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	<title>déficit - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>déficit - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Problema da dívida pública está nos juros, não no déficit, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 17:09:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta segunda-feira (19) que o problema da dívida pública brasileira decorre do patamar elevado dos juros reais da economia [taxa nominal descontada a inflação] e não do excesso de gastos públicos. “Em dois anos, nós reduzimos em 70% o déficit primário. O problema da dívida tem a ver com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta segunda-feira (19) que o problema da dívida pública brasileira decorre do patamar elevado dos juros reais da economia [taxa nominal descontada a inflação] e não do excesso de gastos públicos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Problema-da-divida-publica-esta-nos-juros-nao-no-deficit.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Problema-da-divida-publica-esta-nos-juros-nao-no-deficit.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Em dois anos, nós reduzimos em 70% o déficit primário. O problema da dívida tem a ver com o juro real, não tem a ver com o déficit, que está caindo&#8221;, pontuou, em entrevista ao programa UOL News. </p>
</blockquote>
<p>&#8220;Inclusive, a meta para esse ano é uma meta ainda mais exigente de resultado primário do que foi o ano passado, do que foi o ano retrasado e do que foi o primeiro ano de governo. Nós estamos subindo o sarrafo das exigências”, acrescentou o ministro.</p>
<p>De acordo com Haddad, mesmo considerando todas as exceções fiscais, com o ressarcimento dos descontos indevidos dos trabalhadores do INSS, o déficit do ano passado ficou em 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB), o que demonstraria, em sua visão, que o problema não é o déficit.</p>
<p>“Se você pegar o déficit projetado para 2023 do [governo Jair] Bolsonaro, dividindo pelo PIB do ano, você tem um déficit superior a 1,6% do PIB. E quanto foi o déficit do ano passado, considerando todas as exceções? Foi de 0,48%, isso considerando todas as exceções como o Plano Brasil Soberano, por causa do tarifaço, e a questão do INSS, que nós devolvemos dinheiro para os lesados pela quadrilha que se apropriou do INSS”.</p>
<h2>Queda de juros</h2>
<p><strong>Na entrevista ao Uol News, o ministro defendeu que há espaço para que a taxa básica de juros, a Selic, atualmente estabelecida em 15%, seja reduzida. “Óbvio que, quando me perguntam [sobre esse tema], eu falo que tem espaço para cortar [os juros] porque eu acho que tem.”</strong></p>
<p>Mesmo defendendo essa redução, Haddad fez elogios à atuação de Gabriel Galípolo na presidência do Banco Central. Para o ministro, o presidente do BC enfrenta uma série de problemas, como o escândalo do Banco Master, e está sabendo como conduzir essas questões. &#8220;Eu dizia que ele herdou um problema que só vai ser conhecido depois. Ele herdou um problema que é o Banco Master, todo ele constituído na gestão anterior. O Banco Master não aconteceu na gestão atual, o Galípolo descascou um abacaxi. E descascou o abacaxi com responsabilidade”, elogiou o ministro.</p>
<p><strong>Ao elogiar Galípolo, principalmente com relação ao escândalo do Banco Master, Haddad destacou que o BC deveria assumir a fiscalização dos fundos de investimentos, tarefa que atualmente é exercida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). </strong></p>
<p>O ministro disse que apresentou uma proposta, que está sendo discutida no âmbito do Executivo, para ampliar o perímetro regulatório do Banco Central.</p>
<p>&#8220;Tem muita coisa que deveria estar no âmbito do Banco Central e que está no âmbito da CVM, na minha opinião, equivocadamente. O Banco Central tem que ampliar o seu perímetro regulatório e passar a fiscalizar os fundos.&#8221;.</p>
<p>Para o ministro, há uma intersecção muito grande entre fundos e finanças. o que impacta até sobre a contabilidade pública, por exemplo. &#8220;A conta remunerada, as compromissadas, tudo isso tem relação com a contabilidade pública”, disse.</p>
<h2>Taxad</h2>
<p><strong>Questionado durante a entrevista sobre um apelido que lhe deram nas redes sociais, onde vem sendo chamado de Taxad por causa do aumento de tributos, Haddad respondeu que não se importa com isso e que fica feliz em ser lembrado como o ministro que taxou os mais ricos.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Fico muito feliz de ser lembrado como o único ministro da Fazenda dos últimos 30 anos que taxou offshore, que taxou fundo familiar fechado, que taxou paraíso fiscal e que taxou dividendo. A taxação BBB saiu do papel: banco, bet e bilionário foram taxados. Então, eu assumo que essa turma que não pagava imposto, sim, voltou a pagar.”</p>
</blockquote>
<h2>Economia e eleições</h2>
<p><strong>Durante a entrevista, o ministro disse ainda que a economia não será um fator decisivo para as próximas eleições presidenciais no país – e nem mesmo no restante do mundo.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;A economia no mundo inteiro está sendo um elemento muito importante, mas não necessariamente decisivo para ganhar ou perder uma eleição&#8221;, afirmou o ministro.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, pesquisas tem apontados outros temas entre os temores nacionais, tais como segurança pública e combate à corrupção.</strong></p>
<p>Haddad também disse que não pretende se candidatar a qualquer cargo público nas próximas eleições e que vem conversando sobre isso com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas que essa questão ainda não foi definida.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/problema-da-divida-publica-esta-nos-juros-nao-no-deficit-diz-haddad</p>
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		<item>
		<title>Com precatórios, previsão de déficit primário sobe para R$ 97 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:44:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crescimento de gastos obrigatórios e a frustração de receitas por causa da falta de compensação da desoneração da folha de pagamento fizeram a estimativa total de déficit primário para 2025 aumentar de R$ 29,5 bilhões para R$ 97 bilhões. A previsão consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, enviado nesta quinta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O crescimento de gastos obrigatórios e a frustração de receitas por causa da falta de compensação da desoneração da folha de pagamento fizeram a estimativa total de déficit primário para 2025 aumentar de R$ 29,5 bilhões para R$ 97 bilhões. A previsão consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, enviado nesta quinta-feira (22) ao Congresso Nacional.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Com-precatorios-previsao-de-deficit-primario-sobe-para-R-97.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Com-precatorios-previsao-de-deficit-primario-sobe-para-R-97.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem o pagamento dos juros da dívida pública. A estimativa de quase R$ 100 bilhões de déficit considera os precatórios, que estão fora da meta fiscal até 2026 após acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF), e os gastos fora do arcabouço fiscal.</p>
<p><strong>A estimativa de déficit primário total impacta diretamente o endividamento do governo. Ao excluir os precatórios e os gastos fora do arcabouço, a previsão de déficit cai para R$ 51,7 bilhões.</strong></p>
<p><strong>Por causa da previsão de déficit, o governo teve de contingenciar, bloquear temporariamente, R$ 20,7 bilhões do Orçamento de 2025.</strong> A medida permitirá que o governo chegue ao fim do ano com déficit de R$ 31 bilhões, limite inferior da meta de resultado primário do arcabouço fiscal, que estipula resultado zero, com margem de tolerância de R$ 31 bilhões para cima ou para baixo.</p>
<p>Além de contingenciar os R$ 20,7 bilhões, o governo bloqueou R$ 10,6 bilhões de gastos discricionários (não obrigatórios), totalizando em R$ 31,3 bilhões o volume de recursos congelados do Orçamento em 2025.</p>
<h2>Receitas e despesas</h2>
<p>Quanto aos gastos, os principais fatores que pressionam as despesas são a Previdência Social, com alta de R$ 16,7 bilhões em relação ao aprovado no Orçamento. Também contribuíram resíduos de R$ 7,2 bilhões de créditos extraordinários para ajuda ao Rio Grande do Sul e R$ 2,8 bilhões do Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p><strong>O relatório bimestral prevê queda de R$ 41,7 bilhões nas receitas líquidas em relação ao valor aprovado no Orçamento de 2025. Em contrapartida, estima aumento de R$ 36,4 bilhões nas despesas obrigatórias. Ao considerar o bloqueio de R$ 10,6 bilhões, a estimativa de aumento de gastos cai para R$ 25,8 bilhões.</strong></p>
<p><strong>Quanto aos gastos, os principais fatores que pressionam as despesas são a Previdência Social, com alta de R$ 16,7 bilhões em relação ao aprovado no Orçamento. </strong>Também contribuíram os créditos extraordinários de R$ 7,2 bilhões e R$ 2,8 bilhões do Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>Do lado das receitas, os principais fatores foram a compensação insuficiente da desoneração da folha de pagamentos.</p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Com-precatorios-previsao-de-deficit-primario-sobe-para-R-97.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 04/06/2024 - O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, durante entrevista coletiva para detalhar as medidas compensatórias da desoneração da folha de pagamento. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=387919 --></div>
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<p><!--copyright=387919-->Robinson Barreirinhas, secretário da Receita &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=387919--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, a retirada de receitas extraordinárias de leis aprovadas em 2023 contribuiu para a piora na previsão de arrecadação.</strong></p>
<p>A equipe econômica retirou cerca de R$ 28 bilhões esperados com a criação do voto de desempate do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e R$ 26 bilhões do programa de transações tributárias, renegociação especial de dívidas de contribuintes.</p>
<h2><em>Royalties </em>e concessões</h2>
<p>Do lado das receitas não administradas pela Receita Federal, o governo retirou R$ 8,8 bilhões de concessões com ferrovias, que atrasaram, e R$ 9,4 bilhões com royalties do petróleo, motivada pela queda da cotação internacional do barril.</p>
<p>De acordo com o o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, a equipe econômica decidiu ser conservadora nas previsões de receita.</p>
<p>“Praticamente zeramos as estimativas de receita extraordinária. Então, tudo o que virá daqui para a frente [nos próximos relatórios bimestrais] será surpresa positiva”, declarou Durigan.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/com-precatorios-previsao-de-deficit-primario-sobe-para-r-97-bilhoes</p>
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		<item>
		<title>Lula defende soluções criativas para reduzir déficit habitacional</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/lula-defende-solucoes-criativas-para-reduzir-deficit-habitacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 17:39:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (8), que é preciso “criar mais dinheiro” e ser criativo para resolver o problema do déficit habitacional do Brasil. Segundo ele, o déficit atual, de 7 milhões de moradias, é o mesmo registrado há mais cinco décadas. “Significa que nós estamos enxugando gelo”, disse durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (8), que é preciso “criar mais dinheiro” e ser criativo para resolver o problema do déficit habitacional do Brasil. <strong>Segundo ele,</strong> <strong>o déficit atual, de 7 milhões de moradias, é o mesmo registrado há mais cinco décadas</strong>. “Significa que nós estamos enxugando gelo”, disse durante a abertura do 100º Encontro Internacional da Indústria da Construção (Enic), em São Paulo (SP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Lula-defende-solucoes-criativas-para-reduzir-deficit-habitacional.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Lula-defende-solucoes-criativas-para-reduzir-deficit-habitacional.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Se fazer a quantidade de casas que nós estamos fazendo [8 milhões pelo Minha Casa, Minha Vida] ainda não dá conta de vencer esse tal de déficit habitacional, é preciso que a gente seja criativo e que a gente pense mais. É preciso criar mais dinheiro, inventar mais fundo, inventar mais alguma coisa, porque nós precisamos resolver o déficit habitacional. Ainda tem muita palafita nesse país”, reforçou.</p>
</blockquote>
<p>Lula comentou sobre a comunidade do Dique da Vila Gilda, em Santos, litoral paulista, que é considerada a maior favela de palafitas do Brasil. Palafita é o nome dado a uma casa construída sobre estacas em regiões alagadiças. </p>
<p>“É uma vergonha. São Paulo é o estado mais rico da Federação, [e ter] a quantidade de palafitas entre Santos e Guarujá”, afirmou o presidente.</p>
<p>Ao discursar para empresários da construção civil, Lula afirmou que é preciso fazer mais e, para ele, o setor está preparado. “Com o crescimento do conhecimento científico e tecnológico, hoje, vocês estão dando uma demonstração de que esse setor continua e por muito tempo será um setor de ponta neste país. Até porque falta muita coisa para a gente fazer”, afirmou.</p>
<p>Na semana passada, <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202504/minha-casa-minha-vida-amplia-faixa-para-atender-familias-com-renda-de-ate-r-12-mil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lula anunciou a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida para atender a classe média, com renda familiar até R$ 12 mil</a>. Os recursos para financiar a nova faixa, a Faixa 4, chegam a R$ 30 bilhões, sendo R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal e o restante da poupança e de Letra de Crédito Imobiliário (LCI).</p>
<p>A taxa de juros para a nova faixa é de 10,5% ao ano, e o número de parcelas vai a até 420 meses. O limite para financiamento é de imóveis até R$ 500 mil.</p>
<p>O presidente reafirmou que é dever do governo garantir estabilidade política, jurídica, social e econômica no país, além de dar previsibilidade para que os empresários façam seus investimentos.</p>
<p>“Todo mundo precisa de previsibilidade para fazer, no começo do ano, as contas e os projetos do que vão fazer durante o ano inteiro. E aí, é inexorável a necessidade da construção de uma parceria de honestidade entre o governo e a sociedade brasileira, entre o governo e o Poder Legislativo”, disse Lula.</p>
<p>“Se a gente brinca de enganar, achando que a gente pode dizer o que a gente quiser, porque não vai acontecer, porque vai acontecer, não dá certo. Esse país não pode ser vítima de um cavalo de pau”, afirmou o presidente.</p>
<h2>Demandas do setor</h2>
<p>Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a 100ª edição do Enic está sendo realizada dentro da Feira Internacional da Construção Civil (Feicon), que é referência para o setor.</p>
<p>Durante seu discurso, o presidente da CBIC, Renato Correia, elogiou a criação da Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida e agradeceu Lula por cumprir a promessa de que “não faltaria dinheiro para a construção”. <strong>Para ele, é preciso garantir fontes recorrentes de recursos para a habitação.</strong></p>
<p>“A decisão recente do nosso presidente da República completa o círculo virtuoso desse programa, melhorando as condições de aquisição da casa própria também para a classe média. O uso de recursos do pré-sal é inédito para essa finalidade e pode gerar uma nova revolução na habitação brasileira, assim como foi a criação do Minha Casa, Minha Vida em 2009”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“Tornar essa fonte de financiamento recorrente e previsível, aliada ao FGTS, viabiliza a alocação de recursos capazes de fazer frente à grande demanda por habitação no país, atendendo o direito constitucional à moradia”, acrescentou Correia.</p>
</blockquote>
<p>O presidente da CBIC afirmou que o atual governo “destravou o investimento e tem atuado para estimular a tomada de decisão por novos projetos”. Mas, segundo ele, o setor ainda tem demandas importantes para a Presidência. “Nas obras públicas, pedimos seu apoio para evitar a contratação de serviço de engenharia por pregão eletrônico e para fixar prazo de pagamento pela administração pública no âmbito da lei de licitações”, pediu.</p>
<p><strong>Segundo Renato Correia, a indústria da construção também espera que o atual ciclo de alta de juros seja revertido.</strong> “O aumento da Selic se aproxima dos 15%, sufoca a indústria e abrevia nossa capacidade de investir. Apoiaremos toda iniciativa do governo na direção de uma reforma administrativa que fomente a eficiência de administração pública, que somado ao aumento da nossa infraestrutura, abrirá o caminho para reverter juros tão elevados”, disse.</p>
<p>Para conter a inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-04/lula-defende-solucoes-criativas-para-reduzir-deficit-habitacional</p>
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		<item>
		<title>Contas públicas têm déficit de R$ 19 bilhões em fevereiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/contas-publicas-tem-deficit-de-r-19-bilhoes-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 13:46:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, resultado do déficit do Governo Central. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 18,973 bilhões no segundo mês de 2025. O valor, entretanto, é menor que o resultado negativo de R$ 48,692 bilhões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, resultado do déficit do Governo Central. <strong>O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 18,973 bilhões no segundo mês de 2025.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Contas-publicas-tem-deficit-de-R-19-bilhoes-em-fevereiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Contas-publicas-tem-deficit-de-R-19-bilhoes-em-fevereiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O valor, entretanto, é menor que o resultado negativo de R$ 48,692 bilhões registrado no mesmo mês de 2024</strong>. Na comparação interanual, houve melhora nas contas públicas também em razão da melhora nas contas do Governo Central, que inclui Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional, ainda que continue com déficit. A redução se deve, basicamente, pelo aumento das receitas e queda das despesas.</p>
<p><strong>As <a href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasfiscais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estatísticas Fiscais</a> foram divulgadas nesta terça-feira (8) pelo Banco Central (BC)</strong>. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.</p>
<p><strong>No acumulado do ano, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 85,122 bilhões. Em 12 meses &#8211; encerrados em fevereiro &#8211; as contas acumulam o resultado negativo de R$ 15,885 bilhões, o que corresponde a 0,13% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).</strong></p>
<p><strong>Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB</strong>.</p>
<h2>Esferas de governo</h2>
<p>Em fevereiro último, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 28,517 bilhões ante resultado negativo de R$ 57,821 bilhões em fevereiro de 2024. <strong>O montante do déficit difere do resultado divulgado no último dia 27 de março pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 31,7 bilhões</strong>, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.</p>
<p><strong>Os governos estaduais registraram superávit no mês de fevereiro de R$ 6,633 bilhões, ante superávit de R$ 7,486 bilhões em fevereiro do ano passado. Já os governos municipais tiveram resultado positivo de R$ 2,611 bilhões em fevereiro deste ano. No mesmo mês de 2024, houve superávit de R$ 1,160 bilhão para esses entes.</strong></p>
<p>Com isso, no total, os governos regionais &#8211; estaduais e municipais &#8211; tiveram superávit de R$ 9,244 bilhões em fevereiro passado contra resultado negativo de R$ 8,646 bilhões no mesmo mês de 2024.</p>
<p><strong>Da mesma forma, as empresas estatais federais, estaduais e municipais &#8211; excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para redução do déficit das contas públicas, com o resultado positivo de R$ 299 milhões em fevereiro de 2024. No mesmo mês do ano passado, o déficit foi de R$ 483 milhões.</strong></p>
<h2>Despesas com juros</h2>
<p><strong>Os gastos com juros ficaram em R$ 78,253 bilhões em fevereiro deste ano, um aumento em relação aos R$ 65,166 bilhões registrados em fevereiro de 2024. De janeiro para fevereiro, também houve uma alta significativa. No primeiro mês do ano, os gastos com juros foram de R$ 40,358 bilhões.</strong></p>
<p>De acordo com o BC, não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês. Mas no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (<em>swap</em> cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, neste caso, contribuíram para a piora da conta de juros em setembro. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.</p>
<p><strong>Em fevereiro de 2024, a conta de juros do Banco Central ficou positiva em R$ 6,021 bilhões, enquanto em janeiro e fevereiro deste ano os saldos foram negativos em R$ 28,981 bilhões e R$ 1,127 bilhão, respectivamente.</strong></p>
<p>Também contribuíram para o aumento dos gastos com juros o aumento da taxa básica de juros, a Selic, o maior número de dias úteis e o próprio crescimento da dívida no período.</p>
<p>Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – caiu na comparação interanual. <strong>No mês de fevereiro, o déficit nominal ficou em R$ 97,226 bilhões contra o resultado negativo de R$ 113,858 bilhões em igual mês de 2024.</strong></p>
<p><strong>Em 12 meses encerrados em fevereiro, o setor público acumula déficit R$ 939,839 bilhões, ou 7,91% do PIB.</strong> O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.</p>
<h2>Dívida pública</h2>
<p><strong>A dívida líquida do setor público &#8211; balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 7,296 trilhões em fevereiro, o que corresponde a 61,4% do PIB. Em janeiro, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 61,1% (R$ 7,220 trilhões).</strong></p>
<p>No mês de fevereiro deste ano, a dívida bruta do governo geral (DBGG) &#8211; que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 9,045 trilhões ou 76,2%, com aumento em relação ao mês anterior, em termos de percentual do PIB (R$ 8,939 trilhões ou 75,7% do PIB). Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/contas-publicas-tem-deficit-de-r-19-bilhoes-em-fevereiro</p>
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		<item>
		<title>Governo Central tem déficit primário de R$ 31,7 bilhões em fevereiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/governo-central-tem-deficit-primario-de-r-317-bilhoes-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 16:03:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aumento das receitas e queda das despesas, com o adiamento do pagamento de precatórios, fez o déficit primário cair em fevereiro de 2025. No mês passado, o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – registrou resultado negativo de R$ 31,7 bilhões, contra déficit primário de R$ 58,3 bilhões em fevereiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O aumento das receitas e queda das despesas, com o adiamento do pagamento de precatórios, fez o déficit primário cair em fevereiro de 2025. <strong>No mês passado, o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – registrou resultado negativo de R$ 31,7 bilhões,</strong> contra déficit primário de R$ 58,3 bilhões em fevereiro de 2024, queda real de 48,3%, já considerando a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Governo-Central-tem-deficit-primario-de-R-317-bilhoes-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Governo-Central-tem-deficit-primario-de-R-317-bilhoes-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Comparado a fevereiro de 2024, o resultado primário observado decorreu da combinação de um acréscimo real de 3,1% (R$ 4,4 bilhões) da receita líquida [após transferências a estados e municípios] e de um decréscimo de 12,6% (R$ 25,2 bilhões) das despesas totais”, informou o <a href="https://www.tesourotransparente.gov.br/publicacoes/boletim-resultado-do-tesouro-nacional-rtn/2025/2?ano_selecionado=2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Tesouro Nacional, em seu relatório </a>divulgado nesta quinta-feira (27).</p>
<p> </p>
</blockquote>
<p>O resultado de fevereiro passado veio melhor do que o esperado pelas instituições financeiras. <strong>Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 37,7 bilhões.</strong></p>
<p>Nos dois primeiros meses do ano, o <strong>Governo Central registra superávit primário de R$ 53,2 bilhões, valor 136,5% maior que o obtido no mesmo período do ano passado, já considerando a inflação, com registro de R$ 21,2 bilhões</strong>. Além da queda do déficit em fevereiro, as contas do governo registram superávit em 2025 por causa do <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/governo-central-registra-superavit-primario-de-r-84-882-bilhoes-em-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">resultado positivo de R$ 84,9 bilhões em janeiro</a>, recorde para o mês.</p>
<p>O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A <strong>projeção do Orçamento de 2025, aprovado pelo Congresso Nacional, é de superávit primário de R$ 15 bilhões nas contas públicas, excluídos dos cálculos os gastos com precatórios. </strong>O resultado cumpre o arcabouço fiscal que estabelece meta fiscal primária zero.</p>
<p>Como o <strong>Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025</strong> ainda não foi sancionado, o <strong>Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) não divulgou o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, previsto para o dia 22 de março,</strong> que traz informações sobre a execução do orçamento e a necessidade de bloqueio ou contingenciamento de recursos para cumprimento da meta fiscal. O <strong>próximo relatório será divulgado em maio.</strong></p>
<blockquote>
<p>Pela mesma razão, o governo editou decreto de execução provisória que permite empenhar, até novembro, somente o limite de um dezoito avos (1/18) por mês, do total previsto no PLOA. “Tal medida representa uma restrição na ordem de R$ 69,5 bilhões até novembro e de R$ 128,4 bilhões até maio, e objetiva adequar o ritmo de execução de despesas ao avanço do exercício e ciclo de avaliação e gestão fiscal do orçamento”, explicou o Tesouro.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p>Para o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o decreto tem um “rigor substancial”, prevendo uma execução orçamentária restritiva, o que dá conforto para a equipe econômica até a elaboração do relatório de maio, que demonstrará, de fato, se é necessário algum bloqueio e qual a dimensão dele.</p>
<h2>Política fiscal</h2>
<p>De acordo Ceron, o <strong>pagamento de precatórios nos primeiros meses de 2024 teve um efeito relevante nas despesas, de R$ 30,8 bilhões.</strong> Nesse ano, os pagamentos foram adiados de forma intencional para não adicionar um “estímulo fiscal” nesse início de ano, “para [a política fiscal, de controle das contas públicas] ser a mais contracionista possível”.</p>
<blockquote>
<p>O objetivo, segundo o secretário, é colaborar com a política monetária do Banco Central (BC) para controlar a inflação no país. “Isso harmoniza a política fiscal com a política monetária, num momento de necessidade de ancoragem e retorno da inflação corrente e da expectativa para inflação no horizonte relevante”, disse em coletiva de imprensa para apresentar os resultados do Tesouro Nacional.</p>
</blockquote>
<p>A limitação de 1/18 avos na execução do orçamento também tem esse papel contracionista no curto prazo, de acordo com Ceron.</p>
<p>O <strong>resultado das contas públicas, de controle de gastos, impacta as expectativas para a inflação no país</strong>. Essas expectativas são consideradas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na definição da Selic, a taxa básica de juros.</p>
<h2>Copom eleva juros básicos da economia para 14,25% ao ano</h2>
<p>Decisão era esperada pelo mercado e já havia sido anunciada pelo Banco Central. Alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global influenciaram na medida, que é o principal instrumento do BC para controle da inflação.</p>
<h2>Receitas</h2>
<p>No último mês, as <strong>receitas líquidas subiram 8,3% em valores nominais. Descontada a inflação pelo IPCA, a alta foi a 3,1%</strong>. O <strong>crescimento resultou</strong>, majoritariamente, <strong>da elevação real de 1,4% nas receitas administradas pela Receita Federal (R$ 1,8 bilhão) e de 7,5% (R$ 3,8 bilhões) na arrecadação líquida destinada à Previdência Social</strong>, parcialmente compensada pela retração real de 4,3% nas receitas não administradas, queda de R$ 959,2 milhões.</p>
<p>O <strong>principal destaque positivo nas receitas administradas (relativas ao pagamento de tributos) foi o crescimento de R$ 2,1 bilhões na arrecadação do Imposto de Importação</strong>, em razão do crescimento da quantidade de produtos importados. Em contrapartida, foi observado queda de R$ 2,2 bilhões no Imposto sobre a Renda e de R$ 1,8 bilhão na Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas.</p>
<p>Já o <strong>resultado negativo nas receitas não administradas se deve, principalmente, pela queda de R$ 1,2 bilhão</strong> no recebimento de dividendos e participações, explicado pela redução da distribuição de lucros do Banco do Brasil, além de demais receitas que caíram R$ 1,5 bilhão. Por outro lado, <strong>houve incremento de R$ 1,4 bilhão na receita da exploração de recursos naturais, impulsionada pela depreciação cambial, associada a uma maior arrecadação na área do pré-sal, mas que não foi suficiente para compensar as perdas.</strong></p>
<h2>Despesas</h2>
<p>No mês passado, as despesas totais caíram 8,1% em valores nominais e 12,6% considerando a inflação.</p>
<blockquote>
<p>O secretário Ceron reforçou que há um processo gradativo de redução das despesas discricionárias, mas o <strong>grande fator de variação em fevereiro foi o adiamento do pagamento de precatórios</strong>, que são as dívidas do governo a partir de sentenças judiciais. Essa conta apresentou queda de R$ 30,8 bilhões, refletindo essa diferença no cronograma.</p>
</blockquote>
<p>Em contrapartida, <strong>houve aumento de R$ 1 bilhão no abatimento de dívidas dos estados junto à União</strong>, que faz parte da compensação da perda de arrecadação com o ICMS sobre combustíveis, definida em 2022. <strong>Despesas com benefícios previdenciários tiveram aumento de R$ 1,7 bilhão e com benefícios de Prestação Continuada (BPC), de R$ 1,1 bilhão, explicados pela expansão do número de pessoas atendidas e pelo reajuste do salário mínimo.</strong></p>
<p>O aumento na despesa de equalização de empréstimos no âmbito do <strong>Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) também levou ao acréscimo de R$ 1,2 bilhão nas despesas com subsídios.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/governo-central-tem-deficit-primario-de-r-317-bilhoes-em-fevereiro</p>
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		<item>
		<title>Contas externas registram déficit de US$ 8,8 bilhões em fevereiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/contas-externas-registram-deficit-de-us-88-bilhoes-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 15:17:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As contas externas do Brasil registraram déficit de US$8,8 bilhões em fevereiro, ante déficit de US$ 3,9 bilhões no mesmo mês do ano passado. Os dados constam do boletim de Estatísticas do Setor Externo divulgado nesta quarta-frita (26) pelo Banco Central (BC). Os dados dizem respeito à diferença entre produtos exportados e importados, serviços contratados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As contas externas do Brasil registraram déficit de US$8,8 bilhões em fevereiro, ante déficit de US$ 3,9 bilhões no mesmo mês do ano passado. Os dados constam do boletim de Estatísticas do Setor Externo divulgado nesta quarta-frita (26) pelo Banco Central (BC)</strong>. Os dados dizem respeito à diferença entre produtos exportados e importados, serviços contratados e gastos de brasileiros no exterior, além do envio de lucros para outros países.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Contas-externas-registram-deficit-de-US-88-bilhoes-em-fevereiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Contas-externas-registram-deficit-de-US-88-bilhoes-em-fevereiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o BC, na comparação interanual, o superávit da balança comercial – exportações menos importações &#8211; recuou US$ 5,4 bilhões, enquanto o déficit em serviços permaneceu estável e o déficit em renda primária diminuiu US$ 526 milhões.</p>
<p><strong>Além disso, o déficit em transações correntes nos 12 meses encerrados em fevereiro de 2025 somou US$ 70,2 bilhões, o que representa 3,28% do Produto Interno Bruto (PIB), ante US$ 65,3 bilhões, cerca de 3,03% do PIB, em janeiro. Na comparação com fevereiro de 2024, o resultado foi deficitário em US$ 23,9 bilhões (1,07% do PIB).</strong></p>
<blockquote>
<p>“O déficit da balança comercial de bens atingiu US$ 979 milhões em fevereiro de 2025, ante superávit US$ 4,4 bilhões em fevereiro 2024. As exportações de bens totalizaram US$ 23,2 bilhões e as importações de bens, US$ 24,1 bilhões, influenciadas pela importação de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 2,7 bilhões. Na comparação com fevereiro de 2024, as exportações diminuíram 1,8% e as importações aumentaram 25,7%”, disse o BC.</p>
</blockquote>
<p><strong>&lt;<super da="" balan="" comercial="" cai="" em="" janeiro=""/></strong></p>
<p>Em relação aos investimentos diretos no país (IDP), o BC informou que eles registraram ingressos líquidos de US$9,3 bilhões em fevereiro de 2025, ante US$ 5,3 bilhões em fevereiro de 2024.</p>
<p><strong>Os dados do BC, mostram ingressos líquidos de US$ 5,6 bilhões em participação no capital e de US$ 3,7 bilhões em operações intercompanhia.</strong></p>
<blockquote>
<p>No acumulado de 12 meses, o IDP totalizou US$ 72,5 bilhões (3,38% do PIB) em fevereiro de 2025, ante US$ 68,5 bilhões (3,18% do PIB) em janeiro de 2025 e US$ 64,6 bilhões (2,89% do PIB) em relação a fevereiro de 2024.</p>
</blockquote>
<h2>Reservas</h2>
<p><strong>As reservas internacionais somaram US$ 332,5 bilhões em fevereiro de 2025, aumento de US$ 4,2 bilhões em relação a janeiro de 2025. </strong></p>
<p>Contribuíram para aumentar o estoque de reservas as variações por preços, US$ 1,9 bilhão, por paridades, US$ 521 milhões, os desembolsos de organismos internacionais, US$ 604 milhões, e as receitas de juros, US$ 661 milhões.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/contas-externas-registram-deficit-de-us-88-bilhoes-em-fevereiro</p>
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		<item>
		<title>Déficit no estado do Rio cai para R$ 2,4 bilhões no final de 2024</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/deficit-no-estado-do-rio-cai-para-r-24-bilhoes-no-final-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 21:11:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (Sefaz-RJ) informou que o aumento na arrecadação, somado às medidas de gestão das contas públicas, contribuiu para reduzir em 72% o déficit do estado em 2024, de R$ 8,5 bilhões previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) para R$ 2,4 bilhões no encerramento do ano. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (Sefaz-RJ) informou que <strong>o aumento na arrecadação, somado às medidas de gestão das contas públicas, contribuiu para reduzir em 72% o déficit do estado em 2024</strong>, de R$ 8,5 bilhões previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) para R$ 2,4 bilhões no encerramento do ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Deficit-no-estado-do-Rio-cai-para-R-24-bilhoes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Deficit-no-estado-do-Rio-cai-para-R-24-bilhoes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os resultados fiscais do estado do Rio de Janeiro em 2024 foram apresentados nesta terça-feira (11)</strong>, durante audiência pública da Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização Financeira e Controle da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). </p>
<p>Com aumento nominal, considerando a inflação do período de 2,7% em relação a 2023, <strong>a receita líquida cresceu R$ 2,5 bilhões de acordo com dados do Relatório de Gestão Fiscal</strong>.</p>
<p>Apresentado pelo secretário de Fazenda, Juliano Pasqual, o <strong>resultado foi atribuído ao incremento das receitas tributárias, com destaque para o aumento real, descontada a inflação, de 9,4% da arrecadação de ICMS</strong> e de 6,4% do IPVA no ano passado. Além disso, o Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (FECP) também registrou um aumento real de 7,7% em relação a 2023.</p>
<p>O relatório também evidenciou investimentos acima dos 12% obrigatórios da Receita Líquida de Impostos e Transferências (RLIT) na saúde, que registrou o percentual de 15,21%. <strong>Já na educação, que tem o mínimo estabelecido de 25%, foram aplicados 26,93%.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Já nas despesas com pessoal, o Rio de Janeiro se manteve dentro do limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de 49% da Receita Corrente Líquida. O percentual fechou o ano passado em 46,74% da LRF”, informou o governo estadual.</p>
</blockquote>
<p>Em 2024, segundo a Sefaz, o <strong>Rio também seguiu cumprindo suas obrigações em relação aos Restos a Pagar</strong>, despesas realizadas em anos anteriores e não pagas. Do estoque total de R$ 3,9 bilhões, apenas R$ 627 milhões são de antes de 2024.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/deficit-no-estado-do-rio-cai-para-r-24-bilhoes-no-final-de-2024</p>
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		<title>Balança comercial tem primeiro déficit mensal desde janeiro de 2022</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 20:05:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A queda no preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) e a importação concentrada de plataformas de petróleo pressionaram o resultado da balança comercial em fevereiro. No mês passado, o Brasil importou US$ 323,7 milhões a mais do que exportou. Esse foi o primeiro déficit mensal na balança comercial (exportações menos importações) desde [&#8230;]]]></description>
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<p>A queda no preço de diversas <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional) e a importação concentrada de plataformas de petróleo pressionaram o resultado da balança comercial em fevereiro. <strong>No mês passado, o Brasil importou US$ 323,7 milhões a mais do que exportou.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Balanca-comercial-tem-primeiro-deficit-mensal-desde-janeiro-de-2022.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Balanca-comercial-tem-primeiro-deficit-mensal-desde-janeiro-de-2022.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esse foi o primeiro déficit mensal na balança comercial (exportações menos importações) desde janeiro de 2022, quando o saldo tinha ficado negativo em R$ 59,1 milhões. <strong>O resultado é o pior para meses de fevereiro desde o início da série histórica, em 1989</strong>. No mesmo mês de 2024, a balança tinha ficado positiva em US$ 5,13 bilhões.</p>
<p>Com o resultado de fevereiro,<strong> o superávit comercial nos dois primeiros meses do ano atinge US$ 1,934 bilhão.</strong> O montante é 82,9% inferior ao do mesmo período de 2024. Esse é o resultado mais baixo para o acumulado do ano desde o primeiro bimestre de 2021, quando o superávit tinha atingido US$ 1,616 bilhão.</p>
<p><strong>Em relação ao resultado mensal, as exportações caíram, enquanto as importações dispararam, impulsionada pela compra de plataforma de petróleo de US$ 2,7 bilhões. </strong>Em fevereiro, o Brasil vendeu US$ 22,929 bilhões para o exterior, recuo de 1,8% em relação ao mesmo mês de 2024. As compras do exterior somaram US$ 23,253 bilhões, alta de 27,6%.</p>
<p><strong>Do lado das exportações, a queda no preço internacional do ferro, do petróleo, da soja, e do açúcar foram os principais fatores que provocaram a queda no valor vendido</strong>. As vendas de alguns produtos, como café, celulose e carne bovina, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.</p>
<p><strong>Do lado das importações, as aquisições da plataforma de petróleo somaram US$ 2,675 bilhões em fevereiro, contra US$ 16,39 milhões no mesmo mês do ano passado.</strong> Também cresceram as compras de motores e de veículos. Sem a plataforma, a importação teria ficado em US$ 20,6 bilhões em fevereiro, em linha com o volume do mês em outros anos.</p>
<p>No mês passado, o <strong>volume de mercadorias exportadas subiu 1,4%, puxado por combustíveis, açúcares e veículos, mas os preços caíram 3,6% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado.</strong> Nas importações, a quantidade comprada subiu 20,2%, mas os preços médios recuaram 6,1%, indicando o aumento das compras externas decorrentes da recuperação da economia, além da concentração de entrada de plataformas de petróleo.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>No setor agropecuário, houve pequena recuperação. O volume de mercadorias embarcadas caiu 0,8% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio subiu 2%.</p>
<p>Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada caiu 11,7%, enquanto os preços médios recuaram 17,8%. A indústria de transformação foi a exceção, com a quantidade exportada subindo 7%, com o preço médio avançando 0,8%.</p>
<h2>Estimativa</h2>
<p>Em janeiro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços divulgou estimativas para a balança comercial do ano.<strong> A pasta prevê que o Brasil terá superávit entre US$ 60 bilhões e US$ 80 bilhões em 2025,</strong> com as exportações ficando entre US$ 320 bilhões e US$ 360 bilhões, e as importações entre US$ 260 bilhões e US$ 280 bilhões. Tradicionalmente, a pasta divulgava as projeções para o ano a partir de abril, com revisões em julho e em outubro.</p>
<p>O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit comercial de US$ 76,8 bilhões neste ano. Em 2024, a balança comercial registrou superávit de US$ 74,176 bilhões, com as exportações somando US$ 337,046 bilhões e as importações atingindo US$ 262,869 bilhões.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/balanca-comercial-tem-primeiro-deficit-mensal-desde-janeiro-de-2022</p>
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