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	<title>Comunidades - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Equipes da Ageman vistoriam serviços de iluminação em bairros de Manaus</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:48:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ageman intensificou nesta semana a fiscalização dos serviços de iluminação pública nas zonas Norte e Oeste de Manaus. As equipes vistoriaram bairros como Cidade Nova, Fazendinha 2 e Parque das Tribos para verificar o emplaquetamento dos postes, essencial para identificação e manutenção da rede. Na comunidade Fazendinha 2, os técnicos fiscalizaram 47 pontos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="297">A Ageman intensificou nesta semana a fiscalização dos serviços de iluminação pública nas zonas Norte e Oeste de Manaus. As equipes vistoriaram bairros como Cidade Nova, Fazendinha 2 e Parque das Tribos para verificar o emplaquetamento dos postes, essencial para identificação e manutenção da rede.</p>
<p data-start="299" data-end="528">Na comunidade Fazendinha 2, os técnicos fiscalizaram 47 pontos de iluminação em oito ruas e encontraram 37 sem plaquetas. Já no Parque das Tribos, no Tarumã-Açu, foram vistoriados 320 pontos em 18 ruas, com 127 sem identificação.</p>
<p data-start="530" data-end="684">Moradores também relataram luminárias apagadas durante a noite. Sem as plaquetas, o registro das ocorrências no aplicativo Manaus + Luz fica comprometido.</p>
<p data-start="686" data-end="966">Segundo o diretor executivo da Ageman, Everaldo Leal, a agência realiza monitoramento contínuo e encaminha relatórios à concessionária Manaus Luz para correção das irregularidades. Após os ajustes, as equipes retornam aos locais para verificar se as determinações foram cumpridas.</p>
<p data-start="968" data-end="1111" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A Ageman orienta que problemas na iluminação pública sejam informados pelo 0800-201-0001, aplicativo Manaus + Luz ou pela Ouvidoria da agência.</p>
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		<title>Prefeitura inicia “Natal nas Águas” em comunidades ribeirinhas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:18:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus deu início, nesta terça-feira (2/12), ao projeto “Natal nas Águas”, que leva cestas básicas e brindes natalinos a comunidades ribeirinhas às margens do rio Amazonas. A ação, coordenada pelo Fundo Manaus Solidária (FMS), contempla famílias que vivem em áreas afastadas e de acesso exclusivamente fluvial. Na primeira fase, as comunidades beneficiadas [&#8230;]]]></description>
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<p>A Prefeitura de Manaus deu início, nesta terça-feira (2/12), ao projeto “Natal nas Águas”, que leva cestas básicas e brindes natalinos a comunidades ribeirinhas às margens do rio Amazonas. A ação, coordenada pelo Fundo Manaus Solidária (FMS), contempla famílias que vivem em áreas afastadas e de acesso exclusivamente fluvial.</p>
<p>Na primeira fase, as comunidades beneficiadas foram:</p>
<ol>
<li>Nossa Senhora da Conceição</li>
<li>União e Progresso</li>
<li>São Francisco do Guajará</li>
<li>São Raimundo</li>
<li>Assentamento de Nazaré e São Pedro</li>
</ol>
<p>A presidente do FMS, Viviana Lira, explicou que a iniciativa exige logística diferenciada, com planejamento de rotas, embarcações adequadas e equipes preparadas para alcançar regiões de difícil acesso. “Tudo é pensado para que a ajuda chegue com segurança e eficiência a quem mais precisa”, afirmou.</p>
<p>Moradores receberam a ação com emoção. Maria Angélica Silva, da comunidade São Raimundo, disse que o gesto trouxe esperança para famílias muitas vezes esquecidas. Já Francisco Almeida, da comunidade União e Progresso, destacou que a presença das equipes e o acolhimento fazem tanta diferença quanto os itens entregues.</p>
<p>O “Natal nas Águas” integra a programação natalina da Prefeitura de Manaus e reforça o compromisso da gestão com inclusão social, atenção às comunidades ribeirinhas e valorização da dignidade humana.</p>
<h2/>
<p> </p>
</div>
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		<title>Maior Natal flutuante chega a 45 comunidades ribeirinhas em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:29:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus deu início, neste domingo (30/11), ao projeto “Um Sonho Mágico de Natal nas Águas”, marcado pela entrega da maior balsa natalina já vista na cidade. A iniciativa, liderada pelo Fundo Manaus Solidária (FMS), levará o maior Natal flutuante da história a 45 comunidades ribeirinhas. Portanto, essa ação reforça o compromisso da [&#8230;]]]></description>
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<p>A Prefeitura de Manaus deu início, neste domingo (30/11), ao projeto “Um Sonho Mágico de Natal nas Águas”, marcado pela entrega da maior balsa natalina já vista na cidade. A iniciativa, liderada pelo Fundo Manaus Solidária (FMS), levará o maior Natal flutuante da história a 45 comunidades ribeirinhas. Portanto, essa ação reforça o compromisso da gestão do prefeito David Almeida com inclusão, cultura e atendimento às áreas mais isoladas.</p>
<p>A cerimônia de entrega ocorreu no píer Manaus 355, no mirante Lúcia Almeida, reunindo famílias, lideranças comunitárias e autoridades. Segundo o prefeito, a proposta é garantir que moradores da zona rural recebam a mesma experiência natalina oferecida na área urbana.</p>
<p>A nova balsa, com 36 metros de comprimento por 10 de largura, funciona como um verdadeiro palco flutuante. Ela traz o presépio iluminado, árvore gigante e o tradicional Papai Noel. Durante dezembro, a embarcação percorrerá os rios Amazonas e Negro, visitando comunidades-polo para atender moradores de regiões ainda mais afastadas.</p>
<p>O projeto inclui apresentações, entrega de cestas, brinquedos, panetones e leite arrecadado no Patins Solidário. Para muitas famílias, será a primeira vez diante de um presépio ou de uma grande estrutura natalina, tornando a ação emocionalmente marcante.</p>
<p>A presidente do FMS, Viviana Lira, destacou que a programação ribeirinha terá 12 dias seguidos de atividades. Paralelamente, na área urbana, seguem os espetáculos do “Um Sonho Mágico de Natal”, com shows, neve artificial e personagens temáticos nos bairros.</p>
<h4>Economia natalina</h4>
<p>Além do impacto social e cultural, o prefeito ressaltou o fortalecimento da economia natalina, que já movimenta comércio e permissionários, especialmente na Ponta Negra.</p>
<p>Desde 2021, Manaus vem ampliando suas celebrações natalinas com iluminação temática, desfiles, cantatas e presépios flutuantes. Em 2025, o projeto avança ao levar toda essa estrutura para a zona rural pela primeira vez, consolidando o Natal como parte do calendário cultural e turístico da cidade.</p>
<p>A programação de dezembro inclui cantata no anfiteatro da Ponta Negra (7/12), shows especiais nos dias 7 e 8, além de ações sociais e visitas do Papai Noel em diversos bairros.</p>
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</div>
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		<title>Comunidades denunciam demora na titulação de terras quilombolas no Rio</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 19:43:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro se reuniram neste sábado (15), no Rio, em encontro para debater a Cúpula das Vozes Quilombolas pelo Clima. De acordo com a Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (Acquilerj), das 54 comunidades quilombolas instaladas no estado do Rio, apenas três têm titulação. A [&#8230;]]]></description>
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<p>Comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro se reuniram neste sábado (15), no Rio, em encontro para debater a Cúpula das Vozes Quilombolas pelo Clima. De acordo com a Associação das Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro (Acquilerj), das 54 comunidades quilombolas instaladas no estado do Rio, apenas três têm titulação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comunidades-denunciam-demora-na-titulacao-de-terras-quilombolas-no-Rio.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comunidades-denunciam-demora-na-titulacao-de-terras-quilombolas-no-Rio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A presidenta da Acquilerj, Bia Nunes denunciou a lentidão e as contradições nos processos de titulação dos territórios quilombolas. Das 54 comunidades reconhecidas no estado do Rio de Janeiro, apenas três possuem títulos de posse: Marambaia (Mangaratiba), Preto Forro (Cabo Frio) e Campinho (Paraty), sendo que dois deles apresentam equívocos jurídicos que precisam ser revistos.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Há uma chantagem emocional e psicológica quando nos pedem para abrir mão de grandes áreas para que a titulação avance. É uma situação injusta e desumana”, denunciou Bia.</p>
</blockquote>
<p>A primeira mesa, intitulada “Vozes Quilombolas”, reuniu representantes de 16 territórios para apresentar suas pautas, demandas e estratégias de resistência. A proposta, segundo Bia Nunes, foi criar um espaço de fala onde as comunidades não fossem apenas tema, mas sujeito das discussões.</p>
<blockquote>
<p>“A Cúpula do Rio tem esse diferencial: somos nós discutindo e falando de nós. Nossas vozes, nossas dores, nossas soluções. Essa é a força da nossa existência”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Dificuldades </h2>
<p>Alessandra Rangel Oliveira, ligada às questões do meio ambiente e do clima da Acquilerj, e integrante do quilombo Maria Joaquina, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, disse que o município tem sete comunidades quilombolas e apenas uma delas tem titulação de terra, a “Preto Fogo”. As outras são certificadas pela Fundação Palmares, mas isso não dá garantia de terra, apenas reconhece como remanescentes de comunidades quilombolas.</p>
<p>Alessandra explicou que Cabo Frio é uma região que tem um potencial turístico lindo, onde todo mundo quer morar e todo mundo quer visitar.</p>
<blockquote>
<p>“O problema é a questão da especulação imobiliária muito grande. Então nós temos conflitos territoriais com grileiros, fazendeiros, com loteamentos e os donos dos terrenos têm de ser ressarcidos pelo Estado”.</p>
</blockquote>
<p>Ela explicou ainda que quando as terras do quilombo são sobrepostas as dos fazendeiros “a gente começa a receber ameaças de morte, perseguição e algumas lideranças quilombolas sofrem ameaças quando denunciam qualquer tipo de impacto ambiental na região”.</p>
<p>Alessandra contou também que o Estado sempre diz que não há recursos para financiar o reembolso dessas famílias por esses territórios, que são grandes fazendas na região. Recentemente, quando o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) esteve na região em três comunidades para negociar a primeira fase da titulação das terras, “houve uma resistência das lideranças comunitárias por causa do medo dos monopólios dos grileiros, fazendeiros e as lideranças comunitárias chegaram a conclusão de se mexer com isso, acabam correndo risco de vida”, acrescentou Alessandra.</p>
<p><strong>A líder comunitária disse que a COP 30, que acontece em Belém, não tem grande efeito para as comunidades quilombolas</strong>. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nós estivemos lá com a Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conac) junto com a Coligação Internacional dos Povos Afrodescentes para a Ação Climática (Citafro), mas a nossa participação foi limitada porque o governo nos disponibilizou quatro credenciais apenas e a gente se sentiu excluída, porque não tivemos espaço nas tomadas de decisão”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>A  representante do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e gestora do Parque Nacional da Tijuca, Viviane Lasmar Pacheco, disse no encontro, que a comunidade quilombola Pedra Bonita, que funciona dentro do parque, foi certificada há três anos e isso mudou o olhar “no sentido de reconhecer que essa comunidade tem direito ao território, direitos aos seus modos de vida e a gente está estabelecendo um termo de compromisso, até a titulação da terra, com direitos e deveres entre as partes”. Viviane disse que está sendo terminado o cadastramento, “mas que a comunidade é pequena com 20 a 25 famílias”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-11/comunidades-denunciam-demora-na-titulacao-de-terras-quilombolas-no-rio</p>
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		<item>
		<title>Tiroteios constantes afetam desenvolvimento de crianças em comunidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 13:58:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Corpos enfileirados. Drones lançando explosivos. Blindados e fuzis. Veículos em chamas. Ônibus atravessados nas ruas, bloqueando o avanço de viaturas policiais. Munição traçante riscando o céu sobre os complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro. As imagens registradas na última terça-feira (28), dia em que as forças de segurança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Corpos enfileirados. Drones lançando explosivos. Blindados e fuzis. Veículos em chamas. Ônibus atravessados nas ruas, bloqueando o avanço de viaturas policiais. Munição traçante riscando o céu sobre os complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Tiroteios-constantes-afetam-desenvolvimento-de-criancas-em-comunidades.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Tiroteios-constantes-afetam-desenvolvimento-de-criancas-em-comunidades.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As imagens registradas na última terça-feira (28), dia em que as forças de segurança estaduais deflagraram, no Rio de Janeiro, a chamada Operação Contenção, rodaram o mundo. Evocando um cenário de guerra urbana, evidenciaram a vulnerabilidade da população. E reforçaram a conclusão de vários estudos: além das consequências imediatas, a violência urbana tem efeitos duradouros, prejudicando também a saúde mental das pessoas direta ou indiretamente expostas à sensação de falta de segurança.</p>
<p>Segundo especialistas ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong>, ao transformar o medo em um estado de permanente alerta, a violência urbana afeta o funcionamento do sistema nervoso, prejudicando o desenvolvimento psicossocial, especialmente de crianças e adolescentes. Em particular, daquelas obrigadas a conviver com frequentes tiroteios em regiões controladas ou disputadas por organizações criminosas. </p>
<h2>Estresse</h2>
<p>“A exposição à violência urbana pode criar um nível de estresse altíssimo, afetando a saúde das pessoas”, afirmou a psicóloga Marilda Lipp, referência nos estudos sobre estresse.</p>
<p><strong>Para ela, a busca por se sentir seguro é uma das necessidades mais básicas do ser humano, atrás apenas das necessidades fisiológicas (respirar, comer, beber, dormir). Assim, a sensação de insegurança pessoal, familiar ou comunitária tende a provocar graves perturbações emocionais que, dependendo do caso, podem ocasionar sintomas associados à ansiedade crônica ou à depressão (taquicardia, hipertensão arterial, problemas gastrointestinais, distúrbios no sono e do apetite, irritabilidade e dificuldades de concentração, entre outros). </strong></p>
<p>&#8220;A resposta ao estresse é fisiológica. Ao se sentirem ameaçadas, os cérebros das pessoas liberam substâncias [hormônios] que as preparam para fugir ou enfrentar o perigo &#8211; ou seja, para lutar. Por isso, afirmamos que um certo nível de estresse é normal. A questão é que nenhum corpo, nenhuma mente, aguenta ficar em permanente alerta como acontece com pessoas recorrentemente expostas à violência ou a ameaças&#8221;, observou a psicóloga. </p>
<p>Para Marilda, as reações e as consequências da exposição à violência e à sensação de insegurança variam de pessoa para pessoa, conforme o sentido que cada um dá aos fatos que vivencia direta ou indiretamente.</p>
<p>&#8220;Mesmo assim, não é de todo errado dizer que pessoas submetidas a altos níveis de estresse, de forma recorrente e prolongada, estão passíveis de adoecer. Mesmo as chamadas vítimas secundárias, as pessoas que não estão diretamente expostas aos riscos, nem têm parentes, amigos ou pessoas próximas ameaçadas, mesmos elas podem ser afetadas em algum grau e se sentirem impotentes e desamparadas&#8221;, acrescentou a psicóloga.</p>
<p><strong>Criadora do chamado Treino de Controle de Estresse, um modelo de autotratamento que desenvolveu a partir de outras abordagens, Marilda defende que o Poder Público deveria oferecer à população capacitação para lidar de forma mais saudável com o estresse.</strong> </p>
<p>&#8220;Sem mencionar os aspectos políticos e estruturais da questão, que precisam ser enfrentados, acredito que isso já ajudaria muita gente, principalmente a quem não tem condições de pagar um psicólogo ou um psiquiatra ou demora a encontrar o necessário atendimento desses profissionais na rede pública&#8221;, frisou a psicóloga, argumentando que a capacitação poderia ser ofertada em unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) e escolas. &#8220;É muito importante ensinarmos nossas crianças a lidar melhor com o estresse&#8221;, concluiu.</p>
<h2>Coletividade</h2>
<p><strong>Professor associado do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o psiquiatra Octávio Domont de Serpa Júnior garante que a procura por serviços de saúde sempre aumenta após a ocorrência de fatos que geram comoção e ampliam a sensação de insegurança.</strong></p>
<p><em>“</em>No Rio de Janeiro, há algum tempo, verificamos que essas situações impactam a demanda na rede de atenção primária, que é a porta de entrada da rede pública de saúde. Por isso, acredito que muitas pessoas que foram direta ou indiretamente expostas ao que aconteceu nos complexos do Alemão e da Penha esta semana acabarão procurando uma unidade de saúde nos próximos dias, se já não o fizeram&#8221;, comentou Domont, destacando que a questão transcende o sofrimento individual.</p>
<p><strong><em>“</em>Há também o sofrimento coletivo. Esta é uma questão estrutural, política e social que não podemos ignorar. Sem uma resposta que faça jus a esta dimensão coletiva, esse problema seguirá impactando a todos”, afirmou Domont.</strong></p>
<p><em>“</em>É importante que os profissionais de saúde estejam aptos a responder prontamente, acolhendo e oferecendo os devidos cuidados tanto às vítimas diretas da violência, quanto às que a testemunharam. Até para que os sintomas não se tornem crônicos. Sobretudo diante da real possibilidade de que muitas destas pessoas voltem a ser expostas a esse tipo de situação, já que, aparentemente, não há, até o momento, uma solução para o problema da segurança pública em vista”, concluiu o psiquiatra.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/tiroteios-constantes-afetam-desenvolvimento-de-crian%C3%A7as-em-comunidades</p>
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		<title>Comunidades trabalham para reconstruir escolas resilientes ao clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 11:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de um ano após as enchentes no Rio Grande do Sul, o estado ainda trabalha para reconstruir escolas e prepará-las para futuros desastres climáticos. De acordo com a secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, oito escolas e a própria Secretaria de Educação ainda não retornaram aos edifícios onde funcionavam s unidades atingidos pelas cheias. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de um ano após as enchentes no Rio Grande do Sul, o estado ainda trabalha para reconstruir escolas e prepará-las para futuros desastres climáticos. De acordo com a secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, oito escolas e a própria Secretaria de Educação ainda não retornaram aos edifícios onde funcionavam s unidades atingidos pelas cheias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo Raquel, não se trata apenas de reconstruir os edifícios, mas de colocar em prática um plano de contingência que torne não apenas os prédios, mas toda a comunidade escolar, mais preparados para tempestades, alagamentos e outros fenômenos naturais. Ao longo dos últimos anos têm se intensificado na região a ocorrência de ciclones, chuvas e calor extremo.</p>
<p>Junto ao Banco Mundial foram mapeadas 730 escolas que correm risco de destruição. Dessas, 87 foram consideradas mais vulneráveis e suscetíveis a futuros desastres. Essas escolas já começaram a implementar o plano de forma piloto.</p>
<blockquote>
<p>“A gente não sabe exatamente quando virá e o que importa é que as escolas estejam preparadas, as pessoas estejam preparadas emocionalmente, mentalmente e em termos de conhecimento, cientificamente, sabendo o que fazer para que não haja quebra na continuidade do aprendizado. O Japão aprendeu a conviver com tsunami, a Califórnia com terremoto, a Itália com vulcão, o Rio Grande do Sul está aprendendo a conviver com as características climáticas da região”, disse a secretária.</p>
</blockquote>
<p>Ela participou, nessa terça-feira (21), do II Fórum Internacional de Sustentabilidade e Educação, promovido pela Fundação Santillana e pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI). Com o tema A escola de hoje: resiliente, inclusiva e tecnológica, o evento discute o papel da educação na construção de sociedades mais justas e sustentáveis.</p>
<h2>Participação da comunidade</h2>
<p>Raquel compartilhou a experiência do Rio Grande do Sul, mostrando a necessidade de envolver toda a comunidade escolar no desenvolvimento de uma educação atenta à crise climática.</p>
<blockquote>
<p>“Nós tivemos escolas de sete dias a 52 dias sem aula. E é claro que isso requer intervenção pedagógica diferenciada em cada um dos blocos de escolas. Não é simples fazer isso e nós chegamos à conclusão que tínhamos que nos preparar para não sermos pegos novamente nessa situação”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Por meio de parcerias e consultorias nacionais e internacionais, junto com as escolas, foram preparados os planos de contingência, espécies de guias que definem o que fazer antes, durante e após a emergência.</p>
<blockquote>
<p>“A escola é o espaço onde a criança aprende, adquire novas rotinas, novos hábitos e influencia a família, influencia a comunidade e o plano de contingência só faz sentido se ele for discutido por toda a comunidade, escola por escola. Porque o plano de contingência depende de onde a escola está localizada, que tipo de evento vai acontecer ali, como é que ela se distribui, qual que é um ponto de saída.</p>
</blockquote>
<p>Para ela, tudo tem que ser muito conhecido, muito combinado, porque o que leva as pessoas ao desespero é não saber o que fazer. &#8221; Portanto, a partir do momento em que cada escola trabalha um plano de contingência com a sua realidade, nós teremos uma sociedade muito mais preparada”, afirma.</p>
<p>Um exemplo de estrutura desenvolvida a partir do desastre é o Ginásio Resiliente, que pode tanto ser usado para a prática esportiva, quanto para ser um espaço de acolhimento emergencial. Para isso, possui uma estrutura reforçada para segurança e durabilidade e, apesar de ser integrado ao ambiente escolar, pode se tornar um abrigo e funcionar de forma independente, permitindo a continuidade do ensino.</p>
<p>No primeiro semestre de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou o maior desastre natural do estado. Ao todo, as inundações impactaram 478 das 497 cidades gaúchas, afetando diretamente cerca 2,4 milhões de habitantes. O número de mortes chegou a 184, além de 806 feridos e 25 pessoas até hoje são dadas como desaparecidas. </p>
<h2>Educação e sustentabilidade</h2>
<p>A experiência do Rio Grande do Sul foi inclusive levada a Valência, na Espanha, que também foi gravemente afetada por tempestades em novembro de 2024.</p>
<p>O arquiteto espanhol fundador do escritório Espacios Maestros, José Picó, que também participou do evento, foi um dos que trabalharam na reconstrução de uma escola na região. Ali também se priorizou a escuta da comunidade escolar para a construção de uma nova instituição de ensino.</p>
<blockquote>
<p>“A água atingiu uma altura de dois metros dentro da escola. Levou todas as divisórias, os móveis e, junto com toda aquela comunidade, com absoluta resiliência, as próprias famílias participaram da transformação. Junto com elas, redesenhamos a escola”, conta Picó.</p>
</blockquote>
<p>O arquiteto defende que as escolas devem se adaptar às necessidades atuais, não apenas de serem resilientes a desastres climáticos, mas integradas à natureza, sustentáveis e serem ambientes de acolhimento que favoreçam a aprendizagem e a inclusão. Ele ressalta que muitos modelos de edifícios e de espaços como os refeitórios datam da revolução industrial, de 1760. </p>
<p>Picó mostra exemplos de escolas reformadas pelo escritório tanto na Espanha, quanto no Brasil e México. A prioridade é por espaços que atendam às necessidades de cada comunidade.</p>
<blockquote>
<p>“É a comunidade educacional quem decide como seus espaços devem ser, não uma equipe externa de arquitetura. São eles que sabem quais são seus problemas e necessidades”.</p>
</blockquote>
<p>Outra prioridade é garantir, segundo ele, “o bem-estar do planeta”. Picó mostra um dos projetos desenvolvidos: “A escola criou percursos em todos os pátios, em todo o perímetro externo da escola, para trabalhar com a biodiversidade, com a agricultura, com as energias alternativas. Junto com todos eles, estamos implementando uma série de dinâmicas para essa transformação, cuidando não apenas da educação dos espaços internos, mas também dos espaços externos, da naturalização desses espaços e do compromisso com a sustentabilidade”.</p>
<h2>Prêmio Escolas Sustentáveis</h2>
<p>Ao final do evento foi anunciado o projeto vencedor da etapa internacional do Prêmio Escolas Sustentáveis. Nesta edição, a escola vencedora foi a colombiana Institución Educativa Comercial de Envigado, com o projeto Metodologia de Pesquisa Socioambiental GCA. Trata-se de uma rota pedagógica e didática, alinhada às Políticas Públicas de Educação Ambiental da Colômbia, que orienta a comunidade escolar a se tornar gestora de projetos ambientais, sociais, econômicos e tecnológicos a serviço da coletividade. A instituição recebeu o equivalente a R$ 25 mil. </p>
<p>O Prêmio Escolas Sustentáveis, promovido pela Santillana, pela OEI e pela Fundação Santillana, reconhece projetos de desenvolvimento socioambiental implementados por instituições de ensino do Brasil, México e da Colômbia que beneficiem comunidades locais. A premiação está na terceira edição, que contou com cerca de mil candidaturas.</p>
<p>Duas iniciativas em cada país, uma na categoria Educação Infantil &#8211; Fundamental e outra na categoria Ensino Médio, foram selecionadas para a final, considerando critérios como impacto, eficácia, grau de criatividade e inovação. Essas escolas receberam prêmio em dinheiro no valor de US$ 3 mil (aproximadamente R$ 16 mil). </p>
<p>Na categoria Ensino Médio, a finalista brasileira foi a Escola Estadual Brasil, em Limeira (SP), reconhecida pelo projeto AquaTerraAlert, que criou um sistema pioneiro de alerta precoce para inundações e deslizamentos de terra.</p>
<p>Na categoria Educação Infantil &#8211; Fundamental, a finalista foi IncluARTE – SustentART, do centro educacional Creche Municipal Magdalena Arce Daou, em Manaus. O projeto combina sustentabilidade, arte e inclusão para transformar um território degradado pelos impactos</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima</p>
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		<title>Pesquisadores com soluções para comunidades recebem Prêmio Finep</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 10:45:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O pesquisador Tiago Calves Nunes foi o primeiro de sua família a chegar ao ensino superior na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Ingressou no doutorado, criou empresa e viu sonhos se realizarem.  O filho de pescador e de dona de casa queria ajudar produtores rurais no pantanal e criou um pesticida sustentável à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O pesquisador Tiago Calves Nunes foi o primeiro de sua família a chegar ao ensino superior na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Ingressou no doutorado, criou empresa e viu sonhos se realizarem. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Pesquisadores-com-solucoes-para-comunidades-recebem-Premio-Finep.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Pesquisadores-com-solucoes-para-comunidades-recebem-Premio-Finep.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O filho de pescador e de dona de casa queria ajudar produtores rurais no pantanal e criou um pesticida sustentável à base de um fungo. Nessa quarta-feira (8), ele foi aplaudido e se emocionou ao receber o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a4JvoeSX3mk" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Prêmio Finep, na etapa Centro-Oeste</a> na categoria Deep Tech.</p>
<p><strong>A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) é uma empresa pública brasileira que investe na inovação tecnológica e apresentou os projetos de 18 <a href="http:// http://finep.gov.br/images/noticias/2025/Finalistas_Centro_Oeste_.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">finalistas em sete categorias</a>.</strong> O Prêmio Finep de Inovação 2025 não concede recursos financeiros, mas sim troféus e certificados.</p>
<h2>Inovação</h2>
<p>Como no caso de Tiago Nunes, a ideia do prêmio é estimular a descentralização da pesquisa.  “Meu pai foi pescador profissional, homem simples, trabalhador, que tirava o sustento das águas do Pantanal”. </p>
<p><strong>A pesquisa feita por ele transformou micro-organismos invisíveis em soluções para regenerar o solo, fortalecer as plantas e devolver a dignidade a quem vive da agricultura.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Ao segurar esse prêmio, eu lembro do menino que ajudava o pai, na beira do rio, que sonhava em estudar. Hoje estamos aqui, mostrando que educação cria futuro”. </p>
</blockquote>
<h2>Diversidade regional</h2>
<p><strong>O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, explicou que o prêmio de inovação, que retornou após dez anos, busca valorizar a diversidade regional, o potencial criativo e o compromisso de fazer com que o conhecimento chegue a mais brasileiros.</strong> </p>
<p>Ele entende ser importante descentralizar o desenvolvimento, olhar ciência e tecnologia em todos os cantos do país. “O prêmio busca reconhecer, fortalecer e dar visibilidade às soluções que brotam em cada território e que, somadas, constroem o Brasil do conhecimento”. </p>
<p><strong>Elias explicou que, entre 2023 e 2025, foram contratados, na Região Centro-Oeste, cerca de R$ 2,3 bilhões em 319 projetos, sendo R$ 1,1 bilhão em 2025</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Os temas apoiados refletem a força e a diversidade dessa região. Nanotecnologia, sustentabilidade agrícola, saneamento ambiental, biotecnologia de baixo carbono, tratamento de minérios, ciência animal, agroquímica e bioquímica”, disse o presidente da empresa.</p>
</blockquote>
<p>Ele lembrou que, em nações desenvolvidas, a ciência e a inovação são pilares estruturantes do processo de crescimento.</p>
<p><strong>O presidente da Finep informou que, em todo o Brasil, entre 2019 e 2022, foram contratados cerca de R$ 13 bilhões em 1,8 mil projetos. Entre 2023 e 2025, esse valor subiu para R$ 40 bilhões em cerca de 4.700 projetos”. </strong></p>
<h2>Interação</h2>
<p>O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, também presente ao evento, disse que um dos desafios que preocupa pesquisadores brasileiros é a exploração das “terras raras”. “Nós temos que investir muito no conhecimento brasileiro e em inovação. Estamos trabalhando para que essa interação entre academia e setor produtivo seja cada vez mais eficiente”</p>
<p><strong>Outro projeto que serve de exemplo de como a pesquisa pode colaborar com as comunidades foi o vencedor na categoria “Cadeias Agroindustriais Sustentáveis” com o título  de “Soluções tecnológicas para o aproveitamento integral do babaçu e pequi”.</strong> </p>
<p>O projeto propõe transformar os frutos em bioinsumos para as indústrias alimentícia e cosmética, reduzindo o desperdício de 70% para quase zero. Responsável pelo projeto, a coordenadora do Instituto Senai, Natália Olívia de Souza, explicou que serão desenvolvidos produtos como óleos e alimentos em um modelo de bioeconomia circular que fortalece comunidades extrativistas e agricultores. </p>
<blockquote>
<p>“Podemos proporcionar o desenvolvimento de um reaproveitamento de dois grandes representantes da nossa cultura regional. Vamos poder transferir essa tecnologia para agricultores familiares”, afirmou. Para ela, verificar que a inovação está chegando na ponta é emocionante. </p>
</blockquote>
<h2>Mulheres</h2>
<p><strong>A edição 2025 do Prêmio Finep incluiu um destaque para o melhor projeto coordenado por mulheres. O escolhido foi o da pesquisadora Maria Lígia Rodrigues Macedo, realizado por uma equipe de 27 mulheres.</strong></p>
<p>Em mensagem em vídeo, a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, destacou a importância do papel fundamental das mulheres na construção de uma ciência e inovação mais plural. “Não é só questão de justiça, mas de excelência, porque a diversidade produz uma ciência melhor”, afirmou. </p>
<p><strong>O projeto consistiu na primeira plataforma nacional aberta de proteínas e peptídeos com aplicações biotecnológicas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Inovar precisa de paridade e equidade. Esse país de inovação ainda vai demorar um pouco para ter equidade, mas a paridade já começou faz tempo”. </p>
</blockquote>
<h2>Confira os vencedores por categoria</h2>
<p>&#8211; Categoria Deep Tech: &#8220;Pantabio &#8211; Primeiro biopesticida à base de Trichoderma do Pantanal: desenvolve bioinsumos microbiológicos a partir de microrganismos nativos do Pantanal, com destaque para cepas de Trichoderma altamente resilientes às condições tropicais extremas. A solução promove regeneração de solos, controle biológico e ganhos expressivos de produtividade&#8221;, de Tiago Calves Nunes</p>
<p>&#8211; Categoria Cadeias Agroindustriais Sustentáveis &#8211; &#8220;Soluções tecnológicas para o aproveitamento integral do babaçu e pequi: o projeto transforma o babaçu e o pequi em bioinsumos inovadores para as indústrias alimentícia e cosmética, reduzindo o desperdício de 70% para quase zero&#8221;,  do Instituto Senai de Tecnologia de Alimentos.</p>
<p>&#8211; Categoria Infraestrutura de P&amp;D em ICTs &#8211; “Fortalecimento da infraestrutura dos Laboratórios de Agricultura Digital e de Purificação de Proteínas e suas Funções Biológicas”, da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).</p>
<p>&#8211; Categoria “Ambiente de Inovação &#8211; “Consolidação e modernização das instalações do Laboratório IFMaker: o projeto moderniza o Laboratório IFMaker do IF goiano, espaço de inovação e prototipagem multidisciplinar, com estações de eletrônica, impressão 3D, robótica, drones e realidade aumentada/virtual”, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia goiano. </p>
<p>Categoria Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade &#8211; “Reconhecimento de bovinos através de imagens: solução digital pioneira para a pecuária brasileira, que usa inteligência artificial e visão computacional para identificar e rastrear bovinos de forma automática”, da Kerow Soluções em Precisão.</p>
<p>Categoria Bioeconomia, Descarbonização, Transição e Segurança Energéticas &#8211; “Película fotoluminescente para incremento de eciência energética em módulos fotovoltaicos &#8211; o projeto busca incrementar a eciência de conversão de energia em painéis solares fotovoltaicos através da aplicação de películas poliméricas fotoluminescentes dopadas com terras raras”, da Anexo Energia.</p>
<p>Categoria Complexo econômico industrial da saúde &#8211; “Cell4vision: plataforma biológica de células tronco em nanoscaolds biomiméticos para tratamentos regenerativos em oftalmologia”, da Universidade Federal de Goiás. </p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/pesquisadores-com-solucoes-para-comunidades-recebem-premio-finep</p>
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		<item>
		<title>Operação combate facções que controlam internet em comunidades do Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 23:41:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Duas centrais de internet clandestina foram desligadas e grande quantidade de equipamentos eletrônicos e cabos para instalação de redes foram apreendidos em operação nesta terça-feira contra a exploração ilegal do serviço de internet na zona norte do Rio de Janeiro. A Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) conduziu duas pessoas à delegacia e um homem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Duas centrais de internet clandestina foram desligadas e grande quantidade de equipamentos eletrônicos e cabos para instalação de redes foram apreendidos em operação nesta terça-feira contra a exploração ilegal do serviço de internet na zona norte do Rio de Janeiro.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Operacao-combate-faccoes-que-controlam-internet-em-comunidades-do-Rio.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Operacao-combate-faccoes-que-controlam-internet-em-comunidades-do-Rio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) conduziu duas pessoas à delegacia e um homem foi preso em flagrante pelo crime de receptação. Com ele, foram encontrados 200 modens, produtos de crime e cabos de empresas.</p>
<p>A Operação Rede Obscura mirou nos serviços explorados pelas facções criminosas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro. Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos alvos, na zona norte e na Baixada Fluminense. </p>
<p>A ação é um desdobramento de investigação em andamento, que teve início a partir da análise de dados técnicos e relatos encaminhados à especializada, indicando a existência de provedores atuando de forma irregular em comunidades dominadas por facções criminosas. <strong>Na investigação, foi possível determinar a atuação de empresa, vinculada ao Comando Vermelho, operando na região do Morro do Quitungo, em Brás de Pina e outra empresa com ligação ao Terceiro Comando Puro, com atuação predominante em Cordovil, Cidade Alta e bairros próximos.</strong></p>
<h2>Vigilância armada</h2>
<p><strong>De acordo com os agentes, a investigação demonstrou que as duas facções atuam com apoio logístico de criminosos armados, que impedem a entrada de operadoras licenciadas na distribuição de sinal de internet, promovendo, inclusive, o vandalismo de redes técnicas e a destruição de cabos de fibra óptica.</strong></p>
<p>Com apoio da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil, a delegacia mapeou as conexões clandestinas. Na região do Morro do Quitungo foi constatada a existência de postos de vigilância armada e grande restrição à mobilidade institucional, o que reforçou que as atividades empresariais ilegais ocorriam sob proteção armada da organização criminosa. <strong>Os criminosos obrigam os moradores a usar o sinal de TV a cabo, explorados por eles, com pagamento mensal aos traficantes da região.</strong></p>
<h2>Flagra</h2>
<p><strong>Em fevereiro deste ano, minutos após técnicos de uma das empresas clandestinas serem flagrados atuando na rede, próximo ao Morro do Quitungo, a operadora licenciada reportou queda abrupta de sinal na região</strong>. Posteriormente, foi confirmado o rompimento dos cabos instalados. Além disso, foi verificado que materiais subtraídos de operadoras regulares estavam sendo utilizados no interior da sede da empresa clandestina.</p>
<p>O responsável pela empresa ligada ao Comando Vermelho possui anotações criminais por tráfico de drogas, furto de energia e receptação. Em depoimento, declarou já ter recebido propostas de facções criminosas para assumir o serviço de internet em outras comunidades, inclusive relatando repasses periódicos a lideranças do tráfico em forma de doações e contribuições &#8220;comunitárias&#8221;.</p>
<p>Em relação a empresa ligada ao Terceiro Comando Puro, o proprietário foi autuado em flagrante por receptação qualificada, quando foi encontrado grande volume de cabos pertencentes a operadoras regulares no interior de um galpão. Também foi apurada a existência de equipes de instalação formadas por pessoas sem vínculo formal, utilizando veículos de terceiros e operando sem habilitação. Em uma das diligências, em março, sete pessoas foram presas, inclusive uma funcionária em plena atividade de instalação clandestina na região de Brás de Pina.</p>
<p>O material arrecadado na operação desta terça-feira será submetido à análise forense, com acompanhamento do setor de inteligência da unidade, a fim de subsidiar novas diligências e fortalecer a investigação em andamento, bem como a responsabilização de todos os envolvidos no esquema criminoso.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/operacao-combate-faccoes-que-controlam-internet-em-comunidades-do-rio</p>
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		<item>
		<title>Lula anuncia investimentos em educação para comunidades tradicionais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/lula-anuncia-investimentos-em-educacao-para-comunidades-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 18:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anuncia]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (24), as políticas públicas educacionais para as populações tradicionais, como quilombolas e indígenas, para a inclusão socioeconômica desses povos. Lula participou de cerimônia de anúncios do governo federal na área de educação e igualdade racial em Minas Novas (MG), no Vale do Jequitinhonha. “Hoje eu venho [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (24), as políticas públicas educacionais para as populações tradicionais, como quilombolas e indígenas, para a inclusão socioeconômica desses povos. </strong>Lula participou de cerimônia de anúncios do governo federal na área de educação e igualdade racial em Minas Novas (MG), no Vale do Jequitinhonha.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Lula-anuncia-investimentos-em-educacao-para-comunidades-tradicionais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Lula-anuncia-investimentos-em-educacao-para-comunidades-tradicionais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
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<p>“Hoje eu venho aqui reconhecer os saberes do povo dessa região, reconhecer o valor dos indígenas, reconhecer o valor dos quilombolas, reconhecer os valores das mulheres, reconhecer os valores daquelas pessoas que trabalham de sol a sol para construir a sua própria vida, a cidade e a região”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O presidente citou uma jovem quilombola presente no evento, estudante de doutorado em Brasília. “Muitos de vocês ficam se perguntando por que que ela conseguiu vencer na vida. Ela ainda vai vencer mais, ela é muito nova. E ela só venceu na vida porque tinha política pública que permitia que uma pessoa pobre possa estudar nesse país, que uma quilombola possa ser doutora, possa fazer mestrado, possa fazer pós-graduação e possa ser o que quiser”, afirmou.</p>
<p>Um dos destaques apresentados hoje é o investimento de R$ 1,17 bilhão na construção de 249 escolas voltadas a comunidades indígenas e quilombolas, no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As obras estão sendo entregues desde 2024 e continuam até o ano que vem. O governo também trabalha em 22 obras emergenciais nos territórios Yanomami e Ye&#8217;Kwana, incluindo escolas e um centro de formação de professores.</p>
<p><strong>O presidente ainda assinou portaria de implementação da Política Nacional de Educação Escolar Indígena e visa concretizar a organização da educação escolar indígena em Territórios Etnoeducacionais que respeitem as necessidades e especificidades sociais, históricas, culturais, ambientais e linguísticas de cada povo.</strong></p>
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<p>A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, lembrou que a taxa de analfabetismo entre a população indígena é o dobro da taxa nacional. Enquanto o analfabetismo alcança 7% da população brasileira, entre os indígenas o percentual é de 15%.</p>
<p>Guajajara falou ainda sobre os problemas estruturais das escolas indígenas: 26% não têm esgotamento sanitário, 27% não têm água potável, 55 não têm internet, 90% não têm biblioteca, 94% não têm quadra de esportes. Além disso, 78% dos professores são temporários.</p>
<p>“O caminho ainda é um tanto longo para nós chegarmos ao modelo equitativo, que oferece igualdade de oportunidade para as pessoas indígenas e, mais ainda, para chegarmos ao modelo culturalmente adequado. A pessoa indígena tem o direito de ser alfabetizada e ser competitiva no mercado de trabalho. Mas acima de tudo, tem o direito de se tornar um cidadão dentro de sua terra indígena, com os aprendizados próprios que fazem sentido para o seu povo e na sua cosmovisão em harmonia com a terra”, defendeu a ministra.</p>
<p>A cerimônia desta quinta-feira integra o 1º Encontro Regional de Educação Escolar Quilombola do Sudeste, que reúne iniciativas interministeriais em diálogo direto com as comunidades locais, em especial do Vale do Jequitinhonha.</p>
<h2>Novas políticas</h2>
<p><strong>O governo também institui o Programa Escola Nacional Nego Bispo que vai integrar os saberes tradicionais sobre história e cultura afrobrasileiras e indígenas na formação de professores das instituições públicas de ensino superior</strong>. A valorização e integração desses saberes também está prevista na formação continuada de profissionais da educação básica, conforme a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola.</p>
<p>“Com isso, pretende-se garantir o pluralismo de ideias, de concepções pedagógicas e epistemológicas e o protagonismo dos sujeitos, de trajetórias e concepções epistemológicas dos territórios, visando alterar os processos históricos de invisibilização e enfrentar o racismo no âmbito das instituições de ensino”, explicou o governo, em comunicado.</p>
<p><strong>Ainda, foi oficializada a Política Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas (Novo Pronacampo) que tem o objetivo de ampliar, qualificar e garantir a oferta, o acesso e a permanência à modalidade da educação do campo, em todas as etapas e níveis de ensino. </strong> Entre as metas estão a estruturação de um sistema de avaliação e monitoramento da educação dos povos do campo, das águas e das florestas e consolidação da modalidade com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar do Campo.</p>
<p>Também entre os anúncios está a criação da moradia estudantil do Campus Quilombo Minas Novas, do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG). O novo campus integra o plano de expansão dos 102 novos institutos federais pelo país e irá atender, prioritariamente, as comunidades quilombolas e demais povos tradicionais da região, a partir de uma perspectiva de educação articulada entre o contexto local, os conhecimentos tradicionais e seus arranjos produtivos, sociais e culturais.</p>
<p><strong>O Ministério da Igualdade Racial e a prefeitura de Minas Novas assinaram termo de adesão do município à Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola, que busca fortalecer a autonomia, a autogestão e o etnodesenvolvimento dessas comunidades, conciliando o desenvolvimento socioeconômico com a proteção ambiental.</strong></p>
<h2>Patrimônio cultural</h2>
<p><strong>Também durante o evento, Lula conferiu o título de patrimônio cultural do Brasil aos Saberes do Rosário: Reinados, Congados e Congadas</strong>. Eles são tradições ancestrais afrobrasileiras com mais de 300 anos de história, atualizadas por meio da devoção à Nossa Senhora do Rosário, porém mantendo sua identidade fundamental, que é a ancestralidade de matriz africana, com canto, ritmo e dança.</p>
<p>A titulação é o ato oficial destinado a reconhecer que um bem cultural imaterial integra o conjunto de saberes e expressões que compõe o patrimônio cultural brasileiro. O reconhecimento é feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
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<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/lula-anuncia-investimentos-em-educacao-para-comunidades-tradicionais</p>
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		<title>Acordo garante reparação às comunidades indígenas Avá-Guarani</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 17:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Avá Guarani das Terras Indígenas (TIs) Tekoha Guasu Guavira e Tekoha Guasu Okoy Jakutinga, no oeste do Paraná, terão R$ 240 milhões custeados pela Itaipu Binacional como forma de reparação pelo alagamento de seus territórios durante a construção da usina hidrelétrica de Itaipu. A indenização custeará três mil hectares de terras rurais na região. [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Os Avá Guarani das Terras Indígenas (TIs) Tekoha Guasu Guavira e Tekoha Guasu Okoy Jakutinga, no oeste do Paraná, terão R$ 240 milhões custeados pela Itaipu Binacional como forma de reparação pelo alagamento de seus territórios durante a construção da usina hidrelétrica de Itaipu. A indenização custeará três mil hectares de terras rurais na região</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Acordo-garante-reparacao-as-comunidades-indigenas-Ava-Guarani.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Acordo-garante-reparacao-as-comunidades-indigenas-Ava-Guarani.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A medida é resultado de um acordo relativo</strong> a uma ação que tramita na Câmara de Mediação e Conciliação da Administração Pública Federal e outra Ação Cível Originária (3.555/DF), no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A matéria foi mediada pela Advocacia-Geral da União (AGU), em caráter emergencial, para enfrentar a situação de violência e miséria vivida pelas comunidades indígenas da região.</p>
<p>No último domingo (23), a localização do corpo de um indígena na TI Guasu Guavira &#8211; com fortes marcas de violência -, no município de Guaíra, <strong>reforça a vulnerabilidade dessa população</strong>.</p>
<p>Há mais de 50 anos, os Avá Guarani lutam pela demarcação definitiva de suas terras e, nos últimos meses, as aldeias indígenas da região têm vivenciado episódios recorrentes de violência.</p>
<h2>Violência</h2>
<p>“<strong>Essa entrega de hoje é importante, mas também não pode camuflar a situação de violência vivida pelo povo Avá-Guarani no oeste do Paraná</strong>. Ainda assim, este momento deve ser celebrado, porque ele é parte de uma conquista do povo Avá-Guarani. É uma reparação parcial e nós vamos continuar trabalhando conjuntamente para que o povo tenha acesso ao seu território tradicional sagrado”, disse a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, durante a assinatura e homologação do acordo emergencial, nessa segunda-feira (24).</p>
<p>Também assinaram o acordo representantes da<strong> Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)</strong>.</p>
<p><strong>Para o advogado-geral da União, Jorge Messias</strong>, o pacto entre governo, Itaipu e comunidades indígenas sinaliza um caminho de esperança para um futuro mais justo e igualitário para o povo Avá Guarani “É o primeiro passo de outros tantos que precisam vir&#8221;, assegurou.</p>
<p>A conciliação entre as partes envolve ainda um compromisso abrangendo a recuperação ambiental do novo território para os indígenas, a garantia de oferta de serviços básicos para os indígenas como saúde, educação e saneamento, além da publicação de um pedido público de desculpas aos Avá-Guarani pelos danos causados.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/acordo-garante-reparacao-comunidades-indigenas-ava-guarani</p>
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