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	<title>carne - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>carne - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Tentativa de assalto em Manaus é &#8216;desmentida&#8217; com farinha e carne assada</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/tentativa-de-assalto-em-manaus-e-desmentida-com-farinha-e-carne-assada/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:43:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Policiais militares prenderam Fabrício Fernandes Martins  na noite desta segunda-feira (27) dentro de um ônibus da linha 650, em Manaus. Na ocasião, passageiros o denunciaram após uma possível tentativa de assalto. Durante a abordagem policial, os agentes encontraram uma faca no bolso dele e isso causou pânico entre os ocupantes do coletivo. Posteriormente, as autoridades [&#8230;]]]></description>
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<p>Policiais militares prenderam Fabrício Fernandes Martins  na noite desta segunda-feira (27) dentro de um ônibus da linha 650, em Manaus. Na ocasião, passageiros o denunciaram após uma possível tentativa de assalto. Durante a abordagem policial, os agentes encontraram uma faca no bolso dele e isso causou pânico entre os ocupantes do coletivo.</p>
<p>Posteriormente, as autoridades o encaminharam ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Lá, Fabrício negou a intenção de cometer o crime.</p>
<p>“Eu tava com a faca no bolso, mas não ia assaltar o ônibus. Eu tava voltando pra casa, moro no Conjunto Tiradentes, e tinha acabado de comer carne assada com farinha”, disse.</p>
<p>Apesar da justificativa, uma passageira relatou que sentiu-se sob ameaça constante. Todavia, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso e já constatou que o homem possui antecedentes por roubo.</p>
<p> </p>
</div>
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		<item>
		<title>Tarifaço pode impactar vendas de suco de laranja, café, carne e frutas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 20:53:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/1753044808_96_Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/1753044808_362_Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifaço de Trump são o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a pecuária de corte e o de frutas frescas.</strong></p>
<p><strong>Dentre esses itens, o suco de laranja é o produto mais sensível a essa política tarifária</strong>, dizem os pesquisadores do Cepea. “Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros”, dizem os pesquisadores, em nota.</p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil é responsável por aproximadamente 80% desse total</strong>. “Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avaliou a professora da Esalq/USP Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea.</p>
<p><strong>Quanto ao café, os Estados Unidos são o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade arábica</strong>, insumo essencial para a indústria local de torrefação. Como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.</p>
<p>“A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca o pesquisador de café do Cepea Renato Ribeiro.</p>
<p>Com a queda nas cotações do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifaço, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, adiando as grandes negociações para esperar por definições sobre o cenário tarifário.</p>
<h2>Carne bovina</h2>
<p><strong>Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil.</strong> <strong>As empresas estadunidenses são responsáveis por 12% das exportações do produto brasileiro</strong> e, entre março e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por mês, o que pode indicar uma possível movimentação de formação de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio exterior. São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados brasileiros, respectivamente, que mais têm escoado carne aos EUA.</p>
<p>Nos últimos meses, no entanto, houve redução no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China vêm crescendo. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras na comparação com maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados.</p>
<h2>Frutas frescas</h2>
<p><strong>No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP</strong>. Isso acontece porque a janela crítica de exportação desse produto aos Estados Unidos começa em agosto. De acordo com o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.</p>
<p>Antes do tarifaço, no entanto, a expectativa era de crescimento de exportações de frutas frescas, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. “A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea.</p>
<p>O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, é que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a União Europeia, ou até mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o preço ao produtor.</p>
<p>Diante desse contexto geral relacionado ao café, à carne bovina, ao suco de laranja e às frutas frescas, o Cepea informa que é urgente “uma articulação diplomática coordenada, com vistas à revisão ou exclusão das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros”.</p>
<p>“Tal medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os próprios Estados Unidos, cuja segurança alimentar e competitividade da agroindústria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro”, diz a nota.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas</p>
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		<title>Tarifaço pode impactar vendas de suco de laranja, café, carne e frutas</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 20:36:56 +0000</pubDate>
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<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifaço de Trump são o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a pecuária de corte e o de frutas frescas.</strong></p>
<p><strong>Dentre esses itens, o suco de laranja é o produto mais sensível a essa política tarifária</strong>, dizem os pesquisadores do Cepea. “Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros”, dizem os pesquisadores, em nota.</p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil é responsável por aproximadamente 80% desse total</strong>. “Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avaliou a professora da Esalq/USP Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea.</p>
<p><strong>Quanto ao café, os Estados Unidos são o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade arábica</strong>, insumo essencial para a indústria local de torrefação. Como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.</p>
<p>“A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca o pesquisador de café do Cepea Renato Ribeiro.</p>
<p>Com a queda nas cotações do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifaço, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, adiando as grandes negociações para esperar por definições sobre o cenário tarifário.</p>
<h2>Carne bovina</h2>
<p><strong>Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil.</strong> <strong>As empresas estadunidenses são responsáveis por 12% das exportações do produto brasileiro</strong> e, entre março e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por mês, o que pode indicar uma possível movimentação de formação de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio exterior. São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados brasileiros, respectivamente, que mais têm escoado carne aos EUA.</p>
<p>Nos últimos meses, no entanto, houve redução no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China vêm crescendo. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras na comparação com maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados.</p>
<h2>Frutas frescas</h2>
<p><strong>No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP</strong>. Isso acontece porque a janela crítica de exportação desse produto aos Estados Unidos começa em agosto. De acordo com o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.</p>
<p>Antes do tarifaço, no entanto, a expectativa era de crescimento de exportações de frutas frescas, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. “A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea.</p>
<p>O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, é que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a União Europeia, ou até mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o preço ao produtor.</p>
<p>Diante desse contexto geral relacionado ao café, à carne bovina, ao suco de laranja e às frutas frescas, o Cepea informa que é urgente “uma articulação diplomática coordenada, com vistas à revisão ou exclusão das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros”.</p>
<p>“Tal medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os próprios Estados Unidos, cuja segurança alimentar e competitividade da agroindústria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro”, diz a nota.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas-frescas-sofrerao-impacto-do-tari</p>
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		<item>
		<title>Peru, Jordânia e Hong Kong retomam compra de carne de frango do Brasil</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/peru-jordania-e-hong-kong-retomam-compra-de-carne-de-frango-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 20:53:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Peru, Jordânia e Hong Kong retiraram as restrições às carnes de frango do Brasil, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária. Agora, 30 países já liberaram as compras do produto brasileiro. O Kuwait também reduziu as restrições ao produto proveniente do Rio Grande do Sul e do município gaúcho de Montenegro, local onde foi registrado o primeiro e único [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Peru, Jordânia e Hong Kong retiraram as restrições às carnes de frango do Brasil, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária. Agora, 30 países já liberaram as compras do produto brasileiro</strong>.<br /> <br />O Kuwait também reduziu as restrições ao produto proveniente do Rio Grande do Sul e do município gaúcho de Montenegro, local onde foi registrado o primeiro e único caso confirmado de gripe aviária em granja comercial no país, em maio.<br /> <br /><strong>China, União Europeia, Canadá, Chile e mais cinco países mantêm as importações suspensas</strong>. Outros 22 adotaram restrições limitadas ao estado do Rio Grande do Sul, ao município de Montenegro ou outras áreas.<br /> <br />O Brasil se declarou livre da gripe aviária no dia 18 de junho, após a desinfecção da granja afetada e não ter registrado nenhum outro caso pelo prazo de 28 dias.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Peru-Jordania-e-Hong-Kong-retomam-compra-de-carne-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Peru-Jordania-e-Hong-Kong-retomam-compra-de-carne-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<h2>&gt;&gt; Ouça na Radioagência Nacional: </h2>
<h2>O que é a gripe aviária?</h2>
<p>A influenza aviária, comumente conhecida como gripe aviária, afeta principalmente aves, mas também foi detectada em mamíferos, incluindo bovinos.</p>
<p>A transmissão ocorre pelo contato com aves doentes e também por meio da água e de materiais contaminados.</p>
<p>A doença raramente afeta humanos, e a orientação é que as pessoas se mantenham informadas e adotem as medidas preventivas recomendadas.</p>
<p>Segundo o Ministério da Agricultura, carnes e ovos podem ser consumidos com segurança, desde que preparados adequadamente.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/peru-jordania-e-hong-kong-retomam-compra-de-carne-de-frango-do-brasil</p>
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		<item>
		<title>Gripe aviária: 17 países suspendem restrição à carne brasileira </title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/gripe-aviaria-17-paises-suspendem-restricao-a-carne-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 22:22:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou nota nesta terça-feira (24) informando que 17 países retiraram as restrições à importação de carne de aves do Brasil, após o caso de gripe aviária registrado no Rio Grande do Sul. Integram a lista Argélia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Egito, El Salvador, Iraque, Japão, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mianmar, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou nota nesta terça-feira (24) informando que 17 países retiraram as restrições à importação de carne de aves do Brasil, após o caso de gripe aviária registrado no Rio Grande do Sul.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Gripe-aviaria-17-paises-suspendem-restricao-a-carne-brasileira.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Gripe-aviaria-17-paises-suspendem-restricao-a-carne-brasileira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Integram a lista Argélia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Egito, El Salvador, Iraque, Japão, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mianmar, Montenegro, Paraguai, República Dominicana, Sri Lanka, Vanuatu e Vietnã. </p>
<p>No último dia 18, o Brasil voltou a ser um país livre da influenza aviária após ter cumprido os protocolos internacionais que preveem, entre outras medidas, o prazo de 28 dias sem novos registros em granjas comerciais. </p>
<p>Um único caso confirmado em estabelecimento comercial foi registrado em uma granja no município gaúcho de Montenegro, no dia 16 de maio. A confirmação da doença foi feita no dia 22 de maio, após a conclusão da desinfecção da granja contaminada. </p>
<p><strong>No momento, 14 países, mais a União Europeia, mantém o embargo total à exportação da carne brasileira. Mais 18 países, além do Reino Unido, estão com a suspensão restrita à carne proveniente do Rio Grande do Sul. Catar, Emirados Árabes e Jordânia estão com a exportação suspensa apenas para produto oriundo do município de Montenegro.  </strong></p>
<p>O ministério informou que permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores para prestar todas as informações técnicas necessárias sobre o caso.</p>
<blockquote>
<p>“As ações adotadas visam garantir a segurança sanitária e a retomada segura das exportações o mais breve possível.”  </p>
</blockquote>
<h2>O que é a gripe aviária?</h2>
<p>A influenza aviária, comumente conhecida como gripe aviária, afeta principalmente aves, mas também foi detectada em mamíferos, incluindo bovinos. </p>
<p>A transmissão ocorre pelo contato com aves doentes e também por meio da água e de materiais contaminados. </p>
<p>A doença raramente afeta humanos, e a orientação é que as pessoas se mantenham informadas e adotem as medidas preventivas recomendadas. </p>
<p>Segundo o Ministério da Agricultura, carnes e ovos podem ser consumidos com segurança, desde que preparados adequadamente. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/gripe-aviaria-17-paises-suspendem-restricao-carne-brasileira</p>
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		<title>Gripe aviária não deve impactar preço da carne de frango, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 01:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou nesta segunda-feira (19) que os focos detectados de gripe aviária no Rio Grande do Sul não trarão impacto significativo no preço da carne de frango, apesar da suspensão de vendas para mais de uma dezena de países. &#8220;Acredito muito mais em pequenas variações, pode ter um [&#8230;]]]></description>
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<p>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou nesta segunda-feira (19) que os focos detectados de gripe aviária no Rio Grande do Sul <strong>não trarão impacto significativo no preço da carne de frango</strong>, apesar da suspensão de vendas para mais de uma dezena de países.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Gripe-aviaria-nao-deve-impactar-preco-da-carne-de-frango.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Gripe-aviaria-nao-deve-impactar-preco-da-carne-de-frango.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Acredito muito mais em pequenas variações, pode ter um excesso de oferta, [por] 10 e 15 dias, e aí vai direcionando para outro lugar, retomando para algum país que flexibilizará seu protocolo. Portanto, eu acredito muito mais na estabilidade&#8221;, disse em entrevista coletiva para atualizar informações sobre o caso.</p>
</blockquote>
<p><strong>Maior exportador de carne de frango do mundo</strong>, o <strong>Brasil vendeu 5,2 milhões de toneladas do produto</strong>, em diferentes formatos, para <strong>151 países</strong>, auferindo receitas de US$ 9,9 bilhões, segundo dados de 2024 apurados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).</p>
<p><strong>Mais de 35,3% de toda a carne de frango produzida no Brasil é destinada ao mercado externo</strong>.</p>
<p><strong>Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram 78% dessas exportações</strong>. Os principais destinos internacionais dos produtos da cadeia brasileira do frango são China, Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Filipinas, União Europeia, México, Iraque e Coreia do Sul, com mais de 60% dos volumes embarcados.</p>
<p>&#8220;A experiência adquirida, no caso da [doença] Newscasttle, no ano passado, os preços não abaixaram tanto. Segundo, não vai ficar tão grande a restrição, porque é possível que, durante o período dos 28 dias, e a gente está confiante de que vai conseguir segurar dentro do raio [do foco], do caso específico, há a volta gradativa à normalidade. E outro fator que dará estabilidade de preços, que imagino, é que 70% da produção já fica no mercado interno. Então, estamos falando de 30%, se fechasse para todo mundo&#8221;, explicou Fávaro.</p>
<p>Mais cedo, em outra entrevista, <strong>Fávaro havia dito que é preciso aguardar um ciclo de 28 dias sem novos casos confirmados para que o país faça uma autodeclaração</strong> <strong>à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e consiga reverter as suspensões</strong>.</p>
<p>Não há prazo para que organismo internacional responda à autodeclaração, quando ela for feita, mas a expectativa é que os países levantem as barreiras de forma gradativa.  </p>
<p>Até o momento, <strong>o país investiga ainda sete casos</strong>. Ao menos três deles já foram descartados, em atualizações antecipadas pelo próprio Ministério da Agricultura. Tratam-se de suspeitas no Mato Grosso, no Sergipe e no Ceará.</p>
<p>Seguem em análise laboratorial suspeitas no Tocantins, em Santa Catarina e uma outra o Rio Grande do Sul. Os dois únicos focos confirmados estão em uma granja comercial de Montenegro e em um zoológico de Sapucaia do Sul, ambos municípios gaúchos localizados na região metropolitana de Porto Alegre.</p>
<p>Os dados constam no <a href="https://mapa-indicadores.agricultura.gov.br/publico/extensions/SRN/SRN.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">painel de monitoramento de síndromes respiratórias e nervosas em aves</a>, gerido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, e foram atualizados às 19h desta segunda.  </p>
<h2>Exportações afetadas</h2>
<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atualizou o número de mercados que estão com exportações suspensas para o frango brasileiro oriundo de qualquer parte do território nacional. <strong>Sete deles comunicaram a suspensão diretamente ao governo</strong>: México, Coreia do Sul, Chile, Canadá, Uruguai, Malásia e Argentina. <strong>Outros 10 tiveram, por força dos acordos sanitários bilaterais, a interrupção automática dos embarques</strong>: China, União Europeia (27 países), África do Sul, Rússia, Republica Dominicana, Bolívia, Peru, Marrocos, Paquistão e Sri Lanka.</p>
<p>Já<strong> para outros mercados, a suspensão das exportações, também por força de acordos bilaterais, devem abranger apenas o estado do Rio Grande do Sul ou o município de Montenegro</strong>. São eles: Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrein, Japão, Singapura, Reino Unido, Cuba, Filipinas, Jordânia, Hong Kog, Argélia, Timor Leste, Índia, Lesoto, Paraguai, Suriname, Vanatu e Vietnã.</p>
<p>No <strong>caso dos Estados Unidos</strong>, o <strong>maior importador de ovos do Brasil</strong>, o<strong> comércio desse produto mantida em todo o território nacional, mas as vendas de material genético foi suspensa temporariamente</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A grande maioria dos protocolos dos países que a gente tem, prevê o raio [de restrição local]. E não tem nenhum SIF [certificado] de produção comercial em um raio 10 quilômetros, então o impacto é zero&#8221;, afirmou Marcel Moreira, secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta.</p>
</blockquote>
<h2>Sistema eficiente</h2>
<p>Carlos Fávaro ressaltou que o<strong> Brasil possui um dos melhores sistemas de defesa agropecuária do planet</strong>a, e lembrou o fato de ter levado cerca de 19 anos para o vírus, que circula no mundo desde 2006, ter aparecido em planteis comerciais do país. Desde maio de 2023, mais de 2 mil investigações de casos de gripe aviária foram feitas de forma recorrente.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Era inevitável que um dia iria acontecer. O sistema é robusto também graças à transparência e à força do sistema nos bloqueios. Isso vai ser mais uma contraprova da robustez do sistema brasileiro. Não é desejo, não é sonho, não é vontade, é saber como o sistema funciona&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Para o secretário de Defesa Agropecuária da pasta, Carlos Goulart, o <strong>país está preparado para responder de forma adequada o foco</strong>.</p>
<p>&#8220;O Brasil é o único país do mundo que disponibilizado painel, em tempo real, com duas atualizações ao dia. Assim que o laboratório dá o diagnóstico, ele coloca no site. Isso é o nível de transparência que a gente teve que adotar por ser o líder global de produção e exportação de aves e ovos. Foi uma maneira de responder a essa incredulidade que algumas autoridades sanitárias tinham de a gente produzir sem influenza&#8221;, afirmou.    </p>
<p>Segundo ele, das <strong>538 propriedades rurais da região de Montenegro, mais da metade (310) já foi visitada</strong>, incluindo todas em um raio de três quilômetros (km) do foco, além da instalação de barreiras de controle de circulação. <strong>Cerca de 17 mil aves foram mortas pela doença ou sacrificadas nas granjas</strong>.</p>
<p>O número de ovos destruídos foi de 70 mil. Um dos aviários já foi esterilizado e desinfectado, e outro está com o trabalho em andamento. A p<strong>asta também está mapeando todos os 30 milhões ovos férteis que saíram dessa propriedade em direção a outras regiões, dos últimos 28 dias a contar da data da detecção</strong>. Eles também estão em processo de destruição.  </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/gripe-aviaria-nao-deve-impactar-preco-da-carne-de-frango-diz-ministro</p>
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		<title>Chile passará a importar carne suína do Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 20:16:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Chile reconheceu o Paraná como zona livre de febre aftosa sem vacinação, o que significa a autorização para importar carne suína de produtores paranaenses. O anúncio oficial deve ser feito entre esta terça-feira (22) e amanhã (23), no âmbito da visita da comitiva do presidente chileno Gabriel Boric ao Brasil. A decisão foi antecipada pelo ministro da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <strong>Chile reconheceu o Paraná como zona livre de febre aftosa sem vacinação</strong>, o que significa a <strong>autorização para importar carne suína de produtores paranaenses</strong>. O<strong> anúncio oficial deve ser feito entre esta terça-feira (22) e amanhã (23)</strong>, no âmbito da <strong>visita da comitiva do presidente chileno Gabriel Boric </strong>ao Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Chile-passara-a-importar-carne-suina-do-Parana.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Chile-passara-a-importar-carne-suina-do-Parana.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão foi antecipada pelo ministro da Agricultura chileno, Esteban Valenzuela.</p>
<blockquote>
<p>“Reconhecemos que o Paraná está livre de febre aftosa e, portanto, poderemos receber carnes deste estado muito importante do sul do Brasil”, anunciou Valenzuela, nas redes sociais.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o ministro chileno, a<strong> iniciativa é parte dos esforços para reforçar as relações comerciais entre os dois países</strong>, fortalecendo o comércio de produtos agropecuários. Ele informou ainda que as <strong>autoridades chilenas seguem negociando a compra de carne com representantes de outras unidades federativas brasileiras </strong>que atendam às exigências fitossanitárias impostas pelo Serviço Agrícola e Pecuário (SAG) do Chile.</p>
<p>O <strong>reconhecimento chileno é uma demanda antiga dos frigoríficos paranaense</strong>s, conforme o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, Luis Rua.</p>
<blockquote>
<p>“Este é um pleito muito antigo do estado [Paraná] […] e, logo, logo, as empresas paranaenses deverão estar exportando carne suína para o Chile”, comentou Rua, classificando como “muito importante” o anúncio.</p>
</blockquote>
<p>Em <strong>2024, o estado foi o terceiro maior exportador de carne suína entre as unidades federativas livre de aftosa</strong>.</p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa), no ano passado, as exportações de carne suína (considerando produtos<em> in natura</em> e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas. O resultado, 10% superior ao de 2023, estabeleceu um novo recorde para o setor, que obteve cerca de US$ 3,03 bilhões com as vendas externas.</p>
<p><strong>Do volume total de carne suína exportada, o Paraná respondeu com 185,5 mil toneladas</strong>, ficando atrás apenas de Santa Catarina (730,7 mil toneladas) e Rio Grande do Sul (289,9 mil toneladas).</p>
<h2>Mel chileno</h2>
<p>Em contrapartida à decisão do Chile, o <strong>Brasil abriu seu mercado para compra de mel chileno.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Há uma grande notícia para nosso [chileno] setor apícola. O Brasil decidiu autorizar o ingresso [em território brasileiro] de nossas exportações de mel”, acrescentou Esteban Valenzuela.</p>
</blockquote>
<h2>Febre aftosa</h2>
<p>Desde 2021, a <strong>Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa), principal autoridade mundial em saúde animal, reconhece o Paraná como um dos estados brasileiros livre de febre aftosa sem vacinação</strong>, ao lado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. Na ocasião, a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) celebrou o fato apontando que o reconhecimento internacional &#8220;coloca o Paraná em um outro patamar, permitindo-o acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade.&#8221;</p>
<p>Além disso, <strong>em maio de 2024, após o fim da última campanha nacional de imunização, o</strong> governo brasileiro anunciou que todo o rebanho nacional está livre da doença.</p>
<p>A autodeclaração nacional é uma etapa necessária para que a Omsa reconheça o status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação ao restante do território brasileiro.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/chile-passara-importar-carne-suina-do-parana</p>
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