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	<title>Daniel Silveira - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Daniel Silveira - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>PGR defende legalidade do perdão da pena de Daniel Silveira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pgr-defende-legalidade-do-perdao-da-pena-de-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 00:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Perdão]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Validade]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; O procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça constitucional à pena do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). O decreto foi editado em 21 de abril, um dia após o deputado ter sido condenado pelo Supremo a oito anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Política &#8211; O procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça constitucional à pena do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ).</p>
<p>O decreto foi editado em 21 de abril, um dia após o deputado ter sido condenado pelo Supremo a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>No parecer, Aras afirmou que a Constituição deu ao Presidente da República &#8220;ampla liberdade&#8221; para conceder perdão a condenações por meio do indulto e da graça.</p>
<p>&#8220;Não havendo disposição constitucional impeditiva da concessão de indulto ou graça individual anteriormente ao trânsito em julgado da decisão condenatória, compreende-se deter o chefe de Estado ampla margem de avaliação política para, por meio dos referidos institutos, definir o momento em que o perdão será conferido, ainda que inexista título condenatório definitivo&#8221;, argumentou.</p>
<p>Contudo, o procurador-geral disse que os efeitos do decreto presidencial não podem ser estendidos a outras penalidades, como a inelegibilidade para disputar as próximas eleições.</p>
<p>&#8220;Nenhuma interferência surte, ademais, no tocante a eventual inelegibilidade decorrente da condenação, que poderá ser objeto de apreciação pela Justiça Eleitoral&#8221;, concluiu.</p>
<p>O parecer do procurador foi enviado ao STF após a ministra Rosa Weber solicitar a manifestação dos envolvidos nas ações de inconstitucionalidade movidas por partidos contra o decreto.</p>
<p>No início do mês, a Advocacia-Geral da União (AGU) também se manifestou favorável à constitucionalidade do decreto. Segundo a AGU, o decreto foi feito dentro das prerrogativas constitucionais do presidente da República.</p>
<p>&#8220;Diante do exposto, tendo em vista que o decreto presidencial de 21 de abril de 2022 observou todos os parâmetros que lhe foram impostos pelo poder constituinte originário, não tratando de crimes vedados pela Constituição, entende-se que tal ato não padece de inconstitucionalidade, não havendo qualquer violação a direito fundamental&#8221;, diz o parecer.</p>
<p>A defesa de Silveira também pediu ao Supremo o reconhecimento da extinção da punibilidade de Daniel Silveira em função do decreto.</p>
<p>Segundo os advogados, o deputado também não pode ser alvo de medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes em outro processo, como o uso de tornozeleira eletrônica, bloqueio de contas bancárias, entre outras.</p>
<p>&#8220;Portanto, considerando que há Decreto Presidencial válido e em vigor no tempo presente extinguindo a punibilidade do agravante em razão da concessão de graça, requer seja declarada extinta a punibilidade em razão da graça concedida e, por conseguinte, seja reconhecida a ineficácia de todas as medidas cautelares decretadas nos presentes autos, inclusive a sanção pecuniária contida na decisão agravada&#8221;, disse a defesa.</p>
<p>A partir do recebimento das manifestações, as ações contra o indulto ficarão prontas para julgamento, que ainda não foi marcado.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>AGU defende legalidade de decreto que indultou deputado</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/agu-defende-legalidade-de-decreto-que-indultou-deputado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 00:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Defende]]></category>
		<category><![CDATA[Indulto]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou hoje (10) ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação favorável ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça constitucional à pena do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). Para a AGU, o decreto foi feito dentro das prerrogativas constitucionais do presidente da República. &#8220;Diante do exposto, tendo em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Política &#8211; A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou hoje (10) ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação favorável ao decreto do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça constitucional à pena do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). Para a AGU, o decreto foi feito dentro das prerrogativas constitucionais do presidente da República.</p>
<p>&#8220;Diante do exposto, tendo em vista que o decreto presidencial de 21 de abril de 2022 observou todos os parâmetros que lhe foram impostos pelo poder constituinte originário, não tratando de crimes vedados pela Constituição, entende-se que tal ato não padece de inconstitucionalidade, não havendo qualquer violação a direito fundamental&#8221;, diz o parecer.</p>
<p>O decreto foi editado um dia após o deputado ter sido condenado pelo Supremo a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>Com a condenação, Silveira também foi apenado com a perda do mandato e a suspensão dos direitos políticos após o fim dos recursos, penas que podem tornar o parlamentar inelegível temporariamente. O deputado também deverá pagar cerca de R$ 200 mil de multa pela condenação.</p>
<p>Apesar da condenação, as penas não estão sendo cumpridas porque ainda cabe recurso.</p>
<p>A manifestação da AGU foi enviada ao STF para instruir ações de inconstitucionalidade movidas por partidos contra o decreto.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Deputado Daniel Silveira se recusa a usar tornozeleira eletrônica</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/deputado-daniel-silveira-se-recusa-a-usar-tornozeleira-eletronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 23:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Tornozeleira]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) se recusou hoje (4) a ser intimado sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a manutenção do monitoramento por tornozeleira eletrônica. Ontem (3), além determinar que o deputado continue usando o equipamento, o ministro Alexandre de Moraes aplicou multa de R$ 405 mil pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Política &#8211; O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) se recusou hoje (4) a ser intimado sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a manutenção do monitoramento por tornozeleira eletrônica.</p>
<p>Ontem (3), além determinar que o deputado continue usando o equipamento, o ministro Alexandre de Moraes aplicou multa de R$ 405 mil pelo desuso da tornozeleira eletrônica, o bloqueio das contas bancárias do deputado e o envio de ofício ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para que seja feito o desconto do valor no salário do parlamentar.</p>
<p>Em documento anexado ao processo que trata das cautelares, uma oficial de Justiça do STF informou que foi à Câmara dos Deputados na manhã de hoje para intimar o deputado, que se recusou a receber o mandado com decisão de Moraes.</p>
<p>&#8220;Ao encontrá-lo e me identificar como oficial de Justiça do STF &#8211; ele se recusou a receber o mandado e ainda afirmou que não vai mais usar tornozeleira, pois está cumprindo o decreto do Presidente da República. Devolvo o presente mandado, submetendo esta certidão à apreciação superior&#8221;, escreveu a oficial ao devolver o mandado ao ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Na decisão proferida ontem, Alexandre de Moraes afirmou que Silveira desrespeitou as medidas de monitoramento por 27 vezes ao deixar de carregar o equipamento.</p>
<p>&#8220;As condutas do réu, que insiste em desrespeitar as medidas cautelares impostas nestes autos e referendadas pelo plenário do STF revelam o seu completo desprezo pelo Poder Judiciário, comportamento verificado em diversas ocasiões durante o trâmite desta ação penal e que justificaram a fixação de multa diária para assegurar o devido cumprimento das decisões desta Corte&#8221;, afirmou Moraes na sentença.</p>
<p>No dia 21 de abril, um decreto do presidente Jair Bolsonaro concedeu graça constitucional ao deputado federal, condenado no dia anterior pelo Supremo a 8 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>Além da pena de prisão, o deputado foi condenado pelo STF a perda do mandato, a suspensão temporária dos direitos políticos e ao pagamento R$ 200 mil de multa pela condenação. No entanto, as penas não serão cumpridas imediatamente porque ainda cabe recurso.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Moraes prorroga por mais 60 dias inquérito contra Daniel Silveira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/moraes-prorroga-por-mais-60-dias-inquerito-contra-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 00:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou hoje (2) por mais 60 dias o inquérito aberto para apurar se o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) cometeu o crime de desobediência por ter violado o monitoramento da tornozeleira eletrônica. De acordo com o ministro, um relatório da Polícia Federal demonstrou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Política &#8211; O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou hoje (2) por mais 60 dias o inquérito aberto para apurar se o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) cometeu o crime de desobediência por ter violado o monitoramento da tornozeleira eletrônica.</p>
<p>De acordo com o ministro, um relatório da Polícia Federal demonstrou que houve ocorrências não justificadas por fim de bateria e duas violações por área de inclusão.</p>
<p>&#8220;Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, notadamente no que diz respeito à obtenção dos dados cadastrais dos usuários dos IPs apurados, para que seja possível a apresentação dos locais físicos de onde foram feitos acessos ao sistema da Câmara dos Deputados, nos termos solicitados pela Polícia Federal, prorrogo por mais 60 dias o presente inquérito&#8221;, decidiu Moraes.</p>
<p><strong>Defesa</strong></p>
<p>A defesa de Daniel Silveira alega que o parlamentar não pode ser alvo de medidas que possam restringir o mandato, conforme foi decidido pela Corte no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.526, em 2017.</p>
<p>De acordo com os advogados, nos casos de medidas judiciais que tenham impacto no mandato parlamentar, a decisão precisa ser votada pela Câmara dos Deputados no prazo de 24 horas, como ocorre nos casos de prisão.</p>
<p>No entanto, Moraes não submeteu sua decisão que determinou o monitoramento ao Congresso por entender que a medida não interfere no mandato.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Juiz dá 72 horas para Bolsonaro se manifestar sobre perdão dado para Daniel Silveira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/juiz-da-72-horas-para-bolsonaro-se-manifestar-sobre-perdao-dado-para-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 02:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Perdão]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O juiz Carlos Ferreira de Aguiar, da 12ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu prazo de 72 horas para a União se manifestar sobre o decreto do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça constitucional à pena do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; O juiz Carlos Ferreira de Aguiar, da 12ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu prazo de 72 horas para a União se manifestar sobre o decreto do presidente Jair Bolsonaro que concedeu graça constitucional à pena do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 8 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>A decisão foi motivada por uma ação popular protocolada por dois advogados que pretendem suspender o decreto. Após receber a manifestação, o juiz deverá decidir o caso.</p>
<p>Além da pena de prisão, o deputado foi condenado pelo STF a perda do mandato, a suspensão temporária dos direitos políticos e ao pagamento R$ 200 mil de multa pela condenação. No entanto, as penas não serão cumpridas imediatamente porque ainda cabe recurso.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Ministra Rosa Weber será relatora de ação contra indulto a Silveira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ministra-rosa-weber-sera-relatora-de-acao-contra-indulto-a-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Apr 2022 00:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Indulto]]></category>
		<category><![CDATA[Relatora]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber foi sorteada para ser relatora da ação que pede a anulação do perdão de pena concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), ontem (21). A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) foi protocolada no STF pelo partido Rede Sustentabilidade hoje [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Política &#8211; A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber foi sorteada para ser relatora da ação que pede a anulação do perdão de pena concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), ontem (21).</p>
<p>A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) foi protocolada no STF pelo partido Rede Sustentabilidade hoje (22). O partido pede que seja concedida liminar com a suspensão do decreto do presidente e posterior análise do caso pelo plenário do Supremo.</p>
<p>Nessa quarta-feira (20), Silveira foi condenado pelo STF a oito anos e nove meses de prisão, além de multa, pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>A Corte julgou ação penal aberta em abril do ano passado contra o parlamentar, que virou réu e passou a responder ao processo criminal pela acusação de incitar à invasão da Corte e sugerir agressões físicas aos ministros. Os fatos ocorreram em 2020 e 2021, por meio das redes sociais. Silveira chegou a ser preso pela conduta, mas foi solto posteriormente.</p>
<p>Ontem, ao anunciar a decisão de perdoar a pena, Bolsonaro disse que é prerrogativa do presidente conceder indulto e defendeu que “a liberdade de expressão é pilar essencial da sociedade em todas as suas manifestações”. “A graça de que trata este decreto é incondicionada e será concedida independentemente do trânsito em julgado da sentença penal condenatória”, disse o presidente, em sua live semanal.</p>
<p>Nesta sexta-feira, em Porto Seguro (BA), Bolsonaro comentou a decisão de conceder o indulto a Daniel Silveira. “Ontem foi um dia importante para nosso país. Não pela pessoa que está em jogo ou por quem foi protagonista desse episódio, mas o simbolismo que temos mais que o direito, nós temos a garantia da nossa liberdade”, declarou o presidente em evento para comemorar os 522 anos do descobrimento do Brasil.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Bolsonaro decreta perdão da pena a Daniel Silveira, condenado pelo STF</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/bolsonaro-decreta-perdao-da-pena-a-daniel-silveira-condenado-pelo-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 22:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Indulto]]></category>
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					<description><![CDATA[Política – Um dia após o Supremo Tribunal Federal (PT) ter condenado Daniel Silveira (PTB-RJ) a 8 anos e 9 meses de prisão em regime fechado por ataques a ministros da Corte, o presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou, nesta quinta-feira (21), um decreto que dá indulto ao deputado federal. O indulto é uma prerrogativa do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Política – Um dia após o Supremo Tribunal Federal (PT) ter condenado Daniel Silveira (PTB-RJ) a 8 anos e 9 meses de prisão em regime fechado por ataques a ministros da Corte, o presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou, nesta quinta-feira (21), um decreto que dá indulto ao deputado federal.</p>
<p>O indulto é uma prerrogativa do presidente da República e, na prática, perdoa a pena imposta ontem a Daniel Silveira. Bolsonaro baseou sua decisão no artigo 84, inciso 12 da Constituição.</p>
<p>Na sessão de ontem, o Supremo condenou o deputado bolsonarista por condenou por 10 votos a 1. A decisão de Bolsonaro ocorre antes de Silveira recorrer da decisão.</p>
<p>Com a condenação pelo Supremo, o deputado federal se tornaria inelegível, o que o impediria de ser candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, intenção que vinha sinalizando nos últimos meses. Com o indulto, Daniel Silveira poderia voltar a ser candidato.</p>
<p>Bolsonaro fez o anúncio do indulto hoje por meio de transmissão ao vivo nas redes sociais.</p>
<p><strong>Entenda as penas de Daniel Silveira</strong></p>
<p>Por tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e por ser um crime continuado, de acordo com o artigo 71 do Código Penal, Silveira foi condenado a 5 anos e 3 meses de reclusão.</p>
<p>Pelo crime de coação, descrito no Artigo 344 do Código Penal como “usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade (…) em processo judicial”, cumprirá pena de 3 anos. Por também ser um crime continuado, a pena foi aumentada em 6 meses, ficando em 3 anos e 6 meses.</p>
<p>O deputado ainda foi multado em 35 dias-multa para cada um dos três crimes. Cada dia-multa corresponde a cinco salários mínimos da época do crime (2021), ficando em aproximadamente R$ 200 mil.</p>
<p>Alexandre de Moraes defendeu condenação e pena de 8 anos e 9 meses ao parlamentar e foi acompanhado por Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Já André Mendonça decidiu pela condenação parcial e Nunes Marques pela absolvição.</p>
<p>Silveira chegou a ser detido em fevereiro de 2021 por ordem do ministro Alexandre de Moraes, que acabou autorizando a soltura do parlamentar e fixando medida cautelares em novembro do ano passado.</p>
<p><strong>Leia a íntegra do anúncio de Bolsonaro</strong></p>
<p>Bolsonaro disse que começou a trabalhar no texto do indulto “desde ontem, quando foi anunciada a prisão”. Leia a seguir a íntegra do anúncio feito pelo presidente:</p>
<p>“Tudo aqui está fundamentado, em decisões do próprio senhor Alexandre de Moraes, presidente do STF (sic). O presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 84, caput, inciso 12 da Constituição, tendo em vista o exposto do artigo 734, do decreto-lei 3.689, de 3 de outubro de 1941, código de processo penal E, considerando que a prerrogativa presidencial para concessão de indulto individual é medida fundamental à manutenção do Estado Democrático de Direito, inspirada em valores compartilhados por uma sociedade fraterna, justa e responsável. Considerando que a liberdade de expressão é pilar essencial da sociedade em todas as suas manifestações.</p>
<p>Considerando que a concessão de indulto individual é medida constitucional, discricionária, excepcional, destinada à manutenção do mecanismo tradicional de freios e contrapesos, na tripartição dos poderes.</p>
<p>Considerando que a concessão de indulto individual decorre de juizo integro baseado necessariamente nas hipóteses legais, políticas e moralmente cabíveis.</p>
<p>Considerando que ao presidente da República foi dada a missão de zelar pelo interesse público, e considerando que a sociedade encontra-se em legítima comoção em vista da condenação de parlamentar resguardado pela inviolabilidade de opinião, deferida pela Constituição, que somente fez uso de sua liberdade de expressão, decreta o decreto que vai ser cumprido.</p>
<p>Artigo primeiro, fica concedida graça constitucional a Daniel Lúcio da Silveira, deputado federal condenado pelo STF em 20 de abril de 2022, no âmbito da ação penal 1044, à pena de 8 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, pelas práticas dos crimes previstos.</p>
<p>Artigo 2º, a graça de que trata este decreto é incondicionada, e será concedida independentemente do trânsito em julgado da sentença penal condenatória. Artigo 3º, a graça inclui as penas privativas de liberdade, de multa, ainda que haja inadimplência ou inscrição de débito na Dívida Ativa da União, e as penas restritivas de direitos.”</p>
<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<item>
		<title>Ministro Alexandre de Moraes vota pela condenação de Daniel Silveira</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/ministro-alexandre-de-moraes-vota-pela-condenacao-de-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 23:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou hoje (20) pela condenação do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão em regime fechado. Moraes também determinou a perda do mandato e suspensão dos direitos políticos após o fim dos recursos. Após o voto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Brasil &#8211; O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou hoje (20) pela condenação do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão em regime fechado. Moraes também determinou a perda do mandato e suspensão dos direitos políticos após o fim dos recursos.</p>
<p>Após o voto de Moraes, que é relator do caso, o julgamento continua para a tomada dos votos dos demais ministros.</p>
<p>A Corte julga nesta quarta-feira a ação penal aberta em abril do ano passado contra o parlamentar, que virou réu e passou a responder ao processo criminal pela acusação de ameaçar e proferir agressões verbais aos ministros do STF, incitar animosidade entre as Forças Armadas e o Supremo. Os fatos ocorreram em 2020 e 2021, por meio das redes sociais.</p>
<p>No início da sessão, o advogado Paulo César de Faria, representante de Silveira, pediu a absolvição do parlamentar e disse que o deputado fez &#8220;críticas ásperas&#8221; contra os ministros, conduta que, segundo ele, está coberta pela imunidade parlamentar.</p>
<p>Faria também disse que não houve ameaças reais contra os ministros, invasão da Corte e qualquer ruptura institucional.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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