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	<title>cotas - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>PGR pede suspensão da lei de Santa Catarina que proibiu cotas raciais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 21:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (29) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer para garantir a suspensão da Lei 19.722 de 2026 de Santa Catarina, que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.  Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (29) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer para garantir a suspensão da <a href="https://leisestaduais.com.br/sc/lei-ordinaria-n-19722-2026-santa-catarina-dispoe-sobre-a-vedacao-da-adocao-de-cotas-e-outras-acoes-afirmativas-pelas-instituicoes-de-ensino-superior-publicas-ou-que-recebam-verbas-publicas-no-ambito-do-estado-de-santa-catarina" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 19.722 de 2026</a> de Santa Catarina, que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/PGR-pede-suspensao-da-lei-de-Santa-Catarina-que-proibiu.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/PGR-pede-suspensao-da-lei-de-Santa-Catarina-que-proibiu.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Melo (PL), a lei já está suspensa por uma decisão liminar do Tribunal e Justiça de Santa Catarina (TJSC).</p>
<p>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</p>
<p>No parecer, Gonet diz que a política de cotas já foi validada em diversos julgamentos do Supremo.</p>
<p>“A urgência do provimento cautelar está evidenciada, por sua vez, pela possibilidade de aplicação da norma aos processos seletivos em curso ou que vierem a ser abertos no início do ano acadêmico, capaz de gerar efeitos jurídicos irreversíveis ou de difícil reversão”, disse. </p>
<p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil</strong> no WhatsApp</a></p>
<p>O procurador também ressaltou que a decisão do Supremo é necessária mesmo diante da liminar concedida pelo TJSC.</p>
<p>“A despeito de os efeitos da lei atacada já estarem suspensos por decisão proferida em ação direta no TJSC, o acolhimento da medida cautelar requerida nestes autos é necessário, dado que, havendo coexistência de jurisdições constitucionais, a ação estadual deve ser suspensa até o julgamento final pelo STF”, completou.</p>
<p>No STF, a proibição das cotas no estado é questionada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pelo PSOL, a União Nacional dos Estudantes (Une) e a Educafro. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/pgr-pede-suspensao-da-lei-de-santa-catarina-que-proibiu-cotas-raciais</p>
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		<title>Justiça de SC suspende lei que proibiu cotas raciais nas universidades</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 20:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Santa Catarina decidiu nesta terça-feira (27) suspender a lei estadual que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. A medida suspende a eficácia da Lei 19.722/2026, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Justiça de Santa Catarina decidiu nesta terça-feira (27) suspender a lei estadual que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Justica-de-SC-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Justica-de-SC-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida suspende a eficácia da Lei 19.722/2026, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e sancionada pelo governador Jorginho Melo.</p>
<p>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</p>
<p><strong>A decisão foi proferida pela desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta e atendeu ao pedido de suspensão feito pelo diretório estadual do PSOL.</strong></p>
<p>A magistrada entendeu que a lei deve ser suspensa porque o Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu a constitucionalidade das ações afirmativas de cotas raciais nas universidades.</p>
<p><strong>“A proibição legislativa genérica e desvinculada de avaliação concreta de necessidade ou adequação revela-se, ao menos em juízo de cognição sumária, dissonante da interpretação constitucional já consolidada”, disse a desembargadora.</strong></p>
<p>O caso também foi parar no Supremo. Ontem, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram ações de inconstitucionalidade contra a proibição de cotas no estado. </p>
<p>Mais cedo, o ministro Gilmar Mendes, relator dos processos, deu prazo de 48 horas para o governo de Santa Catarina se manifestar sobre a validade da lei.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/justica-de-sc-suspende-lei-que-proibiu-cotas-raciais-nas-universidades</p>
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		<item>
		<title>Governo de SC tem 48 horas para explicar lei que barra cotas raciais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/governo-de-sc-tem-48-horas-para-explicar-lei-que-barra-cotas-raciais/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 13:56:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de 48 horas para que o governo de Santa Catarina envie mais informações e esclarecimentos sobre a nova legislação que proíbe cotas raciais para ingresso em universidades do estado.  Relator do tema, o ministro deu o mesmo prazo para que a Assembleia Legislativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de 48 horas para que o governo de Santa Catarina envie mais informações e esclarecimentos sobre a nova legislação que proíbe cotas raciais para ingresso em universidades do estado. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Governo-de-SC-tem-48-horas-para-explicar-lei-que.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Governo-de-SC-tem-48-horas-para-explicar-lei-que.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Relator do tema, o ministro deu o mesmo prazo para que a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) explique a nova lei, que proíbe a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em qualquer instituição de ensino que recebem verbas públicas do estado.</p>
<p><strong>O ministro justificou a urgência “ante a notícia de processos seletivos em andamento potencialmente afetados pela legislação estadual impugnada”, porém sem fazer menção a algum certame em específico. </strong></p>
<p>A <a href="https://portal.doe.sea.sc.gov.br/repositorio/2026/20260122/Jornal/22681-A.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 19.722/2026</a> foi aprovada pela Alesc em dezembro e sancionada pelo governador Jorginho Melo na última sexta-feira (23). Desde então, a oposição em SC acionou a Justiça Federal contra a nova legislação. </p>
<p>No Supremo, a constitucionalidade da nova lei foi questionada por partidos como PSOL e PT, bem como pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), União Nacional dos Estudantes (Une), Coalizão Negra por Direitos e Educafro – associação que luta pela inclusão de negros, em especial, e pobres em geral, em universidades públicas ou particulares, com bolsa de estudo. </p>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>De acordo com a lei, universidades públicas estaduais e outras instituições de ensino superior que recebem recursos do governo do estado ficam proibidas de adotarem políticas de reserva de vagas ou qualquer forma de cota ou ação afirmativa, </strong>como vagas suplementares e medidas congêneres.</p>
<p><strong>A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros, incluindo professores.</strong></p>
<p>A lei admite exceções, como a reserva de vaga por critérios exclusivamente econômicos, para pessoas com deficiência e estudantes vindos da rede pública estadual.</p>
<p><strong>As punições previstas para quem descumprir a nova legislação são multa de R$ 100 mil por edital e corte de repasses públicos.</strong></p>
<p>Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 programas de mestrados e doutorados.</p>
<p><strong>A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</strong></p>
<h2>Lei federal</h2>
<p>A Lei de Cotas vigora no âmbito federal desde 2012 (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 12.711/2012</a>) e prevê 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, incluindo critérios de renda, raça (pretos, pardos, indígenas e quilombolas) e pessoas com deficiência.</p>
<p>Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.</p>
<p>Em 2012, o STF decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. Os ministros julgaram o caso da Universidade de Brasília (UnB), que foi a primeira instituição federal a implementar políticas de ação afirmativa para estudantes negros e indígenas.</p>
<p>“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, define o resultado do julgamento.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/governo-de-sc-tem-48-horas-para-explicar-lei-que-barra-cotas-raciais</p>
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		<item>
		<title>Entidades vão ao STF para barrar lei de SC que proíbe cotas raciais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/entidades-vao-ao-stf-para-barrar-lei-de-sc-que-proibe-cotas-raciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram nesta segunda-feira (26) ações de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a lei de Santa Catarina que proíbe a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. Além da OAB, a norma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades protocolaram nesta segunda-feira (26) ações de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a lei de Santa Catarina que proíbe a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Entidades-vao-ao-STF-para-barrar-lei-de-SC-que.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Entidades-vao-ao-STF-para-barrar-lei-de-SC-que.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além da OAB, a norma também é questionada pelo PSOL, pela União Nacional dos Estudantes (Une) e pela Educafro, associação que luta pela inclusão de negros, em especial, e pobres em geral, em universidades públicas ou particular, com bolsa de estudo.</p>
<p>Confira mais informações sobre o assunto no <em>Repórter Brasil Tarde</em>, da <strong>TV Brasil</strong></p>
<p><iframe title="Repórter Brasil Tarde, 26/01/2026" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/Qa5XR-AF1EA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>As entidades pretendem suspender a <a href="https://portal.doe.sea.sc.gov.br/repositorio/2026/20260122/Jornal/22681-A.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 19.722/2026</a>, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) e sancionada pelo governador Jorginho Melo.</p>
<p><strong>A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.</strong></p>
<p>Para a OAB, o Supremo já validou a constitucionalidade de políticas afirmativas para ingresso de estudantes por meio de cotas raciais.</p>
<p>&#8220;A vedação absoluta imposta pela lei estadual, ao proibir, em bloco, qualquer medida diferenciada voltada à promoção da igualdade material no acesso às funções públicas em universidades, ignora a complexidade das desigualdades e impõe uma concepção rigidamente formalista, já superada pelo constitucionalismo democrático contemporâneo&#8221;, afirmou a OAB. </p>
<p><strong>As demais entidades acrescentaram que a Corte também definiu que o país tem o dever de combater o racismo estrutural.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O risco está na manutenção de eficácia dessa lei, o que poderá trazer prejuízos irreversíveis às universidades e, principalmente, à população negra e indígena de Santa Catarina e de todo o país&#8221;, argumentaram. </p>
</blockquote>
<p><strong>As ações serão relatadas pelo ministro Gilmar Mendes. Não há prazo para decisão. </strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/entidades-vao-ao-stf-para-barrar-lei-de-sc-que-proibe-cotas-raciais</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>CNU2: termina hoje o prazo para apresentar recurso sobre cotas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cnu2-termina-hoje-o-prazo-para-apresentar-recurso-sobre-cotas/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 18:08:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Termina nesta segunda-feira (19) o prazo para os candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU2) recorrerem da análise de caracterização da deficiência ou da avaliação das autodeclarações de pessoas negras, indígenas e quilombolas para vagas reservadas. Os candidatos que não concordam com o resultado preliminar divulgados na última quinta-feira (15) podem solicitar nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Termina nesta segunda-feira (19) o prazo para os candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU2) recorrerem da análise de caracterização da deficiência ou da avaliação das autodeclarações de pessoas negras, indígenas e quilombolas para vagas reservadas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/CNU2-termina-hoje-o-prazo-para-apresentar-recurso-sobre-cotas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/CNU2-termina-hoje-o-prazo-para-apresentar-recurso-sobre-cotas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os candidatos que não concordam com o resultado preliminar divulgados na última quinta-feira (15) podem solicitar nova análise na <a href="https://inscricao-cpnu.conhecimento.fgv.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">área do candidato</a>, até 23h59. É necessário fazer o login com Cadastro de Pessoa Física (CPF) e senha do <a href="http://gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">gov.br</a> e escolher o menu &#8220;interposição de recursos&#8221;.</p>
<p><strong>A divulgação da nota preliminar da prova discursiva e a disponibilização do espelho de correção estão previstas para 23 de janeiro, com prazo para apresentação de recurso entre os dias 26 e 27 do mesmo mês.</strong></p>
<p>O resultado definitivo dos recursos para revisão das notas da avaliação de título, da prova discursiva e da verificação documental e caracterização da deficiência deve ser divulgado no dia 18 de fevereiro.</p>
<p><strong>A classificação final está prevista para 20 de fevereiro, quando será realizada também a convocação para manifestação de interesse das vagas de preenchimento imediato.</strong></p>
<p>De acordo com o MGI, 2.480 candidatos serão chamados para ocupar as vagas imediatamente após a homologação do resultado final e 1.172 vagas serão preenchidas em curto prazo​.</p>
<p>Nesta edição, o CNU2 deverá preencher 3.144 vagas para nível superior e 508 para nível intermediário, em 32 órgãos do governo federal.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/cnu2-termina-hoje-o-prazo-para-apresentar-recurso-sobre-cotas</p>
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		<item>
		<title>Candidatos a cotas no CNU têm até segunda para recorrer de resultado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 17:24:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) que não concordam com o resultado preliminar dos procedimentos de autodeclaração para vagas reservadas podem recorrer e solicitar a revisão até esta segunda-feira (19). O requerimento de nova análise do resultado por candidatos negros, indígenas, quilombolas e com deficiência deve ser feito na área do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) que não concordam com o resultado preliminar dos procedimentos de autodeclaração para vagas reservadas podem recorrer e solicitar a revisão até esta segunda-feira (19).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Candidatos-a-cotas-no-CNU-tem-ate-segunda-para-recorrer.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Candidatos-a-cotas-no-CNU-tem-ate-segunda-para-recorrer.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O requerimento de nova análise do resultado por candidatos negros, indígenas, quilombolas e com deficiência deve ser feito <a href="https://inscricao-cpnu.conhecimento.fgv.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">na área do candidato no portal da Fundação Getulio Vargas (FGV)</a>, banca organizadora do certame. A autenticação deve ser feita com a conta da plataforma Gov.br do candidato. Em seguida, o interessado deve acessar o menu &#8220;interposição de recursos&#8221;.</p>
<p>Estes recursos interpostos serão analisados por comissão recursal, designada pela FGV e composta por integrantes diferentes dos membros da primeira comissão de confirmação complementar à autodeclaração.</p>
<p>Ao todo, 35% das vagas do concurso são destinadas a ações afirmativas, sendo 25% para pessoas negras, 5% para pessoas com deficiência, 3% para pessoas indígenas e 2% para pessoas quilombolas.</p>
<p><strong>A divulgação do resultado do definitivo do procedimento de confirmação/verificação da autodeclaração para concorrer às vagas reservadas será em 18 de fevereiro.</strong></p>
<p>Na quinta-feira (15), o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Escola Nacional da Administração Pública (Enap) divulgaram, os resultados preliminares da avaliação da autodeclaração prestada no momento da inscrição no certame por pessoas negras, pessoas indígenas, quilombolas e com deficiência.</p>
<h2>Reserva de vagas</h2>
<p>Conforme as regras do <a href="https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/edital_concurso-publico-nacional-unificado-2_8aret_21.11.25.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">edital</a> do chamado Enem dos Concursos, uma mesma pessoa candidata pôde concorrer simultaneamente em diferentes modalidades de cotas.</p>
<p>Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) apontou que <strong>15.903 candidatos que foram aprovados na primeira fase (provas objetivas) do concurso público realizaram essa etapa de verificação da autodeclaração</strong>.</p>
<p>O modelo garante que a vaga reservada seja ocupada por quem realmente se enquadra nos critérios legais, com o objetivo de evitar fraudes e para assegurar a análise justa de cada candidatura.</p>
<p>Ao todo, foram realizados 14.659 procedimentos de confirmação complementar à autodeclaração para pessoas negras, na mesma cidade escolhida pelo candidato para a realização das provas. Cada candidatura foi analisada por uma comissão composta por cinco integrantes.</p>
<p>No caso das pessoas indígenas e das pessoas quilombolas, o procedimento de verificação complementar ocorreu por meio de envio eletrônico da documentação pelo portal da FGV. A análise da FGV foi feita por comissões compostas majoritariamente por integrantes desses povos e comunidades.</p>
<p>Ao todo, 634 candidaturas indígenas passaram por análise. E outras 616 candidaturas de pessoas quilombolas também foram analisadas.</p>
<p><strong>A FGV também contabiliza 4.201 candidaturas de pessoas com deficiência (PCD).</strong> A avaliação da declaração de deficiência no CNU 2025 não ocorreu em um consultório físico, mas em formato virtual, por telemedicina, conduzida por uma equipe multiprofissional e interdisciplinar composta por três especialistas de diferentes áreas, sendo pelo menos um deles médico.</p>
<p>O MGI aponta que o CNU 2025 é o primeiro concurso público federal a aplicar integralmente a nova Lei de Cotas (<a href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&amp;numero=15142&amp;ano=2025&amp;ato=357AzaE5UNZpWT54b" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 15.142/2025</a>), que ampliou e qualificou as políticas de inclusão no acesso ao serviço público.</p>
<h2>Agenda do concurso </h2>
<p><strong>Confira abaixo o cronograma com as próximas etapas do CNU 2025:</strong></p>
<ul>
<li>período de recursos – avaliação da autodeclaração e caracterização da deficiência: 16 a 19 de janeiro;</li>
<li>divulgação da nota preliminar da prova discursiva e disponibilização do espelho de correção: 23 de janeiro;</li>
<li>interposição de pedidos de revisão das notas da prova discursiva: 26 e 27 de janeiro;</li>
<li>resultado dos pedidos de revisão das notas de títulos + resultado definitivo da verificação documental e caracterização da deficiência: 18 de fevereiro;</li>
<li>divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas da Prova Discursiva e resultado definitivo da Prova Discursiva: 18 de fevereiro;</li>
<li>previsão de divulgação das listas de classificação (vagas imediatas e lista de espera) – após Fases I a IV: 20 de fevereiro;</li>
<li>1ª convocação para confirmação de interesse: 20 de fevereiro;</li>
<li>período da 1ª confirmação de interesse: 21 a 23 de fevereiro;</li>
<li>previsão das listas pós-1ª confirmação de interesse: 27 de fevereiro;</li>
<li>2ª convocação para confirmação de interesse: 27 de fevereiro;</li>
<li>período da 2ª confirmação de interesse: 28 de fevereiro a 02 de março;</li>
<li>previsão das listas pós-2ª confirmação de interesse: 06 de março;</li>
<li>3ª convocação para confirmação de interesse: 06 de março;</li>
<li>período da 3ª confirmação de interesse: 07 a 09 de março;</li>
<li>previsão das listas pós-3ª confirmação de interesse: 16 de março;</li>
<li>início das convocações para nomeação e, quando couber, de investigação social e funcional / defesa de memorial e prova oral / curso ou programa de formação: 16 de março;</li>
<li>prazo para envio da documentação – defesa de memorial e prova oral:  6 a 10 de abril.</li>
</ul>
<h2>CNU 2025</h2>
<p>A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado oferece 3.652 vagas, distribuídas em 32 órgãos federais, sendo 3.144 para nível superior e 508 para nível intermediário.</p>
<p>Deste total, 2.480 vagas serão para preenchimento imediato e as outras 1.172 vagas para provimento no curto prazo, após a homologação dos resultados​. O CNU 2025 registrou 761.528 inscrições confirmadas.</p>
<p>Os cargos foram agrupados em nove blocos temáticos. Desta vez, as provas do certame foram aplicadas em dois dias. Somente os candidatos habilitados na primeira fase (provas objetivas) foram convocados para a segunda etapa do concurso (provas discursivas), em 7 de dezembro passado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/candidatos-cotas-no-cnu-tem-ate-segunda-para-recorrer-de-resultado</p>
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		<item>
		<title>PF mira deputados em operação que apura desvio de cotas parlamentares</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pf-mira-deputados-em-operacao-que-apura-desvio-de-cotas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 13:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (19), a Operação Galho Fraco, para aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro. Um dos alvos é o deputado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (19), a Operação Galho Fraco, para aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/PF-mira-deputados-em-operacao-que-apura-desvio-de-cotas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/PF-mira-deputados-em-operacao-que-apura-desvio-de-cotas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Um dos alvos é o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) que se manifestou sobre a operação no Instagram.</p>
<p>“Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino [ministro do STF]. Perseguição implacável!”, escreveu.</p>
<p>Segundo Jordy, a alegação é que ele teria desviado recursos de cota parlamentar para uma empresa de fachada com aluguel de carros. Trata-se da mesma empresa que ele disse que aluga carros desde seu primeiro mandato.</p>
<p>“A mesma empresa que o deputado Sóstenes [Cavalcante, PL-RJ], que eu também acredito que está sendo alvo de busca e apreensão aluga desde o início do primeiro mandato dele”, afirmou Jordy na rede social.</p>
<p>A reportagem procurou a assessoria do deputado Sóstenes, mas ainda não recebeu retorno sobre seu posicionamento.</p>
<p>De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública.</p>
<p>Segundo a PF, a ação é desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/pf-mira-deputados-emoperacao-que-apura-desvio-de-cotas-parlamentares</p>
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		<item>
		<title>PF deflagra operação para apurar desvio de cotas parlamentares</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pf-deflagra-operacao-para-apurar-desvio-de-cotas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 12:35:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (19), a Operação Galho Fraco, para aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro. Um dos alvos é o deputado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (19), a Operação Galho Fraco, para aprofundar as investigações de desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/PF-deflagra-operacao-para-apurar-desvio-de-cotas-parlamentares.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/PF-deflagra-operacao-para-apurar-desvio-de-cotas-parlamentares.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Um dos alvos é o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) que se manifestou sobre a operação no Instagram.</p>
<p>“Hoje, no aniversário da minha filha, a PF fez busca e apreensão novamente na minha casa por determinação de Flávio Dino [ministro do STF]. Perseguição implacável!”, escreveu.</p>
<p>Segundo Jordy, a alegação é que ele teria desviado recursos de cota parlamentar para uma empresa de fachada com aluguel de carros. Trata-se da mesma empresa que ele disse que aluga carros desde seu primeiro mandato.</p>
<p>“A mesma empresa que o deputado Sóstenes [Cavalcante, PL-RJ], que eu também acredito que está sendo alvo de busca e apreensão aluga desde o início do primeiro mandato dele”, afirmou Jordy na rede social.</p>
<p>A reportagem procurou a assessoria do deputado Sóstenes, mas ainda não recebeu retorno sobre seu posicionamento.</p>
<p>De acordo com as investigações, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e posterior ocultação de verba pública.</p>
<p>Segundo a PF, a ação é desdobramento de operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/pf-deflagra-operacao-para-apurar-desvio-de-cotas-parlamentares</p>
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		<item>
		<title>Deputados de SC proíbem cotas raciais em universidades estaduais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/deputados-de-sc-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:30:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros. O Projeto 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Deputados-de-SC-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Deputados-de-SC-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <a href="http://portalelegis.alesc.sc.gov.br/proposicoes/zVaPo/tramitacoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto 753/2025</a>, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que ficam autorizadas.</p>
<blockquote>
<p>“Ficam excluídas dessa proibição as reservas de vagas a pessoas com deficiência (PCD), a reserva baseada em critérios exclusivamente econômicos e a de estudantes oriundos de instituições estaduais públicas de ensino médio”.</p>
</blockquote>
<p>A proibição de outras cotas se aplica também a instituições que recebem verbas públicas no âmbito do estado.</p>
<p><strong>Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados.</strong></p>
<h2>Projeto</h2>
<p><strong>O projeto impõe multa de R$ 100 mil para editais que não respeitarem a vedação e o procedimento administrativo disciplinar contra agentes públicos por ofensa ao princípio da legalidade.</strong></p>
<p>Na justificativa da matéria, o deputado Alex Brasil afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.</p>
<p><strong>Antes da votação, o autor criticou o surgimento de outros tipos de ação afirmativa, como população transsexual e refugiados. “Cotas para tudo que é coisa que se imaginar”</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O mérito daquela pessoa que precisa estudar, que precisa realmente se dedicar para conseguir uma vaga, estava sendo deixado de lado”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Na visão do deputado, o projeto de lei valoriza quem realmente precisa de cota.</p>
<p>“Pode ser filho de pai negro, pode ser filho de pai branco”, completou.</p>
<h2>Votação simbólica</h2>
<p><strong>A votação do projeto de lei no plenário da Alesc ocorreu de forma simbólica, ou seja, sem registro dos votos no painel de votação. Mas a mesa diretora da Casa citou nominalmente os sete deputados que se opuseram à matéria:</strong></p>
<p>Padre Pedro Baldissera (PT)</p>
<p>Fabiano da Luz (PT)</p>
<p>Neodi Saretta (PT)</p>
<p>Marquito (Psol)</p>
<p>Dr. Vicente Caropreso (PSDB)</p>
<p>Paulinha (Podemos)</p>
<p>Rodrigo Minotto (PDT)</p>
<p>A Alesc tem 40 parlamentares. Dois não estavam presentes no plenário.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p><strong>Em discurso, o deputado Fabiano da Luz afirmou que o projeto de lei não promove justiça ou igualdade, “mas sim um apagamento”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As cotas raciais não são privilégios, são instrumentos de uma correção da desigualdade histórica profunda que ainda estrutura o Brasil e que, infelizmente, prova que também estrutura Santa Catarina”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o Censo 2022, <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38719-censo-2022-pela-primeira-vez-desde-1991-a-maior-parte-da-populacao-do-brasil-se-declara-parda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pretos e pardos</a> representam 55,5% da população. No caso de Santa Catarina, os dois grupos somam 23,3%. </p>
<p>O petista lembrou que pessoas negras (pretos e pardos) recebem cerca de 40% menos que as brancas.</p>
<p>“Há ampla base científica mostrando que raça e renda operam juntas, como fatores de exclusão, inclusive no acesso ao ensino superior”.</p>
<p><strong>Segundo ele, “fingir que isso não existe é escolher a cegueira institucional”.</strong></p>
<p>Fabiano da Luz considera que o projeto de lei é “retrógrado e envergonha Santa Catarina” e levantou dúvidas sobre a constitucionalidade da matéria.</p>
<p>“Vai ser tema de ação judicial e vai ser feio esta Casa ter mais uma vez na Justiça um projeto anulado pela inconstitucionalidade”.</p>
<p><strong>Para passar a valer, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Jorginho Mello, do PL, mesmo partido do autor da proposta.</strong></p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> pediu comentários sobre o posicionamento do governador, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.</p>
<h2>Âmbito federal</h2>
<p>A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p>No âmbito federal vigora a Lei de Cotas, com reserva de vaga para minorias. Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.</p>
<p><strong>Estudos apontam que a política de cotas transformou um dos espaços mais elitizados da sociedade brasileira, a universidade, democratizando o acesso.</strong></p>
<p>Em julgamento no ano de 2012, o <a href="https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/publicacaoBOInternet/anexo/link_download/casos_relevantes/pt/ADPF_186.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Supremo Tribunal Federal</a> (STF), Corte máxima da Justiça no país, decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. </p>
<blockquote>
<p>“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, diz o resultado do julgamento.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/deputados-sc-proibem-cotas-raciais-em-universidades-estaduais</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>SC: Assembleia proíbe cotas raciais em universidades estaduais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/sc-assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 16:36:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros. O Projeto 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que [&#8230;]]]></description>
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<p>A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/SC-Assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/SC-Assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <a href="http://portalelegis.alesc.sc.gov.br/proposicoes/zVaPo/tramitacoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto 753/2025</a>, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que ficam autorizadas.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Ficam excluídas dessa proibição as reservas de vagas a pessoas com deficiência (PCD), a reserva baseada em critérios exclusivamente econômicos e a de estudantes oriundos de instituições estaduais públicas de ensino médio”.</strong></p>
</blockquote>
<p>A proibição de outras cotas se aplica também a instituições que recebem verbas públicas no âmbito do estado.</p>
<p><strong>Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados.</strong></p>
<h2>O projeto</h2>
<p><strong>O projeto impõe multa de R$ 100 mil para editais que não respeitarem a vedação e o procedimento administrativo disciplinar contra agentes públicos por ofensa ao princípio da legalidade.</strong></p>
<p>Na justificativa da matéria, o deputado Alex Brasil afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.</p>
<p><strong>Antes da votação, o autor criticou o surgimento de outros tipos de ação afirmativa, como população transsexual e refugiados. “Cotas para tudo que é coisa que se imaginar”</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O mérito daquela pessoa que precisa estudar, que precisa realmente se dedicar para conseguir uma vaga, estava sendo deixado de lado”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Na visão do deputado, o projeto de lei valoriza quem realmente precisa de cota.</p>
<blockquote>
<p>“Pode ser filho de pai negro, pode ser filho de pai branco”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Votação simbólica</h2>
<p><strong>A votação do projeto de lei no plenário da Alesc ocorreu de forma simbólica, ou seja, sem registro dos votos no painel de votação. Mas a mesa diretora da Casa citou nominalmente os sete deputados que se opuseram à matéria:</strong></p>
<p>Padre Pedro Baldissera (PT)</p>
<p>Fabiano da Luz (PT)</p>
<p>Neodi Saretta (PT)</p>
<p>Marquito (Psol)</p>
<p>Dr. Vicente Caropreso (PSDB)</p>
<p>Paulinha (Podemos)</p>
<p>Rodrigo Minotto (PDT)</p>
<p>A Alesc tem 40 parlamentares. Dois não estavam presentes no plenário.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p><strong>Em discurso, o deputado Fabiano da Luz afirmou que o projeto de lei não promove justiça ou igualdade, “mas sim um apagamento”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As cotas raciais não são privilégios, são instrumentos de uma correção da desigualdade histórica profunda que ainda estrutura o Brasil e que, infelizmente, prova que também estrutura Santa Catarina”, declarou.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o Censo 2022, <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/38719-censo-2022-pela-primeira-vez-desde-1991-a-maior-parte-da-populacao-do-brasil-se-declara-parda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pretos e pardos</a> representam 55,5% da população. No caso de Santa Catarina, os dois grupos somam 23,3%. </p>
<p>O petista lembrou que pessoas negras (pretos e pardos) recebem cerca de 40% menos que as brancas.</p>
<blockquote>
<p>“Há ampla base científica mostrando que raça e renda operam juntas, como fatores de exclusão, inclusive no acesso ao ensino superior”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, “fingir que isso não existe é escolher a cegueira institucional”.</strong></p>
<p>Fabiano da Luz considera que o projeto de lei é “retrógrado e envergonha Santa Catarina” e levantou dúvidas sobre a constitucionalidade da matéria.</p>
<blockquote>
<p>“Vai ser tema de ação judicial e vai ser feio esta Casa ter mais uma vez na Justiça um projeto anulado pela inconstitucionalidade”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para passar a valer, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Jorginho Mello, do PL, mesmo partido do autor da proposta.</strong></p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> pediu comentários sobre o posicionamento do governador, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.</p>
<h2>Âmbito federal</h2>
<p>A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p>No âmbito federal vigora a Lei de Cotas, com reserva de vaga para minorias. Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.</p>
<p><strong>Estudos apontam que a política de cotas transformou um dos espaços mais elitizados da sociedade brasileira, a universidade, democratizando o acesso.</strong></p>
<p>Em julgamento no ano de 2012, o <a href="https://www.stf.jus.br/arquivo/cms/publicacaoBOInternet/anexo/link_download/casos_relevantes/pt/ADPF_186.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Supremo Tribunal Federal</a> (STF), corte máxima da Justiça no país, decidiu-se favorável à constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. </p>
<blockquote>
<p>“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, diz o resultado do julgamento.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/sc-assembleia-proibe-cotas-raciais-em-universidades-estaduais</p>
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