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	<title>Cartilha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<description>Com Nonato Silva</description>
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	<title>Cartilha - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Cartilha de redação do Enem 2025 está disponível para consulta</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 22:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, nesta sexta-feira (3), a nova edição da cartilha A Redação do Enem 2025 – Cartilha do Participante.  A publicação traz informações importantes, como os critérios de avaliação da prova (matriz de referência) e amostras comentadas de redações que tiraram notas altas no Enem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, nesta sexta-feira (3), a nova edição da cartilha <a href="https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2025_cartilha_do_participante.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">A Redação do Enem 2025 – Cartilha do Participante</a>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cartilha-de-redacao-do-Enem-2025-esta-disponivel-para-consulta.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Cartilha-de-redacao-do-Enem-2025-esta-disponivel-para-consulta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A publicação traz informações importantes, como os critérios de avaliação da prova (matriz de referência) e amostras comentadas de redações que tiraram notas altas no Enem 2024, e que podem servir de exemplo para os novos participantes.</strong></p>
<p>A redação do Enem em língua portuguesa será aplicada no primeiro dia de provas, em 9 de novembro. A nota varia de 0 a 1 mil pontos e obedecerá à Matriz de Referência do Exame, apresentada na Cartilha do Participante.</p>
<h2>Redação</h2>
<p>Na redação do Enem, os participantes precisarão escrever um texto dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas, a partir da situação-problema proposta, dos textos motivadores e dos conhecimentos construídos ao longo da formação.</p>
<p><strong>A cartilha explica que o tema da redação será de ordem social, científica, cultural ou política.</strong></p>
<p>O projeto de texto, com informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, deverá defender um ponto de vista &#8211; uma opinião a respeito do tema proposto -, apoiada em argumentos consistentes, estruturados com coerência. </p>
<p>Na prática, a redação do Enem é mais do que uma simples exposição de ideias. O candidato, claramente, assume um ponto de vista. Para tanto, o participante do Enem deverá selecionar, organizar e relacionar, também de forma coesa, os argumentos e fatos para a defesa do seu ponto de vista.</p>
<p>Adicionalmente, o candidato também deverá elaborar uma proposta de intervenção social (solução) para o problema apresentado no desenvolvimento do texto. Essa proposta deve respeitar os direitos humanos. Propostas que desrespeitem os direitos humanos receberão nota zero. <strong>Constituem desrespeito aos direitos humanos propostas que, por exemplo, incitem as pessoas à violência ou tenham referências racistas.</strong></p>
<p><strong>Os participantes devem ficar atentos às cinco competências que serão exigidas no texto:</strong> </p>
<ul>
<li>         domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa;</li>
<li>         aplicação de conceitos das várias áreas de conhecimento, também chamado de repertório sociocultural, tenham relação com o tema proposto para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa.</li>
<li>         organização das informações, dos fatos e argumentos em defesa de um ponto de vista;</li>
<li>         conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação;</li>
<li>         proposta de intervenção (solução) para o problema abordado.</li>
</ul>
<p><strong>Somente serão corrigidas as redações transcritas para a folha de redação oficial da prova do Enem.</strong></p>
<p>Cada redação será corrigida por dois corretores, com graduação em letras ou linguística, de forma independente, sem que uma conheça a nota atribuída pela outra.</p>
<p>Os corretores atribuirão uma nota de 0 a 200 pontos em cada uma das cinco competências. A soma desses pontos compõe a nota total atribuída por avaliador, que pode chegar a 1 mil pontos. A nota final do participante será a média aritmética entre as notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.</p>
<p><strong>Em 2026, em data a ser divulgada posteriormente, o participante poderá ter acesso à vista de sua prova de redação, exclusivamente, para fins pedagógicos, após a divulgação do resultado, previsto para janeiro do próximo ano.</strong></p>
<h2>Nota zero</h2>
<p>Entre os critérios previstos no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-52-de-23-de-maio-de-2025-631610576" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">edital</a> do Enem 2024 que resultam na nota zero na redação, estão:</p>
<ul>
<li>      fuga ao tema proposto;</li>
<li>      ausência de texto na folha de redação;</li>
<li>      texto insuficiente, com até sete linhas manuscritas;</li>
<li>      texto escrito predominantemente ou integralmente em língua estrangeira;</li>
<li>      nome, assinatura, rubrica ou qualquer outra forma de identificação, em qualquer parte da folha de redação;</li>
<li>      desobediência à estrutura dissertativo-argumentativa;</li>
<li>      e desrespeito à seriedade do exame, com palavrões, desenhos e outras formas propositais de anulação.</li>
</ul>
<h2>Redações</h2>
<p>Para a cartilha, Inep selecionou e comentou algumas redações de estudantes das cinco regiões do país que receberam boas notas na edição de 2024 do Enem por terem cumprido as exigências relativas às cinco competências.</p>
<p>Essas redações contêm, em sua maioria, repertórios socioculturais pertinentes às discussões propostas, com destaque para a coerência argumentativa, sobretudo no que se refere à seleção do repertório sociocultural.</p>
<p>Nesses textos, foram mencionados, por exemplo, pensadores(as), fatos históricos, letras de canções, bandas musicais, todos articulados com a temática.</p>
<p>Por serem textos do tipo dissertativo-argumentativo, as redações selecionadas têm organizada no texto a defesa de um ponto de vista e, ainda, se destacam pelas propostas de solução do problema apresentada na proposta da redação.</p>
<h2>Enem 2025</h2>
<p>Um total de 4.811.338 candidatos confirmaram a inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio neste ano. Segundo o Ministério da Educação, o número representa um aumento de 11,22% em relação ao ano passado e de 38% em relação a 2022. ​​</p>
<p><strong>​As provas do Enem 2025 serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro, em quase todo o país.</strong> As exceções são os municípios de Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará, devido à realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, de 10 a 21 de novembro.</p>
<p><strong>Nas três cidades paraenses, os candidatos farão as provas nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro.</strong></p>
<p><a href="https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/a_redacao_no_enem_2025_cartilha_do_participante.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Confira aqui</a> a cartilha A Redação do Enem 2025 – Cartilha do Participante. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/cartilha-de-redacao-do-enem-2025-esta-disponivel-para-consulta</p>
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		<item>
		<title>Cartilha analisa retomada da participação social no 3º governo Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 19:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A retomada das políticas de participação social no governo Lula é o tema de uma cartilha lançada hoje (4) pela Associação Brasileira de ONGs (Abong). Elaborado em parceria com a Fundação Friedrich Ebert (FES), o documento O Papel da Sociedade Civil na Política Participativa do Governo Lula III analisa a participação social no terceiro mandato do governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A retomada das políticas de participação social no governo Lula é o tema de uma cartilha lançada hoje (4) pela Associação Brasileira de ONGs (Abong)</strong>. Elaborado em parceria com a Fundação Friedrich Ebert (FES), o documento <a href="https://drive.google.com/file/d/1WwvRduYyRCt0dOkGHy6YKtJV4b3IATVm/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O Papel da Sociedade Civil na Política Participativa do Governo Lula III</a> analisa a participação social no terceiro mandato do governo Lula, após o desmonte dessas políticas nos governos dos ex-presidentes, Michel Temer e, principalmente, Jair Bolsonaro, e aponta desafios para a reconstrução dos espaços democráticos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Cartilha-analisa-retomada-da-participacao-social-no-3o-governo-Lula.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Cartilha-analisa-retomada-da-participacao-social-no-3o-governo-Lula.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre outros pontos, <strong>a pesquisa ouviu representantes da sociedade civil em espaços de representação como conselhos e conferências nacionais &#8211; representativos da diversidade do campo democrático e de promoção de direitos &#8211; e gestores federais responsáveis pela política de participação social.</strong></p>
<p>A cartilha destaca que a importância da participação da sociedade em espaços decisórios, na definição de políticas públicas e ações estratégicas é um dos elementos da democracia no país. <strong>Entre os instrumentos de participação destacados estão os conselhos de política pública, conferências de políticas públicas, audiências públicas, grupos de trabalho, consultas públicas, ouvidoria pública, mesas de negociação ou mesas de diálogo e reuniões.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A participação não é um fim em si, mas uma estratégia para construir a possibilidade de uma democracia efetiva, que represente os interesses do conjunto da sociedade e seja um espaço de tolerância e reconhecimento”, diz a cartilha.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o documento, há um certo consenso entre as representações de organizações da sociedade civil de que a retomada e a inclusão da participação social são parte central do projeto político do governo Lula.</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/agencia.brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o perfil da <strong>Agência Brasil </strong>no Instagram</a></p>
<p>A cartilha observa que esses espaços foram constantemente atacados durante o governo Bolsonaro, que fechou, como o Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea) ou esvaziou diversos espaços de participação, a exemplo do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), cuja participação foi reduzida de 93 para 23 integrantes.</p>
<p>Por outro lado, a cartilha mostra que alguns conselhos conseguiram resistir as investidas e se tornaram espaços de resistência, a exemplo do Conselho Nacional da Assistência Social (CNAS), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Conselho Nacional de Direitos Humanos (CDH), Conselho Nacional de Saúde (CNS). Esses colegiados foram institucionalidades que, embora sob ataques da administração, resistiram e mantiveram na medida do possível suas atribuições institucionais.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Segundo a cartilha, embora tenha havido uma retomada dos espaços de participação popular no governo Lula, como as conferências de políticas públicas e conselhos participativos, é <strong>“preciso considerar os impactos dos ataques do movimento de extrema direita às instituições democráticas e da grande polarização social alimentada por discursos de ódio produzidos como parte de um projeto político autoritário”.</strong></p>
<p>Além disso, o documento destaca como desafios, a instrumentalização da participação social e falta de compreensão do papel das organizações da sociedade civil. Segundo aponta o texto, há um desconhecimento e uma desconsideração política por parte do governo sobre as organizações da sociedade civil do campo democrático e de promoção dos direitos, da justiça e da sustentabilidade ambiental.</p>
<blockquote>
<p>“Há muita resistência, por parte dos gestores públicos, em receber críticas e entender o papel da sociedade civil. Essa visão de curto prazo, faz com que considerem organizações que têm postura crítica nos Conselhos como inimigos políticos”, diz a cartilha.</p>
</blockquote>
<p>Por outro lado, por parte das organizações da sociedade civil do campo democrático, houve um receio de fazer a crítica de maneira mais contundente nos Conselhos Nacionais. Inclusive, ainda há uma preocupação em evitar desestabilizar o novo governo depois de quatro anos de um governo de extrema direita e de uma tentativa de golpe de estado após as eleições.</p>
<p>O texto destaca ainda a necessidade de maior formação e capacitação dos representantes da sociedade civil, para entender melhor a aspectos da burocracia estatal, como os instrumentos de planejamento, gerenciamento e orçamento público.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Uma estrutura de participação nas políticas públicas pressupõe a existência de organizações da sociedade civil fortalecidas e autônomas. Para atuar, técnica e politicamente, em conselhos e conferências são necessários recursos humanos qualificados”, diz cartilha.</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o documento, além dos espaços de participação já existentes, é preciso implementar mecanismos participativos nos espaços decisórios da política econômica. </strong></p>
<p>“As decisões econômicas estão concentradas nas mãos de poucos. Isso tem se revelado uma verdadeira contradição e uma barreira para o avanço<strong> </strong>da participação, uma vez que as restrições determinadas pelas políticas macroeconômicas e fiscais afetam o alcance e o próprio desenho das políticas sociais”, diz a cartilha.</p>
<p><strong>“Uma agenda de radicalização democrática passa pelo desafio de aumentar a tomada de consciência das pessoas sobre as construções sociais e as políticas que criam e mantém a desigualdade. A organização popular na base da sociedade é que pode promover mudanças efetivas em prol da justiça social e da preservação ambiental. Sem esse elemento, a tendência é os espaços institucionais de participação se burocratizarem e não se retroalimentarem com os anseios legítimos da população”, explica.</strong></p>
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<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/cartilha-analisa-retomada-da-participacao-social-no-3o-governo-lula</p>
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