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	<title>CNI - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Estados Unidos serão principal prejudicado por tarifaço, prevê CNI</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 23:36:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (16), estima que os Estados Unidos serão o país mais prejudicado pelas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump. Segundo as estimativas da CNI, baseadas em fontes oficiais e estudos econômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (16), estima que os Estados Unidos serão o país mais prejudicado pelas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Estados-Unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-CNI.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Estados-Unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-CNI.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo as estimativas da CNI, baseadas em fontes oficiais e estudos econômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), <strong>o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense poderá cair 0,37% em razão das barreiras tarifárias impostas ao Brasil, à China e a outros 14 países, além das taxas impostas à importação de automóveis e aço de qualquer nação.</strong></p>
<p>De acordo com o levantamento, <strong>o tarifaço poderá reduzir em 0,16% o PIB do Brasil, assim como o da China, além de provocar uma queda de 0,12% na economia global e uma retração de 2,1% no comércio mundial.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os números mostram que esta política é um perde-perde para todos, mas principalmente para os americanos. A indústria brasileira tem nos EUA seu principal mercado, por isso a situação é tão preocupante. É do interesse de todos avançar nas negociações e sensibilizar o governo americano da complementariedade das nossas relações. A racionalidade deve prevalecer”, destacou o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>
</blockquote>
<h2>Impactos no Brasil</h2>
<p>O levantamento da CNI mostra que o tarifaço estadunidense, além de causar redução de 0,16% no PIB brasileiro (R$ 19,2 bilhões), <strong>deverá diminuir em R$ 52 bilhões as exportações do país e causar o desaparecimento de 110 mil empregos.</strong></p>
<p>Os setores mais prejudicados com a tarifa sobre o Brasil deverão ser o da indústria de tratores e máquinas agrícolas (redução de 4,18% na produção e 11,31% nas exportações); indústria de aeronaves, embarcações e equipamentos de transporte (queda de 9,1% na produção e 22,3% nas exportações); e dos produtores de carnes de aves (diminuição de 4,1% na produção e 11,3% nas exportações).</p>
<p><strong>Os estados mais afetados deverão ser São Paulo (queda de R$ 4,4 bilhões no PIB), Rio Grande do Sul (R$ 1,9 bilhão), Paraná (R$ 1,9 bilhão), Santa Catarina (R$ 1,7 bilhão) e Minas Gerais (R$ 1,6 bilhão).</strong></p>
<h2>Relação Brasil x EUA</h2>
<p>De acordo com o levantamento, o Brasil aplica tarifa média de 2,7% às importações de produtos estadunidenses. No período de 2015 a 2024, os EUA mantiveram superávit com o Brasil: US$ 43 bilhões em bens e US$ 165 bilhões em serviços.</p>
<p>Os EUA são o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, sendo o destino de 12% das exportações brasileiras e a origem de 16% das importações. Também são o principal destino das exportações da indústria de transformação nacional, correspondendo a 78,2% das exportações em 2024.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/estados-unidos-serao-principal-prejudicado-por-tarifaco-preve-cni</p>
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		<title>CNI estima que investimento em infraestrutura vai crescer 4,2% em 2025</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cni-estima-que-investimento-em-infraestrutura-vai-crescer-42-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 15:08:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os investimentos em infraestrutura no país devem chegar a R$ 277,9 bilhões este ano, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Caso se confirme, o valor será 4,2% superior ao observado no ano passado, de acordo com a CNI. A proporção dos investimentos em infraestrutura em relação ao Produto Interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os investimentos em infraestrutura no país devem chegar a R$ 277,9 bilhões este ano, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). <strong>Caso se confirme, o valor será 4,2% superior ao observado no ano passado, de acordo com a CNI.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/CNI-estima-que-investimento-em-infraestrutura-vai-crescer-42-em.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/CNI-estima-que-investimento-em-infraestrutura-vai-crescer-42-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proporção dos investimentos em infraestrutura em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), no entanto, deve ser reduzida dos 2,27% observados em 2024 para 2,21% projetados para este ano.</p>
<p><strong>O analista da CNI Ramon Cunha explica que o Brasil historicamente investe pouco em infraestrutura.</strong> “Em algumas atividades, o país investe menos do que o necessário para suprir a própria depreciação desses ativos. Isso se reflete, na prática, em estradas com conservação inadequada, instabilidade em termos de fornecimento de energia e serviços de telecomunicações, e, ainda, em precariedade no abastecimento de água e no tratamento de esgoto”.</p>
<p>Segundo a CNI, <strong>os setores onde são esperados mais crescimentos no investimento, neste ano, são saneamento básico e transportes.</strong></p>
<p>A confederação também estima que 72,2% dos investimentos virão da iniciativa privada, mantendo a tendência observada desde 2019, quando o capital privado responde por mais de 70% desses aportes.</p>
<p>Para a CNI, apesar dos avanços observados nos últimos anos, a infraestrutura nacional ainda precisa superar deficiências, a fim de dar condições ao país para concorrer internacionalmente. Entre as principais dificuldades apontadas pela confederação estão entraves regulatórios, demora no processo de licenciamento ambiental e investimentos insuficientes.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>O estudo da CNI enumerou oito pilares que seriam considerados essenciais para a modernização da infraestrutura brasileira, entre eles tornar o investimento em infraestrutura uma política de Estado e garantir sua melhor governança; e ampliar de forma responsável e com racionalidade econômica os investimentos públicos, direcionando-os para projetos de maior retorno para a sociedade.</p>
<p>Também são recomendações da CNI que o governo seja rigoroso nos critérios de escolha de investimentos públicos e parcerias público-privadas, que haja maior segurança jurídica para os investimentos privados, que seja aprimorada a regulação do setor de infraestrutura, e que seja ampliada a participação dos mercados de capitais no financiamento de projetos de infraestrutura.</p>
<p>Outros pontos considerados importantes são o fortalecimento o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como estruturador de projetos sustentáveis de infraestrutura e o apoio à expansão gradual dos investimentos em infraestrutura até que seja atingido o patamar de ao menos 4% do PIB.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/cni-estima-que-investimento-em-infraestrutura-vai-crescer-42-em-2025</p>
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		<item>
		<title>CNI critica fim de isenção de LCI e LCA e nova alíquota sobre fintechs</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cni-critica-fim-de-isencao-de-lci-e-lca-e-nova-aliquota-sobre-fintechs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 21:20:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qualquer aumento de imposto que recaia sobre o setor produtivo prejudica a economia, criticou nesta terça-feira (10) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em nota, a entidade defendeu a taxação de bets (empresas de apostas virtuais), a reforma administrativa e a contenção de gastos públicos, mas condenou a proposta de fim de isenção das Letras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Qualquer aumento de imposto que recaia sobre o setor produtivo prejudica a economia, criticou nesta terça-feira (10) a <strong>Confederação Nacional da Indústria</strong> (CNI). Em nota, a entidade <strong>defendeu a taxação de bets (empresas de apostas virtuais), a reforma administrativa e a contenção de gastos públicos, mas condenou a proposta de fim de isenção das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/CNI-critica-fim-de-isencao-de-LCI-e-LCA-e.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/CNI-critica-fim-de-isencao-de-LCI-e-LCA-e.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A confederação também criticou a proposta de elevar de 9% para 15% as alíquotas da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das fintechs (startups do setor financeiro).</strong> Para a CNI, a medida prejudicará o acesso ao crédito, num momento de juros altos.</p>
<p>“O setor produtivo já está sufocado por juros abusivos e spreads bancários distorcidos. Agora, o crédito vai ficar ainda mais caro. No fim das contas, quem vai arcar com isso é o consumidor. É inadmissível continuar prorrogando essa situação. O Brasil precisa, com urgência, de uma reforma que traga justiça tributária de verdade”, ressaltou na nota o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>
<p>O comunicado da CNI lembrou que a entidade junto a outras confederações &#8211; Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Confederação Nacional do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) e Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) &#8211; entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Paris, propostas para promover o equilíbrio fiscal.</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>Segundo a CNI, o aumento de tributos sobre o setor produtivo chega num momento em que os juros altos e o aumento das importações comprometem o crescimento da indústria.</strong> A entidade lembrou que, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria foi o único dos três principais setores da economia a encolher em relação ao quatro trimestre do ano passado. Apesar de o PIB ter registrado alta de 1,4%, o segmento recuou 0,1%.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/cni-critica-fim-de-isencao-de-lci-e-lca-e-nova-aliquota-sobre-fintechs</p>
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		<item>
		<title>CNI estima alta de 2,3% no PIB neste ano</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/cni-estima-alta-de-23-no-pib-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 14:19:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta um crescimento de 2,3% para o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, para este ano. A estimativa é inferior à alta de 2,4% projetada no fim do ano passado, para este ano. “Reduzimos um pouco a projeção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta um crescimento de 2,3% para o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, para este ano.<strong> A estimativa é inferior à alta de 2,4% projetada no fim do ano passado, para este ano.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CNI-estima-alta-de-23-no-PIB-neste-ano.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/CNI-estima-alta-de-23-no-PIB-neste-ano.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Reduzimos um pouco a projeção de crescimento do país para este ano, porque a desaceleração da economia está sendo mais forte do que a CNI esperava, e porque o Banco Central dá sinais de que vai elevar ainda mais a taxa Selic”, avalia o diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles.</p>
<p>A CNI destaca que, caso se confirme, o desempenho do PIB será o menor em cinco anos e representará um recuo de 1,1 ponto percentual em relação ao crescimento da economia brasileira em 2024 (3,4%).</p>
<p><strong>Segundo a estimativa da confederação, o PIB da indústria, por exemplo, deverá crescer em 2% e do setor de serviços, 1,8%</strong>. Ambos setores terão, caso seja confirmada a projeção, recuo em suas taxas de crescimento, já que em 2024, tiveram altas de 3,3% e 3,7%, respectivamente.</p>
<blockquote>
<p>“A economia brasileira dá claros sinais de desaceleração e eles vêm do último trimestre de 2024. O PIB, no último trimestre do ano passado, cresceu apenas 0,2%, um crescimento muito abaixo do que a gente tinha visto nos outros trimestres. Há um desaquecimento geral da economia”, explica Telles.</p>
</blockquote>
<p><strong>A CNI prevê um menor ritmo de expansão da demanda, que causará impactos tanto na indústria quanto nos serviços.</strong></p>
<p>A indústria de transformação deve crescer 1,9% este ano, segundo a CNI, metade dos 3,8% de 2024. A construção também deve ter perda no ritmo de crescimento, passando dos 4,3% de 2024 para 2,2%, neste ano.</p>
<p>Por outro lado, espera-se um desempenho melhor para a indústria extrativa este ano, com um crescimento projetado de 1%, acima do 0,5% do ano passado. O mesmo deverá ocorrer com a agropecuária que tem crescimento estimado de 5,5% neste ano, um resultado bem melhor do que o do ano passado, quando o setor apresentou queda de 3,2%.</p>
<p><strong>A estimativa da CNI é que a taxa de juros real encerre 2025 com uma taxa de 9,8% ao ano, mais do que os 7% de 2024.</strong> Também é previsto um crescimento real de 6,5% das concessões totais de crédito, abaixo dos 10,6% apurados no ano passado.</p>
<p>As despesas do governo devem fechar o ano com crescimento real de 2%, segundo projeções da CNI, também abaixo de 2024 (3,7%). <strong>O consumo das famílias deverá ter aumento de 2,2%, menos da metade do ano passado (4,8%).</strong></p>
<p>Esperam-se ainda expansões menos intensas do que no ano passado do contingente de pessoas ocupadas no mercado de trabalho (de 2,8% em 2024 para 0,5% neste ano) e da massa salarial (de 7,6% em 2024 para 4,8% neste ano).</p>
<p><strong>São projetadas reduções no ritmo de crescimento dos investimentos no país (dos 7,3% de 2024 para uma previsão de 2,8% neste ano) e da demanda externa.</strong> O cenário externo, segundo a CNI, sentirá os impactos da nova política comercial dos Estados Unidos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/cni-estima-alta-de-23-no-pib-neste-ano</p>
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		<item>
		<title>Gás natural para a indústria é um dos mais caros do mundo, diz CNI</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/gas-natural-para-a-industria-e-um-dos-mais-caros-do-mundo-diz-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 19:31:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O preço do gás natural que chega às indústrias brasileiras tem sido, em média, de US$ 20 (cerca de R$ 112) por milhão de BTUs (unidade de medida térmica). O valor é dez vezes o praticado no mercado americano e o dobro do europeu. A comparação faz parte de um estudo divulgado na semana passada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O preço do gás natural que chega às indústrias brasileiras tem sido, em média, de US$ 20 (cerca de R$ 112) por milhão de BTUs (unidade de medida térmica). O valor é dez vezes o praticado no mercado americano e o dobro do europeu.</strong> A comparação faz parte de um <a href="https://static.portaldaindustria.com.br/media/filer_public/2d/67/2d67942f-3ace-4524-8651-c12146add887/cni_abertura_mercado_gas_web.pdf)" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">estudo divulgado na semana passada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)</a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Gas-natural-para-a-industria-e-um-dos-mais-caros.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Gas-natural-para-a-industria-e-um-dos-mais-caros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O gás natural é um insumo de grande relevância para a indústria, usado tanto como fonte de energia quanto como matéria-prima de produtos como fertilizantes. O documento de 86 páginas faz uma análise do mercado do insumo energético no país.</p>
<p>A avaliação é feita cinco anos após a aprovação da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14134.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nova Lei do Gás</a>, marco regulatório que trata de aspectos como transporte, processamento, estocagem e comercialização desse combustível no país. A lei tornou o mercado mais aberto à concorrência, evitando que um mesmo grupo econômico controle todas as etapas do sistema até o consumidor final. </p>
<p>A indústria consume 60% do gás natural no país, marca que está estagnada há mais de dez anos, assinala a CNI.</p>
<p><strong>Ao identificar quanto o combustível brasileiro é mais caro que o americano e o europeu, a CNI explica no documento que US$ 9 do preço estão associados ao escoamento e processamento, custo que poderia ser reduzido a US$ 2, de acordo com estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME) – citado pela CNI.</strong></p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Apesar de reconhecer avanços na Nova Lei do Gás, como o conceito de transportador independente – que deixa transportadoras fora da influência direta das produtoras de gás –, a CNI lista desafios existentes no mercado:</p>
<p><strong>.</strong> <strong>Regulamentação pendente e atrasos na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De 15 temas, apenas três foram concluídos. </strong>A agência também tem adiado o cronograma da abertura do mercado, sendo a falta de recursos humanos um dos principais fatores apontados para essa demora.</p>
<p><strong>.</strong> <strong>Concentração na comercialização.</strong> A Petrobras ainda detém grande parte da comercialização do gás natural, pois muitos produtores continuam dependendo da empresa para escoar a produção.</p>
<p><strong>.</strong> <strong>Baixa transparência no acesso às infraestruturas.</strong> A Petrobras disponibilizou acesso a sistemas de escoamento e processamento de gás, mas as informações sobre a capacidade disponível e as condições contratuais ainda são limitadas, dificultando a atuação de novos entrantes.</p>
<p><strong>. Necessidade de compromisso federal.</strong> O estudo reforça que a abertura do mercado de gás depende de uma atuação coordenada entre governo, reguladores e setor privado, garantindo previsibilidade e segurança jurídica para novos investimentos.</p>
<h2>Competitividade e sustentabilidade</h2>
<p>A especialista em energia da CNI Rennaly Sousa disse à <strong>Agência Brasil</strong> que o interesse pelo gás está diretamente ligado à competitividade, transição energética e metas de descarbonização, devido ao potencial de substituição de fontes mais poluentes, como carvão, óleo combustível e lenha.</p>
<blockquote>
<p>“Isso faz com que o gás esteja relacionado a iniciativas cruciais para o setor industrial, como a agenda de redução do custo Brasil, além da sustentabilidade e do fortalecimento do compromisso do setor empresarial com a agenda climática global”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Rennaly diz que ainda há grandes entraves para o desenvolvimento do mercado de gás brasileiro e que é fundamental dar continuidade ao processo de reestruturação do setor.</p>
<p>Ela reconhece os esforços do governo federal e cita as iniciativas mais recentes do Poder Executivo, como a publicação do Novo Decreto da Lei do Gás (Decreto nº 12.153/2024) e a instituição do Comitê de Monitoramento do Gás Natural.</p>
<blockquote>
<p>“Essas medidas estão voltadas ao mercado aberto e concorrencial, prevendo transparência para reduzir a assimetria de informação entre os agentes da indústria de gás natural”.</p>
</blockquote>
<p>Rennaly reforça o pedido para que o governo disponibiliza recursos para que a ANP cumpra a agenda regulatória.</p>
<p><strong>As principais recomendações feitas pela CNI no estudo são:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Implementar integralmente a Nova Lei do Gás;</p>
<p><strong>2.</strong> Regulamentar o mercado organizado de gás;</p>
<p><strong>3.</strong> Garantir transparência no acesso às infraestruturas essenciais;</p>
<p><strong>4.</strong> Regulamentar os aspectos do transportador independente;</p>
<p><strong>5.</strong> Prevenir práticas anticompetitivas e estimular a competitividade no mercado de gás natural;</p>
<p><strong>6. </strong>Ter um compromisso federal com a abertura de mercado.</p>
<h2>Posição do governo</h2>
<p>Procurado pela <strong>Agência Brasil</strong>, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que o setor de gás natural passa por importantes alterações legais nos últimos anos, “visando a uma maior abertura, transparência, melhor aproveitamento energético, aumento da segurança jurídica para atrair investimentos privados e busca por preços mais justos e competitivos”.</p>
<p>O MME reconhece a necessidade de alguns assuntos evoluírem e de haver uma decisão no período de transição para que o setor de gás natural possa se desenvolver.</p>
<p>A pasta acrescentou que apresentará para entidades do mercado e encaminhará à ANP ações específicas para todos os elos da cadeia, desde a produção nacional e importação de gás natural da Argentina e da Bolívia, além de ações em infraestruturas de escoamento, processamento e transporte por dutos.</p>
<blockquote>
<p>“Isso tudo fortalecerá a neoindustrialização da economia brasileira, aumentando a competitividade da indústria e gerando empregos e renda, com compromisso da descarbonização da matriz energética nacional”, afirma o ministério.</p>
</blockquote>
<p>A<strong> Agência Brasil </strong>procurou a ANP e aguarda retorno.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/gas-natural-para-industria-e-um-dos-mais-caros-do-mundo-diz-cni</p>
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		<title>Para CNI, momento é de detalhar impactos e reforçar diálogo com os EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 23:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou nesta quarta-feira (2) que <strong>o Brasil deve fazer uma análise detalhada das medidas divulgadas pelo presidente americano, Donald Trump, e insistir no diálogo para preservar uma relação bilateral histórica e complementar entre o Brasil e os Estados Unidos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Para-CNI-momento-e-de-detalhar-impactos-e-reforcar-dialogo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Para-CNI-momento-e-de-detalhar-impactos-e-reforcar-dialogo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Claro que nos preocupamos com qualquer medida que dificulte a entrada dos nossos produtos em um mercado tão importante quanto os EUA, o principal para as exportações da indústria brasileira. No entanto, precisamos fazer uma análise completa do ato. É preciso insistir e intensificar o diálogo para encontrar saídas que reduzam os eventuais impactos das medidas&#8221;, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban, em nota. </p>
</blockquote>
<p>Trump, anunciou na tarde de hoje um &#8220;tarifaço&#8221; global sobre impostos de importação e confirmou uma taxa de 10% para os produtos brasileiros.</p>
<p><strong>A CNI confirmou ainda que levará um grupo de empresários brasileiros aos Estados Unidos na primeira quinzena de maio. </strong>Segundo a entidade, a comitiva deverá se reunir com representantes da indústria e do governo norte-americano para discutir agendas de facilitação de comércio e “abertura de mercados de forma equilibrada”.</p>
<blockquote>
<p>“Reiteramos a disposição da indústria de contribuir com as negociações com os parceiros americanos. A missão empresarial estratégica para os EUA tem justamente o objetivo de aprofundar o relacionamento e discutir caminhos para fortalecer a cooperação e o comércio entre o Brasil e os Estados Unidos&#8221;, disse Ricardo Alban.</p>
</blockquote>
<h2>Mercado </h2>
<p><strong>De acordo com a CNI, os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras da indústria de transformação, especialmente de produtos de maior intensidade tecnológica, além de liderarem o comércio de serviços e os investimentos bilaterais. </strong></p>
<p>Em 2024, a indústria de transformação brasileira exportou US$ 31,6 bilhões em produtos para os EUA. Nesse ano, a cada R$ 1 bilhão exportado para os EUA, foram criados 24,3 mil empregos no Brasil, R$ 531,8 milhões em massa salarial e R$ 3,6 bilhões em produção.</p>
<h2>FercomercioSP</h2>
<p>A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo<strong> (FecomercioSP) afirmou que a decisão dos Estados Unidos poderá se tornar uma oportunidade para a expansão do comércio brasileiro.</strong> Segundo a entidade, o Brasil deverá aproveitar da conjuntura para fechar acordos bilaterais.</p>
<blockquote>
<p>“Já que muitas nações terão dificuldades em levar seus produtos aos EUA, por conta das tarifas, esse é o momento ideal para o Brasil reforçar sua participação nesses mercados. Sobretudo no Japão, na China e na União Europeia, para citar alguns”, disse a entidade, em nota. </p>
</blockquote>
<p>Segundo a FecomercioSP, o governo brasileiro deve se valer da conjuntura tarifária vinda dos Estados Unidos para assinar acordos bilaterais, diminuir tarifas e facilitar mecanismos aduaneiros.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/para-cni-momento-e-de-detalhar-impactos-e-reforcar-dialogo-com-os-eua</p>
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