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	<title>Diversificação - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Especialistas defendem diversificação nas parcerias comerciais</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2025 13:33:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da área de economia e de relações internacionais veem como positivos os investimentos de R$ 27 bilhões no Brasil anunciados pela China na segunda-feira (12). O valor abrange a indústria automotiva, energia renovável, tecnologia, mineração, saúde, logística e alimentos. Há ponderações, porém, de que o governo brasileiro deve investir mais na diversificação de parcerias [&#8230;]]]></description>
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<p>Pesquisadores da área de economia e de relações internacionais veem como positivos os investimentos de R$ 27 bilhões no Brasil anunciados pela China na segunda-feira (12). O valor abrange a indústria automotiva, energia renovável, tecnologia, mineração, saúde, logística e alimentos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Há ponderações, porém, de que o governo brasileiro deve investir mais na diversificação de parcerias com outros países, em um contexto crescente de tensões e conflitos comerciais impulsionados pelos Estados Unidos.</strong></p>
<p>“Os acordos são importantes, uma vez que favorecerão principalmente quatro setores da economia brasileira: infraestrutura, energia, tecnologia e agronegócio. Esses quase R$ 30 bilhões estão entre os maiores investimentos chineses no mundo nos últimos anos e um dos maiores que o Brasil já recebeu do exterior nas últimas décadas”, avalia o professor de Relações Internacionais da ESPM Roberto Uebel.</p>
<p>O anúncio dos investimentos foi feito no Seminário Empresarial China-Brasil, em Pequim, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de autoridades brasileiras e chinesas, e de mais de 700 empresários dos dois países.</p>
<blockquote>
<p>“É um acordo interessante que está sendo construído com os chineses. É um movimento concreto na hora em que o [presidente dos EUA, Donald] Trump faz um tarifaço e cria situação de instabilidade nos mercados globais para várias economias”, segundo a professora de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Cristina Helena Mello.</p>
</blockquote>
<p>“Imagino que Trump deva olhar para o Brasil com alguns cuidados, e a gente espera que haja possibilidade de nova negociação e aproximação com os Estados Unidos, de forma propositiva e não de subordinação”.</p>
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    <!-- END scald=424454 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=424454-->Cristina Helena Mello, professora de economia da PUC-SP, considera interessante o acordo que está sendo construído com os chineses &#8211; Foto: <strong>Cristina Helena/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=424454--></h6>
</p>
</div>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), os investimentos chineses de R$ 27 bilhões devem ser direcionados da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>R$ 6 bilhões da montadora de veículos GWM para expansão de suas operações e exportações para a América do Sul e México;</li>
<li>R$ 5 bilhões da Meituan, que promete gerar 100 mil empregos indiretos no setor de delivery;</li>
<li>R$ 3 bilhões da CGN em um hub de energia renovável no Piauí;</li>
<li>R$ 5 bilhões da Envision na criação do primeiro Parque Industrial Net-Zero da América Latina;</li>
<li>R$ 3,2 bilhões da Mixue, com previsão de 25 mil empregos até 2030 com abertura de lojas de sucos e outras bebidas;</li>
<li>R$ 2,4 bi da Baiyin, com a aquisição da mina de cobre Serrote em Alagoas;</li>
<li>R$ 1 bilhões da DiDi, em infraestrutura de recarga para veículos elétricos;</li>
<li>R$ 650 milhões da Longsys em semicondutores;</li>
<li>R$ 350 milhões da parceria da Nortec Química com três empresas chinesas no setor farmacêutico.</li>
</ul>
<h2>Relações comerciais</h2>
<p><strong>De acordo com a Apex, 4,5% de tudo que a China importa sai do Brasil.</strong> E 25% de tudo o que o Brasil importa vem da China. O país asiático é o principal parceiro brasileiro. Em 2024, o comércio entre os países atingiu quase US$ 160 bilhões.</p>
<p>Foram US$ 94,4 bilhões em exportações brasileiras e US$ 63,6 bilhões em importações, um superávit de US$ 30,7 bilhões, 41,4% do saldo comercial total do Brasil. </p>
<p><strong>O país é o maior fornecedor para a China de produtos essenciais como soja, carnes bovina e de aves, celulose, algodão e açúcar.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Seria importante que a gente melhorasse o perfil daquilo que a gente exporta para a China. Exportamos produtos primários, da agricultura e da extrativa mineral. Há pouco espaço para a entrada de produtos manufaturados brasileiros. Acho que isso é um ponto de atenção”, alerta a economista da PUC-SP Helena Mello.</p>
</blockquote>
<p>“Também precisamos muito desenvolver a capacidade de logística brasileira de escoamento de produtos para exportação. Isso nos garantiria posição de liderança em alguns mercados que hoje estão concentrados nas mãos dos Estados Unidos e outros mercados que nós competimos, mercados de grãos e de proteína animal”, complementa.</p>
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    <!-- END scald=424453 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=424453-->Professor de relações internacionais Roberto Uebel alerta que Brasil precisa ter muito cuidado ao se aproximar da China nesse contexto de guerra tarifária &#8211; Foto: <strong>Roberto Uebel/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=424453--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Para o professor de relações internacionais Roberto Uebel, é importante que o Brasil valorize as relações comerciais com a China, mas mantenha o histórico de diversificação de parcerias.</strong></p>
<p>“O Brasil precisa ter muito cuidado ao se aproximar da China nesse contexto de guerra tarifária, de não prejudicar as relações com os Estados Unidos. Precisa continuar diversificando parcerias para reduzir a dependência não só com os Estados Unidos, mas também com a China. Parcerias com o sudeste asiático, Índia, Japão. Esses dois últimos, que o presidente Lula visitou no começo do ano”, defende Uebel.</p>
<p>A lógica é compartilhada pelo professor Luís Renato Vedovato, da Universidade de Campinas (Unicamp).</p>
<blockquote>
<p>“É muito importante que o Brasil vá por um caminho seguro, se afastando das instabilidades que se colocam no horizonte. Por isso, a aproximação do Brasil com a China é sempre bem relevante. Como é importante o acordo do Brasil com o Mercosul e a União Europeia. Quanto mais irrigado estiver o país comercialmente, mais resiliência ele terá para enfrentar o futuro”, avalia Vedovato.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais</p>
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		<title>Lula diz que Estado precisa investir para diversificar a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 02:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Diversificação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, disse hoje (14) que pretende fazer investimentos governamentais para induzir a diversificação da economia. “Nós vamos colocar recursos para alavancar um novo modelo de desenvolvimento nesse país que leve em conta a criatividade do ser humano”, disse ao discursar em um evento que reuniu representantes de cooperativas de todo o país na capital paulista.</p>
<p>Segundo Lula, é preciso apoiar atividades e formas de organização que sejam capazes de oferecer oportunidades de trabalho para a população. “Nós temos que acreditar em outras formas de organização. E o Estado tem que estar pronto para criar as condições para que essas coisas deem certo, se não, a gente não vai gerar emprego para ocupar essa imensa maioria de jovens que se forma, que estudam e querem entrar no mercado de trabalho e não têm oportunidade”.</p>
<p>Essa nova posição do Estado é necessária, na visão do candidato, em um cenário em que as rápidas mudanças tecnológicas estão acabando com várias postos de trabalho em atividades econômicas tradicionais. “Os avanços tecnológicos não criam mais empregos para a gente. Eles geram mais produtividade, mais riqueza, capacidade produtiva, mais condições de ganhar dinheiro e acumular na mão de uma pessoa só, diminuindo o número de pessoas que faziam os trabalhos manuais”, disse.</p>
<p>Nesse contexto, Lula acredita que, sem a intervenção do governo, não será possível criar alternativas que absorvam essa mão de obra. “O Estado vai ter que ter um novo papel. Nós vamos ter que discutir qual é o papel do Estado para garantir emprego”.</p>
<p>Trabalho que, de acordo com Lula, deve permitir que as famílias tenham qualidade de vida. “Nós precisamos discutir como é que nós vamos criar trabalho para o povo brasileiro. Como nós vamos criar trabalho para as mulheres e para os homens que querem estudar, trabalhar e ter certeza que vão construir famílias, vão ter casa para morar e viver uma vida digna”.</p>
<p>Lula ressaltou que o papel do Estado é de dar condições para o sucesso das empreitadas feitas a partir da criatividade e organização da sociedade. “Uma cooperativa só pode dar certo se for resultado da consciência das pessoas que querem criar a cooperativa”, exemplificou. Em seguida, ressaltou como o governo, na sua opinião, deve atuar: “O papel do Estado é de, no início, alavancar, com recursos financeiros, o primeiro dia a dia dessa gente, para que eles comecem a produzir de verdade, comecem a vender e comecem a fazer a economia da cooperativa crescer”.</p>
<p>Lula também disse que pretende recriar o Ministério do Desenvolvimento Agrário, assim como as pastas da Cultura, Micro Pequena Empresa e Segurança Pública.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Mourão defende diversificação de parcerias com países árabes</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mourao-defende-diversificacao-de-parcerias-com-paises-arabes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 00:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Diversificação]]></category>
		<category><![CDATA[mourao]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; O vice-presidente Hamilton Mourão defendeu hoje (4), na capital paulista, a ampliação das parcerias entre países árabes e o Brasil. “Temos que deixar de nos olhar como meros supermercados. Cada um vem no país do outro e compra aquele produto que está na prateleira”, comparou. Ele participou do encerramento do Fórum Econômico Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Política &#8211; O vice-presidente Hamilton Mourão defendeu hoje (4), na capital paulista, a ampliação das parcerias entre países árabes e o Brasil. “Temos que deixar de nos olhar como meros supermercados. Cada um vem no país do outro e compra aquele produto que está na prateleira”, comparou. Ele participou do encerramento do Fórum Econômico Brasil &amp; Países Árabes, que reúne líderes empresariais e políticos de 22 países árabes.</p>
<p>“Observamos que cerca de 80% das vendas brasileiras para mercados árabes são de commodities agrícolas, enquanto aproximadamente 90% de nossas importações desses mesmos mercados correspondem a combustíveis minerais, adubos e fertilizantes, insumos essenciais para a nossa produção agrícola”, exemplificou o vice-presidente.</p>
<p>Ele avalia que há espaço, portanto, para diversificação do comércio e dos serviços com o Brasil. “Precisamos subir a escada desse relacionamento e avançar nas áreas de tecnologia, investimento e nos tornarmos realmente parceiros estratégicos”, apontou.</p>
<p>Mourão destacou também que as exportações brasileiras para as nações árabes crescem desde 2003 e que, se tomadas em seu conjunto, seriam o terceiro principal parceiro comercial do Brasil para as exportações e o quinto para as importações. “O Brasil tornou-se o maior produtor de proteína halal do mundo e trabalha para fornecer outros produtos adaptados aos costumes e tradições da religião islâmica”, acrescentou.</p>
<p>Para o vice-presidente, as parcerias comerciais com o mundo árabe ganham um “sentido estratégico” diante dos impactos das sucessivas crises observadas no século 21, que incluem o “o crash financeiro de 2008, a instabilidade política em diferentes regiões do planeta, os desastres ambientais cada vez mais frequentes, a tensão geopolítica entre as duas maiores economias do mundo e, obviamente, a pandemia da covid-19”.</p>
<p>“Precisamos trabalhar em parceria, em favor de iniciativas que nos tragam benefícios mútuos, com maior resiliência e segurança para as nossas nações”, propôs. Mourão destacou ainda a eclosão do conflito entre a Rússia e a Ucrânia como mais um fato que cria instabilidade no mundo. “A Câmara de Comércio Árabe Brasileira tem contribuído para que setores público e privado trabalhem com sinergia para identificar e explorar essas oportunidades”.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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