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	<title>Clima - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Clima - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Pai e filho são alvos de atentados e Tabatinga vive clima de medo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 18:48:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tabatinga, no interior do Amazonas, vive dias de medo e comoção. Em poucos dias, a violência atingiu duas vezes a mesma família. No dia 1º de fevereiro, um adolescente de 16 anos sofreu disparos de arma de fogo em frente à Prefeitura da cidade. O ataque ocorreu em plena via pública e assustou quem passava [&#8230;]]]></description>
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<p>Tabatinga, no interior do Amazonas, vive dias de medo e comoção. Em poucos dias, a violência atingiu duas vezes a mesma família. No dia 1º de fevereiro, um adolescente de 16 anos sofreu disparos de arma de fogo em frente à Prefeitura da cidade. O ataque ocorreu em plena via pública e assustou quem passava pelo local.</p>
<p>A princípio, <strong>rumores apontaram que, devido à gravidade dos ferimentos, a vítima morreu naquele instante</strong>. Contudo, novas informações apontam que os médicos decidiram transferi-lo para um hospital de Manaus, onde segue lutando pela vida.</p>
<p>Todavia, a situação piorou. No dia 03 de fevereiro, <strong>o pai do garoto também morreu a tiros na Rua Santos Dumont, no sentido IFAM, próximo às invasões Monte Carmelo</strong>. Desde então, a família vive um desespero total com a perna do homem, que trababalhava como mototaxista.</p>
<p>Além da dor da perda, há o trauma provocado pela violência em sequência. O clima é de choque, tristeza e insegurança. Até o momento, não há informações oficiais sobre a motivação do segundo ataque. Também não se sabe se existe ligação direta entre os dois crimes.</p>
<p>Enquanto isso, a Polícia segue investigando. O objetivo é esclarecer os fatos, identificar os suspeitos e entender a dinâmica dos atentados.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
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		<title>Congresso Nacional de Saúde debate tecnologia, clima e cuidado na Amazônia</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/congresso-nacional-de-saude-debate-tecnologia-clima-e-cuidado-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 17:28:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manaus recebe, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, no Manaus Plaza, o IV Congresso Nacional Multiprofissional de Saúde. O evento reúne profissionais de todo o país Primeiramente, o tema do congresso é “Tecnologia, Clima e Saúde na Floresta: Desafios, Barreiras Geográficas e a Promoção do Bem-Estar na Amazônia”. Entre os destaques da programação [&#8230;]]]></description>
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<p>Manaus recebe, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, no Manaus Plaza, o IV Congresso Nacional Multiprofissional de Saúde. O evento reúne profissionais de todo o país</p>
<p>Primeiramente, o tema do congresso é “Tecnologia, Clima e Saúde na Floresta: Desafios, Barreiras Geográficas e a Promoção do Bem-Estar na Amazônia”. Entre os destaques da programação está o Dr. Luiz Fernando Gomes, que tem ganhado notoriedade nacional por sua atuação ética e inovadora na área da enfermagem estética e regenerativa.</p>
<p>Na sexta-feira (28), das 8h30 às 9h, o especialista conduz a palestra “Medicina Regenerativa – Avanços Tecnológicos e a Valorização da Enfermagem”. Isso abrirá espaço para discussões sobre a forma como a categoria assumirá um papel ainda mais relevante no cuidado avançado, sobretudo em regiões onde o acesso à saúde sofre limitações.</p>
<blockquote>
<p>“A Amazônia nos convida a ampliar a visão sobre cuidado. A enfermagem tem papel fundamental na construção de soluções reais. A tecnologia e a ciência precisam caminhar junto com a sensibilidade para atender quem mais precisa”, destaca o Dr. Luiz Fernando Gomes.</p>
</blockquote>
<p>Sua participação reforça a centralidade da enfermagem na inovação, na produção de conhecimento e no desenvolvimento de práticas tecnológicas adequadas ao contexto amazônico, marcado por singularidades e vulnerabilidades.</p>
<blockquote>
<p>“Este congresso é uma oportunidade de partilhar experiências e construir caminhos para um futuro mais justo em saúde. A floresta tem suas próprias urgências, e precisamos estar preparados para respondê-las com ética, ciência e propósito”, acrescenta.</p>
</blockquote>
<h4>Sobre o especialista</h4>
<p>Dr. Luiz Fernando Gomes é Enfermeiro Esteta (Coren-AM 764.345 | RQE 120994), especialista em Harmonização Facial, Corporal e Íntima Masculina. Possui formação em Enfermagem Estética, Urgência e Emergência, UTI e Enfermagem Dermatológica. Criador do Método G, atua em diversas capitais do país, priorizando naturalidade, segurança e identidade masculina em seus atendimentos. Tornou-se referência pela prática baseada em evidências e pelo enfoque ético e humanizado.</p>
<h4>Sobre o evento</h4>
<p>Ademais, o IV Congresso Nacional Multiprofissional de Saúde oferece mesas-redondas, palestras e apresentações científicas. O evento abordará desde teleatendimento até políticas públicas voltadas à equidade no acesso à saúde.</p>
<p>A contribuição do Dr. Luiz Fernando adiciona ao debate uma visão aprofundada sobre medicina regenerativa e o papel da enfermagem no futuro do cuidado na Amazônia.</p>
<p>Por fim, o evento é aberto a estudantes e profissionais da saúde.<br />Inscrições: <a href="http://conheca.sereducacional.com/saude-manaus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">conheca.sereducacional.com/saude-manaus</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
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		<title>Comunidades trabalham para reconstruir escolas resilientes ao clima</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 11:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de um ano após as enchentes no Rio Grande do Sul, o estado ainda trabalha para reconstruir escolas e prepará-las para futuros desastres climáticos. De acordo com a secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, oito escolas e a própria Secretaria de Educação ainda não retornaram aos edifícios onde funcionavam s unidades atingidos pelas cheias. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de um ano após as enchentes no Rio Grande do Sul, o estado ainda trabalha para reconstruir escolas e prepará-las para futuros desastres climáticos. De acordo com a secretária estadual de Educação, Raquel Teixeira, oito escolas e a própria Secretaria de Educação ainda não retornaram aos edifícios onde funcionavam s unidades atingidos pelas cheias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo Raquel, não se trata apenas de reconstruir os edifícios, mas de colocar em prática um plano de contingência que torne não apenas os prédios, mas toda a comunidade escolar, mais preparados para tempestades, alagamentos e outros fenômenos naturais. Ao longo dos últimos anos têm se intensificado na região a ocorrência de ciclones, chuvas e calor extremo.</p>
<p>Junto ao Banco Mundial foram mapeadas 730 escolas que correm risco de destruição. Dessas, 87 foram consideradas mais vulneráveis e suscetíveis a futuros desastres. Essas escolas já começaram a implementar o plano de forma piloto.</p>
<blockquote>
<p>“A gente não sabe exatamente quando virá e o que importa é que as escolas estejam preparadas, as pessoas estejam preparadas emocionalmente, mentalmente e em termos de conhecimento, cientificamente, sabendo o que fazer para que não haja quebra na continuidade do aprendizado. O Japão aprendeu a conviver com tsunami, a Califórnia com terremoto, a Itália com vulcão, o Rio Grande do Sul está aprendendo a conviver com as características climáticas da região”, disse a secretária.</p>
</blockquote>
<p>Ela participou, nessa terça-feira (21), do II Fórum Internacional de Sustentabilidade e Educação, promovido pela Fundação Santillana e pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI). Com o tema A escola de hoje: resiliente, inclusiva e tecnológica, o evento discute o papel da educação na construção de sociedades mais justas e sustentáveis.</p>
<h2>Participação da comunidade</h2>
<p>Raquel compartilhou a experiência do Rio Grande do Sul, mostrando a necessidade de envolver toda a comunidade escolar no desenvolvimento de uma educação atenta à crise climática.</p>
<blockquote>
<p>“Nós tivemos escolas de sete dias a 52 dias sem aula. E é claro que isso requer intervenção pedagógica diferenciada em cada um dos blocos de escolas. Não é simples fazer isso e nós chegamos à conclusão que tínhamos que nos preparar para não sermos pegos novamente nessa situação”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Por meio de parcerias e consultorias nacionais e internacionais, junto com as escolas, foram preparados os planos de contingência, espécies de guias que definem o que fazer antes, durante e após a emergência.</p>
<blockquote>
<p>“A escola é o espaço onde a criança aprende, adquire novas rotinas, novos hábitos e influencia a família, influencia a comunidade e o plano de contingência só faz sentido se ele for discutido por toda a comunidade, escola por escola. Porque o plano de contingência depende de onde a escola está localizada, que tipo de evento vai acontecer ali, como é que ela se distribui, qual que é um ponto de saída.</p>
</blockquote>
<p>Para ela, tudo tem que ser muito conhecido, muito combinado, porque o que leva as pessoas ao desespero é não saber o que fazer. &#8221; Portanto, a partir do momento em que cada escola trabalha um plano de contingência com a sua realidade, nós teremos uma sociedade muito mais preparada”, afirma.</p>
<p>Um exemplo de estrutura desenvolvida a partir do desastre é o Ginásio Resiliente, que pode tanto ser usado para a prática esportiva, quanto para ser um espaço de acolhimento emergencial. Para isso, possui uma estrutura reforçada para segurança e durabilidade e, apesar de ser integrado ao ambiente escolar, pode se tornar um abrigo e funcionar de forma independente, permitindo a continuidade do ensino.</p>
<p>No primeiro semestre de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou o maior desastre natural do estado. Ao todo, as inundações impactaram 478 das 497 cidades gaúchas, afetando diretamente cerca 2,4 milhões de habitantes. O número de mortes chegou a 184, além de 806 feridos e 25 pessoas até hoje são dadas como desaparecidas. </p>
<h2>Educação e sustentabilidade</h2>
<p>A experiência do Rio Grande do Sul foi inclusive levada a Valência, na Espanha, que também foi gravemente afetada por tempestades em novembro de 2024.</p>
<p>O arquiteto espanhol fundador do escritório Espacios Maestros, José Picó, que também participou do evento, foi um dos que trabalharam na reconstrução de uma escola na região. Ali também se priorizou a escuta da comunidade escolar para a construção de uma nova instituição de ensino.</p>
<blockquote>
<p>“A água atingiu uma altura de dois metros dentro da escola. Levou todas as divisórias, os móveis e, junto com toda aquela comunidade, com absoluta resiliência, as próprias famílias participaram da transformação. Junto com elas, redesenhamos a escola”, conta Picó.</p>
</blockquote>
<p>O arquiteto defende que as escolas devem se adaptar às necessidades atuais, não apenas de serem resilientes a desastres climáticos, mas integradas à natureza, sustentáveis e serem ambientes de acolhimento que favoreçam a aprendizagem e a inclusão. Ele ressalta que muitos modelos de edifícios e de espaços como os refeitórios datam da revolução industrial, de 1760. </p>
<p>Picó mostra exemplos de escolas reformadas pelo escritório tanto na Espanha, quanto no Brasil e México. A prioridade é por espaços que atendam às necessidades de cada comunidade.</p>
<blockquote>
<p>“É a comunidade educacional quem decide como seus espaços devem ser, não uma equipe externa de arquitetura. São eles que sabem quais são seus problemas e necessidades”.</p>
</blockquote>
<p>Outra prioridade é garantir, segundo ele, “o bem-estar do planeta”. Picó mostra um dos projetos desenvolvidos: “A escola criou percursos em todos os pátios, em todo o perímetro externo da escola, para trabalhar com a biodiversidade, com a agricultura, com as energias alternativas. Junto com todos eles, estamos implementando uma série de dinâmicas para essa transformação, cuidando não apenas da educação dos espaços internos, mas também dos espaços externos, da naturalização desses espaços e do compromisso com a sustentabilidade”.</p>
<h2>Prêmio Escolas Sustentáveis</h2>
<p>Ao final do evento foi anunciado o projeto vencedor da etapa internacional do Prêmio Escolas Sustentáveis. Nesta edição, a escola vencedora foi a colombiana Institución Educativa Comercial de Envigado, com o projeto Metodologia de Pesquisa Socioambiental GCA. Trata-se de uma rota pedagógica e didática, alinhada às Políticas Públicas de Educação Ambiental da Colômbia, que orienta a comunidade escolar a se tornar gestora de projetos ambientais, sociais, econômicos e tecnológicos a serviço da coletividade. A instituição recebeu o equivalente a R$ 25 mil. </p>
<p>O Prêmio Escolas Sustentáveis, promovido pela Santillana, pela OEI e pela Fundação Santillana, reconhece projetos de desenvolvimento socioambiental implementados por instituições de ensino do Brasil, México e da Colômbia que beneficiem comunidades locais. A premiação está na terceira edição, que contou com cerca de mil candidaturas.</p>
<p>Duas iniciativas em cada país, uma na categoria Educação Infantil &#8211; Fundamental e outra na categoria Ensino Médio, foram selecionadas para a final, considerando critérios como impacto, eficácia, grau de criatividade e inovação. Essas escolas receberam prêmio em dinheiro no valor de US$ 3 mil (aproximadamente R$ 16 mil). </p>
<p>Na categoria Ensino Médio, a finalista brasileira foi a Escola Estadual Brasil, em Limeira (SP), reconhecida pelo projeto AquaTerraAlert, que criou um sistema pioneiro de alerta precoce para inundações e deslizamentos de terra.</p>
<p>Na categoria Educação Infantil &#8211; Fundamental, a finalista foi IncluARTE – SustentART, do centro educacional Creche Municipal Magdalena Arce Daou, em Manaus. O projeto combina sustentabilidade, arte e inclusão para transformar um território degradado pelos impactos</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/comunidades-trabalham-para-reconstruir-escolas-resilientes-ao-clima</p>
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		<item>
		<title>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/brics-tera-declaracoes-de-ia-doencas-socialmente-determinadas-e-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 14:13:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Negociadores dos 11 países que compõem o Brics concluíram, nesta sexta-feira (4) conversas sobre alguns dos temas-chave da reunião de cúpula do grupo, que será realizada no domingo (6) e segunda-feira (7). As negociações avançaram em pelo menos três áreas importantes para os países: cooperação em saúde para eliminação de doenças socialmente determinadas, inteligência artificial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Negociadores dos 11 países que compõem o Brics concluíram, nesta sexta-feira (4) conversas sobre alguns dos temas-chave da reunião de cúpula do grupo, que será realizada no domingo (6) e segunda-feira (7). <strong>As negociações avançaram em pelo menos três áreas importantes para os países: cooperação em saúde para eliminação de doenças socialmente determinadas, inteligência artificial (IA) e combate à mudança do clima.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Brics-tera-declaracoes-de-IA-doencas-socialmente-determinadas-e-clima.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Brics-tera-declaracoes-de-IA-doencas-socialmente-determinadas-e-clima.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>As resoluções dos sherpas (negociadores dos países) serão encaminhadas para as lideranças políticas e devem resultar em declarações específicas sobre essas pautas.</strong> </p>
<p>O Brasil busca, com essa cúpula, que acontece no Rio de Janeiro,<strong> &#8220;reequilibrar a agenda internacional, frequentemente centrada em disputas geopolíticas, para incluir prioridades como erradicação da pobreza, segurança alimentar e fortalecimento de sistemas de saúde&#8221;, segundo nota divulgada pela organização da cúpula.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O esforço brasileiro é trazer estes temas para o centro da agenda desses grandes grupos. Na presidência a gente tem a possibilidade de fazer isso. Como fizemos no G20, com o lançamento da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, e agora fazemos com o lançamento da parceria para a eliminação das doenças que a gente chama as doenças da pobreza &#8211; tuberculose, hanseníase, malária, dengue, febre amarela”, afirmou o sherpa brasileiro, embaixador Mauricio Lyrio, que coordena os trabalhos de negociação.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os negociadores também avançaram em outros temas, como institucionalidade e formalização de processos do grupo; a nova escala de presidência rotativa; e a forma de participação dos países parceiros, que com a recente entrada do Vietnã somam dez nações neste <em>status</em>.</strong></p>
<h2>COP30</h2>
<p><strong>As discussões em torno do clima focaram no financiamento climático. Na visão dos países do Sul Global, as nações mais ricas, que mais emitiram gases de efeito estufa, &#8220;precisam cooperar no financiamento da transição dos países que ainda não se desenvolveram plenamente&#8221;, disse Lyrio.</strong></p>
<p>O Brasil espera ações concretas e ambiciosas em no combate à mudança do clima, uma vez que, em novembro deste ano, sediará, em Belém, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). </p>
<p>A reunião desta semana dos sherpas foi a última para alinhavar negociações para a cúpula. Nas duas reuniões anteriores, realizadas em fevereiro e abril deste ano, já tinham avançado em outros temas, entre eles a Parceria Estratégica na Área Econômica e a incorporação de demandas sociais como o consenso de que o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) deve ser principal agente de financiamento da industrialização do Sul Global.</p>
<p>Negociadores dos 11 países que compõem o Brics concluíram, nesta sexta-feira (4) conversas sobre alguns dos temas chave da reunião de cúpula do grupo, que será realizada no domingo (6) e segunda-feira (7).<strong> As negociações avançaram em pelo menos três áreas importantes para os países: cooperação em saúde para eliminação de doenças socialmente determinadas, inteligência artificial (IA) e combate à mudança do clima.</strong></p>
<p><strong>As resoluções dos sherpas (negociadores dos países) serão encaminhadas para as lideranças políticas e devem resultar em declarações específicas sobre essas pautas. </strong></p>
<p><strong>O Brasil busca, com essa cúpula, que acontece no Rio de Janeiro, &#8220;reequilibrar a agenda internacional, frequentemente centrada em disputas geopolíticas, para incluir prioridades como erradicação da pobreza, segurança alimentar e fortalecimento de sistemas de saúde&#8221;, segundo nota divulgada pela organização da cúpula.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O esforço brasileiro é trazer estes temas para o centro da agenda desses grandes grupos. Na presidência a gente tem a possibilidade de fazer isso. Como fizemos no G20, com o lançamento da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, e agora fazemos com o lançamento da parceria para a eliminação das doenças que a gente chama as doenças da pobreza &#8211; tuberculose, hanseníase, malária, dengue, febre amarela”, afirmou o sherpa brasileiro, embaixador Mauricio Lyrio, que coordena os trabalhos de negociação.</p>
</blockquote>
<p>Os negociadores também avançaram em outros temas, como institucionalidade e formalização de processos do grupo; a nova escala de presidência rotativa; e a forma de participação dos países parceiros, que com a recente entrada do Vietnã somam dez nações neste <em>status</em>.</p>
<h2>COP30</h2>
<p>As discussões em torno do clima focaram no financiamento climático. <strong>Na visão dos países do Sul Global, as nações mais ricas, que mais emitiram gases de efeito estufa, &#8220;precisam cooperar no financiamento da transição dos países que ainda não se desenvolveram plenamente&#8221;, disse Lyrio.</strong></p>
<p><strong>O Brasil espera ações concretas e ambiciosas em no combate à mudança do clima, uma vez que, em novembro deste ano, sediará, em Belém, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).</strong> </p>
<p>A reunião desta semana dos sherpas foi a última para alinhavar negociações para a cúpula. Nas duas reuniões anteriores, realizadas em fevereiro e abril deste ano, já tinham avançado em outros temas, entre eles a Parceria Estratégica na Área Econômica e a incorporação de demandas sociais como o consenso de que o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) deve ser principal agente de financiamento da industrialização do Sul Global.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/brics-tera-declaracoes-de-ia-doencas-socialmente-determinadas-e-clima</p>
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		<item>
		<title>BNDES aprova mais de R$ 10 bilhões para o Fundo Clima</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 22:43:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mais de R$ 10 bilhões de crédito para financiamentos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima ou Fundo Clima. A Região Sudeste teve aprovados R$ 4,1 bilhões; o Centro-Oeste, R$ 2 bilhões; o Nordeste, R$ 1,8 bilhão; o Sul, R$ 1,6 bilhão; e o Norte, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mais de R$ 10 bilhões de crédito para financiamentos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima ou Fundo Clima.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/BNDES-aprova-mais-de-R-10-bilhoes-para-o-Fundo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/BNDES-aprova-mais-de-R-10-bilhoes-para-o-Fundo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Região Sudeste teve aprovados R$ 4,1 bilhões; o Centro-Oeste, R$ 2 bilhões; o Nordeste, R$ 1,8 bilhão; o Sul, R$ 1,6 bilhão; e o Norte, R$ 460 milhões.</p>
<p>Segundo o banco, no somatório das regiões, o aporte de recursos em 2024 foi “quase dez vezes superior” ao volume de 2022. Na comparação dos dois períodos (2022 e 2024), o Nordeste foi a região onde o volume de recursos mais cresceu proporcionalmente. Em 2024, o total de recursos aprovados – R$ 1,8 bilhão – foi 36 vezes superior ao registrado em 2022 (R$ 51 milhões).</p>
<p>No Nordeste, os recursos do Fundo Clima servirão à expansão de projetos de fontes renováveis de energia, como eólica e solar gerando mais 450 megawatts (MW) ao Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>“O Fundo Clima nos permite aprofundar essa estratégia de fortalecimento da economia verde, da descarbonização e da sustentabilidade ambiental, principalmente neste cenário de crescimento global do negacionismo climático”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ao apresentar o resultado.</p>
<p>O Fundo Clima é considerado um dos principais fundos de caráter nacional para a mitigação e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas do planeta.</p>
<h2>Transpetro</h2>
<p>Em nota, a Petrobras Transporte S.A (Transpetro), subsidiária da Petrobras, informou, nesta quinta-feira (20), que a companhia conseguiu fornecer 16,6 mil toneladas de gás liquefeito de petróleo (GLP) na Região Norte durante a estiagem no ano passado, considerada a maior seca em 74 anos.</p>
<p>O GLP pode ter uso doméstico (na cozinha) e também serve para geração de energia para indústria e lavoura.</p>
<p>O abastecimento de GLP ocorreu por meio da Operação Codajás, que fez o escoamento de combustíveis durante o período de vazante do Rio Amazonas, de navegação mais difícil, entre os meses de novembro e dezembro, especialmente.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/bndes-aprova-mais-de-r-10-bilhoes-para-o-fundo-clima</p>
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		<title>Clima e foco em exportação explicam alta de alimentos no longo prazo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 13:44:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da Carta do Ibre, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Condições climáticas e mudanças no uso da terra que privilegiaram culturas de exportação nos últimos anos causaram redução no ritmo de crescimento da produção de alimentos no país e explicam o aumento no preço da comida. A constatação faz parte da <a href="https://portalibre.fgv.br/sites/default/files/2025-03/03ce2025cartadoibre.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Carta do Ibre</a>, análise de conjuntura econômica publicada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto, assinado pelo economista Luiz Guilherme Schymura, traz a colaboração de outros pesquisadores do Ibre e aponta motivos que explicam a <strong>inflação de alimentos subir em velocidade maior que a inflação oficial do país</strong>, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A análise aponta que a alta no preço da comida é reflexo do fato de a produção no campo não acompanhar a demanda da população.</p>
<p>O IPCA de fevereiro mostrou que a inflação do grupo alimentos e bebidas subiu 7,25% no acumulado de 12 meses, acima do índice geral, que apresentou alta de 4,56%. A Carta do Ibre observa esse descolamento entre inflação da comida e inflação geral durante um tempo mais longo.</p>
<blockquote>
<p>“Entre 2012 e 2024, o item alimentação no domicílio teve alta de 162%, enquanto o IPCA geral elevou-se 109%”, afirma o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Clima e dólar</h2>
<p>O Ibre ressalta que “a alta dos alimentos – que tem peso maior na cesta de consumo dos mais pobres – no Brasil e no mundo é um processo que já tem quase duas décadas, com muitos e complexos fatores explicativos”.</p>
<p>Schymura destaca como responsáveis pelo descasamento entre a inflação dos alimentos e o índice geral as mudanças climáticas, com aumento de eventos extremos e maior imprevisibilidade meteorológica, que “provocam perturbações crescentes na oferta de commodities [mercadorias negociadas com preços internacionais] e produtos alimentícios, num processo que afeta diversas partes do globo e, de forma bastante nítida e relevante, o Brasil”.</p>
<p>A análise frisa que efeitos negativos das mudanças climáticas começaram a emergir claramente a partir de meados dos anos 2000, com efeitos ainda mais negativos em partes mais quentes do globo, como no Brasil.</p>
<p>O documento assinala também que a “expressiva desvalorização cambial” possui parcela de culpa no encarecimento dos alimentos, uma vez que estimula a exportação.</p>
<p><strong>Com o real desvalorizado, vender para outros países e obter receita em dólar torna mais lucrativa a atividade do produtor.</strong></p>
<p>Mais um impacto do fator câmbio alto é o encarecimento de insumos agrícolas importados, como defensivos, fertilizantes, máquinas e equipamentos.</p>
<p>Outro elemento apontado são políticas internas de incentivo ao consumo, como “forte aumento real do salário mínimo e a ampliação expressiva do Bolsa Família”. Com mais renda, a população tende a aumentar o consumo, pressionando a relação produção x demanda.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=390027:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Muçum (RS), 22/06/2024 - Tiago Dalmolin e seus filhos na varanda da sua casa, após enchente que atingiu toda a região. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Muçum (RS), 22/06/2024 - Tiago Dalmolin e seus filhos na varanda da sua casa, após enchente que atingiu toda a região. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=390027 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=390027-->Destruição causada por enchentes na cidade de Muçum, no Rio Grande do Sul. <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=390027--></p>
</div>
</div>
<h2>Produção agrícola</h2>
<p>A publicação da FGV traz dados que apontam perda de velocidade na oferta de alimentos. “O crescimento da produção agrícola mundial, que teve ritmo médio de cerca de 2,6% ao ano nas décadas de 1990 e 2000, desacelerou para 1,9% nos anos 2010”.</p>
<p>O Ibre detalha cenários específicos do Brasil. <strong>“O Brasil não está produzindo comida suficiente para o próprio país e o mundo”. Um dos motivos para isso é troca de culturas – alimentos dando lugar a soja e milho.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A produção das lavouras está crescendo menos do que o necessário para atender à demanda interna e externa de alimentos voltados especialmente para consumo humano; uma parte da área plantada aparentemente está saindo dos alimentos e indo para esses produtos mais voltados à exportação”.</p>
</blockquote>
<p>O Ibre detalha aumentos específicos no preço da alimentação no domicílio de 2012 a 2024, como frutas (subiram 299%), hortaliças e verduras (246%), cereais, legumes e oleaginosas (217%), e tubérculos, raízes e legumes (188%), enquanto o índice geral de inflação foi 109%.</p>
<h2>Área plantada</h2>
<p>O estudo mostra que a área total plantada no Brasil aumentou de 65,4 milhões de hectares em 2010 para 96,3 milhões em 2023. Mas essa expansão se deve basicamente à soja e ao milho. Sem essas duas culturas, voltadas à exportação, a área plantada ficou estável, registrando 29,1 milhões de hectares em 2010, e 29,3 milhões em 2023.</p>
<p><strong>Segundo o Ibre, a produção de feijão por habitante no Brasil caiu 20%; e do arroz, 22%, quando se compara 2024 com 2012.</strong></p>
<p>“A área plantada de arroz no Brasil passou de 2,8 milhões de hectares em 2010 para 1,6 milhão em 2024, o que reforça a ideia de que culturas de alimentos estão dando lugar a culturas de exportação, especialmente de soja e milho”, escreve Schymura</p>
<p>O pesquisador frisa que a produção por habitante de quase todas as principais frutas caiu no Brasil a partir do início da década passada. No caso da banana, essa queda foi de 10%; no da maçã, de 5,6%; no da laranja, de 20% (afetada pelo greening, um tipo de praga); no do mamão, de 40%; e no da tangerina, de 8%. A exceção foi a uva, com aumento de 9%.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=410839:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1742132678_960_Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 10/01/2025 - Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta&#13;&#10;Percentual é o mais alto desde 2022 (5,79%)&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1742132678_960_Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 10/01/2025 - Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta&#13;&#10;Percentual é o mais alto desde 2022 (5,79%)&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=410839 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Grãos à venda em mercado de Brasília.  <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=410839--></p>
</div>
</div>
<h2>Hortaliças e verduras</h2>
<p>Em relação a hortaliças e verduras, segundo item de alimentação no domicílio que mais cresceu acima do IPCA em 2012-2024, o economista lembra que são culturas mais vulneráveis a climas adversos.</p>
<blockquote>
<p>“Outra hipótese, que não exclui a primeira, é o aumento Título 2da demanda em função de mudança de hábitos, como a busca de alimentação mais saudável. Por fim, o crescimento das áreas urbanas, em detrimento dos ‘cinturões verdes’, e o encarecimento da mão de obra também podem ser fatores que restringem a produção de hortifrutigranjeiros”, sugere.</p>
</blockquote>
<h2>Carne</h2>
<p>A análise aponta também fatores que tornam a carne mais cara, como o “clico do boi”, que provoca redução da oferta a cada cinco anos, aproximadamente.</p>
<p>A demanda de outros países pela carne brasileira apresenta também um fator de encarecimento. Houve, diz o Ibre, grande aumento da exportação do produto desde 2017, enquanto a produção nacional se manteve relativamente estável.</p>
<p>Segundo a publicação,<strong> em 2017, a disponibilidade de carne bovina para consumo doméstico foi de 39,9 kg/habitante, indicador que caiu para 36,1 em 2023</strong> – patamar mais baixo desde pelo menos 2013.</p>
<p>Além disso, observa a análise, a produção de carne também vem sendo afetada pelas mudanças climáticas, com destaque, em 2021, para o dano às pastagens causado pela forte seca.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>A Carta do Ibre conclui que “a alta dos alimentos não é um fenômeno passageiro” e recomenda as seguintes políticas de suprimento e segurança alimentar:</p>
<ul>
<li><strong>Foco nas culturas que produzem diretamente alimentos para a mesa dos brasileiros.</strong></li>
<li><strong> Monitoramento da produção</strong></li>
<li><strong> Recomposição de estoques públicos</strong></li>
<li><strong> Silagem (estruturas de armazenamento)</strong></li>
<li><strong> Vias de escoamento</strong></li>
<li><strong> Crédito focalizado</strong></li>
</ul>
<h2>Cultura de exportação</h2>
<p>Em relação às culturas de exportação, Schymura comenta que “não se trata de restringir”. Ele afirma que a soja, por exemplo, traz muitos benefícios ao país, na forma de entrada de moeda estrangeira e da “consequente estabilização macroeconômica propiciada por elas”. Ele assinala ainda que essas culturas permitem o barateamento das rações, que são insumo nas cadeias de proteínas animais.</p>
<blockquote>
<p>“O foco deve ser o de estimular a produção adicional de alimentos, e não dificultar outras áreas do agronegócio. Não se trata de um jogo de soma zero”, conclui.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=281091:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/1742132678_67_Clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Dólar" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=281091 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=281091-->Nota de 100 dólares americanos. <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong><!--END copyright=281091--></p>
</div>
</div>
<h2>Derrubada de impostos</h2>
<p>O preço dos alimentos é uma das principais preocupações atuais do governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a dizer que cogita “medidas drásticas” para conter a pressão de alta.</p>
<p>Na quinta-feira da semana passada (6), o governo decidiu zerar o Imposto de Importação de nove tipos de alimentos, na tentativa de baratear preços.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz acreditar que a supersafra esperada para este ano seja fator de alívio na inflação de alimentos.</p>
<p>De acordo com estimativa anunciada nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de grãos 2024/25 será de 328,3 milhões de toneladas, expansão de 10,3% ante a safra 2023/24.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/clima-e-foco-em-exportacao-explicam-alta-de-alimentos-no-longo-prazo</p>
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		<title>Festival em Brasília celebra diversidade em clima de carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 17:36:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma novidade para o fim de semana em Brasília. É o  1º Festival DNA Brasil, um evento com entrada gratuita, que experimenta o clima de carnaval. O mote é Brasília, a capital de todos. Há promessa de festa durante toda a tarde até o início da madrugada (1h) no estacionamento 12 do Parque da Cidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Uma novidade para o fim de semana em Brasília. É o  1º Festival DNA Brasil, um evento com entrada gratuita, que experimenta o clima de carnaval. O mote é <em>Brasília, a capital de todos</em>. Há promessa de festa durante toda a tarde até o início da madrugada (1h) no estacionamento 12 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek.</p>
<p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-dna-brasil-2025/2815602?gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAiOa9BhBqEiwABCdG8x3EiVtFrnbJN8Ig2CboJFy6oXvMnsjs-vzoUiYSsGZ5oHMFAezuFBoCVS0QAvD_BwE&amp;referrer=www.google.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Eis o link para os ingressos gratuitos</a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Festival-em-Brasilia-celebra-diversidade-em-clima-de-carnaval.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Festival-em-Brasilia-celebra-diversidade-em-clima-de-carnaval.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Neste sábado (22), uma das atrações é o bloco <em>Calango Careta</em>, que completa 10 anos de folia com músicos de instrumentos de sopro. Eles prometem ritmos diferentes. Outra atração do dia é o 7naRoda, grupo de samba raiz do Distrito Federal que privilegia clássicos e composições autorais. </p>
<h2>Atrações</h2>
<p>Nesta roda de samba, estão confirmadas as participações da musicista Fernanda Jacob e da percussionista e cantora Ane Êoketu.  Na sequência, haverá a apresentação da cantora catarinense Dandara Manoela, considerada referência da música preta brasileira no sul do país. Outra atração deste sábado é a cantora paulista Anná, que também traz elementos da cultura afro-brasileira.</p>
<p>O festival DNA Brasil tem espaço gastronômico e exposição de artesanato. Para o domingo (23), estão marcados shows da banda brasiliense <em>System Safadown</em>, que toca rock carnavalesco. O bloco percussivo <em>Capivareta</em> e a Orquestra Cafuçu, ambos de Brasília, e a banda pernambucana <em>Eddie </em>completam a programação.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/festival-em-brasilia-celebra-diversidade-em-clima-de-carnaval</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>BNDES vai ajudar RS no planejamento de enfrentamento ao clima extremo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/bndes-vai-ajudar-rs-no-planejamento-de-enfrentamento-ao-clima-extremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:50:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá auxiliar o Rio Grande do Sul no planejamento de ações para prevenir desastres e impactos à população em casos de eventos climáticos extremos. O estado, que enfrentou enchentes classificadas como a maior catástrofe climática da história da região, agora sofre com o calor intenso. Nesta [&#8230;]]]></description>
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<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá auxiliar o Rio Grande do Sul no planejamento de ações para prevenir desastres e impactos à população em casos de eventos climáticos extremos. O estado, que enfrentou enchentes classificadas como a maior catástrofe climática da história da região, agora sofre com o calor intenso.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/BNDES-vai-ajudar-RS-no-planejamento-de-enfrentamento-ao-clima.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/BNDES-vai-ajudar-RS-no-planejamento-de-enfrentamento-ao-clima.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Nesta sexta-feira (7), o BNDES e o governo do Estado do Rio Grande do Sul assinaram um Acordo de Cooperação Técnica para estruturar um plano estratégico de resiliência climática de médio e longo prazo que proteja o estado contra o clima extremo.</p>
<p>Pelo acordo, o BNDES fará o planejamento do projeto Resiliência, Inovação e Obras para o futuro do Rio Grande do Sul (RioS), que tem como objetivo definir a estratégia estadual de resiliência climática da região hidrográfica do Rio Guaíba. O trabalho inclui a realização de estudos técnicos para projetos de adaptação climática e gestão de risco.</p>
<p>O banco e o governo do estado também assinaram um termo aditivo a um contrato já existente para desenvolver o anteprojeto do Centro Estadual de Gestão Integrada de Riscos e Desastres e o Centro Estadual de Logística Humanitária do Estado do Rio Grande do Sul, além de ações de habitação social.</p>
<p>O aditivo prevê que o BNDES fornecerá suporte técnico na elaboração do anteprojeto de engenharia e arquitetura para viabilizar o processo licitatório desses centros, que será conduzido pelo Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Na área de habitação social, está previsto o redirecionamento do uso do edifício Othelo Rosa, para que sirva de moradia para famílias de baixa renda. O empreendimento, no centro de Porto Alegre, tem 14 pavimentos e capacidade estimada de 240 unidades habitacionais estimadas, com um e dois quartos. </p>
<p>De acordo com o BNDES, em 2024, o banco disponibilizou R$ 25,7 bilhões para a recuperação econômica e social do estado atingido pelas enchentes.</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/bndes-vai-ajudar-rs-no-planejamento-de-enfrentamento-ao-clima-extremo</p>
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		<title>Clima e aumento do consumo devem manter preço do café em alta</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 22:24:13 +0000</pubDate>
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<p>O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento nos preços são os eventos climáticos, que influenciam na safra do grão. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, também influenciam. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a entidade, esse impacto sobre os preços deve se manter por mais dois ou três meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabilização. A queda de preços, no entanto, só deverá acontecer a partir da safra do próximo ano, estima a associação.</p>
<p>O aumento no preço do café vem sendo observado desde novembro do ano passado. E não é um fenômeno apenas no Brasil, que é o principal exportador mundial de café no mundo, representando quase 40% da produção mundial, seguido pelo Vietnã (em torno de 17%) e pela Colômbia.</p>
<h2>Safra</h2>
<p>Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de arábica. Em 2022, ela não conseguiu se recuperar – no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. </p>
<p>Já em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Niño [fenômeno que afeta o clima em todo o planeta], com um período longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fenômeno que atuou foi o La Niña, que trouxe chuvas alongadas. </p>
<p>“Isso é muito ruim para a lavoura”, explicou  o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que será colhida neste ano será ligeiramente menor que a do ano passado.</p>
<blockquote>
<p>“Esse acúmulo de quatro anos de problemas climáticos e o crescimento da demanda global dão a explicação dessa escalada de preços no café”, ressaltou.</p>
</blockquote>
<p>Com todos esses problemas climáticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produção. Com isso, o custo da matéria-prima subiu. A indústria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor.</p>
<p>Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, o que também traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram os valores mais altos da história. Hoje, por exemplo, a cotação voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. </p>
<p>“Em relação a esse recorde, que está quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencialização dessa oferta curta. É uma entrada forte de fundos que gera um número histórico, mas que é potencialmente importante para a reflexão de todo o setor. Esse momento é ganho para todos? É uma situação que cabe a todos nós refletir”, disse Cardoso. “Essa escalada em algum momento vai parar, mas não se sabe quando. Essa é a pergunta que todos nós fazemos”.</p>
<h2>Estimativas</h2>
<p>A Abic espera que a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os preços. O setor também tem uma grande expectativa para a safra do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os preços do produto. Enquanto isso não ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no café já que a indústria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo.</p>
<p>“Em relação à matéria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional até a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haverá alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde”, informou Cardoso, </p>
<p>“Com relação ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a indústria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Então, parte desse aumento será transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores”, explicou.</p>
<h2>Dados do setor</h2>
<p>O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). </p>
<p>O Brasil, que é o maior produtor e exportador do produto, é também o segundo maior consumidor mundial de café, tendo consumido 21,916 milhões de sacas em 2024, o que significou 4,1 milhões de sacas a menos do que é consumido pelo país que está na liderança desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor também informaram que o brasileiro consome, em média, 1.430 xícaras/ano de café.</p>
<p>O faturamento da indústria de café torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilhões no ano passado, uma variação de 60,85% quando comparado a 2023. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milhões.</p>
<p>Os cafés especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o período de janeiro de 2024 com dezembro de 2024. Já a categoria de cafés Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os cafés Superiores, de 34,38%; e os cafés Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os cafés em cápsula também registraram um aumento nos preços (2,07%).</p>
<p>Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 37,4%, um aumento maior que a média da cesta básica (2,7%).</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe-em-alta</p>
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