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	<title>Estudo - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião. A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-WhatsApp-mostra-estudo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-WhatsApp-mostra-estudo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A constatação faz parte do estudo <strong><a href="https://internetlab.org.br/wp-content/uploads/2025/12/investigando-os-vetores-de-disseminacao-de-conteudo-eleitoral_Vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens</a></strong>, divulgado nesta segunda-feira (15).</p>
<p>O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa <a href="https://internetlab.org.br/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">InternetLab</a> e pela <a href="https://conhecimentosocial.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rede Conhecimento Social</a>, instituições sem fins lucrativos.</p>
<p>A pesquisa identificou que <strong>mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.</strong></p>
<p><strong>Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.</strong></p>
<p>Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.</p>
<p><strong>Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%</strong>.</p>
<p>Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.</p>
<p>O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.</p>
<p>“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.</p>
<p>As informações foram coletadas de forma <em>online</em> com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.</p>
<h2>Receio de se posicionar</h2>
<p>A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. <strong>Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.</strong></p>
<p>Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.</p>
<p>“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.</p>
<p>Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. <strong>Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.</strong></p>
<p>“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.</p>
<p>Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.</p>
<p>Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.</p>
<p>“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.</p>
<h2>Afirmação</h2>
<p>Mas o levantamento identifica também que<strong> 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.</strong></p>
<p>Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.</p>
<p>“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.</p>
<p>Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:</p>
<ul>
<li>30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;</li>
<li>34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;</li>
<li>29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.</li>
</ul>
<p>“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.</p>
<p>“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.</p>
<h2>Amadurecimento</h2>
<p>Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta &#8220;arraigada&#8221; no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo &#8220;<em>offline</em>&#8220;, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.</p>
<p>O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas &#8220;foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo&#8221;, principalmente nos grupos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso&#8221;, diz a autora. &#8220;Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo&#8221;, completa.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/brasileiro-esta-falando-menos-de-politica-no-whatsapp-mostra-estudo</p>
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		<item>
		<title>Estudo diz que beber café reduz risco de arritmia cardíaca</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 18:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[arritmia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo inédito da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugere que beber uma xícara de café diariamente pode evitar em 39% o risco do surgimento de arritmia cardíaca, que são batimentos irregulares e rápidos. O eletrofisiologista da UCSF, Gregory Marcus, diz que “a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Um estudo inédito da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugere que beber uma xícara de café diariamente pode evitar em 39% o risco do surgimento de arritmia cardíaca, que são batimentos irregulares e rápidos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O eletrofisiologista da UCSF, Gregory Marcus, diz que “a cafeína é também um diurético, que pode reduzir a pressão arterial e, portanto, diminuir o risco de arritmia. Muitos outros ingredientes presentes no café também têm propriedades anti-inflamatórias que podem apresentar resultados positivos”, diz, em nota  publicada pelo site <em>Science Daily</em>.</p>
<p><strong>Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores das duas universidades conduziram testes clínicos em 200 pacientes que apresentavam quadros constantes de arritmia cardíaca (fibrilação atrial), histórico do problema ou condições correlatas.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Choque elétrico</h2>
<p>Os pacientes foram submetidos a uma cardioversão elétrica, que é a aplicação de um único choque elétrico que busca restaurar o ritmo normal das batidas.</p>
<p><strong>Após o procedimento, parte dos pacientes foi escolhida aleatoriamente para beber uma xícara de café com cafeína uma vez ao dia durante seis meses. Para a outra parte foi pedido para deixar de tomar qualquer substância com cafeína pelo mesmo período de tempo.</strong></p>
<p>Ao final do estudo, o grupo que bebeu café teve risco 39% menor de ter arritmia. Um dos autores do estudo, Christopher Wong, da UCSF, explica que a pesquisa quebra um paradigma na medicina sobre o consumo de café por pessoas com problemas cardíacos.</p>
<blockquote>
<p>“Médicos sempre recomendaram aos pacientes com arritmia cardíaca minimizar o consumo de café, mas esse teste sugere que o seu consumo é seguro e pode até mesmo proteger o indivíduo,” opinou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo dados do estudo, a fibrilação atrial ocorre mais comumente na população acima dos 60 anos e também em pessoas que estão muito acima do peso ideal. Nos Estados Unidos, o problema atinge cerca de 10 milhões de adultos.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca</p>
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		<item>
		<title>Estudo prevê substituição de roedor em testes antiveneno de serpentes</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/estudo-preve-substituicao-de-roedor-em-testes-antiveneno-de-serpentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 10:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da bióloga Renata Norbert, do Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (INCQS/Fiocruz), sobre a substituição de camundongos por ensaios in vitro para controle da qualidade de soros contra o veneno de cobras do gênero Bothrops, foi premiado pela Sociedade Europeia para Alternativa de Testes em Animais, no 13º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Pesquisa da bióloga Renata Norbert, do Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (INCQS/Fiocruz), sobre a substituição de camundongos por ensaios <em>in vitro</em> para controle da qualidade de soros contra o veneno de cobras do gênero <em>Bothrops</em>, foi premiado pela Sociedade Europeia para Alternativa de Testes em Animais, no 13º Congresso Mundial de Alternativas ao Uso de Animais.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Estudo-preve-substituicao-de-roedor-em-testes-antiveneno-de-serpentes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Estudo-preve-substituicao-de-roedor-em-testes-antiveneno-de-serpentes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O trabalho obteve também menção honrosa do Centro Nacional para a Substituição, Refinamento e Redução de Animais em Pesquisa, organização científica britânica.</p>
<p><strong><em>Bothrops </em>é um gênero de serpentes da família <em>Viperidae</em>, popularmente denominadas de jararacas, cotiaras e urutus. A picada dessa serpente é a causadora do maior número de acidentes com cobras no Brasil. Somente este ano, o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS) registrou 12 mil acidentes desse tipo.</strong></p>
<p>Em entrevista para a <strong>Agência Brasil</strong>, Renata Norbert disse que o estudo vem sendo desenvolvido há algum tempo porque, desde 2001, o INCQS vem fazendo apelos para a substituição desses animais, não só para evitar o sofrimento da espécie nos testes, mas também porque a pesquisa demonstrou resultados mais rápidos e mais baratos.</p>
<p>Segundo Renata, a cadeia produtiva antiveneno engloba muitas etapas. Em todas elas, desde a produção, há um controle interno para assegurar a qualidade.</p>
<p>Ao final da produção, o lote vai para teste no INCQS, onde também é utilizada uma grande quantidade de camundongos visando a liberação do produto para o Programa Nacional de Imunização (PNI) para a população brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“Nós conseguimos avançar na fase de pré-validação que, até o momento, no mundo inteiro, não existe para antivenenos. Existe para cosméticos, existe para outros produtos. Para antivenenos, é a primeira pesquisa que chega à fase de pré-validação”, acentuou Renata.</p>
</blockquote>
<p>Agora, o estudo está na última fase, que abrange a reprodutibilidade de outros laboratórios para atestar a robustez do método. “Os outros laboratórios vão testar a metodologia que a gente pré-validou para observar se eles conseguem obter os mesmos resultados. Acho que esse foi o maior diferencial do nosso trabalho:  avançar um passo a mais na validação”.</p>
<h2>Metodologia</h2>
<p><strong>A substituição de camundongos por células Vero, cultivadas em laboratório, poderá ser adotada também por produtores, o que evitará o uso de roedores. A metodologia <em>in vitro</em> prevê o uso dessas células Vero que, após serem fixadas em placas, recebem uma mistura de soro com veneno.</strong></p>
<p>Caso as células permaneçam intactas, o soro está aprovado porque inibiu a ação do veneno. Qualquer efeito tóxico, ao contrário, significa que o soro foi reprovado.</p>
<p>Depois dessa etapa, a meta é submeter o resultado da pesquisa para a farmacopeia brasileira, de modo a  colocá-lo em prática. “A gente quer sair da pesquisa e aplicá-la na prática”, diz a especialista.</p>
<p>Serão montados kits de ensaios para que os laboratórios possam realizar a metodologia e verificar os resultados, fazendo-se ainda a comparação entre os resultados apresentados pelos laboratórios. “Com os dados, a gente faz a estatística e vê a reprodutibilidade, se eles conseguem obter os mesmos resultados que a gente conseguiu no INCQS”, frisa Renata. Esses resultados serão publicados e submetidos aos órgãos reguladores. “O nosso sonho é fazer um estudo maior, que incluísse até laboratórios fora do Brasil porque essas serpentes <em>Bothrops</em> existem em outros países, como a Costa Rica, por exemplo. Não se limitam ao Brasil”, acrescenta.</p>
<p>Para Renata Norbert, o reconhecimento internacional obtido pelo estudo foi um estímulo a mais para dar prosseguimento à pesquisa. Ela acredita que &#8211; partir de março de 2026 &#8211; o projeto poderá ser colocado em prática.</p>
<h2>Ganhos</h2>
<p><strong>Em dezembro deste ano, Renata irá se reunir com os produtores e um número maior de pessoas interessadas na multiplicação desse conhecimento visando colocá-lo  em prática. Ela quer tentar a expansão do projeto para o exterior. A premiação contribuiu para isso. A bióloga do INCQS reforçou que o método é mais rápido e barato do que utilizando os camundongos. “Chega a reduzir em até 69% o custo”, frisou.  </strong></p>
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    <!-- END scald=266587 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Testes antiveneno causam muito sofrimento aos animais usados em grande quantidade. Eles acabam sacrificados<em><strong> &#8211; Foto &#8211; </strong></em><strong> Vital Brazil/Direitos reservados</strong><!--END copyright=266587--></p>
</div>
</div>
<p>Assim, isso se explica porque é necessário um número muito grande de roedores criados no Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz) e chegam até a fase adulta para que possam ser utilizados em pesquisas.</p>
<p>Renata Norbert explicou que o teste para antiveneno causa muito sofrimento aos animais usados em grande quantidade, e que, após esse método, são sacrificados. “Trata-se de um teste longo e doloroso, sem anestesia”, esclarece. Daí a razão de a pesquisa buscar sua substituição por ensaios <em>in vitro</em>.</p>
<p>O método desenvolvido pela bióloga no INCQS “é simples e rápido. A gente libera o resultado em uma semana, enquanto os camundongos levam pelo menos um mês na produção até chegarem à fase adulta. Depois, ainda vão para o INCQS para aclimatar e ficam dias no laboratório, antes de serem experimentados. O nosso método é simples, então dá uma diferença grande. Após a validação, vai ser um ganho muito grande”, assegura. </p>
<p>O INCQS já utiliza a metodologia de células para liberação de vacinas. Para venenos, o estudo de Renata  é pioneiro. Ela pretende estender a pesquisa internacionalmente para outros tipos de serpente <em>Bothrops</em> “porque, se ela é efetiva para <em>Bothrops </em>jararaca, também pode ser para <em>Bothrops Asper</em>, encontrada na América Central e no norte da América do Sul. Na Costa Rica, por exemplo, seria muito importante”. </p>
<h2>Envenenamento</h2>
<p><strong>Para o INCQS, as serpentes <em>Bothrops </em>são responsáveis por cerca de 90% dos casos de envenenamento por cobras em humanos no Brasil. Além da possibilidade de levar a pessoa a óbito, a peçonha desses répteis pode causar hemorragia, necroses ou mesmo amputações dos membros afetados.</strong></p>
<p>Apesar disso, o envenenamento por <em>Bothrops</em> não desperta o interesse comercial da indústria farmacêutica privada, informou o Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde. Daí, a Organização Mundial de Saúde (OMS) o classifica como doença tropical negligenciada.</p>
<p><strong>O antiveneno e os ensaios para verificar sua qualidade são feitos pelas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), como o INCQS/Fiocruz, Instituto Vital Brasil,  Instituto Butantan e a Fundação Ezequiel Dias.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/estudo-preve-substituicao-de-roedor-em-testes-antiveneno-de-serpentes</p>
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		<item>
		<title>Haddad: estudo do governo avalia tarifa zero no transporte público</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/haddad-estudo-do-governo-avalia-tarifa-zero-no-transporte-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 23:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (7) que, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a equipe econômica está realizando um estudo abrangente do setor de transporte público no Brasil para avaliar a possibilidade de implementação da tarifa zero. A declaração foi dada durante entrevista ao programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (7) que, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a equipe econômica está realizando um estudo abrangente do setor de transporte público no Brasil para avaliar a possibilidade de implementação da tarifa zero. </strong>A declaração foi dada durante entrevista ao programa &#8220;Bom Dia, Ministro&#8221;, veiculado pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Haddad-estudo-do-governo-avalia-tarifa-zero-no-transporte-publico.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Haddad-estudo-do-governo-avalia-tarifa-zero-no-transporte-publico.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O modelo de transporte gratuito é adotado integralmente em 136 municípios, a maioria de pequeno e médio porte. Em algumas capitais, como Brasília e São Paulo, a gratuidade ocorre apenas aos domingos e feriados.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É um tema já antigo no Brasil. Nós sabemos que o transporte público no Brasil, sobretudo o urbano, é uma questão importante para o trabalhador. Nesse momento, estamos fazendo uma radiografia do setor, a pedido do presidente. Tem vários estudos que estão sendo recuperados pela Fazenda, para verificar se existem outras formas mais adequadas de financiar o setor&#8221;, afirmou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>Entre os diversos pontos a serem levantados estão o custo do setor, o quanto o poder público está colocando de subsídio no sistema, o quanto as empresas, mediante o vale-transporte, estão aportando e o quanto sai do bolso do trabalhador. Além disso, o governo quer entender, segundo Haddad, quais são &#8220;os gargalos tecnológicos e as possibilidades tecnológicas&#8221;.</p>
<p><strong>Em Brasília, movimentos sociais se reúnem esta semana para pressionar o governo e o Congresso Nacional na discussão desse tema.</strong> A Caravana pela Tarifa Zero, de 6 a 10 de outubro, é uma ação nacional articulada pelo Movimento Passe Livre (MPL) e promove aulas e audiências públicas, panfletagem e reuniões com parlamentares e representantes do Poder Executivo para discutir as alternativas de implantação da gratuidade no transporte.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/haddad-estudo-do-governo-avalia-tarifa-zero-no-transporte-publico</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudantes do ensino integral têm notas maiores no Enem, diz estudo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/estudantes-do-ensino-integral-tem-notas-maiores-no-enem-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 11:54:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa do Instituto Sonho Grande aponta que estudantes de escolas estaduais com oferta de ensino médio integral (EMI) tiveram desempenho geral no Exame Nacional do ensino Médio (Enem) de 2024 mais alto do que o de alunos de unidades de turno parcial. Para ser considerada como escola com EMI, a carga horária deve ser [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Uma pesquisa do Instituto Sonho Grande aponta que estudantes de escolas estaduais com oferta de ensino médio integral (EMI) tiveram desempenho geral no Exame Nacional do ensino Médio (Enem) de 2024 mais alto do que o de alunos de unidades de turno parcial.</strong> Para ser considerada como escola com EMI, a carga horária deve ser igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Estudantes-do-ensino-integral-tem-notas-maiores-no-Enem-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Estudantes-do-ensino-integral-tem-notas-maiores-no-Enem-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A partir da análise dos microdados da edição de 2024 do exame, que é aplicado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o levantamento revelou que a maior diferença está entre as notas da prova de redação do Enem.<strong> Em média, estudantes de escolas que oferecem tempo integral tiveram 12 pontos a mais na prova discursiva, que vai de 0 a 1.000 pontos.</strong> A diferença sobe para 27 pontos, quando consideradas as escolas em que 100% das matrículas são na modalidade integral. O desempenho também foi superior na área de matemática e suas tecnologias: cinco pontos a mais em relação a escolas regulares.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=435024:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Estudantes-do-ensino-integral-tem-notas-maiores-no-Enem-diz.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 27/08/2025 - Diretora-executiva do Instituto Sonho Grande, Ana Paula Pereira. Foto: Ana Paula Pereira/Arquivo Pessoal" title="Ana Paula Pereira/Arquivo Pessoal"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Estudantes-do-ensino-integral-tem-notas-maiores-no-Enem-diz.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 27/08/2025 - Diretora-executiva do Instituto Sonho Grande, Ana Paula Pereira. Foto: Ana Paula Pereira/Arquivo Pessoal" title="Ana Paula Pereira/Arquivo Pessoal"/></noscript><br />
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<p><!--copyright=435024-->Diretora-executiva do Instituto Sonho Grande, Ana Paula Pereira. Foto: <strong>Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=435024--></p>
</div>
</div>
<p><strong>A diretora-executiva do Instituto Sonho Grande, Ana Paula Pereira, defendeu que a maior oferta de educação integral implica em melhores resultados e gera mais oportunidades. </strong>“Esses dados vão ao encontro ao que já vínhamos observando em outras pesquisas: estudantes do ensino médio integral aprendem mais, quando comparados aos de tempo parcial”, afirmou em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. A entidade atua, em parceria com estados, para melhorar a qualidade de aprendizagem de jovens do ensino médio público brasileiro. </p>
<h2>Força no Nordeste</h2>
<p>O <a href="http://https://download.inep.gov.br/censo_escolar/resultados/2024/apresentacao_coletiva.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Censo Escolar 2024</a> indica que as cinco maiores proporções de alunos em tempo integral matriculados na rede pública de ensino médio estão no Nordeste: Pernambuco (69,6%); Ceará (54,6%); Paraíba (54,5%); Piauí (54,1%) e Sergipe (35,2%). Na outra ponta, o Distrito Federal (6,4%) e Roraima (8,1%) têm as menores proporções.</p>
<p>Na região Nordeste, as escolas que ofertam o integral têm médias mais altas na prova de redação e nas quatro áreas do conhecimento avaliadas no Enem: linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. </p>
<p>A média da nota geral dos estudantes de ensino integral no Enem na região supera a de estudantes de turno parcial em 18 pontos. Na prova de redação, essa diferença é de 48 pontos.</p>
<p>Em Pernambuco, o estudo indica que a performance dos estudantes na prova de redação, no caso das escolas com oferta 100% integral, é 68 pontos mais alta do que os demais. Ana Paula Pereira acredita que o bom rendimento dos estudantes pernambucanos é resultado do pioneirismo da rede estadual na implantação do modelo integral em suas escolas. Atualmente, a política já está consolidada na rede, com grande parte das escolas funcionando em horário ampliado.</p>
<p>Já no Ceará, a diferença aumenta para 134 pontos. Entre as 100 escolas cearenses de ensino médio com maiores notas no Enem 2024, 98 delas contam com oferta de ensino médio integral. Padrão semelhante ao que ocorreu em Pernambuco (89 escolas com EMI) e na Paraíba (84 com EMI).</p>
<p>Em relação ao Ceará, Ana Paula Pereira lembra que o estado também investe há anos na ampliação das jornadas escolares. Para ela, nas duas redes, foi dada prioridade política ao modelo ao longo dos anos. “Os governadores colocaram o integral como agenda central, garantindo planejamento consistente, formação de professores e acompanhamento pedagógico contínuo. Com isso, o modelo deixou de ser uma experiência pontual e se consolidou em larga escala, o que gera impacto coletivo”, avaliou.</p>
<h2>Maior participação no Enem</h2>
<p>Já o estudo intitulado &#8220;Efeitos do Ensino Médio em Tempo Integral sobre os Indicadores Educacionais dos Alunos&#8221;, dos economistas Naercio Menezes Filho e Luciano Salomão, realizado em parceria com o Instituto Natura, mostrou que alunos de escolas de ensino médio em tempo integral têm 16,5% mais participação no Enem do que os demais Neste levantamento, que leva em conta dados de 2017 a 2019, as notas dos alunos de escolas de ensino médio em tempo integral também são mais altas do que os estudantes de meio período,  principalmente em redação, com 29 pontos a mais.</p>
<p>A superintendente de Políticas Educacionais para o Brasil do Instituto Natura, Maria Slemenson, defende que o ensino médio integral é a política pública em andamento no Brasil que tem mostrado maior potencial de transformação. Ela afirma que o modelo é um caminho promissor para o país avançar na construção de uma sociedade mais próspera e justa.</p>
<p>A diretora do Instituto Sonho Grande destaca que, para além da aprendizagem, estudos indicam que a educação em tempo integral melhora o futuro profissional, uma vez que os alunos destas unidades têm maior chance de entrar no ensino superior e no mercado de trabalho, além de alcançarem salários mais altos e empregos mais qualificados. Há, também, a redução da violência, dos casos de desnutrição, anemia, transtornos de comportamento, gravidez na adolescência e abuso de substâncias, indicam as pesquisas. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando olhamos para esse conjunto de evidências, fica claro que o Ensino Médio Integral não é apenas uma política educacional, mas uma estratégia de desenvolvimento social e econômico para o Brasil&#8221;, disse. </p>
</blockquote>
<h2>Desafios</h2>
<p><strong>Segundo dados do Censo Escolar, entre 2022 e 2024, considerando todas as etapas da educação básica (educação infantil, ensinos fundamental e médio), houve um aumento no percentual de matrículas em tempo integral de 18,2% para 22,9%.</strong></p>
<p>Mesmo com o crescimento, o resultado ficou abaixo da meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que estabeleceu para 2024 um patamar de 25% das matrículas da educação básica em tempo integral.</p>
<p>Se considerada apenas a evolução da proporção de alunos em tempo integral matriculados no ensino médio, entre 2020 e 2024, o Brasil saltou de 14,1% para 24,2%.</p>
<p>A diretora-executiva do Instituto Sonho Grande, Ana Paula Pereira, apontou os três principais desafios para a consolidação da política de ampliação do ensino integral. O primeiro deles é o financiamento público contínuo &#8211; seja por meio de programas federais, como o &#8216;Escola em Tempo Integral&#8217;, seja por mecanismos como o do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que prevê repasses diferenciados para matrículas em tempo integral.</p>
<p>Outro fator importante apontado pela especialista é a necessidade de apoio direto aos estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica, com benefícios financeiros que estimulem a atração e a permanência dos alunos nas escolas. Ela mencionou o Programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC), e outras iniciativas estaduais que permitem aos jovens maior dedicação aos estudos.</p>
<p>Por fim, ela explica que as redes estaduais de educação devem planejar e reorganizar suas estruturas para ampliar a oferta de escolas e vagas de forma consistente. Para Ana Paula, a continuidade da expansão depende de governadores e secretários de educação manterem uma agenda estratégica, garantindo consistência ao longo do tempo. &#8220;É um processo gradual e cada estado parte de um ponto diferente, com contextos e capacidades distintas.&#8221;</p>
<h2>Escola em tempo integral</h2>
<p>O <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/institucionais/escola-em-tempo-integral.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Programa Escola em Tempo Integral</a>, lançado pelo MEC em 2023, tem a meta de registrar, até o fim de 2026, cerca de 3,2 milhões de nova matrículas nesta modalidade de ensino em todas as etapas da educação básica. O objetivo da política pública é promover o desenvolvimento dos estudantes  e melhorar os indicadores nacionais de aprendizagem.</p>
<p>Para alcançar o objetivo, o governo federal oferece apoio técnico e financeiro a estados e municípios para a ampliação do tempo integral em todas as etapas da educação básica, com jornada educacional igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais.</p>
<p>A representante do instituto entende que o programa federal é responsável por espalhar a referência de ensino integral pelo país, antes restrita a algumas redes.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Essas políticas públicas são fundamentais porque dão estabilidade à educação integral, ajudando a transformar o modelo em política de Estado, menos sujeita à descontinuidade. Ao mesmo tempo, posiciona o integral como prioridade nacional e viabiliza a adoção de políticas públicas robustas por redes com diferentes perfis e disponibilidade de recursos&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Porém, ela defende que a meta brasileira estabelecida para o ensino em tempo integral para 2035 seja mais ambiciosa. &#8220;No mínimo 50% das matrículas na educação em tempo integral e 70% das escolas em tempo integral. E que essa expansão venha acompanhada de duas premissas: alcançar estudantes historicamente mais vulnerabilizados e assegurar diretrizes pedagógicas que garantam o desenvolvimento integral.&#8221;</p>
<p>A especialista destaca ainda que o modelo deve ir além da simples ampliação da jornada. &#8220;A carga horária estendida sem revisão de modelo pedagógico não produz resultados melhores. O foco deve estar em como esse modelo pedagógico cria um ambiente mais acolhedor, no qual o jovem se reconhece e encontra sentido para aprender.&#8221;</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-08/estudantes-do-ensino-integral-tem-notas-maiores-no-enem-diz-estudo</p>
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		<title>Estudo mostra que violência no Rio impacta aprendizagem de estudantes</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/estudo-mostra-que-violencia-no-rio-impacta-aprendizagem-de-estudantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 13:22:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em estudo inédito, pesquisadores mostram que a violência, além de gerar danos irreparáveis às favelas e comunidades no Rio de Janeiro, impacta diretamente o aprendizado dos estudantes de escolas inseridas nesses territórios. O aprendizado em língua portuguesa cai para menos da metade e, em matemática, é como se os estudantes não tivessem aprendido nada. Esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em estudo inédito, pesquisadores mostram que a violência, além de gerar danos irreparáveis às favelas e comunidades no Rio de Janeiro, impacta diretamente o aprendizado dos estudantes de escolas inseridas nesses territórios. <strong>O aprendizado em língua portuguesa cai para menos da metade e, em matemática, é como se os estudantes não tivessem aprendido nada.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Estudo-mostra-que-violencia-no-Rio-impacta-aprendizagem-de-estudantes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Estudo-mostra-que-violencia-no-Rio-impacta-aprendizagem-de-estudantes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esta é a primeira vez que uma pesquisa levou em consideração os relatos dos diretores das escolas feitos por meio de aplicativo da Secretaria Municipal de Educação. O estudo <em>O Impacto da Guerra às Drogas na Educação das Crianças das Periferias do Rio de Janeiro</em> foi publicado como artigo na revista <em>Dados</em>, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<p>A pesquisa mostra que, ao chegar ao 5º ano do ensino fundamental, alunos de escolas com entorno violento, ou seja, localizadas em áreas com seis ou mais episódios de violência no ano, aprendem, em média, 65% menos do que o esperado em língua portuguesa para um ano letivo. <strong>Em matemática, o prejuízo é ainda mais grave: equivale à perda de um ano inteiro de aprendizado. Ao todo, foram identificadas 32 escolas nessa situação, evidenciando como a violência no entorno escolar compromete de forma profunda o desenvolvimento das crianças.</strong></p>
<p>De acordo com um dos autores do estudo, o professor do Programa de Pós-graduação em educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Tiago Bartholo, os estudantes dessas escolas acabam aprendendo menos por uma série de motivos.</p>
<blockquote>
<p>“As escolas ficam fechadas um maior número de dias. Elas não podem abrir em função desses episódios de violência. Tem também um aumento das faltas, tanto dos estudantes quanto dos docentes, em dia de violência ou no dia posterior”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Bartholo ressaltou também outras consequências danosas para o aprendizado dos alunos. “A violência gera ainda impactos negativos na capacidade que as crianças têm de aprender, seja porque impacta o sono, seja porque gera um enorme estresse para as crianças, para os jovens, para os professores, enfim, para todos aqueles que estão submetidos a essas situações de violência”, diz.</p>
<h2>Análise dos dados</h2>
<p>Na análise, foram usadas as informações do Fogo Cruzado, instituto que, por meio de aplicativo reúne dados colaborativos sobre tiroteios e disparos de arma de fogo, e os resultados do desempenho dos estudantes na Prova Brasil, avaliação aplicada pelo Ministério da Educação, que faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A prova mede os conhecimentos dos estudantes em língua portuguesa e matemática. </p>
<p>Bartholo explica ainda que o ineditismo da pesquisa está em considerar, pela primeira vez, os dados de um aplicativo da Secretaria Municipal de Educação onde os diretores podiam registrar qualquer episódio de violência que impactou de alguma forma a escola. Esse aplicativo, de acordo com ele, não está mais disponível. Os dados possibilitaram, no entanto, uma maior precisão do impacto.</p>
<blockquote>
<p> “A direção, o diretor, a diretora-adjunta, eventualmente um coordenador pedagógico, pode dar informações bastante ricas para as redes de ensino sobre o que efetivamente está acontecendo na escola, em especial em relação a esses episódios de violência”, diz.</p>
</blockquote>
<p>Para chegar aos resultados, as escolas com entornos violentos foram comparadas com outras unidades de ensino com características semelhantes de infraestrutura, condição socio econômica dos alunos e com os mesmos desafios de gestão. Dessa forma, conseguiu-se isolar os efeitos apenas da violência no aprendizado.</p>
<p>Na pesquisa, foi considerado o ano de 2019. Segundo Bartholo, principalmente para desconsiderar os efeitos da pandemia, que impactaram o aprendizado de estudantes em todo o país e ainda mais daqueles em situação de vulnerabilidade.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Em dez anos, número de vítimas de violência escolar cresceu 2,5 vezes</strong></p>
<h2>Impactos ao longo da vida escolar</h2>
<p><strong>A pesquisa mostrou, então, que o entorno violento está associado a uma redução média de 7,2 pontos para língua portuguesa e 9,2 para matemática, no 5º ano, na escala do Saeb. Para se ter ideia, as métricas do exame nacional, mostram, de forma simples, que um ano de estudos em língua portuguesa equivale a 11,2 pontos e, em matemática, a 8,5 pontos.</strong></p>
<p>Esse impacto, constatado no 5º ano, não ocorreu, de acordo com Bartholo, apenas em um ano. Esses alunos vêm tendo perda de aprendizagem ao longo de toda a vida escolar e essa perda é evidenciada quando eles fazem a Prova Brasil.</p>
<p><strong>“São diferenças que, do ponto de vista pedagógico, são relevantes, são pertinentes e mostram que esse é um tema é importante, que deve ser olhado com atenção pelo poder público”, ressalta o professor.</strong></p>
<p>Além de Bartholo, assinam o estudo a professora da UFRJ Mariane Koslinski, o professor da Uerj Ignacio Cano e as doutorandas da mesma instituição Rachel Machado e Mariana Siracusa. </p>
<h2>Educação sob cerco</h2>
<p>Em maio deste ano, o relatório Educação Sob Cerco: as escolas do Grande Rio impactadas pela violência armada mostrou que cerca de metade dos estudantes do ensino fundamental e médio de escolas públicas sofrem impactos da violência armada. Isso corresponde a 800 mil crianças e adolescentes, de 1,8 mil escolas públicas da capital e de mais 19 municípios da região.</p>
<p><strong>De acordo com a pesquisa, na capital, mais da metade das escolas estão em áreas dominadas, sendo 28,4% em regiões de milícia e 30% de tráfico</strong>. Em 2022, ano considerado no levantamento, foram contabilizados mais de 4,4 mil tiroteios em situações ou não de operações/ações policiais nas imediações de escolas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-08/estudo-mostra-que-violencia-no-rio-impacta-aprendizagem-de-estudantes</p>
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		<title>Estudo mostra ganhos necessários para vida digna em áreas do semiárido</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/estudo-mostra-ganhos-necessarios-para-vida-digna-em-areas-do-semiarido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 12:08:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo do Instituto IDH analisou dados de custo de vida e de condições de acesso aos direitos humanos fundamentais voltados para a realidade do semiárido e regiões limítrofes nos estados da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, identificando o valor necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas &#8211; dois adultos e duas crianças, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Estudo do Instituto IDH analisou dados de custo de vida e de condições de acesso aos direitos humanos fundamentais voltados para a realidade do semiárido e regiões limítrofes nos estados da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, identificando o valor necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas &#8211; dois adultos e duas crianças, em dez diferentes regiões desses estados. <strong>Os valores encontrados vão de R$ 1.986,00 a R$ 4.996,00, acima portanto do salário mínimo e do valor de referência para a linha de pobreza (R$ 872,00).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Estudo-mostra-ganhos-necessarios-para-vida-digna-em-areas-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Estudo-mostra-ganhos-necessarios-para-vida-digna-em-areas-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Realizado em parceria com o Anker Research Institute e com o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), o estudo dividiu os territórios dos três estados em dez zonas, segundo os rendimentos mínimos necessários para a vida digna, sendo três na Paraíba, quatro no Rio Grande do Norte e três em Pernambuco.</p>
<p><strong>Nessas regiões foi estipulado o valor capaz de custear alimentação saudável, educação, moradia, saúde e lazer, além de 5% de excedente para emergências e imprevistos, como o impacto de eventos climáticos extremos, a exemplo das secas que atingem a região. </strong></p>
<p>O levantamento destacou que a elevação dos rendimentos e da qualidade de vida da população rural pode gerar impactos ambientais, econômicos e sociais positivos. Diferenciou ainda valores necessários para empregados em atividades agrícolas (salário digno) e produtores de pequenas propriedades (renda digna). Em geral, as famílias da região recebem abaixo desses valores considerados necessários pelos pesquisadores. <strong>Essa disparidade torna a situação das famílias mais delicada frente às ameaças climáticas, como o avanço da desertificação, que ameaça 13% do território do semiárido do Nordeste.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sem cadeias produtivas estruturadas e resilientes , não há renda digna no campo. A degradação do bioma  é uma ameaça para as famílias que vivem da agricultura, reduzindo as oportunidades de sustento. Além disso, a renda de quem trabalha no  campo, quando insuficiente para uma vida sem privações, impossibilita a estruturação e manutenção de cadeias produtivas com práticas regenerativas”, declarou  Grazielle Cardoso, , gerente do Programa Raízes da Caatinga, da Fundação IDH, ação da organização que visa a melhorar as condições de vida das populações rurais nessas áreas.</p>
</blockquote>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/estudo-mostra-ganhos-necessarios-para-vida-digna-em-areas-do-semiarido</p>
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		<title>Estudo mapeia “bancada da bala”, que tem poucos projetos sobre armas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2025 10:06:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo divulgado nesse domingo à noite (25) pelo Instituto Fogo Cruzado mostra que a chamada “bancada da bala” apresenta número de projetos de lei (PLs) acima da média no Congresso Nacional, mas poucos têm relação direta com o tema armas e munições. Segundo os pesquisadores, as estratégias do grupo incluem focar no endurecimento penal, em pautas de [&#8230;]]]></description>
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<p>Estudo divulgado nesse domingo à noite (25) pelo Instituto Fogo Cruzado mostra que a chamada “bancada da bala” apresenta número de projetos de lei (PLs) acima da média no Congresso Nacional, mas poucos têm relação direta com o tema armas e munições.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Estudo-mapeia-bancada-da-bala-que-tem-poucos-projetos-sobre.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Estudo-mapeia-bancada-da-bala-que-tem-poucos-projetos-sobre.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo os pesquisadores, as estratégias do grupo incluem focar no endurecimento penal, em pautas de cunho moralizante e conservador, além de instrumentalizar pautas sociais complexas, como violência doméstica e insegurança nas escolas. Nesse último caso, para justificar projetos de flexibilização do acesso às armas.</p>
<p><strong>A conclusão do estudo é que esses congressistas preferem mobilizar suas bases eleitorais, do que propriamente avançar em mudanças legislativas.</strong></p>
<p>O relatório “<em>PROARMAS no Congresso Nacional: uma análise da atuação parlamentar</em>” mapeou 739 PLs protocolados entre 2023 e 2024 pela chamada bancada da bala ou do armamento civil. Do total, 569 são da Câmara dos Deputados e 170 do Senado.</p>
<p>O grupo é formado por 23 congressistas eleitos com o apoio do grupo PROARMAS. A informação sobre o financiamento da organização foi obtida no<em> site</em> do próprio grupo. Desses congressistas, 19 são do Partido Liberal (PL), dois do Republicanos e dois do União Brasil.</p>
<p><strong>Sobre o perfil, a pesquisa indica que há predominantemente homens (87%), com mais de um terço do grupo composto por profissionais das forças de segurança pública (35%), o que explicaria o foco em políticas de repressão e controle social.</strong></p>
<p>Do total de 739 PLS, apenas 52 (7%) tratam diretamente do tema armas e munições. A maioria dos projetos está concentrada em temas como segurança pública (78 PLs) e Código Penal (73 PLs). No caso desse último, 53 tratam do endurecimento de penas.</p>
<p><strong>Segundo o estudo, há uma “clara agenda moralizante e conservadora”, o que pode ser percebido em propostas para proibir conteúdos pedagógicos sobre gênero, proibir eventos LGBTQIA+ e aumentar o período de internação para adolescentes infratores</strong>. Temas relacionados à infância e adolescência, com o pretexto de proteção, propõem restrições a direitos fundamentais.</p>
<blockquote>
<p>“Em vez de fortalecer redes de proteção ou ampliar direitos sociais, essas iniciativas legislativas concentram-se em medidas punitivas, restringindo a autonomia de profissionais da saúde e educação, redirecionando o poder decisório para os pais ou responsáveis em questões sensíveis de desenvolvimento e identidade”, analisa a gerente de pesquisa do Instituto Fogo Cruzado, Terine Coelho.</p>
</blockquote>
<p><strong>O relatório chama a atenção para alta produção de projetos de lei da bancada da bala: 68% acima da média do Congresso, com média de 32 por autor nos dois primeiros anos da atual legislatura.</strong></p>
<p>Apesar dessa produção, a taxa de avanço é baixa: 22 PLs foram arquivados, 15 foram retirados pelo autor, 70 estão prontos para ir ao plenário e 21 já tiveram progressão de casa. Apenas quatro projetos foram efetivamente convertidos em lei, nenhum deles relacionados à pauta armamentista.</p>
<p><strong>São temas sobre as chuvas no Rio Grande do Sul, o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, o “Ano Nacional Fernando Sabino” e a farinha de mandioca do município de Cruzeiro do Sul, no Acre.</strong></p>
<blockquote>
<p> “Esse é um dos achados do levantamento porque sugere que muitas das proposições dos congressistas têm função mais discursiva do que efetivamente legislativa. Quer dizer, servem para mobilizar, dinamizar suas bases. Na prática, são parlamentares que atuam mais para fora do que para dentro do Parlamento, apesar da alta produtividade de PLs”, analisa Terine.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/estudo-mapeia-bancada-da-bala-que-tem-poucos-projetos-sobre-armas</p>
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		<title>Haddad: Fazenda não tem estudo para ampliar isenção de conta de luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 19:27:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o Ministério da Fazenda ainda não tem estudos para ampliar a isenção na conta de luz para 60 milhões de brasileiros. Em evento no Rio de Janeiro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, havia afirmado que o governo trabalha em um projeto de lei para [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o Ministério da Fazenda ainda não tem estudos para ampliar a isenção na conta de luz para 60 milhões de brasileiros. </strong>Em evento no Rio de Janeiro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, havia afirmado que o governo trabalha em um projeto de lei para isentar a população que consome até 80 quilowatts-hora (kWh) por mês.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Haddad-Fazenda-nao-tem-estudo-para-ampliar-isencao-de-conta.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Haddad-Fazenda-nao-tem-estudo-para-ampliar-isencao-de-conta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Não vi a entrevista dele [de Alexandre Silveira], mas não tem nenhum estudo da Fazenda nem na Casa Civil sobre esse tema. Então, não chegou ao conhecimento nem do Palácio [do Planalto] nem aqui da Fazenda. Quando chegou a pergunta aqui para a Assessoria de Comunicação [da Fazenda], liguei para o [ministro da Casa Civil] Rui [Costa] para saber se tinha alguma coisa e ele falou que não tem nada”, esclareceu Haddad no início desta tarde.</p>
</blockquote>
<p>“Na Fazenda, aqui, com certeza não têm [estudos sobre o tema], mas o Rui me confirmou que não está tramitando nenhum projeto na Casa Civil nesse sentido, o que não impede, evidentemente, o ministério de estudar o que quer que seja. Mas, nesse momento, não há nada tramitando. Eu desconheço o assunto, e pelo que eu entendi da conversa com o ministro Rui Costa, não há nada que tenha chegado lá”, acrescentou Haddad.</p>
<p><strong>Atualmente, cerca de 40 milhões de brasileiros de menor renda têm desconto na conta de luz. Caso o aumento da isenção na conta de luz se concretizasse, o total de beneficiados pela tarifa social subiria 50%, incluindo os descontos parciais.</strong></p>
<p><strong>Atualmente, a isenção completa do pagamento em caso de consumo de até 50 kWh vale para indígenas e quilombolas. </strong>Os idosos com Benefício de Prestação Continuada (BPC) e as famílias do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) têm direito a descontos escalonados de até 65%, caso o consumo seja inferior a 220kWh.</p>
<p>Em evento no Rio de Janeiro no fim da manhã, <strong>Alexandre Silveira anunciou a intenção de ampliar a isenção na conta de luz como parte do projeto de lei da reforma do setor elétrico. </strong>Ele não explicou sobre o que será feito em relação aos descontos escalonados que hoje são aplicados para consumos até 220 kWh. Segundo ele, a ideia é subsidiar a política através da correção de &#8220;distorções internas do setor”.</p>
<p><em>*Colaborou Vitor Abdala, do Rio de Janeiro</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/haddad-fazenda-nao-tem-estudo-para-ampliar-isencao-de-conta-de-luz</p>
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		<title>PIB cresceu mais rápido depois da pandemia, diz estudo da FIEMG</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pib-cresceu-mais-rapido-depois-da-pandemia-diz-estudo-da-fiemg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 19:53:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira no triênio pós-pandemia, de 2022 a 2024, cresceu em ritmo duas vezes maior do que o registrado nos três anos anteriores à covid-19. Estudo divulgado nesta sexta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) mostra que, entre 2017 e 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou, em média, 1,4%. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A economia brasileira no triênio pós-pandemia, de 2022 a 2024, cresceu em ritmo duas vezes maior do que o registrado nos três anos anteriores à covid-19.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/PIB-cresceu-mais-rapido-depois-da-pandemia-diz-estudo-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/PIB-cresceu-mais-rapido-depois-da-pandemia-diz-estudo-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Estudo divulgado nesta sexta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) mostra que, entre 2017 e 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou, em média, 1,4%. Já entre 2022 e 2024, a alta foi de 3,2%.</p>
<p>O levantamento aponta que <strong>essa recuperação acelerada foi impulsionada pelo aumento do consumo</strong>, fortalecido pela recuperação do mercado de trabalho e pela ampliação do crédito.</p>
<p><strong>A alta foi concentrada no setor de serviços</strong>, que teve expansão de 15,9% entre 2022 e 2024. Em Minas Gerais, destacada no levantamento, esse aumento foi ainda mais intenso, com crescimento de 32,7%.</p>
<p>A expansão neste segmento começou durante a pandemia, em junho de 2020, e foi acelerada pelo crescimento rápido da digitalização do consumo, tanto em empresas consolidadas quanto em novos negócios.</p>
<p>A indústria teve uma recuperação inicial rápida e voltou aos níveis pré-pandemia em agosto de 2020, mas perdeu fôlego a partir de 2021, com períodos de estagnação.</p>
<blockquote>
<p>“A indústria reagiu bem ao choque inicial, mas depois enfrentou obstáculos, como a inflação elevada e a necessidade de ajustes na política monetária. Ainda assim, o setor segue sendo essencial para garantir um crescimento sustentado no longo prazo”, explica Flávio Roscoe, presidente da Fiemg.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a Fiemg, este ciclo de crescimento foi ancorado em políticas de estímulo fiscais e monetárias, mas com um efeito colateral, em parte, difícil de administrar: o aumento da inflação. A federação avalia que a ferramenta utilizada para reequilibrar a relação entre capital produtivo, remuneração da força de trabalho e consumo das famílias foi o aumento na taxa básica de juros (Selic), que se estende até hoje.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/pib-cresceu-mais-rapido-depois-da-pandemia-diz-estudo-da-fiemg</p>
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