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	<title>comerciais - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>comerciais - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Lula propõe aprofundar relações econômicas e comerciais com o México</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 00:28:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta quarta-feira (23) para a presidente do México, Claudia Sheinbaum, para discutir as relações econômicas e comerciais entre os dois países. Segundo o Palácio do Planalto, Lula ressaltou a importância de aprofundar essas relações, principalmente diante do atual momento de incertezas.  Na conversa, Lula e Sheinbaum acertaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta quarta-feira (23) para a presidente do México, Claudia Sheinbaum, para discutir as relações econômicas e comerciais entre os dois países. Segundo o Palácio do Planalto, <strong>Lula ressaltou a importância de aprofundar essas relações, principalmente diante do atual momento de incertezas. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Lula-propoe-aprofundar-relacoes-economicas-e-comerciais-com-o-Mexico.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Lula-propoe-aprofundar-relacoes-economicas-e-comerciais-com-o-Mexico.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na conversa,<strong> Lula e Sheinbaum acertaram uma visita oficial ao México que será liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. </strong>A data da viagem será dias 27 e 28 de agosto. Alckmin deverá levar uma comitiva de empresários de diferentes setores.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Como resultado da visita, Lula propôs o início de negociações para ampliar acordo comercial Brasil-México, que favoreça a expansão do fluxo comercial entre os dois países&#8221;, informou o Palácio do Planalto, em nota sobre o telefonema.</p>
</blockquote>
<p>Os dois presidentes também destacaram os setores da indústria farmacêutica, agropecuária, de etanol, biodiesel, aeroespacial, bem como de inovação e educação como áreas estratégicas na relação bilateral.</p>
<p><strong>A visita de Alckmin ao México ocorre em meio à ampliação da pressão tarifária por parte dos Estados Unidos contra seus parceiros históricos. </strong>Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.</p>
<p>Dias antes, Trump já havia imposto 30% de tarifas de exportação sobre produtos oriundos do México, país vizinho que tem profunda relação comercial com os EUA.  O vice-presidente brasileiro também tem sido o principal interlocutor do país com empresários e com o governo norte-americano nas tentativas de negociação sobre as tarifas unilaterais. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/lula-propoe-aprofundar-relacoes-economicas-e-comerciais-com-o-mexico</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Especialistas defendem diversificação nas parcerias comerciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 13:33:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da área de economia e de relações internacionais veem como positivos os investimentos de R$ 27 bilhões no Brasil anunciados pela China na segunda-feira (12). O valor abrange a indústria automotiva, energia renovável, tecnologia, mineração, saúde, logística e alimentos. Há ponderações, porém, de que o governo brasileiro deve investir mais na diversificação de parcerias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Pesquisadores da área de economia e de relações internacionais veem como positivos os investimentos de R$ 27 bilhões no Brasil anunciados pela China na segunda-feira (12). O valor abrange a indústria automotiva, energia renovável, tecnologia, mineração, saúde, logística e alimentos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Há ponderações, porém, de que o governo brasileiro deve investir mais na diversificação de parcerias com outros países, em um contexto crescente de tensões e conflitos comerciais impulsionados pelos Estados Unidos.</strong></p>
<p>“Os acordos são importantes, uma vez que favorecerão principalmente quatro setores da economia brasileira: infraestrutura, energia, tecnologia e agronegócio. Esses quase R$ 30 bilhões estão entre os maiores investimentos chineses no mundo nos últimos anos e um dos maiores que o Brasil já recebeu do exterior nas últimas décadas”, avalia o professor de Relações Internacionais da ESPM Roberto Uebel.</p>
<p>O anúncio dos investimentos foi feito no Seminário Empresarial China-Brasil, em Pequim, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de autoridades brasileiras e chinesas, e de mais de 700 empresários dos dois países.</p>
<blockquote>
<p>“É um acordo interessante que está sendo construído com os chineses. É um movimento concreto na hora em que o [presidente dos EUA, Donald] Trump faz um tarifaço e cria situação de instabilidade nos mercados globais para várias economias”, segundo a professora de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Cristina Helena Mello.</p>
</blockquote>
<p>“Imagino que Trump deva olhar para o Brasil com alguns cuidados, e a gente espera que haja possibilidade de nova negociação e aproximação com os Estados Unidos, de forma propositiva e não de subordinação”.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=424454:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 17/05/2025 - Cristina Helena Mello, professora de economia da PUC-SP. Foto: Cristina Helena/Arquivo pessoal" title="Cristina Helena/Arquivo pessoal"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 17/05/2025 - Cristina Helena Mello, professora de economia da PUC-SP. Foto: Cristina Helena/Arquivo pessoal" title="Cristina Helena/Arquivo pessoal"/></noscript><br />
    <!-- END scald=424454 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=424454-->Cristina Helena Mello, professora de economia da PUC-SP, considera interessante o acordo que está sendo construído com os chineses &#8211; Foto: <strong>Cristina Helena/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=424454--></h6>
</p>
</div>
<h2>Investimentos</h2>
<p>Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), os investimentos chineses de R$ 27 bilhões devem ser direcionados da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>R$ 6 bilhões da montadora de veículos GWM para expansão de suas operações e exportações para a América do Sul e México;</li>
<li>R$ 5 bilhões da Meituan, que promete gerar 100 mil empregos indiretos no setor de delivery;</li>
<li>R$ 3 bilhões da CGN em um hub de energia renovável no Piauí;</li>
<li>R$ 5 bilhões da Envision na criação do primeiro Parque Industrial Net-Zero da América Latina;</li>
<li>R$ 3,2 bilhões da Mixue, com previsão de 25 mil empregos até 2030 com abertura de lojas de sucos e outras bebidas;</li>
<li>R$ 2,4 bi da Baiyin, com a aquisição da mina de cobre Serrote em Alagoas;</li>
<li>R$ 1 bilhões da DiDi, em infraestrutura de recarga para veículos elétricos;</li>
<li>R$ 650 milhões da Longsys em semicondutores;</li>
<li>R$ 350 milhões da parceria da Nortec Química com três empresas chinesas no setor farmacêutico.</li>
</ul>
<h2>Relações comerciais</h2>
<p><strong>De acordo com a Apex, 4,5% de tudo que a China importa sai do Brasil.</strong> E 25% de tudo o que o Brasil importa vem da China. O país asiático é o principal parceiro brasileiro. Em 2024, o comércio entre os países atingiu quase US$ 160 bilhões.</p>
<p>Foram US$ 94,4 bilhões em exportações brasileiras e US$ 63,6 bilhões em importações, um superávit de US$ 30,7 bilhões, 41,4% do saldo comercial total do Brasil. </p>
<p><strong>O país é o maior fornecedor para a China de produtos essenciais como soja, carnes bovina e de aves, celulose, algodão e açúcar.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Seria importante que a gente melhorasse o perfil daquilo que a gente exporta para a China. Exportamos produtos primários, da agricultura e da extrativa mineral. Há pouco espaço para a entrada de produtos manufaturados brasileiros. Acho que isso é um ponto de atenção”, alerta a economista da PUC-SP Helena Mello.</p>
</blockquote>
<p>“Também precisamos muito desenvolver a capacidade de logística brasileira de escoamento de produtos para exportação. Isso nos garantiria posição de liderança em alguns mercados que hoje estão concentrados nas mãos dos Estados Unidos e outros mercados que nós competimos, mercados de grãos e de proteína animal”, complementa.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=424453:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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    <!-- END scald=424453 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=424453-->Professor de relações internacionais Roberto Uebel alerta que Brasil precisa ter muito cuidado ao se aproximar da China nesse contexto de guerra tarifária &#8211; Foto: <strong>Roberto Uebel/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=424453--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Para o professor de relações internacionais Roberto Uebel, é importante que o Brasil valorize as relações comerciais com a China, mas mantenha o histórico de diversificação de parcerias.</strong></p>
<p>“O Brasil precisa ter muito cuidado ao se aproximar da China nesse contexto de guerra tarifária, de não prejudicar as relações com os Estados Unidos. Precisa continuar diversificando parcerias para reduzir a dependência não só com os Estados Unidos, mas também com a China. Parcerias com o sudeste asiático, Índia, Japão. Esses dois últimos, que o presidente Lula visitou no começo do ano”, defende Uebel.</p>
<p>A lógica é compartilhada pelo professor Luís Renato Vedovato, da Universidade de Campinas (Unicamp).</p>
<blockquote>
<p>“É muito importante que o Brasil vá por um caminho seguro, se afastando das instabilidades que se colocam no horizonte. Por isso, a aproximação do Brasil com a China é sempre bem relevante. Como é importante o acordo do Brasil com o Mercosul e a União Europeia. Quanto mais irrigado estiver o país comercialmente, mais resiliência ele terá para enfrentar o futuro”, avalia Vedovato.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/especialistas-defendem-diversificacao-nas-parcerias-comerciais</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula e Boric querem ampliar relações comerciais entre Brasil e Chile</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/lula-e-boric-querem-ampliar-relacoes-comerciais-entre-brasil-e-chile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 00:03:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (22) que os empresários do Brasil e do Chile devem aprofundar as relações comerciais para alavancar o crescimento da economia dos dois países. No evento de encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Chile, em Brasília, ele incentivou os empresários brasileiros a importarem mais produtos do Chile, para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (22) que os empresários do Brasil e do Chile devem aprofundar as relações comerciais</strong> para alavancar o crescimento da economia dos dois países.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Lula-e-Boric-querem-ampliar-relacoes-comerciais-entre-Brasil-e.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Lula-e-Boric-querem-ampliar-relacoes-comerciais-entre-Brasil-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No evento de encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Chile, em Brasília, <strong>ele incentivou os empresários brasileiros a importarem mais produtos do Chile</strong>, para equilibrar a balança comercial. </p>
<blockquote>
<p>“É preciso que os empresários chilenos e brasileiros saibam que um bom negócio é aquele que todos ganham. E como maior economia da América Latina, o Brasil tem que entender que ele é obrigado a flexibilizar para que as coisas possam acontecer. Não é fazer favor, é ser justo”, disse, ao lado do presidente chileno, Gabriel Boric.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o <strong>Brasil é o maior parceiro comercial do Chile na América do Sul</strong>, com predominância para bens industriais. Já o <strong>Chile é o sétimo maior parceiro comercial do Brasil </strong>e representa 2,1% da corrente de comércio brasileira. </p>
<p>Em 2024, o<strong> intercâmbio comercial entre os dois países somou US$ 11,7 bilhões, sendo US$ 6,7 bilhões em exportações brasileiras para o Chile e US$ 5 bilhões em importaçõe</strong>s. </p>
<p>Lula também destacou que os <strong>países da América Latina não devem ficar só esperando ajuda dos países mais ricos</strong>, como Estados Unidos e União Europeia. </p>
<p>“Ninguém vai fazer a gente ficar rico, eles é que vão ficar ricos. O que nós precisamos é nós queremos ficar ricos a partir da nossa capacidade, do nosso investimento”.</p>
<p><strong>Boric destacou a estabilidade socioeconômica do Chile</strong>, que torna o país um ótimo destino para investimentos. </p>
<blockquote>
<p>“O Chile é um parceiro confiável, um país estável, seguro que respeita as regras do jogo e com quem é possível fazer negócios de benefício mútuo”.  </p>
</blockquote>
<p>O presidente chileno também garantiu que o<strong> país não apoia nenhuma guerra comercial</strong>. </p>
<p>“Acreditamos que o comércio é para irmanar os povos, para gerar riqueza e repartir da melhor maneira. Quando se opta pelo protecionismo, os prejudicados não são as elites políticas, são as pessoas, as famílias, os pequenos produtores”. </p>
<p>Mais cedo, Boric esteve no Palácio do Planalto para visita de Estado. A visita do chileno busca promover a diversificação das relações entre Brasil e Chile, com uma maior integração logística e comercial. </p>
<h2>Fórum </h2>
<p>O Fórum Empresarial Brasil-Chile é organizado pela CNI e a Sociedad de Fomento Fabril do Chile. São esperados 250 participantes, entre empresários, representantes de entidades setoriais e autoridades dos dois países. </p>
<p>O objetivo do evento é fortalecer os laços comerciais, impulsionar investimentos e promover a inovação, discutindo ambiente de negócios e prioridades do setor privado. </p>
<p>A programação do fórum inclui painéis de discussão sobre integração de cadeias produtivas e cooperação em áreas estratégicas como energia, turismo e finanças sustentáveis.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/lula-e-boric-querem-ampliar-relacoes-comerciais-entre-brasil-e-chile</p>
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		<item>
		<title>Dólar chega perto dos R$ 5,90 com tensões comerciais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/dolar-chega-perto-dos-r-590-com-tensoes-comerciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 23:06:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Num dia marcado pelo pessimismo em relação às tensões comerciais, o dólar subiu e aproximou-se de R$ 5,90. A bolsa de valores teve pequena queda, após duas altas consecutivas. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (15) vendido a R$ 5,891, com alta de R$ 0,039 (+0,67%). A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Num dia marcado pelo pessimismo em relação às tensões comerciais, o dólar subiu e aproximou-se de R$ 5,90. A bolsa de valores teve pequena queda, após duas altas consecutivas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Dolar-chega-perto-dos-R-590-com-tensoes-comerciais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Dolar-chega-perto-dos-R-590-com-tensoes-comerciais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O dólar comercial encerrou esta terça-feira (15) vendido a R$ 5,891, com alta de R$ 0,039 (+0,67%)</strong>. A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a cair para R$ 5,83 nos minutos iniciais de negociação, mas inverteu a trajetória após a abertura dos mercados norte-americanos. Na máxima do dia, por volta das 13h40, chegou a R$ 5,90.</p>
<p>Em abril, a moeda norte-americana sobe 3,22%. No entanto, a divisa cai 4,68% em 2025.</p>
<p>No mercado de ações, o dia foi marcado por ajustes. Após a forte alta de segunda-feira, o <strong>índice Ibovespa, da B3, fechou a terça aos 129.245 pontos, com queda de 0,16%.</strong> Apesar de altas de ações de empresas de aviação e de bancos privados, o indicador foi influenciado pela pequena queda do preço das <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional), que impactou papéis de mineradoras e de petroleiras.</p>
<p>Em todo o planeta, os investidores voltaram a reagir de forma negativa à guerra comercial entre Estados Unidos e China, após dias de trégua. As incertezas em relação aos próximos passos do governo de Donald Trump voltaram a pesar, influenciando particularmente os países emergentes, grandes exportadores de matérias-primas para o país asiático.</p>
<p><em>* com informações da Reuters.</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/dolar-chega-perto-dos-r-590-com-tensoes-comerciais</p>
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