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		<title>Políticos e autoridades celebram queda da Lei Magnitsky contra Moraes</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 20:01:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (12) a retirada dos nomes do ministro Alexandre de Moraes e de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, das sanções da Lei Magnitsky, o que gerou comemoração e elogios de parte dos políticos e autoridades brasileiros. A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, postou [&#8230;]]]></description>
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<p>O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (12) a retirada dos nomes do ministro Alexandre de Moraes e de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, das sanções da Lei Magnitsky, o que gerou comemoração e elogios de parte dos políticos e autoridades brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Politicos-e-autoridades-celebram-queda-da-Lei-Magnitsky-contra-Moraes.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Politicos-e-autoridades-celebram-queda-da-Lei-Magnitsky-contra-Moraes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, postou em suas redes sociais que a retirada da sanção é uma vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma derrota da família de Jair Bolsonaro. </strong></p>
<blockquote>
<p>“A retirada das sanções dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes é uma grande vitória do Brasil e do presidente Lula. Foi Lula quem colocou esta revogação na mesa de Donald Trump, num diálogo altivo e soberano. É uma grande derrota da família de Jair Bolsonaro, traidores que conspiraram contra o Brasil e contra a Justiça”.</p>
</blockquote>
<p><strong>O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (PT-RJ), postou um vídeo em suas redes sociais comemorando a decisão.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“O governo Trump acaba de tirar Alexandre de Moraes da Lei Magnitsky. Vitória da democracia, da soberania e da diplomacia do governo do presidente Lula. Grande dia”, disse. </p>
</blockquote>
<p>A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), escreveu que já era tempo de corrigir essa imposição imperialista sobre um ministro brasileiro. “Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo devem estar chorando em posição fetal neste momento”, comentou. </p>
<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL) lembrou que a lei era aguardada pela família Bolsonaro. “Era uma das únicas esperanças de que Eduardo, um dia, abraçaria seu pai novamente”, postou. </p>
<p><strong>As sanções da Lei Magnitsky foram impostas a Alexandre de Moraes pelo governo de Donald Trump no fim de julho. Em setembro, a lista passou a incluir também o nome de Viviane.</strong></p>
<h2>Críticas</h2>
<p><strong>O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SO), que negociou sanções ao Brasil com o governo norte-americano, também se manifestou – junto com o jornalista Paulo Figueiredo – sobre o fim da aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes. No texto divulgado em português e em inglês eles lamentaram a decisão dos EUA.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano. Somos gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil”. </p>
</blockquote>
<p>Eduardo Bolsonaro afirma ainda que a sociedade brasileira não soube “aproveitar a oportunidade” que teve em mãos. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/politicos-e-autoridades-celebram-queda-da-lei-magnitsky-contra-moraes</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Formandos da Universidade das Quebradas celebram periferia na ABL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 12:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Eu acredito que tudo de mais interessante, tudo de novo, tudo de ousado, tudo com potência de mudar a sociedade brasileira, vem das periferias, vem das quebradas”, disse a escritora Ana Maria Gonçalves.  O discurso dela, a primeira mulher negra eleita como imortal na Academia Brasileira de Letras (ABL), abriu a formatura da Universidade das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>“Eu acredito que tudo de mais interessante, tudo de novo, tudo de ousado, tudo com potência de mudar a sociedade brasileira, vem das periferias, vem das quebradas”, disse a escritora Ana Maria Gonçalves. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Formandos-da-Universidade-das-Quebradas-celebram-periferia-na-ABL.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Formandos-da-Universidade-das-Quebradas-celebram-periferia-na-ABL.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O discurso dela, a primeira mulher negra eleita como imortal na Academia Brasileira de Letras (ABL), abriu a formatura da Universidade das Quebradas, nessa terça-feira (14), no Rio de Janeiro.</p>
<p>A fala tocou os 46 formandos que estiveram na solenidade no Teatro Raimundo Magalhães Jr, na sede da ABL. Entre eles, Ismael Queiroz Dias, 29 anos, que se identifica como indígena, negro, causasiano. O jovem escritor é da cidade de Niterói, mas diz que, pela sua história é, na verdade, de muitas partes do Brasil.</p>
<p><strong>Ele tinha certo receio em relação ao curso por receber também escritores já publicados como ele, que lançou em 2022 seu primeiro livro, uma coletânea de contos sobre milicianos do Rio chamado <em>A Cidade Maravilhosa dos Milicianos: Compêndio Poético</em>. No entanto, encontrou um ambiente de aprendizado potente e de companheirismo. </strong></p>
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    <!-- END scald=440546 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=440546-->Durante a formatura, alunos não esconderam  a emoção- Foto: <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=440546--></h6>
</p>
</div>
<p>“É um orgulho estar aqui me formando hoje e estar falando em nome de muita gente, dos meus ancestrais, de todas as pessoas que vieram antes de mim, da minha mestiçagem, mas principalmente os indígenas dos quais eu sou”, revelou. </p>
<h2>Extensão universitária</h2>
<p><strong>O Curso de Escritores faz parte da Universidade das Quebradas, um projeto de extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, idealizado por Heloísa Teixeira e Numa Ciro para formar novos escritores principalmente de áreas periféricas do Rio.</strong></p>
<p>A iniciativa é uma parceria entre a UFRJ, Instituto Odeon e a ABL. Os alunos têm aulas semanais no prédio dos imortais e estudam suas obras como parte do material das aulas. A turma de 2025 estudou as obras do escritor e dramaturgo Ariano Suassuna. </p>
<p>Durante o semestre a turma mergulhou no trabalho do autor paraibano, que une literatura e arte popular com tradição e identidade. Como peça final, os <em>quebradeiros</em> e <em>quebradeiras</em>, como foram apelidados pela escritora Heloísa Teixeira, lançaram ontem (14) o livro <em>Suassuna Quebradeiro</em>, com contos e peças produzidos por eles e <a href="https://linktr.ee/suassunaquebradeiro25?utm_source=linktree_profile_share" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">disponível na internet</a>. </p>
<h2>A própria história</h2>
<p><strong>Para Lady Victória Padilha, 23 anos, nascida em Manaus e graduanda de Letras-Português na UFRJ, as aulas levam a universidade para quem tem uma realidade por vezes mais distante da academia. Ela aponta que não é tão veterana quanto seus colegas, mas a paixão por livros criou o desejo de escrever suas próprias histórias. </strong></p>
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    <!-- END scald=440543 --></div>
<p><h6 class="meta">Lady Vitoria diz que a paixão por livros criou o desejo de escrever suas próprias histórias Foto: <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=440543--></h6>
</p>
</div>
<p>Lady gostou de estudar Ariano Suassuna. “Não é só uma questão de literatura regional, é uma questão [que envolve] uma parte da cultura brasileira que a gente acaba tendo acesso”. Seu conto na coletânea da Formação de Escritores &#8211; <em>O Jovem Vendedor de Codajás</em> &#8211; abraça suas raízes do norte. </p>
<p>“E é um conto de humor sobre essa trajetória de uma viagem de barco e, ao mesmo tempo, aborda a experiência dos produtos e das vendas de açaí que são muito costumeiras no território de onde eu escrevi”, argumenta. </p>
<h2>Arte plena  </h2>
<p>Rose de Souza Garcia, de 60 anos, também passou pela faculdade de Letras da UFRJ e conhecia a Universidade das Quebradas. Mas, só depois de publicar seu primeiro conto esse ano sentiu que era a hora de se inscrever para o curso de escritores. </p>
<p><strong>Rose reconhece que, pelo projeto estar ligado a determinadas instituições, alguns processos acabam sendo mais rígidos. Segundo ela, é preciso “cavar espaços”, encontrar brechas e flexibilizar certas estruturas para a arte se manifestar plenamente. </strong></p>
<p>Apesar dos desafios, a experiência tem sido enriquecedora: “é um aprendizado porque a gente está junto, trocando e conhecendo também as realidades de outros escritores”.</p>
<p><strong>Para Carlos Gradim, presidente do Instituto Odeon, os alunos trazem uma bagagem com a escrita &#8211; profissional ou amadora &#8211; e o curso trabalha com esses talentos.  “A gente tem um lugar muito de escuta, porque a gente entende que, nos territórios aos quais a gente seleciona esses jovens, há um saber muito potente que já está posto e a gente traz, de alguma forma também, o saber acadêmico que dialoga com esse saber existente”. </strong></p>
<p> </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão do jornalista Gilberto Costa</em></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/formandos-da-universidade-das-quebradas-celebram-periferia-na-abl</p>
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		<title>Brasileiros celebram soberania; Curupira e Zé Gotinha desfilaram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 18:09:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Com a presença de personagens como o Curupira, Zé Gotinha e o tamanduá-bandeira Labareda, o desfile cívico-militar em comemoração ao Dia da Independência, neste domingo, 7 de setembro, trouxe o tema Brasil Soberano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Brasileiros-celebram-soberania-Curupira-e-Ze-Gotinha-desfilaram.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Brasileiros-celebram-soberania-Curupira-e-Ze-Gotinha-desfilaram.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com arquibancadas lotadas, o público assistiu atento e aprovou a mensagem trazida por estudantes, atletas e militares sobre o Brasil dos brasileiros, a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) e Brasil do futuro.</p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=436198-->Zé Gotinha participa de desfile do Dia da Independência &#8211; <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436198--></h6>
</p>
</div>
<p>Além dos personagens, uma enorme bandeira do Brasil, com 140 metros quadrados, carregada por pessoas vestidas com as cores do Brasil, a palavra soberania, veículos e aeronaves militares atravessaram a Esplanada dos Ministérios sob os aplausos de quem assistia.</p>
<p>Jovens carregando mudas de árvores nativas, simbolizando o futuro, também percorreram as ruas da Esplanada dos Ministérios.</p>
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    <!-- END scald=436196 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=436196-->Mascote da COP30 participa de desfile do Dia da Independência &#8211; <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436196--></h6>
</p>
</div>
<p>O professor Leonardo Farias da Cunha (imagem em destaque) foi ao centro de Brasília assistir ao desfile acompanhado da esposa Paula Farias e dos dois filhos Caetano, 8 anos, e Maitê, 7 anos. Como a família é de Goiânia, essa foi a primeira vez que assistiram ao desfile em Brasília.</p>
<p>Segundo Leonardo, que atualmente leciona em Brasília, as mensagens apresentadas no desfile conseguiram demonstrar a valorização do Brasil, do patrimônio ambiental e mostrar o quanto isso é importante para garantir o futuro dos brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>“É importante o país se afirmar soberano, independente, valorizar suas tradições e o povo Brasileiro”, diz.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=436236:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=436236-->A baiana Célia Regina no Desfile da Independência &#8211; <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436236--></h6>
</p>
</div>
<p>Célia Regina Cunha saiu do município de Poções, na Bahia, junto com a filha, o genro e os quatro netos para ver o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva de perto e ao saber do tema do desfile festejou.</p>
<p>“Um tema muito importante, porque quem manda no nosso Brasil somos nós, brasileiros”, reforçou.</p>
<p>Diferente da família de Leonardo e de Clélia, o estudante Eddy Heredia Nascimento diz que não perde os desfiles do 7 de setembro, desde pequeno.</p>
<blockquote>
<p>“Eu já desfilei muitos anos e esse é o primeiro que vim só para assistir. Tá tudo muito lindo e organizado. Eu amei o tema. A gente precisa batalhar para manter a nossa soberania”.</p>
</blockquote>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=436231-->Eddy Heredia Nascimento já desfilou em desfiles anteriores na capital &#8211; <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436231--></h6>
</p>
</div>
<p>Segundo Eddy, a escolha do Curupira como símbolo da COP30 e a participação dele no desfile têm uma relação extremamente forte com um Brasil Soberano.</p>
<p>“Nós temos a maior floresta tropical do mundo, então a gente precisa cuidar dela e cuidar dessa riqueza é ser soberano”, diz.</p>
<h2>Segurança</h2>
<p>Grande parte do público que acompanhou das arquibancadas chegou cedo ao local para acessar de forma gratuita a estrutura montada em Brasília. Desde as 6h20, o local já estava aberto para acomodar quem chegava e por volta das 8h30 todos os lugares disponíveis já estavam ocupados.</p>
<p>O público que chegou depois teve de acompanhar nos espaços entre as arquibancadas. Com um esquema de segurança reforçado, a distância entre a área do desfile e esses espaços causou insatisfação em quem não conseguiu lugar na estrutura montada.</p>
<p>A técnica de enfermagem, Iara Vieira, chegou 8h30 à Esplanada, acompanhada da família e não conseguiu entrar.</p>
<p>“Infelizmente a gente não consegue ver com essa distância e não pode passar mais pra perto. As crianças com expectativa de ver os tanques, a cavalaria e os militares estão tristes. Há muitos anos que a gente vem assistir e nunca havia acontecido isso de a gente ficar tão longe”.</p>
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=436230-->Maria de Lourdes saiu cedo do bairro onde mora para acompanhar o desfile &#8211; <strong>José Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436230--></h6>
</p>
</div>
<p>Já a professora Maria de Lourdes dos Santos, apesar de estar com a pulseira para acessar a área destinada a cadeirantes, foi informada que não havia mais lugar.</p>
<p>Ela conseguiu um espaço em uma das arquibancadas comuns e pôde acompanhar a festa de perto.</p>
<p>“Saí 6h30 do Paranoá para ficar mais perto do presidente, mas estou feliz aqui mesmo. O desfile está muito bom. A participação das crianças, os temas. Temos mesmo que defender a nossa soberania,”</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/brasileiros-celebram-soberania-curupira-ze-gotinha-desfilaram</p>
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		<title>Milhares de fiéis celebram Dia de Iemanjá em cerimônias no Rio</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/milhares-de-fieis-celebram-dia-de-iemanja-em-cerimonias-no-rio-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 19:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[cerimônias]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Yemanjá sobá. Sobá mirerê. Vou chamar minha mãe, na beira do mar. Vou chamar minha mãe, ela é Iemanjá, a rainha do mar. Mãe d’água, rainha das ondas, sereia do mar. Mãe d’água, seu canto é bonito quando tem luar. Como é lindo o canto de Iemanjá, faz até o pescador chorar. Iemanjá, Yemayá, Yemoja, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em>Yemanjá sobá. Sobá mirerê. Vou chamar minha mãe, na beira do mar. Vou chamar minha mãe, ela é Iemanjá, a rainha do mar. Mãe d’água, rainha das ondas, sereia do mar. Mãe d’água, seu canto é bonito quando tem luar. Como é lindo o canto de Iemanjá, faz até o pescador chorar.</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/1738525474_267_Milhares-de-fieis-celebram-Dia-de-Iemanja-em-cerimonias-no.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/1738525475_277_Milhares-de-fieis-celebram-Dia-de-Iemanja-em-cerimonias-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Iemanjá, Yemayá, Yemoja, Dona Janaína. São algumas das variações do nome desse orixá, adorado na África e em regiões que receberam a diáspora africana, como o Caribe, os Estados Unidos e o Brasil. Orixá do povo egbá, da nação iorubá, a rainha do mar é festejada neste domingo (2) por milhares de fiéis.</p>
<p>No Rio de Janeiro, umas das celebrações mais tradicionais é realizada há 49 anos pela Associação Afoxé Filhos de Gandhi, cuja procissão culminou em um balaio de flores oferecido à divindade, na Baía de Guanabara. Na Praia do Arpoador, milhares de pessoas participaram de uma celebração em homenagem a Iemanjá, com a entrega de oferendas diretamente no oceano.</p>
<p>A mitologia de Iemanjá, assim como de muitos populares orixás africanos, não é única, mas apresenta várias versões. O que elas têm em comum é a associação da divindade com a água.</p>
<p>Para o povo egbá, Yeye Omo Ejá, ou “a mãe de peixes”, era a deusa do rio Yemoja. Ao serem obrigados a se mudar, devido a guerras em seu território, os egbás migram, se instalam às margens do Rio Ogun, onde hoje fica a Nigéria, e ali passa a ser a nova morada de Iemanjá.</p>
<p>É atribuída a Iemanjá, também, a criação dos rios e lagoas do planeta. E é dela o título de mãe de todos os orixás. Com a escravização de povos africanos, inclusive aqueles da etnia iorubá, o culto chegou ao Brasil.</p>
<p>E, ao se estabelecer aqui, o orixá é ressignificado. Fortemente atrelada ao mar, ela ganha múltiplas personalidades (Yemanjá Ogunté, Yemanjá Assabá e Yemanjá Assessu são algumas delas), através das religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé.</p>
<p>Passa também a ser associada a outras figuras religiosas ou mitológicas, como Nossa Senhora (dos católicos), Iara (dos mitos indígenas brasileiros) e ao mito das sereias. Sendo considerada a mãe dos orixás, é associada também a uma figura materna.</p>
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<p><!--copyright=412742-->Iemanjá representa tudo, nossa força, nossos ancestrais, nosso equilíbrio; é a dona das águas,  diz  Mãe Marlene de Oxum &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=412742--></p>
</div>
</div>
<p>“Iemanjá representa tudo, nossa força, nossos ancestrais, nosso equilíbrio. É a dona das águas. É ela que lava nossas cabeças e perdoa tudo o que a gente venha cometer, porque ela lava alma e coração”, diz a líder religiosa Mãe Marlene de Oxum.</p>
<p>Mãe Marlene acrescenta que a divindade é popular inclusive entre aqueles que não são fiéis de religiões de matriz africana, como as pessoas que entregam oferendas a Iemanjá ou pulam sete ondas na virada de ano. “É um orixá universal, então todos levam presentes para ela. É uma forma de agradecer pelo ano.”</p>
<p>O culto a Iemanjá é tradição na família de Márcia Glória Lima. Sua mãe, seguidora da umbanda, já tinha adoração pela rainha do mar. Márcia, fiel do candomblé, manteve uma relação especial com o orixá. “Minha história com Iemanjá é uma história bonita. Cheguei a pensar que fosse ‘filha’ de Iemanjá durante muito tempo, mas sou ‘filha’ de Oxum. De qualquer forma, Iemanjá é tudo em nossas vidas, é a mãe de nossas cabeças. Antes de ‘nascermos’ para qualquer orixá, somos ‘filhos’ de Iemanjá.”</p>
<p>Ao que tudo indica, a tradição seguirá com a filha Débora e a neta Diana, que acompanhavam Márcia na celebração do Dia de Iemanjá, na zona portuária do Rio de Janeiro.</p>
<h2>Filhos de Gandhi</h2>
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<p><!--copyright=412748-->Filhos de Gandhi celebram Dia de Iemanjá &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=412748--></p>
</div>
</div>
<p>A celebração da Associação Afoxé Filhos de Gandhi começou logo cedo, antes das 8h, com uma cerimônia de xirê, quando os líderes religiosos montaram o balaio de flores a ser presenteado a Iemanjá.</p>
<p>Por volta das 9h, uma procissão seguiu por cerca de 1,5 quilômetro pela zona portuária, desde a sede da associação até um pequeno atracadouro na Praça Mauá, onde os fiéis seguiram, em um barco, para depositar sua oferenda nas águas da baía.</p>
<p>Ainda no meio da procissão, os fiéis fizeram uma parada especial no monumento do Cais do Valongo, patrimônio mundial, local onde, durante o período colonial, funcionou um dos maiores portos de desembarque de escravizados africanos de todo o continente americano.</p>
<p>“Dia 2 de fevereiro é o início das atividades dos Filhos de Gandhi durante o ano. E a gente inicia com louvor a Iemanjá, que é a mãe de todas as cabeças e é a senhora que conduz a nossa instituição”, afirma o presidente da associação, Célio Oliveira.</p>
<p>O cineasta Rodrigo Moraes produziu um documentário sobre a história dos Filhos de Gandhi no Rio de Janeiro, associação fundada em 1951, com apoio de moradores da zona portuária, de trabalhadores do Cais do Porto e de adeptos de religiões de matriz africana, que se tornou uma referência de preservação da cultura negra na cidade.</p>
<p>“Iemanjá tem uma importância muito grande para os Filhos de Gandhi. E essa festa é a mais tradicional de Iemanjá do Rio de Janeiro”, diz Moraes, cujo documentário <em>Exu Mensageiro</em>, que conta a história dos Filhos de Gandhi (também responsáveis por um tradicional bloco carnavalesco carioca), estreia neste domingo.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/milhares-de-pessoas-celebram-dia-de-iemanja-em-cerimonias-no-rio</p>
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		<item>
		<title>Milhares de fiéis celebram Dia de Iemanjá em cerimônias no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 17:18:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Yemanjá sobá. Sobá mirerê. Vou chamar minha mãe, na beira do mar. Vou chamar minha mãe, ela é Iemanjá, a rainha do mar. Mãe d’água, rainha das ondas, sereia do mar. Mãe d’água, seu canto é bonito quando tem luar. Como é lindo o canto de Iemanjá, faz até o pescador chorar. Iemanjá, Yemayá, Yemoja, [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Yemanjá sobá. Sobá mirerê. Vou chamar minha mãe, na beira do mar. Vou chamar minha mãe, ela é Iemanjá, a rainha do mar. Mãe d’água, rainha das ondas, sereia do mar. Mãe d’água, seu canto é bonito quando tem luar. Como é lindo o canto de Iemanjá, faz até o pescador chorar.</em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Milhares-de-fieis-celebram-Dia-de-Iemanja-em-cerimonias-no.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Milhares-de-fieis-celebram-Dia-de-Iemanja-em-cerimonias-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Iemanjá, Yemayá, Yemoja, Dona Janaína. São algumas das variações do nome desse orixá, adorado na África e em regiões que receberam a diáspora africana, como o Caribe, os Estados Unidos e o Brasil. Orixá do povo egbá, da nação iorubá, a rainha do mar é festejada neste domingo (2) por milhares de fiéis.</p>
<p>No Rio de Janeiro, umas das celebrações mais tradicionais é realizada há 49 anos pela Associação Afoxé Filhos de Gandhi, cuja procissão culminou em um balaio de flores oferecido à divindade, na Baía de Guanabara. Na Praia do Arpoador, milhares de pessoas participaram de uma celebração em homenagem a Iemanjá, com a entrega de oferendas diretamente no oceano.</p>
<p>A mitologia de Iemanjá, assim como de muitos populares orixás africanos, não é única, mas apresenta várias versões. O que elas têm em comum é a associação da divindade com a água.</p>
<p>Para o povo egbá, Yeye Omo Ejá, ou “a mãe de peixes”, era a deusa do rio Yemoja. Ao serem obrigados a se mudar, devido a guerras em seu território, os egbás migram, se instalam às margens do Rio Ogun, onde hoje fica a Nigéria, e ali passa a ser a nova morada de Iemanjá.</p>
<p>É atribuída a Iemanjá, também, a criação dos rios e lagoas do planeta. E é dela o título de mãe de todos os orixás. Com a escravização de povos africanos, inclusive aqueles da etnia iorubá, o culto chegou ao Brasil.</p>
<p>E, ao se estabelecer aqui, o orixá é ressignificado. Fortemente atrelada ao mar, ela ganha múltiplas personalidades (Yemanjá Ogunté, Yemanjá Assabá e Yemanjá Assessu são algumas delas), através das religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé.</p>
<p>Passa também a ser associada a outras figuras religiosas ou mitológicas, como Nossa Senhora (dos católicos), Iara (dos mitos indígenas brasileiros) e ao mito das sereias. Sendo considerada a mãe dos orixás, é associada também a uma figura materna.</p>
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<p>“Iemanjá representa tudo, nossa força, nossos ancestrais, nosso equilíbrio. É a dona das águas. É ela que lava nossas cabeças e perdoa tudo o que a gente venha cometer, porque ela lava alma e coração”, diz a líder religiosa Mãe Marlene de Oxum.</p>
<p>Mãe Marlene acrescenta que a divindade é popular inclusive entre aqueles que não são fiéis de religiões de matriz africana, como as pessoas que entregam oferendas a Iemanjá ou pulam sete ondas na virada de ano. “É um orixá universal, então todos levam presentes para ela. É uma forma de agradecer pelo ano.”</p>
<p>O culto a Iemanjá é tradição na família de Márcia Glória Lima. Sua mãe, seguidora da umbanda, já tinha adoração pela rainha do mar. Márcia, fiel do candomblé, manteve uma relação especial com o orixá. “Minha história com Iemanjá é uma história bonita. Cheguei a pensar que fosse ‘filha’ de Iemanjá durante muito tempo, mas sou ‘filha’ de Oxum. De qualquer forma, Iemanjá é tudo em nossas vidas, é a mãe de nossas cabeças. Antes de ‘nascermos’ para qualquer orixá, somos ‘filhos’ de Iemanjá.”</p>
<p>Ao que tudo indica, a tradição seguirá com a filha Débora e a neta Diana, que acompanhavam Márcia na celebração do Dia de Iemanjá, na zona portuária do Rio de Janeiro.</p>
<h2>Filhos de Gandhi</h2>
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<p><!--copyright=412748-->Filhos de Gandhi celebram Dia de Iemanjá &#8211; <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=412748--></p>
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<p>A celebração da Associação Afoxé Filhos de Gandhi começou logo cedo, antes das 8h, com uma cerimônia de xirê, quando os líderes religiosos montaram o balaio de flores a ser presenteado a Iemanjá.</p>
<p>Por volta das 9h, uma procissão seguiu por cerca de 1,5 quilômetro pela zona portuária, desde a sede da associação até um pequeno atracadouro na Praça Mauá, onde os fiéis seguiram, em um barco, para depositar sua oferenda nas águas da baía.</p>
<p>Ainda no meio da procissão, os fiéis fizeram uma parada especial no monumento do Cais do Valongo, patrimônio mundial, local onde, durante o período colonial, funcionou um dos maiores portos de desembarque de escravizados africanos de todo o continente americano.</p>
<p>“Dia 2 de fevereiro é o início das atividades dos Filhos de Gandhi durante o ano. E a gente inicia com louvor a Iemanjá, que é a mãe de todas as cabeças e é a senhora que conduz a nossa instituição”, afirma o presidente da associação, Célio Oliveira.</p>
<p>O cineasta Rodrigo Moraes produziu um documentário sobre a história dos Filhos de Gandhi no Rio de Janeiro, associação fundada em 1951, com apoio de moradores da zona portuária, de trabalhadores do Cais do Porto e de adeptos de religiões de matriz africana, que se tornou uma referência de preservação da cultura negra na cidade.</p>
<p>“Iemanjá tem uma importância muito grande para os Filhos de Gandhi. E essa festa é a mais tradicional de Iemanjá do Rio de Janeiro”, diz Moraes, cujo documentário <em>Exu Mensageiro</em>, que conta a história dos Filhos de Gandhi (também responsáveis por um tradicional bloco carnavalesco carioca), estreia neste domingo.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/milhares-de-fieis-celebram-dia-de-iemanja-em-cerimonias-no-rio</p>
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