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	<title>Comissão - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Comissão do Congresso aprova Orçamento de 2026</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 19:18:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou no início da tarde desta sexta-feira (19) o parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026. O texto agora deve ser analisado em sessão do Congresso Nacional marcada para esta tarde. O relatório preliminar prevê despesas totais de R$ 6,5 trilhões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou no início da tarde desta sexta-feira (19) o parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026. O texto agora deve ser analisado em sessão do Congresso Nacional marcada para esta tarde.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-do-Congresso-aprova-Orcamento-de-2026.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-do-Congresso-aprova-Orcamento-de-2026.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O relatório preliminar prevê despesas totais de R$ 6,5 trilhões e meta de superávit de R$ 34,2 bilhões</strong>, que será cumprida se o déficit for zero ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.</p>
<p>Do total de despesas, R$ 6,3 trilhões são direcionados aos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) e R$ 197,9 bilhões, ao orçamento de investimento das estatais. O limite de gastos para os ministérios e os demais Poderes passou a ser de R$ 2,4 trilhões.</p>
<p>O texto destaca ainda que 28% do OFSS serão destinados exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhões. Esse montante envolve a amortização do principal da dívida contratual ou mobiliária com recursos obtidos por novas operações de crédito (emissão de títulos).</p>
<p>Segundo o parecer, descontado o refinanciamento da dívida, a receita estimada para o próximo ano é de R$ 4,5 trilhões, sendo R$ 3,27 trilhões (72,6%) provenientes de receitas correntes e R$ 1,238 trilhão (27,4%), de receitas de capital.</p>
<p><strong>O salário mínimo de 2026 será de R$ 1.621, R$ 10 abaixo da estimativa inicial do governo</strong>. Para 2026, também haverá uma despesa extra com o fundo eleitoral, programado em cerca de R$ 5 bilhões.</p>
<h2>Emendas</h2>
<p><strong>O relatório prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.</strong> Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório.</p>
<p>As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, somam R$ 12,1 bilhões.</p>
<p>Um montante de R$ 11,1 bilhões está previsto no parecer como parcelas adicionais, para despesas discricionárias e para projetos selecionados no Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<h2>Pauta</h2>
<p>Além do Orçamento para o próximo ano, a pauta da sessão do Congresso inclui 20 projetos de lei que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025.</p>
<p>Entre eles estão o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 6/2025, que destina R$ 8,3 bilhões para a constituição do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, previsto na reforma tributária; e o PLN 18/2025, que abre crédito suplementar de R$ 3 milhões para a Companhia Docas do Ceará. Os recursos, resultantes de cancelamento de outras dotações, serão usados para aquisição de equipamentos e para estudos náuticos de manobrabilidade e navegabilidade necessários para o recebimento de navios porta-contêiner.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/cmo-aprova-orcamento-de-202-texto-sera-votado-ainda-hoje-no-plenario</p>
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		<item>
		<title>Comissão especial da Câmara aprova novo Plano Nacional de Educação</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comissao-especial-da-camara-aprova-novo-plano-nacional-de-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 18:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) aprovou nesta quarta-feira (10) o parecer final do relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE). O Projeto de Lei 2614/24, do Poder Executivo, define diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira nos próximos dez anos. Em sua fala, o relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div wp_automatic_readability="49.120631881283">
<p><strong>A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) aprovou nesta quarta-feira (10) o parecer final do relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-especial-da-Camara-aprova-novo-Plano-Nacional-de-Educacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-especial-da-Camara-aprova-novo-Plano-Nacional-de-Educacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O <a href="https://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Projetos/Ato_2023_2026/2024/PL/pl-2614.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei 2614/24</a>, do Poder Executivo, define diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira nos próximos dez anos. Em sua fala, o relator agradeceu a retirada dos destaques que haviam sido postos na matéria.</p>
<blockquote wp_automatic_readability="10">
<p>“É uma grande conquista. Mostra que o Congresso Nacional, com muito diálogo, consegue sim manter o equilíbrio e a moderação para a aprovação de matérias super importantes como o Plano Nacional de Educação,” afirmou Rodrigues</p>
</blockquote>
<p>O texto foi aprovado por unanimidade, em votação simbólica. Como tramitava em caráter conclusivo e, diante da ausência de recurso para votação no Plenário da Câmara dos Deputados, a matéria agora segue para análise do Senado.</p>
<p>Para virar lei, a versão final terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. “Partidos, deputados e deputadas construíram uma unidade para que a gente pudesse aprovar um texto sem destaque, sem recurso ao Plenário”, destacou o relator.</p>
<blockquote wp_automatic_readability="9">
<p>“Já pedindo ao presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) – amanhã tem um café com ele – para que possa chamar sessão virtual na sexta, na próxima semana. Precisamos de cinco sessões para que a matéria possa ir ao Senado”, concluiu.</p>
</blockquote>
<h2>Principais pontos</h2>
<p>O novo PNE valerá para o decênio contado a partir da publicação da futura lei – inicialmente, o período seria de 2024 a 2034. A proposta substitui a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 13.005/14</a>, que trata do PNE 2014-2024 e teve a vigência prorrogada até o final deste ano.</p>
<p>Esta é a terceira edição do plano, que busca alinhar o planejamento educacional a padrões de qualidade, equidade e eficiência, com foco na erradicação do analfabetismo e na universalização do atendimento escolar.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Câmara</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/comissao-especial-da-camara-aprova-novo-plano-nacional-de-educacao</p>
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		<item>
		<title>Câmara: comissão aprova criação de Fundo Nacional da Igualdade Racial</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/camara-comissao-aprova-criacao-de-fundo-nacional-da-igualdade-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 21:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (3) o parecer do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) favorável a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 27/24, que cria o Fundo Nacional da Igualdade Racial, destinado a financiar projetos culturais, sociais e econômicos destinados à população negra. O objetivo é corrigir as desvantagens históricas que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (3) o parecer do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) favorável a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 27/24, que cria o Fundo Nacional da Igualdade Racial, destinado a financiar projetos culturais, sociais e econômicos destinados à população negra.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-comissao-aprova-criacao-de-Fundo-Nacional-da-Igualdade-Racial.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-comissao-aprova-criacao-de-Fundo-Nacional-da-Igualdade-Racial.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O objetivo é <strong>corrigir as desvantagens históricas que a afastaram dos meios de produção e de participação econômica em condições equitativas</strong>. A proposta agora está pronta para ser votada em plenário.</p>
<p>Segundo o texto, os recursos do fundo virão de diversas fontes, incluindo multas aplicadas por atos de discriminação racial, de condenações definitivas por crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, além de indenizações cobradas de empresas que lucraram com a escravidão no Brasil, doações internacionais, dotações orçamentárias da União e outras fontes previstas em lei.</p>
<p>A PEC determina que a <strong>União deverá fazer um aporte inicial de R$ 20 bilhões destinado à constituição e capitalização inicial do fundo</strong>. Outro ponto da proposta determina que o valor será repassado em parcelas anuais correspondentes a “um vigésimo do montante total, a partir do exercício financeiro seguinte ao da entrada em vigor” do dispositivo.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=446939:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-comissao-aprova-criacao-de-Fundo-Nacional-da-Igualdade-Racial.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília 03/12/2025 A  Comissão Especial da Câmara aprovou a  proposta de emenda à Constituição que cria o Fundo Nacional da Igualdade Racial (PEC 027/2024). O relator do texto é o deputado Orlando Silva. Foto Lula Marques/Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Camara-comissao-aprova-criacao-de-Fundo-Nacional-da-Igualdade-Racial.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília 03/12/2025 A  Comissão Especial da Câmara aprovou a  proposta de emenda à Constituição que cria o Fundo Nacional da Igualdade Racial (PEC 027/2024). O relator do texto é o deputado Orlando Silva. Foto Lula Marques/Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></noscript><br />
    <!-- END scald=446939 --></div>
<p><h6 class="meta">Comissão especial da Câmara aprovou proposta de emenda à Constituição que cria o Fundo Nacional da Igualdade Racial &#8211; <strong>Foto: Lula Marques/Agência Brasil</strong><!--END copyright=446939--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>O acompanhamento da aplicação e gestão dos recursos do fundo será feito por um Conselho Deliberativo e de Acompanhamento, formado por representantes do poder público e da sociedade civil.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>o relator incluiu um capítulo na Constituição sobre a promoção da igualdade racial, com princípios, objetivos e diretrizes gerais da política nacional. </strong>O texto também reforça a proposta original de incluir o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir) na Constituição.</p>
<p>Previsto no Estatuto da Igualdade Racial, o Sinapir promove a articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil. O repasse dos recursos do fundo fica condicionado à adesão formal ao sistema.</p>
<p>“[É uma] solução que assegura racionalidade, descentralização e coerência federativa na execução das políticas de promoção da igualdade racial”, apontou Silva.</p>
<p>Pelo parecer aprovado, a definição sobre o caráter do fundo, se público ou privado, será objeto de legislação posterior. Essa definição dependerá do modelo de operacionalização da política pública a ser implementada, que envolve, além dos aspectos financeiros, também critérios de transparência, controle e governança.</p>
<p>Na avaliação do relator, fixar essa definição na Constituição, como previa a versão original da proposição, poderia restringir a flexibilidade necessária ao poder público para adotar o formato mais adequado à execução da política de igualdade racial e à gestão dos recursos do fundo.</p>
<p>“Por essa razão, optou-se por suprimir a menção explícita à natureza privada, deixando essa definição para a lei que futuramente regulamentará a matéria”, argumentou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/camara-comissao-aprova-criacao-de-fundo-nacional-da-igualdade-racial</p>
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		<item>
		<title>Comissão adia votação da PEC que reduz jornada para 40h e mantém 6&#215;1</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comissao-adia-votacao-da-pec-que-reduz-jornada-para-40h-e-mantem-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 16:49:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A subcomissão especial da Câmara dos Deputados da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1) adiou a votação do relatório, nesta quarta-feira (3), após pedido de vista coletiva. Apesar de manter a escala 6&#215;1, o texto apresentado propõe a redução da jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A subcomissão especial da Câmara dos Deputados da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6&#215;1) adiou a votação do relatório, nesta quarta-feira (3), após pedido de vista coletiva</strong>. Apesar de manter a escala 6&#215;1, o texto apresentado propõe a redução da jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução de salário.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-adia-votacao-da-PEC-que-reduz-jornada-para-40h.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-adia-votacao-da-PEC-que-reduz-jornada-para-40h.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“A redução da jornada de trabalho semanal para 40 (quarenta) horas, sem prejuízo salarial, representa um avanço significativo na promoção da saúde, da qualidade de vida e da eficiência produtiva no Brasil”, escreveu o relator da subcomissão, deputado Luiz Gastão (PSD-CE).</p>
</blockquote>
<p><strong>Pela proposta, a jornada passaria de 44 horas para 42 horas no primeiro ano de implementação da PEC, reduzindo uma hora por ano até chegar às 40 horas semanais</strong>. A expectativa é que o tema seja retomado na subcomissão na próxima semana.  </p>
<p>Em contrapartida, a proposta prevê compensação para empresas por meio da redução de tributos cobrados sob a folha de pagamento para as companhias que tenham a partir de 30% da sua receita comprometida com salários.</p>
<p><strong>Durante a leitura do parecer, o deputado Luiz Gastão citou estudos que apontam que longas jornadas de trabalho prejudicam a produtividade do trabalhador brasileiro</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O modelo de trabalho atual é excessivamente desgastante para o trabalhador, o qual não dispõe tempo suficiente para o convívio familiar e para a participação em outras atividades sociais e pessoais”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>O relatório lido quarta-feira (3) modificou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que previa o fim da escala 6&#215;1 e uma jornada de 36 horas semanais</strong> e contou com amplo apoio popular. </p>
<p>O relator Luiz Gastão alegou que seu texto foi a saída “possível” dentro da realidade econômica das empresas brasileiras e da elevada informalidade do mercado de trabalho.</p>
<blockquote>
<p>“[A PEC original] poderia acarretar sérias consequências econômicas adversas, tais como queda na produção, redução da produtividade e elevação dos índices de desemprego”, completou o relator.</p>
</blockquote>
<p><strong>O governo informou que vai manter a defesa do fim da escala 6&#215;1, como previa a PEC original</strong>. <strong>Durante a sessão, o deputado Vicentinho (PT-SP) pediu que a escala seja definida em, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de descanso (5&#215;2)</strong>. </p>
<p>“Nós não admitimos a hipótese de não ter o fim da jornada 6&#215;1. Nós não admitimos a hipótese da redução salarial e não pensamos, em momento algum, em dar subsídio aos empresários”, disse Vicentinho, falando como liderança do governo.</p>
<p><strong>O parlamentar acrescentou que várias empresas já trabalham 40 horas semanais e não quebraram</strong>. “Não quebraram com isso. Ganharam foi produtividade porque o povo ficou feliz, satisfeito, teve mais tempo de ficar com a família. Empresa não vai quebrar por causa disso”, completou Vicentinho.</p>
<p>Por outro lado, o deputado Fausto Pinato (PP-SP) defendeu o parecer do relator com a com a manutenção da escala de 6&#215;1.</p>
<blockquote>
<p>“Nós, que somos mais de partido de centro-direita, temos que ter mais sensibilidade. E alguns parlamentares com mais juízo, vamos dizer assim, que estão longe do extremismo, têm a habilidade de fazer uma discussão saudável, ímpar, vendo o interesse do país”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Limitações à escala 6&#215;1</h2>
<p><strong>Apesar de manter a escala 6&#215;1, o relator Luiz Gastão previu regras para limitar o uso dessa escala no mercado de trabalho brasileiro, limitando a jornada dos sábados e domingos a, no máximo, seis horas no dia</strong>.</p>
<p>As horas-extras cobradas acima das seis horas do sábado e domingo seriam remuneradas com valor adicional de 100% sobre o valor da hora normal, ainda segundo o texto de Gastão.</p>
<p><strong>O parecer do parlamentar cearense ainda determina que, havendo trabalho aos domingos, será obrigatória a escala de revezamento quinzenal, “que favoreça o repouso dominical”</strong>.  </p>
<h2>Compensação às empresas</h2>
<p>Em compensação às empresas, o relator Luiz Gastão propôs a redução da carga tributária sobre a folha de salários das companhias cuja despesa com pessoal represente “um custo significativo em face do seu faturamento ou compensação de imposto sobre a renda”.</p>
<p><strong>O texto aplica um desconto gradual da contribuição sobre a folha de pagamento para os empregadores cuja razão entre a folha de salários e o faturamento seja superior a 30%</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Esse desconto crescerá até atingir o patamar de 50%, aplicável aos empregadores cuja razão entre a despesa com folha de pagamento e o faturamento seja igual ou superior a 0,5 [50% do faturamento da companhia]”, diz o texto.</p>
</blockquote>
<p><strong>A autora da PEC original, deputada Erika Hilton, ponderou que essa medida pode prejudicar os recursos para a Previdência Social, que já passou por uma reforma em 2019</strong>.</p>
<p>“[Essa compensação] pode cortar em até 50% a contribuição previdenciária dos empresários, colocando em risco a aposentadoria de todos os trabalhadores do país”, disse Erika Hilton em rede social.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/comissao-adia-votacao-da-pec-que-reduz-jornada-para-40h-e-mantem-6&#215;1</p>
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		<title>Comissão do Senado aprova aumento da taxação de fintechs e bets</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 16:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (2), por 21 votos contra um, o projeto de lei (PL) que aumenta a taxação das fintechs, que são empresas de pagamento que atuam no mercado financeiro, assim como das bets, as empresas de apostas esportivas online. O relatório aprovado foi o mesmo apresentado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira (2), por 21 votos contra um, o projeto de lei (PL) que aumenta a taxação das <em>fintechs</em>, que são empresas de pagamento que atuam no mercado financeiro, assim como das <em>bets</em>, as empresas de apostas esportivas online. O relatório aprovado foi o mesmo apresentado na semana passada. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-do-Senado-aprova-aumento-da-taxacao-de-fintechs-e.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Comissao-do-Senado-aprova-aumento-da-taxacao-de-fintechs-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O PL 5473 de 2025 permite ainda a regularização tributária para pessoas de baixa renda ao criar o Programa de Regularização Tributária para Pessoas Físicas de Baixa Renda (Pert-Baixa Renda).</strong> Como tramitou em caráter terminativo, o <a href="http://projeto segue" target="_blank">projeto segue</a> direto para análise da Câmara dos Deputados caso não seja apresentado recurso no Senado.   </p>
<p><strong>O texto aumenta a tributação das <em>bets</em> dos atuais 12% para 18% de forma escalonada até 2028</strong>. A base de cálculo para a tributação das <em>bets</em> é o total arrecadado com as apostas, retirado o valor pago aos vencedores da aposta como prêmio.</p>
<p><strong>Em relação às <em>fintechs</em>, o texto prevê o aumento da Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL) dos atuais 9% para 12% em 2026, chegando a 15% em 2028</strong>. As empresas do mercado financeiro, que já pagam hoje 15% do CSLL, passam para 17,5% em 2026, até chegar a 20% em 2028.</p>
<p>Ao justificar o aumento, o relator Eduardo Braga (MDB-AM) disse que é uma questão de isonomia, uma vez que os bancos tradicionais pagam até 20% de imposto.</p>
<blockquote>
<p>“A alíquota de 20%, antes aplicável apenas aos bancos, incidirá sobre sociedades de crédito, financiamento e investimentos e pessoas jurídicas de capitalização. A medida fortalece a sustentabilidade fiscal e propicia isonomia entre entidades reguladas e supervisionadas pelo Banco Central ao corrigir distorções na carga tributária entre instituições que realizam operações semelhantes”, explicou Braga no relatório.</p>
</blockquote>
<h2>Mudanças no relatório</h2>
<p><strong>O relator Eduardo Braga publicou novo parecer, na sessão da CAE de hoje, retirando uma série de modificações ligadas ao Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).</strong> O senador explicou que o Ministério da Fazenda (MF) não concordou com as mudanças.</p>
<blockquote>
<p>“Comecei a receber sinalizações do Ministério da Fazenda muito estranhas de que aquelas alterações que estavam sendo propostas alteravam a lei que acabava de ser sancionada [Lei que isenta do IR quem recebe até R$ 5 mil], que não havia entendimento com a Fazenda e que a Fazenda estava, portanto, preferindo não votar o projeto”, disse o relator Eduardo Braga.</p>
</blockquote>
<p>Porém, como o texto anterior seria fruto de um acordo entre os parlamentares, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), propôs manter o texto anterior apesar das críticas da Fazenda.</p>
<blockquote>
<p>“Vou aqui me colocar no risco, porque não fui procurado também. Vou pedir ao senador Eduardo Braga que retire o adendo de hoje, mantenha o adendo da semana passada, portanto não a local mais para vistas, e que nós votemos o relatório que você apresentou e depois eu pago a conta”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Com a sugestão do líder do governo, foi votado o parecer da semana passada.</strong></p>
<h2>Combate à lavagem de dinheiro</h2>
<p><strong>O projeto aprovado na CAE também prevê normas para dificultar o uso do sistema financeiro das <em>fintechs</em> e das <em>bets</em> para lavagem de dinheiro do crime organizado.</strong></p>
<p>Entre as mudanças, estão previstos critérios “mais claros” para a autorização de operação de apostas de <em>bets</em>, “reforçando que o Ministério da Fazenda poderá negar autorizações quando houver dúvidas sobre a idoneidade de administradores e controladores”.</p>
<p>Além disso, o texto estabelece requisitos mínimos para comprovação de idoneidade das <em>bets,</em> e empresas de internet terão até 48 horas úteis de prazo para remoção de páginas ilegais.</p>
<blockquote>
<p>“O descumprimento das novas normas traz sanções administrativas significativas, como multas de até R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por operação irregular e a suspensão temporária de serviços prestados pelos operadores”, diz o senador Braga no relatório.</p>
</blockquote>
<h2>Renegociação de tributos para baixa renda</h2>
<p><strong>O PL 5.373 de 2025 também institui o Programa de Regularização Tributária para Pessoas Físicas de Baixa Renda (Pert-Baixa Renda).</strong></p>
<p>Poderão aderir ao programa as pessoas físicas que, no ano-calendário de 2024, tenham auferido rendimentos tributáveis mensais de até R$ 7.350,00 ou anuais de até R$ 88.200,00.</p>
<blockquote>
<p>“A adesão ocorrerá mediante requerimento efetuado no prazo de noventa dias contado da publicação da lei e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável”, diz o projeto.</p>
</blockquote>
<h2>Remessa de lucros</h2>
<p><strong>O projeto de lei em análise também permite que os contribuintes que residem no exterior possam pedir, no prazo de cinco anos, a restituição de impostos cobrados que ultrapassem os limites legais sobre a renda incidente sobre os lucros e dividendos.</strong></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/comissao-do-senado-aprova-aumento-da-taxacao-de-fintechs-e-bets</p>
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		<item>
		<title>Comissão do Senado adia votação que aumenta taxação de fintechs e bets</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comissao-do-senado-adia-votacao-que-aumenta-taxacao-de-fintechs-e-bets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 17:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Um pedido de vista do líder da oposição no Senado, senador Rogério Marinho (PL-RN), adiou para 2 de dezembro a votação do projeto de lei (PL) que aumenta a taxação das fintechs, empresas de pagamento que atuam no mercado financeiro, e das bets, empresas de apostas esportivas online. O texto também cria um programa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um pedido de vista do líder da oposição no Senado, senador Rogério Marinho (PL-RN), adiou para 2 de dezembro a votação do projeto de lei (PL) que aumenta a taxação das fintechs, empresas de pagamento que atuam no mercado financeiro, e das bets, empresas de apostas esportivas online. <strong>O texto também cria um programa de regularização tributária para pessoas de baixa-renda</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-do-Senado-adia-votacao-que-aumenta-taxacao-de-fintechs.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-do-Senado-adia-votacao-que-aumenta-taxacao-de-fintechs.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Esse é um assunto extremamente técnico e é um assunto extremamente importante também, que nos leva à necessidade de fazer uma espécie de mergulho sobre o tema”,  disse Marinho, ao pedir o adiamento da votação.</p>
</blockquote>
<p>O PL 5.373 de 2025 tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado em caráter terminativo. <strong>Ou seja, se aprovado, o projeto segue direto para análise da Câmara dos Deputados caso não seja apresentado recurso no Senado</strong>.  </p>
<p>O relator do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou novo parecer nesta quarta-feira (26) acatando, total ou parcialmente, 20 das 176 emendas apresentadas para modificações no<a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=10114149&amp;ts=1764164993298&amp;rendition_principal=S&amp;disposition=inline" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> texto</a>.</p>
<p><strong>Braga reduziu o aumento da taxação das bets previsto no projeto original, que é de autoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL)</strong>.</p>
<p>Calheiros previu aumentar 12% para 24% a tributação sobre as bets. Pelo texto do relator, apresentado hoje, o aumento será de 12% para 15% em 2026 e para 18% em 2028.  </p>
<blockquote>
<p>“Nosso receio é que a elevação pretendida, que dobra de forma abrupta o percentual vigente, prejudica as empresas já legalizadas, enquanto as irregulares continuarão a atuar impunemente, sem recolher um centavo sequer aos cofres públicos”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ainda segundo o texto do relator, o aumento de recursos com a taxação das bets será direcionado para a seguridade social e para estados, Distrito Federal (DF) e municípios</strong>.</p>
<p>“Esse acréscimo será destinado à seguridade social para ações na área da saúde, tendo em vista de que esta atividade tem causado graves impactos na saúde mental do povo brasileiro, levando até mesmo ao suicídio de alguns compatriotas”, explicou o senador Braga.</p>
<p><strong>A base de cálculo para a tributação das bets é a receita bruta de jogo e calculada como o total arrecadado com as apostas, retirado o valor pago aos apostadores como prêmio</strong>.</p>
<h2>Fintechs</h2>
<p>O relator também acatou emendas de senadores para aumentar, de forma escalonada, a tributação sobre as fintechs até 2028. Com isso, a Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL) sobre fintechs subirá dos atuais 9% para 12% em 2026 e para 15% em 2028. Já as empresas que pagam 15% hoje, elas passam a pagar 17,5% em 2026 e 20% em 2028.</p>
<blockquote>
<p>“Ou seja, o aumento das alíquotas não serão feitas de uma só vez a fim de não impactar de forma injusta aqueles que estão na legalidade, sem que a ilegalidade seja finalmente combatida”, disse o relator.</p>
</blockquote>
<p><strong>O senador Eduardo Braga argumenta que o aumento do CSLL das fintechs é necessário para igualar o percentual da tributação que hoje é cobrado dos bancos tradicionais</strong>.</p>
<p>“A alíquota de 20%, antes aplicável apenas aos bancos, incidirá sobre sociedades de crédito, financiamento e investimentos e pessoas jurídicas de capitalização. A medida fortalece a sustentabilidade fiscal e propicia isonomia entre entidades reguladas e supervisionadas pelo Banco Central do Brasil ao corrigir distorções na carga tributária entre instituições que realizam operações semelhantes”, explicou no relatório.</p>
<p><strong>As fintechs são empresas de pagamento digital que atuam no mercado financeiro. Elas vêm sendo criticadas pela pouca regulação e fiscalização que sofrem do Banco Central</strong>. Diversas operações policiais recentes revelaram o uso dessas companhias para lavagem de dinheiro do crime organizado.</p>
<h2>Combate à lavagem de dinheiro</h2>
<p><strong>Ainda segundo o relator, o projeto cria normas para dificultar o uso do sistema financeiro das fintechs e bets para lavagem de dinheiro do crime organizado</strong>. <strong>O senador Eduardo Braga calcula de R$ 500 bilhões circulam por essas empresas sem fiscalização do Banco Central</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“É uma ilegalidade que atinge milhões de brasileiros e a economia brasileira como um todo. O índice de sonegação fiscal previsto nessas atividades ilegais é de mais de R$ 200 bilhões de reais de receitas públicas que deixam de arrecadar.” </p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo com Braga, caso aprovado o texto, a partir de abril de 2026 não haverá mais fintechs com capital abaixo do radar de fiscalização do Banco Central e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), ligado ao Ministério da Fazenda</strong>.</p>
<p>Entre as mudanças, estão previstos critérios “mais claros” para a autorização de operação de apostas de bets, “reforçando que o Ministério da Fazenda poderá negar autorizações quando houver dúvidas sobre a idoneidade de administradores e controladores”.</p>
<p><strong>Além disso, o texto estabelece requisitos mínimos para comprovação de idoneidade das bets e empresas de internet terão até 48 horas úteis de prazo para remoção de páginas ilegais</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O descumprimento das novas normas traz sanções administrativas significativas, como multas de até R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por operação irregular e a suspensão temporária de serviços prestados pelos operadores”, diz o senador Braga no relatório.</p>
</blockquote>
<h2>Renegociação de tributos para baixa renda</h2>
<p>O PL 5.373 de 2025 também institui o Programa de Regularização Tributária para Pessoas Físicas de Baixa Renda (Pert-Baixa Renda).</p>
<p><strong>Poderão aderir ao programa as pessoas físicas que, no ano calendário de 2024, tenham auferido rendimentos tributáveis mensais de até R$ 7.350,00 ou anuais de até R$ 88.200,00</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“A adesão ocorrerá mediante requerimento efetuado no prazo de noventa dias contado da publicação da lei e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável”, diz o projeto.</p>
</blockquote>
<h2>Remessa de lucros</h2>
<p><strong>O projeto de lei em análise também permite que os contribuintes que residem no exterior possam pedir, no prazo de cinco anos, a restituição de impostos cobrados que ultrapassem os limites legais sobre a renda incidente sobre os lucros e dividendos</strong>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/comissao-do-senado-adia-votacao-que-aumenta-taxacao-de-fintechs-e-bets</p>
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		<item>
		<title>Comissão vai investigar causas de rompimento de reservatório na PB</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comissao-vai-investigar-causas-de-rompimento-de-reservatorio-na-pb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 18:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[causas]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão]]></category>
		<category><![CDATA[investigar]]></category>
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		<category><![CDATA[reservatório]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador da Paraíba, João Azevêdo, determinou a criação de uma comissão para investigar a causa do rompimento de um reservatório localizado no bairro da Prata, em Campina Grande, no sábado (8).  O incidente deixou uma pessoa morta e pelo menos duas pessoas feridas, mas fora de perigo. Diversas residências foram tomadas pelas águas. “As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O governador da Paraíba, João Azevêdo, determinou a criação de uma comissão para investigar a causa do rompimento de um reservatório localizado no bairro da Prata, em Campina Grande, no sábado (8). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-vai-investigar-causas-de-rompimento-de-reservatorio-na-PB.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-vai-investigar-causas-de-rompimento-de-reservatorio-na-PB.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O incidente deixou uma pessoa morta e pelo menos duas pessoas feridas, mas fora de perigo. Diversas residências foram tomadas pelas águas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As circunstâncias do caso estão sendo apuradas. Assim que o rompimento foi identificado, equipes técnicas e de assistência foram mobilizadas imediatamente, em parceria com a defesa civil e o corpo de bombeiros, para garantir a segurança das famílias afetadas e iniciar as medidas emergenciais”, informou a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa).</p>
</blockquote>
<p><strong>A comissão será composta pelos seguintes órgãos: </strong></p>
<ul>
<li>Secretaria da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos, </li>
<li>Secretaria de Desenvolvimento Humano, </li>
<li>Defesa Civil, </li>
<li>Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan), </li>
<li>Corpo de Bombeiros, </li>
<li>Polícia Militar, </li>
<li>Companhia Estadual Habitação Popular da Paraíba (Cehap) e </li>
<li>Cagepa.</li>
</ul>
<h2>Abastecimento e indenização</h2>
<p>Inicialmente, o rompimento deixou 40 bairros de Campina Grande e os municípios de Lagoa Seca, Lagoa de Roça, Areial e Montadas com o abastecimento de água temporariamente interrompido. <strong>Em nota divulgada neste domingo (9), a Cagepa informou que o abastecimento de água foi “restabelecido com segurança”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Após inspeções técnicas detalhadas, foi confirmado que os demais reservatórios permanecem íntegros e em plenas condições de operação.”</p>
</blockquote>
<p>A previsão é que o fornecimento de água seja regularizado gradativamente na região ao longo de todo o dia. As famílias afetadas pelo rompimento, segundo o comunicado, estão sendo assistidas com estadias em hotéis, aluguel social alimentação e “apoio em todas as instâncias”. “O governo determinou indenização integral às famílias atingidas”, concluiu a Cagepa.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/comissao-vai-investigar-causas-de-rompimento-de-reservatorio-na-pb</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Comissão do Senado aprova isenção do IR para quem ganha até RS 5 mil</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comissao-do-senado-aprova-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-rs-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aprova]]></category>
		<category><![CDATA[até]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão]]></category>
		<category><![CDATA[Ganha]]></category>
		<category><![CDATA[isenção]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[quem]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE)  aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei (PL) do Executivo que isenta do Imposto de Renda (IR) os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês. A medida ainda reduz o IR, gradualmente, para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE)  aprovou, nesta quarta-feira (5), o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2868788&amp;filename=PL%201087/2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">projeto de lei (PL) do Executivo</a> que isenta do Imposto de Renda (IR) os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês. <strong>A medida ainda reduz o IR, gradualmente, para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-do-Senado-aprova-isencao-do-IR-para-quem-ganha.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Comissao-do-Senado-aprova-isencao-do-IR-para-quem-ganha.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto segue para o plenário do Senado com previsão de votar ainda nesta quarta-feira. Se aprovado, segue para sanção presidencial. <strong>Se sancionado até o final do ano, a redução do IR passa a valer a partir de janeiro de 2026.</strong> </p>
<p>Atualmente, é isento do IR quem ganha até dois salários mínimos (R$ 3.036 por mês).</p>
<p><strong>O governo calcula que cerca de 25 milhões de brasileiros vão pagar menos impostos, enquanto outros 200 mil contribuintes terão algum aumento na tributação.</strong></p>
<p>O relator na CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), rejeitou as 11 emendas apresentadas alegando que a medida poderia atrasar a sanção do projeto e adiar, para janeiro de 2027, o início das novas regras. </p>
<blockquote>
<p>“Tudo que nós não queremos é que retorne à Câmara dos Deputados. Diante do exíguo prazo e do recente histórico de tramitação, da tramitação atípica na outra casa do Congresso Nacional, enviar a matéria de volta à casa iniciadora representa, sem dúvida, um risco fatal. Frustraríamos, sem dúvida, a população que aguarda ansiosamente por esse alívio em seus orçamentos domésticos, negando benefício a milhões de trabalhadores no próximo ano”, explicou Renan.</p>
</blockquote>
<p>O relator lembrou que a legislação exige que mudanças tributárias sejam feitas no ano anterior ao aplicado, o que obriga que o tema seja sancionado até o final deste ano.</p>
<p><strong>Para compensar a perda de arrecadação, o projeto prevê uma alíquota extra progressiva de até 10% para aqueles que recebem mais de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês.</strong> O texto também estabelece a tributação para lucros e dividendos remetidos para o exterior com alíquota de 10%.  </p>
<h2>Oposição</h2>
<p>A decisão do relator Renan Calheiros de não aceitar mudanças no texto oriundo da Câmara dos Deputados foi criticada pela oposição, que gostaria de ver suas propostas analisadas.</p>
<p><strong>“Vamos botar a digital do Senado aqui. Nós somos a Casa revisora, não podemos perder essa função e ter medo de exercer essa função”, criticou o senador Carlos Portinho (PL-RJ).</strong> </p>
<p>O senador fez críticas à tributação sobre profissionais liberais que se transformam em pessoa jurídica (PJ) e que terão que pagar sobre lucros e dividendos. </p>
<p><strong>“A pessoa jurídica vai pagar e o profissional liberal vai pagar quando receber os seus dividendos, é isso mesmo que querem? Esses são os super-ricos? Não são”, reclamou.</strong></p>
<p>No relatório, Renan Calheiros pontuou que será “residual” os casos de profissionais liberais que terão que pagar o tributo. “Em regra, os profissionais liberais com renda de R$ 1,2 milhão por ano pagam IRPF acima de 10%. Caso não paguem, eles passarão a estar sujeitos à tributação mínima”, explicou.</p>
<h2>Ricos</h2>
<p><strong>A alíquota extra máxima de 10% será cobrada de quem ganha a partir de R$ 1,2 milhão por ano, ou R$ 100 mil por mês.</strong> Foi mantida ainda a tributação de 10% sobre dividendos enviados ao exterior prevista no projeto original do Executivo.</p>
<p>Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas pagam aos acionistas e, desde a década de 1990, são isentos de IR. Porém, a Câmara instituiu três exceções à cobrança sobre dividendos: quando remetidos para governos estrangeiros, desde que haja reciprocidade de tratamento; remessas a fundos soberanos e remessas a entidades no exterior que administram benefícios previdenciários.</p>
<p>A proposta também prevê mecanismos de compensação de possíveis perdas de arrecadação do Imposto de Renda para estados e municípios e o Distrito Federal.</p>
<p><strong>Pelos cálculos, o governo federal conseguirá, entre 2026 e 2028, uma receita com superávit de cerca de R$ 12,27 bilhões, valor que deverá ser usado para compensar, caso haja, perdas de estados, do Distrito Federal e de municípios em razão da redução da arrecadação do Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos de seus próprios servidores.</strong></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/comissao-do-senado-aprova-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-rs-5-mil</p>
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		<title>Comissão da Alerj quer venda do Maracanã para pagar dívida do RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 21:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na última quarta-feira (22) a inclusão do Complexo do Maracanã em uma lista de imóveis que pertencem ao governo estadual e podem ser vendidos. Além do estádio – que já recebeu duas finais de Copa do Mundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong>Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)</strong> da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) <strong>aprovou</strong> na última quarta-feira (22) <strong>a inclusão do Complexo do Maracanã em uma lista de imóveis que pertencem ao governo estadual e podem ser vendidos</strong>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comissao-da-Alerj-quer-venda-do-Maracana-para-pagar-divida.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comissao-da-Alerj-quer-venda-do-Maracana-para-pagar-divida.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Além do estádio – que já recebeu duas finais de Copa do Mundo (1950 e 2014) ─, o <strong>complexo inclui a chamada Aldeia Maracanã</strong>, um prédio histórico em ruínas onde funcionou o Museu do Índio e atualmente ocupado por algumas famílias indígenas.</p>
<p>O Projeto de Lei Complementar 40/2025, de autoria do Poder Executivo, listou 48 imóveis que deveriam ser vendidos, com um duplo efeito: cortar gastos de manutenção e arrecadar receitas para os cofres públicos. <strong>Na listagem original, não constava o Maracanã</strong>, localizado na zona norte da capital fluminense.</p>
<p>O projeto afirma que “parcela substancial” dos imóveis se encontra desocupada. Na justificativa do projeto, o governador Cláudio Castro diz que a medida é motivada pela “necessidade de adoção de medidas de racionalização do ativo imobiliário e na melhoria da gestão do patrimônio imóvel estadual”.</p>
<h2>Contas públicas</h2>
<p>Castro acrescenta que o governo enfrenta “enormes desafios” para manter imóveis, “desembolsando dispendiosos recursos para garantia da guarda e conservação dos bens”.</p>
<p>O governador cita o Regime de Recuperação Fiscal – acordo entre a União e estados em grave desequilíbrio financeiro – como outro motivador.</p>
<p>“Torna-se imperiosa a redução de despesas de custeio de manutenção da máquina pública, de modo que a alienação de imóveis não afetados ao uso público em muito contribuirão neste sentido, além de impulsionar o ingresso de receita aos cofres estaduais”.</p>
<p>O projeto determina que o preço mínimo de venda dos imóveis será o valor de mercado, baseado em “laudo de avaliação elaborado por profissionais habilitados”.</p>
<h2>Mudança na Alerj</h2>
<p>Quando a proposta chegou à CCJ, os deputados fizeram alterações nos endereços e incluíram, entre outros, o Complexo do Maracanã. <strong>A lista final da comissão chega a 62 imóveis</strong>.</p>
<p>O presidente da CCJ e líder do governo na Alerj, deputado estadual Rodrigo Amorim (União Brasil), é um dos defensores da inclusão do Maracanã na lista de bens à venda.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> pediu comentários ao parlamentar, mas não recebeu resposta até a conclusão da reportagem. Pelas <a href="https://www.instagram.com/p/DQIUJxngEuE/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">redes sociais</a>, Amorim comentou a emenda da CCJ:</p>
<p>“Nosso objetivo é simples: reduzir gastos com imóveis públicos subutilizados, gerar receita e cumprir a finalidade social da propriedade prevista na Constituição Federal”, escreveu.</p>
<p>Amorim indicou ainda um <em>link</em> para uma reportagem, na qual classifica o Maracanã como um “elefante branco” e afirma que a Aldeia Maracanã está em “situação precária e sem uso social definido&#8221;.</p>
<p>O deputado estadual Flavio Serafini (PSOL) é opositor ao projeto. Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o gabinete do parlamentar confirmou que ele atuará para tentar derrubar a venda do Complexo Maracanã. Para o deputado oposicionista, o estádio é o <strong>principal equipamento esportivo do país</strong> e tem forte identificação com a identidade do morador do Rio.</p>
<p>Sobre a Aldeia Maracanã, Serafini entende que o local deve ser preservado e receber mais investimentos, para se transformar em um centro de referência internacional dos povos originários.</p>
<p>Para passar a valer, a<strong> proposta precisará ainda ser aprovada pelo plenário da Alerj e sancionada pelo governador</strong>.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>pediu um posicionamento do governo estadual sobre a mudança feita pela CCJ e espera retorno.</p>
<h2>Estádio</h2>
<p><strong>O Maracanã funciona atualmente sob regime de concessão privada, comandada por uma empresa que representa um consórcio formado pelos clubes Flamengo e Fluminense</strong>. O contrato foi assinado em 2024, vale por 20 anos e inclui o ginásio Maracanãzinho.</p>
<p>Os clubes pagaram R$ 20 milhões para vencer uma disputa pública e se comprometeram a investir R$ 186 milhões até o fim de concessão.</p>
<p>Flamengo e Fluminense realizam jogos na arena esportiva e arrecadam recursos com a venda de ingressos e de espaços publicitários e a receita de bares.</p>
<p>Procurada pela<strong> Agência Brasil</strong>, a Fla-Flu Serviços S.A., que administra o estádio, informou que “a Gestão Fla-Flu tem contrato de 20 anos de concessão do estádio e irá cumpri-lo”.</p>
<h2>Aldeia Maracanã</h2>
<p>O governo do Rio de Janeiro sustenta que a Aldeia Maracanã está ocupada por famílias indígenas de forma ilegal. A disputa pela posse é marcada por decisões judiciais.</p>
<p>Em 2013, indígenas e ativistas que os apoiavam foram retirados do terreno, depois de uma operação da Polícia Militar. A área foi reocupada pelas famílias após o término dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>pediu comentários ao advogado das famílias indígenas e espera retorno.</p>
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    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/comissao-da-alerj-quer-venda-do-maracana-para-pagar-divida-do-rj</p>
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		<title>CPMI do INSS: empresário responde a relator, mas se cala para comissão</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 00:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cala]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão]]></category>
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		<category><![CDATA[Relator]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de responder a perguntas feitas pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), o empresário Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti informou que vai permanecer em silêncio durante o restante do seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta segunda-feira (6). “O Fernando vai permanecer, a partir de agora, em silêncio. Não vai [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Depois de responder a perguntas feitas pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), o <strong>empresário Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti informou que vai permanecer em silêncio durante o restante do seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta segunda-feira (6). </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/CPMI-do-INSS-empresario-responde-a-relator-mas-se-cala.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/CPMI-do-INSS-empresario-responde-a-relator-mas-se-cala.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“O Fernando vai permanecer, a partir de agora, em silêncio. Não vai dizer sim ou não”, disse o advogado de Cavalcanti, Thiago Machado.</p>
</blockquote>
<p>Ex-sócio do advogado Nelson Willians, um dos investigados no esquema de desconto de mensalidades de associações de aposentados e pensionistas, o empresário foi um dos alvos da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF) e da Contralodoria-Geral da União (CGU), que investiga o esquema de descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões do INSS.</p>
<p><strong>Um <em>habeas corpus</em> concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux deu a Cavalcanti o direito de não ser obrigado a responder a perguntas que possam incriminá-lo.</strong></p>
<p><strong>Ao iniciar o seu depoimento, por volta das 16h30, o empresário negou as acusações de que integrava o esquema de desvios de mensalidades de aposentados. </strong>Ele disse não ser laranja e nem beneficiário do esquema. Ele disse ainda desconhecer as atividades ilícitas de Nelson Willians e de Maurício Camisotti.</p>
<p>Willians é dono de um dos mais caros escritórios de advocacia do país e que se tornou conhecido por ostentar em suas redes sociais uma vida de luxo.</p>
<p><strong>Ele atuava com Maurício Camisotti e Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontados como os principais operadores do esquema de corrupção.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O que tenho conhecimento da relação entre os dois são esses empréstimos que são pagos até hoje, contratos. Nunca fui laranja, atuador ou beneficiário de qualquer esquema. Minha atuação sempre foi de gestor e os pagamentos recebido sempre foram compatíveis com todas as funções que eu desempenhava e com a minha vida”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Patrimônio</h2>
<p><strong>Durante a operação, a Polícia Federal apreendeu mais de 20 veículos de luxo pertencentes a Cavalcanti. Entre os veículos estão uma Ferrari, avaliada em cerca de R$ 4,5 milhões, uma réplica de um carro de fórmula 1 e diversas motos. </strong></p>
<p>Os veículos foram apreendidos em um <em>shopping</em> de Brasília e foram encaminhados para lá, um dia antes da Operação Sem Desconto, deflagrada no dia 23 de abril do ano passado.</p>
<p>“Contra Fernando Cavalcanti não pesa qualquer investigação de envolvimento de fraude com o INSS. Não houve ocultação, nem má-fé. Os veículos mencionados são de propriedade da minha empresa, adquiridos de forma lícita, alguns ainda em financiamento, como a tão falada Ferrari, que só termino de pagar, salvo melhor juízo em 2027. Aqui em Brasília é comum que carros sejam guardados em estabelecimentos comerciais”, disse.</p>
<p>Além dos automóveis, diversos relógios de luxo também foram apreendidos na casa do empresário e vinhos de uma adega, avaliados em mais de R$ 7 milhões.</p>
<p>O relator da CPMI, perguntou sobre a evolução patrimonial de Cavalcanti, que antes de integrar o escritório de Nelson Willians, em 2017, trabalhava na Assembleia Legislativa de São Paulo, como assessor de um parlamentar, ganhando pouco mais de R$ 5 mil.</p>
<blockquote>
<p>“Em 2017 eu tava vindo da Assembleia Legislativa e tinha um patrimônio que não chegava nem em R$ 100 mil. Em 2025, eu não sei falar excelência. Meu patrimônio está no imposto de renda declarado, mas é uma informação que eu não quero falar aqui”, respondeu.</p>
</blockquote>
<p>“Já vimos movimentações do senhor com Nelson Willians de milhões de reais e do senhor com o Camisotti também de milhões de reais. Vou trazer par a CPMI esse exemplo de sucesso que é o senhor”, rebateu Gaspar.</p>
<p>O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG) disse que o depoimento mostra que a defesa de Cavalcanti, está usando o espaço da CPMI para montar a estratégia de defesa</p>
<blockquote>
<p>“É impossível que uma pessoa que sai de São Paulo, debaixo de suspeita de negociação de emendas parlamentares, ganhando R$ 5 mil por mês, vir para Brasília e amealhar, um patrimônio só em carros, de R$ 200 milhões; de uma adega de R$ 7 milhões e toda uma vida de luxo. Está muito bem demonstrado pela quebra de sigilo, pela movimentação financeira que nós temos, de que ele é apenas uma parte de todo esse esquema”, afirmou o presidente da CPMI.</p>
</blockquote>
<p>“A PF investiga ele como suposto laranja. Os dados estão mostrando que ele não tem lastro naquilo que está colocando como patrimônio próprio, mesmo que seja colocando no imposto de renda dificilmente ele consegue explicar a origem de tanto dinheiro, de tantos bens valiosos que a PF apreendeu”, continuou.</p>
<h2>Máfia</h2>
<p><strong>Viana disse que Cavalcanti integra o que classificou como máfia, com contatos com políticos, servidores públicos e outras autoridades.</strong></p>
<p>“É uma quadrilha que tomou de assalto a receita, que corrompeu servidores e que perpassou governos e que tinha bons relacionamentos com a política, liberdade de acesso aqui ao Senado, na Câmara dos Deputados e fazia doações a campanhas políticas. É um <em>modus operandi</em> já muito conhecido e que, a meu ver demonstra, que eles não esperavam, em momento algum, serem apanhados, eles tinham tanta tranquilidade que eles permaneceriam ocultos e esse patrimônio serviria para que eles continuassem tendo uma vida de bilionários”, opinou.</p>
<p>O senador disse ainda que aguarda a resposta do ministro do STF, André Mendonça, retornar o pedido da CPMI para ouvir o depoimento de Camisotti. Um <em>habeas corpus</em> do ministro deu a Camisoti o direito de não ser obrigado a depor no colegiado.</p>
<p>“O Camisotti é fundamental nessa investigação para entender como todas essas peças se encaixam nesse esquema de roubo da previdência brasileira. Pedimos uma reconsideração no <em>habeas corpus</em> que ele concedeu de que o senhor Camisotti poderia comparecer se ele desejasse. Estamos aguardando uma resposta do ministro que estava viajando na semana passada. Espero que nesta semana nós possamos [ter a resposta], se for necessário farei uma nova visita ao STF”, disse.</p>
<p><strong>Uma das associações investigadas na operação da PF e CGU por descontos indevidos em aposentadorias e pensões pagas pelo INSS, é a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (AMBEC)</strong></p>
<p><strong>Segundo a investigação, a associação é supostamente controlada por “laranjas” ligados a Mauricio Camisotti. </strong>Em 2021, as contribuições dos associados foram de R$ 135. Em 2022, o montante saltou para R$ 14,9 milhões em 2022 e indo para R$ 91 milhões, em 2023.  </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/cpmi-do-inss-empresario-responde-relator-mas-se-cala-para-comissao</p>
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