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	<title>econômico - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Crescimento econômico, café e energia reforçaram inflação, diz BC</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 23:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). </strong>A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde o início do ano, o BC precisa divulgar uma carta aberta a cada semestre em que a inflação oficial, expressa pelo IPCA, estourar o teto de 4,5% da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta está em 3% para o IPCA, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, com os limites entre 1,5% (piso) e 4,5% (teto).</p>
<p>Em junho, o IPCA ficou em 0,24%, alcançando 5,35% em 12 meses. No modelo de meta contínua, a inflação acumulada em 12 meses não pode superar o teto de 4,5% por seis meses consecutivos.</p>
<blockquote>
<p>“Houve altas mais intensas que as antecipadas no preço da gasolina, na inflação subjacente dos preços de serviços, nos preços de alimentos industrializados, em particular do café, e nos preços de alguns bens industriais, como os do vestuário e de automóveis”, destaca a carta do BC.</p>
</blockquote>
<p>O texto também ressalta surpresas para cima em preços administrados e para baixo em alimentação em casa. “A variação de preços administrados veio acima do esperado devido, principalmente, à energia elétrica residencial, com a deterioração do cenário hídrico [falta de chuvas]. Essa surpresa em preços administrados foi mais do que compensada por variações mais baixas que o esperado em alimentação no domicílio”, continua a carta.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>Em relação aos fatores que pesaram no desvio de 2,35 pontos percentuais (p.p.) da inflação em relação ao centro da meta de 3%, a carta do BC enumerou os seguintes:</p>
<ul>
<li>Inércia da inflação dos 12 meses anteriores (contribuição de 0,69 p.p.);</li>
<li>Expectativas de inflação (0,58 p.p.);</li>
<li>Hiato do produto, economia produzindo além da capacidade (0,47 p.p.);</li>
<li>Inflação importada (0,46 p.p.);</li>
<li>Bandeira tarifária de energia elétrica (0,27 p.p.);</li>
<li>Demais fatores (-0,12 p.p.).</li>
</ul>
<h2>Convergência</h2>
<p>Assim como na última edição do Relatório de Política Monetária,<strong> o BC reiterou que a inflação só deve convergir para um nível abaixo do teto de 4,5% no primeiro trimestre de 2026. </strong>Com a entrada em vigor do sistema de meta contínua, esse relatório substituiu o Relatório de Inflação, mas continuará a ser divulgado a cada três meses pelo BC.</p>
<p>“Nesse cenário, projeta-se que a inflação acumulada em quatro trimestres ficará na faixa de 5,4% a 5,5% nos três primeiros trimestres de 2025, cairá para 4,9% no final do ano e atingirá 4,2% no final do primeiro trimestre de 2026, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância a partir de então”, destacou o Banco Central.</p>
<h2>Juros</h2>
<p>O principal instrumento do BC para segurar a inflação é a Taxa Selic, juros básicos da economia. Em 15% ao ano desde junho, a Selic está no maior nível desde julho de 2006.</p>
<p><strong>Segundo a carta, a política monetária deve permanecer em patamar significativamente contracionista (que desestimula a economia) por período “bastante prolongado” para assegurar a convergência da inflação à meta em “ambiente de expectativas desancoradas”.</strong> A Selic é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.</p>
<p>Assim como nas atas mais recentes do Copom, a carta ressalta que o BC deve manter os juros elevados pelo tempo necessário para levar a inflação de volta ao intervalo da meta. No entanto, não descarta que os juros permaneçam altos caso surjam imprevistos.</p>
<p>“O Copom enfatizou que segue vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em prosseguir no ciclo de alta, caso julgue apropriado”, ressalta o BC na carta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-bc</p>
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		<title>Fórum econômico discute novas parcerias entre Brasil e Índia</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/forum-economico-discute-novas-parcerias-entre-brasil-e-india/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 22:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de acelerar a integração comercial entre o Brasil e a Índia, empresários, diplomatas e representantes dos governos dos dois países discutiram nesta segunda-feira (7) oportunidades de parcerias. Realizado paralelamente à Reunião de Cúpula do Brics, o Fórum Econômico Brasil–Índia ocorreu em honra à visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ao Brasil. Ocorrido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Com o objetivo de acelerar a integração comercial entre o Brasil e a Índia, empresários, diplomatas e representantes dos governos dos dois países discutiram nesta segunda-feira (7) oportunidades de parcerias. </strong>Realizado paralelamente à Reunião de Cúpula do Brics, o Fórum Econômico Brasil–Índia ocorreu em honra à visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ao Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Forum-economico-discute-novas-parcerias-entre-Brasil-e-India.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Forum-economico-discute-novas-parcerias-entre-Brasil-e-India.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ocorrido no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o evento teria a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, Lula cancelou a ida porque embarca ainda nesta segunda-feira (7) para Brasília, onde receberá o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, nesta terça-feira (8) no Palácio do Planalto.</p>
<p><strong>Como a Índia presidirá o Brics no próximo ano, o país asiático teve destaque na programação da cidade. O encontro identificou 385 oportunidades para produtos brasileiros no mercado indiano nos seguintes setores: combustíveis minerais, máquinas e equipamentos de transporte, artigos manufaturados, produtos químicos, e óleos animais e vegetais.</strong></p>
<p>O Fórum Econômico Brasil–Índia foi promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Câmara de Comércio Índia–Brasil (CCIB) e a Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da Índia (FICCI).</p>
<p>Na abertura do fórum, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, disse que o Brasil tornou-se um dos principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo, ao mesmo tempo em que a Índia, cuja população ultrapassou a da China em 2023, traz oportunidades para produtos brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>“No caso da Índia, não teremos outra oportunidade tão grande como esta, porque a relação entre os dois países não tem conflitos, são países amigos e gigantes territorial e populacionalmente. O comércio bilateral, que hoje gira em torno de R$ 12 bilhões, é ainda muito pequeno diante desse potencial, especialmente porque nossa balança é concentrada em poucos produtos. Há, portanto, um enorme espaço para crescimento em ambas as direções”, disse Viana.</p>
</blockquote>
<h2>Conselho empresarial</h2>
<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que as economias brasileira e indiana se complementam.</p>
<blockquote>
<p>“Temos muitas demandas em comum com relação à cana-de-açúcar, ao açúcar e ao etanol. Podemos, juntos, ser protagonistas no fornecimento de combustível sustentável de aviação para o mundo. Eu entendo que, na evolução das relações bilaterais ou multilaterais, quem vai sair na frente é quem busca a complementariedade e não a competição entre si”, declarou Alban.</p>
</blockquote>
<p><strong>Durante o encontro, a CNI e a Federação das Câmaras de Comércio e Indústria Indianas anunciaram que vão trabalhar para a criação do Conselho Empresarial Brasil–Índia.</strong> A entidade terá a missão de promover o diálogo entre empresários e governos e formular propostas conjuntas que melhorem o ambiente de negócios e incentivem o comércio e os investimentos bilaterais.</p>
<h2>Novo modelo</h2>
<p>O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Márcio Elias Rosa, disse que os dois países podem atuar na busca de um novo modelo de desenvolvimento. Esse sistema contemplaria o desenvolvimento sustentável, baseado na economia verde, na economia digital e na inclusão social.</p>
<blockquote>
<p>“O Brasil possui um vasto mercado interno, um parque industrial resiliente e uma diplomacia econômica ativa. Ao setor produtivo, não faltam competência e capacidade; ao governo federal, não faltam disposição e compromisso com uma política externa que gere oportunidades, integração e justiça social”, declarou Rosa.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o número dois do Mdic, Brasil e Índia podem intensificar as parcerias em segmentos como máquinas e equipamentos, fertilizantes, biofármacos, economia digital, economia circular e transição energética. </p>
<h2>Multilateralismo</h2>
<p>O secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores, Laudemar Aguiar, afirmou que o fórum pretende consolidar uma agenda bilateral autônoma e que considere o peso político do Brasil e da Índia, com destaque para o multilateralismo e o desenvolvimento sustentável.</p>
<blockquote>
<p>“Em um cenário de mudanças geopolíticas e econômicas aceleradas, é essencial fortalecer os laços entre duas democracias vibrantes do Sul Global que compartilham aspirações por desenvolvimento com justiça social, maior protagonismo nas instâncias internacionais e inserção soberana nas cadeias globais de valor. A cooperação entre nossos países não é apenas estratégica, ela é necessária para a construção de uma ordem internacional mais equitativa, inclusiva e sustentável”, destacou.</p>
</blockquote>
<h2>Números</h2>
<p>Quinta maior economia do planeta, atrás de Estados Unidos, China, Alemanha e Japão, a Índia foi apenas o 13º maior destino das exportações brasileiras em 2024. No mesmo período, o país asiático foi a sexta maior origem das importações brasileiras.</p>
<p>O principal produto exportado pelo Brasil para a Índia em 2024 foi o açúcar, mesmo com a tarifa de 100% no mercado indiano por causa da alta competitividade internacional do produto brasileiro. Em relação às importações, o Brasil comprou principalmente compostos organo-inorgânicos e medicamentos, por causa da prevalência do país asiático na indústria farmacêutica.</p>
<p>Em relação aos investimentos diretos, que geram empregos, a Índia investiu US$ 2,93 bilhões no mercado brasileiro em 2023 (último ano disponível). O país foi apenas o 28º no ranking de investimentos estrangeiros no Brasil. No mesmo ano, o estoque de investimentos brasileiros na Índia somou apenas US$ 41,21 milhões, em 63º no ranking.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/forum-economico-discute-novas-parcerias-entre-brasil-e-india</p>
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		<item>
		<title>Mercado prevê crescimento econômico de 2,2% em 2025</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 13:57:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro melhorou suas expectativas com relação à inflação e ao crescimento da economia brasileira para 2025. Trabalha também com a previsão de desvalorização do dólar, até o final do ano. É o que indica o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC) Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O mercado financeiro melhorou suas expectativas com relação à inflação e ao crescimento da economia brasileira para 2025. <strong>Trabalha também com a previsão de desvalorização do dólar, até o final do ano. É o que indica o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC)</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país), o mercado aumentou pela segunda semana consecutiva as expectativas de crescimento. <strong>Há uma semana, projetava crescimento de 2,18% ao final de 2025 com um crescimento de 2,18% – percentual que subiu para 2,20% na pesquisa divulgada hoje.</strong></p>
<p>Há quatro semanas, a expectativa de crescimento da economia do país estava em 2,02%. Para os anos subsequentes, espera-se um PIB de 1,83%, para 2026; e de 2% em 2027.</p>
<p><strong>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 1,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</strong> Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.</p>
<p><strong>O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</strong></p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A expectativa do mercado para o <strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, é que, em 2025, fique em 5,25%, ante aos 5,44% projetados há uma semana; e aos 5,5% projetados há quatro semanas.</strong></p>
<p>Para 2026 e 2027, as projeções de inflação do mercado financeiro permanecem estáveis, em 4,5% e 4%, respectivamente.</p>
<p>Em maio, a inflação oficial do país ficou em 0,26%, taxa inferior às observadas em abril deste ano (0,43%); e em maio do ano passado (0,46%). <strong>Segundo o BC, a inflação oficial acumula taxas de 2,75% no ano; e de 5,32% em 12 meses.</strong></p>
<p><strong>O grupo de despesas que mais impactou na inflação de maio foi o de habitação, com uma alta de preços de 1,19%, influenciada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial (3,62%).</strong></p>
<h2>Selic</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano.</strong></p>
<p>A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, mês passado. Foi o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em comunicado, o Comitê de Política Monetária (Copom) não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, prevista para iniciar nesta terça-feira (17). Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.</p>
<p><strong>A expectativa do mercado financeiro é de que este percentual seja o mesmo ao final de 2025, caindo para 12,5% em 2026; e 10,5% em 2027.</strong></p>
<h2>Entenda a Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida. Isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Mas, <strong>além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. </strong>Dessa forma, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>Com relação ao câmbio, a expectativa do mercado financeiro é que o dólar, atualmente cotado a R$ 5,51, termine 2025 custando R$ 5,77.</strong></p>
<p>O valor está abaixo da projeção divulgada há uma semana, quando o boletim indicava que a moeda norte-americana fecharia 2025 cotado a R$ 5,80. Há quatro semanas a expectativa apresentava valor ainda mais alto: R$ 5,82.</p>
<p>Para os anos seguintes (2026 e 2027), a projeção do mercado é que o dólar fechara o ano cotado no mesmo valor, de R$ 5,80.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025</p>
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		<item>
		<title>Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 17:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024</strong>. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, </strong>conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Países</h2>
<p><strong>A <a href="https://www.oecd.org/en.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">OCDE</a> tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos</strong>, mas iniciou processo de adesão.</p>
<p>A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A <strong>Agência Brasil</strong> acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.</p>
<p>Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.</p>
<h2>Comparação</h2>
<p>País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a <strong>Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%.</strong> Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.</p>
<p>O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).</p>
<p>O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).</p>
<p>Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.</p>
<p>Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.</p>
<h2>Confira o ranking:</h2>
<p>1) Índia: 6,7% </p>
<p>2) Indonésia: 5% </p>
<p>3) China: 5% </p>
<p>4) Costa Rica: 4,3% </p>
<p>5) Rússia: 4,1% </p>
<p>6) Dinamarca: 3,6% </p>
<p>7) Brasil: 3,4% </p>
<p>8) Espanha: 3,2% </p>
<p>9) Turquia: 3,2% </p>
<p>10) Polônia: 2,9% </p>
<p>11) Estados Unidos: 2,8% </p>
<p>12) Lituânia: 2,7% </p>
<p>13) Noruega: 2,1% </p>
<p>14) Eslováquia: 2% </p>
<p>15) Coreia: 2% </p>
<p>16) Portugal: 1,9% </p>
<p>17) Colômbia: 1,7% </p>
<p>18) Eslovênia: 1,6% </p>
<p>19) Canadá: 1,5% </p>
<p>20) México: 1,5% </p>
<p>21) Suíça: 1,3% </p>
<p>22) Arábia Saudita: 1,3% </p>
<p>23) França: 1,2% </p>
<p>24) República Tcheca: 1,1% </p>
<p>25) Austrália: 1,1% </p>
<p>26) Bélgica: 1% </p>
<p>27) Suécia: 1% </p>
<p>28) Países Baixos: 0,9% </p>
<p>29) Reino Unido: 0,9% </p>
<p>30) Itália: 0,7% </p>
<p>31) África do Sul: 0,6% </p>
<p>32) Hungria: 0,5% </p>
<p>33) Islândia: 0,5% </p>
<p>34) Israel: 0,1% </p>
<p>35) Japão: 0,1% </p>
<p>36) Finlândia: -0,2% </p>
<p>37) Alemanha: -0,2% </p>
<p>38) Estônia: -0,3% </p>
<p>39) Letônia: -0,4% </p>
<p>40) Áustria: -1,2% </p>
<h2>Comparação com grupo de países:</h2>
<p>Brasil: 3,4%</p>
<p>G7: 1,7%</p>
<p>OCDE: 1,7%</p>
<p>União Europeia (27 países): 1%</p>
<p>Zona do Euro (20 países): 0,9%</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises</p>
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		<title>Luiz Gonzaga Belluzzo analisa atual debate econômico no DR com Demori</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 11:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta semana, o programa DR com Demori, da TV Brasil, recebe o economista e professor Luiz Gonzaga Belluzzo para debater os rumos da economia brasileira e os desafios internacionais que deverão se impor com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. O episódio vai ao ar nesta terça-feira (11), às 23h. Na entrevista com [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta semana, o programa <em>DR com Demori</em>, da <strong>TV Brasil</strong>, recebe o economista e professor Luiz Gonzaga Belluzzo para debater os rumos da economia brasileira e os desafios internacionais que deverão se impor com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. O episódio vai ao ar nesta terça-feira (11), às 23h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Luiz-Gonzaga-Belluzzo-analisa-atual-debate-economico-no-DR-com.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Luiz-Gonzaga-Belluzzo-analisa-atual-debate-economico-no-DR-com.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na entrevista com o jornalista Leandro Demori, Belluzzo defende que o debate sobre o tema está “sofrendo” pela falta de profundidade das redes sociais. “O debate atual está muito marcado exatamente por essa mancha das redes sociais, que eu chamo de redes antissociais. Porque você tende a simplificar as coisas demais. E vejo isso com preocupação”, disse.</p>
<p>O economista também analisou as mudanças que deverão ocorrer na economia mundial no novo mandato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e criticou o domínio da visão do mercado financeiro sobre como devem ser geridas as políticas econômicas.</p>
<p>O DR com Demori também está disponível, na íntegra, no Youtube e no aplicativo <strong>TV Brasil Play</strong>. O programa também é transmitido em áudio, simultaneamente, na <strong>Rádio MEC</strong>, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no Spotify.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O programa <em>Dando a Real com Leandro Demori</em>, ou simplesmente <em>DR com Demori</em>, traz personalidades para um papo mais íntimo e direto, na tela da <em>TV Brasil</em>. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/luiz-gonzaga-belluzzo-analisa-atual-debate-economico-no-dr-com-demori</p>
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