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		<title>TV Brasil: racismo na escola é tema do Caminhos da Reportagem</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (26), às 23h, a TV Brasil reprisa episódio premiado do programa Caminhos da Reportagem que abordou a persistência do racismo em ambientes escolares, as consequências desse problema na trajetória dos estudantes e alternativas para superá-lo.  Há mais de duas décadas, uma lei  (10.639/2003) tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta segunda-feira (26), às 23h, a <strong>TV Brasil</strong> reprisa episódio premiado do programa <em>Caminhos da Reportagem</em> que abordou a persistência do racismo em ambientes escolares, as consequências desse problema na trajetória dos estudantes e alternativas para superá-lo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/TV-Brasil-racismo-na-escola-e-tema-do-Caminhos-da.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/TV-Brasil-racismo-na-escola-e-tema-do-Caminhos-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Há mais de duas décadas, uma lei  (10.639/2003) tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, nas escolas públicas e privadas de todo país. Só que aplicar o que a legislação determina ainda é desafiador. Uma pesquisa do Ministério da Educação mostrou que, entre 2019 e 2021, metade das escolas desenvolveu algum projeto sobre relações étnico-raciais. Quando se fala em educação continuada, o quadro é mais grave: 14,7% dos gestores escolares disseram ter materiais pedagógicos ou socioculturais para ensinar a disciplina. Para completar, havia apenas 0,92% dos professores com formação adequada sobre o tema.</p>
<p>E por que implementar a lei 10.639/2003 é tão difícil?</p>
<p>“Se você me perguntar como pesquisadora, eu digo: coordenação federativa. Em um país tão grande como o nosso, com desigualdades tão significativas, você precisa de uma coordenação forte do Ministério da Educação para colocar todas as redes na mesma página e ajudá-las a implementar a política”, responde a secretária de Educação Continuada, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo.</p>
<p>“Nós ofertamos (em 2024) 215 mil vagas de formação de professores. Além disso, tem o material de apoio. Nós encaminhamos, para centenas de redes, o livro do professor e o livro do aluno (com conteúdo antirracista) para os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental”, complementa a secretária do MEC.</p>
<p>Medidas importantes, na avaliação de especialistas ouvidos pela nossa equipe. Afinal, as marcas do racismo na escola não se apagam nunca.</p>
<blockquote>
<p>“Eu lembro de ter sido posta de castigo no fundo da sala – e eu fui a única colocada lá, embora a turma toda tivesse fazendo bagunça – e fiquei ali até urinar na roupa”, conta a professora Gina Vieira.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“As piadas de cunho étnico-racial geralmente eram direcionadas a mim. Na época, eu não sabia nomear essas violências, mas sempre houve um desconforto”, revela a também professora Keila Vila Flor.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Eu estudei numa escola particular e nessa escola tinha as classes A e B. A classe B era a das crianças que não aprenderiam com tanta rapidez como as da classe A. E as crianças nessa classe B eram negras”, recorda outra professora, a Paula Janaína.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<h2>Caminhos</h2>
<p>Mesmo com essas dificuldades, há soluções. O <em>Caminhos da Reportagem</em> buscou exemplos no Distrito Federal e em Salvador. Na capital do país, o projeto Cresp@s &amp; Cachead@s tem como ponto de partida recuperar a autoestima dos estudantes negros. Já na capital da Bahia, nossa equipe conheceu a escola Maria Felipa.</p>
<p>“Existe na escola um projeto político-pedagógico de valorização dos diferentes marcos civilizatórios do nosso povo, então a gente leva para o currículo a cultura africana, a cultura indígena e a cultura europeia em grau de igualdade de paridade. O que isso significa? Significa que eu não vou levar a cultura europeia para escola na matemática, na filosofia, na história e vou levar a cultura africana apenas na capoeira e no samba. Então, é levar a cultura africana na história, na matemática, na ciência. E o mesmo é feito para a cultura indígena”, explica a idealizadora da escola, Bárbara Carine.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=406681:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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<p>Jeferson Tenório é um dos entrevistados no programa &#8211; <strong>TV Brasil/Divulgação</strong><!--END copyright=406681--><br type="_moz"/>
</p>
</div>
</div>
<p>Vencedor do Prêmio Jabuti com o livro <em>O avesso da pele</em> e alvo de censura em, pelo menos, quatro estados do país ao longo de 2024, o escritor Jeferson Tenório afirma que “a discussão do racismo dentro da escola é importante, porque é preciso ter uma responsabilidade ética: me preocupar com os problemas dos outros e não só com os meus. É colocar também o racismo numa dimensão em que o aluno perceba que não existe democracia enquanto houver racismo”.</p>
<p>O episódio As marcas do racismo na escola ficou em 3º lugar no 67º Prêmio ARI Banrisul de Jornalismo. O programa fecha a série de reprises com episódios premiados do <em>Caminhos da Reportagem</em>. Na próxima segunda (2/2), a temporada de programas inéditos será retomada.</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>Reportagem: Iara Balduino</p>
<p>Produção: Carolina Oliveira e Patrícia Araújo Reportagem cinematográfica: André Rodrigo Pacheco, Rogerio Verçoza e Sigmar Gonçalves</p>
<p>Auxílio técnico: Alexandre Souza, Dailton Matos, Edivan Viana, Rafael Calado e Thiago Pinto</p>
<p>Edição de texto: Paulo Leite</p>
<p>Edição de imagem e finalização: André Eustáquio e Márcio Stuckert</p>
<p>Arte: Alex Sakata, Caroline Ramos e Wagner Maia</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/tv-brasil-racismo-na-escola-e-tema-do-caminhos-da-reportagem</p>
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		<title>Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, ultrapassa marca de 100 prêmios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 11:45:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Caminhos da Reportagem, atração da emissora pública TV Brasil, ultrapassou no final de 2025 a marca de 100 prêmios recebidos. Desde 2010, quando foi iniciada a contagem, já foram 101 honrarias. Os reconhecimentos atestam a relevância editorial, a qualidade jornalística e o compromisso da produção com reportagens aprofundadas sobre os mais variados temas de interesse público. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <em>Caminhos da Reportagem</em>, atração da emissora pública <strong>TV Brasil</strong>, ultrapassou no final de 2025 a marca de 100 prêmios recebidos. Desde 2010, quando foi iniciada a contagem, já foram 101 honrarias. Os reconhecimentos atestam a relevância editorial, a qualidade jornalística e o compromisso da produção com reportagens aprofundadas sobre os mais variados temas de interesse público.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Caminhos-da-Reportagem-da-TV-Brasil-ultrapassa-marca-de-100.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Caminhos-da-Reportagem-da-TV-Brasil-ultrapassa-marca-de-100.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O Caminhos da Reportagem é um programa que criou laços afetivos com a população. Ao longo dos anos, construiu uma relação de confiança com o público, abordando temas sensíveis e relevantes com cuidado e profundidade”, destaca a diretora de Jornalismo da EBC, Cidinha Matos.</p>
<p>A diretora ressalta que os prêmios são frutos de um trabalho exercido coletivamente. “É o esforço diário de uma equipe comprometida, que acredita no jornalismo como ferramenta de informação, reflexão e transformação social”, comenta Cidinha.</p>
<p>A galeria de troféus do Caminhos da Reportagem concentra conquistas de alto prestígio no cenário jornalístico, como o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário, Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, Prêmio Petrobras de Jornalismo, Prêmio Sebrae de Jornalismo, Prêmio Tim Lopes e o internacional Prêmio TAL (Televisión América Latina). Apenas no ano passado, o programa venceu 15 prêmios e foi finalista em mais dois.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O <em>Caminhos da Reportagem</em> está no ar na <strong>TV Brasil</strong> desde 2008. Atualmente, é exibido todas as segundas-feiras, às 23h. O programa leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de pautas especiais, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos.</p>
<p>A produção disponibiliza as edições especiais no site <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem</a> e no YouTube da emissora em <a href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.youtube.com/tvbrasil</a>. As matérias anteriores também estão no aplicativo TV Brasil Play, disponível nas versões Android e iOS, e no site http://tvbrasilplay.com.br.</p>
<h2>Confira a lista completa dos prêmios</h2>
<p><strong>Total de prêmios desde 2010:</strong> 101<br /><strong>Indicações como finalista desde 2010</strong>: 39<br /><strong>Total de prêmios conquistados e indicações como finalista: </strong>140</p>
<p><strong>Prêmios de 2025 (15)</strong></p>
<p>1 – 7ª edição do Prêmio CROSP de Jornalismo – Categoria Telejornalismo</p>
<p>Programa: “Pelo direito de sorrir” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 08 de janeiro de 2025</p>
<p> </p>
<p>2 – 2ª edição do Prêmio Boehringer Ingelheim de Jornalismo – Categoria Online</p>
<p>Programa: “AVC, cada minuto importa” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 17 de junho de 2025</p>
<p> </p>
<p>3 – 12ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo – Etapa Distrital – Categoria Vídeo</p>
<p>Programa: “Negócios 60+, o poder da experiência” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 22/08/2025</p>
<p> </p>
<p>4 – II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Eixo Temático 2 – Inteligência artificial, inclusão digital e desinformação – Categoria Jornalismo de Vídeo</p>
<p>Programa: “Eleições sem filtro” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 10/09/2025</p>
<p> </p>
<p>5 – II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Eixo Temático 2 – Inteligência artificial, inclusão digital e desinformação – Categoria Jornalismo de Vídeo</p>
<p>Programa: “Eu quero votar para presidente – os 40 anos das Diretas Já!” – 2º lugar</p>
<p>Data da premiação: 10/09/2025</p>
<p> </p>
<p>6 – 8º Prêmio IMPA de Jornalismo – Categoria Divulgação Científica</p>
<p>Programa: “Microplástico na veia” – Menção honrosa</p>
<p>Data da premiação: 26/09/2025</p>
<p> </p>
<p>7 – 8º Prêmio IMPA de Jornalismo – Categoria Matemática</p>
<p>Programa: “Quebrando o código: mulheres e inteligência artificial” – Menção honrosa</p>
<p>Data da premiação: 26/09/2025</p>
<p> </p>
<p>8 – 47º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos – Categoria Produção Jornalística em Vídeo</p>
<p>Programa: “Mães de luta” – Menção honrosa</p>
<p>Data da premiação: 07/10/2025</p>
<p> </p>
<p>9 – Prêmio Amrigs de Jornalismo (Associação Médica do Rio Grande do Sul) – Categoria Televisão</p>
<p>Programa: “AVC, cada minuto importa” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 15/10/2025</p>
<p> </p>
<p>10 – 1º Prêmio SBOT de Jornalismo 2025 – Categoria Única</p>
<p>Programa: “O trabalho nosso de cada dia” – Moção de destaque especial</p>
<p>Data da premiação: 11/11/2025</p>
<p> </p>
<p>11 – 4º Prêmio Café Brasil de Jornalismo (CNC &#8211; Conselho Nacional do Café) &#8211; Categoria Televisão</p>
<p>Programa: “Negócios com o cerrado em pé” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 03/12/2025</p>
<p> </p>
<p>12 – 12ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo – Categoria Jornalismo em Vídeo</p>
<p>Programa: “Negócios 60+ – O poder da experiência” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 04/12/2025</p>
<p> </p>
<p>13 – 42º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo 2025 – Categoria Televisão</p>
<p>Programa: “Mães de luta” – Menção honrosa</p>
<p>Data da premiação: 10/12/2025</p>
<p> </p>
<p>14 – Prêmio MPRS de Jornalismo – Categoria Especial: Inteligência Artificial</p>
<p>Programa: “Adolescência conectada ao perigo” – 2º lugar</p>
<p>Data da premiação: 12/12/2025</p>
<p> </p>
<p>15 – 67º Prêmio ARI Banrisul de Jornalismo – Categoria Reportagem Nacional</p>
<p>Programa: “Marcas do racismo na escola” – 3º lugar (Menção Honrosa)</p>
<p>Data da premiação: 12/12/2025</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2025 (2)</strong></p>
<p>1 – 7º Prêmio Livre.jor de Jornalismo Mosca – Categoria Profissional</p>
<p>Programa: “Um lar além das fronteiras”</p>
<p>Data da premiação: 10/12/2025</p>
<p> </p>
<p>2 – 13ª edição dos Prêmios TAL 2025 – Categoria Meio Ambiente</p>
<p>Programa: “Clima Extremo”</p>
<p>Data da premiação: 16/12/2025</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2024 (10)</strong></p>
<p>1 – I Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – STF (Eixo 1)</p>
<p>Programa: “Declarações de Humanidade” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 24 de abril de 2024</p>
<p> </p>
<p>2 – I Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – STJ (Eixo 3)</p>
<p>Programa: “Mães no Cárcere” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 24 de abril de 2024</p>
<p> </p>
<p>3 – I Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – STJ (Eixo 3)</p>
<p>Programa: “Órfãos do Feminicídio” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 24 de abril de 2024</p>
<p> </p>
<p>4 – I Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – TST (Eixo 4)</p>
<p>Programa: “À Força &#8211; A Escravidão Moderna” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 24 de abril de 2024</p>
<p> </p>
<p>5 – 11ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo – Etapa RJ &#8211; Categoria Vídeo</p>
<p>Programa: “Negócios com sabor de história” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 29 de agosto de 2024</p>
<p> </p>
<p>6 – 11ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo – Etapa DF – Categoria Vídeo</p>
<p>Programa: “O valor do lixo” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 30 de setembro de 2024</p>
<p> </p>
<p>7– 46ª edição do Prêmio de Jornalismo Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos </p>
<p>Programa: “Inocentes na Prisão”</p>
<p>Data da premiação: 29/10/2024</p>
<p> </p>
<p>8 – 32ª edição do Festival Ecocine – Categoria Melhor Documentário Média Metragem sobre Meio Ambiente</p>
<p>Programa: &#8220;Cafuringa, a última fronteira verde do Distrito Federal&#8221;</p>
<p>Data da premiação: 11/12/2024</p>
<p> </p>
<p>9 – 66° Prêmio ARI Banrisul de Jornalismo</p>
<p>Programa: “Terra em cinzas: as queimadas de 2024” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 12/12/2024</p>
<p> </p>
<p>10 – 66° Prêmio ARI Banrisul de Jornalismo</p>
<p>Programa: “Clima extremo” – 2º lugar</p>
<p>Data da premiação: 12/12/2024</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2024 (3)</strong></p>
<p>1 – Prêmio CNT de Jornalismo – Confederação Nacional dos Transportes</p>
<p>Categoria: Televisão</p>
<p>Programa: “Soluções em Trânsito”</p>
<p>Data da premiação: 06/11/2024</p>
<p> </p>
<p>2 – 11ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo – Etapa Nacional</p>
<p>Categoria: Vídeo</p>
<p>Programa: “Negócios com sabor de história”</p>
<p>Data da premiação: 28/11/2024</p>
<p> </p>
<p>3 – 11ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo – Etapa Nacional</p>
<p>Categoria: Vídeo</p>
<p>Programa: “O valor do lixo”</p>
<p>Data da premiação: 28/11/2024</p>
<p> </p>
<p><strong>Selecionado para exibição em festival audiovisual em 2024 (1)</strong></p>
<p>1 &#8211; Festival de cinema ECOCINE International Environmental and Human Rights Film</p>
<p>Programa: “Cafuringa – A última fronteira verde do DF”</p>
<p>Data do festival: 17/10/2024 a 15/12/2024</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2023 (5)</strong></p>
<p>1 – Prêmio MOL de Jornalismo</p>
<p>Programa: “Gastronomia da Solidariedade”</p>
<p>Data da premiação: 30/03/2023</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Amrigs de Jornalismo (Associação Médica do Rio Grande do Sul)<br />Categoria: Televisão</p>
<p>Programa: “Medicalização da Vida” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 18/10/2023</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio Amrigs de Jornalismo (Associação Médica do Rio Grande do Sul)</p>
<p>Categoria: Televisão</p>
<p>Programa: “Vacina, infância protegida” – 2º lugar</p>
<p>Data da premiação: 18/10/2023</p>
<p> </p>
<p>4 – Terceiro Festival de Cinema Vida (Instituto Integridade)</p>
<p>Premiação: Melhor filme / Vídeo</p>
<p>Programa: “Respeitem meus cabelos brancos”</p>
<p>Data da premiação: 27/10/2023</p>
<p> </p>
<p>5 – Prêmio de Jornalismo Save the Children para América Latina e Caribe</p>
<p>Categoria: Imprensa Televisiva</p>
<p>Programa: “Órfãos do feminicídio” – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 19/12/2023</p>
<p> </p>
<p><strong>Pauta selecionada para financiamento em 2023 (1)</strong></p>
<p>1 – Aprovação de projeto pela OMS/OPAS para cobertura sobre segurança viária</p>
<p>Financiamento da pauta “Soluções em trânsito”</p>
<p>Data da seleção: 26/06/2023</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2023 (2)</strong></p>
<p>1 – Prêmio ABMES de Jornalismo</p>
<p>Programa: “Fuga de cérebros, a diáspora de cientistas brasileiros”</p>
<p>Data da premiação: 08/08/2023</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio de Comunicação José Luiz Egydio Setúbal</p>
<p>Programa: “Vacina, infância protegida”</p>
<p>Data da premiação: 25/09/2023</p>
<p>  </p>
<p><strong>Prêmios em 2022 (5)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Sebrae de Jornalismo 2022</p>
<p>Categoria: Vídeo – Etapa Rio de Janeiro</p>
<p>Programa: “Gastronomia da Solidariedade”</p>
<p>Data da premiação: 30/09/2022</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Sebrae de Jornalismo 2022</p>
<p>Categoria: Vídeo – Etapa Rio de Janeiro</p>
<p>Programa: “Negócios de impacto” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 30/09/2022</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio NHR Brasil de Jornalismo 2022</p>
<p>Categoria: Telejornalismo</p>
<p>Programa: &#8220;Hanseníase &#8211; Marcas do Preconceito&#8221; – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 13/11/2022</p>
<p> </p>
<p>4 – Prêmio NHR Brasil de Jornalismo 2022</p>
<p>Categoria: categoria especial ‘Doenças Tropicais Negligenciadas’</p>
<p>Programa: &#8220;Doença de Chagas e Leishmaniose: Retrato do Descaso&#8221;</p>
<p>Data da premiação: 13/11/2022</p>
<p> </p>
<p>5 – 2º Festival de Cinema Vida, 2022 – Lar dos Velhinhos Maria Madalena</p>
<p>Premiação: Melhor filme pela comissão julgadora</p>
<p>Programa: “Envelhecer: meu tempo é hoje”</p>
<p>Data da premiação: 27/10/2022</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2022 (1)</strong></p>
<p>1 – Prêmio AMRIGS de Jornalismo 2022 &#8211; Associação Médica do Rio Grande do Sul</p>
<p>Categoria: TV</p>
<p>Programa: “Doença de Chagas e Leishmaniose: retrato do descaso”</p>
<p>Data da Premiação: 13/10/2022</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2021 (4)</strong></p>
<p>1 – Prêmio ESET de Jornalismo em Segurança da Informação 2021 – Promovido pela ESET (Estado Atual da Ciber Segurança na América Latina)</p>
<p>Premiação: melhor trabalho da região – Brasil</p>
<p>Programa: “As definições de fraude foram atualizadas”</p>
<p>Data da premiação: 01/10/2021</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio NHR de Jornalismo 2021</p>
<p>Categoria: Categoria especial ‘Doenças Tropicais Negligenciadas’</p>
<p>Programa: “Leishmaniose, retrato do abandono” – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 26/10/1021</p>
<p> </p>
<p>3 – II Prêmio Geneton Moares Neto de Jornalismo – 2021</p>
<p>Categoria: Videojornalismo</p>
<p>Programa: “Um Brasil sem o básico” – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 07/12/2021</p>
<p> </p>
<p>4 – 38º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo 2021 &#8211; promovido pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos e OAB/RS.</p>
<p>Categoria: Televisão</p>
<p>Programa: “Em busca da saúde” – Menção Honrosa.</p>
<p>Data da premiação: 10/12/2021</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas 2021 (3)</strong></p>
<p>1 – II Prêmio Geneton Moares Neto de Jornalismo 2021</p>
<p>Categoria: Videojornalismo</p>
<p>Programa: “Barcarena, Cidade Contaminada”</p>
<p>Data da premiação: 07/12/2021</p>
<p> </p>
<p>2 – II Prêmio Geneton Moares Neto de Jornalismo 2021</p>
<p>Categoria: Videojornalismo</p>
<p>Programa: “Catadores de Sonhos”</p>
<p>Data da premiação: 07/12/2021</p>
<p> </p>
<p>3 – II Prêmio Geneton Moares Neto de Jornalismo 2021</p>
<p>Categoria: Videojornalismo</p>
<p>Programa: “O ouro azul”</p>
<p>Data da premiação: 07/12/2021</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2020 (1)</strong></p>
<p>1 – Prêmio CNT de Jornalismo 2020 – Confederação Nacional dos Transportes</p>
<p>Categoria: Televisão</p>
<p>Programa: “Transporte em tempos de coronavírus”</p>
<p>Data da premiação: 01/12/2020</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2019 (8)</strong></p>
<p>1 – 52º Prêmio de Comunicação da CNBB 2019 – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil</p>
<p>Categoria: TV &#8211; Clara de Assis, na subcategoria Documentário<br />Programa: &#8220;O poder da (des) informação” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 19/07/2019</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Jornalista Tropical 2019 – Promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical</p>
<p>Categoria: TV</p>
<p>Programa: &#8220;Doença de Chagas: o adoecer do coração” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 28/ 07/2019</p>
<p> </p>
<p>3 – 41º prêmio jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2019</p>
<p>Programa: &#8220;O paciente invisível&#8221; – Menção Honrosa</p>
<p>Data da premiação: 24/10/2019</p>
<p> </p>
<p>4 – Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2019/2020 – Promovido pela Organização Mundial do Turismo</p>
<p>Programa: &#8220;No rastro da Poesia, no caminho de Cora&#8221; – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 06/11/2019</p>
<p> </p>
<p>5 – Prêmio Longevidade Bradesco 2019</p>
<p>Programa: &#8220;Quarta idade: a vida depois dos 80” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 11/11/2019</p>
<p> </p>
<p>6 – 36º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo 2019 – Promovido pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos e OAB/RS</p>
<p>Categoria: Documentário</p>
<p>Programa: “O paciente invisível” – 3º lugar.</p>
<p>Data da premiação: 10/12/2019</p>
<p> </p>
<p>7 – Edital ANDI para elaboração de pauta sobre Primeira Infância 2019</p>
<p>Seleção da pauta “Crianças venezuelanas refugiadas em Roraima”, que resultou em dois produtos: série do Repórter Brasil “Infância Refugiada”, exibida em outubro de 2019; e o programa “Depois da fronteira – a vida das crianças imigrantes”, do Caminhos da Reportagem, exibido em dezembro de 2019.</p>
<p> </p>
<p>8 – 36º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo 2019 &#8211; promovido pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos e OAB/RS</p>
<p>Categoria: Televisão</p>
<p>Série Infância Refugiada (Repórter Brasil) – 2º lugar</p>
<p>Data da premiação: 10/12/2019</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2019 (1)</strong></p>
<p>1 – 52º Prêmio de Comunicação da CNBB 2019 &#8211; Conferência Nacional dos Bispos do Brasil</p>
<p>Categoria: TV – Clara de Assis</p>
<p>Programa: “A Arquitetura que nos Une”</p>
<p>Data da premiação: 19/07/2019</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2018  (12)</strong></p>
<p>1 – 1º Prêmio Geneton Moraes Neto &#8211; realizado pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), instituição ligada ao Ministério da Educação, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (Sinjope)</p>
<p>Categoria: Videojornalismo</p>
<p>Programa: “Gosto Amargo do Rio Doce&#8221; – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 26/03/18</p>
<p> </p>
<p>2 – 1º Prêmio Geneton Moraes Neto &#8211; realizado pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), instituição ligada ao Ministério da Educação, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (Sinjope)<br />Categoria: Videojornalismo</p>
<p>Programa: “As Cores da Cidade&#8221; – 3º lugar</p>
<p>Data da premiação: 26/03/18</p>
<p> </p>
<p>3 – VI Prêmio República de Valorização do Ministério Público Federal</p>
<p>Categoria: Jornalismo de TV</p>
<p>Programa: “Geração Digital em busca de likes” – 2º lugar</p>
<p>Data da premiação: 04/06/18</p>
<p> </p>
<p>4 – 13º Troféu Mulher Imprensa</p>
<p>Categoria: Melhor Reportagem Especial ou Série Sobre Mulheres</p>
<p>Programa: “Assédio sexual no trabalho: um crime silenciado&#8221; – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 14/08/18</p>
<p> </p>
<p>5 – Prêmio de Comunicação da CNBB “Clara de Assis”</p>
<p>Categoria: Documentário</p>
<p>Programa: “Marcados pelo sol” – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 20/07/18</p>
<p> </p>
<p>6 – 5ª edição do Prêmio da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)</p>
<p>Categoria: Hors Concours</p>
<p>Programas: “Precisamos falar sobre isso”, “Cicatrizes da tristeza”, “Assédio sexual no trabalho: um crime silenciado” e “O poder da música”.</p>
<p>Data da premiação: 17/10/18</p>
<p> </p>
<p>7 – 40ª Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos</p>
<p>Categoria: Melhor Produção Jornalística em Vídeo</p>
<p>Programa: “Defensores sob ameaça” – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 25/10/18</p>
<p> </p>
<p>8 – 2ª edição do Prêmio CICV de Cobertura Humanitária Internacional</p>
<p>Programa: “RefugiAdas” – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 06/11/18</p>
<p> </p>
<p>9 – 7º Prêmio AMAERJ Patrícia Acioli de Direitos Humanos</p>
<p>Categoria: Reportagem Jornalística</p>
<p>Programa: “Vidas em Trânsito”</p>
<p>Data da premiação: 12/11/18</p>
<p> </p>
<p>10 – 4ª edição do Prêmio Synapsis FBH de Jornalismo</p>
<p>Categoria: TV</p>
<p>Programa: “Cicatrizes da tristeza” – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 27/11/18</p>
<p> </p>
<p>11 – 8ª edição do Prêmio Longevidade de Jornalismo Bradesco Seguros</p>
<p>Categoria: Mídia Digital<br />Programa “Idosos Conect@ados” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 21/11/18</p>
<p> </p>
<p>12 – 35º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo/2018</p>
<p>Categoria: Televisão</p>
<p>Programa &#8220;Barcarena, cidade contaminada” – 1º lugar</p>
<p>Data da premiação: 10 de dezembro</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2018 (3)</strong></p>
<p>1 – Prêmio de Comunicação da CNBB “Clara de Assis”</p>
<p>Categoria: Documentário</p>
<p>Programa: “Território de(s) marcado”</p>
<p>Data da premiação: 20/07/18</p>
<p> </p>
<p>2 – 40ª Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos</p>
<p>Categoria: Melhor Produção Jornalística em Vídeo</p>
<p>Programa: “RefugiAdas”</p>
<p>Data da premiação: 25/10/18</p>
<p> </p>
<p>3 – Anamatra de Direitos Humanos / 2018</p>
<p>Subcategoria: Televisão</p>
<p>Programa: &#8220;Assédio Sexual no Trabalho, um crime silenciado”</p>
<p>Data da premiação: 23/08/2018</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2017  (2)</strong></p>
<p>1 – 3ª Edição do Prêmio Synapsis FBH de Jornalismo, realizado pela Federação Brasileira de Hospitais (FBH)</p>
<p>Programa: “Sífilis, a doença de Mil Faces&#8221; – Vencedor</p>
<p>Data da premiação: 07/11/17</p>
<p> </p>
<p>2 – 4º Prêmio ABP de Jornalismo &#8211; realizado pela Associação Brasileira de Psiquiatria</p>
<p>Categoria: “Hors Concours”</p>
<p>Programas vencedores: “Cracolândia, o Caminho das Pedras”, “Sífilis, a doença de mil faces”, “Você tem medo de quê?”,“ A vida é tão rara”, “Geração digital: em busca de likes”, “Alcoolismo: do caos à recuperação”</p>
<p>Data da premiação: 25/11/17</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2016 (7)</strong></p>
<p>1 – Prêmio CNBB de Comunicação – Prêmio Clara de Assis</p>
<p>Categoria: Televisão<br />Programa: “Loucura e Liberdade: Saúde mental em Barbacena”<br />Data da premiação: 08/04/2016</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Petrobras de Jornalismo</p>
<p>Programa: “As canções que você fez pra mim” – Vencedor<br />Data da premiação: 24/05/2016</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio TAL 2016</p>
<p>Categoria: Melhor Programa Jornalístico<br />Programa: “Uma guerra sem herói” – Vencedor<br />Data da premiação:  28/07/16</p>
<p> </p>
<p>4 – 38º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos</p>
<p>Categoria: Documentário<br />Programa: “Mulheres do Zika ” – Vencedor<br />Data da premiação: 25/10/16</p>
<p> </p>
<p>5) 38º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos</p>
<p>Programa: “Racismo na Escola” – Menção Honrosa</p>
<p>Categoria: Documentário</p>
<p>Data da premiação: 25/10/16</p>
<p> </p>
<p>6 – 9 º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo<br />Categoria:  Audiovisual/Telejornalismo com o tema sustentabilidade</p>
<p>Programa: “Desta Água não beberei” – Vencedor<br />Data da premiação: 24/11/2016</p>
<p> </p>
<p>7 – 3ª edição do prêmio ABP de Jornalismo</p>
<p>Categoria:  Televisão<br />Programa: “Depressão, a dor da alma” – Vencedor<br />Data da premiação: 16/11/2016</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2016 (3)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Estácio de Jornalismo</p>
<p>Categoria: TV<br />Programa: “Racismo na escola”<br />Data da premiação:  06/10/16</p>
<p>2 – Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo</p>
<p>Categoria:  Audiovisual/Telejornalismo com o tema sustentabilidade.<br />Programa: “Ouro Branco do Araripe”.<br />Data da premiação: 24/11/2016</p>
<p>3 – Prêmio Anamatra<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “O quarto dos fundos”<br />Data da premiação: novembro/ 2016</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2015 (7)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Sebrae de Jornalismo</p>
<p>Categoria: Imagem Jornalística.<br />Programa: “Artesanato, talento e tradição na ponta dos dedos” – Vencedor na Etapa Distrital<br />Data da premiação: 14/04/2015</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Petrobras de Jornalismo 2014<br />Categoria: Melhor Reportagem Cultural em TV<br />Programa: “Cinema Brasileiro – Luz, Câmera e Verba”- vencedor<br />Data da premiação: 30/06/2015</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio MPT de Jornalismo<br />Categoria: Telejornalismo<br />Programa: “O ouro branco de Araripina”- vencedor do Centro-Oeste<br />Data da premiação: 14/08/2015</p>
<p> </p>
<p>4 – Prêmio MPT de Jornalismo<br />Categoria:  Reportagem cinematográfica<br />Programa: “O ouro branco de Araripina”- vencedor<br />Data da premiação: 14/08/2015</p>
<p> </p>
<p>5 – 10º Prêmio SindhRIO de Jornalismo e Saúde<br />Categoria: TV<br />Programa: “Hanseníase: a história que o Brasil não conhece” – 3º lugar<br />Data da premiação: 22/10/2015</p>
<p> </p>
<p>6 – Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos<br />Categoria: TV<br />Programa: “Movimento Negro: da Ditadura à Democracia” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 20/11/2015</p>
<p> </p>
<p>7 – Prêmio Medtronic – 2015<br />Categoria: TV<br />Programa: &#8220;Filhos da Ciência&#8221; – 2º lugar<br />Data da premiação: 30/07/2015</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2015 (6)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Câmara de Comércio Árabe Brasileira</p>
<p>Programa: “25 de março: o Oriente é aqui”</p>
<p>Data da premiação: 25/03/2015</p>
<p> </p>
<p>2 – 60ª Edição do Prêmio Esso (Prêmio Exxonmobil de Telejornalismo)<br />Categoria: Telejornalismo<br />Programa: “Crime na rede: intimidade compartilhada”<br />Data da premiação: 12/11/2015</p>
<p> </p>
<p>3 – 60ª Edição do Esso (Prêmio Exxonmobil de Telejornalismo)<br />Categoria: Telejornalismo<br />Programa:  &#8220;Uma Guerra sem Herói&#8221;<br />Data da premiação: 12/11/2015</p>
<p> </p>
<p>4 – Prêmio TAL – Televisión America Latina<br />Categoria: Melhor programa Jornalístico<br />Programa: “A pele negra”<br />Data da premiação: 30/07/2015</p>
<p> </p>
<p>5 – Prêmio TAL – Televisión America Latina<br />Categoria: Melhor programa Jornalístico<br />Programa: “Transexual: a busca pela identidade”<br />Data da premiação: 30 de julho de 2015</p>
<p> </p>
<p>6 – Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos<br />Categoria: TV<br />Programa: “Ayacucho, morada da alma”<br />Data da premiação: 20 de novembro de 2015</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2014 (8)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Nacional de Jornalismo sobre Violência de Gênero – Organizado pela Casa da Mulher Catarina e pela Rede Feminista de Saúde</p>
<p>Categoria: Jornalística<br />Programa:  &#8220;A hora da chegada – como nascem os bebês no Brasil&#8221; – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 16/05/2014</p>
<p> </p>
<p>2 – III Prêmio de Jornalismo da Medtronic 2013<br />Categoria:  Telejornalismo<br />Programa: “Medicina do Futuro: realidade ou ficção?” – 1º lugar<br />Data da premiação: 01/04/2014</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio Jornalista Tropical – Organizado pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT)<br />Categoria: Jornalística/TV<br />Programa: “Hanseníase, a história que o Brasil não conhece” – 1º lugar<br />Data da premiação: agosto de 2014 </p>
<p> </p>
<p>4 – 36º Prêmio Vladimir Herzog  de Anistia e Direitos Humanos<br />Categoria: Documentário/TV<br />Programa: “A Pele Negra” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 29/10/2014</p>
<p> </p>
<p>5 – 15º Prêmio Imprensa Embratel/Claro<br />Categoria: Jornalismo/Reportagem Cultural<br />Programa:  &#8220;Terra da Poesia&#8221; – 1º lugar<br />Data da premiação: 09/12/2014</p>
<p> </p>
<p>6 – Prêmio MPT de Jornalismo 2014<br />Categoria:  TV – Etapa Regional Centro-Oeste<br />Programa: &#8220;CLT – 70 anos&#8221; – 1º lugar<br />Data da premiação: 11/12/2014</p>
<p> </p>
<p>7 – Prêmio MPT de Jornalismo 2014<br />Categoria:  Repórter Cinematográfico – Etapa Regional Centro-Oeste<br />Programa: &#8220;Infância Perdida&#8221; – 1º lugar<br />Data da premiação: 11/12/2014</p>
<p> </p>
<p>8 – 4º Prêmio Longevidade Bradesco Seguros<br />Categoria:  Mídia eletrônica (rádio, TV e internet)<br />Programa: “Novos Idosos, Velhos Desafios” – 2º lugar<br />Data da premiação: 15 de outubro de 2014</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2014 (4)</strong></p>
<p>1 – 59ª Edição do Esso (Prêmio Exxonmobil de Telejornalismo)<br />Categoria: Telejornalismo<br />Programa: “Escola Base – 20 anos depois”<br />Data da premiação: 02/12/2014 </p>
<p> </p>
<p>2 – 11º Prêmio Libero Badaró<br />Categoria: Cobertura Internacional<br />Programa:  &#8220;Vítimas do Conflito Armado na Colômbia&#8221;<br />Data da premiação: 24/11/2014</p>
<p> </p>
<p>3 – 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo<br />Categoria:  Telejornalismo<br />Programa: “Desperdício de alimentos, quem paga essa conta?”<br />Data da premiação: outubro de 2014</p>
<p> </p>
<p>4 – 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo<br />Categoria:  Telejornalismo<br />Programa: “Chico Mendes – sua luta, seu legado”<br />Data da premiação: outubro de 2014</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2013 (4)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde<br />Categoria:  Televisão e Vídeo<br />Programa: “Câncer – Avanços e Desafios” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 04/07/2013</p>
<p> </p>
<p>2 – 8º Prêmio SINDHRio de Jornalismo e Saúde<br />Categoria:  Jornalismo<br />Programa: “Medicina do Futuro: realidade ou ficção?” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 04/11/2013</p>
<p> </p>
<p>3 – 35ª Edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos humanos<br />Categoria:  Documentário de TV<br />Programa: “Carandiru, as marcas da intolerância” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 22/10/2013</p>
<p> </p>
<p>4 – VII Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo<br />Categoria:  Jornalística<br />Programa: “Exploração Sexual: jogo fora da lei” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: 25/11/2013</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2013 (1)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde<br />Categoria:  Televisão e Vídeo<br />Programa: “A vida por um fio” <br />Data da premiação: 04/07/2013</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2012 (9): </strong></p>
<p>1 – Prêmio IEV Mídia Cultural 2012<br />Categoria:  Jornalística<br />Programa: “Vale do Paraíba” – Vencedor<br />Data da premiação: 01/12/2012</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio ANTF- Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários<br />Categoria: Televisão<br />Programa: &#8220;Trens do Brasil&#8221; – Vencedor<br />Data da premiação: 04/09/2012</p>
<p> </p>
<p>3 – 34º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos<br />Categoria: Documentário<br />Programa: “Crimes da Ditadura” – Vencedor<br />Data da premiação: 23/10/2012</p>
<p> </p>
<p>4 – Prêmio APEX Brasil – Exportar é Inovar<br />Categoria: Melhor Reportagem Jornalística<br />Programa: &#8220;O Brasil que exporta&#8221; – vencedor<br />Data da premiação:  outubro de 2012</p>
<p> </p>
<p>5 – 5º Prêmio Anamatra de Direitos Humanos 2012<br />Categoria: Imprensa, subcategoria Televisão<br />Programa: &#8220;O Nosso Lixo&#8221; – vencedor<br />Data da premiação:  28/11/2012</p>
<p> </p>
<p>6 – Prêmio Sindiverde<br />Categoria:  Televisão<br />Programa: &#8220;O Nosso Lixo&#8221; – 2º lugar<br />Data da premiação:  outubro de 2012</p>
<p> </p>
<p>7 – Prêmio Jornalista Abdias Nascimento<br />Categoria:  Televisão<br />Programa: &#8220;O Negro no Brasil, Brilho e Invisibilidade&#8221; – 2º lugar<br />Data da premiação:  12/11/2012</p>
<p> </p>
<p>8 – 34º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos<br />Categoria:  Televisão<br />Programa: “A Mão de Obra Escrava Urbana” – Menção Honrosa<br />Data da premiação:  12/11/2012</p>
<p> </p>
<p>9 – Prêmio Microcamp de Jornalismo<br />Categoria: TV<br />Programa: “O Lixo Eletrônico no Brasi” – Vencedor<br />Data da premiação: março de 2012</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em  2012 (6)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Esso de Jornalismo (Prêmio Exxonmobil de Telejornalismo)<br />Categoria:  Telejornalismo<br />Programa: “A Mão de Obra Escrava Urbana”<br />Data da premiação:  04/12/2012</p>
<p> </p>
<p>2 – 19ª edição do Prêmio da Confederação Nacional do Transporte (CNT) de Jornalismo<br />Categoria: Televisão<br />Programa:  &#8220;Trens do Brasil&#8221;<br />Data da premiação: outubro de 2012</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio Jornalistas&amp;Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “O Lixo Eletrônico no Brasil”<br />Data da premiação: outubro de 2012</p>
<p> </p>
<p>4 – Prêmio Jornalistas&amp;Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “Agrotóxicos no Brasil”<br />Data da premiação: outubro de 2012</p>
<p> </p>
<p>5 – Prêmio Jornalista Abdias Nascimento<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “Quilombo, luta e resistência”<br />Data da premiação: 12/11/2012</p>
<p> </p>
<p>6 – I Prêmio de Jornalismo da Indústria da Construção da Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “Habitação – do sonho ao concreto”<br />Data da premiação: 2012</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em  2011 (3) </strong></p>
<p>1 – Prêmio Imprensa Embratel 2011<br />Categoria: Educação<br />Programa: “Publicidade Infantil” – Vencedor<br />Data da premiação: 22/11/2011</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo<br />Programa: “Agrotóxicos no Brasil” – Vencedor<br />Ano da premiação: 2011</p>
<p> </p>
<p>3 – Grande Prêmio Piauí de Reportagem 2011 – Coordenadoria de Comunicação Social do Piauí</p>
<p>Categoria: Vencedor do Grande Prêmio</p>
<p>Programa: “Delta do Parnaíba”</p>
<p>Data da premiação: 01/11/2011</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em  2011 (1)</strong> </p>
<p>1 – Prêmio Esso de Jornalismo (Prêmio Exxonmobil de Telejornalismo)</p>
<p>Categoria:  Telejornalismo</p>
<p>Programa: “Torcidas: fúria, responsabilidade e paixão”</p>
<p> </p>
<p><strong>Prêmios em 2010 (2)</strong> </p>
<p>1 – V Prêmio Orgulho Autista 2009/2010<br />Categoria: TV<br />Programa: “Autismo”<br />Data da premiação: 03/12/2010</p>
<p> </p>
<p>2 – Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos <br />Categoria: TV/Documentário<br />Programa: “Pistolagem: tradição ou impunidade?” – Menção Honrosa<br />Data da premiação: outubro de 2010</p>
<p> </p>
<p><strong>Programas finalistas em 2010 (3)</strong></p>
<p>1 – Prêmio Lorenzo Natali – da União Europeia para programas jornalísticos que tratam de direitos humanos, democracia e desenvolvimento<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “Guerrilha do Araguaia”<br />Data da premiação: dezembro de 2010</p>
<p> </p>
<p>2 – 12ª edição do Prêmio Imprensa Embratel<br />Categoria: Televisão<br />Programa: “Biopirataria: natureza roubada”<br />Data da premiação: 2010</p>
<p> </p>
<p>3 – Prêmio CNT de jornalismo – Confederação Nacional dos Transportes Categoria: Televisão<br />Programa: “Transamazônica – 40 anos”<br />Data da premiação: 2010</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/caminhos-da-reportagem-da-tv-brasil-ultrapassa-marca-de-100-premios</p>
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		<title>Geoparque Seridó é tema do Caminhos da Reportagem desta segunda</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 16:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A TV Brasil exibe nesta segunda-feira (1º), às 23h, novo episódio do premiado programa Caminhos da Reportagem, que tem como tema “Geoparque Seridó: Patrimônio e Cultura do Sertão”. A equipe de reportagem da TV da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN TV), parceira da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), percorreu as cidades de Acari, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong>TV Brasil</strong> exibe nesta segunda-feira (1º), às 23h, novo episódio do premiado programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, que tem como tema “Geoparque Seridó: Patrimônio e Cultura do Sertão”. A equipe de reportagem da TV da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN TV), parceira da <strong>Rede Nacional de Comunicação Pública</strong> (<strong>RNCP</strong>), percorreu as cidades de Acari, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Currais Novos, Lagoa Nova e Parelhas para mostrar os destaques desse patrimônio geológico, que vem ganhando cada vez mais reconhecimento e encantando visitantes. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Geoparque-Serido-e-tema-do-Caminhos-da-Reportagem-desta-segunda.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Geoparque-Serido-e-tema-do-Caminhos-da-Reportagem-desta-segunda.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Reconhecido como território de relevância mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Geoparque abrange área de 2,8 mil quilômetros quadrados em seis municípios do Seridó, no centro-sul do Rio Grande do Norte.</strong> Estima-se que cerca de 120 mil pessoas vivam atualmente na região, que também abriga populações quilombolas. </p>
<p>O reconhecimento da Unesco leva em conta a implementação de estratégias para a conservação da diversidade cultural desses locais e o envolvimento das comunidades.</p>
<blockquote>
<p>“A gente leva o amor por nossa região e consegue cativar. Então junta a beleza, o bem-receber das pessoas, a simpatia. A nossa gastronomia também. Isso tudo faz com que a gente seja referência”, diz Lucinéia de Araújo, condutora local. </p>
</blockquote>
<p><strong>No Geoparque também são desenvolvidas ações educativas e de divulgação científica. O local costuma receber pesquisadores e visitantes de instituições de ensino de outras regiões do país, como é o caso da professora Aline Kunst, do Instituto Federal Farroupilha, do Rio Grande do Sul, que veio conhecer o território. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Estamos aqui conhecendo o Seridó para entender um pouco mais como funciona tanto a organização de geossítios quanto o sistema de gestão e como a população trabalha entendendo o Geoparque”, explica. </p>
</blockquote>
<p>A professora da UFRGS Lucimar Vieira também se mostrou encantada com o Seridó.</p>
<blockquote>
<p>“Essas paisagens são muito diferentes. A gente está diante de uma paisagem cênica, aquela que nos dá uma sensação de bem-estar. E fica imaginando a história do planeta, não é? Uma janela para o passado”, afirma.</p>
</blockquote>
<h2>Preservação </h2>
<p><strong>Para o geólogo Silas Costa, a preservação dos geossítios é fundamental para recontar a história geológica do planeta.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Geossítio pode ser sinônimo de sítio geológico, local onde se pode contar uma história única geológica da Terra. E é justamente por meio da conservação desses geossítios e de outros usos, como o turismo e a educação, que os geoparques podem fundamentar seu desenvolvimento sustentável”, diz. </p>
</blockquote>
<p>Além de reunir elementos de interesse arqueológico e paleontológico, como pinturas rupestres e fósseis, o Geoparque Seridó integra história, religiosidade, gastronomia e diversidade cultural e biológica. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/geoparque-serido-e-tema-do-caminhos-da-reportagem-desta-segunda</p>
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		<title>Caminhos da Reportagem volta a Mariana dez anos após tragédia</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/caminhos-da-reportagem-volta-a-mariana-dez-anos-apos-tragedia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:06:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (3), a TV Brasil exibe, às 23h, um novo episódio do premiado programa Caminhos da Reportagem, que tem como tema A Tragédia de Mariana: dez anos depois. A atração volta ao local da tragédia após uma década para contar histórias de quem sobreviveu, além de discutir também a segurança das barragens e o impacto da mineração [&#8230;]]]></description>
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<p>Nesta segunda-feira (3), a <strong>TV Brasil</strong> exibe, às 23h, um novo episódio do premiado programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, que tem como tema <em>A Tragédia de Mariana: dez anos depois</em>.<strong> A atração volta ao local da tragédia após uma década para contar histórias de quem sobreviveu, além de discutir também a segurança das barragens e o impacto da mineração na vida da população. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Caminhos-da-Reportagem-volta-a-Mariana-dez-anos-apos-tragedia.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Caminhos-da-Reportagem-volta-a-Mariana-dez-anos-apos-tragedia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2015, a barragem de minério de Fundão, administrada pela empresa Samarco, no município de Mariana (MG), se rompeu, causando um dos maiores desastres socioambientais do Brasil. <strong>A tragédia matou 19 pessoas e provocou o aborto de um bebê em uma sobrevivente. Mais de 600 pessoas ficaram desabrigadas nos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo.  </strong></p>
<p>De acordo com Guilherme de Sá Meneghin, promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais, o rompimento foi além do distrito de Mariana, e atingiu 3 milhões de pessoas em Minas Gerais e Espírito Santo, afetou o meio ambiente, matou pessoas e destruiu economias.</p>
<blockquote>
<p>“Eu diria que, mais do que um crime ambiental, foi uma grave violação aos direitos humanos, que foi se perpetuando ao longo do tempo”, afirma Meneghin. </p>
</blockquote>
<p>Ao <em>Caminhos da Reportagem</em>, Mônica Santos, liderança comunitária de Bento Rodrigues, relembra o dia 5 de novembro ao visitar com a equipe o que restou do local onde vivia.</p>
<blockquote>
<p>“A visão que eu tive foi essa visão aqui. Aí eu entendi o que estava acontecendo. Eu vi de fato que eu não tinha mais casa, que a igreja de São Bento não existia mais e a casa dos meus avós também”, recorda.  </p>
</blockquote>
<p>Para Mônica, o sentimento de revolta e de impotência continuam. “Não precisava de ninguém ter morrido, porque a Samarco sabia do problema, e você continua vendo a empresa mandando e desmandando, ditando as regras para quem vai pagar indenização, de quem é atingido ou não”. </p>
<p>Segundo o gerente-geral de Projetos da Samarco, Eduardo Moreira, o rompimento trouxe mudanças profundas no rumo e nos negócios da empresa. “A gente tinha uma dívida com a sociedade de que nós não poderíamos voltar da mesma maneira. A gente precisava voltar de maneira diferente”, diz.  </p>
<p><strong>A Samarco voltou a operar em dezembro de 2020, cinco anos depois da tragédia. Segundo a empresa, hoje em dia, 80% do descarte do rejeito de minério tem o modelo a seco.   </strong></p>
<h2>Risco de colapso </h2>
<p><strong>O Brasil tem hoje mais de 900 barragens, com 74 delas apresentando alto risco de colapso, segundo dados do Sistema Integrado de Gestão de Barragens de Mineração (SIGBM). O Estado de Minas Gerais conta com 31 barragens das 91 que estão em situação de alerta ou emergência declarada.</strong> Moradores dos distritos de Engenheiro Correia e São Gonçalo do Bação, que fazem parte do município de Itabirito, em Minas Gerais, relatam que se sentem inseguros com a proximidade de barragens de minério.  </p>
<p>Um muro de contenção foi construído em junho de 2021 depois de determinação do Ministério Público de Minas Gerais. A estrutura foi erguida pela Vale, outra mineradora, para prevenir danos em caso de rompimento das barragens da mina de Fábrica.</p>
<blockquote>
<p>“O muro dá uma falsa tranquilidade, porque a gente não sabe se ele vai funcionar, nunca foi testado”, afirma Thiago Damaceno, auxiliar administrativo.  </p>
</blockquote>
<p>O geógrafo Ícaro Brito, que também vive na região, concorda. “Não é um evento natural, a gente não está falando de uma área de avalanche que está acontecendo ali porque a configuração geológica ou uma condição natural está forçando. Isso foi colocado em cima da nossa cabeça”.  </p>
<p>Gilvander Luís Moreira, assessor da Comissão Pastoral da Terra em Minas Gerais, denuncia o que ficou conhecido como “terrorismo de barragem”, quando empresas retiram as pessoas dos locais onde elas vivem alegando falta de segurança nas barragens.</p>
<blockquote>
<p>“Já tem tese de doutorado em Minas Gerais que demonstra que foi criado o terrorismo de barragem de propósito, como estratagema para ampliar os territórios a serem minerados, burlando, passando por cima de direitos assegurados aos povos e comunidades tradicionais”, denuncia.  </p>
</blockquote>
<p>Para o jornalista e cientista ambiental Maurício Ângelo, é preciso repensar o modelo de mineração em Minas Gerais e no Brasil, para que novas Marianas e novos Brumadinhos não aconteçam mais. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/caminhos-da-reportagem-volta-mariana-dez-anos-apos-tragedia</p>
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		<title>Caminhos da Reportagem aborda educação para pessoas com deficiência</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 10:43:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (6), a TV Brasil exibe, às 23h, um episódio do programa Caminhos da Reportagem que tem como tema “Uma Escola Para Todos”. A atração mostra os desafios e avanços na educação para pessoas com deficiência no Brasil.  De acordo com o Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 14,4 milhões de habitantes com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Nesta segunda-feira (6), a <strong>TV Brasil</strong> exibe, às 23h, um episódio do programa <em>Caminhos da Reportagem</em> que tem como tema “Uma Escola Para Todos”. <strong>A atração mostra os desafios e avanços na educação para pessoas com deficiência no Brasil. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Caminhos-da-Reportagem-aborda-educacao-para-pessoas-com-deficiencia.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Caminhos-da-Reportagem-aborda-educacao-para-pessoas-com-deficiencia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 14,4 milhões de habitantes com algum tipo de deficiência, cerca de 7% da população. No entanto, os dados da pesquisa apontam uma profunda desigualdade para essa parcela da sociedade: <strong>quase dois terços (63,1%) das pessoas com deficiência com mais de 25 anos não completaram o ensino fundamental.</strong> Além disso, a taxa de analfabetismo (21,3%) é três vezes maior do que a meta estabelecida no Plano Nacional de Educação. </p>
<p>Para Meire Cavalcante, da Rede Ibero-Americana REDSEI/OEI, a perspectiva sobre a pessoa com deficiência no contexto escolar tem mudado nos últimos anos. “Antes, entendia-se a deficiência como algo próprio do sujeito. A partir da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, de 2006, estabelece-se um novo conceito, que retira o foco da pessoa. O foco passa a ser a sociedade”, explica. </p>
<p>O <em>Caminhos da Reportagem</em> ouviu também o relato de pais de crianças com deficiência para entender os principais desafios relacionados à educação. É o caso da educadora Fabiana Elisa dos Santos, mãe de Victor, de oito anos. Ao programa, ela conta que conseguir uma escola para o filho, que tem paralisia cerebral, tornou-se um desafio.</p>
<blockquote>
<p>“Duas escolas que eu achava muito boas me decepcionaram. Em uma delas, me disseram que a sala de aula tinha 20 alunos, mas que não havia ninguém para ficar com ele, porque o Victor ainda não andava”, lamenta. </p>
</blockquote>
<p>O casal Karla Cunha e André Nogueira também compartilha da mesma luta. Os pais de Felipe, de 14 anos, afirmam que, embora nenhuma escola tenha negado matrícula explicitamente, o acolhimento sempre foi problemático.</p>
<p>“Desde que começou a alfabetização, a gente percebia que as escolas não sabiam lidar com ele, nem como integrá-lo à turma. Por ele ser muito tranquilo, é fácil passar despercebido. E isso é muito ruim, porque ele está sendo excluído, né?”, desabafa o pai. </p>
<h2>Educação inclusiva </h2>
<p><strong>Segundo o Ministério da Educação, atualmente, 92% das crianças e adolescentes com deficiência estão matriculados no sistema de ensino, a grande maioria delas, mais de 85%, na rede pública</strong>. A secretária da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI), Zara Figueiredo, destaca: “Isso mostra para nós que as políticas, os programas e as ações desenhadas a partir de 2008 foram muito exitosas ao trazer esse público para dentro das escolas, para as turmas, as classes comuns da escola pública”. </p>
<p>A cantora lírica Giovanna Maira perdeu a visão antes de completar 2 anos. Apesar dos desafios, conseguiu entrar para a graduação e se formar em Música.</p>
<blockquote>
<p>“Partitura em braile não existia, ou era preciso mandar fazer. Então, eu escrevia à mão as minhas”, lembra.</p>
</blockquote>
<p>Giovanna reconhece os avanços: “Hoje em dia as coisas estão muito melhores. Tenho muito orgulho daquilo que plantei. Mas desejo que essa nova geração não desista e lute pela próxima, para que tudo seja cada vez melhor”. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/caminhos-da-reportagem-aborda-educacao-para-pessoas-com-deficiencia</p>
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		<item>
		<title>Caminhos para Exu celebra resistência dos povos de terreiro no DF</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/caminhos-para-exu-celebra-resistencia-dos-povos-de-terreiro-no-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 21:39:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de uma centena de praticantes e simpatizantes das religiões de matriz africana se reuniram na tarde deste domingo (7), em Brasília, para celebrar a fé e a resistência dos povos de terreiros e pedir o fim da intolerância religiosa. O evento na capital federal recebeu o nome de Caminhos para Exu e foi inspirado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Mais de uma centena de praticantes e simpatizantes das religiões de matriz africana se reuniram na tarde deste domingo (7), em Brasília, para celebrar a fé e a resistência dos povos de terreiros e pedir o fim da intolerância religiosa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Caminhos-para-Exu-celebra-resistencia-dos-povos-de-terreiro-no.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Caminhos-para-Exu-celebra-resistencia-dos-povos-de-terreiro-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O evento na capital federal recebeu o nome de Caminhos para Exu e foi inspirado na Marcha para Exu, que chegou à terceira edição em São Paulo e reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista no mês passado, tendo sido replicado em outras cidades. </p>
<p>“Nosso principal objetivo é mostrar que existimos; que estamos vivos”, explicou à <strong>Agência Brasil</strong> a cantora Kika Ribeiro, uma das idealizadoras do evento que tomou conta de um trecho da avenida W3 Sul, entre a Praça das Avós, na 506 Sul, e a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles, apoiadora do projeto.</p>
<p>“Estamos dizendo não à intolerância religiosa, para que todos, independentemente de suas religiões, possam viver conforme sua fé, seus credos, um respeitando o outro”, acrescentou Kika, antecipando a possibilidade da segunda edição do Caminhos para Exu acontecer ainda neste ano, em dezembro, conforme a resposta do público.<br /> </p>
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    <!-- END scald=436309 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=436309-->Caminhos para Exu celebra resistência dos povos de terreiro, em Brasília &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436309--></h6>
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<p>Já a coordenadora cultural da Biblioteca Demonstrativa, Marina Mara, destacou que, além de adeptos do candomblé, umbanda, quimbanda, ifá e de outras religiões e manifestações de espiritualidade de influência africana, o evento atraiu muitos simpatizantes e pessoas atraídas pelos cânticos e pelo toque dos atabaques, agogôs e outros instrumentos.</p>
<p>“Isso é Exu! É comunicação, comunhão, prosperidade”, frisou Marina, citando algumas das características associadas ao orixá, considerado uma divindade fundamental nas religiões de matriz africana por, entre outras coisas, abrir os caminhos, servindo de mensageiro entre os planos humano e divino.</p>
<blockquote>
<p>“Daí, também, porque nós, como uma biblioteca pública [vinculada ao Ministério da Cultura] que tem, entre suas funções, reunir todas as manifestações culturais e todo tipo de frente, estamos apoiando o evento”, disse Kika.</p>
</blockquote>
<p>Ela explicou que, por ocasião do marcha, a direção da biblioteca decidiu prorrogar, até 15 de setembro, a exposição <em>Cartas à Tereza</em>, que homenageia a líder quilombola e símbolo da resistência negra no Brasil, Tereza de Benguela, e está em cartaz na galeria da Biblioteca Demonstrativa. “Queríamos aproveitar a vinda do público [da caminhada].”</p>
<p>A yalórisá (mãe de santo) Francys de Óya deixou o terreiro Kwe Oya Sogy, que ela coordena, em Samambaia, para prestigiar o encontro no coração de Brasília.</p>
<p>“O que me motivou a vir foi a força e o amor do povo [de terreiro] de querer mostrar a todos que não somos do mal; que somos alegria, saúde, prosperidade – eixos centrais da vida”, disse Francys, comentando o fato das religiões de matriz africana serem alvo de preconceito e violência.<br /> </p>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/1757281188_891_Caminhos-para-Exu-celebra-resistencia-dos-povos-de-terreiro-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 07/09/2025 - Manifestação Exu, celebra resistência dos povos de terreiros e pede o fim da intolerância religiosa. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=436307 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=436307-->Manifestação na capital foi inspirada na versão que ocorre há três anos em São Paulo, a Marcha para Exu &#8211; <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=436307--></h6>
</p>
</div>
<h2>Dados</h2>
<p>De acordo com o Censo de 2022, o número de praticantes dessas manifestações religiosas chegou, em 2022, a 1% da população brasileira – um aumento de mais de 300% em comparação ao resultado de 2010.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o aumento é fruto das políticas públicas de enfrentamento à intolerância religiosa. Ainda assim, dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos revelam que essas religiões e manifestações espirituais são os alvos mais frequentes da intolerância religiosa.</p>
<p>“Este Caminhos para Exu é justamente para desdemonizarmos nosso orixá. Para dizer a todos que, ao contrário do que muitos dizem e pensam, Exu é bom. É lindo. É amor. Basta olhar para esta festa, para este povo lindo”, concluiu a yalórisá.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/caminhos-para-exu-celebra-resistencia-dos-povos-de-terreiros-no-df</p>
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		<title>Caminhos da Reportagem é finalista em prêmio do Poder Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 21:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos]]></category>
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					<description><![CDATA[A TV Brasil, emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), é finalista do II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Direitos Humanos e Tecnologia, com duas edições do programa Caminhos da Reportagem. A premiação é promovida por sete instituições do Judiciário, entre elas o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A <strong>TV Brasil</strong>, emissora pública gerida pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, é finalista do II Prêmio Nacional de Jornalismo do Poder Judiciário – Direitos Humanos e Tecnologia, com duas edições do programa Caminhos da Reportagem. A premiação é promovida por sete instituições do Judiciário, entre elas o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, e reconhece produções jornalísticas que evidenciam o papel da Justiça na promoção da cidadania, dos direitos humanos e da inclusão social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Caminhos-da-Reportagem-e-finalista-em-premio-do-Poder-Judiciario.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Caminhos-da-Reportagem-e-finalista-em-premio-do-Poder-Judiciario.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>As reportagens finalistas estão concorrendo na categoria de Jornalismo em Vídeo são: <em>Eleições sem filtro</em>, com autoria de Marieta Cazarré e equipe; e <em>Eu quero votar para presidente – os 40 anos das Diretas Já!</em>, assinada por Thiago Lourenço Padovan e equipe.</strong></p>
<p><strong>A cerimônia de premiação será realizada no dia 10 de setembro, no Salão Branco do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. </strong>Os trabalhos foram avaliados com base em critérios como relevância para o Judiciário e a sociedade, qualidade editorial, criatividade e originalidade.</p>
<p>“A presença da <strong>TV Brasil</strong> entre os finalistas reafirma o compromisso da <strong>EBC</strong> com o jornalismo público de qualidade, que informa, educa e valoriza os direitos fundamentais. O <em>Caminhos da Reportagem</em> é um exemplo claro de como a comunicação pública pode contribuir para o fortalecimento da democracia e da cidadania”, afirma Cidinha Matos, Diretora de Jornalismo da <strong>EBC</strong>.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/agencia.brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o perfil da <strong>Agência Brasil </strong>no Instagram</a></p>
<h2>Sobre o Caminhos da Reportagem</h2>
<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> é reconhecido pela abordagem aprofundada e plural sobre temas de interesse público. Exibido semanalmente na <strong>TV Brasil</strong>, ele leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de pautas especiais, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos. </p>
<p>No ar há mais de uma década, o <em>Caminhos da Reportagem</em> é uma das atrações jornalísticas mais premiadas não só do canal, como também da televisão brasileira. Exibido às segundas, às 23h, também tem horário alternativo na madrugada de terça, às 4h30.</p>
<p>A produção disponibiliza as edições especiais no <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site</a> e no <a href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a> da emissora pública. As matérias também estão no aplicativo TV Brasil Play, disponível nas versões <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ebc.play&amp;hl=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Android</a> e <a href="https://apps.apple.com/br/app/tv-brasil-play/id1423349477" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">iOS</a>, e no <a href="http://tvbrasilplay.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/caminhos-da-reportagem-e-finalista-em-premio-do-poder-judiciario</p>
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		<title>Caminhos da Reportagem mostra perigos para jovens na internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:51:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (11), a TV Brasil exibe, às 23h, um novo episódio do programa Caminhos da Reportagem que tem como tema a Adolescência conectada ao perigo. A atração analisa a relação que grupos na internet mantêm com o aumento de casos de crianças e adolescentes envolvidos com crimes. No Brasil, 95% das crianças e adolescentes entre 9 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Nesta segunda-feira (11), a <strong>TV Brasil</strong> exibe, às 23h, um novo episódio do programa <em>Caminhos da Reportagem</em> que tem como tema a <em>Adolescência conectada ao perigo</em>. <strong>A atração analisa a relação que grupos na internet mantêm com o aumento de casos de crianças e adolescentes envolvidos com crimes.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Caminhos-da-Reportagem-mostra-perigos-para-jovens-na-internet.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Caminhos-da-Reportagem-mostra-perigos-para-jovens-na-internet.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>No Brasil,</strong> 95% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos estão conectados, cerca de 25 milhões de jovens<strong>. </strong>Apesar de plataformas digitais como <strong>Discord (13+), TikTok (14+), Instagram/Facebook (16+) e X/Twitter (18+)</strong> tenham faixas etárias indicadas, o acesso ainda é livre e sem fiscalização.</p>
<p>Para Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil, ONG que atua na defesa e promoção dos direitos humanos na internet, os <strong>problemas começam desde desafios virtuais até comportamentos de risco.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Por meio de um celular, eles podem acessar conteúdos de extrema violência, se conectar com criminosos e até serem recrutados para o cometimento de crimes bárbaros”, alerta.</p>
</blockquote>
<p>Ao <strong>Caminhos da Reportagem</strong>, a psiquiatra Gianna Guiotti explica que há um desejo de pertencimento. “o adolescente se submete a atitudes prejudiciais porque quer ser aceito”. Já a médica Evelyn Eisenstein, da Sociedade Brasileira de Pediatria, acrescenta que as redes sociais são como uma espécie de “droga digital”.</p>
<p>O programa traz casos reais que ilustram essa situação. <strong>Por exemplo, em 2022, um jovem de 18 anos, ex-aluno de uma escola de Vitória (ES), planejou um ataque articulado em grupos online. “Começou a se vestir de preto, se trancava no quarto conectado à internet e ficou mais irritado”, lembra a mãe.</strong></p>
<p>Timpa, jovem negro de origem humilde, foi cooptado por grupos extremistas. “Me pegaram no discurso de ‘homem beta’. Culpavam as mulheres por tudo. Só depois percebi que havia racismo, neonazismo e ameaças. Quando tentei sair, recebi ameaças graves e tive problemas de saúde”, relata.</p>
<h2>Atenção aos sinais</h2>
<p>O procurador de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Fábio Costa Pereira, defende que os <strong>pais precisam observar os sinais</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Acham que o filho é quieto, que só joga no quarto, mas não estranham ele passar seis ou sete horas seguidas isolado”, diz. </p>
</blockquote>
<p><strong>No Ministério da Justiça, o Ciberlab, um <em>hub</em> de segurança cibernética, monitora crimes virtuais 24 horas por dia</strong>. “Já vimos meninos obrigarem meninas a se mutilarem com estiletes e marcarem o nome deles nas partes íntimas. É perverso”, afirma Alessandro Barreto, coordenador do laboratório.</p>
<p>Em São Paulo, a delegada Lisandrea Colabuono ressalta que “o <em>cyberbullying</em>, que muitos minimizam, é o gatilho para automutilações”.</p>
<p><strong>Nos últimos seis meses, o núcleo paulista monitorou 300 alvos e salvou mais de 120 vítimas.</strong> Luiza Teixeira, especialista da Unicef, evidencia que existem ferramentas eficazes para detectar e remover conteúdos de abuso, “mas falta uma legislação que obrigue o uso”.<strong> Para ela, “as big techs têm responsabilidade nisso.</strong></p>
<h2>Capacitação e diálogo</h2>
<p>Após <strong>ataques a escolas no Rio Grande do Su</strong>l, o Ministério Público passou a capacitar educadores para identificar sinais de risco.</p>
<blockquote>
<p>“Houve um caso em que a diretora agiu após uma capacitação. O aluno, que sofria bullying e apresentava comportamento estranho, foi atendido a tempo”, relata Fábio Costa.</p>
</blockquote>
<p><strong>Isolamento repentino e interesse por violência são sinais que merecem atenção</strong>. “Mudanças de comportamento, transtornos do sono, da alimentação, vida sedentária, problemas de saúde mental, irritabilidade e agressividade. Iisso tudo acende uma luz de alerta”, enfatiza a pediatra Evelyn Eisenstein.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/caminhos-da-reportagem-mostra-perigos-para-jovens-na-internet</p>
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		<title>Caminhos da Reportagem debate uso excessivo de telas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 15:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[excessivo]]></category>
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		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[telas]]></category>
		<category><![CDATA[Uso]]></category>
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					<description><![CDATA[O Caminhos da Reportagem inédito que a TV Brasil exibe nesta segunda-feira (7), às 23h, discute como o uso exagerado de dispositivos eletrônicos tem afetado a capacidade de atenção. O episódio As telas na era da desconexão debate como as redes sociais capturam o foco e quais os efeitos delas principalmente entre crianças e adolescentes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O <em>Caminhos da Reportagem</em> inédito que a <strong>TV Brasil</strong> exibe nesta segunda-feira (7), às 23h, discute como o uso exagerado de dispositivos eletrônicos tem afetado a capacidade de atenção. O episódio <em>As telas na era da desconexão</em> debate como as redes sociais capturam o foco e quais os efeitos delas principalmente entre crianças e adolescentes, e <strong>tenta responder a pergunta: é possível ter uma relação saudável com as telas?</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Caminhos-da-Reportagem-debate-uso-excessivo-de-telas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Caminhos-da-Reportagem-debate-uso-excessivo-de-telas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>São mais de 480 milhões de dispositivos digitais em uso</strong> – uma média de 2,2 aparelhos por habitante, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em junho de 2024. A revolução tecnológica do final do século 20 e início do século 21 colocou em nossas mãos aparelhos que transformaram o modo em que vivemos, mediando praticamente todas as atividades presentes em nossas rotinas.</p>
<p>As telas, presentes em smartphones, tablets e outros dispositivos digitais, nos oferecem um fluxo constante &#8211; quase infinito &#8211; de informações e conteúdos que se renovam a todo momento. <strong>É impossível absorver tudo isso.</strong> </p>
<p>De acordo com o psiquiatra Pedro Pan, “fomos evoluindo como sociedade, nessas últimas décadas, fomos assumindo muitas tarefas e tentando tocar várias coisas ao mesmo tempo. E, na verdade, a percepção é que o cérebro não conseguiu acompanhar toda essa ideia e tudo que a tecnologia trouxe para a gente de possibilidade”.</p>
<p>E as grandes empresas de tecnologia sabem disso. Quanto mais tempo gastarmos com redes sociais, por exemplo, mais fácil para elas de capitalizar. </p>
<blockquote>
<p>“Para você prender cada vez mais a atenção das pessoas, você precisa de produtos que viciam as pessoas. A gente tem que ter em conta que o que as plataformas querem, o principal modelo de negócio das plataformas é o engajamento”, afirma o diretor executivo do Núcleo Jornalismo, Sérgio Spagnuolo.</p>
</blockquote>
<p>A atenção humana é um produto – um negócio bilionário, que acaba por produzir efeitos significativos em nosso cérebro. <strong>Índices de casos de ansiedade explodiram no mundo</strong> – não apenas pelo efeito isolado da revolução digital, é claro, mas eles seguem em paralelo ao aumento do número de dispositivos móveis em nossos bolsos e mãos. A oferta interminável de conteúdo ultrassegmentado e fragmentado vem destruindo nossa capacidade de concentração. Será que conseguimos nos lembrar de algo que nos chamou a atenção na internet hoje? Será que formei alguma memória a respeito do que vi no meu feed na rede social?</p>
<p>Leonardo Ramos é estudante de história e assume que o uso excessivo de telas tem prejudicado sua vida. </p>
<blockquote>
<p>“A gota d’água, quando eu percebi que eu realmente estava dependente, foi na época de vestibular. No segundo ano do Ensino Médio eu estava tentando estudar por fora. E todo dia eu falava: ah, vou estudar física. Quando eu via, meu dia já tinha acabado”, diz. </p>
</blockquote>
<p>O estudante já chegou a ficar 14 horas conectado ao celular, vendo vídeos e redes sociais.</p>
<p>Com os celulares cada vez mais presentes, as telas estão fisgando as crianças cada vez mais cedo, em estágios cruciais para o seu desenvolvimento. Um estudo do Cetic, órgão vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil, revelou que quase metade das crianças até 2 anos – 44% delas – já têm acesso à internet. Depois da pandemia da covid-19, o número de crianças com idades entre 6 e 8 anos que têm seu próprio telefone celular quase dobrou. Passou de 18% para 36%.</p>
<p>Esse uso precoce de telas por muitas horas traz preocupação, como ressalta o pediatra e presidente da Associação Brasileira de Pediatria, Clóvis Constantino. </p>
<blockquote>
<p>“Se ela estiver muito exposta às duas dimensões, uma tela, sem oferta da interação social, da interação com os pais, da interação com a natureza, com o meio ambiente, porque ela exagera ou foi ofertado a ela inadequadamente as telas, ela vai ter prejuízo no seu desenvolvimento psíquico, social. Os primeiros anos de vida são fundamentais para que haja um bom desenvolvimento neuromotor ou não. E as telas? Oferecidas de maneira inadequada influenciam negativamente nesse desenvolvimento”, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Nas escolas, o uso de celulares distrai e prejudica o aprendizado, ao mesmo tempo em que inibe as experiências de socialização. <strong>Diante desse cenário, especialistas recomendam limites diários no tempo de uso de celulares por crianças e adolescentes</strong> &#8211; alguns defendem até que eles não tenham acesso a dispositivos com redes sociais nessa idade. </p>
<p>No início deste ano, foi sancionada uma lei federal que proíbe o uso de eletrônicos portáteis nas escolas públicas e particulares de ensino – inclusive nos recreios e intervalos entre as aulas. <strong>A medida exige diálogo com a comunidade escolar e adaptações</strong> que não são simples de se implantar, afinal, nossas vidas dependem dos celulares – e os jovens sequer chegaram a conhecer um mundo em que não tivessem todos os recursos eletrônicos à disposição.</p>
<p>Isabella Gobbo estuda em uma escola estadual de São Paulo e tem 17 anos de idade. <strong>Ela assume que o celular nas escolas atrapalhava.</strong> Mas está com dificuldades para limitar o uso quando chega em casa, depois de tantas horas sem o aparelho. </p>
<blockquote>
<p>“Quando eu chego em casa, eu poderia usar aquele tempo para botar, sei lá, matéria em ordem e essas coisas assim, fazer trabalho. Só que como eu fiquei o dia todo sem usar [celular], eu acabo usando esse tempo que eu estou na minha casa para compensar o tempo que eu não fiquei no celular”, confessa.</p>
</blockquote>
<p>Para a diretora de uma escola particular de São Paulo Cláudia Tricate, o <strong>desafio de “desmamar” os adolescentes é um longa tarefa e que impactou tanto os alunos como os pais</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Para mim o maior de todos os efeitos foi perceber o drama que é para os adultos e para crianças e adolescentes não dar notícias. Eu fiquei impactada com o quanto aquilo foi pesado para as famílias e para eles. Porque as famílias, até então, achavam ótimo. Meus filhos vão ficar longe das telas. Mas na hora que aconteceu, eles falavam: mas como que eu falo com eles? Como eu faço agora? Como que eu vou saber se eles não estiverem bem?”.</p>
</blockquote>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>Produção jornalística semanal da <strong>TV Brasil</strong>, o <em>Caminhos da Reportagem</em> leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de pautas especiais, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos.</p>
<p><strong>No ar há mais de uma década</strong>, o <em>Caminhos da Reportagem</em> é uma das atrações jornalísticas mais premiadas não só do canal, como também da televisão brasileira. Para contar grandes histórias, os profissionais investigam assuntos variados e revelam os aspectos mais relevantes de cada assunto.</p>
<p>Saúde, economia, comportamento, educação, meio ambiente, segurança, prestação de serviços, cultura e outros tantos temas são abordados de maneira única. <strong>As matérias temáticas levam conteúdo de interesse para a sociedade pela telinha da emissora pública.</strong></p>
<p>Questões atuais e polêmicas são tratadas com profundidade e seriedade pela equipe de profissionais do canal. <strong>O trabalho minucioso e bem executado é reconhecido com diversas premiações importantes no meio jornalístico.</strong></p>
<p><strong>Exibido às segundas-feiras, às 23h, o <em>Caminhos da Reportagem</em> tem horário alternativo na madrugada para terça-feira, às 4h30.</strong> A produção disponibiliza as edições especiais no site http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem e no YouTube da emissora pública em https://www.youtube.com/tvbrasil. As matérias anteriores também estão no aplicativo <strong>TV Brasil Play</strong>, disponível nas versões Android e iOS, e no site http://tvbrasilplay.com.br.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/caminhos-da-reportagem-debate-uso-excessivo-de-telas</p>
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		<title>“Evasão escolar: sonho interrompido” é tema do Caminhos da Reportagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 17:23:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O programa Caminhos da Reportagem que a TV Brasil exibe nesta segunda-feira revela que a evasão escolar é um dos grandes desafios da educação no país. A atração jornalística da emissora pública vai ao ar às 23h. Em 2023, mais de 9 milhões de jovens abandonaram os estudos antes de concluir a educação básica. A maior parte das pessoas [&#8230;]]]></description>
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<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em><strong> </strong>que a<strong> TV Brasil </strong>exibe nesta segunda-feira revela que a evasão escolar é um dos grandes desafios da educação no país. <strong>A atração jornalística da emissora pública vai ao ar às 23h.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Evasao-escolar-sonho-interrompido-e-tema-do-Caminhos-da-Reportagem.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Evasao-escolar-sonho-interrompido-e-tema-do-Caminhos-da-Reportagem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em 2023, mais de 9 milhões de jovens abandonaram os estudos antes de concluir a educação básica.</strong> A maior parte das pessoas que não terminou a escola tem entre 18 e 24 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <strong>A necessidade de trabalhar foi o principal motivo apontado para o abandono escolar.</strong></p>
<p>Professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Catarina Santos explica que o abandono escolar não é uma questão de escolha. “É uma questão da estrutura que nós não oferecemos, do conjunto de condições que não damos.” Ou seja, algo faz com que esses estudantes não permaneçam no sistema escolar, segundo a pesquisadora.</p>
<p>No caso de Maria Almeida, que saiu da Paraíba para morar em Brasília aos 13 anos de idade, foi a necessidade de trabalhar que a tirou da escola. Aos 17 anos, ela voltou a estudar, mas novamente precisou interromper para trabalhar e cuidar dos dois filhos. Passaram-se 39 anos até ela ter a oportunidade de retornar para a sala de aula. Hoje, aos 65 anos, ela estuda na educação de jovens e adultos (EJA), se prepara para o vestibular da UnB e pretende fazer o curso de serviço social. “Eu me considero um exemplo e eu acho que todo mundo tinha que conhecer a importância que é o estudo. Não importa o tempo”, afirma Maria.</p>
<p>Uma das estratégias para diminuir a evasão escolar é o programa Busca Ativa Escolar, desenvolvido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), que busca contribuir com governos para apoiá-los no enfrentamento da exclusão escolar. “A Busca Ativa Escolar, ao longo desses anos, contribuiu para a identificação de mais de 600 mil casos de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de abandono e, efetivamente, já contribuiu para a rematrícula de quase 300 mil crianças e adolescentes”, afirma Julia Ribeiro, especialista em educação no Unicef Brasil.</p>
<p>Em Águas Lindas de Goiás, a equipe do <em>Caminhos da Reportagem</em> conheceu a história da adolescente Monalisa Brito, que foi resgatada pelo projeto Evasão Zero, de combate à desistência escolar no município. A cidade também aderiu ao programa do Unicef, e jovens como Monalisa receberam apoio para continuar os estudos. A mãe da jovem precisou acionar a Secretaria de Educação para garantir vaga para a filha em escolas próximas de casa. “Se eu tivesse abandonado a escola, acho que não teria tantos sonhos e oportunidades. Acho que já estaria trabalhando”, conta Monalisa.</p>
<p>A professora Edileuza Fernandes, coordenadora do Observatório da Educação Básica (ObsEB), ressalta que pessoas com deficiências, indígenas, quilombolas e estudantes de áreas rurais estão entre os mais vulneráveis à evasão.</p>
<p><strong>Entre os principais motivos para o abandono escolar estão, além da necessidade de trabalhar, a gravidez na adolescência, a dificuldade de acesso à escola (seja pela distância, seja por não ter dinheiro para o transporte) e a repetência, que afeta a autoestima dos estudantes</strong>. Segundo Catarina Santos, “repetir muitos anos a mesma série leva ao desestímulo e também à evasão.”</p>
<p>Outra iniciativa para conter a evasão escolar é o programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC). Um dos pilares do programa é o apoio financeiro, um incentivo para que os jovens permaneçam na escola e não faltem às aulas. “A gente precisa lembrar que no Brasil, todos os anos, quase 500 mil jovens abandonam o ensino médio. Isso é uma realidade muito dura, a gente está falando de meio milhão de jovens brasileiros que deixam de sonhar, deixam de acreditar no próprio potencial e abandonam a escola”, afirma o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Básica do MEC, Alexandre do Nascimento Santos.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>Produção jornalística semanal da<strong> TV Brasil</strong>, o <em>Caminhos da Reportagem</em> leva o telespectador para uma viagem pelo país e pelo mundo atrás de pautas especiais, com uma visão diferente, instigante e complexa de cada um dos assuntos escolhidos.</p>
<p>No ar há mais de uma década, o<em> Caminhos da Reportagem</em> é uma das atrações jornalísticas mais premiadas não só do canal, como também da televisão brasileira. Para contar grandes histórias, os profissionais investigam assuntos variados e revelam os aspectos mais relevantes de cada assunto.</p>
<p>Saúde, economia, comportamento, educação, meio ambiente, segurança, prestação de serviços, cultura e outros tantos temas são abordados de maneira única. As matérias temáticas levam conteúdo de interesse para a sociedade pela telinha da emissora pública.</p>
<p>Questões atuais e polêmicas são tratadas com profundidade e seriedade pela equipe de profissionais do canal. O trabalho minucioso e bem executado é reconhecido com diversas premiações importantes no meio jornalístico.</p>
<p>Exibido às segundas, às 23h, o <em>Caminhos da Reportagem</em> tem horário alternativo na madrugada para terça, às 4h30. A produção disponibiliza as edições especiais no <em>site</em> <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem</a> e no <a href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube da emissora pública</a>. As matérias anteriores também estão no aplicativo TV Brasil Play, disponível nas versões Android e iOS, e no <em>site</em> <a href="http://tvbrasilplay.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">http://tvbrasilplay.com.br</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-03/evasao-escolar-sonho-interrompido-e-tema-do-caminhos-da-reportagem</p>
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