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	<title>Censo - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Capes realiza censo da pós-graduação até 26 de fevereiro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 11:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Censo da Pós-Graduação stricto sensu referente ao ano de 2025 está aberto até 26 de fevereiro. É a primeira vez que ocorre a coleta de dados estatísticos sobre os programas de pós-graduação (mestrado / doutorado) no Brasil. Realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o mapeamento tem o objetivo de orientar [&#8230;]]]></description>
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<p>O Censo da Pós-Graduação stricto sensu referente ao ano de 2025 está aberto até 26 de fevereiro. É a primeira vez que ocorre a coleta de dados estatísticos sobre os programas de pós-graduação (mestrado / doutorado) no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Capes-realiza-censo-da-pos-graduacao-ate-26-de-fevereiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Capes-realiza-censo-da-pos-graduacao-ate-26-de-fevereiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o mapeamento tem o objetivo de orientar políticas públicas voltadas à melhoria da pós-graduação no país, correspondentes à sua realidade.</strong></p>
<p>O preenchimento dos dados é individual e obrigatório. Os participantes devem realizar por meio da <a href="https://sucupira.capes.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Plataforma Sucupira</a>. Devem preencher o formulário eletrônico: </p>
<p>• pós-graduandos matriculados (curso de mestrado e doutorado);<br />• professores (permanentes e colaboradores);<br />• pesquisadores em estágio pós-doutoral que não atuam como docentes; e<br />• coordenadores de programas de Pós-Graduação (PPGs), em exercício.</p>
<p><strong>A Capes explica que os questionários são adequados a cada perfil de entrevistado, composto por perguntas de múltipla escolha com definições e orientações para garantir a correta interpretação.</strong></p>
<p>Os pró-reitores e coordenadores de PPGs devem acompanhar e garantir a adesão dos integrantes de seu programa dentro do prazo.</p>
<p>Veja o <a href="https://youtu.be/QNSxIy_IbKc" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">tutorial de preenchimento</a>.</p>
<p><strong>A divulgação dos resultados está prevista para 16 de novembro de 2026.</strong></p>
<h2>Entrevista</h2>
<p><strong>A  Agência Brasil entrevistou a presidente da Capes e professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, sobre a iniciativa inédita, que será feita anualmente</strong></p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: em 2025, a pós-graduação brasileira completou 60 anos de institucionalização. Passadas seis décadas, o primeiro censo da pós-graduação chega para o governo brasileiro saber os detalhes do que ocorre com essa importante etapa do ensino no país?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: toda forma de censo é muito relevante para a definição de políticas públicas. A pós-graduação leva luz, conhecimento e desenvolvimento para os diferentes territórios do país. Mas quem são os pós-graduandos? Quem são os docentes? Quem está trabalhando nesse ambiente tão importante para o desenvolvimento de uma nação? Infelizmente, não temos esses dados e os detalhes, por exemplo quantas mulheres, homens, quantos pardos, indígenas, brancos, nas diferentes regiões do país, quantas pessoas em vulnerabilidade socioeconômica?</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: este levantamento tem caráter declaratório, por meio da coleta descentralizada de dados. O censo traz questões adaptadas ao perfil de cada um dos públicos que deve respondê-lo e às suas atividades acadêmicas. Dessa forma, a senhora acredita que as estatísticas produzidas serão mais confiáveis e detalhadas?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: quando os docentes respondem é bem diferente das respostas dos estudantes. Na verdade, temos formas de acessar o perfil dos docentes. Porque a maior parte deles é servidor público das nossas universidades. No caso dos pós-graduandos, temos mais dúvidas e precisamos coletar muito mais detalhes.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: e sobre metodologia da pesquisa?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: o importante mesmo é que, nas novas fichas de avaliação dos programas de pós-graduação, a Capes se distancia dessa análise mais quantitativa, que foi da era da cientometria [que mede o progresso científico] e passa a fazer uma análise quali-quantitativa. Nós não abandonamos o quantitativo, mas introduzimos os chamados casos de impacto. Então, independentemente do número de artigos produzidos, queremos saber qual é a qualidade desses artigos, o quanto eles impactaram e mudaram políticas públicas, no caso de uma área do conhecimento, ou mudaram um tratamento, no caso de outra área do conhecimento, ou deram origem a um processo ou produto. Com isso, fundamentalmente, a Capes passa a avaliar os cursos também do ponto de vista da interação com a sociedade.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: o questionário deste primeiro censo nacional incorpora perguntas sobre parentalidade. Esse eixo no censo ajuda a mapear como a parentalidade impacta na progressão nos cursos, a permanência acadêmica e a trajetória de alunos e docentes dentro dos programas?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: a parentalidade é um exemplo excelente de política pública que leva à igualdade. E, para isso. a gente precisa de políticas de equidade. É muito mais difícil para alguém que passa pela maternidade ou paternidade, dependendo da situação, no primeiro, no segundo ano [do curso], produzir conhecimento igual a alguém que não tem uma criança pequena para cuidar.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: a partir da identificação das desigualdades – que poderiam ser invisíveis por falta de dados ou historicamente eram tratadas como assunto individual, o que o governo federal pode fazer?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: um exemplo: para um docente ser credenciado para orientar na pós-graduação, precisa produzir conhecimento em sua área de atuação. A parentalidade já está incluída nas fichas de avaliação [do censo]. Com isso, a gente pretende que os programas, em vez de avaliarem esse professor em determinado intervalo de tempo, tenham um tempo maior a ser analisado porque está passando por um período de cuidado de outra pessoa. Essa questão fundamental nos humaniza. Então, tentamos ajustar o tempo de avaliação desse docente. Já para o estudante que ganha uma bolsa, <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.925-de-17-de-julho-de-2024-572911087" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">agora é lei</a>: a Capes deve prorrogar o período da bolsa, quando solicitado. Quando ingressei no doutorado, eu era coordenadora de curso e fui mãe. Ainda assim, tive que atender a todos os requisitos, como se eu não tivesse uma criança para cuidar.  Por mais ajuda que a mãe tenha, a criança depende muito dela, principalmente, nesses primeiros anos. Nos meses de aleitamento, temos a licença, mas aquele período de licença contava para minha produção intelectual. Agora, não conta mais.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: esse olhar do poder público pode aumentar o número de mulheres no ambiente acadêmico?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: é um estímulo maior. Muitas mulheres sequer ingressam no ambiente da orientação porque estão cuidando dos filhos. Em dados gerais, sabemos que as mulheres são maioria entre mestres e doutores desde 1997. E elas são a maioria de doutores há mais de 20 anos, desde 2005. Mas quando olhamos o corpo docente da pós-graduação, esse é majoritariamente masculino. O que é alarmante. Obviamente, há impedimentos, seja por viés implícito – quando escolhem um homem e não uma mulher – seja por falta de igualdade de condições ou ainda porque as mulheres sequer se candidatam para concorrer nos concursos. Há um crivo, às vezes, é prévio. Entendo que não há nenhum motivo para uma maioria masculina, quando as mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação. E isso não se reflete na maioria do corpo docente. O que tem impedido as mulheres de seguirem? Com certeza, a maternidade é um dos fatores.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: sobre as diferenças regionais, o censo pode ajudar a identificar onde estão os lugares com maiores carências na pós graduação do país?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: sem dúvida nenhuma. Uma pergunta é: o percentual de bolsas de pós-graduação deve ser igual entre as diferentes regiões? O percentual deve ser igual entre as diferentes áreas do conhecimento? Sair desse eixo sul, sudeste sobretudo, né? Muito importante a nova diretoria de informação científica que vai analisar os dados do censo, junto com o Plano Nacional de Pós-Graduação, com a agenda, e definir os caminhos para o desenvolvimento do país, para que a gente possa reduzir definitivamente a desigualdade social.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: o que se sabe sobre a inclusão de estudantes pretos, pardos, indígenas e quilombolas e de pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação stricto sensu, prevista na revisão da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14723.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei de Cotas</a> (nº 14.723/2023)? Denise Pires de Carvalho: é importante dizer que no término da graduação ainda há diferenças, infelizmente, porque elas vêm de base. Para uma reparação histórica dessas diferenças, é necessário que haja cota também no ambiente da pós-graduação.Mas é um processo. O que nós fizemos [na revisão da Lei de Cotas] foi incluir a pós-graduação e deixar que cada programa de pós-graduação decida. Pois, a pós-graduação é muito diversa. Então, a inclusão não pode ser obrigatória. Todas essas questões precisam ser discutidas e implementadas no bojo da autonomia das universidades. No processo de avaliação, aqueles programas que tiverem políticas afirmativas terão uma avaliação melhor. Então, é muito importante que a Capes saiba se esse programa com uma política de ação afirmativa, efetivamente, está incluindo os estudantes. Nós saberemos sobre isso por meio do censo. Porque uma coisa é ter a política afirmativa na norma, outra é a política ser efetivada. Quem vai dizer o que ocorre é o estudante. O censo é autodeclaratório.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: sabemos que as cotas na graduação receberam muitas críticas no passado. E as cotas na pós-graduação recebem também?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: para chegar na cota da pós-graduação, a gente precisa de várias ações que antecedem o ingresso nessa etapa. Para muitos, o estudante preto e pardo que ingressou na graduação já teria se igualado ao branco, o que não é verdade, por conta do racismo estrutural e das condições socioeconômicas do país. Explico que a nota de corte para um curso da graduação é determinada pelo ensino básico. Em uma escola de elite, sabemos que é, ainda, diferente do ensino público básico. Eu espero que o ensino público básico tenha a mesma qualidade das universidades públicas, que são as melhores do país. Na verdade, isso sim é igualar. Mas, como igualar o que há em casa? Há o ambiente familiar e de estudos, além de outros determinantes sociais que fazem com que uma parcela da população tenha mais dificuldades de acesso à educação superior. Eu acompanhei a implantação da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei de Cotas</a> (nº 12.711/2012) e vi os cursos superiores em instituições públicas continuarem de excelência. À época, diziam que o ingresso de estudantes pretos e pardos pela lei diminuiria a qualidade. O que não ocorreu. Hoje, quando olhamos para a pós-graduação, temos estudantes que vêm dos laboratórios, das bancadas, desde a graduação. É natural que um estudante ingresse em um programa de iniciação científica, independentemente da sua cor. Mas nós tínhamos uma maioria de brancos nos programas de iniciação científica. Hoje, vejo negros, pretos recebendo premiações de iniciação científica. Isso demonstra que a política pública está no caminho certo. É uma política inclusiva que está não apenas incluindo, mas dando acesso e permanência, por meio da concessão de bolsas e de oportunidades.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: como o censo pode ajudar a Capes a prevenir a evasão de pós-graduandos causada, sobretudo, por questões de saúde mental. Eles são impactados pelas atividades acadêmicas e prazos?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: o aprender é sair da sua zona de conforto e ter que adquirir conhecimento. A questão da saúde mental é multifatorial e há um percentual da população, seja no nível da educação básica ou da educação superior, que terá questões de saúde mental, independentemente de estar nesse ambiente estressante. Nesse contexto, o indivíduo gradua, pega o diploma, alguns seguem os estudos, outros param e se questionam: ‘Sou capaz de exercer essa profissão? Para onde vou?’. Todo esse conjunto gera um estresse natural no indivíduo, o que, muitas vezes, faz com que ele adoeça. Quem ingressa no mestrado, no doutorado, já tem algum tipo de estresse, o que pode deflagrar questões de saúde mental mais ou menos graves. São gatilhos, reconheço. Porém, a pós-graduação é o ambiente da educação com o menor nível de evasão. Não chega perto do abandono da graduação, que é de mais 40% e até mais de 50% em alguns cursos, mesmo considerando as instituições públicas, onde não há pagamento de anuidade ou mensalidade. Então, sabemos que a pós-graduação é ambiente estressante. Porém, não é mais do que outros. Na pós-graduação, há uma história de sucesso, porque há menos de 10% de evasão no doutorado ou no mestrado. Na verdade, dependendo do dado e como se analisa, é em torno de 4% a 5%. Até esse percentual de 5% é esperado. Porque a evasão pode ser daquele estudante que mudou a trajetória por não querer mais o curso ou que não se adaptou àquele ambiente estressante. Sabemos que as questões de saúde mental são um motivo de evasão. Então, devemos melhorar o ambiente da pós-graduação para que seja menos estressante. Só não podemos fazer isso em detrimento da qualidade dos cursos.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: há ainda os fatores socioeconômicos no país, pelo fato de as pessoas precisarem trabalhar para o próprio sustento ou de sua família? Por isso, como avalia a importância das bolsas de estudo?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: na verdade, a bolsa de estudo sustenta o indivíduo na pós-graduação. Porque ele não teria como continuar na pós-graduação se tivesse que trabalhar. Nós estamos financiando um profissional que vai fazer a diferença para o Brasil. O maior estresse é essa questão da falta da bolsa. Por isso, o governo federal atual trabalha para ampliar as vagas na pós-graduação e o número de bolsas. Porque estamos longe de ter 100% de bolsistas na pós-graduação. Não! É minoria em termos percentuais, com bolsas da Capes. É importante que o país saiba disso, porque muitos acham que todos os mestrandos e doutorandos têm bolsas.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: por que uma nação precisa de doutores?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: um país que tem um número maior de mestres e de doutores é mais desenvolvido. O Brasil passa por muitas fases para chegar ao desenvolvimento. Nesses 60 anos, conseguimos construir o sistema nacional de pós-graduação consolidado e forte. Para isso, as nossas universidades precisaram ampliar o número de professores doutores. Então, grande parte dos doutores formados na pós-graduação é, hoje, docente na pós-graduação. O que quer dizer que os doutores que formamos antes, atualmente, formam doutores. O Brasil precisa de doutores. Nas últimas duas décadas, as presidências anteriores da Capes implantaram um estágio obrigatório na docência para bolsistas da instituição. E um indivíduo que está no ambiente da pós-graduação, que entra em uma sala de aula, vai ministrar um curso sob supervisão. Se tem aptidão, esse indivíduo acaba ficando naquele ambiente. Isso dá retorno. E esse estágio obrigatório fez com que nós tenhamos hoje algumas universidades federais com 100% de professores doutores. A Federal do ABC [UFABC/Santo André, SP] não tem nenhum professor que não seja doutor. A maior parte das universidades federais tem acima de 80% a 85% de doutores no seu corpo docente. As federais são as melhores universidades do país e têm os melhores cursos porque têm professores qualificados. Os melhores cursos estão onde há o corpo docente mais qualificado. É assim em todo lugar do mundo. Não seria diferente no Brasil.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: é importante dar continuidade a esse movimento de formação de doutores para o ambiente acadêmico ou é hora de focar na formação de doutores para o setor produtivo não acadêmico?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: um professor vocacionado para docência e para produção de conhecimento no ambiente acadêmico continuará sendo necessário, porque o corpo docente da pós-graduação envelheceu. Então, precisamos renovar esse professorado. Só que não pode ser mais exclusivamente, porque nenhum país do mundo se desenvolveu também sem a interação universidade e empresa, sem o chamado ambiente da inovação que acontece no ambiente empresarial.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: as universidades brasileiras estão direcionadas a formar mais doutores para interagir com o setor produtivo não acadêmico?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: sim. Nós precisamos desenvolvê-lo e é o que o governo [federal] tem feito, com o plano Nova Indústria Brasil. No ano passado, a <a href="https://cad.capes.gov.br/ato-administrativo-detalhar?idAtoAdmElastic=18647#anchor" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Capes</a> permitiu que o estágio obrigatório seja prestado em qualquer ambiente, inclusive o empresarial. Estamos em nova fase do país, na qual os doutores, durante o doutoramento, podem se aproximar das empresas e da sociedade civil organizada. A Capes abriu os programas de pós-graduação para todo tipo de interação, em áreas vinculadas ao conhecimento. A determinação é do orientador do curso e do pós-graduando.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: com isso, a Capes passa a avaliar os cursos do ponto de vista da interação com a sociedade?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: nas fichas de avaliação, olhamos quais são os impactos regionais, locais, nacionais e até internacionais dessa virada de página do simples estágio na docência. Porque, agora, o estágio pode ser feito na sociedade civil organizada, incluindo empresas. Temos o estágio obrigatório do bolsista da Capes associado à inovação, que é o Programa DAI [de Doutorado Acadêmico para Inovação] do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico]. Temos um acordo de cooperação técnica com a Embrapii [Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial]. Estamos desenhando o primeiro acordo de cooperação técnica com a Finep [(Financiadora de Estudos e Projetos]. Veja que a Capes se aproxima do setor produtivo não acadêmico por meio de várias ações.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: considerando que o censo da Capes para os Programas de Pós-Graduação possui um universo de 504 mil participantes e está aberto há dois meses, quais estratégias devem ser adotadas para garantir o engajamento total das universidades até o prazo final de 26 de fevereiro, assegurando assim a representatividade dos dados?<br /><strong>Denise Pires de Carvalho</strong>: neste momento, nós já temos quase 70% do público contribuinte para o censo. Sendo que mais de 150 Programas de Pós-Graduação já tem 100% dos formulários preenchidos. Muitos outros cursos têm 98%.<br />Nós queremos terminar o censo o mais rápido possível para que possamos analisar os dados e para que a sociedade brasileira conheça o retrato da pós-graduação.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/capes-realiza-censo-da-pos-graduacao-ate-26-de-fevereiro</p>
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		<item>
		<title>Censo revela nomes e sobrenomes mais comuns do país; veja a lista</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 14:54:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas. Nas cidades cearenses de Morrinhos e Bela Cruz, as Marias somam 22% da população. Já os Silvas são 34 milhões de brasileiros ou 16% da população. Em seis cidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Censo-revela-nomes-e-sobrenomes-mais-comuns-do-pais-veja.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Censo-revela-nomes-e-sobrenomes-mais-comuns-do-pais-veja.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Nas cidades cearenses de Morrinhos e Bela Cruz, as Marias somam 22% da população.</strong></p>
<p>Já os Silvas são 34 milhões de brasileiros ou 16% da população. <strong>Em seis cidades de Pernambuco e Alagoas, os Silva são mais de 60% da população.</strong></p>
<p>As revelações fazem parte do site <a href="https://censo2022.ibge.gov.br/nomes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Nomes do Brasil</a>, divulgado nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A ferramenta interativa permite consultar a ocorrência, período de nascimento, concentração geográfica e idade mediana de pessoas com determinados nomes e sobrenomes.</p>
<p>O levantamento retrata a população brasileira em 1º de agosto de 2022, data base do Censo 2022.</p>
<p>&gt;&gt; Confira <a href="https://censo2022.ibge.gov.br/nomes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui curiosidades</a> sobre seu nome e sobrenome.</p>
<p>O período de ocorrência do nome permite identificar, por exemplo, que o pico de nascimento de Marias foi de 1960 a 1969, com 2,5 milhões. Já entre 2020 e 2022, a quantidade ficou em 517 mil.</p>
<p><strong>Já nomes como Gael, Ravi e Valentina tiveram crescimento vertiginoso a partir de 2010.</strong> Se na primeira década do século 21 nasceram 763 pessoas chamadas Gael, entre 2020 e 2022 foram 96,5 mil.</p>
<p>Ao todo, o IBGE identificou mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes. Não há diferenciação entre sinais gráficos, ou seja, não há diferenciação entre Tamara e Tâmara. Já casos como Ana e Anna, Luís e Luiz, os nomes são contabilizados separadamente.</p>
<p>Confira os nomes e sobrenomes mais populares no país:</p>
<p><strong>Mulheres</strong></p>
<ul>
<li>Maria: 12.224.470 pessoas</li>
<li>Ana: 3.929.951</li>
<li>Francisca: 661.582</li>
<li>Julia: 646.239</li>
<li>Antonia: 552.951</li>
<li>Juliana: 536.687</li>
<li>Adriana: 533.801</li>
<li>Fernanda: 520.705</li>
<li>Márcia: 520.013</li>
<li>Patrícia: 499.140</li>
</ul>
<p> <br /><strong>Homens</strong></p>
<ul>
<li>José: 5.141.822 pessoas</li>
<li>João: 3.410.873</li>
<li>Antônio: 2.231.019</li>
<li>Francisco: 1.659.196</li>
<li>Pedro: 1.613.671</li>
<li>Carlos: 1.468.116</li>
<li>Lucas: 1.332.182</li>
<li>Luiz: 1.326.222</li>
<li>Paulo: 1.326.222</li>
<li>Gabriel: 1.201.030</li>
</ul>
<p><strong>Sobrenomes</strong></p>
<ul>
<li>Silva: 34.030.104 pessoas</li>
<li>Santos: 21.367.475</li>
<li>Oliveira: 11.708.947</li>
<li>Souza: 9.197.158</li>
<li>Pereira: 6.888.212</li>
<li>Ferreira: 6.226.228</li>
<li>Lima: 6.094.630</li>
<li>Alves: 5.756.825</li>
<li>Rodrigues: 5.428.540</li>
<li>Costa: 4.861.083</li>
</ul>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/censo-revela-nomes-e-sobrenomes-mais-comuns-do-pais-veja-lista</p>
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		<title>Carro é o principal meio de transporte para o trabalho, diz Censo</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 15:17:19 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O carro é o principal meio de transporte utilizado pelos brasileiros para ir ao trabalho, de acordo com dados do Censo divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <strong>Os dados do Censo Demográfico 2022 mostram que 32% das pessoas que precisam se deslocar pelo menos três vezes por semana para o local de trabalho usam o automóvel, superando a proporção de 21,4% das que utilizam ônibus.</strong> Em terceiro lugar, vêm aquelas que se deslocam a pé, ao menos na maior parte do tempo, e que somavam 17,8%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Carro-e-o-principal-meio-de-transporte-para-o-trabalho.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Carro-e-o-principal-meio-de-transporte-para-o-trabalho.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O censo traz justamente esse quadro amplo do Brasil, mostrando os gargalos e as dificuldades. Isso é reflexo do nosso histórico, que privilegiou o automóvel em detrimento de outros meios de transporte, mas também mostra certas carências do transporte público, que são especialmente mais impactantes em grandes concentrações urbanas, como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Brasília&#8221;, avalia o analista do IBGE Mauro Sergio Pinheiro de Sousa.</p>
</blockquote>
<h2>Tempo de deslocamento</h2>
<p>Essas carências aparecem principalmente no tempo de deslocamento. <strong>Na média brasileira, a maior parte dos trabalhadores, 57%, leva de seis minutos até meia hora para chegar ao local de trabalho, totalizando 40 milhões de pessoas</strong>. Mas essa proporção é menor no Sudeste, 53%, e cai para a casa de 36% nas duas maiores cidades do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo. Na outra ponta, 12,6% das pessoas levam mais de uma hora nesse trajeto, número que sobe para 27,9% em São Paulo e 29,8% no Rio.</p>
<p>A região metropolitana do Rio de Janeiro também se destaca no ponto mais extremo da escala, o dos trabalhadores que levam mais de duas horas para chegar ao trabalho. Onze cidades fluminenses figuram na lista dos 20 municípios, com mais de 100 mil habitantes, que tem o maior percentual de trabalhadores que declararam esse tempo de deslocamento, incluindo as três primeiras posições. Em Queimados, a grande campeã, 12,5% dos trabalhadores demoram pelo menos duas horas no trajeto de casa até o trabalho. A proporção na capital foi de 5,6%, enquanto a média brasileira ficou em 1,8%.</p>
<p><strong>O Censo também identificou algumas relações entre o tempo de deslocamentos e desigualdades sociais. Por exemplo, 16,4% das pessoas negras e 12,2% das indígenas leva pelo menos uma hora para chegar ao trabalho, enquanto a proporção entre as pessoas brancas foi de 10,4%. E maiores rendimentos domiciliares per capita também estavam associados a um menor tempo de deslocamento.</strong></p>
<p>Essas diferenças também aparecem na análise dos meios de transporte. A proporção de pessoas que vão de automóvel para o trabalho, alcança 42,9% entre as pessoas brancas, mais que o dobro da proporção declarada pelas pessoas pretas, que utilizam mais o ônibus, com 29%. Além disso, 57,8% dos trabalhadores com ensino superior completo vão de carro para o trabalho, enquanto a proporção entre as pessoas com ensino médio completo é menos que a metade, 28,6. Além disso, o meio preferencial das pessoas sem instrução ou com ensino fundamental completo é a pé, com 25,6%.</p>
<p>Os analistas do IBGE também fizeram cruzamentos entre o tempo de trajeto e os meios de transporte e identificaram que 70% das pessoas que usam o ônibus como principal meio de transporte, levam pelo menos meia hora no trajeto. Já 52,2% dos usuários de trem ou metrô demoram pelo menos 1 hora.</p>
<p><strong>Ainda de acordo com o Censo, em 2022, 88,4% dos brasileiros trabalhavam no mesmo município de residência, sendo 71,4% em outro local e 16,9% na própria casa ou propriedade</strong>. residência. Por outro lado, 10,7% dos trabalhadores precisavam se deslocar para outro município para trabalhar e 7,9 milhões dessas pessoas faziam isso pelo menos 3 dias por semana.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/carro-e-o-principal-meio-de-transporte-para-o-trabalho-diz-censo</p>
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		<title>Escolas podem corrigir dados do Censo Escolar 2025 até 23 de outubro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/escolas-podem-corrigir-dados-do-censo-escolar-2025-ate-23-de-outubro/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 19:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os gestores de educação nos estados, no Distrito Federal e nos municípios de todo o país podem conferir, confirmar ou, se necessário, retificar online os relatórios por escola dos dados preliminares do Censo Escolar da Educação Básica de 2025, declarados no período de coleta da primeira etapa. As informações da primeira das duas etapas da pesquisa estatística da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Os gestores de educação nos estados, no Distrito Federal e nos municípios de todo o país podem conferir, confirmar ou, se necessário, retificar <em>online</em> os relatórios por escola dos dados preliminares do Censo Escolar da Educação Básica de 2025, declarados no período de coleta da primeira etapa.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Escolas-podem-corrigir-dados-do-Censo-Escolar-2025-ate-23.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Escolas-podem-corrigir-dados-do-Censo-Escolar-2025-ate-23.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As informações da primeira das duas etapas da pesquisa estatística da educação básica foram publicadas no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mec-n-650-de-18-de-setembro-de-2025-657776890" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Diário Oficial da União </a>dessa terça-feira (23), na portaria n.º 650/2025 do Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>Os resultados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abrangem as diferentes etapas e modalidades da educação básica:</p>
<ul>
<li>ensino regular (educação infantil, ensino fundamental e médio);</li>
<li>educação especial – escolas e classes especiais;</li>
<li>Educação de Jovens e Adultos (EJA);</li>
<li>educação profissional e tecnológica (cursos técnicos e cursos de formação inicial continuada ou qualificação profissional).</li>
</ul>
<p>Os resultados são apresentados por unidade da federação, em ordem alfabética, segundo os municípios.</p>
<p><strong>Os dados divulgados foram declarados pelos gestores até 31 de julho e tratam de estabelecimentos de ensino, turmas, alunos, gestores e profissionais escolares em sala de aula.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Retificação de dados</h2>
<p>O <a href="https://educacenso.inep.gov.br/educacenso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Sistema Educacenso</a> foi reaberto pelo Inep no período de 23 de setembro a 22 de outubro para conferência, retificação, inclusão ou exclusão dos dados declarados ao Censo Escolar 2025.</p>
<p>A funcionalidade de fechamento do sistema possibilita que as escolas verifiquem se há inconsistências nos dados declarados e emitam e imprimam o recibo de entrega dos dados.</p>
<h2>Cronograma</h2>
<p><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-239-de-5-de-maio-de-2025-627643964" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os dados finais da matrícula inicial 2025 devem ser consolidados em dezembro, de acordo com o cronograma</a>  oficial do Censo Escolar da Educação Básica de 2025.</p>
<p><strong>A segunda etapa do Censo Escolar da Educação Básica de 2025 é voltada à situação do aluno. A coleta dos dados de rendimento, ao final do ano letivo, e o movimento escolar dos alunos declarados na primeira etapa de coleta do Censo Escolar 2025, ocorrerão no período de 2 de fevereiro a 13 de março de 2026.</strong></p>
<p>A divulgação final das estatísticas da educação básica pelo Inep está prevista para 12 de maio de 2026.</p>
<p>Após a publicação final dos dados no <em>Diário Oficial da União</em>, as informações censitárias passam a ser consideradas como estatísticas oficiais da educação básica, não sendo possível realizar alteração nos dados.</p>
<h2>Como é o Censo Escolar</h2>
<p>O Censo Escolar é realizado anualmente pelo Inep e a declaração é obrigatória para todas as escolas públicas e privadas do país.</p>
<p><strong>A principal pesquisa estatística da educação básica é realizada em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação.</strong></p>
<p>O levantamento é dividido em duas etapas. A primeira delas coleta informações sobre os estabelecimentos de ensino, gestores, turmas, alunos e profissionais escolares em sala de aula. As estatísticas de matrículas geradas nesta etapa servem de base para o repasse de recursos federais e para o planejamento e a divulgação das avaliações nacionais realizadas pelo Inep.</p>
<p>A segunda etapa pesquisa informações sobre o movimento e o rendimento escolar dos alunos. Os indicadores oficiais também servem de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE).</p>
<p><strong>O censo também é uma ferramenta de análise da situação da educação no Brasil, das unidades federativas e dos municípios, bem como das escolas, visando acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/escolas-podem-corrigir-dados-do-censo-escolar-2025-ate-23-de-outubro</p>
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		<item>
		<title>Número de alunos aumenta no ensino médio, mostra Censo Escolar 2024</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/numero-de-alunos-aumenta-no-ensino-medio-mostra-censo-escolar-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 20:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os dados do Censo Escolar 2024 apontam para aumento no número de matrículas no ensino médio no ano passado nas redes pública e privada. Foram registradas 7,8 milhões de inscrições nesta última etapa da educação básica, o que representa um acréscimo de 1,5% em relação a matrículas efetuadas no ano passado (7,6 milhões). Durante a apresentação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os dados do Censo Escolar 2024 apontam para aumento no número de matrículas no ensino médio no ano passado nas redes pública e privada. Foram registradas 7,8 milhões de inscrições nesta última etapa da educação básica, o que representa um acréscimo de 1,5% em relação a matrículas efetuadas no ano passado (7,6 milhões).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Numero-de-alunos-aumenta-no-ensino-medio-mostra-Censo-Escolar.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Numero-de-alunos-aumenta-no-ensino-medio-mostra-Censo-Escolar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durante a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=sJRhLSUyM3k " target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">apresentação do levantamento</a>, nesta terça-feira (9), na sede do Ministério da Educação (MEC), o ministro Camilo Santana ressaltou a reversão da tendência de queda de matrículas após a pandemia da covid-19, que foi de 0,4% na educação básica naquele período. “Neste ano não caímos, e até crescemos. Então, é uma tendência importante.”</p>
<p>O ministro afirmou que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) fará estudos para o governo federal avaliar melhor os efeitos do programa Pé-de-Meia no ingresso e permanência de alunos no ensino médio.</p>
<p>O ministério aguarda o envio do número de matrículas na rede pública de ensino, em maio, pelas redes de ensino estaduaisa fim de avaliar os impactos da política. A chamada poupança do ensino médio &#8211; o Pé-de-Meia &#8211; oferece incentivos financeiros para promover a permanência e a conclusão escolar por estudantes de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal.</p>
<h2>Ensino médio regular</h2>
<p>Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2024, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 93,4% da população de 15 a 17 anos frequentava a escola em 2024.</p>
<p>De acordo com o Censo Escolar 2024, coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 82,5% dos alunos do ensino médio estudavam no turno diurno e 17,5% (1,4 milhão de estudantes) estudavam à noite. É a única etapa da educação básica com este percentual de alunos do período noturno.</p>
<p>No Brasil, o ensino médio regular é majoritariamente urbano. Do total de estsudantes matriculados, 94,5% frequentavam escolas nas cidades.</p>
<p>Sobre a distribuição das matrículas no ensino médio, a rede estadual é a principal responsável pela educação no ensino médio, com 6,5 milhões de alunos (83,1%). A rede estadual concentra 95,8% dos estudantes da rede pública e a rede federal registra 243,6 mil matrículas, o que corresponde a 3,1% do total.</p>
<p>A rede privada tinha cerca de 1 milhão de alunos em 2024, o que corresponde a 13,2% das matrículas no ensino médio.</p>
<p>Quatro em cada dez escolas de ensino médio (42,2%) abrigam mais de 500 alunos cada uma, revela o Censo..</p>
<p>Os resultados completos do Censo Escolar 2024 estão disponíveis no <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar/resultados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">portal do Inep</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-04/censo-escolar-2024-numero-de-alunos-aumenta-no-ensino-medio</p>
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		<item>
		<title>Censo 2024: matrículas em tempo integral passam de 18% para 23%</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 16:47:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Censo Escolar de 2024 revelou que as matrículas em escolas de tempo integral passaram de 18,2%, em 2022, para 22,9% em 2024. Já o número de matrículas na educação profissional e tecnológica (EPT) cresceu 2,4 vezes mais do que o registrado em 2023. Os resultados foram apresentados, nesta quarta-feira (9), pelo Ministério da Educação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Censo Escolar de 2024 revelou que as matrículas em escolas de tempo integral passaram de 18,2%, em 2022, para 22,9% em 2024. Já o número de matrículas na educação profissional e tecnológica (EPT) cresceu 2,4 vezes mais do que o registrado em 2023.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Censo-2024-matriculas-em-tempo-integral-passam-de-18-para.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Censo-2024-matriculas-em-tempo-integral-passam-de-18-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os resultados foram apresentados, nesta quarta-feira (9), pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília.</p>
<p>Em entrevista para divulgação dos resultados do levantamento, o ministro da Educação, Camilo Santana, disse que <strong>a atual gestão tem atenção especial na educação básica, que abrange desde a educação infantil até o ensino médio, nas modalidades do ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Em relação à educação básica, nunca o Ministério da Educação teve um olhar tão forte para a educação básica nesse país. O Ministério sempre olhou muito mais para questão da educação superior, da nossa universidade, dos institutos federais, nós estamos tendo um olhar especial, mas para isso deve ser construído com os entes federados.”</p>
</blockquote>
<p>O Censo Escolar é realizado anualmente.  A partir destas informações, é produzido, entre outros, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).</p>
<h2>Educação básica</h2>
<p>Ao todo, no ano passado, todas as etapas da <strong>educação básica no Brasil registraram 47,1 milhões de matrículas, distribuídas em 179,3 mil escolas em todo o país, o que corresponde a cerca de 216 mil matrículas a menos em comparação com 2023 ou queda de 0,4% no período. </strong> Em números absolutos, a rede pública teve uma redução de mais de 380 mil matrículas de 2023 para 2024.</p>
<p>Quase metade desses estudantes (49,1%) são atendidos nas redes municipais de ensino, sendo que 31,7% dos municípios têm até cinco escolas. Se consideradas as localidades com até dez escolas, são 52,7% dos municípios brasileiros. Apenas 2,1% das cidades têm mais de cem escolas.</p>
<p>Durante a apresentação dos dados, o diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno, destacou a necessidade da cooperação entre o Ministério da Educação, os governos estaduais e os governos municipais. </p>
<blockquote>
<p>“É essencial para dar conta de desafio do atendimento dessa população, sobretudo porque são os municípios o elo mais fraco dessa corrente. O apoio a eles, quer seja do estado ou da União, é essencial para garantir as condições necessárias para o desenvolvimento da educação no território.”</p>
</blockquote>
<h2> </h2>
<p><em>Matéria em ampliação</em></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-04/censo-escolar-matriculas-para-educacao-em-tempo-integral-aumentam</p>
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		<item>
		<title>Censo 2022 já passou por mais de 20 milhões de domicílios</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/censo-2022-ja-passou-por-mais-de-20-milhoes-de-domicilios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 00:27:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Censo Demográfico 2022, iniciado no dia 1º de agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já passou por 20.290.359 domicílios no país, contando até o momento 58.291.842 pessoas. O primeiro balanço do levantamento nacional foi divulgado hoje (30) pelo IBGE e considera os dados lançados pelos recenseadores até ontem (29). O estado mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Censo Demográfico 2022, iniciado no dia 1º de agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já passou por 20.290.359 domicílios no país, contando até o momento 58.291.842 pessoas. O primeiro balanço do levantamento nacional foi divulgado hoje (30) pelo IBGE e considera os dados lançados pelos recenseadores até ontem (29).</p>
<p>O estado mais adiantado em termos percentuais é o Rio Grande do Norte, com 53% dos setores censitários trabalhados, seguido por Pernambuco (52,45%) e Distrito Federal (52,04%). O estado de Mato Grosso tem a menor proporção, com 21,81%, seguido de Roraima (25,75%) e São Paulo (29,63%).</p>
<p>O IBGE divide o país em 452.246 setores censitários urbanos e rurais, dos quais 38,4% já estão sendo visitados pelos 144.634 recenseadores.</p>
<p>Até o momento, 88,2% dos domicílios (17.697.415) responderam ao questionário básico e 11,8% (2.365.208) ao ampliado.</p>
<p>O questionário básico contém 26 questões sobre características do domicílio, seus moradores e a identificação étnico-racial, registro civil e educação dos mesmos, além do rendimento do responsável e dados a respeito de mortalidade. Na média, as pessoas têm demorado seis minutos para respondê-lo.</p>
<p>Já o modelo ampliado investiga, além dos aspectos consultados por meio do questionário básico, detalhes sobre trabalho, renda, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, pessoas com deficiência, migração interna e internacional, deslocamento para estudo, deslocamento para trabalho e autismo. Este leva, em média, cerca de 18 minutos para ser respondido. O tipo de questionário a ser aplicado a cada pessoa entrevistada é definido por amostragem, de forma aleatória.</p>
<p>Ao todo, 99,7% da coleta foi feita de forma presencial. Um total de 34.055 domicílios optaram por responder pela internet e outros 30.202 pelo telefone. De acordo com o IBGE, 2,3% dos domicílios visitados se recusaram a responder.</p>
<p>É possível acompanhar o andamento da coleta por estado e por município pelo site do Censo 2022.</p>
<p><strong>Primeiros dados</strong></p>
<p>O gerente técnico do censo Luciano Duarte ressalta a contagem de indígenas (450.140) e de quilombolas (386.750) como um avanço no levantamento. “Quanto aos quilombolas, mesmo sendo parcial, esse já é um número inédito, pois é a primeira vez que estamos fazendo essa investigação”.</p>
<p>De acordo com ele, a pirâmide etária parcial já revela o envelhecimento da população. “Já conseguimos observar na pirâmide parcial o envelhecimento da população, com o topo da pirâmide mais avolumado, e picos nas idades de 40 e 20 anos, conforme o esperado. Os indicadores de qualidade vêm mostrando que a informação é consistente”.</p>
<p>Da contagem populacional feita até o momento, 47,8% são homens e 52,2% mulheres.</p>
<p><strong>Processos seletivos</strong></p>
<p>Duarte disse que o andamento da coleta de dados está ocorrendo dentro do previsto, mesmo com cerca de 20% das vagas disponíveis para recenseadores estarem ainda abertas.</p>
<p>“A produtividade individual dos recenseadores está dentro do esperado. Os setores estão sendo trabalhados no tempo adequado e os sistemas de coleta, acompanhamento e transmissão estão funcionando bem, assim como os equipamentos”, disse.</p>
<p>De acordo com o IBGE, há falta de pessoal para atuar em alguns locais e o instituto está com 78,8% do total de vagas de recenseadores preenchida no momento. O estado com maior déficit é o Mato Grosso, com 51,2% das vagas ocupadas. Alagoas está com 99,6% dos postos preenchidos.</p>
<p>Uma rotina prevista nos censos, o IBGE lança periodicamente editais de processos seletivos complementares. O último encerrou as inscrições em 29 de agosto, com 6.514 vagas de Recenseador e 251 vagas de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS). Os editais podem ser acompanhados no site do IBGE.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>IBGE lança Censo 2022 nesta segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 01:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; “O Censo brasileiro é uma das maiores operações censitárias do mundo, no sentido de visita domiciliar, de você bater de porta em porta e colocar 180 mil recenseadores na rua. O Censo não é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma instituição que pertence ao Brasil. O IBGE coordena o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; “O Censo brasileiro é uma das maiores operações censitárias do mundo, no sentido de visita domiciliar, de você bater de porta em porta e colocar 180 mil recenseadores na rua. O Censo não é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma instituição que pertence ao Brasil. O IBGE coordena o Censo, mas é o Censo do Brasil.” A afirmação é do diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, que, em entrevista à Agência Brasil, destacou a importância do 13º Censo Demográfico, que será iniciado amanhã (1º), com lançamento oficial no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, acompanhado por agências da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Para Azeredo, responder o Censo é um ato de cidadania. “É como votar, como tirar um documento. É fundamental que todo cidadão procure ser recenseado e receba o recenseador do IBGE.”</p>
<p>O Censo é uma operação importante para o país porque permite conhecer os detalhes de como a população vive, quantas são as pessoas e onde elas estão. “É importante para a sociedade, para o governo, para as empresas públicas e privadas, para os gestores públicos e da iniciativa privada. Se você vai abrir uma empresa em determinado município, precisa conhecer detalhes daquele município”.</p>
<p><strong>Vacinas</strong></p>
<p>Como exemplo, o diretor de Pesquisas chamou a atenção para a importância do Censo durante a distribuição de vacinas contra a covid-19. Sem o Censo atualizado, muitos prefeitos não sabiam exatamente qual era a população de suas cidades. Com isso, alguns municípios receberam vacina a mais e outros, a menos.</p>
<p>A pandemia foi ainda a responsável pelo adiamento do Censo, que deveria ter ocorrido em 2020. Para Azeredo, é fundamental atualizar o quantitativo da população em cada município. “Até porque toda distribuição do número de vereadores, do número de deputados, tudo isso corre em função dos números do Censo da estimativa de população”.</p>
<p>O 13º Censo Demográfico do Brasil será realizado durante dois meses e meio. A perspectiva é atingir 50% do país no primeiro mês (agosto) e 90% no segundo. O Censo deverá ser encerrado em outubro.</p>
<p>Os primeiros resultados preliminares relacionados ao tamanho da população por município devem ser publicados no dia 30 de dezembro deste ano. Os dados serão enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU) para produção do Fundo de Participação dos Municípios e do Fundo de Participação dos Estados.</p>
<p><strong>Geolocalização</strong></p>
<p>Azeredo informou que o processo do Censo 2022 será feito 100% de forma digitalizada. “A gente está com um orgulho muito grande de ter conseguido fazer, desta vez, não só a coleta eletrônica, mas cada smartphone ou dispositivo móvel de coleta (DMC), utilizado para fazer o Censo, vai estar com um chip que vai permitir a transmissão direta dos dados coletados. Isso dá maior segurança”. Caso esses equipamentos venham a ser extraviados ou sofram algum acidente, a informação já foi transferida.</p>
<p>Outro ponto importante é que, para a entrevista, o cidadão precisa estar domiciliado. A expectativa é identificar 76 milhões de domicílios particulares, de acordo com o diretor de Pesquisas do IBGE.</p>
<p>Além disso, todas as casas serão geolocalizadas. Com isso, é possível saber com exatidão a quantidade de domicílios em determinado local. A ferramenta pode ser útil, inclusive, em situações de desastres como as ocorridas em Brumadinho, em janeiro de 2019, e em Petrópolis, em março deste ano.</p>
<p>“Se a gente tivesse captado, em 2010, as marcas de GPS, teria ali a marcação de todas as casas que foram afetadas pelas chuvas e ajudaria, inclusive, a Defesa Civil, a identificar onde poderia ter uma residência ou não. Essa é uma grande novidade do Censo brasileiro para maior segurança e cobertura da operação. Eu acho que é um dos pontos fundamentais do Censo essa captura das coordenadas de GPS”, afirmou.</p>
<p><strong>Recenseadores</strong></p>
<p>Todos os recenseadores do IBGE estarão identificados com boné, colete e crachá. Dentro do crachá há um QR Code que pode ser lido pelo celular. Com isso, o cidadão pode confirmar o nome e a foto do recenseador e verificar se ele pertence ao quadro de servidores do Instituto. Em caso de dúvida, basta ligar para o IBGE no número 0800 721 8181.</p>
<p><strong>Questionário específico</strong></p>
<p>Outras novidades introduzidas pelo Censo 2022 incluem a maior identificação de pessoas que vivem em comunidades quilombolas e em comunidades indígenas, que terão questionários específicos.</p>
<p>O Censo inclui também perguntas específicas para pessoas com deficiência e para pessoas diagnosticadas por profissional de saúde com transtorno de espectro autista (TEA).</p>
<p>O Censo é constituído de dois questionários: um menor, que demora cinco minutos para ser preenchido; e outro maior, que demora em torno de 16 minutos. Cerca de 10% da população vai precisar responder ao questionário mais completo.</p>
<p><strong>Imigrantes</strong></p>
<p>O diretor do IBGE afirmou que os imigrantes estarão dentro da população estimada de 215 milhões de pessoas no Censo 2022. Segundo ele, o número pode ser menor em razão do aumento da mortalidade e da queda da fecundidade no país.</p>
<p>Tendo em vista o elevado fluxo de venezuelanos que entram no país via Roraima, o IBGE está realizando um trabalho especial naquele estado por conta da Operação Acolhida e das pessoas abrigadas. Nessa tarefa, o IBGE conta com o apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), ambas agências da Organização das Nações Unidas (ONU), para realizar o Censo em Roraima, com suporte do governo estadual.</p>
<p>A Operação Acolhida é uma operação deflagrada pelo Exército brasileiro desde fevereiro de 2018 que visa proteger os venezuelanos que atravessam a fronteira, prestando auxílio humanitário aos imigrantes venezuelanos em situação de vulnerabilidade, refugiados da crise política, institucional e socioeconômica que acomete a República Bolivariana da Venezuela.</p>
<p>Como há imigrantes em outros locais do Brasil, Cimar Azeredo informou que o IBGE segue o conceito de morador da ONU, referente à pessoa que tem um domicílio e não está afastada da residência por um período superior a 12 meses. “Com certeza, esse Censo vai ser muito importante para que a gente possa ter a identificação dessa população migrante no país”.</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>O IBGE conta este ano com um data center para auxiliar no processamento das informações do Censo Demográfico 2022.</p>
<p>O arcabouço tecnológico desenhado para o Censo permitirá que os resultados sejam divulgados de forma mais célere, ao contrário do que ocorreu em edições anteriores.</p>
<p>A meta é publicar, no início de 2023, as primeiras informações. Em dezembro de 2022, serão divulgados resultados preliminares do Censo referentes à população. Os resultados sobre domicílio, pirâmide etária, escolaridade e mercado de trabalho serão disponibilizados ao longo do ano de 2023.</p>
<p>Ainda na estrutura tecnológica, há uma parte relativa à proteção e segurança dos dados. Toda a equipe do IBGE, que alcança cerca de 220 mil pessoas, foi treinada para mostrar os códigos de ética e boas práticas em relação a sigilo e confidencialidade.</p>
<p>Os dados dentro dos equipamentos estão criptografados e contarão com um sistema de proteção. Mesmo depois da realização do Censo, o IBGE tem uma política de sigilo e confiabilidade, além de comitês de ética, responsáveis por essa questão internamente.</p>
<p>“A população pode ficar tranquila que as informações não serão disponibilizadas nunca. A confidencialidade e o sigilo das informações fazem parte da criação de um instituto de estatística como o IBGE”, afirmou Azeredo</p>
<p><strong>Recado</strong></p>
<p>Azeredo, que foi recenseador em 1980 e, agora, está na Diretoria de Pesquisas, diz que tem orgulho da história que construiu dentro do IBGE e pede que a população receba o entrevistador do instituto.</p>
<p>“O Censo é fundamental para você, para o país, para todo mundo. É importante que um país se conheça. E é fundamental receber o recenseador do IBGE, tratar o recenseador com cordialidade, responder corretamente ao Censo. Se, por acaso, o seu domicílio não for recenseado, procure o IBGE, não fique de fora. Não é legal ficar de fora do Censo. O legal é dizer que foi recenseado.”</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>IBGE faz concurso para contratar agentes para censo deste ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 23:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Brasil &#8211; O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu hoje (24) processo seletivo para contratação temporária de 133 profissionais que trabalharão no Censo 2022. As vagas são para agente censitário de administração e informática, distribuídas em 114 municípios de 14 estados.</p>
<p>Para se inscrever, é preciso ter ensino médio completo. O valor mensal da remuneração é de R$ 1.700, com direito a auxílio-alimentação e auxílio-transporte. A jornada de trabalho é 40 horas semanais, sendo oito horas diárias. A contratação tem duração de até cinco meses, podendo ser prorrogada.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas pelo site do IBGE até o dia 31 deste mês. Não será cobrada taxa de inscrição.</p>
<p>O processo seletivo consiste na análise da titulação acadêmica dos candidatos. Das 133 vagas, 14 são reservadas para pessoas pretas ou pardas e três, para pessoas com deficiência.</p>
<p>Mais informações sobre o processo seletivo simplificado podem ser encontradas no portal do IBGE.</p>
<p>Fonte; Agência Brasil</p>
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