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		<title>Lula faz balanço de ações e desafios: &#8220;povo brasileiro é vencedor&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 00:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento em rede nacional nesta quarta-feira (25) no qual se dirigiu à população para desejas boas festas, mas também para fazer um balanço sobre as ações realizada pelo governo este ano e os desafios para 2026. &#8220;E quando os fogos brilharem no céu, na noite do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento em rede nacional nesta quarta-feira (25) no qual se dirigiu à população para desejas boas festas, mas também para fazer um balanço sobre as ações realizada pelo governo este ano e os desafios para 2026.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-faz-balanco-de-acoes-e-desafios-povo-brasileiro-e.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-faz-balanco-de-acoes-e-desafios-povo-brasileiro-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;E quando os fogos brilharem no céu, na noite do dia 31, estará encerrado um ano histórico no Brasil. Um ano difícil, com muitos desafios, mas um ano em que todos que torceram ou jogaram contra o Brasil acabaram perdendo. Um ano em que o povo brasileiro sai como o grande vencedor&#8221;, destacou o presidente.<br /> <br /><strong>Entre as conquistas elencadas por Lula está a saída do Brasil do Mapa da Fome, a retomada do Bolsa Família, o fortalecimento da agricultura familiar e a valorização do salário mínimo.</strong></p>
<p>&#8220;Investimos muito na geração de empregos e na alimentação nas escolas&#8221;, ressaltou o presidente, para quem outra grande vitória foi o fim do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil reais por mês.<br /> <br />&#8220;Para milhões de brasileiras e brasileiros, o último dia do ano também será o último dia com Imposto de Renda descontado no salário. A partir de janeiro, com o fim do IR, milhões de famílias terão um dinheiro extra todos os meses. Isso vai aliviar as contas, aquecer ainda mais a economia e beneficiar o país inteiro.&#8221;</p>
<h2>Emprego</h2>
<p>Na área de saúde, Lula mencionou o programa Agora Tem Especialistas, lançado este ano para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias no SUS. Os programas Pé-de-Meia, Gás do Povo e Luz do Povo também foram citados no pronunciamento.</p>
<p>&#8220;O Minha Casa Minha Vida voltou, alcançou a classe média, e está chegando também o Reforma Casa Brasil. Porque moradia digna é um direito fundamental, que tem que ser garantido&#8221;, defendeu o presidente.</p>
<p><strong>A Transposição do Rio São Francisco e as obras do Novo PAC foram lembradas. No contexto econômico, Lula comemorou o encerramento do ano com a menor taxa de desemprego da história, os recordes no emprego com carteira assinada e na renda média dos trabalhadores.</strong></p>
<p>&#8220;E a inflação acumulada será a menor de todos os tempos. Graças a esses avanços, temos os menores índices de pobreza e desigualdade da história. E só neste ano, dois milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família porque melhoraram de renda.&#8221;</p>
<p>A nova Carteira Nacional de Habilitação do Brasil também foi destacada pelo presidente. A expectativa é de que a carteira de motorista fique até 80% mais barata e muito mais acessível.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Entre os desafios para 2026, Lula citou o crime e a violência. Ele elogiou as operações contra o crime organizado realizadas pela Polícia Federal e disse pela primeira vez o &#8220;andar de cima&#8221; foi atingido</p>
<p><strong>&#8220;Nenhum dinheiro ou influência vai impedir a Polícia Federal de ir adiante&#8221;, afirmou o presidente, que aproveitou para se manifestar sobre a violência contra as mulheres.</strong><br /> <br />&#8220;Vou liderar um grande esforço nacional envolvendo ministérios, instituições e toda a sociedade brasileira. Nós que somos homens devemos fazer um compromisso de alma. Em nome de tudo que é mais sagrado, seja um aliado.&#8221;</p>
<h2>Internacional</h2>
<p>No âmbito internacional, Lula destacou que o Brasil voltou a ser respeitado e admirado pelo mundo. Cerca de 9 milhões de turistas estrangeiros visitaram o país no ano da COP30, em Belém do Pará, o maior evento climático do mundo.<br /> <br />&#8220;A COP30 foi um sucesso e consolidou o Brasil como liderança global no tema mais importante deste século. Mas também enfrentamos um desafio inédito: o Tarifaço contra o Brasil. Mas mostramos ao Brasil e ao mundo que somos do diálogo, da fraternidade e não fugimos da luta.&#8221;<br /> <br /><strong>O presidente ressaltou a aposta na diplomacia e nas medidas de proteção das empresas para evitar as demissões.</strong></p>
<p>&#8220;Negociamos o fim do tarifaço, e ultrapassamos, agora em dezembro, a marca de 500 novos mercados abertos aos nossos produtos. Nossa soberania e nossa democracia saíram vencedoras e o povo brasileiro venceu.&#8221;</p>
<h2>Escala 6&#215;1</h2>
<p>No encerramento do discurso, Lula disse que seguirá combatendo &#8220;privilégios de poucos para garantir direitos de muitos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não é justo que uma pessoa seja obrigada a trabalhar duro durante seis dias. E que tenha apenas um dia para descansar o corpo e a cabeça, passear com a família, cuidar da casa, se divertir e acompanhar de perto o crescimento dos filhos&#8221;, afirmou o presidente.</p>
<p>&#8220;O fim da escala 6&#215;1, sem redução de salário, é uma demanda do povo que cabe a nós, representantes do povo, escutar e transformar em realidade.&#8221;</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/lula-pronunciamento-natal</p>
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		<item>
		<title>No Dr com Demori, historiador analisa política e desafios para 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 10:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
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					<description><![CDATA[O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa DR com Demori. Na entrevista, o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na TV Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O cientista político Juliano Medeiros é o próximo convidado do programa <em>DR com Demori</em>. </strong>Na entrevista, <strong>o historiador analisa a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o cenário para as eleições de 2026</strong>. Além disso, ele defende a importância da agenda climática. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira (9), na <strong>TV Brasil</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Diretor do Instituto Futuro, iniciativa voltada à renovação das ideias progressistas e ao combate à desigualdade social, Juliano Medeiros tem uma trajetória política ligada aos movimentos sociais. Foi presidente nacional do PSOL entre 2017 e 2023.</p>
<p><strong>Por isso, comenta que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro não representa o fim “do bolsonarismo no país”</strong>. “Vai se reinventar. Talvez a extrema direita assuma outro nome [&#8230;], mas a verdade é que é um marco importante, porque, em outros países, as instituições não conseguiram dar essa resposta”, diz.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446464:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/No-Dr-com-Demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/11/2025 Historiador e cientista político, Juliano Medeiros, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=446464 --></div>
<p><h6 class="meta">Historiador e cientista político Juliano Medeiros é o convidado do programa DR com Demori &#8211; <strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446464--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>A agenda climática também fez parte da conversa desta edição do <em>DR com Demori</em></strong>. Ao programa, Juliano Medeiros comenta a dificuldade de trazer o tema ao debate político. “Eu não vejo nenhum outro caminho para combater a desigualdade social que não seja enfrentando a crise climática. Nós temos uma oportunidade, mas, para isso, é preciso pensar um pouquinho fora da caixa”, afirma.</p>
<p>Após a exibição na TV Brasil, o <em>DR com Demori </em>também fica disponível, na íntegra, no <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLuP7SQK7lt1b3Z5q8UyyDusVdhS0WNwOk" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a> e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na <strong>Rádio MEC</strong>, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de <em>podcast </em>no Spotify.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O programa <em>Dando a Real com Leandro Demori</em>, ou simplesmente <em>DR com Demori</em>, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da<strong> TV Brasil</strong>.</p>
<p>Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da <strong>TV Brasil</strong> pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba <a href="https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui</a> como sintonizar.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/no-dr-com-demori-historiador-analisa-politica-e-desafios-para-2026</p>
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		<item>
		<title>Mulheres líderes relatam desafios na busca por equidade na carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 19:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (2), em Brasília, mulheres que ocupam cargos de liderança em empresas e corporações de todo o Brasil debateram a importância do combate às dinâmicas de discriminação e desigualdade de gênero e raça no ambiente de trabalho. Em relatos potentes, elas mostram como a promoção da equidade é capaz de promover resultados econômicos, financeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Nesta terça-feira (2), em Brasília, mulheres que ocupam cargos de liderança em empresas e corporações de todo o Brasil debateram a importância do combate às dinâmicas de discriminação e desigualdade de gênero e raça no ambiente de trabalho. Em relatos potentes, elas mostram como a promoção da equidade é capaz de promover resultados econômicos, financeiros e socioambientais.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Mulheres-lideres-relatam-desafios-na-busca-por-equidade-na-carreira.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Mulheres-lideres-relatam-desafios-na-busca-por-equidade-na-carreira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Vice-presidente de Marketing e Comunicação de Marca de uma montadora de veículos multinacional, Alessandra Souza é líder de uma equipe composta em sua maioria por mulheres de diferentes regiões, raças e tão diversa como o Brasil. Com uma carreira bem sucedida, ela lembra que nem sempre foi assim. “Eu sofria, de forma muito sutil, uma tendência a levar para uma masculinização da minha gestão”, recorda.</p>
<blockquote>
<p>“A minha carreira aconteceu quando eu deixei de tentar ser uma coisa que não sou. Deixei de tentar me encaixar em padrões que não serviam para mim e tão pouco serviam para a organização, tão pouco agregava valor onde eu estava”, diz.</p>
</blockquote>
<p>Assim como Alessandra, a diretora de negócio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, Ana Paula Repezza, atingiu o ápice da carreira ao voltar de uma licença maternidade, com uma experiência que não poderia ser adquirida somente no ambiente corporativo.</p>
<blockquote>
<p>“De fato, a gente se torna líderes melhores quando a gente enfrenta o desafio de conciliar família e trabalho, porque a gente aprende a delegar, a priorizar, a confiar nas pessoas e, o mais importante, a gente aprende a olhar para outras mulheres da forma como a gente quer ser olhada”, destaca.</p>
</blockquote>
<h2>Política pública</h2>
<p><strong>Além do momento de fortalecimento, as duas lideres compartilham o fato de atuarem em empresas que aderiram a 7ªedição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, uma política pública para difusão de novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional e combate às dinâmicas de discriminação e desigualdade de gênero e raça praticadas no ambiente de trabalho.</strong></p>
<p><strong>Promovido pelo Ministério das Mulheres, o programa apoia as boas práticas realizadas nas empresas e organizações e certifica com o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça o compromisso com a igualdade entre mulheres e homens no mundo do trabalho.</strong></p>
<p><strong>O encontro entre as mulheres fez parte de um seminário para apoiar o andamento das ações nas empresas e debater novas estratégias e desafios na construção de ambientes corporativos mais justos, capazes de fazer frente a realidade como a apresentada no 4º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e divulgado no início de novembro.</strong></p>
<p>O documento apontou que mulheres ainda recebem, em média, 21,2% a menos que os homens. Considerando o salário médio nas 54.041 empresas que apresentaram relatório, as mulheres têm remuneração média de R$3.908,76, enquanto o salário médio dos homens é R$ 4.958,43.</p>
<h2>Construção</h2>
<p><strong>Atualmente, 88 empresas das cinco regiões do país estão juntas no Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, em busca da construção de mais ações capazes de enfrentar a desigualdade e a discriminação. Nas sete edições, 246 organizações já aderiram, com nove empresas presentes desde a primeira edição.</strong></p>
<p>Uma delas é a Caixa Econômica Federal, onde Glenda Nóbrega ocupa o cargo de gerente executiva de diversidade e inclusão. Para a executiva, as iniciativas promovidas nas empresas são capazes de mudar todo um ambiente corporativo e gerar mais oportunidades.</p>
<blockquote>
<p>“Tem três coisas que acho muito importantes na minha trajetória. Ter pessoas que me impulsionassem, estar sempre preparada para as oportunidades que surgissem e a empresa ter um ambiente favorável ao nosso crescimento, seja de mulheres, de pessoas pretas de pessoas e PCDs [pessoa com deficiência]&#8221;, relata.</p>
</blockquote>
<p>Para a diretora de administração da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Tereza Cristina de Oliveira, os resultados da política pública vão além, com a possibilidade de transformar pessoas e impactar toda uma sociedade. Mas é necessário que as mulheres que ocupam os cargos de liderança também rompam barreiras e gerem oportunidade a outras.</p>
<p>“Se a gente não tiver a clareza de que as mudanças na sociedade se dão pelo nosso envolvimento, pela nossa luta e pelas nossas escolhas a gente não está fazendo nada enquanto gente, ser humano e pelas mudanças que queremos”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/mulheres-lideres-relatam-desafios-na-busca-por-equidade-na-carreira</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Abin: segurança nas eleições e ataques com IA são desafios para 2026</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/abin-seguranca-nas-eleicoes-e-ataques-com-ia-sao-desafios-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 11:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem tudo é secreto no exercício da atividade que trabalha com informações consideradas secretas para o Estado Brasileiro. Tendo como base os princípios democráticos do país, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgou, nesta terça-feira (2), uma publicação contendo os principais desafios para o próximo ano, no intuito de antecipar as ameaças contra a segurança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Nem tudo é secreto no exercício da atividade que trabalha com informações consideradas secretas para o Estado Brasileiro. Tendo como base os princípios democráticos do país, <strong>a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgou, nesta terça-feira (2), uma publicação contendo os principais desafios para o próximo ano, no intuito de antecipar as ameaças contra a segurança do Estado e da sociedade.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Abin-seguranca-nas-eleicoes-e-ataques-com-IA-sao-desafios.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Abin-seguranca-nas-eleicoes-e-ataques-com-IA-sao-desafios.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A segurança no processo eleitoral e ataques cibernéticos com inteligência artificial (IA) estão entre esses desafios.</strong> Em 2026, os brasileiros vão às urnas para eleições gerais de Presidente da República, governadores, senadores e deputados (federais, estaduais e distritais).</p>
<p>A publicação <em>Desafios de Inteligência Edição 2026</em> ajudará a Abin a cumprir, de forma transparente, seu papel institucional de assessorar a presidência da República na tomada de decisões – inclusive para formular políticas –, bem como para salvaguardar conhecimentos considerados sensíveis para o Estado brasileiro.</p>
<p><strong>O levantamento contou com a ajuda de especialistas de universidades, instituições de pesquisa e agências governamentais, no desenvolvimento de informações relativas a questões como clima, tecnologia, demografia, saúde e migrações, além de análises sobre as situações internacional e regional.</strong></p>
<p>O material detalha cinco desafios para lidar com riscos diretos e indiretos para a segurança do país:</p>
<ul>
<li>Segurança no processo eleitoral;</li>
<li>transição para a criptografia pós-quântica;</li>
<li>ataques cibernéticos autônomos com agentes de inteligência artificial;</li>
<li>reconfiguração das cadeias de suprimento global; e</li>
<li>dependência tecnológica, atores não estatais e interferência externa.</li>
</ul>
<p>O relatório que projetou os riscos para 2025 destacou desafios relacionados ao agravamento da crise climática; às alterações dos padrões populacionais; à aceleração da corrida tecnológica; e ao acirramento da competição entre potências mundiais.</p>
<p>“Ao longo do ano, vimos essas dinâmicas internacionais ganharem mais proeminência”, relatou o diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, durante a apresentação do documento.</p>
<p><strong>Com relação ao contexto geopolítico, Corrêa destacou, na edição 2026, o emprego de instrumentos econômicos como fatores de pressão política; e a escalada de ameaças militares a países latino-americanos – inclusive fronteiriços com o Brasil.</strong></p>
<p>Destacou também a competição acirrada pela dianteira no desenvolvimento e uso da inteligência artificial (IA).</p>
<h2>Contexto</h2>
<p>De acordo com a Abin, o cenário atual é de multipolaridade desequilibrada e desinstitucionalizada, tendo como fator central a competição estratégica entre EUA e China.</p>
<p><strong>A agência acrescenta que a situação mundial atravessa um “período de profunda reconfiguração”, impulsionado por confluências entre clima, demografia e tecnologia, em um cenário de “desestruturação da ordem internacional”.</strong></p>
<p>Tudo isso em meio ao acirramento da competição entre grandes potências.</p>
<h2>Eleições gerais</h2>
<p>Na avaliação da Abin, há ameaças &#8220;complexas e multifacetadas”, no que se refere ao processo eleitoral de 2026.</p>
<p>Essas ameaças têm, como “vetor principal”, tentativas de deslegitimação das instituições democráticas, como as que culminaram na invasão às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, em um cenário de manipulação de massas e disseminação de desinformação em larga escala.</p>
<blockquote>
<p>“Adicionalmente, a integridade do pleito é desafiada pela crescente influência do crime organizado em territórios sob sua influência e pelo risco de interferência externa voltada a desestabilizar o processo eleitoral e favorecer interesses geopolíticos estrangeiros”, diz o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Era digital</h2>
<p>O documento propõe, sob a ótica da atividade de inteligência, que o Estado fique atento também às transições nos domínios do clima, da demografia e da tecnologia, em um contexto marcado pela alta densidade das interações e das interdependências – em especial da energia, da informação e dos transportes.</p>
<p>Sugere, ainda, foco nos “impactos sem precedentes” da Era Digital.</p>
<p>Com relação às questões tecnológicas, o relatório aponta como “desafio nevrálgico” do país a garantia de uma soberania digital.</p>
<p><strong>Entre as dificuldades previstas para se atingir esse objetivo, ela destaca a dependência estrutural de <em>hardwares</em> estrangeiros e a concentração de poder em <em>big techs: </em></strong>“essas empresas monopolizam dados e desafiam estruturas estatais, ameaçando a autonomia decisória nacional”, alerta a Abin.</p>
<p>A agência, no entanto, destaca os avanços do Brasil na área de cibersegurança. O país, segundo ela, vem desenvolvendo tecnologias de ponta, como a do aplicativo de mensagens governamentais, que faz uso de criptografia pós-quântica.</p>
<p>A rápida evolução da IA pode fazer desta ferramenta um “agente ofensivo autônomo, capaz de planejar, executar e adaptar ataques”.</p>
<p>Isso pode, em algum momento, elevar o risco de alguma escalada, fazendo com que incidentes cibernéticos possam resultar em conflitos militares, por exemplo.</p>
<p><strong>A Abin conta com um quadro de especialistas em criptografia, ferramenta que é considerada pilar da soberania digital e da segurança governamental</strong>, em especial no que se refere a comunicações sigilosas e transações digitais.</p>
<p>Diante da evolução tecnológica, a agência antevê riscos que deverão surgir a partir do advento da computação quântica – algo que, no prazo de 5 a 15 anos, tornará obsoleta a atual criptografia de chaves públicas.</p>
<h2>Dependência</h2>
<p><strong>Nesse sentido, a Abin considera urgente uma transição para algoritmos pós-quânticos que não dependam de tecnologias estrangeiras.</strong></p>
<p>A Abin enxerga no domínio digital a “arena central” da competição geopolítica; e as <em>big techs</em> como “vetores de influência de seus Estados-sede”.</p>
<p>“Nesse contexto, a dependência de provedores externos em infraestruturas críticas (nuvem, dados, identidade digital) é uma vulnerabilidade estratégica severa para o Brasil”, destaca a agência ao afirmar que essa dependência tecnológica pode levar à interferência externa. </p>
<p>Como exemplo, a Abin cita a chamada guerra cognitiva, em geral catalisada por alguma desinformação algorítmica. Cita também o risco de espionagem com o objetivo de acessar dados sensíveis. </p>
<h2>Cadeias de suprimentos</h2>
<p>Ainda entre os desafios citados para 2026 está a reconfiguração das cadeias globais de suprimento.</p>
<p>Segundo a agência, essa reconfiguração foi impulsionada por fatores como a ascensão chinesa; a guerra econômica com os EUA; e as vulnerabilidades expostas durante a pandemia da covid-19.</p>
<blockquote>
<p>“A conjuntura atual é marcada por uma desglobalização deliberada, que prevê tarifas agressivas e a desvalorização do dólar, acelerando a queda de sua participação nas transações globais.”</p>
</blockquote>
<p>No caso do Brasil, o país se vê em uma posição de dependência dupla. Uma delas é relacionada à China, país que garante ao Brasil superavit comercial por meio da comercialização de <em>commodities</em>.</p>
<p>A outra dependência é do capital e de tecnologias ocidentais para investimentos, com destaque para os Estados Unidos.</p>
<h2>Clima</h2>
<p>Na avaliação da Abin, as mudanças no clima e nas estruturas populacional e tecnológica geram riscos e também oportunidades.</p>
<p>A agência lembra que o aquecimento global encontra-se em ritmo acelerado, e que 2024 foi o ano mais quente já registrado tendo ultrapassado em 1,5 grau Celsius (ºC) a temperatura média do período pré-industrial.</p>
<p>Lembra também que as catástrofes têm aumentado no Brasil, com incidentes anuais ocorrendo com uma frequência cada vez maior.</p>
<p>Entre os exemplos citados estão a seca amazônica e as inundações no Rio Grande do Sul, ocorridas em 2024.</p>
<blockquote>
<p>“Os impactos setoriais são severos, com perdas anuais de R$ 13 bilhões”, alerta a Abin.</p>
</blockquote>
<h2>Energia e segurança alimentar</h2>
<p>Com o desmatamento da Amazônia e a redução dos chamados “rios voadores”, que distribuem água a outras regiões do país, a situação energética também fica vulnerável.</p>
<p>Nesse caso, as perdas anuais giram na faixa de R$ 1,1 bilhão – o que corresponde a uma perda anual estimada de quase 3,8 mil gigawatts-hora (Gwh).</p>
<p><strong>Ainda em meio às contextualizações apresentadas pela publicação estão os riscos relativos à segurança alimentar: há estimativas de que 46% das pragas agrícolas piorem até o ano de 2100.</strong></p>
<p><strong>Outro desafio é a elevação do nível do mar, que colocará em risco tanto infraestruturas críticas como a população costeira do país.</strong></p>
<h2>Transição demográfica</h2>
<p>O levantamento feito pela Abin cita também o aumento da longevidade da população mundial associado à queda da taxa de fecundidade que, segundo a agência, vai reconfigurar as perspectivas para o futuro.</p>
<p><strong>Outro alerta diz respeito à saída de brasileiros qualificados profissionalmente para viver em outros países, em um contexto de competição por talentos.</strong></p>
<p>Sobre o Brasil ser destino migratório de cidadãos estrangeiros, a Abin avalia que isso vai impor desafios à prestação de serviços essenciais e também à segurança nas fronteiras, além de implicar eventuais riscos advindos do crime transnacional.</p>
<p>O entorno estratégico sul-americano tem se tornado, segundo a Abin, em um “espaço cada vez mais permeável às disputas geopolíticas globais”, com as potências mundiais disputando o controle de recursos estratégicos como lítio, terras raras e petróleo, além dos recursos naturais da Bacia Amazônica.</p>
<p>“A China consolidou-se como principal parceiro comercial, enquanto os EUA têm exercido crescentes pressões por alinhamento, incluindo ameaças militares”, diz o documento.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/abin-seguranca-nas-eleicoes-e-ataques-com-ia-sao-desafios-para-2026</p>
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		<title>Marcos Nobre analisa democracia e desafios da esquerda&#124; Agência Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 11:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista Leandro Demori recebeu o filósofo e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcos Nobre para uma conversa sobre os dilemas da democracia brasileira, o papel das novas tecnologias na política e os desafios do campo progressista.  Presidente do Centro para a Imaginação Crítica do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O jornalista Leandro Demori recebeu o filósofo e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcos Nobre para uma conversa sobre os dilemas da democracia brasileira, o papel das novas tecnologias na política e os desafios do campo progressista. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Marcos-Nobre-analisa-democracia-e-desafios-da-esquerda-Agencia-Brasil.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Marcos-Nobre-analisa-democracia-e-desafios-da-esquerda-Agencia-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Presidente do Centro para a Imaginação Crítica do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e autor do livro Limites da Democracia, vencedor do Prêmio Jabuti, Nobre fez uma análise sobre os rumos da política nacional.</p>
<p>A entrevista, que vai ao ar nesta terça-feira (1º) foi gravada no mesmo dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro se tornou réu por tentativa de golpe de Estado, fato que abriu a conversa. </p>
<blockquote>
<p>“Responsabilizar pessoas que são suspeitas de dar um golpe de Estado é uma coisa muito, muito, muito importante”, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, as instituições brasileiras estão cumprindo um papel que os Estados Unidos, por exemplo, não cumpriram após os ataques ao Capitólio em 2021</strong>. “Isso não foi feito nos Estados Unidos e a gente está vendo a consequência de não se fazer isso, de não responsabilizar pessoas pelos seus eventuais crimes”, disse.</p>
<h2>Bolsonarismo</h2>
<p><strong>O professor destacou que, apesar da queda de mobilização popular nas ruas em torno de Bolsonaro, é um erro subestimar o bolsonarismo. </strong>Nobre explicou a dinâmica do chamado “Partido Digital Bolsonarista”, um ecossistema político que não depende de estrutura partidária tradicional. </p>
<p>“Se você tem um partido digital, por exemplo, você não precisa prestar contas à justiça eleitoral, você tem uma vantagem competitiva enorme”, explicou. Segundo ele, esse sistema cria sensação de participação entre os apoiadores e se articula de forma complementar a partidos como o PL.</p>
<p>A conversa também abordou a ascensão da extrema direita global, com paralelos entre os casos de Donald Trump e Jair Bolsonaro.<strong> Nobre argumentou que é um erro tratar esses personagens como figuras folclóricas. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Não chame o Trump de burro, de louco, de maluco. Essa pessoa sabe muito bem o que ela está fazendo. Simplesmente tome essa pessoa com a seriedade que ela merece, porque ela está reformulando a ordem global internacional”, disse.</p>
</blockquote>
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            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Marcos-Nobre-analisa-democracia-e-desafios-da-esquerda-Agencia-Brasil.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo SP 27/03/2025 Filósofo e cientista Social Marcos Nobre, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=418891-->São Paulo SP 27/03/2025 Filósofo e cientista Social Marcos Nobre, convidado do programa DR com Demori na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil &#8211; <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=418891--></h6>
</p>
</div>
<h2>Esquerda</h2>
<p><strong>Para o filósofo, a esquerda brasileira ainda não conseguiu formular uma imagem de futuro que dispute com a narrativa da extrema direita.</strong></p>
<p>“A extrema-direita tem o hábito de dar golpe, de acabar com a democracia, de fechar tudo… A gente tem que formular um programa do novo progressismo muito rapidamente, enquanto ainda tem eleição, enquanto a gente tem alguma democracia”, afirmou.</p>
<p><strong>Nobre também analisou a fragilidade da coalizão que sustenta o governo Lula.</strong> Ao comentar sobre a chamada “esquerda à esquerda”, o professor afirmou que esses grupos ainda são minoritários eleitoralmente e culturalmente, mas têm papel fundamental na formulação de utopias. </p>
<p>“Dá para dizer hoje que é minoritário em termos eleitorais, minoritário em termos culturais e de hegemonia, mas assim, é sempre muito importante, porque se tem alguém olhando para além do capitalismo, isso é uma coisa que produz justamente um tipo de utopia, um tipo de sonho, que é necessário para alimentar”, acredita. Para ele, é muito importante que essa ala esquerda do progressismo, que é minoritária, continue elaborando coisas que estão “completamente fora da caixa.”</p>
<p><strong>Nobre afirmou ainda que é preciso atuar em três frentes conflitantes simultaneamente: </strong></p>
<ul>
<li>Defender as instituições atuais</li>
<li>Formular um novo programa de enfrentamento à extrema direita</li>
<li>Manter vivas as utopias de longo prazo. </li>
</ul>
<blockquote>
<p>“Como é que eu vou defender a instituição, ao mesmo tempo dizer que ela está caduca, que precisa fazer uma nova, e que essa nova que vai ser feita, ela não é suficiente, porque ela ainda não liberta a gente como a gente quer.  Então, é muito complexo, mas é isso que tem que ser feito, é isso que o momento exige.  Porque a gente sabe que quando a extrema-direita chega ao poder, a guerra, o autoritarismo, são o próximo passo”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>“Está tudo em risco. Então, assim, a gente não pode hesitar nesse momento”, concluiu.</p>
<h2>Onde assistir</h2>
<p>O programa DR com Demori vai ao toda terça-feira, às 23h, na TV Brasil, no aplicativo TV Brasil Play e no <a href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a>. Também é veiculado nas <a href="https://radios.ebc.com.br/?_gl=1*mwtlv*_ga*MjIwNDU5MTI3LjE2OTcwNDM4MTQ.*_ga_TGW7R30M20*MTc0MzQ0NDUyMi4xMDg1LjEuMTc0MzQ0Nzk2My4zNy4wLjA." target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">rádios Nacional FM e MEC</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-03/dr-com-demori-marcos-nobre-analisa-democracia-e-desafios-da-esquerda</p>
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		<item>
		<title>No DR com Demori, economista Juliane Furno analisa desafios globais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/no-dr-com-demori-economista-juliane-furno-analisa-desafios-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 20:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
		<category><![CDATA[Demori]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[economista]]></category>
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					<description><![CDATA[A política monetária dos Estados Unidos, as tensões comerciais internacionais e a situação econômica do Brasil são temas da entrevista do jornalista Leandro Demori desta terça-feira (18) com a economista e escritora Juliane Furno. Conhecida por falar sobre economia de uma maneira que todos compreendem, a entrevistada ressaltou a necessidade de diversificação do debate sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A política monetária dos Estados Unidos, as tensões comerciais internacionais e a situação econômica do Brasil são temas da entrevista do jornalista Leandro Demori desta terça-feira (18) com a economista e escritora Juliane Furno</strong>. Conhecida por falar sobre economia de uma maneira que todos compreendem, a entrevistada ressaltou a necessidade de diversificação do debate sobre os rumos econômicos, para que seja democrático e plural. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/No-DR-com-Demori-economista-Juliane-Furno-analisa-desafios-globais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/No-DR-com-Demori-economista-Juliane-Furno-analisa-desafios-globais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Hoje a gente tem uma hegemonia das ideias liberais, na medida em que há uma hegemonia das ideias liberais, neoliberais, é como se esses teóricos fossem empobrecendo, porque eles não precisam lograr muita capacidade argumentativa, eles não têm interlocutor, então eles podem falar a maior bobagem na televisão e não precisam refinar o seu discurso”, critica.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a economista, há um questionamento global do imperialismo norte americano, impulsionado pelo fortalecimento de países como China, Rússia, Indonésia e Índia. <strong>Ela explica como historicamente os Estados Unidos reagiram a essas ameaças</strong>, a exemplo do que ocorreu em na década de 1970, quando aumentaram drasticamente a taxa de juros para reafirmar o dólar como moeda dominante. </p>
<p>Juliane Furno destaca que, <strong>atualmente, os Estados Unidos enfrentam desafios em três frentes: monetária, com transações internacionais ocorrendo fora do dólar; tecnológica, com a ascensão da China; e militar, com os desdobramentos da guerra na Ucrânia</strong>. No entanto, em vez de adotar uma postura defensiva, o governo norte-americano, especialmente sob o comando de Donald Trump, busca ampliar sua influência global e intensifica disputas comerciais. </p>
<blockquote>
<p>“Os Estados Unidos, quando está acuado, ao invés de atuar na retranca, ficar na defesa, ficar na zaga, ele vai lá atuar no ataque. E é isso que o Trump tem feito”, observa.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center">
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/No-DR-com-Demori-economista-Juliane-Furno-analisa-desafios-globais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 11/02/2025 - Lendro Demori entrevista a economista Juliane Furno no DR com Demori . Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><h6 class="meta rtecenter"><!--copyright=413522-->São Paulo (SP), 11/02/2025 &#8211; Lendro Demori entrevista a economista Juliane Furno no DR com Demori . Foto: <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=413522--></h6>
</p>
</div>
<h2>Protecionismo</h2>
<p>A economista alertou ainda para as consequências de uma política de tarifas protecionistas, destacando que, embora isso possa fortalecer a indústria interna dos Estados Unidos a curto prazo, também gera inflação e afeta diretamente o consumidor, tornando produtos como carros e eletrodomésticos mais caros. </p>
<blockquote>
<p>“Dependendo do grau de inflação deve ser combatido com taxas de juros. E taxas de juros, quanto mais altas, mais capacidade de ela esfriar a dinâmica econômica. Portanto, aumentando o desemprego e reduzindo o crescimento econômico”, explica.</p>
</blockquote>
<p><strong>A entrevistada acredita que o atual cenário de questionamento da hegemonia dos Estados Unidos oferece uma janela histórica para mudanças significativas no sistema econômico global. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Em períodos de maior multilateralidade, são os períodos que se abrem janelas históricas, janelas de possibilidade, se alargam as margens de manobra para que economias sufocadas pela força do imperialismo estadunidense possam se desenvolver. (&#8230;) Eu acho que o Brasil deve barganhar nesse cenário de disputa, principalmente da China e dos Estados Unidos”, conclui.</p>
</blockquote>
<h2>Onde assistir</h2>
<p>O programa Dando a Real com Leandro Demori (DR com Demori) vai ao ar na terça-feira (18), às 23h, na <a href="https://tvbrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">TV Brasil</a>, no <a href="https://www.youtube.com/@tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Youtube</a>, no app <a href="https://play.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">TV Brasil Play</a> e nas rádios <a href="https://radios.ebc.com.br/aovivo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nacional e MEC</a>. </p>
<p>Todos os programas estão disponíveis no <a href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Youtube da TV Brasil</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/no-dr-com-demori-economista-juliane-furno-analisa-desafios-globais</p>
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		<item>
		<title>Drex enfrenta desafios de privacidade em primeira etapa, diz BC</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/drex-enfrenta-desafios-de-privacidade-em-primeira-etapa-diz-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 21:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Moeda virtual em elaboração pelo Banco Central (BC), o Drex enfrentou desafios de manutenção da privacidade, de proteção dos dados e de fiscalização da autoridade monetária na primeira etapa, informou nesta quarta-feira (26) a autoridade monetária. O BC divulgou relatório com os resultados da primeira fase do projeto-piloto da futura versão digital do real. Segundo o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Moeda virtual em elaboração pelo Banco Central (BC), o Drex enfrentou desafios de manutenção da privacidade, de proteção dos dados e de fiscalização da autoridade monetária na primeira etapa, informou nesta quarta-feira (26) a autoridade monetária. <strong>O BC divulgou <a href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/real_digital_docs/piloto/Relatorio_Drex_piloto_fase_1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">relatório</a> com os resultados da primeira fase do projeto-piloto da futura versão digital do real.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Drex-enfrenta-desafios-de-privacidade-em-primeira-etapa-diz-BC.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Drex-enfrenta-desafios-de-privacidade-em-primeira-etapa-diz-BC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o documento, apesar dos avanços para manter o anonimato das transações, as soluções testadas até agora têm limitações na garantia da privacidade e da proteção dos dados. A autoridade monetária admitiu que o Drex tem exigido mais acompanhamento tecnológico que o inicialmente previsto.</p>
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<p>“O foco da primeira fase do projeto foi o de garantir a aderência da plataforma Drex ao arcabouço regulatório e legal voltado à proteção da privacidade e à segurança das transações. O relatório analisa as soluções testadas levantando potenciais e desafios. Conclui-se que é necessário maior aprofundamento para garantir a adequação da plataforma aos requisitos de privacidade, proteção de dados e segurança”, destacou o BC em nota.</p>
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<p>A autoridade monetária ressaltou que o Drex só prosseguirá se as soluções de tecnologia e de arquitetura do sistema da moeda digital resultarem em mais segurança e eficácia do Sistema Financeiro Nacional. <strong>As soluções estão sendo avaliadas na segunda fase.</strong></p>
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<p>“O BC reitera que o Drex é um projeto institucional que deve aumentar a segurança e a eficiência do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro. Partindo dessa premissa, o BC só avançará nas soluções que garantam privacidade, proteção de dados e segurança das transações. Os passos seguintes dependerão dos resultados da segunda fase”, destacou.</p>
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<p><strong>O relatório destacou que a evolução e a adoção do Drex dependerão de uma articulação entre o governo, os universitários, a comunidade tecnológica e o sistema financeiro.</strong></p>
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<p>“Esses desafios destacam a necessidade de um desenvolvimento contínuo e de uma colaboração estreita entre reguladores, desenvolvedores, academia e participantes do mercado para superar as barreiras atuais. Somente através de um esforço conjunto será possível adaptar e evoluir as tecnologias para que possam atender plenamente às exigências de um sistema financeiro moderno e eficiente”, ressaltou o documento.</p>
</blockquote>
<p>Versão eletrônica do papel-moeda, o Drex usa a tecnologia <em>blockchain</em>, a mesma das criptomoedas . Classificada na categoria Central Bank Digital Currency (CBDC, Moeda Digital de Banco Central, na sigla em inglês), a ferramenta terá o valor garantido pela autoridade monetária. Cada R$ 1 equivalerá a 1 Drex, por causa da garantia do BC em evitar as oscilações de mercado observadas nos demais criptoativos.</p>
<p>&gt;&gt;Entenda o que é e como funcionará o real digital</p>
<h2>Soluções testadas</h2>
<p>Em relação à privacidade no uso do Drex, o BC avaliou as seguintes soluções de arquitetura do sistema: prova de conhecimento zero (ZKP), segregação de redes, computação confidencial e privacidade por controle de acesso. As duas últimas, computação confidencial e privacidade por controle de acesso, foram descartadas.</p>
<p>O BC testou as ferramentas Anonymous Zether (desenvolvida por J.P. Morgan e Consensys), Rayls (Parfin) e Starlight (EY). Anunciada como solução adicional a ser avaliada, a ZKP Nova, da Microsoft, não tinha testes prontos na primeira fase do Drex.</p>
<p>Segundo o relatório, em todas as soluções, a privacidade e o anonimato das transações foram garantidos, mas as operações da autoridade monetária também foram ocultadas, o que leva a dificuldades de o BC fiscalizar o funcionamento do Drex, como monitora o restante do sistema financeiro.</p>
<p>O uso de chaves criptográficas específicas reduz o poder da autoridade monetária em acompanhar transferências, identificar carteiras, movimentar recursos em nome do cliente ou bloquear saldos, nas situações em que a legislação exigir.</p>
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<p>“É essencial que as autoridades tenham visibilidade e controle sobre o token para cumprir suas obrigações legais, regulamentares ou contratuais. Sem essa capacidade, as autoridades não conseguiriam monitorar atividades suspeitas, prevenir fraudes ou garantir a conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis, comprometendo a segurança e a integridade da plataforma Drex”, diz a autoridade monetária.</p>
</blockquote>
<h2>Sucesso</h2>
<p><strong>Mesmo com os desafios, o BC considerou um sucesso a participação dos 16 consórcios na primeira fase do projeto-piloto, que abordou a emissão, a transferência e a queima (extinção) do Drex.</strong> Antes dos testes de privacidade, foram efetuadas 420 operações distintas de emissão de Drex de atacado, 450 transferências e 130 queimas da CBDC. A versão de atacado será usada para manter o valor de 1 Drex para R$ 1.</p>
<p>Em relação ao Drex de varejo, moeda digital lastreada no Drex de atacado, houve mais de 1,9 mil emissões, 300 transferências intrabancárias, 1,6 mil transferências interbancárias e 1,7 mil queimas da moeda digital. A versão destinada ao varejo será a que os bancos poderão emitir aos clientes.</p>
<h2>Segunda fase</h2>
<p>Sobre a segunda fase, cujo prazo de entrega de propostas acabou em novembro, o BC recebeu 101 propostas de casos de uso (modelos de uso para o Drex pela iniciativa privada). Destas, 50 foram escolhidas com base no cumprimento dos requisitos formais da chamada pública. Várias propostas, explicou o BC, abordavam casos de negócio em discussão na segunda fase do projeto-piloto.</p>
<p>&gt;&gt;Banco Central começa a receber propostas para segunda fase do Drex</p>
<p>Os casos de negócio acolhidos, no entanto, não serão incluídos na segunda etapa de testes por que o BC quer antes resolver os problemas de privacidade e de proteção dos dados. Segundo o BC, o projeto-piloto se mostra desafiador do ponto de vista tecnológico, o que exigirá um acompanhamento maior que o planejado.</p>
<p>“O BC entendeu ainda que as propostas apresentadas não apresentaram diferenciação suficiente em relação aos casos já em teste que justificasse a alocação de recursos necessária para seu acompanhamento”, justificou a autoridade monetária.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/drex-enfrenta-desafios-de-privacidade-em-primeira-etapa-diz-bc</p>
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		<title>Bancada da Bíblia consolida força, mas vive novos desafios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 20:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o retorno das atividades no Legislativo, um dos maiores desafios para o governo federal é a busca por uma aproximação do grupo de parlamentares conservadores da bancada evangélica. A avaliação é de pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil, entre eles o escritor André Ítalo, que lançou no final do ano passado o livro A Bancada [&#8230;]]]></description>
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<p>Com o retorno das atividades no Legislativo, um dos maiores desafios para o governo federal é a busca por uma aproximação do grupo de parlamentares conservadores da bancada evangélica. A avaliação é de pesquisadores ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong>, entre eles o escritor André Ítalo, que lançou no final do ano passado o livro <em>A Bancada da Bíblia: uma história de conversões políticas</em> (editora Todavia, 301 páginas).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Bancada-da-Biblia-consolida-forca-mas-vive-novos-desafios.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Bancada-da-Biblia-consolida-forca-mas-vive-novos-desafios.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pesquisador explica que a bancada evangélica, apesar de ter uma posição mais conservadora nas pautas dos costumes, historicamente mostrou-se pró-governo em outros temas, como os da economia. “Não importa se era governo de esquerda ou de direita, era um grupo próximo ao Executivo”. </p>
<p>Uma das causas, segundo avalia, seria a conveniência de manter os privilégios como isenção tributária para igrejas. </p>
<p>Ele recorda que, nos governos anteriores ao dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro, havia a presença de pastores nos primeiros escalões. Houve também apoio dos evangélicos a Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. </p>
<p>Mas ele considera que o governo de Jair Bolsonaro foi um “divisor de águas” nesse histórico governista dos evangélicos. “O Bolsonaro foi o primeiro presidente de direita que teve uma relação de afinidade ideológica com a bancada evangélica”. Mas com a volta de Lula ao poder, a bancada da bíblia deixou de ser governista, avalia o pesquisador. </p>
<p>De acordo com André Ítalo, a bancada tem crescido de maneira mais lenta, diferente do que ocorreu no final dos anos 1990 e em 2010. “É natural porque o próprio crescimento da população evangélica também tem sido mais lento. Também é importante pontuar que a proporção dos evangélicos na Câmara [menos de 20%] é menor do que a de evangélicos na população [cerca de 30%]”, explica o pesquisador.</p>
<p>O pesquisador contabiliza que, hoje,  na Câmara, existem em torno de 90 a 100 deputados evangélicos, de um total de 513. No Senado, há entre 10 a 15, de um total de 81. </p>
<h2>Dores do crescimento</h2>
<p>O professor Leonardo Barreto, da Universidade de Brasília (UnB), pondera que a bancada evangélica não é homogênea. “Há na bancada diversos segmentos e também estratégias diferentes. A mais consolidada é a da Igreja Universal, que se consolidou num partido político, que é o Republicanos, e que hoje preside a Câmara”, observa. </p>
<p>O especialista entende que a estratégia do Partido Republicanos foi uma das mais sofisticadas, ao abrir para políticos não evangélicos, como é o caso do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. “O partido fez essa abertura, e essa estratégia se demonstrou muito acertada”, disse. Só que, ao mesmo tempo, a bancada, na avaliação do professor, está enfrentando as “dores do crescimento”. </p>
<p>Barreto analisa que representantes desses partidos gostariam de ir mais para o centro do espectro político, mas estão pressionados por uma base evangélica que se tornou mais conservadora e mais de direita do que era. “A bancada se encontrou num espectro conservador de direita que acaba limitando as opções de escolha. A base foi deliberadamente politizada”, acredita. </p>
<h2>Base</h2>
<p>Uma das revelações do livro de André Ítalo foi a história do primeiro pastor eleito deputado federal no Brasil, com o apoio da igreja dele. “Foi um pastor daqui de São Paulo, chamado Levi Tavares [no mandato de 1967 &#8211; 1971]. Ele era de fora da política”. </p>
<p>Mas foi durante a Constituinte, com as eleições de 1986, que surgiu o nome de bancada evangélica. “Foi quando as igrejas evangélicas perceberam que precisavam participar da política porque havia um medo de que o catolicismo se envolveria de maneira muito forte na Constituinte e acabasse voltando a ser a religião oficial do país”, explica. </p>
<p>O pesquisador contextualiza que houve setores da Igreja Católica que faziam oposição à ditadura (1964 &#8211; 1985), e que eram aliados de grupos de esquerda. Para ele, essa vinculação contribuiu para que as igrejas evangélicas se colocassem mais à direita. “Quando a ditadura acabou, as igrejas evangélicas ficaram com esse receio. Por conta desse receio, os evangélicos se mobilizaram e elegeram vários deputados. Naquele primeiro momento foram 32 deputados”, avalia.</p>
<p>André Ítalo diferencia o que se considera “bancada da bíblia” e o que é a Frente Parlamentar Evangélica, que se trata de um grupo institucionalizado, com 219 deputados e 26 senadores, de diferentes partidos, inclusive considerados de centro e de esquerda. Há um número mínimo de assinaturas para criar a frente,  171 parlamentares. </p>
<p>“Os deputados evangélicos são cerca de 90. Eles sozinhos não conseguem criar a frente. Então eles precisam da ajuda de deputados não evangélicos”.</p>
<p>Segundo a pesquisa de Ítalo, a frente tem um grupo de assessores parlamentares que faz reunião a cada segunda-feira para fazer um mapeamento de quais são as pautas que vão ser discutidas nas principais comissões naquela semana na Câmara, que são mais sensíveis para os evangélicos. Na terça-feira, deputados evangélicos debatem a programação. Atualmente, o coordenador da frente é o deputado Silas Câmara (Republicanos &#8211; AM).</p>
<p>A reportagem entrou em contato com a assessoria do deputado líder da frente evangélica para comentar o trabalho da frente, mas não teve retorno.</p>
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<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-02/bancada-da-biblia-consolida-forca-mas-vive-novos-desafios</p>
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