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	<title>Dívida - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Cliente matou mecânico em Manaus por causa de R$ 7 mil, diz PC</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:31:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu Alex Fernandes Gomes, de 41 anos, suspeito de matar o mecânico Ítalo Lima da Silva, de 36 anos, após uma discussão motivada por uma dívida de R$ 7 mil. O crime aconteceu na segunda-feira (04), no bairro Colônia Terra Nova, zona norte de Manaus. Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil prendeu Alex Fernandes Gomes, de 41 anos, suspeito de matar o mecânico Ítalo Lima da Silva, de 36 anos, após uma discussão motivada por uma dívida de R$ 7 mil. O crime aconteceu na segunda-feira (04), no bairro Colônia Terra Nova, zona norte de Manaus.</p>
<p>Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o suspeito foi até a oficina da vítima para cobrar o valor referente a uma peça de um veículo Mitsubishi Pajero Full. De acordo com as autoridades, houve uma danificação no aparelho durante o serviço mecânico.</p>
<p>De acordo com o delegado Ricardo Cunha, as equipes identificaram e localizaram o suspeito em menos de duas horas após o crime.</p>
<p>“Foi um trabalho rápido e eficiente. Prendemos o suspeito em flagrante e apreendemos a arma utilizada no crime”, afirmou o delegado.</p>
<p>As investigações apontam que a discussão ocorreu dentro da residência da vítima, onde também funcionava a oficina. Na ocasião, a esposa de Ítalo e sua filha, de apenas 4 anos, ouviram a conversa.</p>
<p>Conforme o delegado adjunto Adanor Porto, Ítalo teria informado que não possuía o dinheiro e ofereceu dois carros antigos como compensação, proposta recusada pelo suspeito.</p>
<p>Após a discussão, Alex pediu água à vítima. Quando Ítalo entrou na casa para atendê-lo, o suspeito o acompanhou e efetuou um disparo na nuca do mecânico antes de fugir.</p>
<p>A polícia localizou Alex em uma metalúrgica no conjunto Parque das Nações, zona centro-sul da capital. Durante a abordagem, ele negou participação no crime e apresentou uma versão considerada inconsistente pelos investigadores.</p>
<p>Na casa do suspeito, os policiais apreenderam uma pistola calibre .380, carregadores e munições escondidos em pneus empilhados. O celular dele também foi recolhido para perícia.</p>
<p>Alex Fernandes Gomes responderá por homicídio qualificado. A Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva.</p>
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		<title>Cobradores de agiotas são detidos e explicam “método amigável” de cobrança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Na noite desta terça-feira (28), a rotina nada discreta — mas curiosamente “quase amigável” — de um grupo de cobradores de agiotas terminou dentro de uma delegacia em Manaus. A equipe da Polícia Militar fez a abordagem na área do bairro Campos Sales, zona oeste da capital, e conduziu os envolvidos ao 19º Distrito Integrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite desta terça-feira (28), a rotina nada discreta — mas curiosamente “quase amigável” — de um grupo de cobradores de agiotas terminou dentro de uma delegacia em Manaus. A equipe da Polícia Militar fez a abordagem na área do bairro Campos Sales, zona oeste da capital, e conduziu os envolvidos ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde o caso está sob análise.</p>
<p>Durante a conversa registrada em vídeo no momento da detenção, os próprios suspeitos detalharam, sem muito constrangimento, como funcionava o esquema. Segundo eles, o trabalho era basicamente “cobrar na moral”: nada de ameaças explícitas, nada de violência — pelo menos na versão apresentada. “A gente só cobra, conversa resolve tudo”, afirmou um dos envolvidos, tentando suavizar a atividade que, vale lembrar, é considerada crime.</p>
<p>O caso que motivou a situação começou com um empréstimo de R$ 400. Todavia, como num passe de mágica financeira e nada vantajoso, rapidamente dobrou com juros e terminou em R$ 1 mil. No pacote da cobrança, entram alternativas criativas: desde parcelamentos improvisados até a aceitação de bens como televisão ou geladeira. Tudo “negociável”.</p>
<p>Um detalhe que chamou atenção foi a estratégia de contato: os cobradores afirmaram que costumam acionar familiares dos devedores caso não consigam resposta direta — prática que, embora descrita como “procedimento padrão”, levanta questionamentos legais e éticos.</p>
<p>Apesar do discurso quase cordial, a Polícia Militar interveio e recolheu celulares do grupo, que agora aguarda a decisão da autoridade policial sobre possíveis autuações. Enquanto isso, o suposto “chefe” do esquema segue fora da cena principal — mas, segundo os próprios detidos, já deve estar providenciando apoio jurídico.</p>
<p>No fim das contas, a máxima repetida pelos envolvidos resume bem a lógica do grupo: “pegou, tem que pagar”. A Justiça, no entanto, deve dar a palavra final sobre como essa cobrança realmente funciona — e quais serão as consequências.</p>
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		<title>Problema da dívida pública está nos juros, não no déficit, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 17:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta segunda-feira (19) que o problema da dívida pública brasileira decorre do patamar elevado dos juros reais da economia [taxa nominal descontada a inflação] e não do excesso de gastos públicos. “Em dois anos, nós reduzimos em 70% o déficit primário. O problema da dívida tem a ver com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta segunda-feira (19) que o problema da dívida pública brasileira decorre do patamar elevado dos juros reais da economia [taxa nominal descontada a inflação] e não do excesso de gastos públicos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Problema-da-divida-publica-esta-nos-juros-nao-no-deficit.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Problema-da-divida-publica-esta-nos-juros-nao-no-deficit.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Em dois anos, nós reduzimos em 70% o déficit primário. O problema da dívida tem a ver com o juro real, não tem a ver com o déficit, que está caindo&#8221;, pontuou, em entrevista ao programa UOL News. </p>
</blockquote>
<p>&#8220;Inclusive, a meta para esse ano é uma meta ainda mais exigente de resultado primário do que foi o ano passado, do que foi o ano retrasado e do que foi o primeiro ano de governo. Nós estamos subindo o sarrafo das exigências”, acrescentou o ministro.</p>
<p>De acordo com Haddad, mesmo considerando todas as exceções fiscais, com o ressarcimento dos descontos indevidos dos trabalhadores do INSS, o déficit do ano passado ficou em 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB), o que demonstraria, em sua visão, que o problema não é o déficit.</p>
<p>“Se você pegar o déficit projetado para 2023 do [governo Jair] Bolsonaro, dividindo pelo PIB do ano, você tem um déficit superior a 1,6% do PIB. E quanto foi o déficit do ano passado, considerando todas as exceções? Foi de 0,48%, isso considerando todas as exceções como o Plano Brasil Soberano, por causa do tarifaço, e a questão do INSS, que nós devolvemos dinheiro para os lesados pela quadrilha que se apropriou do INSS”.</p>
<h2>Queda de juros</h2>
<p><strong>Na entrevista ao Uol News, o ministro defendeu que há espaço para que a taxa básica de juros, a Selic, atualmente estabelecida em 15%, seja reduzida. “Óbvio que, quando me perguntam [sobre esse tema], eu falo que tem espaço para cortar [os juros] porque eu acho que tem.”</strong></p>
<p>Mesmo defendendo essa redução, Haddad fez elogios à atuação de Gabriel Galípolo na presidência do Banco Central. Para o ministro, o presidente do BC enfrenta uma série de problemas, como o escândalo do Banco Master, e está sabendo como conduzir essas questões. &#8220;Eu dizia que ele herdou um problema que só vai ser conhecido depois. Ele herdou um problema que é o Banco Master, todo ele constituído na gestão anterior. O Banco Master não aconteceu na gestão atual, o Galípolo descascou um abacaxi. E descascou o abacaxi com responsabilidade”, elogiou o ministro.</p>
<p><strong>Ao elogiar Galípolo, principalmente com relação ao escândalo do Banco Master, Haddad destacou que o BC deveria assumir a fiscalização dos fundos de investimentos, tarefa que atualmente é exercida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). </strong></p>
<p>O ministro disse que apresentou uma proposta, que está sendo discutida no âmbito do Executivo, para ampliar o perímetro regulatório do Banco Central.</p>
<p>&#8220;Tem muita coisa que deveria estar no âmbito do Banco Central e que está no âmbito da CVM, na minha opinião, equivocadamente. O Banco Central tem que ampliar o seu perímetro regulatório e passar a fiscalizar os fundos.&#8221;.</p>
<p>Para o ministro, há uma intersecção muito grande entre fundos e finanças. o que impacta até sobre a contabilidade pública, por exemplo. &#8220;A conta remunerada, as compromissadas, tudo isso tem relação com a contabilidade pública”, disse.</p>
<h2>Taxad</h2>
<p><strong>Questionado durante a entrevista sobre um apelido que lhe deram nas redes sociais, onde vem sendo chamado de Taxad por causa do aumento de tributos, Haddad respondeu que não se importa com isso e que fica feliz em ser lembrado como o ministro que taxou os mais ricos.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Fico muito feliz de ser lembrado como o único ministro da Fazenda dos últimos 30 anos que taxou offshore, que taxou fundo familiar fechado, que taxou paraíso fiscal e que taxou dividendo. A taxação BBB saiu do papel: banco, bet e bilionário foram taxados. Então, eu assumo que essa turma que não pagava imposto, sim, voltou a pagar.”</p>
</blockquote>
<h2>Economia e eleições</h2>
<p><strong>Durante a entrevista, o ministro disse ainda que a economia não será um fator decisivo para as próximas eleições presidenciais no país – e nem mesmo no restante do mundo.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;A economia no mundo inteiro está sendo um elemento muito importante, mas não necessariamente decisivo para ganhar ou perder uma eleição&#8221;, afirmou o ministro.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, pesquisas tem apontados outros temas entre os temores nacionais, tais como segurança pública e combate à corrupção.</strong></p>
<p>Haddad também disse que não pretende se candidatar a qualquer cargo público nas próximas eleições e que vem conversando sobre isso com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas que essa questão ainda não foi definida.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/problema-da-divida-publica-esta-nos-juros-nao-no-deficit-diz-haddad</p>
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		<item>
		<title>Gleise culpa Selic pela dívida pública e não as despesas do governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 21:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, culpou nesta segunda-feira (22) a taxa básica de juros, a Selic, como a maior responsável pelo aumento da dívida pública do país e não as despesas do governo. Atualmente a Selic está em 15% ao ano, maior patamar desde 2006, quando foi fixada em 15,25% ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, culpou nesta segunda-feira (22) a taxa básica de juros, a Selic, como a maior responsável pelo aumento da dívida pública do país e não as despesas do governo. Atualmente a Selic está em 15% ao ano, maior patamar desde 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Gleise-culpa-Selic-pela-divida-publica-e-nao-as-despesas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Gleise-culpa-Selic-pela-divida-publica-e-nao-as-despesas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em uma rede social, a ministra disse que o elevado patamar da Selic “suga” os recursos do Orçamento para investimento e compromete “a prestação de serviços públicos, os programas sociais e os investimentos do governo para o desenvolvimento do país”.</p>
<p><strong>A ministra fez críticas às notícias, sem citar fontes, que apontam um crescimento de 5% acima da inflação na despesa do governo como responsáveis pelo aumento da dívida e que ignoram que os juros estão 10% mais altos do que a inflação.</strong></p>
<p>“Esses juros estratosféricos, que encarecem o crédito e limitam o crescimento, é que fazem crescer a dívida pública. Ao sugar recursos do Orçamento, os juros da dívida também comprometem a prestação de serviços públicos, os programas sociais e os investimentos do governo para o desenvolvimento do país”, <a href="https://x.com/gleisi/status/2003106458657755425" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">escreveu</a>.</p>
<p>Na sexta-feira (19), o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) de 2026, que prevê despesas totais de R$ 6,5 trilhões. Desse total, R$ 6,3 trilhões são direcionados aos orçamentos fiscal e da seguridade social, sendo que 28% será destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.</p>
<p><strong>As críticas da ministra vêm ainda na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter, pela quarta vez seguida, a taxa básica de juros em 15% ao ano.</strong></p>
<p>Nesta segunda-feira, o boletim Focus do Banco Central (BC) atualizou as previsões para os principais indicadores econômicos. A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica de juros cairá para 12,25% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,75% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Em relação à inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, o Focus diminuiu de 4,36% para 4,33% a projeção da inflação para este ano.</p>
<p><strong>É a sexta semana seguida que a previsão para a inflação deste ano foi reduzida, alcançando o intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.</strong></p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação também caiu de 4,1% para 4,06%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente. </p>
<p><strong>A pesquisa, divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), traz a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</strong></p>
<p>Em novembro, a inflação oficial fechou o mês em 0,18%, resultado que faz o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular 4,46% em 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Apesar do recuo nas expectativas de inflação, o BC manteve, durante reunião do Copom no dia 10, a taxa Selic em 15%.</p>
<p>A decisão era esperada pelo mercado financeiro. Em comunicado, o Copom não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. <strong>Assim como na última reunião, repetiu que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic por bastante tempo.</strong></p>
<p>“O comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, destacou o comunicado.</p>
<p><strong>A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</strong> </p>
<p>Em novembro, o IPCA ficou em 0,18%, o menor nível para o mês desde 2018. Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,46% em 12 meses, voltando a ficar dentro do teto da meta contínua de inflação.</p>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em dezembro de 2025, a inflação desde janeiro do mesmo ano é comparada com a meta e o intervalo de tolerância.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/gleise-culpa-selic-pela-divida-publica-e-nao-despesas-do-governo</p>
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		<item>
		<title>Casal morre a tiros após suposta dívida com o tráfico em Tefé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 21:22:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#13; &#13; &#13; Corpos de Thaíssa e Juninho foram achados dentro de um bote à deriva próximo à Praia da Juliana; vítima teria dívidas com traficantes. &#13; &#13; &#13; A Polícia Civil investiga a morte de um casal encontrado dentro de um bote de alumínio, na manhã desta sexta-feira (7), nas proximidades da Praia da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="post-172815">&#13;<br />
&#13;</p>
<header class="entry-header penci-entry-header penci-title-">&#13;</p>
<h2 class="penci-post-subtitle">Corpos de Thaíssa e Juninho foram achados dentro de um bote à deriva próximo à Praia da Juliana; vítima teria dívidas com traficantes.</h2>
<p>&#13;<br />
								<!-- .entry-meta -->&#13;<br />
															</header>
<p><!-- .entry-header -->&#13;</p>
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<p>A Polícia Civil investiga a morte de um casal encontrado dentro de um bote de alumínio, na manhã desta sexta-feira (7), nas proximidades da Praia da Juliana, em Tefé (AM), região do Médio Solimões. A principal hipótese é de que o crime possua relação com um acerto de contas do tráfico de drogas.</p>
<p>As vítimas foram identificadas como Thaíssa e Juninho. De acordo com relatos de testemunhas, ribeirinhos encontraram o bote à deriva. O homem estava com as mãos amarradas, enquanto a mulher apresentava marcas de tiros e estava caída sobre o banco da embarcação.</p>
<p>Fontes locais informaram que Thaíssa teria dívidas com traficantes em Manaus e se mudou para Tefé na tentativa de escapar das ameaças. A polícia investiga se a execução tem ligação com o crime organizado que atua na região.</p>
<p>O modus operandi do assassinato é semelhante ao de outros crimes recentes atribuídos a facções criminosas no interior do estado.</p>
<h3>CENAS FORTES. VEJA O VÍDEO AQUI!!!</h3>
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		<title>Agiota é presa em Manaus após cobrar dívida de R$ 10 mil</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 15:37:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 28º Distrito Integrado de Polícia (DIP), cumpriu, na terça-feira (04/11), mandado de prisão preventiva contra uma mulher de 36 anos pelo crime de extorsão qualificada. A prisão ocorreu no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona leste de Manaus. De acordo com o delegado Frank de Freitas, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 28º Distrito Integrado de Polícia (DIP), cumpriu, na terça-feira (04/11), mandado de prisão preventiva contra uma mulher de 36 anos pelo crime de extorsão qualificada. A prisão ocorreu no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona leste de Manaus.</p>
<p>De acordo com o delegado Frank de Freitas, a mulher compareceu à delegacia sem saber da existência do mandado em seu nome. Na ocasião, a equipe de investigação deu cumprimento à ordem judicial, decretada em 22 de outubro deste ano.</p>
<h4>Dívida de R$ 10 mil</h4>
<p><em><strong>“As investigações apontam que a mulher, em parceria com um homem, concedia empréstimos com juros abusivos a pessoas em situação de vulnerabilidade financeira. Uma das vítimas contraiu um empréstimo de R$ 1,5 mil e se viu na obrigação de pagar R$ 4,8 mil. O valor corresponde a juros de 220% sobre o valor original”</strong></em>, informou o delegado.</p>
<p>Ainda de acordo com Frank de Freitas, sem conseguir quitar a dívida, a vítima passou a ser alvo de ameaças, inclusive em seu local de trabalho, onde o comparsa da autora chegou a usar a força física contra ela. O episódio gerou sua demissão e aumentou a dívida para R$ 10 mil, valor 567% superior ao empréstimo inicial.</p>
<p><em><strong>“Após a denúncia, os autores ameaçaram a vítima para que não prosseguisse com as acusações, o que motivou o pedido de prisão preventiva. O crime de extorsão, além de envolver juros abusivos, ocorreu com grave ameaça, caracterizando uma conduta de alta periculosidade”</strong></em>, acrescentou o delegado.</p>
<p>A mulher responderá pelo crime de extorsão qualificada, passará por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça.</p>
<p>As investigações continuam para localizar o comparsa, Marcos Paulo de Castro Livino, que também teve a prisão decretada. Quem tiver informações sobre seu paradeiro pode denunciar pelos números:</p>
<ul>
<li>(92) 99401-4868, disque-denúncia do 28º DIP</li>
<li>197 ou (92) 3667-7575, da Polícia Civil</li>
<li>181, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM)</li>
</ul>
<p>“A identidade do informante será mantida em sigilo”, garantiu o delegado.</p>
<p><em>FOTOS: Divulgação/PC-AM</em></p>
</div>
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		<item>
		<title>Comissão da Alerj quer venda do Maracanã para pagar dívida do RJ</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comissao-da-alerj-quer-venda-do-maracana-para-pagar-divida-do-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 21:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na última quarta-feira (22) a inclusão do Complexo do Maracanã em uma lista de imóveis que pertencem ao governo estadual e podem ser vendidos. Além do estádio – que já recebeu duas finais de Copa do Mundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong>Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)</strong> da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) <strong>aprovou</strong> na última quarta-feira (22) <strong>a inclusão do Complexo do Maracanã em uma lista de imóveis que pertencem ao governo estadual e podem ser vendidos</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comissao-da-Alerj-quer-venda-do-Maracana-para-pagar-divida.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comissao-da-Alerj-quer-venda-do-Maracana-para-pagar-divida.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além do estádio – que já recebeu duas finais de Copa do Mundo (1950 e 2014) ─, o <strong>complexo inclui a chamada Aldeia Maracanã</strong>, um prédio histórico em ruínas onde funcionou o Museu do Índio e atualmente ocupado por algumas famílias indígenas.</p>
<p>O Projeto de Lei Complementar 40/2025, de autoria do Poder Executivo, listou 48 imóveis que deveriam ser vendidos, com um duplo efeito: cortar gastos de manutenção e arrecadar receitas para os cofres públicos. <strong>Na listagem original, não constava o Maracanã</strong>, localizado na zona norte da capital fluminense.</p>
<p>O projeto afirma que “parcela substancial” dos imóveis se encontra desocupada. Na justificativa do projeto, o governador Cláudio Castro diz que a medida é motivada pela “necessidade de adoção de medidas de racionalização do ativo imobiliário e na melhoria da gestão do patrimônio imóvel estadual”.</p>
<h2>Contas públicas</h2>
<p>Castro acrescenta que o governo enfrenta “enormes desafios” para manter imóveis, “desembolsando dispendiosos recursos para garantia da guarda e conservação dos bens”.</p>
<p>O governador cita o Regime de Recuperação Fiscal – acordo entre a União e estados em grave desequilíbrio financeiro – como outro motivador.</p>
<p>“Torna-se imperiosa a redução de despesas de custeio de manutenção da máquina pública, de modo que a alienação de imóveis não afetados ao uso público em muito contribuirão neste sentido, além de impulsionar o ingresso de receita aos cofres estaduais”.</p>
<p>O projeto determina que o preço mínimo de venda dos imóveis será o valor de mercado, baseado em “laudo de avaliação elaborado por profissionais habilitados”.</p>
<h2>Mudança na Alerj</h2>
<p>Quando a proposta chegou à CCJ, os deputados fizeram alterações nos endereços e incluíram, entre outros, o Complexo do Maracanã. <strong>A lista final da comissão chega a 62 imóveis</strong>.</p>
<p>O presidente da CCJ e líder do governo na Alerj, deputado estadual Rodrigo Amorim (União Brasil), é um dos defensores da inclusão do Maracanã na lista de bens à venda.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> pediu comentários ao parlamentar, mas não recebeu resposta até a conclusão da reportagem. Pelas <a href="https://www.instagram.com/p/DQIUJxngEuE/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">redes sociais</a>, Amorim comentou a emenda da CCJ:</p>
<p>“Nosso objetivo é simples: reduzir gastos com imóveis públicos subutilizados, gerar receita e cumprir a finalidade social da propriedade prevista na Constituição Federal”, escreveu.</p>
<p>Amorim indicou ainda um <em>link</em> para uma reportagem, na qual classifica o Maracanã como um “elefante branco” e afirma que a Aldeia Maracanã está em “situação precária e sem uso social definido&#8221;.</p>
<p>O deputado estadual Flavio Serafini (PSOL) é opositor ao projeto. Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o gabinete do parlamentar confirmou que ele atuará para tentar derrubar a venda do Complexo Maracanã. Para o deputado oposicionista, o estádio é o <strong>principal equipamento esportivo do país</strong> e tem forte identificação com a identidade do morador do Rio.</p>
<p>Sobre a Aldeia Maracanã, Serafini entende que o local deve ser preservado e receber mais investimentos, para se transformar em um centro de referência internacional dos povos originários.</p>
<p>Para passar a valer, a<strong> proposta precisará ainda ser aprovada pelo plenário da Alerj e sancionada pelo governador</strong>.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>pediu um posicionamento do governo estadual sobre a mudança feita pela CCJ e espera retorno.</p>
<h2>Estádio</h2>
<p><strong>O Maracanã funciona atualmente sob regime de concessão privada, comandada por uma empresa que representa um consórcio formado pelos clubes Flamengo e Fluminense</strong>. O contrato foi assinado em 2024, vale por 20 anos e inclui o ginásio Maracanãzinho.</p>
<p>Os clubes pagaram R$ 20 milhões para vencer uma disputa pública e se comprometeram a investir R$ 186 milhões até o fim de concessão.</p>
<p>Flamengo e Fluminense realizam jogos na arena esportiva e arrecadam recursos com a venda de ingressos e de espaços publicitários e a receita de bares.</p>
<p>Procurada pela<strong> Agência Brasil</strong>, a Fla-Flu Serviços S.A., que administra o estádio, informou que “a Gestão Fla-Flu tem contrato de 20 anos de concessão do estádio e irá cumpri-lo”.</p>
<h2>Aldeia Maracanã</h2>
<p>O governo do Rio de Janeiro sustenta que a Aldeia Maracanã está ocupada por famílias indígenas de forma ilegal. A disputa pela posse é marcada por decisões judiciais.</p>
<p>Em 2013, indígenas e ativistas que os apoiavam foram retirados do terreno, depois de uma operação da Polícia Militar. A área foi reocupada pelas famílias após o término dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>pediu comentários ao advogado das famílias indígenas e espera retorno.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/comissao-da-alerj-quer-venda-do-maracana-para-pagar-divida-do-rj</p>
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		<title>S&#038;P mantém nota da dívida brasileira e não prevê mudanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 23:57:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência de classificação de risco S&#38;P Global, antiga Standard &#38; Poor’s, manteve a nota da dívida pública brasileira dois níveis abaixo do grau de investimento. A agência reafirmou a perspectiva estável da classificação, indicando que não pretende mudar a nota nos próximos meses. O grau de investimento representa a garantia de que um país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A agência de classificação de risco S&amp;P Global, antiga <em>Standard &amp; Poor’s</em>, manteve a nota da dívida pública brasileira dois níveis abaixo do grau de investimento. A agência reafirmou a perspectiva estável da classificação, indicando que não pretende mudar a nota nos próximos meses.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/SP-mantem-nota-da-divida-brasileira-e-nao-preve-mudancas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/SP-mantem-nota-da-divida-brasileira-e-nao-preve-mudancas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O grau de investimento representa a garantia de que um país não corre o risco de dar calote na dívida pública.</p>
<p><strong>Em comunicado, a S&amp;P informou esperar um aumento na dívida líquida do governo em decorrência de déficits fiscais elevados. No entanto, a desaceleração da economia num cenário de juros elevados deve reduzir o déficit nas contas externas do país, compensando as preocupações fiscais.</strong></p>
<p>“Nossa perspectiva estável equilibra a fraqueza do perfil fiscal do Brasil com os pontos fortes de sua política externa e monetária&#8221;, afirma a agência. As exportações de <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional), informou o comunicado, ajudarão a diminuir a necessidade de financiamentos externos.</p>
<p>Na avaliação da S&amp;P, o arcabouço fiscal em vigor desde 2023 tem problemas para se sustentar no longo prazo. No entanto, as reformas necessárias para reequilibrar as contas públicas, segundo a agência, só serão feitas após as eleições presidenciais de 2026.</p>
<p>Para a agência, os principais problemas para as contas públicas são a estrutura rígida de gastos com expressivos volumes do Orçamento vinculados a gastos obrigatórios e os juros altos. Embora tenha mantido a perspectiva estável, a S&amp;P advertiu que pode reduzir a nota da dívida pública brasileira nos próximos dois anos se não forem feitas reformas após 2026.</p>
<blockquote>
<p>“Em nossa opinião, as políticas voltadas para a consolidação fiscal promoveriam um ambiente de taxas de juros mais baixas, contribuindo para o crescimento econômico”, destacou a S&amp;P.</p>
</blockquote>
<p>O Ministério da Fazenda não se manifestou sobre a manutenção da nota da dívida brasileira.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>Em dezembro de 2023, a S&amp;P elevou a nota da dívida brasileira de três níveis para dois níveis abaixo do grau de investimento. Em 2018, a classificação estava três níveis abaixo do grau de investimento.</p>
<p>Em relação a outras agências de classificação de risco, em julho de 2023 a Fitch elevou a nota da dívida brasileira para dois níveis abaixo do nível do grau de investimento. A agência considera estável a perspectiva para a nota brasileira, sem a intenção de mudar a classificação nos próximos meses.</p>
<p>Na última sexta-feira (30), a agência de classificação de risco <em>Moody&#8217;s</em> reduziu a perspectiva da nota da dívida soberana brasileira de positiva para estável. Como a nota de crédito do Brasil está um nível abaixo do grau de investimento, a decisão eliminou a possibilidade de o país obter o selo de bom pagador até o fim do governo.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/sp-mantem-nota-da-divida-brasileira-e-nao-preve-mudancas</p>
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		<item>
		<title>Moody’s reduz perspectiva para nota da dívida do governo brasileiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 22:08:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira um nível abaixo do grau de investimento, mas eliminou a chance de alta na classificação nos próximos meses. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (31). A nota do país continua em Ba1, um nível abaixo do grau [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira um nível abaixo do grau de investimento, mas <strong>eliminou a chance de alta na classificação nos próximos meses</strong>. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (31).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A nota do país continua em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento. <strong>No entanto, a perspectiva, que em outubro estava positiva, com chance de elevação nos próximos meses, caiu para estável, sem chance de alteração.</strong> O grau de investimento representa a garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública.</p>
<p>Em seu comunicado, a agência mencionou os esforços de consolidação fiscal, incluindo o cumprimento das metas de resultado primário. <strong>No entanto, a Moody’s avalia que o avanço de reformas para enfrentar a rigidez orçamentária e fortalecer a credibilidade da política fiscal está mais lento do que o esperado em outubro de 2024, quando foi feita a avaliação anterior.</strong></p>
<p>A agência sugeriu medidas, como a desvinculação de receitas, a desindexação de benefícios sociais do salário mínimo ou a reforma dos benefícios da seguridade social para criar espaço fiscal e permitir uma possível melhora da nota de crédito do país. A Moody’s alertou que, se os esforços para o reequilíbrio das contas públicas forem revertidos ou se mostrarem menos efetivos que o esperado, há o risco de mudar a perspectiva da nota brasileira para negativa.</p>
<h2>Resposta</h2>
<p><strong>Em nota, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que o governo está empenhado em melhorar as contas públicas, esforçando-se para aumentar a arrecadação e segurar gastos. </strong>“O Ministério da Fazenda reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos resultados fiscais e com o aprofundamento do processo de reformas estruturais, essenciais para garantir o maior crescimento econômico de longo prazo e assegurar o equilíbrio das contas públicas”, destacou o comunicado.</p>
<p>O Tesouro ressaltou a importância das articulações entre o governo e o Congresso Nacional para a continuidade da aprovação de reformas. “Esse processo tem ocorrido – e continuará ocorrendo – por meio do trabalho conjunto entre o Poder Executivo e o Congresso Nacional, que demonstraram eficácia ao aprovar diversas medidas relevantes, incluindo uma ampla reforma tributária”, prosseguiu o Tesouro, na nota.</p>
<p>Desde outubro do ano passado, a Moody’s classifica o país um nível abaixo do grau de investimento. A nota é melhor que a de outras agências.</p>
<h2>Classificação</h2>
<p>Em julho de 2023, a Fitch elevou a nota brasileira para dois níveis abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável. Em dezembro de 2023, a S&amp;P Global também elevou a classificação do país para dois níveis abaixo do grau de investimento.<br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro</p>
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		<item>
		<title>Dívida Pública sobe 1,44% em abril e supera R$ 7,6 tri</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/divida-publica-sobe-144-em-abril-e-supera-r-76-tri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 19:01:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pela primeira vez na história, a Dívida Pública Federal (DPF) ultrapassou a marca de R$ 7,6 trilhões, impulsionada pelos juros. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 7,508 trilhões em março para R$ 7,617 trilhões no mês passado, alta de 1,44%. Em junho do ano passado, o indicador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Pela primeira vez na história, a Dívida Pública Federal (DPF) ultrapassou a marca de R$ 7,6 trilhões, impulsionada pelos juros. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 7,508 trilhões em março para R$ 7,617 trilhões no mês passado, alta de 1,44%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Divida-Publica-sobe-144-em-abril-e-supera-R-76.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Divida-Publica-sobe-144-em-abril-e-supera-R-76.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em junho do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 7 trilhões.</strong> <strong>Mesmo com a alta em abril, a DPF continua abaixo do previsto.</strong> De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no início de fevereiro, o estoque da DPF deve encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões.</p>
<p><strong>A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 1,55%, passando de R$ 7,199 trilhões em março para R$ 7,31 trilhões em abril.</strong> No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 41,42 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis atrelados a índice de preços. A alta foi reforçada pela apropriação de R$ 70,3 bilhões em juros.</p>
<p><strong>Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública.</strong> Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.</p>
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<p>No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 204,46 bilhões em títulos da DPMFi. Com o alto volume de vencimentos em abril de títulos prefixados (com juros definidos no momento da emissão), os resgates somaram R$ 163,04 bilhões.</p>
<p><strong>A Dívida Pública Federal externa (DPFe) caiu 1,1%, passando de R$ 309,54 bilhões em março para R$ 306,13 bilhões em abril.</strong> O principal fator foi a queda de 1,42% do dólar no mês passado.</p>
<h2>Colchão</h2>
<p><strong>Após uma queda em março, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) recuperou-se fortemente.</strong> Essa reserva passou de R$ 869 bilhões em março para R$ 904 bilhões no mês passado, chegando ao maior nível desde agosto. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado.</p>
<p><strong>Atualmente, o colchão cobre 8,57 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,365 trilhão em títulos federais.</strong></p>
<h2>Composição</h2>
<p>Com o forte vencimento de títulos prefixados, a composição da DPF mudou. A fatia dos papéis prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) caiu de 21,51% em março para 20,23% em abril. O PAF prevê que o indicador feche 2025 entre 19% e 23%.</p>
<p>Normalmente, os papéis prefixados indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeriam a administração da dívida do governo.</p>
<p>A proporção dos papéis atrelados à Selic subiu de 46,38% em março para 47,3% em abril. O PAF prevê que o indicador feche 2025 entre 48% e 52%. Esse papel está atraindo o interesse dos compradores por causa das recentes altas da Taxa Selic.</p>
<p><strong>A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF subiu levemente, passando de 28,01% para 28,46%.</strong> O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 24% e 28%.</p>
<p>Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública caiu de 4,11% para 4,01%. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2025, entre 3% e 7%.</p>
<h2>Prazo</h2>
<p><strong>O prazo médio da DPF subiu de 4,12 para 4,17 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses.</strong> Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.</p>
<h2>Detentores</h2>
<p><strong>As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 30,5% de participação no estoque.</strong> Os fundos de pensão, com 23,9%, e os fundos de investimento, com 22,1%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.</p>
<p>Mesmo com a instabilidade no mercado externo, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu de 9,6% em março para 9,7% em abril. Em novembro, o percentual estava em 11,2% e tinha atingido o maior nível desde março de 2018, quando a fatia dos estrangeiros na dívida pública estava em 11,2%. Os demais grupos somam 14,1% de participação.</p>
<p><strong>Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros.</strong> Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/divida-publica-sobe-144-em-abril-e-supera-r-76-tri</p>
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