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	<title>condições - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Pesquisa revela condições precários do trabalho remoto no mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 17:57:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Plataformas digitais se tornaram mediadoras de serviços no mundo. Entregas, transporte e aluguel por temporada estão entre os mais conhecidos. Mas essas empresas têm contratado também pessoas para uma série de trabalhos à distância online, em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, para tarefas como alimentação de banco de dados de inteligência artificial, criação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Plataformas digitais se tornaram mediadoras de serviços no mundo. Entregas, transporte e aluguel por temporada estão entre os mais conhecidos. Mas essas empresas têm contratado também pessoas para uma série de trabalhos à distância online, em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, para tarefas como alimentação de banco de dados de inteligência artificial, criação de conteúdo, apoio a vendas e serviços profissionais, como os de contador, advogado e arquiteto, que podem ser pagos por projetos.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O trabalho remoto em plataformas chega a ser responsável pela principal remuneração de seis em cada dez trabalhadores dessa modalidade, o que significa comprometimento de tempo e com as condições das empresas.</strong> No entanto, é exercido em condições precárias. As empresas deixam de pagar por serviços, atrasam e remuneram menos que o salário mínimo do local de residência dos prestadores. Também falham em garantir suporte e segurança, o caso de pessoas submetidas a categorizar vídeos violentos ou de conteúdo sexual, não oferecem proteção social e ainda dificultam a organização dos trabalhadores.</p>
<p>Essas são algumas das principais constatações do <a href="https://fair.work/wp-content/uploads/sites/17/2025/05/Fairwork-Cloudwork-Report-2025-FINAL.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Relatório Fairwork Cloudwork Ratings 2025</a>, um projeto que reúne uma rede global de pesquisadores coordenados pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pelo instituto WZB Berlin, na Alemanha, divulgado neste mês, por meio de um evento na internet.</p>
<p>O estudo avaliou 16 plataformas de trabalho em nuvem entre as mais utilizadas e fez um levantamento que envolveu também cerca de 750 trabalhadores em 100 países. Como resultado, o relatório traz um ranking das plataformas em relação a condições básicas de trabalho e surpreende pelas notas atribuídas. <strong>A média dessas plataformas foi 3,5 de um total de 10.</strong> </p>
<p>Segundo a pesquisa, a Amazon Mechanical Turk, a Freelancer e a Microworkers não pontuaram e oferecem as piores condições. A Upwork alcançou um ponto. A Fiverr e a Remotasks receberam dois pontos. As empresas não comentaram o estudo. </p>
<p>Segundo o Fairwork, entre as condições mais preocupantes do trabalho remoto em plataformas está o pagamento. Um em cada três entrevistados afirmou que deixou de receber por algum serviço ou recebeu em cartões-presentes, que depois precisaram ser leiloados online para que o dinheiro chegasse de fato à conta corrente. </p>
<p>“Gostaria de poder receber meu dinheiro em minha conta bancária em vez de cartões-presente”, relatou da Nigéria um <em>turker</em>, como são chamados, ouvido pelo Fairwork. </p>
<p>Muitas empresas estão no norte global e não pagam diretamente a trabalhadores de outras regiões.</p>
<p><strong>O relatório internacional aponta ainda que apenas quatro das 16 plataformas pesquisadas conseguiram comprovar que os prestadores ganham pelo menos um salário mínimo, descontados os custos como impostos, apesar de o setor ter movimentado cerca US$ 557 bilhões em 2024, valor que deve crescer para US$ 647 bilhões este ano.</strong> No Brasil, um dos mercados dessas plataformas, o salário mínimo é de R$ 1.518. </p>
<p>“O [projeto] Fairwork procurou dados, evidências e informações de que as plataformas estão pagando o salário mínimo, mas só encontramos [as informações] em quatro das 16 plataformas”, explicou o coordenador do relatório, pesquisador brasileiro no Oxford Internet Institute, Jonas Valente. </p>
<p>“Em dois desses casos, as plataformas têm uma política dizendo que não pode pagar abaixo do salário mínimo local. Outras duas compartilharam dados dos pagamentos mostrando que pagavam adequadamente”, informou Jonas.</p>
<p><strong>Além de pagar pouco, as plataformas incluem nos contratos cláusulas com descrições vagas e pouco transparentes que prejudicam os trabalhadores.</strong> </p>
<p>De acordo com Jonas Valente, o contrato é uma questão chave porque prevê as regras do trabalho, embora não sejam compreensíveis para todos. </p>
<blockquote>
<p>“Quando a gente olha para os modelos mais clássicos, está escrito no contrato aquilo o que cada parte, trabalhador e empregador, pode ou vai fazer. No caso das plataformas, encontramos os contratos, mas muitos não são claros. No caso de trabalhadores que estão dispersos, no Brasil, por exemplo, onde muitos não falam inglês, a pessoa vai ter dificuldade de entender o que ela pode ou não fazer, quais são as regras e como ela vai ser paga. Isso leva a questões concretas, como condutas que podem determinar a suspensão ou o desligamento das plataformas”, explicou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O pesquisador também alertou para o fato de muitas plataformas se eximirem de responsabilidades sobre a saúde do trabalhador, apesar de exigir disponibilidade.</strong> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=419332:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.jpg" alt="São Paulo (SP), 31/03/2025 - Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.jpg" alt="São Paulo (SP), 31/03/2025 - Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=419332 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=419332--><strong>Plataformas se eximirem de responsabilidades sobre a saúde do trabalhador, apontou a pesquisa Faiwork<u> &#8211;</u></strong> Foto: <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=419332--></h6>
</p>
</div>
<p>O relatório cita uma trabalhadora do Peru, formada em ciências sociais que, por ter ficado horas em frente às telas, por exigência da empresa, precisou operar a retina. A peruana, no entanto, não recebeu ajuda e ainda acabou desligada. Ela ganhava entre US$ 10 e US$ 15 por hora e fazia jornadas entre 6 horas e 9 horas, que entravam pela madrugada.</p>
<p>Na avaliação geral dos pesquisadores, como é difícil fiscalizar o trabalho remoto, pois as pessoas estão em casa, dispersas em vários países, tampouco há sindicatos ou listas de trabalhadores, em geral, é necessária uma regulação rigorosa por parte dos Estados para reverter as condições precárias. </p>
<p><strong>No relatório, o Fairwork defende uma regulamentação nacional e também internacional dessa modalidade de trabalho, como forma de alcançar cerca de 400 milhões de pessoas no setor, estimativa do Banco Mundial.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Precisamos urgentemente que os governos e os órgãos reguladores se mobilizem e responsabilizem as plataformas, seja por meio de estruturas globais, leis de due diligence [diligências em suas operações] ou diretrizes de trabalho em plataforma”, cobrou Jonas Valente. </p>
</blockquote>
<p>“Sem ação, milhões de pessoas vão continuar presas em postos de trabalho digital inseguro e mal remunerado, sem voz, sem direitos e sem proteção”, alertou o pesquisador. </p>
<p>No caso do Brasil, ele chama ainda a atenção para a regulação proposta no Projeto de Lei 12/24, que deveria incluir todos os trabalhadores em plataformas e não apenas os motoristas de transporte privado, como foi proposto. </p>
<p><strong>O Ministério Público no Brasil defende aplicação de regras nacionais.</strong></p>
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            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/1748800641_108_Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/04/2023 - O motorista de aplicativo Jonas Ferreira fala sobre os prós e contras do trabalho autônomo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/1748800641_108_Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.jpg" alt="São Paulo (SP), 28/04/2023 - O motorista de aplicativo Jonas Ferreira fala sobre os prós e contras do trabalho autônomo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=326017 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=326017-->Procurador defende que lei deveria incluir todos os trabalhadores em plataformas e não apenas os motoristas de transporte privado &#8211; Foto: <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=326017--></h6>
</p>
</div>
<p>A necessidade de regular o trabalho remoto em plataformas é uma preocupação compartilhada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A entidade tem recebido denúncias de descumprimento de leis trabalhistas no setor e montou o Projeto Plataformas Digitais para acompanhá-las. </p>
<blockquote>
<p>“É uma situação preocupante, se trata de uma nova forma de trabalho que está se expandindo, e o MPT já reconhece que há uma precarização grande no Brasil&#8221;, reconheceu o gerente da iniciativa, procurador Rodrigo Castilho. </p>
</blockquote>
<p>Ele cita a violação da jornada legal, a necessidade de adequação do ambiente de trabalho, as dificuldades de organização sindical e também a baixa remuneração, de centavos por hora, diante do alto volume de tarefas ou de horas disponíveis para o trabalho nas plataformas. </p>
<p>&#8220;Temos denúncias diversas que questionam a ausência total e completa de direitos a esses trabalhadores&#8221;, informou, reverberando as constatações do Fairwork. </p>
<p><strong>De acordo com Castilho, as plataformas tratam os trabalhadores como colaboradores autônomos, independentes, o que na prática significa negar direitos que os trabalhadores no Brasil conquistaram, como férias, 13º e o  direito ao descanso remunerado, previstos para aqueles formalizados, com carteira assinada.</strong> </p>
<p>Castilho defende que, na ausência de normas regulatórias para o setor, a legislação nacional, no caso do Brasil, seja aplicada. </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=165152:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/1748800641_349_Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.jpg" alt="Teletrabalho, home office ou trabalho remoto." title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/1748800641_349_Pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo.jpg" alt="Teletrabalho, home office ou trabalho remoto." title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=165152 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=165152--><strong>Plataformas tratam os trabalhadores como colaboradores autônomos, independentes, o que na prática significa negar direitos</strong> &#8211; Foto : <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=165152--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>&#8220;O inaceitável é que esses trabalhadores não sejam contemplados com nenhum direito, enquanto se aguarda a regulação&#8221;.</strong> </p>
<p>Na avaliação do procurador, deveria haver também um compromisso ético das próprias plataformas com os trabalhadores. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;A gente vive em uma sociedade capitalista, de mercado, essas são as regras do jogo. A questão toda é que há um componente ético nas relações sociais e as pessoas não podem ser exploradas nos seus direitos, em sua dignidade, trabalhando em ambientes inseguros e insalubres para que outras tenham lucros exorbitantes&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><strong>A partir do projeto Fairwork, realizado desde 2023, foi oferecido suporte às plataformas para que se adequassem a padrões mínimos de trabalho justo, e 56 melhorias foram feitas.</strong> </p>
<p>As ações vão da atualização de contratos até a melhoria na resolução de disputas e transparência. No entanto, as mudanças ficaram restritas a poucas empresas.</p>
<p>Este ano, a Fairwork convidou as 16 plataformas investigadas para comentar a pesquisa. Somente três responderam, a ComeUp, a Scale/Remotasks e a Translated. Elas reconheceram problemas e informaram que continuam com o compromisso de melhorar as condições. As demais não responderam. </p>
<p><strong>Foram investigadas a Fiverr, SoyFreelancer, Appen, Clickworker, PeoplePerHour, Upwork, Freelancer, Microworkers, Prolific, Terawork, Creative Words e Elharefa, além da Amazon  Mechanical Turk.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/pesquisa-revela-condicoes-precarios-do-trabalho-remoto-no-mundo</p>
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		<item>
		<title>Entregadores mantêm paralisação por melhores condições de trabalho</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/entregadores-mantem-paralisacao-por-melhores-condicoes-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 17:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Entregadores que trabalham em plataformas digitais continuam mobilizados nesta terça-feira (1) em diferentes cidades brasileiras contra a precarização e por melhores condições de trabalho. No Rio de Janeiro, participantes de uma manifestação na zona norte da cidade foram presos e autuados. Em São Paulo, lideranças do movimento foram recebidas para discussão de reivindicações na sede do iFood. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Entregadores que trabalham em plataformas digitais continuam mobilizados nesta terça-feira (1) em diferentes cidades brasileiras contra a precarização e por melhores condições de trabalho. No Rio de Janeiro, participantes de uma manifestação na zona norte da cidade foram presos e autuados. Em São Paulo, lideranças do movimento foram recebidas para discussão de reivindicações na sede do <em>iFood.</em><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Entregadores-mantem-paralisacao-por-melhores-condicoes-de-trabalho.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Entregadores-mantem-paralisacao-por-melhores-condicoes-de-trabalho.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ontem (31), a categoria circulou e realizou atos pela Grande São Paulo, inclusive em frente ao escritório do aplicativo <em>iFood</em>, reivindicando melhores condições de trabalho e remuneração justa.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=419334:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Entregadores-mantem-paralisacao-por-melhores-condicoes-de-trabalho.jpg" alt="São Paulo (SP), 31/03/2025 - Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Entregadores-mantem-paralisacao-por-melhores-condicoes-de-trabalho.jpg" alt="São Paulo (SP), 31/03/2025 - Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=419334 --></div>
<p><h6 class="meta">Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=419334--></h6>
</p>
</div>
<p>Entre as estratégias dos trabalhadores está tentar mobilizar estabelecimentos para que não abram pedidos por aplicativos.</p>
<p>O Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas do Estado de São Paulo (Sindimotosp) descreve que, <strong>&#8220;atualmente, os entregadores enfrentam longas horas de jornada de trabalho, recebem um valor de entrega que não é suficiente para uma razoável renda mensal nem para o pagamento de contas ou investimento em equipamentos de segurança&#8221;</strong>.</p>
<p>Além disso, &#8220;não possuem sequer condições mínimas de trabalho, sendo abandonados pelas empresas de <em>app</em> em caso de acidentes ou óbito”, disse o sindicato, em nota.</p>
<p><strong>Reinvindicações dos entregadores:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Taxa mínima de R$ 10 por corridas de até 4 quilômetros (km); </strong></li>
<li><strong>Aumento do valor para R$ 2,50 por km; </strong></li>
<li><strong>Limitação das entregas com bicicletas a um raio máximo de 3 km; </strong></li>
<li><strong>Pagamento integral de taxa por cada um dos pedidos, mesmo em entregas agrupadas na mesma rota.</strong></li>
</ul>
<p>A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel SP) afirmou que <strong>a paralisação dos entregadores, chamada de Breque dos Apps, afetou significativamente bares e restaurantes na segunda-feira</strong>. Segundo levantamento da entidade, realizado com associados da capital paulista, empresários que operam unicamente com o aplicativo <em>iFood</em> tiveram queda de 100% nas entregas, durante a paralisação.</p>
<p>Aqueles que utilizam múltiplas plataformas sentiram um impacto menor, mas ainda expressivo, ressaltou a entidade, com queda no movimento de entregas estimada entre 70% e 80%, na comparação com uma segunda-feira comum. <strong>Já os estabelecimentos que contam com frota própria de entregadores registraram crescimento nas entregas, segundo a Abrasel SP, com aumento de até 50% na demanda</strong>.</p>
<p>O <em>iFood</em> disse, em nota, que segue monitorando as manifestações e trabalha para manter a operação. Segundo a empresa, atualmente, 60% dos pedidos intermediados pela plataforma são entregues pelos próprios restaurantes.</p>
<p>“Com o objetivo de ouvir os entregadores, o <em>iFood</em> confirma que se reuniu com nove representantes dos manifestantes na tarde de segunda-feira (31), no escritório da empresa em Osasco. Reafirmando sua abertura ao diálogo, foram discutidas as principais demandas apresentadas pelo movimento e ficou acordado que o <em>iFood</em> retornará com devolutivas para as lideranças”, disse a empresa.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=419335:cheio_8colunas --><br />
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<p><h6 class="meta"> Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=419335--></h6>
</p>
</div>
<h2>Rio de Janeiro</h2>
<p>Na capital fluminense, a polícia foi chamada para intervir em um protesto de entregadores na Tijuca, na zona norte da cidade, na segunda-feira. Segundo a Polícia Militar, alguns entregadores reclamaram que estavam sendo impedidos de trabalhar pelos manifestantes.</p>
<p>Pelo menos 13 pessoas foram encaminhadas à delegacia do bairro, de acordo com a Polícia Civil, das quais seis foram autuadas pelos crimes de associação criminosa e atentado contra a liberdade de trabalho, já que, de acordo com a polícia, eles ameaçaram e coagiram entregadores para que eles aderissem à paralisação.</p>
<p>Nesta terça-feira (1º), os entregadores fizeram um buzinaço no bairro de Botafogo, na zona sul da cidade.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/entregadores-mantem-paralisacao-por-melhores-condicoes-de-trabalho</p>
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		<item>
		<title>Feirão da Sabesp oferece condições especiais para quitação de débitos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/feirao-da-sabesp-oferece-condicoes-especiais-para-quitacao-de-debitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 18:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta segunda-feira (17), os consumidores que estiverem em débito com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) poderão negociar condições especiais para regularização das dívidas. Até o dia 31, eles obterão até 100% de desconto em juros e multas, além da opção de parcelamento dos débitos.  A iniciativa, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A partir desta segunda-feira (17), os consumidores que estiverem em débito com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) poderão negociar condições especiais para regularização das dívidas. <strong>Até o dia 31, eles obterão até 100% de desconto em juros e multas, além da opção de parcelamento dos débitos. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Feirao-da-Sabesp-oferece-condicoes-especiais-para-quitacao-de-debitos.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Feirao-da-Sabesp-oferece-condicoes-especiais-para-quitacao-de-debitos.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa, que faz parte do feirão <strong>Acertando suas contas com a Sabesp</strong>, abrange imóveis residenciais, comerciais e industriais com contas em aberto na Grande São Paulo, interior e litoral.</p>
<blockquote>
<p>“O feirão será realizado em agências presenciais e virtuais. Nesta edição, os clientes poderão pagar as dívidas em até 12 parcelas fixas no cartão de crédito, sem entrada, juros ou multa (a agência deve ser consultada sobre a disponibilidade da modalidade). Também será possível quitar o débito à vista por PIX ou parcelar o total diretamente com a Sabesp, com 50% de entrada.”, informou a empresa.</p>
</blockquote>
<p>Para participar, é necessário apresentar um documento pessoal (carteira de identidade ou carteira nacional de habilitação), CPF e uma conta de água para identificação do número de fornecimento do imóvel.</p>
<p>Para acessar a agência virtual basta entrar na<a href="http://agenciavirtual.sabesp.com.b" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> página da agência virtual da Sabesp</a> na internet. Para o atendimento presencial na Sabesp e no Poupatempo, é preciso agendar o atendimento pela agência virtual e encontrar a unidade mais próxima, acessando <a href="http://agenciavitual.sabesp.com.br/canais-atendimento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">este</a> endereço.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/feirao-da-sabesp-oferece-condicoes-especiais-para-quitacao-de-debitos</p>
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