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	<title>Eduardo Cunha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>STF suspende decisão que tornava Eduardo Cunha elegível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 00:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Elegível]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, suspendeu a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que havia “afastado a inelegibilidade” do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Com isso, o ex-deputado não poderá se candidatar nas próximas eleições. A decisão de Fux decorre do acolhimento de um pedido feito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, suspendeu a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que havia “afastado a inelegibilidade” do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Com isso, o ex-deputado não poderá se candidatar nas próximas eleições.</p>
<p>A decisão de Fux decorre do acolhimento de um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República, após a defesa de Cunha ter conseguido, junto ao TRF-1, decisão de antecipação de tutela para suspensão dos efeitos da inelegibilidade.</p>
<p>Cunha teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados em 2016 por quebra de decoro parlamentar, após denúncias de ter ocultado a existência de contas bancárias no exterior, e por ter mentido sobre a existência delas durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou a Petrobras.</p>
<p>Diante da decisão do TRF, que daria a Cunha o direito de candidatar-se nas eleições de 2022, a PGR apresentou, então, uma Suspensão de Tutela Provisória (STP), sob o argumento de que a decisão do TRF-1 interfere em atos de natureza interna corporis da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Um outro argumento apresentado foi o de que “o ajuizamento da ação por Cunha próximo às eleições teria sido utilizado para criar um risco artificial de ofensa a seus direitos políticos para poder concorrer no pleito”, informou o STF.</p>
<p>Na decisão, Fux observou que a decisão do TRF-1 foi fundamentada em uma “aparente violação” a regras do Regimento Interno e do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara.</p>
<p>O ministro, no entanto, acrescentou que o STF já tem jurisprudência sedimentada “no sentido de ser restrito o controle judicial sobre os atos interna corporis do Poder Legislativo, relacionados à interpretação de regras regimentais”, caso não tenham “paralelo claro e expresso na própria Constituição Federal, sob pena de violação ao postulado da separação de Poderes”.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Desembargador mantém decisão que permitiu candidatura de Eduardo Cunha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 23:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Candidatura]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Desembargador]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, manteve a decisão que permitiu a candidatura do ex-deputado federal Eduardo Cunha. Ele deve disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados por São Paulo nas eleições de outubro. Na decisão proferida ontem (10), o magistrado negou recurso do Ministério Público [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Política &#8211; O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, manteve a decisão que permitiu a candidatura do ex-deputado federal Eduardo Cunha. Ele deve disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados por São Paulo nas eleições de outubro.</p>
<p>Na decisão proferida ontem (10), o magistrado negou recurso do Ministério Público para anular a liminar do desembargador Carlos Augusto Pires Brandão que suspendeu os efeitos da resolução da Câmara que confirmou a cassação de Cunha, em 2016.</p>
<p>O ex-deputado foi cassado sob a acusação de ter mentido durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras sobre a existência de contas no exterior.</p>
<p>A defesa de Cunha alegou que a informação sobre o bloqueio de uma conta na Suíça que pertenceria ao então deputado estavam protegidas por sigilo fiscal e não poderiam ser compartilhadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com a Câmara sem autorização judicial.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Justiça autoriza que Eduardo Cunha dispute eleições 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 00:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Justiça Federal suspendeu os efeitos da resolução da Câmara dos Deputados que confirmou a cassação do ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro Eduardo Cunha, em 2016. A decisão foi tomada na quinta-feira (21) pelo desembargador Carlos Augusto Pires Brandão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) , sediado em Brasília, ao analisar um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Justiça Federal suspendeu os efeitos da resolução da Câmara dos Deputados que confirmou a cassação do ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro Eduardo Cunha, em 2016.</p>
<p>A decisão foi tomada na quinta-feira (21) pelo desembargador Carlos Augusto Pires Brandão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) , sediado em Brasília, ao analisar um recurso apresentado pela defesa do político.</p>
<p>Em 2016, Cunha foi cassado pelo plenário da Câmara sob a acusação de ter mentido, , em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, sobre a existência de contas no exterior.</p>
<p>A defesa de Cunha alegou que a informação sobre o bloqueio de uma conta na Suíça que pertenceria ao então deputado estavam protegidas por sigilo fiscal e não poderiam ser compartilhadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sem autorização judicial.</p>
<p>Ao analisar a questão, o desembargador decidiu suspender os efeitos da cassação para retirar a inelegibilidade de Cunha e a proibição de ocupar cargos federais até decisão definitiva do tribunal.</p>
<p>&#8220;Em face da plausibilidade jurídica das alegações trazidas até aqui pela autoria, impõe-se evitar o trânsito de ameaças a direitos políticos do agravante, mediante o deferimento da tutela de urgência requerida. Há, como já registrado na própria decisão recorrida, a presença do periculum in mora, pelo fato de a condenação do agravante o impedir de se candidatar nas próximas eleições e retirar do eleitor a possibilidade de lhe avaliar a atuação política&#8221;, entendeu o magistrado.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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