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	<title>Criminalidade - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Criminalidade - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Polícia procura dupla envolvida na morte de empresário em Manaus</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 17:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A polícia procura João Victor Gomes da Silva e Rawlison Oliveira Pampolha, suspeitos de participar do latrocínio que matou o empresário Evilázio Alves da Silva, de 60 anos, no bairro São José Operário, zona leste de Manaus. Os policiais já prenderam Luiz Fernando Branches do Nascimento, de 21 anos, que confessou ter atirado na vítima, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A polícia procura João Victor Gomes da Silva e Rawlison Oliveira Pampolha, suspeitos de participar do latrocínio que matou o empresário Evilázio Alves da Silva, de 60 anos, no bairro São José Operário, zona leste de Manaus.</p>
<p>Os policiais já prenderam Luiz Fernando Branches do Nascimento, de 21 anos, que confessou ter atirado na vítima, e Andeson da Silva Alves, de 39 anos, apontado como responsável por fornecer a motocicleta usada no crime.</p>
<p>As forças de segurança continuam as buscas pelos dois foragidos.</p>
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		<title>Moradores denunciam onda de furtos e invasões no Santo Antônio</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/moradores-denunciam-onda-de-furtos-e-invasoes-no-santo-antonio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:16:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#013; &#013; &#013; &#013; &#013; &#013; Moradores do bairro Santo Antônio, na zona oeste de Manaus, denunciam uma sequência de furtos praticados durante as madrugadas por criminosos que invadem residências enquanto as famílias dormem. Na madrugada desta quarta-feira (20), a quadrilha voltou a agir em casas da Rua Lauro Bittencourt. Câmeras de segurança registraram parte [&#8230;]]]></description>
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<p>Moradores do bairro Santo Antônio, na zona oeste de Manaus, denunciam uma sequência de furtos praticados durante as madrugadas por criminosos que invadem residências enquanto as famílias dormem.</p>
<p>Na madrugada desta quarta-feira (20), a quadrilha voltou a agir em casas da Rua Lauro Bittencourt. Câmeras de segurança registraram parte da movimentação dos suspeitos pelas ruas e dentro dos imóveis.</p>
<p>De acordo com os moradores, os criminosos furtam roupas, materiais de limpeza, objetos pessoais e até acessórios de veículos. Em alguns casos, também houve arrombamento de portas e janelas.</p>
<p>No último domingo (17), os bandidos invadiram uma casa na Rua Miguel Ribas, próxima a uma igreja católica, e subtraíram aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos.</p>
<p>Com medo da onda de crimes, moradores cobram reforço no policiamento e patrulhamento mais frequente no bairro. Até o momento, a polícia não identificou os suspeitos.</p>
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		<title>Bandidos fazem arrastão em Manaus e voltam à cena do crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:52:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#13; &#13; &#13; &#13; &#13; &#13;   Na noite de terça-feira (5), dois criminosos realizaram uma sequência de assaltos na zona norte de Manaus. Uma das ações ocorreu por volta das 18h30, em um posto de combustíveis na avenida Arquiteto José Henrique Bento Rodrigues, e foi registrada por câmeras de segurança. As imagens mostram a [&#8230;]]]></description>
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<p>Na noite de terça-feira (5), dois criminosos realizaram uma sequência de assaltos na zona norte de Manaus. Uma das ações ocorreu por volta das 18h30, em um posto de combustíveis na avenida Arquiteto José Henrique Bento Rodrigues, e foi registrada por câmeras de segurança.</p>
<p>As imagens mostram a dupla chegando rapidamente ao local e rendendo clientes e frentistas, que tentaram fugir para evitar o roubo. Os suspeitos usavam capacetes, o que dificulta a identificação. Um deles estava armado e carregava uma bolsa semelhante às de entregadores por aplicativo. O outro vestia uma camisa de manga longa com detalhes em verde neon.</p>
<p>Após a ação, os criminosos deixaram o posto em uma motocicleta vermelha sem placa, mas retornaram minutos depois à mesma região. Em seguida, abordaram um morador em frente à própria casa e, sob ameaça, levaram o celular da vítima, que não reagiu.</p>
<p>Toda a sequência ocorreu no mesmo dia e deve ajudar nas investigações. O caso segue sob apuração das autoridades.</p>
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		<title>Bandidos assaltam floricultura e funcionários se desesperam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 20:09:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[  Quatro assaltantes, divididos em duas duplas e utilizando motocicletas, invadiram uma floricultura no fim da manhã desta terça-feira (5). O crime aconteceu na Avenida Camapuã, bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus. Durante a ação, funcionários e clientes foram surpreendidos, mas parte das vítimas conseguiu escapar ao correr para uma saída lateral. Eles desceram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Quatro assaltantes, divididos em duas duplas e utilizando motocicletas, invadiram uma floricultura no fim da manhã desta terça-feira (5). O crime aconteceu na Avenida Camapuã, bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.</p>
<p>Durante a ação, funcionários e clientes foram surpreendidos, mas parte das vítimas conseguiu escapar ao correr para uma saída lateral. Eles desceram uma escada e permaneceram escondidos até a fuga dos criminosos.</p>
<p>Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento de tensão. Em um dos vídeos, pessoas aparecem abrigadas no fim da escada e só retornam ao local após alguém avisar que os suspeitos já haviam deixado o estabelecimento. Ao voltarem, encontram o espaço revirado, com objetos espalhados pelo chão.</p>
<p>Outro registro mostra dois dos suspeitos saindo às pressas, subindo em uma motocicleta e fugindo em alta velocidade, mesmo sob forte chuva.</p>
<p>Minutos depois, uma viatura da Polícia Militar chegou ao local. Funcionários repassaram informações sobre as características dos criminosos e dos veículos utilizados na fuga.</p>
<p>Até o momento, não há confirmação sobre o valor levado ou a quantidade de itens roubados. O caso foi registrado no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e deve ser investigado.</p>
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		<title>Expansão das facções aumenta a criminalidade nas cidades do interior</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/expansao-das-faccoes-aumenta-a-criminalidade-nas-cidades-do-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 13:45:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A desconcentração da violência letal nas grandes cidades, com a interiorização do crime e o avanço das facções para médias e pequenas cidades do país é destacada pelo Atlas da Violência 2025 – Retrato dos municípios brasileiros e dinâmica regional do crime organizado, divulgado nesta sexta-feira (7). O levantamento foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A desconcentração da violência letal nas grandes cidades, com a interiorização do crime e o avanço das facções para médias e pequenas cidades do país é destacada pelo Atlas da Violência 2025 – Retrato dos municípios brasileiros e dinâmica regional do crime organizado, divulgado nesta sexta-feira (7).</strong> O levantamento foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Expansao-das-faccoes-aumenta-a-criminalidade-nas-cidades-do-interior.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Expansao-das-faccoes-aumenta-a-criminalidade-nas-cidades-do-interior.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O relatório evidencia dois motivos para esse fenômeno. “Em primeiro lugar, as cidades que eram mais violentas há 10 anos conseguiram reduzir a letalidade. Por outro aspecto, em face da interiorização do crime, muitas cidades menores passaram a vivenciar em maior número a violência letal”.</p>
<p>De acordo com o Atlas, as capitais como Fortaleza, São Luís, Goiânia, Cuiabá e o Distrito Federal registraram “reduções superiores a 60% nas taxas de homicídios entre 2013 e 2023”. Fato que contrasta com “o avanço da criminalidade e das disputas entre facções em municípios médios e interiores, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, que passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles”.</p>
<h2>Diminuição dos homicídios</h2>
<p>Mesmo com a ampliação territorial das facções criminosas, o levantamento mostra uma continuada redução dos homicídios no país, tendência que se observa desde 2018.</p>
<blockquote>
<p>“Em alguns estados, o processo começou muito antes, como é o caso de São Paulo, estado onde as mortes por causas violentas vêm diminuindo de forma contínua há mais de duas décadas”.</p>
</blockquote>
<h2>Expansão das facções</h2>
<p>O relatório indica também que as facções criminosas estão presentes em todas as unidades da Federação, mas de maneira desigual. “Em alguns estados, a presença de vários grupos alimenta disputas territoriais intensas e letais, como ocorre na Bahia, onde atuam o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) em aliança com facções locais, como o Bonde do Maluco e o Comando da Paz”.</p>
<p>A mesma disputa por território ocorre também em Pernambuco, o estado abriga pelo menos 12 facções em conflito. Elas são responsáveis por impulsionar as altas taxas de homicídios no estado.</p>
<blockquote>
<p>“No Amazonas e no Amapá, as guerras entre CV, PCC e organizações regionais, como a Família Terror do Amapá e o Cartel do Norte, têm provocado escaladas de violência em cidades médias e portuárias estratégicas”, aponta o Atlas.</p>
</blockquote>
<p>Já em outras regiões, os conflitos por domínio de territórios são de baixa intensidade, revelando uma convivência relativamente estável entre grupos rivais. “É o caso de São Paulo, onde prevalece uma espécie de pacificação, resultante do domínio de mercados ilegais por uma única e poderosa organização criminosa, o PCC”.</p>
<p>O mesmo acontece também em Minas Gerais. O estado também “abriga diversas facções fragmentadas, mas com menor grau de conflito aberto, e Santa Catarina, cuja atuação do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) ocorre em um cenário de violência mais controlada e pontual”.</p>
<h2>Diversidades de estratégias</h2>
<p>O Atlas da Violência 2025 também destaca para o que chama de “diversidade de estratégias entre os grupos criminosos”.  Segundo o documento, os grupos criminosos com “estruturas mais estáveis e voltadas ao lucro tendem a conter o uso da violência ostensiva, enquanto organizações menores e fragmentadas recorrem com mais frequência a confrontos armados para afirmar poder e manter o controle territorial”.</p>
<h2>Infiltração em atividades lícitas</h2>
<p>O levantamento alerta para o fato do crime organizado se infiltrar em atividades produtivas lícitas e na gestão pública. Esse fenômeno, segundo o Atlas, “ameaça o Estado Democrático de Direito, com expansões na política, nas atividades produtivas lícitas e na gestão e contratos das administrações públicas. Essa expansão econômica e institucional das facções, segundo os autores, representa uma das faces mais perigosas do crime organizado contemporâneo”.</p>
<p>No caminho contrário dessa expansão do crime organizado, o relatório identifica avanços em políticas públicas qualificadas de segurança, que os do documento chamam de “revolução invisível na segurança pública”. “A partir da década de 2010, essa transformação tem englobado cada vez mais estados e municípios, combinando ações preventivas, qualificação policial e o uso de inteligência integrada”.</p>
<h2>Dados de homicídios</h2>
<p><strong>Enquanto os municípios grandes (mais de 500 mil habitantes) tiveram, em 2023, taxa média de 23,6 homicídios por 100 mil habitantes, as cidades médias (entre 100 mil e 500 mil habitantes) apresentaram taxa média de 24,2 por 100 mil e as pequenas (até 100 mil habitantes) de 20 homicídios por 100 mil habitantes.</strong></p>
<p>Os números mostram que os 20 municípios mais violentos do país possuíam, em média, população de 330 mil habitantes e uma média das taxas de homicídio estimadas de 65,4, o que é quase três vezes da média nacional. Por outro lado, a média das taxas de homicídio estimadas no grupo dos 20 municípios com menor letalidade era de 3,8. Portanto, comparando os 20 municípios mais e menos violentos do país, a prevalência de homicídio no primeiro grupo foi 17 vezes maior do que no último grupo – uma diferença maior do que aquela entre a taxa de homicídio do Brasil e da Europa, em que essa relação é de 10,4 vezes.</p>
<p>Em 1.548 (29,6%) dos 5.237 municípios classificados como pequenos não houve nenhum homicídio estimado (registrado ou oculto). Entre os de tamanho médio, foram encontrados 10 com taxas acima de 60 homicídios por 100 mil habitantes. No outro extremo, 51 municípios médios apresentaram taxas menores de 10 homicídios estimados por cem mil habitantes. Já entre os 46 classificados como grandes, oito apresentaram taxas abaixo de 10.</p>
<h2>Operação Contenção</h2>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Expansao-das-faccoes-aumenta-a-criminalidade-nas-cidades-do-interior.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<p><!--copyright=442659-->Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 &#8211; Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442659--></p>
</div>
</div>
<p>O Atlas da Violência 2025 traz crítica ao governo do Rio, por causa da Operação Contenção realizada no dia 28 de outubro nos complexos da Penha e do Alemão. A conclusão do relatório descreve que “muitos governos continuam a oferecer à sociedade como suposta solução para o enfrentamento ao crime organizado, ações que contribuem negativamente para a segurança pública, como o espetáculo midiático da Operação no Complexo do Alemão”, alerta.</p>
<blockquote>
<p>“Há pelo menos 40 anos, essas ações policiais baseadas na brutalidade e no entra e sai nas comunidades se reptem sem qualquer sinal de efetividade no sentido de reduzir o poder do CV, muito pelo contrário. Como resultado da operação 121 pessoas foram mortas, 118 armas foram apreendidas e 113 pessoas foram presas, dos quais 54 possuíam alguma anotação criminal”.</p>
</blockquote>
<p>O levantamento trata ainda do custo social da operação que vai muito além da perda de vidas humanas, incluindo a de quatro policiais.</p>
<p>“Além dos danos materiais e destruição de valores econômicos, com a perda no comércio, transporte, escolas, postos de saúde – e no limite o Rio de Janeiro praticamente parado – as cenas de guerra certamente fizeram aumentar a sensação de insegurança, o que trará reflexos adversos futuros”.</p>
<p>Cita também que entre os mortos, 39 eram oriundos de outros estados e possivelmente integrantes do CV. Fato esse que chama a atenção para dois pontos:</p>
<p>“Em primeiro lugar, o ‘trabalho’ remoto e a integração nacional das maiores redes criminais nos remetem à necessidade urgente de uma ampla integração e interoperabilidade entre as agências do sistema de segurança pública no país. Em segundo, as autoridades devem estar atentas à repercussão que essas mortes podem gerar sobre o mercado criminal e eventuais disputas, sobretudo no Pará, Amazonas, na Bahia, no Ceará e Goiás”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/expansao-das-faccoes-aumenta-criminalidade-nas-cidades-do-interior</p>
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		<item>
		<title>Viúva de Bruno Pereira está preocupada com criminalidade no Vale do Javari</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/viuva-de-bruno-pereira-esta-preocupada-com-criminalidade-no-vale-do-javari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 01:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Comissão Externa do Senado que apura as causas do aumento da criminalidade e de atentados na Região Norte ouviu hoje (14) duas pessoas próximas ao indigenista Bruno Pereira que, ao lado do jornalista britânico Dom Phillips, foi assassinado no dia 5 de junho. Tanto a esposa de Bruno, Beatriz Matos, como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Comissão Externa do Senado que apura as causas do aumento da criminalidade e de atentados na Região Norte ouviu hoje (14) duas pessoas próximas ao indigenista Bruno Pereira que, ao lado do jornalista britânico Dom Phillips, foi assassinado no dia 5 de junho.</p>
<p>Tanto a esposa de Bruno, Beatriz Matos, como o líder indígena e ex-coordenador da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Jader Marubo, manifestaram preocupação com a retomada das mesmas atividades criminosas que, supostamente, causaram as duas mortes.</p>
<p>Durante a audiência, os convidados disseram que o trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo indigenista e pela Univaja representavam “problema” para grupos criminosos com interesses em explorar riquezas da Terra Indígena Vale do Javari, bem como para políticos da região.</p>
<p>Jader Marubo disse que Bruno se orgulhava de lutar pela proteção dos índios isolados e dos povos indígenas do Vale Javari. Ele lembrou da atuação do indigenista para que os índios tivessem direito de voto e que ele teria denunciado casos de políticos que compravam votos de ribeirinhos na região, motivo pelo qual também teria recebido ameaça de morte.</p>
<p>“A partir do momento em que ele vestiu a camisa, e com a boa vontade de lutar pelo território, o Bruno acabou mexendo com pessoas poderosas da nossa região. São pessoas que lutam para ter poder. São políticos, comerciantes, narcotraficantes, pescadores, caçadores e garimpeiros, que estão invadindo nossa terra pela parte sul, com dragas que podem fazer extinção em massa de nossas regiões de pesca. Eles estão adentrando em um território onde existem muitos índios isolados”, relatou a liderança indígena.</p>
<p><strong>Exoneração</strong></p>
<p>Companheira de Bruno Pereira, a antropóloga Beatriz Matos, que também atua no Vale do Javari, lembrou que seu marido assumiu a coordenação geral de índios isolados da Funai em um momento em que as ameaças e invasões se intensificaram. Entre as ações coordenadas por Bruno, ela cita o desmantelamento de balsas de garimpo no sul da Terra Indígena Vale do Javari.</p>
<p>“Logo depois de realizar essa ação ele recebeu, de uma hora para outra, o aviso de exoneração. Isso foi em 2019. Na sequência, assumiu um coordenador ligado a missões religiosas, de instituições que têm interesse contrário à politica do não contato. Pelo contrário, buscam contato com os isolados”, disse.</p>
<p>Bruno foi então designado a voltar ao antigo posto, na frente de proteção do Vale do Javari, em uma unidade específica da Funai. “Ele e outros colegas tinham suas vidas sob ameaça. Ele entendeu que começaria a ter perseguições na própria Funai, o que de fato acabou acontecendo”, acrescentou Beatriz.</p>
<p>Diante da situação, Bruno pediu licença não remunerada e assumiu uma assessoria para a qual foi convidado pela Univaja, por entender ter, ali, mais condições de dar sequência ao trabalho.</p>
<p><strong>Poder público</strong></p>
<p>A proteção dessas áreas e desses povos é um trabalho que, segundo Marubo, deveria ser feito pelo Estado Brasileiro. “No entanto, foi a ausência do Estado o que fez com que a União dos Povos Indígenas do Vala do Javari vestisse a camisa e fosse lutar para proteger nosso território. Só que essa luta nos fez colocar um alvo em nossas costas”, disse.</p>
<p>Segundo Marubo, as medidas de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) “não têm garantido nem a lei nem a ordem na região”. “Chegou o contingente da Força Nacional e chegaram alguns funcionários da Funai, mas não houve melhoria. O que acabou acontecendo foi perseguição, na Funai, a funcionários que trabalham no local, para que não falassem, dizendo que eles poderiam pagar com a própria vida”, relatou.</p>
<p>O trabalho da entidade, segundo o ex-coordenador da Univaja, tem sido dificultado pela falta de apoio do poder público federal. “Não temos polícia ambiental e a Polícia Federal tem um pequeno efetivo, insuficiente para a região. Depois da morte deles, achamos que a criminalidade iria parar, mas quando baixou a poeira das forças militares que lá estavam, a coisa voltou ao normal”, disse. “Sabemos o poder das pessoas que fazem parte dessas organizações criminosas e sabemos como eles podem atuar. Todos têm medo”.</p>
<p>Como a situação não está melhorando na região, a liderança indígena avalia que assassinatos como os ocorridos podem acontecer novamente. “Eu e outros líderes e funcionários estamos em uma lista dos criminosos para sermos mortos. Não vai acontecer amanha; daqui a uma semana; ou daqui a um mês, mas vai acontecer caso nada seja feito”, alertou.</p>
<p><strong>Nações Unidas</strong></p>
<p>A liderança indígena informou que, até o momento, com relação à cobrança manifestada em junho pelas Nações Unidas para que o governo federal reforçasse a segurança dos povos indígenas e da floresta, “nenhuma providência foi adotada”, e que nem mesmo foi feita “uma manifestação de solidariedade por parte do governo federal ou da Funai”.</p>
<p>“Em nenhum momento tivemos qualquer palavra de apoio do presidente da Funai, desde que tudo aconteceu. Sequer temos embarcações para deslocamento. A Funai não disponibilizou recursos para isso, e sem logística não teremos êxito no trabalho de proteção do Vale do Javari, que tem 8,5 milhões de hectares. Que governo é esse que não protege seu território?”, questionou a liderança indígena.</p>
<p>Beatriz Matos acrescentou o poder público não apenas deixou de apoiar, mas trabalhou contra seus próprios servidores. “O presidente da Funai inclusive fez acusações contra seu funcionário, em vez de tomar para si a investigação, a proteção e a indignação. É indignante a falta de apoio que tivemos da esfera federal desse país. É indignante porque tivemos manifestação até mesmo do primeiro-ministro britânico”, disse ela ao lamentar que nenhum representante do governo federal sequer foi no funeral do Bruno ou enviou palavras de condolências.</p>
<p>“A luta de defesa da floresta e das condições desses povos indígenas, que são responsáveis pela biodiversidade brasileira, não tem sido respeitada. O trabalho para cuidar desses territórios, exercido pelos povos indígenas, tem sido cada vez menos respeitado. Enquanto o mundo reconhece o valor e a importância desse trabalho, nosso país o reconhece cada vez menos. Muito pelo contrário: criminaliza esse trabalho”, complementou Beatriz ao informar que a situação tem causado indignação entre diversos servidores da Funai.</p>
<p>Segundo a antropóloga Beatriz Matos, dois meses após o assassinado de Bruno e de Dom, não há, até o momento, qualquer plano de execução emergencial sendo implementado para segurança de funcionários, movimentos indigenistas ou dos indígenas no Vale do Javari.</p>
<p>“Eles estão desprotegidos nesse lugar, que é o lugar de vida deles e de seus antepassados há milênios, antes mesmo de ter o Brasil. O tamanho desse absurdo é inominável”, disse.</p>
<p><strong>Governo federal</strong></p>
<p>A Fundação Nacional do Índio (Funai) esclareceu que não procede a informação de que o servidor licenciado Bruno Pereira teria sido perseguido dentro da instituição.</p>
<p>“Cumpre informar, ainda, que os cargos em comissão e as funções de confiança são de livre nomeação e exoneração por parte do gestor, e devem atender às exigências do Decreto nº 9.727, de 15 de março de 2019, que regulamenta critérios, perfil profissional e procedimentos gerais a serem observados para a ocupação dos cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) e as Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE)”, informou a Funai.</p>
<p>Em reunião na terça-feira (12) com uma comitiva de servidores da Funai, o secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Antonio Ramirez Lorenzo, que participou do encontro como ministro interino da pasta, disse que nos próximos dias mais agentes da Força Nacional de Segurança Pública devem chegar à região do Vale do Javari.</p>
<p>O encontro foi solicitado pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Orlando Silva (PCdoB-SP). Segundo informações divulgadas pela comissão, no encontro, Lorenzo também informou que existe o compromisso de tentar viabilizar um concurso público para a Funai ainda em 2022.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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