubar bens ou dinheiro. O delegado Fabiano Rosas, titular do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e um investigador da Polícia Civil (PC-AM) foram presos, nesta quinta-feira (16/04), suspeitos de envolvimento no crime, ocorrido nas proximidades da Manaus Moderna.</p>
<p>As informações foram divulgadas ainda ontem, pelo delegado Marcelo Martins, do 24º Distrito Integrado de Polícia, responsável pelo caso.</p>
<p>“No caso, dois investigadores e um delegado fizeram uma abordagem aqui na região da Manaus Moderna e essa abordagem foi considerada criminosa, foi uma abordagem realizada no contexto de extorsão. As vítimas que estavam nesses veículos alegaram que foram levados R$ 30 mil e uma arma de fogo e eles não foram encaminhados à delegacia respectiva para o procedimento. Depois foram liberados em via pública”, informou o delegado.</p>
<p> A ausência de formalização da ocorrência levantou suspeitas e levou à prisão dos policiais por suspeita de extorsão.</p>
<p>A investigação também aponta que esse tipo de prática, conhecido como “arrocho”, é comum na área central da cidade e costuma estar ligado à suspeita de transporte de ouro ou drogas. Apesar disso, as vítimas negaram que estivessem com ouro no momento da abordagem.</p>
<p>Após reunir os depoimentos, a Polícia Civil prendeu em flagrante o delegado Fabiano Rosas na quinta-feira (16) e um investigador que o acompanhava. Os dois foram levados ao 24º Distrito Integrado de Polícia e permaneceram detidos.</p>
<p>Durante o interrogatório, ambos optaram por ficar em silêncio. O caso foi acompanhado pelo Ministério Público do Amazonas, que atuou na fiscalização dos procedimentos.</p>
<p>Segundo a apuração, a abordagem aconteceu em uma embarcação na área da Balsa Amarela, no Porto de Manaus. Depois da ação, um policial militar acionou a Rocam, que localizou o veículo do delegado sem saber que os ocupantes eram policiais civis. Fabiano Rosas se recusou a sair do carro e foi retirado à força.</p>
<p>Os dois presos devem passar por audiência de custódia, enquanto a Corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso e apura as responsabilidades.</p>
<p>Veja vídeo:</p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-17-at-09.21.59.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Delegado é jogado ao chão durante prisão pela Rocam em Manaus</p>
<p>Tenente da PM diz ter sido agredido por policiais civis dentro da Delegacia Geral, em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Ameaças e juros abusivos sustentavam esquema milionário no AM</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ameacas-e-juros-abusivos-sustentavam-esquema-milionario-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[1º DIP]]></category>
		<category><![CDATA[agiotagem no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia. Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas desarticulou um esquema milionário de agiotagem que cobrava juros superiores a 50% ao mês e ameaçava principalmente servidoras públicas no estado. A ação ocorreu durante a Operação Tormenta, deflagrada pelo 1º Distrito Integrado de Polícia.</p>
<p>Ao todo, sete pessoas foram presas, entre empresários e cobradores. Outros três investigados seguem sendo procurados.</p>
<h4>Alvos eram servidoras públicas</h4>
<p>Primeiramente, as investigações começaram há cerca de 20 dias, após uma servidora denunciar ameaças feitas por integrantes de grupos ligados à prática de empréstimos clandestinos. A apuração identificou pelo menos quatro núcleos criminosos que atuavam de forma articulada.</p>
<p>Os suspeitos ofereciam crédito informal com juros abusivos, que ultrapassavam 50% do valor da dívida mensalmente. Desse modo, os criminosos escolhiam as vítimas estrategicamente, com preferência por servidoras de tribunais estaduais, consideradas alvos com renda fixa.</p>
<p>Além das cobranças, o grupo utilizava ameaças graves e monitorava as vítimas nas proximidades de prédios públicos. Também há indícios de que investigados planejavam ataques contra veículos oficiais.</p>
<h4>Apropriação de bens e lavagem de dinheiro</h4>
<p>De acordo com a polícia, os envolvidos se apropriavam de veículos, joias, eletrônicos e imóveis das vítimas, além de reter documentos pessoais e cartões bancários. Em alguns casos, os suspeitos chegavam a administrar aplicativos bancários para retirar valores diretamente dos salários das vítimas.</p>
<p>Para ocultar os lucros obtidos de forma ilícita, o grupo utilizava empresas de fachada, direcionando recursos para contas vinculadas a essas estruturas para simular legalidade.</p>
<h4>Material apreendido</h4>
<p>Durante a operação, realizada entre os dias 11 e 12 de fevereiro, os policiais cumpriram:</p>
<ul>
<li>7 mandados de prisão preventiva</li>
<li>20 mandados de busca e apreensão</li>
<li>17 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros.</li>
</ul>
<p>A polícia apreendeu 30 veículos, R$ 17 mil em espécie, cinco armas de fogo, centenas de munições, além de grande quantidade de documentos pessoais pertencentes às vítimas. Ademais, as autoridades também recolheram computadores, celulares e contratos fraudulentos.</p>
<h4>Procedimentos e denúncias</h4>
<p>Os investigados responderão por associação criminosa, usura, extorsão, roubo majorado, falsidade ideológica, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, falsa identidade e lavagem de capitais. Todos permanecerão à disposição da Justiça após audiência de custódia.</p>
<p>Por fim, a Polícia Civil divulga imagens dos três foragidos e solicita apoio da população. Informações podem ser repassadas pelos números (92) 99118-9177, do 1º DIP; (92) 3667-7575 e 197, da Polícia Civil; ou 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.</p>
<p>Divulgação/PC-AM</p>
<p> </p>
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		<item>
		<title>Mãe de detento acusado de estupro sofre extorsão em Canutama</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mae-de-detento-acusado-de-estupro-sofre-extorsao-em-canutama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 17:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu, no sábado (07/02), um homem de 25 anos suspeito de praticar extorsão contra uma mulher no município de Canutama, distante 619 quilômetros de Manaus. A ação partiu da 62ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP). Além do mandado de prisão preventiva, a Justiça também autorizou o cumprimento de mandado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu, no sábado (07/02), um homem de 25 anos suspeito de praticar extorsão contra uma mulher no município de Canutama, distante 619 quilômetros de Manaus. A ação partiu da 62ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP).</p>
<p>Além do mandado de prisão preventiva, a Justiça também autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar contra o investigado.</p>
<p>Segundo o delegado Armando Diadosk Júnior, a vítima é mãe de um detento condenado por estupro de vulnerável. Ele passou por uma transferência para Manaus em janeiro deste ano e, a partir disso, o suspeito se aproveitou da situação. Posteriormente, ele passou a enviar mensagens por aplicativo, fingindo ser outro preso.</p>
<p>Nas mensagens, ele exigia o pagamento de R$ 2 mil para não matar o filho da vítima. Diante das ameaças, o caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil, que iniciou uma investigação cibernética.</p>
<p>“A partir das informações recebidas, conseguimos identificar o autor, que já era conhecido pelas forças policiais, além de reunir provas da prática criminosa”, explicou o delegado.</p>
<p>Com as provas reunidas, a polícia solicitou os mandado de prisão e, após o deferimento da Justiça, os policiais prenderam o homem na região portuária do município. Com ele, os agentes apreenderam um aparelho celular, que deve auxiliar nas investigações.</p>
<p>O homem responderá pelo crime de extorsão e permanece à disposição da Justiça.</p>
<p>Foto: Divulgação/PC-AM</p>
<p> </p>
</div>
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		<item>
		<title>Câmara aumenta penas para crimes como extorsão e escudo humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 00:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21) o projeto de Lei (PL) 4500/25, que altera o Código Penal para aumentar as penas para crimes praticados por organizações criminosas. Entre eles está o de extorsão e o de escudo humano. O texto segue para o Senado. No caso do crime de extorsão, ele ocorre quando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21) o projeto de Lei (PL) 4500/25, que altera o Código Penal para aumentar as penas para crimes praticados por organizações criminosas. Entre eles está o de extorsão e o de escudo humano. </strong>O texto segue para o Senado.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Camara-aumenta-penas-para-crimes-como-extorsao-e-escudo-humano.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Camara-aumenta-penas-para-crimes-como-extorsao-e-escudo-humano.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No caso do crime de extorsão, ele ocorre quando membros de organizações criminosas obrigam ou constrangem a população a adquirir bens e serviços essenciais, em que se exige vantagem financeira para o exercício de atividade econômica ou política, ou quando se cobra pela livre circulação. A pena prevista passa a ser de oito a 15 anos de prisão e multa.</p>
<p>Em relação ao crime de escudo humano, o projeto diz que a prática de utilizar pessoas como escudo, em ação criminosa, para assegurar a prática de outro crime. A pena prevista é de seis a 12 anos. A pena é aumentada até o dobro se a conduta é realizada contra duas ou mais pessoas, ou quando praticada por organização criminosa.</p>
<p>Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública  (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), mapearam a atuação de 88 organizações criminosas no país nos últimos três anos. Desse total, 46 operam no Nordeste; 24, no Sul; 18, no Sudeste; 14, no Norte; e 10, no Centro-Oeste.</p>
<p>Segundo o relator do projeto, Coronel Ulysses (União-AC), estimativas indicam que entre 50,6 e 61,6 milhões de brasileiros, o que corresponde a cerca de 26% da população do país, estão submetidos à chamada governança criminal. </p>
<blockquote>
<p>“O projeto de Lei surge como resposta à necessidade de se fornecerem instrumentos jurídicos mais eficazes e penas mais severas para coibir a escalada de violência e o domínio territorial imposto por facções criminosas, que desafiam o Estado e aterrorizam a população”, argumentou.</p>
</blockquote>
<h2>Prisão preventiva</h2>
<p><strong>Os deputados aprovaram ainda o projeto de lei (PL) 226/2024, que trata da conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva nos casos de flagrante. </strong>Pelo texto, a conversão deverá a aferição da periculosidade do agente e se ela é geradora de riscos à ordem pública. </p>
<p>Essa aferição deverá ser tomada a partir da consideração de reiteração do delito, levar em consideração o uso reiterado de violência ou grave ameaça à pessoa ou quanto à premeditação do agente para a prática delituosa; a participação em organização criminosa; a natureza, a quantidade e a variedade de drogas, armas ou munições apreendidas.</p>
<p>Segundo o relator do projeto, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-CE), a medida visa evitar que a prisão preventiva seja feita com base em alegações de gravidade abstrata do delito, devendo ser concretamente demonstrados a periculosidade do agente e seu risco à ordem pública.</p>
<blockquote>
<p>“Queremos diminuir a margem para aquelas interpretações abstratas, para aquele magistrado rigoroso em vez de uma prisão em flagrante, mas já decreta a prisão preventiva, que naturalmente, impõe à pessoa que foi punida com essa determinação toda uma dificuldade adicional”, observou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O projeto também trata da coleta de material biológico para obtenção e armazenamento do perfil genético do custodiado em um banco de dados,</strong> quando houver prisão em flagrante por crime contra a liberdade sexual ou por crime sexual contra vulnerável, ou de agente que integre organização criminosa que utilize ou tenha à sua disposição armas de fogo.</p>
<p>Segundo o relator, a coleta não será feita de maneira indiscriminada. Pelo projeto, a coleta deverá ser feita, preferencialmente, na própria audiência de custódia ou no prazo de 10 dias, contado de sua realização. Além disso, a coleta será realizada por agente público treinado e respeitará os procedimentos de cadeia de custódia definidos pela legislação em vigor e complementados pelo órgão de perícia oficial de natureza criminal.</p>
<blockquote>
<p>“Essa inovação não determina a coleta de material biológico de forma indiscriminada, mas sim apenas em hipóteses de gravidade extrema que justificam o uso desse instrumento por seu potencial de impacto social e risco. Ao restringir a coleta à prática de crimes hediondos ou de organização criminosa armada, preserva-se a proporcionalidade, evitando recrudescimentos desnecessários no tratamento jurídico de crimes menos graves”, argumentou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/camara-aumenta-penas-para-crimes-como-extorsao-e-escudo-humano</p>
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