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	<title>exposição - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Exposição no Senado homenageia mulheres na redemocratização do país</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 10:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mulheres na Redemocratização é o nome da exposição, no Senado Federal, que dá início a uma série de atividades para homenagear 36 profissionais e também seis representantes no Congresso Nacional que atuaram há 40 anos pela liberdade após o fim do regime militar. A mostra foi aberta nessa terça-feira (25). Segundo as organizadoras do evento, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Mulheres na Redemocratização é o nome da exposição, no Senado Federal, que dá início a uma série de atividades para homenagear 36 profissionais e também seis representantes no Congresso Nacional que atuaram há 40 anos pela liberdade após o fim do regime militar.</strong> A mostra foi aberta nessa terça-feira (25).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Exposicao-no-Senado-homenageia-mulheres-na-redemocratizacao-do-pais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Exposicao-no-Senado-homenageia-mulheres-na-redemocratizacao-do-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo as organizadoras do evento, mulheres invisibilizadas também foram fundamentais para a formulação da Constituição de 1988. Entre essas homenageadas, está a jornalista Mara Régia di Perna, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<p>A exposição pode ser vista na galeria Ivandro Cunha Lima, no Senado, e também ser visitada virtualmente em na <a href="https://www.senado.leg.br/senado/hotsites/mulheres/index.asp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">página do Senado na internet</a>. </p>
<p>A profissional da<strong> EBC </strong>é uma das comunicadoras mais premiadas do Brasil e tem mais de 40 anos de carreira no rádio. Ela é a responsável pelo programa <em>Viva Maria</em>, da <strong>Rádio Nacional de Brasília</strong>, desde o início dos anos 1980 e, com suas pautas cidadãs, conseguiu mobilizar os ouvintes naquele período de redemocratização .</p>
<h2>&#8220;Mobilizamos as pessoas&#8221;</h2>
<p>Em discurso na inauguração da mostra, Mara Régia recordou da importância da carta entregue pela sufragista Carmen Portilho ao então presidente da Câmara, Ulysses Guimarães. </p>
<blockquote>
<p>“Mobilizamos as pessoas nos momentos de votação que aconteciam aqui”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>A comunicadora explicou que, a duras penas, foi possível inserir na Constituição que homens e mulheres eram iguais em direitos.</p>
<p>“A palavra é o que fica, a nossa ação, a transformação e a vida em comum”, disse a jornalista da <strong>EBC</strong>. A iniciativa do evento é da Rede Equidade e do Comitê Permanente de Gênero e Raça do Senado Federal.</p>
<h2>&#8220;Elas fizeram a diferença&#8221;</h2>
<p>Segundo a coordenadora da Rede Equidade, Maria Terezinha Nunes, a ideia da exposição e revelar o protagonismo feminino em um período de profundas transformações. Ela diz que essas mulheres deixaram um legado de coragem e resistência.</p>
<blockquote>
<p>“Essas mulheres que lutaram muito nesse período tiveram uma contribuição muito significativa, que fez toda a diferença”, disse. </p>
</blockquote>
<p>Além da exposição, está prevista a produção de um documentário e também a realização de um seminário no dia 9 de dezembro, das 8h30 às 18h, no auditório Antonio Carlos Magalhães. <strong>O evento integra a programação dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres e reunirá pioneiras dos movimentos de resistência.</strong></p>
<p>Segundo os organizadores, a programação contará com três painéis. Um deles fará alusão aos movimentos de mulheres durante a ditadura. O segundo será sobre lutas e resistências no campo e nas florestas e o último trará experiências institucionais voltadas ao fortalecimento da democracia com equidade de gênero e raça.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/exposicao-no-senado-homenageia-mulheres-na-redemocratizacao-do-pais</p>
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		<title>Barroso diz que pretende viver sem exposição pública após sair do STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 23:04:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira (9) que pretende viver sem exposição pública após deixar o cargo. Mais cedo, o ministro anunciou, durante a sessão plenária, que solicitou o pedido de aposentadoria antecipada do cargo. A saída deve ocorrer oficialmente na próxima semana, após Barroso liberar para julgamento processos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira (9) que pretende viver sem exposição pública após deixar o cargo.</strong> Mais cedo, o ministro anunciou, durante a sessão plenária, que solicitou o pedido de aposentadoria antecipada do cargo. A saída deve ocorrer oficialmente na próxima semana, após Barroso liberar para julgamento processos que ainda estão em seu gabinete.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Barroso-diz-que-pretende-viver-sem-exposicao-publica-apos-sair.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Barroso-diz-que-pretende-viver-sem-exposicao-publica-apos-sair.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No discurso de despedida, o ministro disse que é “hora de seguir novos rumos”, sem a exposição do cargo de ministro do STF.</p>
<blockquote>
<p>“Sinto que agora é hora de seguir outros rumos. Nem sequer os tenho bem definidos. Mas não tenho qualquer apego ao poder e gostaria de viver um pouco da vida que me resta sem a exposição pública, as obrigações e as exigências do cargo”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>Barroso também enalteceu Dilma Rousseff e disse que a ex-presidente o nomeou para a Corte, em 2013, de “forma republicana”.</p>
<p>“Sou grato à presidente Dilma Rousseff, que me nomeou para o cargo da forma mais republicana possível, sem pedir, sem insinuar, sem cobrar”, declarou.</p>
<p><strong>O ministro também elogiou a conduta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na defesa do Supremo contra os ataques feitos pelo governo dos Estados Unidos e os atos golpistas de 8 de janeiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sou grato ao presidente Lula por sua firme defesa do tribunal quando esteve sob ataque”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Sem mágoas</h2>
<p><strong>Por fim, Barroso disse que deixa o STF com a “consciência tranquila” e sem mágoas. </strong>Durante o período em que esteve no Supremo, o ministro protagonizou discussões acaloradas com Gilmar Mendes.</p>
<blockquote>
<p>“Não foram tempos banais, mas não carrego comigo nenhuma tristeza, nenhuma mágoa ou ressentimento. Renovo minha confiança de que o STF continuará a ser o guardião da Constituição e um dos protagonistas na preservação da estabilidade institucional do país e da democracia”, disse.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/barroso-diz-que-pretende-viver-sem-exposicao-publica-apos-sair-do-stf</p>
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		<title>Exposição em São Paulo aborda política sobre drogas na América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 19:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ocupação Matilha Cultural, na capital paulista, recebe a mostra Reformar – políticas de drogas, Restaurar – direitos e Recuperar – natureza, que tem por objetivo instigar o público a reconhecer a relação entre pautas ambientais e aquelas relacionadas aos narcóticos, à segurança pública, ao racismo e à arte. Concebida no âmbito do projeto Intersecção, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Ocupação Matilha Cultural, na capital paulista, recebe a mostra <em>Reformar – políticas de drogas, Restaurar – direitos e Recuperar – natureza</em></strong>, que tem por objetivo instigar o público a reconhecer a relação entre pautas ambientais e aquelas relacionadas aos narcóticos, à segurança pública, ao racismo e à arte.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Exposicao-em-Sao-Paulo-aborda-politica-sobre-drogas-na-America.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Exposicao-em-Sao-Paulo-aborda-politica-sobre-drogas-na-America.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Concebida no âmbito do projeto Intersecção, a instalação fica aberta ao público até 22 de novembro e tem curadoria da VIST Projects, com parceria da Matilha Cultural.</p>
<p>O Intersecção é articulado pela Iniciativa Negra e a Coalizão Internacional pela Reforma da Política de Drogas e Justiça Ambiental e consiste na promoção de conversas sobre problemas que afetam toda a população, mas atingem especialmente os grupos minorizados, como mulheres, LGBTQIA+, negros, indígenas e pessoas com deficiência.</p>
<p><strong>A programação conta com uma exposição fotográfica sobre a Cracolândia, região da capital paulista que ficou conhecida por conta da quantidade de usuários de drogas, e sessões de cinema no Cine Matilha, com a exibição de filmes relacionados aos temas da mostra. </strong></p>
<p>As fotos são do mexicano Yael Martinéz e do brasileiro Rafael Vilela, ganhador do POY-Latam 2025, importante premiação de fotografia documental.</p>
<p><strong>Além disso, o público poderá participar de rodas de conversa com especialistas e estudiosos, oficinas e debates.</strong></p>
<p>Ao apresentar arquétipos dos locais onde se produz e se consome a cocaína na América Latina, os coletivos propõem que os visitantes saiam do centro cultural com mais esclarecimento sobre o que está em cena, atualmente.</p>
<p>Um dos ganchos é a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre em novembro, em Belém. Para garantir representatividade diante de tamanha complexidade,  a curadoria chegou a dez arquétipos.</p>
<p>São dez relatos de personagens de diferentes contextos e lugares ao longo das regiões que integram a cadeia de valor da coca e da cocaína na América Latina: uma planta de coca; uma coletora de coca afroboliviana; uma defensora de terras indígenas; o Rio Amazonas; uma pessoa que trabalha em um laboratório de cocaína; uma ribeirinha; a onça-pintada; um vendedor de drogas; um usuário de cocaína e uma fiscal da autoridade portuária.</p>
<p>Na segurança pública, um dos principais desafios da atualidade são as facções, que enriqueceram com o tráfico de drogas ilícitas. A América do Sul atrai narcotraficantes, por ser a região que abastece a produção mundial da droga. </p>
<p>&#8220;É como se as facções brotassem do nada. A gente sabe que elas se capitalizaram muito em cima das drogas proibidas&#8221;, afirma a militante Rebeca Lerer, que é coordenadora do Intersecção e representante latino-americana em uma coalizão que propõe a reforma das políticas sobre drogas – International Coalition on Drug Policy Reform and Environmental Justice.</p>
<p>Para Lerer, algumas pontas dessas temáticas ainda ficam soltas, o que impede o país de avançar.</p>
<p>&#8220;Acho que tem muito trabalho acadêmico que diagnostica os sintomas, os efeitos, as consequências: o encarceramento, a violência policial, a corrupção de agentes públicos, mas não foca nas causas. E uma das causas é a política de proibição, que, nitidamente, só tem como principal resultado esse mercado transnacional armado e extremamente poderoso, cada dia mais&#8221;, diz. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nosso trabalho é tentar mudar o eixo para essa discussão, sair desse debate de &#8216;se usar droga é bom ou ruim&#8217;, &#8216;se é certo ou errado&#8217;, porque para isso cada um pode ter sua opinião, mas isso não muda o fato de que essa política não está funcionando. Nem para proteger as pessoas, nem para proteger as instituições, os territórios, nem para impedir que esse dinheiro sirva para fortalecer essas organizações criminosas.&#8221;</p>
</blockquote>
<h2>Programação</h2>
<p><strong>Inaugurada em 23 de setembro, a mostra também terá apresentações de diversos artistas como o rapper Dexter, o grupo Pagode na Lata; Linn da Quebrada, Família Tamarineira, DJ KL Jay, Ti.ram.ba.ço e a banda Aláfia. </strong></p>
<p>A jornalista Cecília Olliveira vai lançar seu livro <em>Como nasce um Miliciano</em>, no dia 1º de novembro, às 19h.</p>
<p>Para conferir a programação completa e retirar os ingressos gratuitos para as atividades, <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-ocupacao-in-10-anos/3118229?referrer=controlespam.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">clique aqui</a>. </p>
<p>Para as atividades realizadas no espaço do Cine Matilha, a retirada de ingressos será por ordem de chegada.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p>Mostra Reformar &#8211; políticas de drogas, Restaurar &#8211; direitos e Recuperar &#8211; natureza<br />Até 22 de novembro das 14h às 20h, de terça a domingo<br />Visitas monitoradas: das 14h às 20h, de terça a sábado<br />Matilha Cultural | Rua Rêgo Freitas, 542 &#8211; República <br />Ingressos: via Sympla<br />Entrada gratuita<br />Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um responsável.<br />Acessibilidade para pessoas com locomoção restrita.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/exposicao-em-sao-paulo-aborda-politica-sobre-drogas-na-america-latina</p>
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		<item>
		<title>Exposição de artista maranhense exalta identidade latina e ancestral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 19:30:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos nomes em ascensão da nova leva de artistas visuais brasileiros, prestes a completar 44 anos, o maranhense Thiago Martins de Melo inaugurou esta semana, em São Luís, sua primeira exposição individual. A coletânea &#8211; batizada de Cosmogonia Colérica -, reúne 21 obras produzidas entre 2013 e 2025. Ela ocupa salas do Convento das Mercês e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Um dos nomes em ascensão da nova leva de artistas visuais brasileiros, prestes a completar 44 anos, o maranhense Thiago Martins de Melo inaugurou esta semana, em São Luís, sua primeira exposição individual.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Exposicao-de-artista-maranhense-exalta-identidade-latina-e-ancestral.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Exposicao-de-artista-maranhense-exalta-identidade-latina-e-ancestral.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A coletânea &#8211; batizada de <em>Cosmogonia Colérica</em> -, reúne 21 obras produzidas entre 2013 e 2025. Ela ocupa salas do Convento das Mercês e do Espaço Cultural Chão SLZ, que ficam no Centro Histórico de São Luís.  </p>
<p><strong>Com curadoria de Germano Dushá &#8211; um dos curadores do último Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo —, a exposição abriga uma multiplicidade de linguagens, incluindo pinturas de grandes dimensões, esculturas, gravuras, vídeos experimentais e instalações realizadas por Thiago, transitando entre técnicas expressionistas e realistas.</strong></p>
<p>Germano aponta alguns aspectos considerados no processo de escolha das peças da mostra que materializam a identidade do artista. Ele diz que “a ideia foi não, exatamente, criar uma exposição cronológica, mas, sim, que pudesse pegar um nervo, pudesse sintetizar os principais eixos espirituais, políticos e estéticos da trajetória de Thiago. Eu acho que o núcleo da obra é exatamente essa profusão de linguagens, formas e temas. E esse título &#8211; <em>Cosmogonia Colérica</em> &#8211; fala muito sobre criações, criação do mundo e sobre gênese, mas sempre com muita força, muita energia e carga, argumenta.</p>
<p>Os trabalhos aglutinam história, política, misticismo e espiritualidade. O título <em>Cosmogonia Colérica</em> aponta para essa conjugação entre criação e fúria, entre gênese e confronto materializando batalhas, ritos sincréticos e epifanias.</p>
<p><strong>O curador Germano Dushá explica que a exposição foi concebida pensando num público mais amplo e restrito.</strong></p>
<h2>Vocabulário</h2>
<p>“Pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar do Thiago e que talvez não sejam tão próximas do campo da arte contemporânea. Eu acho que ele oferece uma riqueza de profundidade temática, conceitual, visual, formal, mas ele pode ter uma dimensão muito aberta, muito popular. Acho que é um trabalho de forte impacto visual, que traz imagens muito claras, muito fortes. [Algo que] consegue percorrer questões figurativas e abstratas, questões mais conceituais e  mais diretas, mais claras, literais até, de forma muito sensível, muito singular. De um jeito muito próprio. E é um artista de um vocabulário, de um repertório, de um universo tão rico, e que está sempre falando das questões humanas”, enfatiza.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=314996:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Artista-abre-exposicao-individual-em-Sao-Luis.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasilia 07/02/2023 - Uma mulher é vista em silhueta observando a obra sobre drywall e quatro monitores de TV da série Teatro Nagô Cartesiano. A cruz que penetra Pindorama, do artista, Thiago Martins de Melo, na Exposição Brasil futuro" title="Joedson Alves/Agencia Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Artista-abre-exposicao-individual-em-Sao-Luis.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasilia 07/02/2023 - Uma mulher é vista em silhueta observando a obra sobre drywall e quatro monitores de TV da série Teatro Nagô Cartesiano. A cruz que penetra Pindorama, do artista, Thiago Martins de Melo, na Exposição Brasil futuro" title="Joedson Alves/Agencia Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=314996 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=314996-->Mulher observa trabalho feito sobre drywall e quatro monitores de TV no Convento das Mercês &#8211; <strong>foto &#8211; Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=314996--></p>
</div>
</div>
<p>Thiago diz que as escolhas dos temas abordados no seu trabalho transmutam sua identidade, vivências e suas referências visuais, bem como pesquisas literárias sobre assuntos que quer materializar em suas obras. </p>
<p>O artista diz que “vejo o meu trabalho a partir do lugar onde nasci, minha identidade está fincada na América Latina, na luz, nas cores, nas lutas e no respeito à ancestralidade. Nós somos um povo mestiço, por isso muitas narrativas espirituais, míticas e lendárias são fusões de narrativas europeias, indígenas e africanas com as mesmas histórias contadas de maneiras diferentes em muitas regiões. Também fui muito influenciado pela iconografia hermética e pela alquimia, assim como pelo tarô.”</p>
<h2>Bagagem artística</h2>
<p><strong>Nascido em 1981, em São Luís, Maranhão, o artista vive e trabalha entre as terras ludovicenses, São Paulo e Guadalajara, no México. Ele abriu exposições individuais em várias cidades no Brasil como na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre; no Museu Nacional da República, em Brasília; no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista; e na Fundação Joaquim Nabuco, no Recife.</strong></p>
<p>Também participou de dezenas de exposições coletivas dentro e fora do país, com destaque para a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, 31ª Bienal de São Paulo,  primeira Bienal das Amazônias, a Bienal de Lyon, na França e a 12ª Bienal de Dakar, no Senegal, entre outras. </p>
<p>Seus trabalhos integram coleções permanentes em museus voltados para a arte contemporânea em cidades como Miami, em Oslo (Fearnley Museum de Arte Moderna), o Masp e a Pinacoteca, em São Paulo; e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/Exposi%C3%A7%C3%A3o-de-artista-maranhense-exalta-identidade-latina-e-ancestral</p>
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		<title>Artista abre exposição individual em São Luís</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 19:14:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos nomes em ascensão da nova leva de artistas visuais brasileiros, prestes a completar 44 anos, o maranhense Thiago Martins de Melo inaugurou esta semana, em São Luís, sua primeira exposição individual. A coletânea &#8211; batizada de Cosmogonia Colérica -, reúne 21 obras produzidas entre 2013 e 2025. Ela ocupa salas do Convento das Mercês e [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um dos nomes em ascensão da nova leva de artistas visuais brasileiros, prestes a completar 44 anos, o maranhense Thiago Martins de Melo inaugurou esta semana, em São Luís, sua primeira exposição individual.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Artista-abre-exposicao-individual-em-Sao-Luis.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Artista-abre-exposicao-individual-em-Sao-Luis.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A coletânea &#8211; batizada de <em>Cosmogonia Colérica</em> -, reúne 21 obras produzidas entre 2013 e 2025. Ela ocupa salas do Convento das Mercês e do Espaço Cultural Chão SLZ, que ficam no Centro Histórico de São Luís.  </p>
<p><strong>Com curadoria de Germano Dushá &#8211; um dos curadores do último Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo —, a exposição abriga uma multiplicidade de linguagens, incluindo pinturas de grandes dimensões, esculturas, gravuras, vídeos experimentais e instalações realizadas por Thiago, transitando entre técnicas expressionistas e realistas.</strong></p>
<p>Germano aponta alguns aspectos considerados no processo de escolha das peças da mostra que materializam a identidade do artista. Ele diz que “a ideia foi não, exatamente, criar uma exposição cronológica, mas, sim, que pudesse pegar um nervo, pudesse sintetizar os principais eixos espirituais, políticos e estéticos da trajetória de Thiago. Eu acho que o núcleo da obra é exatamente essa profusão de linguagens, formas e temas. E esse título &#8211; <em>Cosmogonia Colérica</em> &#8211; fala muito sobre criações, criação do mundo e sobre gênese, mas sempre com muita força, muita energia e carga, argumenta.</p>
<p>Os trabalhos aglutinam história, política, misticismo e espiritualidade. O título <em>Cosmogonia Colérica</em> aponta para essa conjugação entre criação e fúria, entre gênese e confronto materializando batalhas, ritos sincréticos e epifanias.</p>
<p><strong>O curador Germano Dushá explica que a exposição foi concebida pensando num público mais amplo e restrito.</strong></p>
<h2>Vocabulário</h2>
<p>“Pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar do Thiago e que talvez não sejam tão próximas do campo da arte contemporânea. Eu acho que ele oferece uma riqueza de profundidade temática, conceitual, visual, formal, mas ele pode ter uma dimensão muito aberta, muito popular. Acho que é um trabalho de forte impacto visual, que traz imagens muito claras, muito fortes. [Algo que] consegue percorrer questões figurativas e abstratas, questões mais conceituais e  mais diretas, mais claras, literais até, de forma muito sensível, muito singular. De um jeito muito próprio. E é um artista de um vocabulário, de um repertório, de um universo tão rico, e que está sempre falando das questões humanas”, enfatiza.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=314996:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Artista-abre-exposicao-individual-em-Sao-Luis.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasilia 07/02/2023 - Uma mulher é vista em silhueta observando a obra sobre drywall e quatro monitores de TV da série Teatro Nagô Cartesiano. A cruz que penetra Pindorama, do artista, Thiago Martins de Melo, na Exposição Brasil futuro" title="Joedson Alves/Agencia Brasil"/></noscript><br />
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<p><!--copyright=314996-->Mulher observa trabalho feito sobre drywall e quatro monitores de TV no Convento das Mercês &#8211; <strong>foto &#8211; Joedson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=314996--></p>
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</div>
<p>Thiago diz que as escolhas dos temas abordados no seu trabalho transmutam sua identidade, vivências e suas referências visuais, bem como pesquisas literárias sobre assuntos que quer materializar em suas obras. </p>
<p>O artista diz que “vejo o meu trabalho a partir do lugar onde nasci, minha identidade está fincada na América Latina, na luz, nas cores, nas lutas e no respeito à ancestralidade. Nós somos um povo mestiço, por isso muitas narrativas espirituais, míticas e lendárias são fusões de narrativas europeias, indígenas e africanas com as mesmas histórias contadas de maneiras diferentes em muitas regiões. Também fui muito influenciado pela iconografia hermética e pela alquimia, assim como pelo tarô.”</p>
<h2>Bagagem artística</h2>
<p><strong>Nascido em 1981, em São Luís, Maranhão, o artista vive e trabalha entre as terras ludovicenses, São Paulo e Guadalajara, no México. Ele abriu exposições individuais em várias cidades no Brasil como na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre; no Museu Nacional da República, em Brasília; no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista; e na Fundação Joaquim Nabuco, no Recife.</strong></p>
<p>Também participou de dezenas de exposições coletivas dentro e fora do país, com destaque para a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, 31ª Bienal de São Paulo,  primeira Bienal das Amazônias, a Bienal de Lyon, na França e a 12ª Bienal de Dakar, no Senegal, entre outras. </p>
<p>Seus trabalhos integram coleções permanentes em museus voltados para a arte contemporânea em cidades como Miami, em Oslo (Fearnley Museum de Arte Moderna), o Masp e a Pinacoteca, em São Paulo; e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/artista-abre-exposicao-individual-em-sao-luis</p>
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		<title>SP: exposição mostra impacto da ditadura nas famílias brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 23:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma imagem em preto e branco mostra o jovem Bergson Gurjão Farias ao lado da noiva, Simone, e da irmã, Tânia, em Fortaleza. Muitos anos depois, em uma foto colorida e já mais velhas, Tânia e Simone repetem a foto mas, desta vez, sem a presença de Bergson. Bergson não aparece na segunda imagem porque [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma imagem em preto e branco mostra o jovem Bergson Gurjão Farias ao lado da noiva, Simone, e da irmã, Tânia, em Fortaleza. Muitos anos depois, em uma foto colorida e já mais velhas, Tânia e Simone repetem a foto mas, desta vez, sem a presença de Bergson.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/SP-exposicao-mostra-impacto-da-ditadura-nas-familias-brasileiras.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/SP-exposicao-mostra-impacto-da-ditadura-nas-familias-brasileiras.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Bergson não aparece na segunda imagem porque foi morto em 1972, na Guerrilha do Araguaia, durante a ditadura militar (1964-1985) no Brasil.</p>
<p><strong>As ausências provocadas por mortes e desaparecimentos forçados ocorridos no período da ditadura no Brasil são o tema de uma exposição em cartaz no Centro MariAntônia, da Universidade de São Paulo (USP), localizado na região central da capital paulista.</strong> </p>
<p>Com entrada gratuita, a mostra está sendo aberta na noite desta segunda-feira (31), véspera dos 61 anos do início da ditadura civil militar no país.</p>
<p><strong>Chamada de <em>Ausências Brasil</em>, a exposição apresenta uma série de imagens produzidas pelo fotógrafo argentino Gustavo Germano, em parceria com o Núcleo de Preservação da Memória Política (NM), mostrando o impacto da ditadura em 12 famílias brasileiras.</strong></p>
<p>O objetivo da mostra é discutir os impactos do abuso de poder e da violência praticada pelo Estado durante a ditadura, mas também refletir sobre seus reflexos e repercussões nos dias de hoje.</p>
<p>A exposição <em>Ausências Brasil </em>fica em cartaz até o dia 16 de maio. <strong>A primeira versão de <em>Ausências</em> foi lançada em outubro de 2007, após um longo processo de busca de Gustavo Germano para retratar, por meio de paralelos fotográficos, a “presença das ausências” dos assassinados e desaparecidos durante a ditadura argentina (1976-1983).</strong></p>
<p>Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no<a href="https://www.mariantonia.prceu.usp.br/exposicao-apresenta-ausencias-de-assassinados-e-desaparecidos-da-ditadura-argentina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <em>site </em>do Centro MariAntônia</a>.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-03/sp-exposicao-mostra-impacto-da-ditadura-nas-familias-brasileiras</p>
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