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	<title>carnavais - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Beija-Flor vai homenagear Laíla, mestre dos carnavais</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 14:08:20 +0000</pubDate>
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<p>Um dos carnavais da Beija-Flor de Nilópolis que causaram maior impacto foi o de 1989, quando a escola da Baixada Fluminense desfilou com o enredo <em>Ratos e Urubus, Larguem Minha Fantasia</em>. Uma das alegorias, que viria com um Cristo de braços abertos e com vários componentes aos pés, representando mendigos, provocou, antes do desfile, forte polêmica com a Igreja Católica, que não aceitou a imagem no carro alegórico. Aí, surgiu a ideia de o Cristo passar pela avenida coberto por plástico preto e com uma faixa extensa onde se lia: <em>Mesmo Proibido, Olhai por Nós!</em>. Até hoje não se sabe se a autoria é de Joãosinho Trinta, carnavalesco da escola na época, ou de Laíla que era diretor de carnaval.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Beija-Flor-vai-homenagear-Laila-mestre-dos-carnavais.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Beija-Flor-vai-homenagear-Laila-mestre-dos-carnavais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“É uma discussão que não tem fim. Para mim, o que interessa é que a Beija-Flor fez o maior carnaval da história e que o Joãosinho Trinta é o maior carnavalesco de todos os tempos, assim como o Laíla é um dos maiores sambistas de todos os tempos”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>, o atual carnavalesco da escola, João Vitor Araújo. Segundo o carnavalesco, naquele ano, Laíla retornou à escola a pedido de Joãosinho, que precisava deste suporte para o enredo que considerava importante para a Beija-Flor. O esforço foi recompensado pelo vice-campeonato em 1989.</p>
<p>Esta é uma das histórias da azul e branco de Nilópolis que têm o envolvimento de Laíla, morto em 18 de junho de 2021. O artista é o homenageado da escola em 2025, com o enredo <em>Laíla de Todos os Santos, Laíla de Todos os Sambas</em>. Para contar essa história, o Cristo não poderia faltar. “Faremos aí uma encenação bem legal. É um carnaval revolucionário”, adiantou João Vitor. </p>
<h2>Enredo</h2>
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<p><!--copyright=414542-->O carnavalesco João Vitor, no barracão da escola &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=414542--></p>
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</div>
<p>A Beija-Flor vai mostrar na Sapucaí a trajetória do menino pobre do Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio. Nascido Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, se tornou Laíla quando começou a enxergar o carnaval de outra forma. “O Laíla demorou muito a ser reconhecido, por conta do sistema, por conta do racismo. Era para ter sido reconhecido no meio de toda aquela turma [de carnavalescos], que foi lançada no final da década de 60, como [Fernando] Pamplona, Maria Augusta, Rosa Magalhães, Arlindo [Rodrigues], Joãosinho [Trinta], Viriato. Ele estava lá com eles, mas o racismo não deixou ele ser reconhecido. Era muito mais interessante, com respeito a todos esses mestres, mas o Laíla estava ali, até porque ele foi o suporte de todos. Ele lançou aqueles mestres e não teve o reconhecimento que merecia”, lembrou o carnavalesco.</p>
<p>Durante o desenvolvimento do enredo, João Vitor teve uma entrevista com Maria Augusta, carnavalesca responsável por apresentações memoráveis no carnaval carioca, como <em>Domingo</em> e <em>O Amanhã</em>, ambas na União da Ilha do Governador. Na entrevista, Maria Augusta enfatizou a importância de Laíla naquele grupo de grandes carnavalescos.</p>
<p>“Emocionadíssima, ela disse que quem escolhia os tecidos, os materiais para o Salgueiro, era Laíla. Não eram esses artistas. Era ele quem saía para as ruas para ver o que era melhor esteticamente para o carnaval, e ele não teve esse reconhecimento. Talvez pelo autodidatismo, porque foi a [época da] febre dos alunos oriundos da Escola de Belas Artes [EBA &#8211; da Universidade Federal do Rio de Janeiro]. Então foi esse embranquecimento artístico do carnaval que acabou dando uma espécie de crachá para o evento dizendo: ‘opa! o carnaval não é mais o oba-oba. Ele agora é assinado, tem direção artística de alunos da EBA, e o Laíla ficou jogado para o lado”, completou.</p>
<p>“Ele foi o Laíla com todas essas qualidades de forma autodidata. Ele não teve chance de estudar, não teve tempo. Não teve esse aporte familiar e teve que trabalhar. Essa é a realidade de muita gente. Então, a escola de samba para ele, o Salgueiro, foi um refúgio de crescimento, e acho que até de autoconhecimento”, acrescentou.</p>
<h2>Questões sociais</h2>
<p>Foi o reforço da cultura preta, de críticas sociais e religiosidade, temas que Laíla gostava de ver desenvolvidos nos enredos da escola e que estarão presentes também em 2025. “A genialidade do Laíla é incontestável e, a partir daí, era sempre o cara que estava à frente da escolha dos enredos e sempre pautando o protagonismo preto dentro dos enredos e sempre enredos ligados às raízes nilopolitanas, de uma cidade da Baixada Fluminense, predominantemente, e a religiosidade”, afirmou.</p>
<p>João Vitor comentou que, diferentemente da época em que Laíla começou a inserir a religiosidade nos enredos da Beija-Flor, hoje é frequente as escolas trazerem esse tema. “É preciso lembrar que, quando o Laíla começou a trazer este tipo de enredo para o carnaval, todo mundo dizia que a Beija-Flor era uma escola que só falava de macumba, só falava de África. Hoje todo mundo [nas escolas] faz o que Laíla fazia. Acho maravilhoso, na era da intolerância religiosa, o carnaval é uma forma de protesto, é um ato de resistência. Quando se pegam as 12 escolas [do Grupo Especial] e dez estão com enredo de temática África, trazendo religiosidade para a avenida, muita gente está reclamando. Ah! é só enredo afro, é só orixá. Não, isso é maravilhoso. Essas pessoas não estão enxergando o que está acontecendo aí fora, e o carnaval tem voz.”</p>
<p>“O Laíla tem esse histórico de pioneirismo social dentro de uma escola de samba, principalmente, dentro da Beija-Flor de Nilópolis. Tem uma outra coisa também muito importante sobre o Laíla. Olha o tamanho da Beija-Flor de Nilópolis. É a terceira escola com mais títulos no carnaval carioca. Enquanto o Laíla esteve na Beija-Flor, ele tinha todas as ferramentas e carta branca para trazer quem ele quisesse e sempre trazia artistas profissionais novos, desconhecidos. Ele nunca fez questão, nunca quis trazer medalhões para dentro da Beija-Flor. Tanto na parte de criação na comissão de carnaval e na parte artística, como nos outros segmentos”, destacou João Vitor.</p>
<p>Segundo o carnavalesco, Laíla começou a ter a projeção devida a partir da década de 90, quando isso deveria ter acontecido nos anos 60. Nessa época, ele adota o esquema de comissão de carnaval no lugar de um único carnavalesco e dá oportunidade a diversos profissionais em início de carreira e pouco conhecidos como Fran Sérgio, Amarildo de Mello e Cid Carvalho.</p>
<h2>Divisão do enredo</h2>
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<p><!--copyright=66880-->Laíla é o homenageado deste ano na Beija-Flor, terceira escola com mais títulos no carnaval do Rio de Janeiro &#8211; <strong>Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil</strong><!--END copyright=66880--></p>
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</div>
<p>Para João Vitor, o enredo da Beija-Flor é um dos mais fáceis de compreender neste carnaval de 2025. “Por que Laíla de Todos os Santos? Porque eu pego ali três setores falando da religiosidade do Laíla, da fé. Tenho ali o <em>ori </em>ancestral, já que ele era um filho de Xangô com Iansã; segundo setor, a múltipla fé do Laíla, porque ele dizia que era católico apostólico romano, candomblecista e umbandista; e terceiro setor, a África como fundo de conhecimento e origem da ancestralidade. Então, eu fecho Laíla de todos os santos.<br />No quarto, quinto e sexto setores, são o Laila de todos os sambas, quando falo do Laila produtor musical, muita gente não sabia. O Laíla responsável pelo sucesso de outras escolas de samba fora Beija-Flor e o último setor, o Laíla da Beija-Flor de Nilópolis e o reencontro dele com Joãosinho Trinta”, adiantou o carnavalesco.</p>
<p>João Vitor disse que chegou a ouvir o questionamento se Laíla poderia ser o tema de um enredo. “É porque as pessoas têm preguiça e, infelizmente, vivemos em um país preconceituoso. E é assustador quando uma pessoa olha para você e pergunta: &#8216;o Laíla dá enredo?&#8217; Para mim, isso é puro preconceito. Elas associam à imagem rústica do Laíla, aquela cara fechada, semblante pouco amigável como uma pessoa que não merecia estar ali. Parece que a Beija-Flor é demais para o Laíla. Tudo que ele fez pelo carnaval e pela Beija-Flor de Nilópolis é digno de um, dois, três, quatro enredos. A Beija-Flor tem 14 títulos, 13 com Laíla. É muita coisa”, concluiu.</p>
<p>Um fato que muitas pessoas não devem conhecer é que, mesmo sendo um grande sambista, Laíla era um amante da música clássica, e essa parte da vida dele será representada por uma alegoria que mostrará uma orquestra. “Prodígio com o dom de um ouvido absoluto &#8211; habilidade fenomenal que é a percepção singular da musicalidade, tinha a música clássica como fonte de inspiração e estudo para o aperfeiçoamento de seu talento exacerbado”, definiu o texto que explica o enredo.</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>O anúncio do tema para 2025 funcionou como uma forma de acalmar os ânimos dentro da escola. João Vitor contou que a escola vinha de um oitavo lugar e havia uma onda de protesto grande pelas redes sociais. Alguns componentes chegaram a ameaçar não participar do tradicional desfile que ocorre depois das apresentações no Sábado das Campeãs, na Estrada da Mirandela, via importante de Nilópolis com integrantes fantasiados. “Foi muito difícil, foi um momento horroroso para a gente, o pós-carnaval. Quando a gente anuncia um enredo logo depois do desfile e do resultado do carnaval de 2024 é como se você estivesse entrando ali com uma UPP na Beija-Flor, Unidade de Polícia Pacificadora. A coisa se acalmou de uma tal forma, porque pegou no coração”, avaliou.</p>
<p>“A notícia de que o enredo seria o Laíla foi uma notícia que chegou na hora certa. Tinha que ver a Mirandela lotada. Os componentes todos lá. Aqueles boatos, aquelas ameaças já não existiam mais. Virou o jogo”, dpontuou.</p>
<h2>Samba</h2>
<p>Segundo João Vitor, o clima de empolgação se deu também na disputa do samba-enredo. “Foi uma das melhores disputas que eu já participei na vida, nessa minha carreira. O samba era unanimidade na quadra. Tínhamos dois, três sambas. É muito bom quando as semanas vão passando, e as pessoas vão apontando para um determinado samba. A gente vai prestando atenção e não pode esboçar nenhum tipo de sentimento, embora tenha preferência.</p>
<p>“Quando é um samba que a torcida e a comunidade abraçam, não tem jeito. O outro samba que perdeu era muito bom, era o famoso sentido do tanto faz. Samba 1 ou samba 5. Só que, quando o samba 5 entrou para se apresentar, a quadra toda começou a cantar antes. Você percebia nitidamente que aquilo não era torcida. Era Beija-Flor”, acrescentou.</p>
<p>Também não é à toa que na letra do samba há uma referência de Laíla como um<em> griô</em>, que, na cultura africana, é a pessoa mais antiga de uma comunidade responsável por passar todo o seu conhecimento para os mais jovens. “Exatamente. Ele parece de fato um<em> griô</em>, não só fisicamente, porque parece de fato, mas por todo o conhecimento que tinha. O melhor de tudo é que ele ensinava tudo. Exatamente o que o <em>griô</em> fazia, sentava-se aos pés do baobá e contava histórias para os mais novos”, afirmou.</p>
<h2>Barracão</h2>
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<p><!--copyright=414549-->Artesão confecciona fantasia da Beija-Flor &#8211; <strong>Tânia Rego/Agência Brasil</strong><!--END copyright=414549--></p>
</div>
</div>
<p>O empenho está nos mínimos detalhes. Dentro do barracão, Mauro de Oliveira, chamado no mundo do carnaval de Cara Preta, trabalha na realização de esculturas. O amor pela função não vem de agora. Faz 33 anos que ele cumpre a sua função onde o desfile é preparado. Saber que está fazendo tudo isso para contar a história de Laíla, com quem trabalhou durante muito tempo, é motivo de orgulho. “É uma emoção muito grande. Eu acompanhei a trajetória dele de 89 pra cá e é uma coisa que estou esperando muito. Acho que é o carnaval mais esperado da escola. É sobre o mestre Laíla. É gratidão por tudo que ele fez pela escola”, dividiu a sua memória, destacando que o ensaio técnico que a Beija-Flor fez na Sapucaí no dia 1º de fevereiro já deu uma mostra do que vem pela frente. “A gente espera uma explosão de alegria”.</p>
<p>João Vitor também está confiante em um bom desfile, com possibilidade de ganhar o título. “O Laíla nos abençoou. Quando esse enredo foi apresentado para mim, eu não sei o que eu senti, se era um sentimento de felicidade, de medo. Só sei que saí daqui congelado. Fui para casa e, quando dormi, sonhei com ele, sonhei com ele na Praça da Apoteose. Ele me olhava, sorria e fazia um gesto de abraço. Então eu falei: ‘isso vai dar certo’. É o que ele quer e quer que eu faça. Ele veio confirmar. Foi o único sonho que tive com ele”, revelou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/beija-flor-vai-homenagear-laila-mestre-dos-carnavais</p>
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		<title>Em série da Rádio MEC, Ruy Castro traz canções de carnavais antigos</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 17:37:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No mês que antecede a folia, a Rádio MEC estreia a série A Música do Carnaval, produção inédita apresentada pelo jornalista e escritor Ruy Castro. O programa sobre marchinhas e sambas de carnavais antigos vai ao ar na emissora pública com edições semanais a partir deste domingo (9), às 21h. Com quatro episódios de uma hora, o conteúdo mescla [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>No mês que antecede a folia, a <strong>Rádio MEC</strong> estreia a série <em>A Música do Carnaval</em>, produção inédita apresentada pelo jornalista e escritor Ruy Castro. O programa sobre marchinhas e sambas de carnavais antigos vai ao ar na emissora pública com edições semanais a partir deste domingo (9), às 21h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Em-serie-da-Radio-MEC-Ruy-Castro-traz-cancoes-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Em-serie-da-Radio-MEC-Ruy-Castro-traz-cancoes-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com quatro episódios de uma hora, o conteúdo mescla clássicos do cancioneiro nacional e histórias narradas pelo imortal a respeito de cada obra. A atração destaca curiosidades e revela bastidores sobre os intérpretes, os compositores e essas preciosidades do repertório popular.</p>
<p>&#8220;Nesta série de programas vamos apresentar dezenas de grandes marchinhas e sambas dos carnavais do passado. Mas não é por nenhum saudosismo. É que o carnaval também é cultura, e a cultura é de todas as épocas&#8221;, define o jornalista, sobre as canções criadas entre as décadas de 1930 e 1960.</p>
<p>A nova produção original de Ruy Castro, Heloisa Seixas e Julia Romeu está disponível em várias plataformas. Além de acompanhar no dial, o ouvinte pode conferir o conteúdo exclusivo no app <em>Rádios EBC</em>, na transmissão em streaming no <a href="https://radios.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site da emissora pública</a> e em formato podcast pelo Spotify.</p>
<p>Na estreia, o seriado resgata marchinhas como <em>Hino do Carnaval Brasileiro</em>, de Lamartine Babo; <em>A Jardineira</em>, de Benedito Lacerda e Humberto Porto; <em>Nós, os Carecas</em>, de Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr; <em>Pierrô Apaixonado</em>, de Noel Rosa e Heitor dos Prazeres; e <em>Aurora</em>, de Mario Lago e Roberto Roberti, entre outras.</p>
<h2>Gêneros carnavalescos</h2>
<p>Ruy Castro aborda o tema das músicas lembradas no programa.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;As marchinhas, tanto as alegres quanto as mais românticas, gostavam de falar do próprio carnaval. Também serviam para fazer crítica social e para descrever o cotidiano do brasileiro. Quase todas eram assim: engraçadas, maliciosas e nada inocentes&#8221;, pontua.</p>
</blockquote>
<p>Grandes intérpretes do país entoavam esses sucessos. &#8220;Todos os cantores daquele tempo, mesmo os mais românticos, cantavam carnaval. Até mesmo o talvez maior de todos: Orlando Silva&#8221;, lembra o jornalista que ainda menciona nomes como Carmen Miranda, Aracy de Almeida, Mario Reis, Almirante e Francisco Alves, conhecido como &#8220;O Rei da Voz&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ainda que a partir dos anos 1930 as marchinhas tenham reinado na folia, elas não estavam sozinhas. Havia também os sambas de carnaval, que eram gravados especialmente para a época e tocavam no rádio sem parar. Não confundir com os sambas-enredo, cantados pelas escolas de samba. Ambos – sambas e marchinhas – foram os dois grandes gêneros carnavalescos até os anos 1960&#8221;, diz Ruy Castro.</p>
<p>O pesquisador explica como era essa dinâmica no cotidiano. &#8220;Todos os compositores importantes faziam tanto marchinhas quanto sambas de carnaval. As composições eram gravadas em meados do segundo semestre e lançadas no fim do ano. Tocavam o tempo todo no rádio, o povo aprendia e, quando chegava o carnaval, as multidões cantavam nas ruas. Esta era a magia do carnaval&#8221;, celebra.</p>
<p>O clássico <em>Cidade Maravilhosa</em>, marchinha de André Filho, em versão instrumental, com Zaccarias e sua orquestra, embala o prefixo da série com a alegria que marcava os bailes de carnaval do século passado e atravessa gerações. &#8220;Todos a conhecemos muito bem. Embora tenha sido composta para o carnaval de 1935, ela se tornou em 2003 o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro&#8221;, ratifica o jornalista.</p>
<h2>Sobre Ruy Castro</h2>
<p>O jornalista e escritor Ruy Castro começou sua trajetória profissional como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e atuou nos principais veículos da imprensa carioca e paulistana. Em 1988 passou a se dedicar aos livros e fez sua estreia como escritor em 1990, com o lançamento de <em>Chega de saudade: a história e as histórias da bossa nova</em>.</p>
<p>É autor de biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920, além de romances e obras sobre cinema e literatura. Em 2021, foi agraciado com o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL). No ano seguinte, foi eleito para ocupar a cadeira 13 da ABL.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/em-serie-da-radio-mec-ruy-castro-traz-cancoes-de-carnavais-antigos</p>
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