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	<title>caíram - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Motoristas de aplicativo caíram no “conto do vigário”, diz Sakamoto</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:14:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma rotina de exploração em longas jornadas de trabalho. Essa ideia pode representar mais o que significa a atividade de categorias como a de motoristas de aplicativo no Brasil do que o conceito de que são empreendedores, patrões de si mesmos.  Essa é uma das análises do cientista político Leonardo Sakamoto no livro “O que [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma rotina de exploração em longas jornadas de trabalho. Essa ideia pode representar mais o que significa a atividade de categorias como a de motoristas de aplicativo no Brasil do que o conceito de que são empreendedores, patrões de si mesmos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Motoristas-de-aplicativo-cairam-no-conto-do-vigario-diz-Sakamoto.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Motoristas-de-aplicativo-cairam-no-conto-do-vigario-diz-Sakamoto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Essa é uma das análises do cientista político Leonardo Sakamoto no livro “<em>O que os coaches não te contam sobre o futuro do trabalho</em>” (Editora Alameda, 243 páginas).</strong> Em parceria com o jornalista Carlos Juliano Barros, no livro, Sakamoto avalia que esses trabalhadores acionados por tecnologia foram enganados.</p>
<blockquote>
<p>“Eles caíram no conto do vigário de que são empreendedores”, afirmou em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.  </p>
</blockquote>
<p>A obra foi lançada na semana passada em São Paulo e Brasília e, nessa terça (25) à noite, apresentada no auditório da reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com direito à palestra dos autores. No dia 8 de dezembro, haverá sessão de autógrafos no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.</p>
<h2>Ganhos desproporcionais</h2>
<p><strong>O pesquisador entende que o principal problema para os trabalhadores é que as plataformas ficam com boa parte dos recursos e pagam menos do que os motoristas e entregadores reivindicam</strong>.</p>
<p>Além disso, esses trabalhadores sem nenhum direito também não recolhem os tributos para que, no futuro, possam se aposentar ou estar seguros se sofrerem algum infortúnio. </p>
<p><strong>Porém, segundo a obra, trabalhadores começaram a culpar a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Consolidação das Leis do Trabalho</a> (CLT) por problemas de toda ordem, como se a lei diminuísse a força profissional e os direitos atravessassem as oportunidades. </strong></p>
<blockquote>
<p>“A culpa do salário baixo, na verdade, é do patrão. A culpa de trabalhar muito, na escala de seis para um, é do Congresso Nacional”, opina o autor.</p>
</blockquote>
<h2>Ataque aos direitos </h2>
<p><strong>Sakamoto identifica que houve, na verdade, um ataque sistemático aos direitos trabalhistas que atingiu a população.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Influenciadores e políticos culparam a CLT.  O problema não são as regras”.</p>
</blockquote>
<p>O livro lançado traz reflexões atualizadas a partir de um extrato de textos produzidos por eles nos últimos quatro anos para os <em>sites</em> “Repórter Brasil” e “UOL” sobre os temas relacionados à exploração no campo profissional. </p>
<p><strong>Sakamoto avalia que há exploração de diferentes categorias e desrespeito às leis em vigor. Ele considera que existe, no momento, uma rede de preocupações de diferentes matizes em relação ao tema.</strong> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=438528:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Motoristas-de-aplicativo-cairam-no-conto-do-vigario-diz-Sakamoto.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 25/09/2025 - DR com Demori recebe o jornalista, cientista político e professor, Leonardo Sakamoto..Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Motoristas-de-aplicativo-cairam-no-conto-do-vigario-diz-Sakamoto.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 25/09/2025 - DR com Demori recebe o jornalista, cientista político e professor, Leonardo Sakamoto..Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=438528 --></div>
<p><h6 class="meta">O jornalista, cientista político e professor Leonardo Sakamoto, fala sobre precarização de trabalhadores &#8211; Foto <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong><!--END copyright=438528--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Haveria um alerta relacionado aos possíveis danos causados pelas ferramentas de inteligência artificial e às práticas de precarização dos trabalhadores, como as contratações de pessoas físicas como pessoas jurídicas (as populares “pejotas”). </strong></p>
<p>Outros caminhos de precarização são as relações de trabalhos sem direitos, por intermédio da figura do free lancer fixo (o frila, que tem os mesmos deveres de uma pessoa contratada, mas nenhum direito).</p>
<p> Sakamoto enumera que existe também o fato de que a fórmula de desenvolvimento de grandes conglomerados não aboliu, de fato, o trabalho escravizado e o uso de crianças em espaços laborais. </p>
<p><strong>Para o pesquisador, esse é um momento histórico para que a sociedade possa garantir dignidade no ambiente do trabalho.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A gente ainda não foi capaz de erradicar a escravidão contemporânea no Brasil. Temos um pé apontado para a frente, um apontado para trás e os dois presos na lama”, lamenta o pesquisador. </p>
</blockquote>
<p>As formas arcaicas de superexploração do trabalho sobreviveram às mudanças sociais, conforme defende o livro. A obra contextualiza que essas violações convivem com as  altas tecnologias de nossos dias.</p>
<blockquote>
<p>“A tecnologia não representa necessariamente a melhoria na qualidade de vida dos trabalhadores”, afirma Sakamoto. </p>
</blockquote>
<h2>Tecnologia pode também mobilizar</h2>
<p><strong>O autor defende que são necessárias reivindicações e mobilizações por parte dos trabalhadores para enfrentar o cenário de exploração. Inclusive, ele aborda que a tecnologia pode ser vista de duas formas. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Nesse momento de transformação, a tecnologia pode ser algo que vai precarizar ainda mais a vida dos trabalhadores. Mas pode, na verdade, garantir que a gente consiga também mobilizar o pessoal”, disse ele.</p>
</blockquote>
<p><strong>Sakamoto aborda que, no caso dos motoristas de aplicativo e de entregadores, a luta atual é pela garantia de um preço mínimo da corrida e de condições de trabalho com as quais essas categorias concordem.</strong></p>
<p>Os trabalhadores estariam se mobilizando por meio das redes sociais também, depois do abalo sofrido pelos sindicatos com a reforma trabalhista (de 2017). </p>
<blockquote>
<p>“Todo dia aparece um empresário falando que o Brasil tem direitos demais. Isso é uma bobagem. Outros países também têm uma série de proteções aos trabalhadores”. </p>
</blockquote>
<h2>Proteção e escravagismo</h2>
<p><strong>O pesquisador considera que o país vive diferentes forças que lutam em relação ao campo profissional</strong>. Ao mesmo tempo em que o Estado Brasileiro tem uma estrutura importante de proteção na Justiça do Trabalho e no Ministério Público do Trabalho (MPT), há um pensamento escravagista nas três esferas de poder.</p>
<p>Ele lamenta que a PEC das Domésticas, por exemplo, garantiu direitos importantes a esse grupo profissional (formado em sua maior parte por mulheres negras), mas a lei foi recebida com críticas pela elite financeira do Brasil.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-11/motoristas-de-aplicativo-cairam-no-conto-do-vigario-diz-sakamoto</p>
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		<item>
		<title>Exportações brasileiras para os EUA caíram pela metade desde 2001</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/exportacoes-brasileiras-para-os-eua-cairam-pela-metade-desde-2001/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 18:51:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao longo dos anos, os Estados Unidos perderam relevância na pauta de comércio do Brasil. De 2001 a 2024, a participação americana no total de exportações brasileiras regrediu de 24,4% para 12,2%, ou seja, caiu praticamente à metade. Os números que mostram esse comportamento fazem parte do Indicador de Comércio Exterior (Icomex), estudo mensal do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Ao longo dos anos, os Estados Unidos perderam relevância na pauta de comércio do Brasil. De 2001 a 2024, a participação americana no total de exportações brasileiras regrediu de 24,4% para 12,2%, ou seja, caiu praticamente à metade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Exportacoes-brasileiras-para-os-EUA-cairam-pela-metade-desde-2001.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Exportacoes-brasileiras-para-os-EUA-cairam-pela-metade-desde-2001.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os números que mostram esse comportamento fazem parte do Indicador de Comércio Exterior (Icomex), estudo mensal do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (14).</p>
<p>Enquanto a participação americana nas nossas exportações caiu 51%, a da China, atualmente o principal parceiro comercial do Brasil, aumentou mais de oito vezes, indo de 3,3% para 28% no período de 2001 a 2024.</p>
<p><strong>A União Europeia com menos 44% e a América do Sul, menos 31%, também perderam espaço para o gigante asiático no intervalo de 23 anos. Mesmo com esses dois grupos de países perdendo participação, ainda ficam na frente dos Estados Unidos.</strong></p>
<p>Participação nas exportações brasileiras:</p>
<ul>
<li>China: 28%</li>
<li>União Europeia: 14,3%</li>
<li>América do Sul: 12,2%</li>
<li>Estados Unidos: 12%</li>
</ul>
<p><a href="https://www.instagram.com/agencia.brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o perfil da<strong> Agência Brasil </strong>no Instagram</a></p>
<p>O Ibre FGV elaborou o ranking com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<p>O Icomex faz análises sobre comércio exterior, como o comportamento da balança comercial, a diferença entre exportação e importação, e provê atenção especial nesta edição ao tarifaço prometido pelo presidente americano Donald Trump, que anunciou taxação de 50% de produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos a partir de 1º de agosto.</p>
<p>O levantamento aponta também a perda de relevância americana nas nossas importações. Em 2001, vinham dos Estados Unidos 22,7% do que o Brasil comprava de outros países. Em 2024, esse patamar foi reduzido a 15,5%. Essa diferença significa recuo de 32%.</p>
<p><strong>No mesmo período, a participação chinesa saltou mais de dez vezes, indo de 2,3% para 24,2%. A União Europeia viu a participação nas nossas importações cair 31% e a América do Sul, recuar 45%.</strong></p>
<p>Participação nas importações brasileiras:</p>
<ul>
<li>China: 28%</li>
<li>União Europeia: 18%</li>
<li>Estados Unidos: 15,5%</li>
<li>América do Sul: 10,2%</li>
</ul>
<h2>Exportações diversificadas</h2>
<p>O estudo aponta que as exportações para os americanos têm um perfil diversificado. Para efeito de comparação, quando se trata de China, apenas três produtos respondem por 96% do que o Brasil vende: petróleo, soja e minério de ferro.</p>
<p><strong>Já no caso dos Estados Unidos, 10 produtos representam 57% das exportações brasileiras.</strong></p>
<p>Participação dos principais produtos da pauta de exportação para os EUA:</p>
<ul>
<li>Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus: 14%</li>
<li>Produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço: 8,8%</li>
<li>Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes: 6,7%</li>
<li>Café torrado: 4,7%</li>
<li>Ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas: 4,4%</li>
<li>Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos): 4,3%</li>
<li>Celulose: 4,1%</li>
<li>Demais produtos &#8211; Indústria de Transformação: 3,8%</li>
<li>Instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes: 3,6%</li>
<li>Sucos de frutas ou de vegetais: 3%</li>
</ul>
<p>O Ibre/FGV aponta também que conjuntos de produtos siderúrgicos, aeronaves, sucos vegetais e escavadeiras seriam os mais atingidos pela ação americana, pois dependem bastante da maior economia do mundo:</p>
<ul>
<li>ferro fundido bruto e ferro spiegel: 86% das exportações vão para os EUA;</li>
<li>produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado: 72,5%;</li>
<li>veículos aéreos (helicópteros e aviões): 63%;</li>
<li>pás mecânicas e escavadeiras: 53%;</li>
<li>sumos de frutas: 34%</li>
</ul>
<h2>Busca por mercados</h2>
<p>A pesquisadora associada do Ibre/FGV Lia Valls, consultora do Icomex, avalia que alguns produtos brasileiros, como carnes e sucos, podem prospectar nossos destinos. </p>
<p>“Essa parte das commodities [produtos primários comercializados em grandes quantidades] pode ser que consiga”, acredita.</p>
<blockquote>
<p>No entanto, ela avalia que não é simples buscar novos países compradores de produtos que ficarão inviáveis para entrar nos Estados Unidos com o aumento de preço.<br />“O país não consegue, em um prazo curto, desviar as exportações. Tem alguns tipos de produtos, principalmente da indústria de manufatura, muitos deles que são fabricados pelas multinacionais americanas, em que talvez já não seja tão simples colocar em outros mercados. Além do que, tem uma concorrência muito grande com a própria China”, explica.</p>
</blockquote>
<h2>Trump</h2>
<p>O boletim da FGV lembra que o presidente americano já recuou algumas vezes sobre o tarifaço. O estudo mostra que no dia 2 de abril deste ano, que ficou conhecido como Liberation Day (Dia da Liberação), Trump ameaçou países parceiros com taxação.</p>
<p>À época, a tarifa brasileira seria de 10%. Foi desencadeada uma guerra tarifária contra a China, na qual as tarifas chegariam a 145%. Após promessas mútuas de retaliação, os dois países chegaram a um acordo, reduzindo a 30%.<br /><strong>Nos últimos meses, alguns países anunciaram acordos com os americanos, mas o Brasil foi surpreendido na semana passada com a taxa de 50%.</strong> </p>
<p>A FGV destaca que, diferentemente da ameaça de abril, quando o motivo para taxar itens brasileiros era puramente comercial, a intenção atual envolve questões políticas, incluindo processo no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe e decisão recente contra gigantes de tecnologia, as big techs.</p>
<p>“Foi a única [carta] que explicitou motivações políticas, o que limita a margem de negociação do governo brasileiro por tratar de questões que são da alçada exclusiva do Estado brasileiro”, diz trecho do estudo.</p>
<p><strong>Apesar de a carta de Trump apontar déficit comercial &#8211; comprar mais do que vende &#8211; dos Estados Unidos no comércio com o Brasil, a FGV reforça o inverso, o Brasil não registra superávit com os Estados Unidos desde 2009.</strong></p>
<p>“No primeiro semestre de 2025, a balança bilateral Brasil-Estados Unidos foi de menos US$ 1,7 bilhão”, ou seja, nós compramos deles mais do que eles compraram do Brasil.</p>
<p>O estudo avalia que há chance de o governo americano voltar atrás na taxação, seja pelo histórico de decisões de Trump, seja por pressão de empresas americanas também prejudicadas.</p>
<p><strong>“No momento, é esperar que negociações sejam possíveis, que Trump siga o comportamento <em>Trump Always Chickens Out (Taco)</em>, que em tradução livre significa Trump amarela ou volta atrás”, escreve o Ibre.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Além disso, parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos são de empresas multinacionais estadunidenses, que poderão pressionar o governo Trump, da mesma forma que empresas nos Estados Unidos que utilizam os bens intermediários [serão transformados em produtos finais] do Brasil na sua produção”, completa.</p>
</blockquote>
<h2>Reações</h2>
<p>O governo brasileiro tem buscado caminhos para reverter a taxação americana. Além de negociação, o Brasil sinaliza com a Lei da Reciprocidade Econômica, que encareceria as importações dos Estados Unidos.</p>
<p>Fora do governo, o próprio STF se manifestou, por meio de carta assinada pelo presidente da Corte, Luís Roberto Barroso. O magistrado afirma que não há perseguição política no país, e que Trump teve como fundamento uma “compreensão imprecisa dos fatos”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/exportacoes-brasileiras-para-os-eua-cairam-pela-metade-desde-2001</p>
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