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	<title>café - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Folia de Reis no Museu Vassouras reafirma tradição no Vale do Café</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 18:31:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre cantos, bandeiras bordadas e passos que ecoam séculos de devoção, a Folia de Reis volta a ocupar o espaço público e simbólico de Museu Vassouras, no estado do Rio, de hoje até amanhã (4). O encontro reúne duas jornadas de folia, atividades educativas e uma roda de poesias, reafirmando o compromisso da instituição com [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Entre cantos, bandeiras bordadas e passos que ecoam séculos de devoção, a Folia de Reis volta a ocupar o espaço público e simbólico de Museu Vassouras, no estado do Rio, de hoje até amanhã (4).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Folia-de-Reis-no-Museu-Vassouras-reafirma-tradicao-no-Vale.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/01/Folia-de-Reis-no-Museu-Vassouras-reafirma-tradicao-no-Vale.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O encontro reúne duas jornadas de folia, atividades educativas e uma roda de poesias, reafirmando o compromisso da instituição com a valorização dos saberes populares e das expressões culturais que moldam a identidade do Vale do Café.</p>
<p><strong>Para a diretora artística do Museu Vassouras, Catarina Duncan, receber as Folias de Reis no museu é um gesto simbólico. “Aqui vemos a valorização do sagrado, da cultura do território do Vale do Café e das pessoas que mantém viva essa tradição tão especial. Teremos a oportunidade de ver duas folias da região além de promover atividades educativas e uma roda de poesia e rima”.</strong></p>
<h2>Jornada</h2>
<p>Hoje, sábado (3), a partir das 16h, o museu recebe o cortejo da Jornada Jardim do Éden, conduzida pela mestra Rita de Cássia. O grupo percorre os espaços do museu com seus cantos tradicionais, violas, pandeiros e a bandeira que guia a jornada. Às 17h, é a vez da Jornada Descendentes de Davi, liderada pelos mestres Tiago Meirelles e Lelê, que dão continuidade ao cortejo, reafirmando a força coletiva da tradição e o diálogo entre diferentes gerações de foliões.</p>
<p>A<strong> programação segue no domingo (4) com atividades que ampliam o encontro entre público e tradição. Das 10h às 12h, o Educativo do Museu Vassouras promove a Oficina de Bandeiras de Folia, aberta a visitantes de todas as idades. Elemento central das jornadas, a bandeira concentra símbolos religiosos, histórias familiares e marcas do território. A proposta da oficina é estimular a criação coletiva, o uso de materiais diversos e a troca de saberes, conectando o fazer manual às memórias do Vale do Café.</strong></p>
<p>O encerramento será às 16h, com a Roda de Poesias dos Soldados da Divina Irmandade do Oriente, quando a palavra falada se soma à música e ao gesto, ampliando a experiência sensível da folia e reforçando seu caráter de transmissão oral e comunitária.</p>
<h2>Integração</h2>
<p>Segundo a organização do evento, ao integrar cortejos, educação patrimonial e poesia,&#8221; o Encontro de Folias de Reis reafirma o papel do museu como espaço vivo de escuta e circulação de culturas, fortalecendo vínculos com as comunidades locais e reconhecendo a potência das manifestações populares que continuam a escrever a história de Vassouras e do interior” do estado do Rio&#8221;.</p>
<p><strong>Além da programação dedicada à Folia de Reis, o museu recebe o artista Pandro Nobã para uma visita especial em torno das obras <em>Ao longe</em> e <em>Céu na Terra</em>, que integram o eixo Vapor da exposição <em>Chegança</em>, ampliando o diálogo entre arte contemporânea e tradição.</strong></p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Museu Vassouras – Vassouras</strong></p>
<p><strong>Sábado | 3 de janeiro</strong><br />16h – Jornada Jardim do Éden, com a mestra Rita de Cássia<br />17h – Jornada Descendentes de Davi, com os mestres Tiago Meirelles e Lelê</p>
<p><strong>Domingo | 4 de janeiro</strong><br />10h às 12h – Oficina Bandeiras de Folia, com o Educativo do Museu<br />16h – Roda de poesias com os Soldados da Divina Irmandade do Oriente</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-01/folia-de-reis-no-museu-vassouras-reafirma-tradicao-no-vale-do-cafe</p>
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		<title>Estudo diz que beber café reduz risco de arritmia cardíaca</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 18:03:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um estudo inédito da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugere que beber uma xícara de café diariamente pode evitar em 39% o risco do surgimento de arritmia cardíaca, que são batimentos irregulares e rápidos. O eletrofisiologista da UCSF, Gregory Marcus, diz que “a [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um estudo inédito da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugere que beber uma xícara de café diariamente pode evitar em 39% o risco do surgimento de arritmia cardíaca, que são batimentos irregulares e rápidos.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/11/Estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O eletrofisiologista da UCSF, Gregory Marcus, diz que “a cafeína é também um diurético, que pode reduzir a pressão arterial e, portanto, diminuir o risco de arritmia. Muitos outros ingredientes presentes no café também têm propriedades anti-inflamatórias que podem apresentar resultados positivos”, diz, em nota  publicada pelo site <em>Science Daily</em>.</p>
<p><strong>Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores das duas universidades conduziram testes clínicos em 200 pacientes que apresentavam quadros constantes de arritmia cardíaca (fibrilação atrial), histórico do problema ou condições correlatas.</strong></p>
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<h2>Choque elétrico</h2>
<p>Os pacientes foram submetidos a uma cardioversão elétrica, que é a aplicação de um único choque elétrico que busca restaurar o ritmo normal das batidas.</p>
<p><strong>Após o procedimento, parte dos pacientes foi escolhida aleatoriamente para beber uma xícara de café com cafeína uma vez ao dia durante seis meses. Para a outra parte foi pedido para deixar de tomar qualquer substância com cafeína pelo mesmo período de tempo.</strong></p>
<p>Ao final do estudo, o grupo que bebeu café teve risco 39% menor de ter arritmia. Um dos autores do estudo, Christopher Wong, da UCSF, explica que a pesquisa quebra um paradigma na medicina sobre o consumo de café por pessoas com problemas cardíacos.</p>
<blockquote>
<p>“Médicos sempre recomendaram aos pacientes com arritmia cardíaca minimizar o consumo de café, mas esse teste sugere que o seu consumo é seguro e pode até mesmo proteger o indivíduo,” opinou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo dados do estudo, a fibrilação atrial ocorre mais comumente na população acima dos 60 anos e também em pessoas que estão muito acima do peso ideal. Nos Estados Unidos, o problema atinge cerca de 10 milhões de adultos.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/estudo-diz-que-beber-cafe-reduz-risco-de-arritmia-cardiaca</p>
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		<title>Seis toneladas de café impróprio são apreendidas no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/seis-toneladas-de-cafe-improprio-sao-apreendidas-no-rio-de-janeiro/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 22:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seis toneladas de café impróprio para consumo foram apreendidas ao longo de dois dias, em 15 mercados e indústrias cafeeiras no estado do Rio de Janeiro. A fiscalização percorreu as regiões Serrana, dos Lagos, Norte, Noroeste e Sul Fluminense, além da capital. A ação conjunta divulgada nesta quinta-feira (28) envolveu a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Seis toneladas de café impróprio para consumo foram apreendidas ao longo de dois dias, em 15 mercados e indústrias cafeeiras no estado do Rio de Janeiro. A fiscalização percorreu as regiões Serrana, dos Lagos, Norte, Noroeste e Sul Fluminense, além da capital.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Seis-toneladas-de-cafe-improprio-sao-apreendidas-no-Rio-de.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Seis-toneladas-de-cafe-improprio-sao-apreendidas-no-Rio-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ação conjunta divulgada nesta quinta-feira (28) envolveu a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon), o Procon-RJ, a Polícia Militar, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e procons municipais. Amostras recolhidas serão analisadas pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).</p>
<p>Batizada de Operação Café Real, a fiscazliação teve início a partir de denúncias da Abic, que constatou a venda de produtos adulterados na capital fluminense, além dos municípios de Campos dos Goytacazes, Itaperuna, Carmo, Cantagalo e São Fidélis. Em um dos locais vistoriados, no município de Cordeiro, os agentes encontraram pacotes de café com selo da Abic falsificado, o que acende um alerta sobre a sofisticação das fraudes.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Defesa do Consumidor, <strong>o chamado “café fraudado” tem obtido espaço após a alta no preço do produto original.</strong> Comercializado como café puro, ele, na prática, está em desconformidade com a legislação e pode conter impurezas ou adulterações.</p>
<p><strong>A <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-sda-n-570-de-9-de-maio-de-2022-398971389" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Portaria 570 do Ministério da Agricultura</a> permite uma tolerância máxima de 1% de impurezas como cascas e paus, mas não admite a adição intencional de outros elementos, como milho ou grãos diversos, prática que representa engano ao consumidor e risco à saúde.</strong></p>
<p>“Encontramos casos de falsificação de selos e adulteração do produto, estratégias utilizadas para enganar o consumidor. Nosso trabalho é impedir que essas práticas sigam acontecendo e assegurar que a população tenha acesso a um café legítimo e de qualidade”, avaliou Gutemberg Fonseca, secretário de Estado de Defesa do Consumidor.</p>
<p>O secretário reforçou ainda a importância de operações que coibam adulterações do produto. “Fiscalizações com foco em itens de grande consumo, como o café, são essenciais para proteger a saúde e o bolso do consumidor. O consumo de um produto adulterado pode causar problemas gastrointestinais e outros riscos à saúde, além de configurar um prejuízo direto para quem paga por um item que não corresponde ao que está no rótulo. Nosso compromisso é garantir transparência, segurança e respeito nas relações de consumo”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/seis-toneladas-de-cafe-improprio-sao-apreendidas-no-rio-de-janeiro</p>
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		<item>
		<title>Tarifaço pode impactar vendas de suco de laranja, café, carne e frutas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas-2/</link>
		
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 20:53:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/1753044808_96_Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/1753044808_362_Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifaço de Trump são o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a pecuária de corte e o de frutas frescas.</strong></p>
<p><strong>Dentre esses itens, o suco de laranja é o produto mais sensível a essa política tarifária</strong>, dizem os pesquisadores do Cepea. “Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros”, dizem os pesquisadores, em nota.</p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil é responsável por aproximadamente 80% desse total</strong>. “Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avaliou a professora da Esalq/USP Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea.</p>
<p><strong>Quanto ao café, os Estados Unidos são o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade arábica</strong>, insumo essencial para a indústria local de torrefação. Como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.</p>
<p>“A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca o pesquisador de café do Cepea Renato Ribeiro.</p>
<p>Com a queda nas cotações do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifaço, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, adiando as grandes negociações para esperar por definições sobre o cenário tarifário.</p>
<h2>Carne bovina</h2>
<p><strong>Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil.</strong> <strong>As empresas estadunidenses são responsáveis por 12% das exportações do produto brasileiro</strong> e, entre março e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por mês, o que pode indicar uma possível movimentação de formação de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio exterior. São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados brasileiros, respectivamente, que mais têm escoado carne aos EUA.</p>
<p>Nos últimos meses, no entanto, houve redução no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China vêm crescendo. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras na comparação com maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados.</p>
<h2>Frutas frescas</h2>
<p><strong>No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP</strong>. Isso acontece porque a janela crítica de exportação desse produto aos Estados Unidos começa em agosto. De acordo com o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.</p>
<p>Antes do tarifaço, no entanto, a expectativa era de crescimento de exportações de frutas frescas, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. “A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea.</p>
<p>O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, é que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a União Europeia, ou até mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o preço ao produtor.</p>
<p>Diante desse contexto geral relacionado ao café, à carne bovina, ao suco de laranja e às frutas frescas, o Cepea informa que é urgente “uma articulação diplomática coordenada, com vistas à revisão ou exclusão das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros”.</p>
<p>“Tal medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os próprios Estados Unidos, cuja segurança alimentar e competitividade da agroindústria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro”, diz a nota.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas</p>
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		<item>
		<title>Tarifaço pode impactar vendas de suco de laranja, café, carne e frutas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 20:36:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da [&#8230;]]]></description>
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<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifaço de Trump são o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a pecuária de corte e o de frutas frescas.</strong></p>
<p><strong>Dentre esses itens, o suco de laranja é o produto mais sensível a essa política tarifária</strong>, dizem os pesquisadores do Cepea. “Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros”, dizem os pesquisadores, em nota.</p>
<p><strong>Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil é responsável por aproximadamente 80% desse total</strong>. “Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avaliou a professora da Esalq/USP Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea.</p>
<p><strong>Quanto ao café, os Estados Unidos são o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade arábica</strong>, insumo essencial para a indústria local de torrefação. Como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.</p>
<p>“A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca o pesquisador de café do Cepea Renato Ribeiro.</p>
<p>Com a queda nas cotações do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifaço, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, adiando as grandes negociações para esperar por definições sobre o cenário tarifário.</p>
<h2>Carne bovina</h2>
<p><strong>Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil.</strong> <strong>As empresas estadunidenses são responsáveis por 12% das exportações do produto brasileiro</strong> e, entre março e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por mês, o que pode indicar uma possível movimentação de formação de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio exterior. São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados brasileiros, respectivamente, que mais têm escoado carne aos EUA.</p>
<p>Nos últimos meses, no entanto, houve redução no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China vêm crescendo. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras na comparação com maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados.</p>
<h2>Frutas frescas</h2>
<p><strong>No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP</strong>. Isso acontece porque a janela crítica de exportação desse produto aos Estados Unidos começa em agosto. De acordo com o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.</p>
<p>Antes do tarifaço, no entanto, a expectativa era de crescimento de exportações de frutas frescas, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. “A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea.</p>
<p>O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, é que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a União Europeia, ou até mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o preço ao produtor.</p>
<p>Diante desse contexto geral relacionado ao café, à carne bovina, ao suco de laranja e às frutas frescas, o Cepea informa que é urgente “uma articulação diplomática coordenada, com vistas à revisão ou exclusão das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros”.</p>
<p>“Tal medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os próprios Estados Unidos, cuja segurança alimentar e competitividade da agroindústria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro”, diz a nota.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas-frescas-sofrerao-impacto-do-tari</p>
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		<title>Crescimento econômico, café e energia reforçaram inflação, diz BC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 23:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O aquecimento da economia, o encarecimento de alguns preços industrializados como o café e a bandeira tarifária de energia reforçaram a inflação no primeiro semestre, informou nesta quinta-feira (10) o Banco Central (BC). </strong>A autoridade monetária divulgou uma carta aberta justificando o estouro da meta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/07/Crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-BC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde o início do ano, o BC precisa divulgar uma carta aberta a cada semestre em que a inflação oficial, expressa pelo IPCA, estourar o teto de 4,5% da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta está em 3% para o IPCA, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, com os limites entre 1,5% (piso) e 4,5% (teto).</p>
<p>Em junho, o IPCA ficou em 0,24%, alcançando 5,35% em 12 meses. No modelo de meta contínua, a inflação acumulada em 12 meses não pode superar o teto de 4,5% por seis meses consecutivos.</p>
<blockquote>
<p>“Houve altas mais intensas que as antecipadas no preço da gasolina, na inflação subjacente dos preços de serviços, nos preços de alimentos industrializados, em particular do café, e nos preços de alguns bens industriais, como os do vestuário e de automóveis”, destaca a carta do BC.</p>
</blockquote>
<p>O texto também ressalta surpresas para cima em preços administrados e para baixo em alimentação em casa. “A variação de preços administrados veio acima do esperado devido, principalmente, à energia elétrica residencial, com a deterioração do cenário hídrico [falta de chuvas]. Essa surpresa em preços administrados foi mais do que compensada por variações mais baixas que o esperado em alimentação no domicílio”, continua a carta.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>Em relação aos fatores que pesaram no desvio de 2,35 pontos percentuais (p.p.) da inflação em relação ao centro da meta de 3%, a carta do BC enumerou os seguintes:</p>
<ul>
<li>Inércia da inflação dos 12 meses anteriores (contribuição de 0,69 p.p.);</li>
<li>Expectativas de inflação (0,58 p.p.);</li>
<li>Hiato do produto, economia produzindo além da capacidade (0,47 p.p.);</li>
<li>Inflação importada (0,46 p.p.);</li>
<li>Bandeira tarifária de energia elétrica (0,27 p.p.);</li>
<li>Demais fatores (-0,12 p.p.).</li>
</ul>
<h2>Convergência</h2>
<p>Assim como na última edição do Relatório de Política Monetária,<strong> o BC reiterou que a inflação só deve convergir para um nível abaixo do teto de 4,5% no primeiro trimestre de 2026. </strong>Com a entrada em vigor do sistema de meta contínua, esse relatório substituiu o Relatório de Inflação, mas continuará a ser divulgado a cada três meses pelo BC.</p>
<p>“Nesse cenário, projeta-se que a inflação acumulada em quatro trimestres ficará na faixa de 5,4% a 5,5% nos três primeiros trimestres de 2025, cairá para 4,9% no final do ano e atingirá 4,2% no final do primeiro trimestre de 2026, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância a partir de então”, destacou o Banco Central.</p>
<h2>Juros</h2>
<p>O principal instrumento do BC para segurar a inflação é a Taxa Selic, juros básicos da economia. Em 15% ao ano desde junho, a Selic está no maior nível desde julho de 2006.</p>
<p><strong>Segundo a carta, a política monetária deve permanecer em patamar significativamente contracionista (que desestimula a economia) por período “bastante prolongado” para assegurar a convergência da inflação à meta em “ambiente de expectativas desancoradas”.</strong> A Selic é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.</p>
<p>Assim como nas atas mais recentes do Copom, a carta ressalta que o BC deve manter os juros elevados pelo tempo necessário para levar a inflação de volta ao intervalo da meta. No entanto, não descarta que os juros permaneçam altos caso surjam imprevistos.</p>
<p>“O Copom enfatizou que segue vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em prosseguir no ciclo de alta, caso julgue apropriado”, ressalta o BC na carta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/crescimento-economico-cafe-e-energia-reforcaram-inflacao-diz-bc</p>
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		<title>Safra de café deve crescer 2,7% e chegar a 56 milhões de sacas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 16:55:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção de café no Brasil deverá crescer 2,7% na safra 2025, na comparação com o volume registrado no ano anterior. Com isso, a expectativa é de uma colheita de 55,7 milhões de sacas. Caso as previsões sejam confirmadas, será “o maior já registrado para um ano de baixa bienalidade, superando em 1,1% a colheita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A produção de café no Brasil deverá crescer 2,7% na safra 2025, na comparação com o volume registrado no ano anterior. Com isso, a expectativa é de uma colheita de 55,7 milhões de sacas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Safra-de-cafe-deve-crescer-27-e-chegar-a-56.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Safra-de-cafe-deve-crescer-27-e-chegar-a-56.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>Caso as previsões sejam confirmadas, será “o maior já registrado para um ano de baixa bienalidade, superando em 1,1% a colheita registrada em 2023”, conforme o 2º Levantamento da Safra de Café 2025, divulgado nesta terça-feira (6) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
</blockquote>
<p><strong>Em termos de área total destinada a esta produção, o aumento estimado é 0,8%, chegando a 2,25 milhões de hectares.</strong></p>
<p>“A área em produção deve registrar uma queda de 1,4%, estimada em 1,86 milhão de hectares, enquanto a área em formação tende a apresentar um incremento de 12,3%, movimento esperado para anos de bienalidade negativa”, informou a Conab.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Produção de café cria alternativa ao desmatamento em Rondônia</strong></p>
<p>De acordo com a companhia, o resultado estimado na safra total se deve, principalmente, à recuperação de 28,3% nas produtividades médias das lavouras do café conilon, também conhecido como robusta.</p>
<p><strong>A expectativa para esta espécie é de um total de 18,7 milhões de sacas, o que representa recorde da série histórica da Conab.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Este resultado se deve, sobretudo, à regularidade climática durante as fases mais críticas das lavouras, que beneficiaram floradas positivas, e a boa quantidade de frutos por rosetas”, destacou a companhia.</p>
</blockquote>
<p><strong>Já a expectativa de produção para o café arábica, espécie mais afetada pela bienalidade, é redução de 6,6% na colheita, com previsão de uma safra em torno de 37 milhões de sacas.</strong></p>
<p>“Em Minas Gerais, estado com maior área destinada para a produção de arábica, é esperada uma colheita de 25,65 milhões de sacas”, informa o levantamento ao lembrar que, entre abril e setembro do ano passado, houve um longo período seco, o que causou instabilidade nas lavouras.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/safra-de-cafe-deve-crescer-27-e-chegar-a-56-milhoes-de-sacas-em-2025</p>
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		<item>
		<title>Produção de café deverá ser de 55,7 milhões de sacas em 2025</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2025 15:51:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A produção de café no Brasil deverá crescer 2,7% na safra 2025, na comparação com o volume registrado no ano anterior. Com isso, a expectativa é de uma colheita de 55,7 milhões de sacas. Caso as previsões sejam confirmadas, será “o maior já registrado para um ano de baixa bienalidade, superando em 1,1% a colheita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A produção de café no Brasil deverá crescer 2,7% na safra 2025, na comparação com o volume registrado no ano anterior. Com isso, a expectativa é de uma colheita de 55,7 milhões de sacas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Producao-de-cafe-devera-ser-de-557-milhoes-de-sacas.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Producao-de-cafe-devera-ser-de-557-milhoes-de-sacas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>Caso as previsões sejam confirmadas, será “o maior já registrado para um ano de baixa bienalidade, superando em 1,1% a colheita registrada em 2023”, conforme o 2º Levantamento da Safra de Café 2025, divulgado nesta terça-feira (6) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
</blockquote>
<p><strong>Em termos de área total destinada a esta produção, o aumento estimado é 0,8%, chegando a 2,25 milhões de hectares.</strong></p>
<p>“A área em produção deve registrar uma queda de 1,4%, estimada em 1,86 milhão de hectares, enquanto a área em formação tende a apresentar um incremento de 12,3%, movimento esperado para anos de bienalidade negativa”, informou a Conab.</p>
<p><strong>&gt;&gt;Produção de café cria alternativa ao desmatamento em Rondônia</strong></p>
<p>De acordo com a companhia, o resultado estimado na safra total se deve, principalmente, à recuperação de 28,3% nas produtividades médias das lavouras do café conilon, também conhecido como robusta.</p>
<p><strong>A expectativa para esta espécie é de um total de 18,7 milhões de sacas, o que representa recorde da série histórica da Conab.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Este resultado se deve, sobretudo, à regularidade climática durante as fases mais críticas das lavouras, que beneficiaram floradas positivas, e a boa quantidade de frutos por rosetas”, destacou a companhia.</p>
</blockquote>
<p><strong>Já a expectativa de produção para o café arábica, espécie mais afetada pela bienalidade, é redução de 6,6% na colheita, com previsão de uma safra em torno de 37 milhões de sacas.</strong></p>
<p>“Em Minas Gerais, estado com maior área destinada para a produção de arábica, é esperada uma colheita de 25,65 milhões de sacas”, informa o levantamento ao lembrar que, entre abril e setembro do ano passado, houve um longo período seco, o que causou instabilidade nas lavouras.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/producao-de-cafe-devera-ser-de-557-milhoes-de-sacas-em-2025</p>
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		<item>
		<title>Calor prejudica lavoura de café, soja e arroz, diz especialista</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 12:59:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. De acordo com a climatologista Francis Lacerda,  pesquisadora do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a climatologista Francis Lacerda,  pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, estratégias de agroecologia podem retardar esses efeitos e diminuir a ameaça de insegurança alimentar. Pelo menos por enquanto. &#8220;Existem práticas que podem ainda reduzir esses efeitos. Eu digo ainda porque daqui a pouco não vai poder mais&#8221;, alerta a especialista.</p>
<p>A primeira missão é reflorestar. &#8220;Uma prática que se faz muito na agroecologia é o consórcio. Você planta uma árvore frutífera e, do lado, você planta uma leguminosa, feijão, milho, faz esse plantio todo junto&#8230; E essas plantas vão interagir de uma forma que vão beneficiar umas às outras. Tem uma que vai buscar água lá no fundo, porque a raiz dela é pivotante, mas outra que não consegue. Aquelas plantas que não aguentam muita incidência de radiação ficam melhores [quando] associadas a árvores grandes, que fazem sombra para elas. A gente precisa fazer um reflorestamento e implementar esse modelo do sistema agroflorestal,&#8221; diz a especialista.</p>
<p>Ela acrescenta que a diversificação de culturas favorece a fertilidade e proteção dos solos, além de reduzir os riscos de pragas e doenças, &#8220;contribuindo para a não utilização de agrotóxicos e garantindo ao agricultor vantagens ambientais e financeiras, tais como investimentos mais baixos e colheita de produtos diversificados, evitando riscos econômicos provenientes de condições climáticas extremas&#8221;.</p>
<h2>Mudanças surpreendem agricultores</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=414706:cheio_8colunas --><br />
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<p><h6 class="meta"> A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco Francis Lacerda. Foto: <strong>IPA/Divulgação</strong><!--END copyright=414706--></h6>
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<p>A climatologista lembra que a grande maioria dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras é produzida por agricultores familiares, que se veem cada vez mais surpreendidos com as mudanças no clima.</p>
<p>&#8220;Porque eles não conseguem mais ter as práticas que  tinham de plantar em tal período, de colher em outro. E geralmente quando a gente tem essas ondas de calor, [o total] de alguns organismos no ecossistema que são mais resilientes &#8211; insetos, fungos e bactérias &#8211; aumenta muito e eles arrasam com a produção&#8221;, acentua.</p>
<p>Por isso, Francis defende também políticas públicas de implementação de tecnologias para que as comunidades consigam captar e armazenar a própria água e gerar a energia consumida, ficando menos vulneráveis aos efeitos climáticos.</p>
<p>Deve-se &#8220;dar autonomia a essas comunidades para produzir o próprio alimento dentro dessas condições, e ainda fazer o reflorestamento da sua propriedade, é possível, é barato e os agricultores querem&#8221;, salienta.</p>
<p>Enquanto isso não é feito em larga escala, a incidência de algumas espécies vegetais endêmicas dos biomas brasileiros está diminuindo, de acordo com a climatologista, &#8220;inclusive espécies adaptadas para se desenvolver em áreas secas e quentes&#8221;.</p>
<h2>Água nas raízes</h2>
<p>&#8220;O umbuzeiro, por exemplo, uma planta que é uma referência para o semiárido. Ela é muito resiliente e guarda água nas suas raízes porque está acostumada a lidar com as secas. Os umbuzeiros estão sumindo da paisagem porque eles não conseguem mais se adaptar a essas variáveis climáticas atuais&#8221;, avalia.</p>
<p>A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco diz também que essas lições podem ser aplicadas ao meio urbano, “reservando espaços na cidade que possam servir para o cultivo de alimento, como quintais produtivos e farmácias vivas. Mas é preciso ter uma política pública que oriente e que financie. Porque quem tem dinheiro manda buscar a comida, mas sem justiça social não se combate as mudanças climáticas. É preciso pensar em formas inovadoras de produzir e garantir a segurança hídrica, energética e alimentar para as populações do campo e da cidade&#8221;, finaliza.</p>
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<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/calor-prejudica-lavoura-de-cafe-soja-e-arroz-diz-especialista</p>
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		<title>Clima e aumento do consumo devem manter preço do café em alta</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 22:24:13 +0000</pubDate>
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<p>O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento nos preços são os eventos climáticos, que influenciam na safra do grão. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, também influenciam. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo a entidade, esse impacto sobre os preços deve se manter por mais dois ou três meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabilização. A queda de preços, no entanto, só deverá acontecer a partir da safra do próximo ano, estima a associação.</p>
<p>O aumento no preço do café vem sendo observado desde novembro do ano passado. E não é um fenômeno apenas no Brasil, que é o principal exportador mundial de café no mundo, representando quase 40% da produção mundial, seguido pelo Vietnã (em torno de 17%) e pela Colômbia.</p>
<h2>Safra</h2>
<p>Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de arábica. Em 2022, ela não conseguiu se recuperar – no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. </p>
<p>Já em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Niño [fenômeno que afeta o clima em todo o planeta], com um período longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fenômeno que atuou foi o La Niña, que trouxe chuvas alongadas. </p>
<p>“Isso é muito ruim para a lavoura”, explicou  o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que será colhida neste ano será ligeiramente menor que a do ano passado.</p>
<blockquote>
<p>“Esse acúmulo de quatro anos de problemas climáticos e o crescimento da demanda global dão a explicação dessa escalada de preços no café”, ressaltou.</p>
</blockquote>
<p>Com todos esses problemas climáticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produção. Com isso, o custo da matéria-prima subiu. A indústria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor.</p>
<p>Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, o que também traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram os valores mais altos da história. Hoje, por exemplo, a cotação voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. </p>
<p>“Em relação a esse recorde, que está quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencialização dessa oferta curta. É uma entrada forte de fundos que gera um número histórico, mas que é potencialmente importante para a reflexão de todo o setor. Esse momento é ganho para todos? É uma situação que cabe a todos nós refletir”, disse Cardoso. “Essa escalada em algum momento vai parar, mas não se sabe quando. Essa é a pergunta que todos nós fazemos”.</p>
<h2>Estimativas</h2>
<p>A Abic espera que a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os preços. O setor também tem uma grande expectativa para a safra do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os preços do produto. Enquanto isso não ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no café já que a indústria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo.</p>
<p>“Em relação à matéria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional até a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haverá alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde”, informou Cardoso, </p>
<p>“Com relação ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a indústria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Então, parte desse aumento será transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores”, explicou.</p>
<h2>Dados do setor</h2>
<p>O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). </p>
<p>O Brasil, que é o maior produtor e exportador do produto, é também o segundo maior consumidor mundial de café, tendo consumido 21,916 milhões de sacas em 2024, o que significou 4,1 milhões de sacas a menos do que é consumido pelo país que está na liderança desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor também informaram que o brasileiro consome, em média, 1.430 xícaras/ano de café.</p>
<p>O faturamento da indústria de café torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilhões no ano passado, uma variação de 60,85% quando comparado a 2023. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milhões.</p>
<p>Os cafés especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o período de janeiro de 2024 com dezembro de 2024. Já a categoria de cafés Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os cafés Superiores, de 34,38%; e os cafés Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os cafés em cápsula também registraram um aumento nos preços (2,07%).</p>
<p>Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 37,4%, um aumento maior que a média da cesta básica (2,7%).</p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe-em-alta</p>
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