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	<title>Crescimento - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Crescimento - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Rádio MEC e Nacional têm crescimento histórico de audiência em 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 18:56:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As rádios públicas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) registraram, em 2025, um dos melhores desempenhos de audiência de sua história recente. Os resultados foram apurados pela Kantar IBOPE Media, confirmando o fortalecimento da Rádio Nacional e da Rádio MEC como referências consolidadas da radiodifusão pública brasileira em 2025. A Rádio Nacional FM de Brasília [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>As rádios públicas da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong> registraram, em 2025, um dos melhores desempenhos de audiência de sua história recente. Os resultados foram apurados pela Kantar IBOPE Media, confirmando o fortalecimento da <strong>Rádio Nacional</strong> e da <strong>Rádio MEC</strong> como referências consolidadas da radiodifusão pública brasileira em 2025.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Radio-MEC-e-Nacional-tem-crescimento-historico-de-audiencia-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Radio-MEC-e-Nacional-tem-crescimento-historico-de-audiencia-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A <strong>Rádio Nacional FM de Brasília</strong> alcançou, em 2025, a maior participação de mercado já registrada desde o início da série histórica em 2010. Com 1,49% de share, porcentagem do total de ouvintes da praça, a emissora mantém uma curva contínua de crescimento: os anos de 2023, 2024 e 2025 concentram três das quatro melhores performances da rádio nos últimos 15 anos, com participações de 1,36%, 1,42% e 1,49%, respectivamente.</p>
<p>A <strong>Nacional FM do Rio de Janeiro</strong> também apresentou crescimento, consolidando o desempenho da faixa estendida: o número de ouvintes por minuto cresceu 49% entre 2024 e 2025. Em Recife, onde a Nacional atua em parceria com a Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC), a rádio também teve aumento na audiência: 17% na comparação entre o último quadrimestre de 2024 e o mesmo período de 2025.</p>
<p>Já em São Paulo, o último quadrimestre de 2025 registrou um crescimento de 6% em relação ao mesmo período de 2024, confirmando a tendência de ampliação de público contínuo da emissora na maior praça do país.</p>
<h2>MEC amplia alcance e consolida expansão da rede</h2>
<p>Na <strong>MEC FM de Brasília</strong>, a audiência cresceu 59% na comparação entre o quarto trimestre de 2024 e o de 2025, refletindo o fortalecimento da emissora na capital federal.</p>
<p>A <strong>MEC FM do Rio de Janeiro</strong> também manteve trajetória positiva em 2025, com aumento no número de ouvintes por minuto em relação ao ano anterior. Além disso, os anos de 2024 e 2025 representam os melhores resultados da emissora desde 2012 em participação de mercado.</p>
<h2>Rejuvenescimento do público</h2>
<p>Um dos principais destaques da pesquisa foi a identificação de rejuvenescimento do perfil do público. Nas quatro praças pesquisadas, a <strong>Nacional</strong> foi a rádio com maior afinidade junto ao público de 15 a 24 anos entre todas as emissoras mensuradas pela Kantar, evidenciando o processo de rejuvenescimento da marca e sua crescente conexão com as novas gerações.</p>
<p>Em Belo Horizonte, a <strong>MEC</strong> se destacou como a rádio com maior afinidade junto ao público de 15 a 24 anos, indicando elevado potencial de consolidação da emissora em uma nova e estratégica praça.</p>
<h2>Comunicação pública fortalecida</h2>
<blockquote>
<p>“Os resultados confirmam o fortalecimento do projeto de radiodifusão pública da EBC, fundamentado na diversidade de conteúdos, na inovação editorial, na valorização da cultura brasileira e na ampliação do acesso à informação de qualidade”, avalia o gerente-executivo de Rádios, Thiago Regotto.</p>
</blockquote>
<p>“O desempenho registrado em 2025 consolida as rádios Nacional e MEC como plataformas estratégicas da comunicação pública brasileira, ampliando seu papel na formação cultural, na democratização da informação e na promoção da cidadania”, conclui.</p>
<p><em>Fonte: Kantar IBOPE Media | EasyMedia | DFE, GRJ, GSP, REC e BHZ | #OPM, SHT%, Afin% | Bancos de dados 2024–2025</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/radio-mec-e-nacional-tem-crescimento-historico-de-audiencia-em-2025</p>
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		<title>No G20, Lula destaca transição energética e crescimento inclusivo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/no-g20-lula-destaca-transicao-energetica-e-crescimento-inclusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 16:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (22), que o G20 – grupo das maiores economias do mundo – tem a responsabilidade de desenvolver um novo modelo de economia que priorize a transição energética e a resiliência climática. Lula discursou na sessão do G20 que tratou sobre a redução do risco de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (22), que o G20 – grupo das maiores economias do mundo – tem a responsabilidade de desenvolver um novo modelo de economia que priorize a transição energética e a resiliência climática.</strong> Lula discursou na sessão do G20 que tratou sobre a redução do risco de desastres, mudança do clima, transição energética justa e sistemas alimentares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/No-G20-Lula-destaca-transicao-energetica-e-crescimento-inclusivo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/No-G20-Lula-destaca-transicao-energetica-e-crescimento-inclusivo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Entramos agora numa nova etapa, que exigirá esforço simultâneo em duas frentes: acelerar as ações de enfrentamento da mudança clima e nos preparar para uma nova realidade climática. O G20 cumpre papel central em ambas”, disse em Joanesburgo, na África do Sul, onde ocorre a Cúpula de Líderes do G20.</p>
</blockquote>
<p>“O grupo responde por 77% das emissões globais. É do G20 que um novo modelo de economia deve emergir. O grupo é um ator-chave na elaboração de um mapa do caminho para afastar o mundo dos combustíveis fósseis”, acrescentou Lula.</p>
<p><strong>Lula lembrou que, sob a condução do Brasil, as nações estão concluindo as negociações da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) no Brasil. </strong>Representantes da sociedade civil, entretanto, criticaram a falta de ambição para buscar as metas climáticas previstas no Acordo de Paris, que procura conter o aumento da temperatura do planeta em até 1,5ºC, como limite para que o mundo não entre em um ciclo grave de catástrofes ambientais.</p>
<p>Um dos principais pontos de frustração foi a ausência do mapa do caminho para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis, como petróleo e carvão mineral, os principais responsáveis pelas emissões dos gases que causam o aquecimento global. O governo brasileiro e, especialmente, o presidente Lula insistiram na aprovação de um texto que abordasse alguma proposta de cronograma de implementação dessa transição energética.</p>
<blockquote>
<p>“A COP30 mostrou que o mundo precisa enfrentar esse debate. A semente dessa proposta foi plantada e irá frutificar mais cedo ou mais tarde. A mudança do clima não é uma simples questão de política ambiental. É, sobretudo, um desafio de planejamento econômico”, destacou Lula aos líderes do G20.</p>
</blockquote>
<p><strong>Lula citou o documento <em>Princípios Voluntários para Investir em Redução de Risco de Desastres</em>, aprovado sob a liderança sul-africana do grupo, que enfatiza a necessidade de financiamento de longo prazo para prevenção e resposta a desastres.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sistemas de alerta precoce não bastam. O clima vai colocar à prova nossas pontes, rodovias, edifícios e linhas de transmissão, vai exigir formas mais eficientes de gerir a água, cultivar alimentos e produzir energia, vai obrigar milhares de pessoas e de negócios a buscarem áreas mais seguras para viver e empreender”, lembrou o presidente brasileiro.</p>
</blockquote>
<p>“Construir resiliência não é gasto, é investimento. Para cada dólar investido em adaptação, ganham-se quatro dólares em prejuízos evitados e outros benefícios sociais e econômicos”, acrescentou.</p>
<p><strong>Mas um mundo resiliente não se faz apenas com infraestrutura, argumentou Lula ao defender o combate à fome e a pobreza e a proteção social das populações. </strong>“Vai contra nosso sentido mais elementar de justiça permitir que as maiores vítimas da crise climática sejam aquelas que menos contribuíram para causá-la”, disse.</p>
<p>O presidente contou ainda que o Brasil lançou, na COP30, a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas. Nela, foram reforçados três compromissos: fortalecer a proteção social; apoiar pequenos produtores; e garantir alternativas de vida sustentáveis para comunidades que vivem nas florestas.</p>
<p>“O G20 pode proteger cadeias alimentares por meio de medidas como compras públicas e seguros rurais”, sugeriu durante seu discurso.</p>
<h2>Crescimento inclusivo</h2>
<p><strong>Mais cedo, Lula também discursou na primeira sessão da cúpula de líderes, sobre crescimento econômico sustentável e inclusivo. </strong>Ele defendeu a taxação de super-ricos e a troca de dívidas dos países mais pobres por investimentos em desenvolvimento e em ação climática consistente.</p>
<blockquote>
<p>“Está na hora de declarar a desigualdade uma emergência global e redesenhar regras e instituições que sustentam assimetrias”, disse ao defender a proposta da África do Sul de criação de um Painel Independente sobre Desigualdade, nos moldes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, debate liderado pelo prêmio Nobel, o economista Joseph Stiglitz.</p>
</blockquote>
<p>“Essa iniciativa será fundamental para recolocar nos trilhos a implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Sem financiamento a Agenda 2030 não passará de uma declaração de boas intenções”, afirmou Lula.</p>
<p><strong>O G20 é o principal órgão para cooperação econômica internacional, criado em 1999 após a crise financeira asiática. Em 2008, ele também se tornou uma instância política, com uma cúpula de chefes de Estado e de governo.</strong></p>
<p>Em 2025, a África do Sul conduz os trabalhos do G20 sob o lema “Solidariedade, Igualdade e Sustentabilidade”, com quatro prioridades: fortalecimento da resiliência e capacidade de resposta a desastres; sustentabilidade da dívida pública de países de baixa renda; financiamento para a transição energética justa; e minerais críticos como motores de desenvolvimento e crescimento econômico.</p>
<p>A presidência sul-africana encerra, ainda, um ciclo em que todos os países terão exercido, pelo menos uma vez, a liderança do grupo.</p>
<p>Lula, que esteve na primeira cúpula de líderes em 2008, criticou o protecionismo atual e defendeu o multilateralismo para as soluções globais. “Intervenções oportunas e a coordenação entre as economias desenvolvidas e os mercados emergentes foram fundamentais para evitar colapso de proporções catastróficas. Mas a resposta oferecida pela comunidade internacional foi incompleta e produziu efeitos colaterais que perduram até hoje”, afirmou.</p>
<blockquote>
<p>“Enveredamos por uma trilha que repetiu a receita de austeridade como um fim em si mesmo, que aprofundou desigualdades e que ampliou tensões geopolíticas. Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas fáceis e falaciosas para a complexidade da realidade atual”, destacou.</p>
</blockquote>
<h2>Agenda</h2>
<p><strong>Lula desembarcou em Joanesburgo nesta sexta-feira (21) e manteve reunião bilateral com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa,</strong> quando o parabenizou pela condução da presidência sul-africana do G20. Ramaphosa, por sua vez, saudou a realização da COP30 ressaltando, em especial, o forte componente de participação social.</p>
<blockquote>
<p>“Ambos concordaram que os êxitos da COP30, em Belém, e da Cúpula do G20, em Joanesburgo, representam ativos essenciais para o fortalecimento do multilateralismo”, diz comunicado do Palácio do Planalto.</p>
</blockquote>
<p>Na esfera bilateral, Lula convidou o presidente Ramaphosa para uma visita de Estado ao Brasil no início de 2026, quando deverão promover, também, um seminário empresarial. “Os dois líderes reconheceram que a balança comercial não condiz com o tamanho das duas economias e avaliam a possibilidade de negociações para ampliação do acordo entre Mercosul e a União Aduaneira da África Austral”, acrescenta.</p>
<p>O sul-africano ainda manifestou interesse em conhecer as políticas de inclusão social do Brasil e de promoção da segurança alimentar.</p>
<p><strong>Neste domingo (23), Lula continua em Joanesburgo onde participa de mais uma sessão do G20 sobre minerais críticos, trabalho decente e inteligência artificial.</strong> À margem da cúpula, ainda está prevista reunião entre os líderes do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas). A iniciativa trilateral foi desenvolvida em 2003 no intuito de promover a cooperação entre os países do Sul Global.</p>
<p><strong>Na sequência, Lula embarca para Maputo, capital de Moçambique, onde faz uma visita de trabalho na segunda-feira (24).</strong> A viagem se insere nas comemorações de 50 anos das relações diplomáticas entre os dois países. A previsão é que Lula embarque de volta para o Brasil ainda na segunda-feira.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/no-g20-lula-destaca-transicao-energetica-e-crescimento-inclusivo</p>
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		<item>
		<title>Rádios Nacional e MEC têm crescimento em audiência no mês de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 11:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As emissoras públicas de rádio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) tiveram alta na audiência no mês de julho, consolidando uma tendência já apurada no segundo trimestre. Os números são da empresa Kantar Ibope Media. As emissoras da rede da Rádio Nacional apresentaram crescimento em várias capitais. No Rio de Janeiro, a rádio que opera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>As emissoras públicas de rádio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) tiveram alta na audiência no mês de julho, consolidando uma tendência já apurada no segundo trimestre. Os números são da empresa Kantar Ibope Media.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Radios-Nacional-e-MEC-tem-crescimento-em-audiencia-no-mes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Radios-Nacional-e-MEC-tem-crescimento-em-audiencia-no-mes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As emissoras da rede da <strong>Rádio Nacional</strong> apresentaram crescimento em várias capitais. No Rio de Janeiro, a rádio que opera na frequência 87,1 cresceu 28% e se consolidou como a 15ª rádio mais ouvida da capital fluminense.</p>
<p>Em São Paulo, a<strong> Rádio Nacional</strong> teve crescimento de 9% em julho na comparação com junho. No Grande Recife, o aumento na audiência foi 16%. E em Brasília, houve alta de 5% sendo a rádio pública mais ouvida de Brasília.</p>
<p>As emissoras da <strong>Rádio MEC </strong>também registraram crescimento no mês de julho. No Rio, a emissora a alta alcançou 7% na audiência; em Brasília, de 12% e em Belo Horizonte de 27% &#8211; sempre na comparação com o mês anterior.</p>
<blockquote>
<p>“Com esse resultado, a <strong>EBC</strong> reafirma seu compromisso de oferecer ao público brasileiro conteúdos plurais, de qualidade e alinhados à missão de promover cultura, informação e cidadania”, afirma o gerente executivo de rádios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Thiago Regotto.</p>
</blockquote>
<p>“Os resultados confirmam a consolidação da <strong>Rádio MEC</strong> e da <strong>Rádio Nacional</strong> como referências de programação cultural, jornalística e de interesse público em diferentes praças do país”, destaca.</p>
<h2>Consolidação da tendência de alta</h2>
<p><strong>No segundo trimestre de 2025, o mesmo levantamento da Kantar Ibope Media já havia apontado um crescimento relevante nas emissoras que formam a rede da Rádio Nacional. No período, houve um aumento médio de 27% na faixa horária entre 6h e 19h em comparação com o trimestre anterior.</strong></p>
<p>O avanço havia sido impulsionado especialmente pelo desempenho das emissoras no Rio de Janeiro e em São Paulo, refletindo a consolidação da programação em rede.</p>
<p><strong>A rede da Rádio Nacional é composta pelas emissoras de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Brasília, que contam com medição mensal de audiência realizada pela Kantar Ibope Media. Também integram a rede outras estações que ainda não possuem aferição regular, como a de São Luís (MA), a de Tabatinga, no Alto Solimões (AM), além do sistema de alta potência da AM 980 e das transmissões em Ondas Curtas, voltadas especialmente para a região amazônica.</strong></p>
<p>No horário de 6h às 19h, a rede da <strong>Rádio Nacional </strong>registrou naquele período a média de 13.982 ouvintes por minuto — um crescimento de 27% em relação ao trimestre anterior. Todas as faixas horárias analisadas apresentaram crescimento (6h a 19h, 05h–00h e 05h–05h), com destaque para o período diurno, que concentrou o maior avanço percentual.</p>
<p>Em São Paulo, a <strong>Rádio Nacional</strong> FM 87,1 atingiu a marca de 5.729 ouvintes por minuto na faixa de 6h às 19h, um crescimento expressivo de 59%. Já no período das 5h à meia noite, o aumento foi de 54%.</p>
<p>No Rio de Janeiro, a emissora teve aumento de 25% no mesmo horário, o que a levou a conquistar um marco inédito: a entrada no ranking das 15 emissoras mais ouvidas da região metropolitana, com audiência crescente também na faixa das 05h às 00h. Recife também contribuiu para o bom desempenho da rede, com média de 1.476 ouvintes por minuto e crescimento de 24% no trimestre.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/radios-nacional-e-mec-tem-crescimento-em-audiencia-no-mes-de-julho</p>
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		<item>
		<title>Crescimento econômico, café e energia reforçaram inflação, diz BC</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 23:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). </strong>A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde o início do ano, o BC precisa divulgar uma carta aberta a cada semestre em que a inflação oficial, expressa pelo IPCA, estourar o teto de 4,5% da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta está em 3% para o IPCA, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, com os limites entre 1,5% (piso) e 4,5% (teto).</p>
<p>Em junho, o IPCA ficou em 0,24%, alcançando 5,35% em 12 meses. No modelo de meta contínua, a inflação acumulada em 12 meses não pode superar o teto de 4,5% por seis meses consecutivos.</p>
<blockquote>
<p>“Houve altas mais intensas que as antecipadas no preço da gasolina, na inflação subjacente dos preços de serviços, nos preços de alimentos industrializados, em particular do café, e nos preços de alguns bens industriais, como os do vestuário e de automóveis”, destaca a carta do BC.</p>
</blockquote>
<p>O texto também ressalta surpresas para cima em preços administrados e para baixo em alimentação em casa. “A variação de preços administrados veio acima do esperado devido, principalmente, à energia elétrica residencial, com a deterioração do cenário hídrico [falta de chuvas]. Essa surpresa em preços administrados foi mais do que compensada por variações mais baixas que o esperado em alimentação no domicílio”, continua a carta.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>Em relação aos fatores que pesaram no desvio de 2,35 pontos percentuais (p.p.) da inflação em relação ao centro da meta de 3%, a carta do BC enumerou os seguintes:</p>
<ul>
<li>Inércia da inflação dos 12 meses anteriores (contribuição de 0,69 p.p.);</li>
<li>Expectativas de inflação (0,58 p.p.);</li>
<li>Hiato do produto, economia produzindo além da capacidade (0,47 p.p.);</li>
<li>Inflação importada (0,46 p.p.);</li>
<li>Bandeira tarifária de energia elétrica (0,27 p.p.);</li>
<li>Demais fatores (-0,12 p.p.).</li>
</ul>
<h2>Convergência</h2>
<p>Assim como na última edição do Relatório de Política Monetária,<strong> o BC reiterou que a inflação só deve convergir para um nível abaixo do teto de 4,5% no primeiro trimestre de 2026. </strong>Com a entrada em vigor do sistema de meta contínua, esse relatório substituiu o Relatório de Inflação, mas continuará a ser divulgado a cada três meses pelo BC.</p>
<p>“Nesse cenário, projeta-se que a inflação acumulada em quatro trimestres ficará na faixa de 5,4% a 5,5% nos três primeiros trimestres de 2025, cairá para 4,9% no final do ano e atingirá 4,2% no final do primeiro trimestre de 2026, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância a partir de então”, destacou o Banco Central.</p>
<h2>Juros</h2>
<p>O principal instrumento do BC para segurar a inflação é a Taxa Selic, juros básicos da economia. Em 15% ao ano desde junho, a Selic está no maior nível desde julho de 2006.</p>
<p><strong>Segundo a carta, a política monetária deve permanecer em patamar significativamente contracionista (que desestimula a economia) por período “bastante prolongado” para assegurar a convergência da inflação à meta em “ambiente de expectativas desancoradas”.</strong> A Selic é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.</p>
<p>Assim como nas atas mais recentes do Copom, a carta ressalta que o BC deve manter os juros elevados pelo tempo necessário para levar a inflação de volta ao intervalo da meta. No entanto, não descarta que os juros permaneçam altos caso surjam imprevistos.</p>
<p>“O Copom enfatizou que segue vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em prosseguir no ciclo de alta, caso julgue apropriado”, ressalta o BC na carta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-bc</p>
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		<item>
		<title>Mercado prevê crescimento econômico de 2,2% em 2025</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 13:57:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro melhorou suas expectativas com relação à inflação e ao crescimento da economia brasileira para 2025. Trabalha também com a previsão de desvalorização do dólar, até o final do ano. É o que indica o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC) Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O mercado financeiro melhorou suas expectativas com relação à inflação e ao crescimento da economia brasileira para 2025. <strong>Trabalha também com a previsão de desvalorização do dólar, até o final do ano. É o que indica o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC)</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas no país), o mercado aumentou pela segunda semana consecutiva as expectativas de crescimento. <strong>Há uma semana, projetava crescimento de 2,18% ao final de 2025 com um crescimento de 2,18% – percentual que subiu para 2,20% na pesquisa divulgada hoje.</strong></p>
<p>Há quatro semanas, a expectativa de crescimento da economia do país estava em 2,02%. Para os anos subsequentes, espera-se um PIB de 1,83%, para 2026; e de 2% em 2027.</p>
<p><strong>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 1,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</strong> Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.</p>
<p><strong>O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</strong></p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A expectativa do mercado para o <strong>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, é que, em 2025, fique em 5,25%, ante aos 5,44% projetados há uma semana; e aos 5,5% projetados há quatro semanas.</strong></p>
<p>Para 2026 e 2027, as projeções de inflação do mercado financeiro permanecem estáveis, em 4,5% e 4%, respectivamente.</p>
<p>Em maio, a inflação oficial do país ficou em 0,26%, taxa inferior às observadas em abril deste ano (0,43%); e em maio do ano passado (0,46%). <strong>Segundo o BC, a inflação oficial acumula taxas de 2,75% no ano; e de 5,32% em 12 meses.</strong></p>
<p><strong>O grupo de despesas que mais impactou na inflação de maio foi o de habitação, com uma alta de preços de 1,19%, influenciada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial (3,62%).</strong></p>
<h2>Selic</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano.</strong></p>
<p>A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, mês passado. Foi o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em comunicado, o Comitê de Política Monetária (Copom) não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, prevista para iniciar nesta terça-feira (17). Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.</p>
<p><strong>A expectativa do mercado financeiro é de que este percentual seja o mesmo ao final de 2025, caindo para 12,5% em 2026; e 10,5% em 2027.</strong></p>
<h2>Entenda a Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida. Isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Mas, <strong>além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. </strong>Dessa forma, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>Com relação ao câmbio, a expectativa do mercado financeiro é que o dólar, atualmente cotado a R$ 5,51, termine 2025 custando R$ 5,77.</strong></p>
<p>O valor está abaixo da projeção divulgada há uma semana, quando o boletim indicava que a moeda norte-americana fecharia 2025 cotado a R$ 5,80. Há quatro semanas a expectativa apresentava valor ainda mais alto: R$ 5,82.</p>
<p>Para os anos seguintes (2026 e 2027), a projeção do mercado é que o dólar fechara o ano cotado no mesmo valor, de R$ 5,80.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025</p>
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		<item>
		<title>Projeto da LDO prevê crescimento de 2,5% para o próximo ano</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/projeto-da-ldo-preve-crescimento-de-25-para-o-proximo-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 21:11:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira deverá crescer 2,5% no próximo ano, depois de crescer 2,31% em 2025. A estimativa consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2026, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional. Pelas estimativas oficiais, a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cairá para 3,5% em 2026, 3,1% em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A economia brasileira deverá crescer 2,5% no próximo ano</strong>, depois de crescer 2,31% em 2025. A estimativa consta do <a href="https://www.gov.br/planejamento/pt-br/assuntos/noticias/2025/arquivos/pldo-2026-apresentacao-abertura-fase-externa-2025_02_11.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2026</a>, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Projeto-da-LDO-preve-crescimento-de-25-para-o-proximo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Projeto-da-LDO-preve-crescimento-de-25-para-o-proximo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Pelas estimativas oficiais, a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cairá para 3,5% em 2026, 3,1% em 2027 e 3% 2028 e 2029</strong>, contra 4,9% previstos para este ano. As projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado na correção do salário mínimo, serão 3,4% em 2026 e 3% em 2027, 2028 e 2029, menor que os 4,76% projetados para este ano.</p>
<p>Em relação ao IPCA, índice oficial de inflação, a projeção para o próximo ano está dentro da meta de 3% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com margem de 1,5 ponto percentual. <strong>Com o intervalo de tolerância, a inflação poderá ficar entre 1,5% e 4,5% no próximo ano</strong> sem resultar em descumprimento da meta.</p>
<p><strong>O projeto também prevê taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada em 12,56% ao ano para 2026</strong>, 10,09% para 2027, 8,27% para 2028 e 7,27% para 2029. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.</p>
<p><strong>O texto enviado ao Congresso prevê taxa de câmbio média a R$ 5,97 para 2026</strong>, R$ 5,91 em 2027, R$ 5,07 em 2028 e R$ 5,10 para 2029. O projeto também estima o preço médio do barril do petróleo (usado para estimar receitas da União com royalties) em US$ 66,74 no próximo ano, US$ 66,26 em 2027, US$ 66,42 em 2028 e US$ 66,65 em 2029.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/projeto-da-ldo-preve-crescimento-de-25-para-o-proximo-ano</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Economia criativa mira crescimento e contraponto à IA</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-a-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 20:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em uma época de crescente preocupação com o futuro do emprego no cenário de desenvolvimento da inteligência artificial (IA), artesões reunidos em uma feira no Rio de Janeiro apostam na criatividade humana para geração de renda e participação na economia. “Contra a criatividade do ser humano, não tem para ninguém. Sempre estão renovando, inventando, o artesanato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em uma época de crescente preocupação com o futuro do emprego no cenário de desenvolvimento da inteligência artificial (IA), artesões reunidos em uma feira no Rio de Janeiro apostam na criatividade humana para geração de renda e participação na economia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-a-IA.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-a-IA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Contra a criatividade do ser humano, não tem para ninguém. Sempre estão renovando, inventando, o artesanato é tudo”, diz a artesã Andreia Pugliese, que trabalha com a fabricação de laços. Ela tinha acabado de sair de uma oficina de pintura em couro quando conversou com a <strong>Agência Brasil</strong> sobre como via o futuro do artesanato e da IA.</p>
<p>Andreia estava acompanhada da também artesã Cátia Benigno, que não vê a IA como uma adversária.</p>
<p>“A inteligência artificial veio para somar e não para tomar lugares. É o novo, assusta, mas não vai tomar o lugar da nossa inteligência, da nossa criatividade. Então, não tem que ter medo”, diz ela, que trabalha com biscuit &#8211; massa de modelar feita de porcelana fria &#8211; e pintura em tecido.</p>
<p> </p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-a-IA.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 09/04/2025 - A artesã Andréia Pugliese participa da Feira Rio Artes para capacitação e negócios em economia criativa, no Centro de Convenções Expomag, centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=420469 --></div>
<p><h6 class="meta">A artesã Andréia Pugliese participa da Feira Rio Artes para capacitação e negócios em economia criativa <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=420469--></h6>
</p>
</div>
<p>As duas participaram nesta quarta-feira (9) do primeiro dia da Feira Rio Artes 2025, que vai até domingo (13), no Centro de Convenções Expomag, região central do Rio de Janeiro.</p>
<p>O evento reúne expositores de várias cidades fluminenses, espaço para comercialização e oficinas voltadas à economia criativa, ramo que concentra atividades como artesanato, design, moda, artes cênicas e decoração.</p>
<h2>7 milhões de empregos</h2>
<p>Um levantamento feito pelo Observatório Nacional da Indústria, núcleo de inteligência e análise de dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontou que a economia criativa representava 3,11% do Produto Interno Bruto (PIB) – total de produtos e serviços produzidos no país &#8211; em 2023.</p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, no fim de 2022, a economia criativa empregava 7,4 milhões de pessoas e deve elevar esse contingente para 8,4 milhões até 2030. <strong>Isso representa expectativa de que um a cada quatro empregos criados nos próximos anos seja em setores e ocupações ligadas à criatividade</strong>. A pesquisa inclui nesse ramo atividades como publicidade e tecnologia da informação (TI).</p>
<p>O coordenador da Rio Artes, Roberto Santos, define a economia criativa como todas as pessoas que desenvolvem atividades e transformam “algum insumo em um produto comercializável, com a sua própria característica”. É uma ligação entre os valores econômico e criativo.</p>
<p> </p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/1744228896_737_Economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-a-IA.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 09/04/2025 - Começa a Feira Rio Artes para capacitação e negócios em economia criativa, no Centro de Convenções Expomag, centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=420458 --></div>
<p><h6 class="meta">Feira Rio Artes para capacitação e negócios em economia criativa, no Rio de Janeiro <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=420458--></h6>
</p>
</div>
<h2>Valorizar os produtos</h2>
<p>Para o coordenador, “é um campo muito grande a ser conquistado ainda”. Ele acredita que a feira é um espaço para circulação de conhecimento que leve à valorização do trabalho do artesão. Uma das formas é a partir do esforço de agregar valor aos produtos.</p>
<p>“A gente ensina procedimentos para os artesãos de como valorizar, precificar sua arte, de comprar melhor o seu insumo, de como embalar o seu trabalho. Isso tudo é um custo do artesão, e ele tem que colocar esse custo”, diz.</p>
<p>“Tem artesão que, às vezes, diz que vende muito, mas quando vai fechar a conta, ele pagou para vender”, constata.</p>
<p>Roberto Santos compartilha da ideia de que a IA não é uma ameaça para o setor de economia criativa. “A produção acontece através das mãos das pessoas”, afirma.</p>
<p>“Eu não vou ter um robô fazendo artesanato. Eu acho que as ferramentas da inteligência artificial podem agregar a impulsionar a economia criativa, mas não ser fator decisivo dentro da economia criativa”.</p>
<p>A feira conta com a participação da Secretaria estadual de Cultura e Economia Criativa, Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).</p>
<h2>Meio ambiente</h2>
<p>Um dos espaços de exposição e comercialização era ocupado pela Federação do Artesanato do Rio de Janeiro (Faerj), que reúne 1,5 mil artesões de associações espalhadas por quase todo o estado.</p>
<p>Além de tesoureira da federação, a artesã Cintia Miller vendia itens de crochê, bolsas, peças de vestuário, adereços, itens de decoração e bijuterias. A Faerj se dedica a articular com autoridades políticas públicas voltadas à profissão de artesão.</p>
<p>“A nossa luta é justamente por isso, valorizar o trabalhador manual”, conta. “Com essa questão da inteligência artificial, eu acho que muita gente vai perder o emprego em outros setores, mas eu acredito que no artesanato ela não afete tanto”, prevê.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=420468:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/1744228897_996_Economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-a-IA.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 09/04/2025 - Cintia Miller, artesã e representante da FAERJ - Federação do Artesanato do Estado do Rio de Janeiro, participa da Feira Rio Artes para capacitação e negócios em economia criativa, no Centro de Convenções Expomag, centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=420468 --></div>
<p><h6 class="meta">Cintia Miller participa da Feira Rio Artes, no Rio de Janeiro <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=420468--></h6>
</p>
</div>
<p>Em um mundo com grande preocupação com a conservação do meio ambiente, ela destaca o papel do artesanato como atividade econômica que preserva o planeta.</p>
<p>“Temos pessoas que fazem seu trabalho artesanal, fazem escultura com aquilo que vai para o lixo. Para a gente, é tudo matéria-prima”, diz, enquanto aponta no estande a miniatura de um barco feito com madeira descartada e uma bolsa confeccionada a partir do que um dia foi câmara de ar de pneus.</p>
<h2>Projeto de Lei</h2>
<p>Tramita na Câmara dos Deputados o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2212903&amp;filename=PL%202732/2022" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei (PL) 2.732/2022</a>, apresentado em novembro de 2022. O texto institui a Política Nacional de Desenvolvimento da Economia Criativa (PNDEC).</p>
<p>A matéria prevê incentivos ao setor, como parcerias entre empresas e universidades para qualificação profissional e desenvolvimento de infraestrutura para os setores criativos.</p>
<p>Com base em dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o texto de justificativa do PL destaca a crescente relevância do setor para a economia, saltando de 2,09% do PIB em 2004 para 2,91% em 2020.</p>
<p>O PL já passou pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e agora está na Comissão de Cultura.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/economia-criativa-mira-crescimento-e-contraponto-ia</p>
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		<title>Indústria cai 0,1% em fevereiro e soma 5 meses sem crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:58:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção da indústria brasileira recuou 0,1% de janeiro para fevereiro, variação que pode ser considerada como estabilidade. No entanto, significa também que a indústria atinge a marca de cinco meses seguidos sem crescimento, período em que soma perda de 1,3%. Em janeiro, a produção industrial tinha apresentado variação nula (0%). O último mês com [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A produção da indústria brasileira recuou 0,1% de janeiro para fevereiro, variação que pode ser considerada como estabilidade. No entanto, significa também que a indústria atinge a marca de cinco meses seguidos sem crescimento, período em que soma perda de 1,3%.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Industria-cai-01-em-fevereiro-e-soma-5-meses-sem.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Industria-cai-01-em-fevereiro-e-soma-5-meses-sem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em janeiro, a produção industrial tinha apresentado variação nula (0%). O último mês com crescimento foi em setembro de 2024 (0,9%). De outubro a dezembro de 2024 foram três meses de queda. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta quarta-feira (2) no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>No acumulado de 2025, a indústria expandiu 1,4% ante mesmo período de 2024.</strong> No somatório dos últimos 12 meses, a alta é de 2,6%. Em comparação com fevereiro de 2024, a variação ficou positiva em 1,5%.</p>
<p>Os novos números de fevereiro deixam o parque industrial nacional 1,1% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 15,7% abaixo do ponto mais alto da série histórica, registrado em maio de 2011.</p>
<p><strong>Dos 25 ramos pesquisados pelo IBGE, 14 tiveram queda na produção na passagem de janeiro para fevereiro de 2025. O índice de difusão apontou que 51,8% dos 789 produtos industriais pesquisados tiveram alta na produção. </strong></p>
<h2>Juros, inflação e dólar</h2>
<p>O período de cinco meses sem crescimento anotado em fevereiro é o mais longo desde 2015, quando a indústria amargou jejum de seis meses sem expansão. Na época, o recuo acumulado chegou a 6,7%, bem acima do 1,3% de agora.</p>
<p><strong>Segundo o gerente da pesquisa, André Macedo, a falta de crescimento recente é explicada em grande parte pela trajetória crescente da taxa de juros no país, pela desvalorização do real ante o dólar e pela inflação alta.</strong> “É claro que isso guarda relação com a redução de níveis de confiança de famílias e empresários”, diz André.</p>
<p>No caso dos juros, política monetária adotada pelo Banco Central para tentar conter a inflação, a medida encarece crédito, tenta esfriar a demanda de consumo e acaba desestimulando investimentos.</p>
<p>Em relação ao dólar, a valorização da moeda americana faz produtos como máquinas e equipamentos importados ficarem mais caros. Já a inflação alta, principalmente nos preços dos alimentos, “impacta de forma direta a renda disponível das famílias. São fatores que estamos elencando há alguns meses”, afirma.</p>
<p>Para retratar a redução no ritmo da indústria brasileira, André Macedo cita que 2024 terminou com expansão de 3,1%, patamar que caiu para 2,6% no acumulado de 12 meses até fevereiro. “Claramente perdendo ímpeto em termos de magnitude de expansão”, constata.</p>
<p> A média móvel trimestral &#8211; indicador que permite avaliar a tendência de comportamento sem efeitos de volatilidade mês a mês &#8211; teve recuo de 0,1%, configurando a terceira divulgação seguida no campo negativo.</p>
<h2>Comportamento de setores</h2>
<p><strong>O setor que mais influenciou na queda de janeiro para fevereiro foi o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,3%).</strong></p>
<p>“A queda da indústria farmacêutica pode ser explicada pela própria volatilidade de resultados, que é uma característica do setor, pelo menor número de dias trabalhados, por conta da concessão de férias coletivas em algumas plantas industriais e por uma base de comparação mais elevada, devido aos avanços registrados em janeiro de 2025 (4,5%) e dezembro de 2024 (2,5%), com ganho acumulado de 7,1% nesse período”, analisa Macedo.</p>
<h2>Outros destaques negativos</h2>
<p>&#8211; máquinas e equipamentos (-2,7%)</p>
<p>&#8211; produtos de madeira (-8,6%)</p>
<p>&#8211; produtos diversos (-5,9%)</p>
<p>&#8211; veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%)</p>
<p>&#8211; máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,4%)</p>
<p>&#8211; equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-1,5%)</p>
<p>&#8211; móveis (-2,1%)</p>
<p>Entre as 11 atividades que apresentaram alta na produção, as indústrias extrativas (2,7%) e produtos alimentícios (1,7%) exerceram os principais impactos.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>&#8211; produtos químicos (2,1%)</p>
<p>&#8211; celulose, papel e produtos de papel (1,8%)</p>
<p>&#8211; produtos de borracha e de material plástico (1,2%)</p>
<p>&#8211; outros equipamentos de transporte (2,2%)</p>
<p><strong>Em relação às grandes categorias econômicas, ainda na comparação com janeiro, os setores de bens de consumo duráveis (-3,2%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,8%) apresentaram as taxas negativas.</strong></p>
<p><strong>Já os setores de bens de capital (0,8%) e bens intermediários (0,8%) alcançaram resultados positivos.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/industria-cai-01-em-fevereiro-e-soma-5-meses-sem-crescimento</p>
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		<title>Receita do turismo internacional tem crescimento recorde em fevereiro</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 17:22:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fevereiro de 2025 registrou mais um recorde para o turismo no país, com a injeção de US$ 823 milhões trazidos por viajantes internacionais para a economia brasileira. O aumento foi de 22,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em fevereiro desembarcaram nos destinos nacionais mais de 1,3 milhão de estrangeiros. Os dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Fevereiro de 2025 registrou mais um recorde para o turismo no país, com a injeção de US$ 823 milhões trazidos por viajantes internacionais para a economia brasileira. O aumento foi de 22,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. </strong>Em fevereiro desembarcaram nos destinos nacionais mais de 1,3 milhão de estrangeiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Receita-do-turismo-internacional-tem-crescimento-recorde-em-fevereiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Receita-do-turismo-internacional-tem-crescimento-recorde-em-fevereiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram reunidos pelo Ministério do Turismo, com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Polícia Federal, a partir das<a href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticassetorexterno" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Estatísticas do Setor Externo</a>, divulgadas pelo Banco Central na última semana.</p>
<blockquote>
<p>“O turismo internacional tornou-se um grande motor da economia do Brasil. É o setor que mais cresce e gera muitos empregos.Afinal é onde 95% dos negócios são em micro, pequenas e médias empresas”, afirmou o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.</p>
</blockquote>
<p><strong>No acumulado do bimestre, o turismo estrangeiro injetou mais de US$ 1,6 bilhão, correspondendo a um crescimento de 10,4% na comparação com os dois primeiros meses de 2024.</strong> No período a entrada de viajantes de outros países cresceu 57%, na comparação com o primeiro bimestre do ano anterior, somando 2,8 milhões de desembarques.</p>
<p><strong>De acordo com nota divulgada pela Embratur, o setor foi impulsionado por um calendário de eventos internacionais, que deverá se manter em alta ao longo do ano com a realização da Cúpula do Brics, em julho, no Rio de Janeiro.</strong> O Brics é formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. No ano passado, foram convidados a fazer parte do grupo Arábia Saudita, Argentina, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. </p>
<p><strong>E, em novembro deste ano, Belém será sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30).</strong></p>
<p>Para o presidente da Embratur, os sucessivos recordes ocorridos no setor refletem também um trabalho de promoção internacional, associado ao aumento da conectividade aérea entre os destinos. </p>
<blockquote>
<p>“O Brasil tá na moda, mas é graças ao trabalho conjunto do poder público e privado”, ressaltou Freixo.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/receita-do-turismo-internacional-cresce-22-em-fevereiro</p>
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		<title>&#8220;Continuamos a acreditar em crescimento de mais de 2%&#8221;, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 00:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de o Banco Central (BC) ter revisto para baixo a estimativa de crescimento da economia para este ano, o Ministério da Fazenda continua a acreditar em expansão de mais de 2% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Nesta quinta-feira (27), o Relatório de Inflação do [&#8230;]]]></description>
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<p>Apesar de o Banco Central (BC) ter revisto para baixo a estimativa de crescimento da economia para este ano, <strong>o Ministério da Fazenda continua a acreditar em expansão de mais de 2% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano</strong>, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Nesta quinta-feira (27), o Relatório de Inflação do BC reduziu de 2,1% para 1,9%, a projeção para o crescimento do PIB em 2025.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Continuamos-a-acreditar-em-crescimento-de-mais-de-2-diz.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Continuamos-a-acreditar-em-crescimento-de-mais-de-2-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Não vi o relatório, mas nós continuamos com a previsão de crescimento da economia brasileira na forma da lei orçamentária, nós não revimos ainda o PIB, nós continuamos acreditando num crescimento acima de 2”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<p>Em fevereiro, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda tinha revisado a projeção para o PIB de 2025 de 2,5% para 2,3%.</p>
<p>Segundo Haddad, tanto o BC como a SPE têm liberdade de traçar projeções. <strong>No entanto, disse o ministro, as estimativas da Fazenda têm ficado mais próximas dos números realizados.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Penso que a Secretaria de Política Econômica tem feito um bom trabalho de dois anos para cá no sentido de se aproximar mais fidedignamente das projeções do que foi realizado. Nossas projeções têm sido bastante próximas do que de fato está acontecendo na economia brasileira. Mas enfim, todo o subsídio é bem-vindo, sobretudo de órgãos públicos com respeitabilidade técnica para informar a população”, declarou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro ressaltou estar comprometido com o regime de metas de inflação e negou qualquer discordância com o Banco Central. </strong></p>
<blockquote>
<p>“As declarações que dei recentemente a respeito da conduta do Banco Central vão na mesma direção, então eu não vejo dissonância entre as falas. Muito pelo contrário, estamos com o mesmo objetivo de cumprir o novo regime de metas que foi inaugurado, que é o abandono do ano e a favor da meta contínua, justamente para dar ao Banco Central uma inteligência maior na trajetória de percepção da meta”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Núcleo de inflação</h2>
<p>Haddad também comentou a declaração recente do presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que defendeu a retirada dos preços de alimentos e de energia da meta de inflação e, portanto, do cálculo da Taxa Selic (juros básicos da economia). Segundo Haddad, tanto o Banco Central como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm metodologias respeitáveis, e o próprio BC tem análises que desconsideram itens voláteis na definição dos juros básicos.</p>
<blockquote>
<p>“Na verdade, o Banco Central avalia os núcleos de inflação. Muitas vezes, eles desconsideram certa volatilidade de determinados preços, quer dizer, a análise dos núcleos já leva em consideração efeitos sazonais, determinado comportamento em virtude de choques externos, como é o caso de condições climáticas. O Banco Central tem uma metodologia de observância dos núcleos de inflação que efetivamente vão ao encontro daquilo que o vice-presidente imagina”, concluiu Haddad.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/continuamos-acreditar-em-crescimento-de-mais-de-2-diz-haddad</p>
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