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	<title>condenou - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>STF condenou 1.399 pessoas por atos golpistas; 179 estão presos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 21:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 1.399 acusados de participação nos atos que tentaram abalar a democracia brasileira e o funcionamento das instituições. Os dados foram atualizados nesta segunda-feira (8) pelo gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal,  Alexandre de Moraes, relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a <strong>Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 1.399 acusados de participação nos atos que tentaram abalar a democracia brasileira e o funcionamento das instituições.</strong> Os dados foram atualizados nesta segunda-feira (8) pelo gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal,  Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767906539_656_STF-condenou-1399-pessoas-por-atos-golpistas-179-estao-presos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767906540_978_STF-condenou-1399-pessoas-por-atos-golpistas-179-estao-presos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo o balanço, 179 pessoas estão presas, das quais 114 em regime fechado, após trânsito em julgado das condenações. Outros 50 presos cumprem prisão domiciliar. Há ainda 15 prisões preventivas, como a de Felipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro. </strong></p>
<p>Os números incluem o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e 28 ex-integrantes do governo dele, condenados por planejar uma tentativa de golpe para evitar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República. Entre os presos também estão cinco ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal, responsabilizados pelo STF por omissão no exercício de suas funções, por permitirem o acesso dos manifestantes à praça dos Três Poderes e o vandalismo nos prédios.</p>
<h2>Acusações</h2>
<p><strong>Após os atos golpistas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou 1.734 ações penais no STF. As acusações foram divididas entre incitadores, executores e quatro núcleos principais, que deram sustentação à tentativa de Bolsonaro de se manter no poder após perder as eleições, subvertendo assim, de acordo com o STF, a ordem democrática. </strong></p>
<p><strong>O balanço mostra que a maioria, 979 pessoas (68,9%), foi responsabilizada por delitos de menor gravidade e tiveram penas de até um ano de detenção (415) ou foram beneficiadas por Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs).</strong></p>
<p>O STF informou que os ANPPs foram oferecidos aos réus que respondiam unicamente pelos delitos de incitação ao crime e associação criminosa, considerados de menor gravidade, a exemplo dos que estavam acampados em frente aos quartéis, mas que não houve provas de que tenham participado da tentativa de golpe de Estado, de obstrução dos Poderes da República e nem de dano ao patrimônio público.</p>
<blockquote>
<p>“Para serem beneficiados, os réus confessaram os crimes e devem cumprir condições como a prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas, a não cometer delitos semelhantes nem serem processados por outros crimes ou contravenções penais, além do pagamento de multa”, disse o STF.  </p>
</blockquote>
<p>Além disso, eles também estão proibidos de participar de redes sociais abertas até o cumprimento total das condições estabelecidas no acordo. O documento determina ainda que eles terão que fazer um curso de 12h sobre Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado. </p>
<h2>Maiores penas</h2>
<p><strong>Dos condenados, 254 (18,1%) tiveram penas fixadas entre 12 e 14 anos de prisão, e 119 (8,5%) entre 16 e 18 anos. Essas penas foram impostas para os que cometeram crimes de maior gravidade. </strong></p>
<h2>Núcleos </h2>
<p>Com a finalização do julgamento dos réus pela trama golpista, o STF condenou à prisão 29 integrantes de quatro núcleos principais da trama golpista. Somente dois foram absolvidos. </p>
<p>O general de Exército Estevam Theófilo, que foi denunciado no Núcleo 3; e Fernando de Sousa Oliveira, delegado de carreira da PF e ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça, réu do Núcleo 2, foram os únicos absolvidos por falta de provas. </p>
<p><strong>Somente os réus do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, tiveram as condenações executadas. O ex-presidente foi condenado a  27 anos e seis meses de prisão. Os demais núcleos ainda estão em fase de recurso. </strong></p>
<p>As condenações ocorreram pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. </p>
<p>Para julgar os quatro núcleos, 1, 2, 3 e 4, ao longo de quatro meses, foram realizadas 21 sessões pela Primeira Turma, colegiado responsável pelo julgamento.</p>
<p>O Núcleo 5 é formado pelo réu Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos, e não há previsão para o julgamento.</p>
<h2>Foragidos</h2>
<p><strong>Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação penal da trama golpista e fugiu para os Estados Unidos para não cumprir a pena.</strong></p>
<p>O pedido de extradição está em tramitação. Em função da condenação, Ramagem perdeu o mandato de parlamentar.</p>
<p><strong>Ainda estão foragidos na Argentina cerca de 60 condenados pelos atos golpistas. Eles romperem a tornozeleira eletrônica e também são alvo de pedidos de extradição.</strong></p>
<h2>Indenização</h2>
<p><strong>O STF impôs também o pagamento de indenização por danos morais coletivos, relacionado ao custo da destruição nos prédios públicos. O valor estipulado foi de no mínimo R$ 30 milhões. Esse valor será quitado de forma solidária por todos os condenados por crimes graves, independentemente do tamanho da pena. </strong></p>
<h2>Perda do cargo e inelegibilidade </h2>
<p><strong>Em função da condenação, os culpados estão inelegíveis por oito anos. No caso de militares do Exército, eles também serão alvo de uma ação na Justiça Militar para perda do oficialato. Servidores públicos deverão perder o cargo estatutário.</strong>  </p>
<h2>Quem são os condenados dos quatro grupos principais</h2>
<p>Núcleo 1 – data da condenação: 11 de setembro de 2025</p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República: 27 anos e três meses </li>
<li>Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato à vice na chapa de 2022: 26 anos; </li>
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: 24 anos; </li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos; </li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos; </li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: 19 anos;  </li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias; </li>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro: 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada.  </li>
</ul>
<p>Núcleo 2 – data da condenação: 16 de dezembro de 2025</p>
<ul>
<li>Mário Fernandes, general da reserva do Exército: 26 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF): 24 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex- presidente Jair Bolsonaro: 21 anos de prisão; </li>
<li>Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça: 8 anos e seis meses de prisão.   </li>
</ul>
<p>Núcleo 3 – data da condenação: 18 de dezembro de 2025</p>
<ul>
<li>Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel: 24 anos de prisão;  </li>
<li>Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Wladimir Matos Soares, policial federal: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros , tenente-coronel: 17 anos de prisão;  </li>
<li>Bernardo Romão Correa Netto, coronel: 17 anos de prisão;  </li>
<li>Fabrício Moreira de Bastos, coronel: 16 anos de prisão;  </li>
<li>Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel: 3 anos e cinco meses de prisão;  </li>
<li>Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tenente-coronel: um ano e onze meses de prisão.  </li>
</ul>
<p>Núcleo 4 – data da condenação: 21 de outubro de 2025 </p>
<ul>
<li>Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército: 17 anos de prisão;  </li>
<li>Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército: 15 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Marcelo Araújo Bormevet, policial federal: 14 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército: 14 anos de prisão;  </li>
<li>Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva do Exército: 13 anos de prisão;  </li>
<li>Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército: 13 anos e seis meses;  </li>
<li>Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal:  7 anos e seis meses de prisão.</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/stf-condenou-1399-pessoas-por-atos-golpistas-179-estao-presas</p>
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		<item>
		<title>STF condenou 1.399 pessoas por atos golpistas; 179 estão presos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 19:15:19 +0000</pubDate>
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<p>Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a <strong>Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 1.399 acusados de participação nos atos que tentaram abalar a democracia brasileira e o funcionamento das instituições.</strong> Os dados foram atualizados nesta segunda-feira (8) pelo gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal,  Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/STF-condenou-1399-pessoas-por-atos-golpistas-179-estao-presos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/STF-condenou-1399-pessoas-por-atos-golpistas-179-estao-presos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo o balanço, 179 pessoas estão presas, das quais 114 em regime fechado, após trânsito em julgado das condenações. Outros 50 presos cumprem prisão domiciliar. Há ainda 15 prisões preventivas, como a de Felipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro. </strong></p>
<p>Os números incluem o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e 28 ex-integrantes do governo dele, condenados por planejar uma tentativa de golpe para evitar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República. Entre os presos também estão cinco ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal, responsabilizados pelo STF por omissão no exercício de suas funções, por permitirem o acesso dos manifestantes à praça dos Três Poderes e o vandalismo nos prédios.</p>
<h2>Acusações</h2>
<p><strong>Após os atos golpistas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou 1.734 ações penais no STF. As acusações foram divididas entre incitadores, executores e quatro núcleos principais, que deram sustentação à tentativa de Bolsonaro de se manter no poder após perder as eleições, subvertendo assim, de acordo com o STF, a ordem democrática. </strong></p>
<p><strong>O balanço mostra que a maioria, 979 pessoas (68,9%), foi responsabilizada por delitos de menor gravidade e tiveram penas de até um ano de detenção (415) ou foram beneficiadas por Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs).</strong></p>
<p>O STF informou que os ANPPs foram oferecidos aos réus que respondiam unicamente pelos delitos de incitação ao crime e associação criminosa, considerados de menor gravidade, a exemplo dos que estavam acampados em frente aos quartéis, mas que não houve provas de que tenham participado da tentativa de golpe de Estado, de obstrução dos Poderes da República e nem de dano ao patrimônio público.</p>
<blockquote>
<p>“Para serem beneficiados, os réus confessaram os crimes e devem cumprir condições como a prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas, a não cometer delitos semelhantes nem serem processados por outros crimes ou contravenções penais, além do pagamento de multa”, disse o STF.  </p>
</blockquote>
<p>Além disso, eles também estão proibidos de participar de redes sociais abertas até o cumprimento total das condições estabelecidas no acordo. O documento determina ainda que eles terão que fazer um curso de 12h sobre Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado. </p>
<h2>Maiores penas</h2>
<p><strong>Dos condenados, 254 (18,1%) tiveram penas fixadas entre 12 e 14 anos de prisão, e 119 (8,5%) entre 16 e 18 anos. Essas penas foram impostas para os que cometeram crimes de maior gravidade. </strong></p>
<h2>Núcleos </h2>
<p>Com a finalização do julgamento dos réus pela trama golpista, o STF condenou à prisão 29 integrantes de quatro núcleos principais da trama golpista. Somente dois foram absolvidos. </p>
<p>O general de Exército Estevam Theófilo, que foi denunciado no Núcleo 3; e Fernando de Sousa Oliveira, delegado de carreira da PF e ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça, réu do Núcleo 2, foram os únicos absolvidos por falta de provas. </p>
<p><strong>Somente os réus do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, tiveram as condenações executadas. O ex-presidente foi condenado a  27 anos e seis meses de prisão. Os demais núcleos ainda estão em fase de recurso. </strong></p>
<p>As condenações ocorreram pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. </p>
<p>Para julgar os quatro núcleos, 1, 2, 3 e 4, ao longo de quatro meses, foram realizadas 21 sessões pela Primeira Turma, colegiado responsável pelo julgamento.</p>
<p>O Núcleo 5 é formado pelo réu Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos, e não há previsão para o julgamento.</p>
<h2>Foragidos</h2>
<p><strong>Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação penal da trama golpista e fugiu para os Estados Unidos para não cumprir a pena.</strong></p>
<p>O pedido de extradição está em tramitação. Em função da condenação, Ramagem perdeu o mandato de parlamentar.</p>
<p><strong>Ainda estão foragidos na Argentina cerca de 60 condenados pelos atos golpistas. Eles romperem a tornozeleira eletrônica e também são alvo de pedidos de extradição.</strong></p>
<h2>Indenização</h2>
<p><strong>O STF impôs também o pagamento de indenização por danos morais coletivos, relacionado ao custo da destruição nos prédios públicos. O valor estipulado foi de no mínimo R$ 30 milhões. Esse valor será quitado de forma solidária por todos os condenados por crimes graves, independentemente do tamanho da pena. </strong></p>
<h2>Perda do cargo e inelegibilidade </h2>
<p><strong>Em função da condenação, os culpados estão inelegíveis por oito anos. No caso de militares do Exército, eles também serão alvo de uma ação na Justiça Militar para perda do oficialato. Servidores públicos deverão perder o cargo estatutário.</strong>  </p>
<h2>Quem são os condenados dos quatro grupos principais</h2>
<p>Núcleo 1 – data da condenação: 11 de setembro de 2025</p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República: 27 anos e três meses </li>
<li>Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato à vice na chapa de 2022: 26 anos; </li>
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: 24 anos; </li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos; </li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos; </li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: 19 anos;  </li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias; </li>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro: 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada.  </li>
</ul>
<p>Núcleo 2 – data da condenação: 16 de dezembro de 2025</p>
<ul>
<li>Mário Fernandes, general da reserva do Exército: 26 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF): 24 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex- presidente Jair Bolsonaro: 21 anos de prisão; </li>
<li>Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça: 8 anos e seis meses de prisão.   </li>
</ul>
<p>Núcleo 3 – data da condenação: 18 de dezembro de 2025</p>
<ul>
<li>Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel: 24 anos de prisão;  </li>
<li>Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Wladimir Matos Soares, policial federal: 21 anos de prisão;  </li>
<li>Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros , tenente-coronel: 17 anos de prisão;  </li>
<li>Bernardo Romão Correa Netto, coronel: 17 anos de prisão;  </li>
<li>Fabrício Moreira de Bastos, coronel: 16 anos de prisão;  </li>
<li>Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel: 3 anos e cinco meses de prisão;  </li>
<li>Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tenente-coronel: um ano e onze meses de prisão.  </li>
</ul>
<p>Núcleo 4 – data da condenação: 21 de outubro de 2025 </p>
<ul>
<li>Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército: 17 anos de prisão;  </li>
<li>Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército: 15 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Marcelo Araújo Bormevet, policial federal: 14 anos e seis meses de prisão; </li>
<li>Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército: 14 anos de prisão;  </li>
<li>Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva do Exército: 13 anos de prisão;  </li>
<li>Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército: 13 anos e seis meses;  </li>
<li>Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal:  7 anos e seis meses de prisão.</li>
</ul>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/stf-condenou-1399-pessoas-por-atos-golpistas-179-estao-presos</p>
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		<item>
		<title>STF já condenou mais de 800 réus pela trama golpista</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/stf-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 10:13:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 800 acusados de participação nos atos que tentaram abalar a democracia brasileira e o funcionamento das instituições, no final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.  Os números foram apurados pelo gabinete [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 800 acusados de participação nos atos que tentaram abalar a democracia brasileira e o funcionamento das instituições, no final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os números foram apurados pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à tentativa de golpe, até meados de dezembro de 2025. Os dados ainda podem sofrer atualizações. </p>
<p>Após os atos golpistas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou 1.734 ações penais no STF. As acusações foram divididas entre incitadores, executores e quatro núcleos principais, que deram sustentação à tentativa de Bolsonaro de se manter no poder após perder as eleições, subvertendo assim a ordem democrática. </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=365115:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="08.01.2023-Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto." title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=365115 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=365115-->Em 8 de janeiro de 2023, milhares de vândalos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram a sede dos três poderes da República, em Brasília. Mais de 800 já foram condenados &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=365115--></h6>
</p>
</div>
<h2>Núcleos </h2>
<p>Com a finalização do julgamento dos réus pela trama golpista, o STF condenou 29 à prisão nos quatro núcleos principais da trama golpista. Somente dois foram absolvidos. Os acusados pertencem aos núcleos 1,2,3 e 4. </p>
<p>O general de Exército Estevam Theófilo, que foi denunciado no Núcleo 3; e Fernando de Sousa Oliveira, delegado de carreira da PF e ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça, réu do Núcleo 2, foram os únicos absolvidos por falta de provas. </p>
<p>Até o momento, somente os réus do Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, tiveram as condenações executadas. Os demais núcleos ainda estão em fase de recurso. </p>
<p>As condenações ocorreram pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. </p>
<p><strong>Para julgar os quatro núcleos, ao longo de quatro meses, foram realizadas 21 sessões pela Primeira Turma, colegiado responsável pelo julgamento.</strong></p>
<p>O Núcleo 5 é formado pelo réu Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos, e não há previsão para o julgamento.<br /> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=436904:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767867198_226_STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 11/09/2025 - Sessão na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que realiza o quinto dia de julgamento dos réus do Núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767867198_226_STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 11/09/2025 - Sessão na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que realiza o quinto dia de julgamento dos réus do Núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=436904 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=436904-->Brasília (DF), 11/09/2025 &#8211; Sessão na Primeira Turma do STF, no quinto dia de julgamento dos réus do Núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436904--></h6>
</p>
</div>
<h2>Quem são os condenados </h2>
<p><strong>Núcleo 1 – data da condenação: 11 de setembro de 2025</strong></p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República: 27 anos e três meses</li>
<li>Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato à vice na chapa de 2022: 26 anos;</li>
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: 24 anos;</li>
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;</li>
<li>Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos;</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: 19 anos; </li>
<li>Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias;</li>
<li>Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro: 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada. </li>
</ul>
<p><strong>Núcleo 2 – data da condenação: 16 de dezembro de 2025</strong></p>
<ul>
<li>Mário Fernandes, general da reserva do Exército: 26 anos e seis meses de prisão;</li>
<li>Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF): 24 anos e seis meses de prisão;</li>
<li>Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro: 21 anos de prisão; </li>
<li>Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex- presidente Jair Bolsonaro: 21 anos de prisão;</li>
<li>Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça: 8 anos e seis meses de prisão.  </li>
</ul>
<p><strong>Núcleo 3 – data da condenação: 18 de dezembro de 2025</strong></p>
<ul>
<li>Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel: 24 anos de prisão; </li>
<li>Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel: 21 anos de prisão; </li>
<li>Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos de prisão; </li>
<li>Wladimir Matos Soares, policial federal: 21 anos de prisão; </li>
<li>Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros , tenente-coronel: 17 anos de prisão; </li>
<li>Bernardo Romão Correa Netto, coronel: 17 anos de prisão; </li>
<li>Fabrício Moreira de Bastos, coronel: 16 anos de prisão; </li>
<li>Márcio Nunes de Resende Júnior, coronel: 3 anos e cinco meses de prisão; </li>
<li>Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tenente-coronel: um ano e onze meses de prisão. </li>
</ul>
<p><strong>Núcleo 4 – data da condenação: 21 de outubro de 2025</strong> </p>
<ul>
<li>Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército: 17 anos de prisão; </li>
<li>Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército: 15 anos e seis meses de prisão;</li>
<li>Marcelo Araújo Bormevet, policial federal: 14 anos e seis meses de prisão;</li>
<li>Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército: 14 anos de prisão; </li>
<li>Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva do Exército: 13 anos de prisão; </li>
<li>Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército: 13 anos e seis meses; </li>
<li>Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal:  7 anos e seis meses de prisão.<br /> </li>
</ul>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=392919:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767867198_577_STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ) 17/07/2024 – O delegado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Informações (Abin) e pré-candidato à Prefeitura do Rio, presta depoimento na Polícia Federal, que investiga possível uso ilegal de sistemas para espionar autoridades e desafetos políticos no governo Jair Bolsonaro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767867198_577_STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ) 17/07/2024 – O delegado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Informações (Abin) e pré-candidato à Prefeitura do Rio, presta depoimento na Polícia Federal, que investiga possível uso ilegal de sistemas para espionar autoridades e desafetos políticos no governo Jair Bolsonaro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=392919 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=392919-->Rio de Janeiro (RJ) 17/07/2024 – Condenado pelo STF a 16 anos de detenção, Alexandre Ramagem fugiu para os EUA &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=392919--></h6>
</p>
</div>
<h2>Foragidos</h2>
<p><strong>Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação penal da trama golpista e fugiu para os Estados Unidos para não cumprir a pena.</strong></p>
<p>O pedido de extradição já está em tramitação. Em função da condenação, Ramagem perdeu o mandato de parlamentar.</p>
<p>Ainda estão foragidos na Argentina cerca de 60 condenados pelos atos golpistas. Eles romperem a tornozeleira eletrônica e também são alvo de pedidos de extradição.</p>
<h2>Incitadores e executores </h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=315074:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/1767867198_917_STF-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 08/01/2023 - Estátua da Justiça em frente ao STF pintado com os dizeres " perdeu="" man="" durante="" atos="" anti-democr="" foto:="" jodeson="" alves="" brasil="" title="Joedson Alves/Agencia Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=315074 --></div>
<p><h6 class="meta">Estátua A Justiça, em frente ao STF, foi pichada durante atos antidemocráticos – <strong>Jodeson Alves/Agência Brasil </strong>&#8211; <strong>Joedson Alves/Agencia Brasil</strong><!--END copyright=315074--></h6>
</p>
</div>
<p>O grupo maior de condenados faz parte do grupo de incitadores e executores dos atos golpistas. Nesse grupo, 810 condenações foram registradas, sendo 395 por organização criminosa, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito e golpe de Estado, e 415 por incitação à prática de crime e associação criminosa, crimes considerados mais leves. </p>
<p>Entre os condenados desse grupo está a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos. Em abril deste ano, Débora foi condenada a 14 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e por pichar a frase &#8220;Perdeu, mané&#8221; na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do STF. Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar. </p>
<h2>ANPP</h2>
<p>Até o momento, o STF homologou mais de 560 acordos de não persecução penal (ANPP). Os acordos foram propostos pela Procuradoria-Geral da República (PGR) a investigados que estavam em frente ao quartel do Exército, em Brasília, e não participaram dos atos de depredação do Congresso, do Palácio do Planalto e do Supremo. </p>
<p>Com a homologação, os réus deverão prestar serviços à comunidade e pagar multas que variam entre R$ 1 mil e R$ 5 mil.</p>
<p>Eles também estão proibidos de usar as redes sociais e devem participar de um curso sobre o tema Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado. Em troca, não serão processados pela procuradoria. </p>
<h2>Indenizações</h2>
<p>Todos os acusados também terão que pagar solidariamente R$ 30 milhões pelos danos causados pela depredação.</p>
<h2>Perda do cargo e inelegibilidade </h2>
<p>Em função da condenação, os culpados estão inelegíveis por oito anos. No caso de militares do Exército, eles também serão alvo de uma ação na Justiça Militar para perda do oficialato. Servidores públicos deverão perder o cargo estatutário.  </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-01/especial-81-stf-ja-condenou-mais-de-800-reus-pela-trama-golpista</p>
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		<item>
		<title>Publicada decisão que condenou Bolsonaro; cabe recurso pela defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 12:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quarta-feira (22) o acórdão &#8211; decisão colegiada &#8211; que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia, entre outros.  Com a divulgação da decisão por escrito começa a contagem regressiva para as defesas. Pelas regras atuais, no dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quarta-feira (22) o acórdão &#8211; decisão colegiada &#8211; que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia, entre outros. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Publicada-decisao-que-condenou-Bolsonaro-cabe-recurso-pela-defesa.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Publicada-decisao-que-condenou-Bolsonaro-cabe-recurso-pela-defesa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a divulgação da decisão por escrito começa a contagem regressiva para as defesas.</p>
<p>Pelas regras atuais, no dia seguinte à publicação do acórdão no Diário de Justiça Eletrônico (DJe), ou seja, <strong>nesta quinta-feira (23), começa a contar prazo de cinco dias para a apresentação daqueles que, em tese, seriam os últimos recursos no caso. </strong></p>
<p>Junto com sete de seus antigos aliados, integrantes do chamado Núcleo 1 da trama golpista (ou Núcleo crucial) Bolsonaro foi condenado por 4 votos a 1 pela Primeira Turma do STF, em 11 de setembro.</p>
<p><strong>Ele foi considerado culpado dos crimes de golpe de Estado e atentado contra o Estado Democrático de Direito e organização criminosa armada, da qual foi considerado líder.</strong></p>
<p>Bolsonaro e a maioria dos outros réus também foram condenados por dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado, além de crimes relacionados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 – quando milhares de bolsonaristas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. </p>
<h2>Recursos e embargos</h2>
<p><strong>Nenhum dos réus, porém, começou a cumprir pena. </strong>Isso porque ainda restam recursos possíveis à própria Primeira Turma. Pelo regimento interno do Supremo, não cabe recurso ao plenário, mas apenas ao próprio colegiado que julgou a ação. </p>
<p><strong>Para as defesas, é possível apresentar ainda os chamados embargos de declaração, em que os advogados podem apontar omissões e obscuridades no texto da decisão publicada. </strong></p>
<p>Em geral, esse tipo de apelo não tem o efeito de reverter decisões judiciais, mas apenas esclarecê-las. </p>
<p>Já os embargos infringentes, mais amplos, podem se valer dos votos divergentes como argumento para ainda tentar reverter o resultado do julgamento.<strong> Para esse tipo de recurso ser aceito, contudo, seriam necessários ao menos dois votos divergentes. </strong></p>
<p>No julgamento do núcleo principal do golpe, votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.</p>
<p><strong>Apenas o ministro Luiz Fux divergiu, votando primeiro pela anulação da ação penal, e em seguida, no mérito, pediu a absolvição de todos os acusados.</strong></p>
<p>Os advogados dos réus podem apelar a Moraes, relator do caso, que aceite os embargos do tipo infringentes mesmo com apenas um voto divergente – do ministro Fux.</p>
<p>Muitas vezes as defesas também apresentam embargos de declaração que, se providos apenas para esclarecer a redação da decisão, acabam tendo efeitos infringentes, ou seja, conseguem reverter o resultado final. </p>
<p>Somente após o julgamento de todos os recursos, <strong>com o chamado trânsito em julgado</strong>, é que eventualmente os ministros da Primeira Turma devem definir o local e o regime inicial do cumprimento de pena pelos condenados. Pela legislação, penas altas devem ter início em regime fechado. </p>
<p>Há exceções, por exemplo, quando não houver unidade prisional capaz de prover cuidados médicos necessários para alguma enfermidade grave do preso. Nesses casos, é possível a concessão de regimes mais brandos por questões humanitárias. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/publicada-decisao-que-condenou-bolsonaro-cabe-recurso-pela-defesa</p>
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