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		<title>Violência e censura afetam nove em cada dez professores brasileiros</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 17:55:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nove em cada dez professores e professoras da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país já foram perseguidos diretamente ou presenciaram perseguições e censura contra profissionais da educação. O dado consta da pesquisa inédita A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática, realizada pelo Observatório Nacional da Violência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Nove em cada dez professores e professoras da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país já foram perseguidos diretamente ou presenciaram perseguições e censura contra profissionais da educação.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Violencia-e-censura-afetam-nove-em-cada-dez-professores-brasileiros.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Violencia-e-censura-afetam-nove-em-cada-dez-professores-brasileiros.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O dado consta da pesquisa inédita A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática, realizada pelo Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es (ONVE), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com o Ministério da Educação (MEC).</p>
<p><strong>Participaram do levantamento 3.012 profissionais da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país.</strong></p>
<p>O coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à<strong> Agência Brasil </strong>que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política, embora tenha envolvido também a possibilidade de o professor registrar caso de violência física, embora esse não fosse o foco do relatório.</p>
<p>De acordo com Penna, o objetivo do trabalho foi identificar violências no sentido de impedir o educador de ensinar uma temática, de usar um material, ou seja, perseguição política.</p>
<blockquote>
<p>“É mais uma censura de instituições em relação aos professores. E não são só instituições. Entre os agentes da censura, estão tanto pessoas dentro da escola, quanto de fora, figuras públicas”, informou.</p>
</blockquote>
<h2>Censura</h2>
<p>Segundo o professor, um primeiro “dado preocupante” constatou que a censura se tornou um fenômeno disseminado por todo o território brasileiro e em todos os níveis e etapas da educação, englobando não só o professor, em sala de aula, mas todos que trabalham com educação.</p>
<p>A pesquisa mostrou um percentual alto de professores vítimas diretas da violência. Na educação básica, o índice registrou 61%, e 55% na superior. “Na educação superior, foi 55%, um pouquinho menor, mas, ainda assim, está acima de 50%”, destacou Penna.</p>
<p>Entre os educadores diretamente censurados, o levantamento constatou que 58% relataram ter sofrido tentativas de intimidação; 41% questionamentos agressivos sobre seus métodos de trabalho; e 35% enfrentaram proibições explícitas de conteúdo.</p>
<p>Os educadores também relataram casos de demissões (6%), suspensões (2%), mudança forçada do local de trabalho (12%), remoção do cargo ou função (11%), agressões verbais e xingamentos (25%), e agressões físicas (10%).</p>
<h2>Temáticas</h2>
<p>Fernando Penna analisou que os dados mostraram ainda que a violência e a censura já estão enraizadas no Brasil, nas instituições de educação básica e superior. “Isso é preocupante porque a gente está falando aqui de temáticas obrigatórias”.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=447289:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Violencia-e-censura-afetam-nove-em-cada-dez-professores-brasileiros.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza audiência pública interativa para debater o programa Escola sem Partido. Entre os convidados, a subprocuradora-geral da República, Deborah Duprat Pereira; professores da Unicamp e da UFF; e as presidentes da UNE e Ubes.&#13;&#10;&#13;&#10;Em pronunciamento, professor adjunto da Universidade Federal Fluminense (UFF), Fernando de Araújo Penna.&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado" title="Edilson Rodrigues/Agência Senado"/></noscript><br />
    <!-- END scald=447289 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=447289-->Coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à <strong>Agência Brasil</strong> que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado &#8211; <strong>Edilson Rodrigues/Agência Senado</strong><!--END copyright=447289--></p>
</div>
</div>
<p>Ele citou, como exemplo, o caso de uma professora do interior do estado do Rio de Janeiro, cujo um colega, durante a pandemia da Covid 19, pegou um material do Ministério da Saúde, com orientações sobre medidas sanitárias e a importância da vacinação, mas foi impedido sob argumento de “doutrinação”.</p>
<blockquote>
<p>“E quando ele foi entregar isso à diretora da escola, ela disse para ele que na escola não ia ter doutrinação de vacina”.</p>
</blockquote>
<p>A pesquisa identificou ainda professores proibidos de tratar, na sala de aula, temas como o da violência sexual, em que alerta o aluno sobre o fato desse tipo de violência ocorrer dentro de casa.</p>
<p>“E é depois de algumas aulas na escola sobre orientação sexual, gênero, sexualidade, que esse jovem que tem uma violência naturalizada acontecendo no espaço privado denuncia o autor disso”, explicou Pena, ao ressaltar a importância de o tema ser tratado no ambiente escolar. “Mas essa temática, que é a discussão dos temas envolvendo gênero e sexualidade, é que os professores mais indicaram como sendo o motivo da violência que eles sofreram”.</p>
<p>O professor disse ainda que o estudo deixa claro que essa violência não impacta só os educadores, mas a liberdade de ensinar e a liberdade de aprender. “Estudantes estão deixando de discutir temáticas vitais para a sua formação”, acrescentou.</p>
<p>Outro exemplo de tema óbvio, que é motivo de questionamentos de pais contra professores de ciência, é o da teoria da evolução. Alguns preferem que se discuta dentro da escola o criacionismo e não a teoria da evolução. “Então, professores que tentam fazer o trabalho de levar o conhecimento às crianças e adolescentes acabam sendo demitidos, transferidos”.</p>
<p>A proporção de professores que passaram diretamente por esse tipo de violência ficou em torno de 49% a 36%. A maior parte dos educadores disse que o episódio ocorreu quatro vezes ou mais.</p>
<p>Segundo o levantamento, os temas que motivaram o questionamento à prática do educador foram liderados por questões políticas (73%), seguidos por questões de gênero e sexualidade (53%), questões de religião (48%) e negacionismo científico (41%).</p>
<h2>Polarização</h2>
<p>A pesquisa pediu também que os educadores respondessem os anos que essa violência ocorreu, “porque uma das nossas hipóteses é que essa violência tem relação com a polarização política que nós vivemos. E quando eu falo polarização, eu estou dizendo extrema direita, extrema esquerda. É uma polarização assimétrica entre uma extrema direita e uma centro-esquerda, no máximo”.</p>
<blockquote>
<p>“Os dados configuraram um gráfico que revela que a violência contra educadores sobe a partir de 2010 e tem um pico em 2016, em 2018 e em 2022, que são os anos do ‘impeachment’ e de duas eleições presidenciais”, destacou Penna, frisando que essa “tensão política que o país vive está, infelizmente, entrando nas escolas”.</p>
</blockquote>
<h2>Agentes da violência</h2>
<p>Quando perguntados sobre quem foram os agentes da violência, os educadores citaram os próprios membros da comunidade interna da escola ou da universidade. Ou seja, a própria direção, coordenação, membros da família, estudantes. “Isso é muito grave porque traz um dado de pesquisa que mostra que essa violência pode ter partido de figuras públicas, de uma atenção política mais ampla, mas, infelizmente, ela já está dentro das comunidades educativas”.</p>
<p>A pesquisa identificou que são os próprios membros da comunidade educativa interna que estão levando essa violência para dentro da escola, liderados pelos profissionais da área pedagógica (57%), familiares dos estudantes (44%), estudantes (34%), os próprios professores (27%), profissional da administração da instituição (26%), funcionário da instituição (24%) ou da secretaria de educação (municipal ou esta- dual) ou reitoria, no caso das universidades (21%).</p>
<h2>Perseguição</h2>
<p>De acordo com o coordenador do estudo, esse quadro de perseguição e violência envolve tanto a política institucional, quanto a política partidária, mas também abre espaço para se pensar em dimensões políticas da vida comum. Então não é surpresa que o crescimento da violência que foi observado esteja mais vinculado ao dado político do momento. “Ele é um tema que realmente tenciona muito”.</p>
<p>A perseguição a educadores foi relatada como extremamente impactante para 33% dos educadores tanto na vida profissional como pessoal, e bastante impactante para 39% na profissão e também no lado pessoal. A consequência em muitos casos foi que grande parte dos professores que vivenciaram esses casos de violência acabaram deixando de ser educadores, o chamado apagão dos professores, confirmou Penna.</p>
<blockquote>
<p>“Foi uma das ferramentas de manipulação política desse pânico moral usado pela extrema direita nos anos recentes”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Impacto</h2>
<p>Fernando Penna salientou que os educadores nem precisam ter sido vítimas diretas da violência porque, quando ela acontece em uma escola ou universidade, “ela degrada o clima escolar”.</p>
<p>Quando perguntados sobre mudanças que esses eventos trouxeram para o seu cotidiano de trabalho, a maioria dos educadores afetados citou insegurança e desconforto. “O desconforto com o espaço de trabalho foi o terceiro maior impacto da censura citado pelos respondentes (53%). Isso levou 20% dos participantes a mudarem de local de trabalho por iniciativa própria.</p>
<blockquote>
<p>“As pessoas estão com medo de discutir temas. Estão com medo de fazer o seu trabalho como elas foram formadas para fazer e de acordo com seus saberes da experiência. Aí você está falando que o dano para a sociedade é gigantesco. Porque, os professores estão com medo de discutir temas, alguns estão sendo prejudicados e não podem discutir temas, por exemplo, no caso do gênero”, afirmou Penna.</p>
</blockquote>
<h2>Vigiados</h2>
<p>A pesquisa constatou que em torno de 45% dos professores entrevistados disseram se sentir constantemente vigiados. Fato que leva a censurar sobre o que falam na sala de aula. O coordenador do estudo disse ter encontrado professores que trabalham em escolas privadas e relatam já ter entendido que não podem abordar determinados assuntos sob risco de serem demitidos.</p>
<p>“Muitas vezes, esse educador precisa do emprego, mas pode estar sendo ameaçado ali no território onde ele vive”. Penna argumentou que é preciso reconhecer que esse é um problema da sociedade brasileira. “A gente está vivendo em uma sociedade na qual educadores têm medo de falar e de trabalhar de acordo com seu saber profissional”.</p>
<p>Ele indicou que todos os profissionais que trabalham com a produção de um conhecimento seguro, ou seja, que podem desmascarar mentiras, teorias da conspiração, ‘fake news’, são vítimas.</p>
<blockquote>
<p>“Tanto que, em 2023, surgiu o Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es, que é quem fez a pesquisa. Mas também surgiu o Observatório Nacional da Violência Contra Jornalistas, que são outra categoria que sofreu muito durante o governo Bolsonaro. Uma perseguição incrível”.</p>
</blockquote>
<h2>Regiões de destaque</h2>
<p>O impacto que está ocorrendo nas comunidades educativas, que demonstram medo de discutir abertamente temas importantes para a formação dos estudantes foi mais identificado nas regiões Sudeste e Sul, onde foram registrados casos de professores que passaram por essas situações de violência mais diretamente.</p>
<p>O dado não surpreendeu o coordenador da pesquisa. “Tanto que um dos estados que teve mais respondentes no Sul do país foi Santa Catarina, onde a gente sabe de muitos casos de violência. É um estado onde a extrema direita impera”, afirmou.</p>
<p><strong>A sondagem apurou que em todas as cinco regiões brasileiras 93% dos educadores tiveram contato com situações de censura, sendo que 59% passaram diretamente por essa situação, 19% souberam que aconteceu com alguém e 15% ouviram falar.</strong></p>
<h2>Proteção aos professores</h2>
<p>Fernando Penna afirmou a necessidade de serem criadas ações para proteger os professores, sobretudo em anos de eleição presidencial, quando se sabe que a tendência é essa violência recrudescer, se tornar mais intensa.</p>
<p><strong>A pesquisa, até agora, gerou um banco de dados que ainda tem muitos cruzamentos para serem feitos, manifestou o coordenador.</strong></p>
<p>“A gente pode fazer análises de estados separadamente. A segunda etapa da pesquisa, que está em curso, e de entrevistas. Do total desses de professores que responderam, a gente vai escolher 20 pelo país para entrevistar”, anunciando que serão divulgados outros relatórios vinculados a essa pesquisa inicial.</p>
<p>No relatório completo que está sendo preparado, o <strong>Observatório sugere a criação de uma política nacional de enfrentamento à violência contra educadores, como resposta do poder público</strong>. Essa política já estaria sendo elaborada no âmbito do MEC. O Observatório tem ainda um acordo de cooperação técnica com o Ministério dos Direitos Humanos.</p>
<blockquote>
<p>“A gente tem insistido muito que os educadores trabalhem na perspectiva da educação e direitos humanos, porque são justamente aqueles que mais sofrem violência. Então, a gente tem uma demanda de que os educadores sejam reconhecidos como defensores de direitos humanos e incluídos como uma categoria específica nas políticas do ministério. É uma ferramenta de denúncia de violação de direitos humanos”, concluiu Penna.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/violencia-e-censura-afetam-nove-em-cada-dez-professores-brasileiros</p>
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		<title>Educação hoje está cada vez mais no sujeito, diz orientadora</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/educacao-hoje-esta-cada-vez-mais-no-sujeito-diz-orientadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:35:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, é celebrado o Dia do Orientador Educacional, profissão que atua no aconselhamento dos estudantes, seja sobre seu futuro e metas ou sobre a organização cotidiana, e no apoio à gestão do ambiente escolar, mediando conflitos e promovendo o acolhimento dos alunos. Predominantemente feminina, com 78% de mulheres entre os cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, é celebrado o Dia do Orientador Educacional, profissão que atua no aconselhamento dos estudantes, seja sobre seu futuro e metas ou sobre a organização cotidiana, e no apoio à gestão do ambiente escolar, mediando conflitos e promovendo o acolhimento dos alunos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Educacao-hoje-esta-cada-vez-mais-no-sujeito-diz-orientadora.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Educacao-hoje-esta-cada-vez-mais-no-sujeito-diz-orientadora.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Predominantemente feminina, com 78% de mulheres entre os cerca de 81 mil profissionais, segundo o dado mais recente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a profissão avança em meio à perspectiva de ampliação do ensino integral e promoção de métodos que valorizam a saúde mental e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais dos estudantes.</strong></p>
<p>O orientador pode atuar em apoio ao corpo docente, em consonância com outros especialistas, como coordenadores pedagógicos, ou diretamente com estudantes e familiares, principalmente nas disciplinas que se dedicam ao desenvolvimento de habilidades de planejamento e desenvolvimento pessoal, como os chamadas &#8220;Projetos de Vida&#8221;.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Acredito que a orientação educacional evoluiu com a necessidade de acompanhar as crianças e os jovens em seu desenvolvimento integral. A educação se transformou e hoje as escolas são fundamentais para promover o autoconhecimento, habilidades emocionais e de vida, disse, à <strong>Agência Brasil</strong>, Ana Claudia Favano, psicóloga, pedagoga e gestora da Escola Internacional de Alphaville, instituição localizada em Barueri (SP).</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Não estamos mais na época em que a orientação educacional focava em questões de disciplina e dificuldades emocionais relacionadas ao aprendizado cognitivo&#8221;, acrescentou.</p>
<p><strong>Ela pondera que o foco da educação hoje está cada vez mais no sujeito e não apenas nas disciplinas, com a qualidade da aprendizagem relacionada ao avanço da maturidade emocional, e vê sua atuação como orientadora na direção de uma espécie de &#8220;promotora de cultura do bem-estar&#8221;.</strong></p>
<p>O acolhimento também é uma das habilidades importantes para esses profissionais, como a atenção que pesquisas e políticas públicas voltadas ao enfrentamento do bullying têm mostrado constantemente. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Minha vivência como orientadora educacional me revelou o poder transformador do olhar atento, da escuta afetiva e do cuidado genuíno. São gestos que, embora simples, têm impacto profundo na trajetória de estudantes que encontraram em mim um ponto seguro de apoio&#8221;, acrescentou Ana Cláudia.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para ela, o orientador atua como mediador sensível entre alunos, professores, famílias e profissionais externos à escola, como psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos e fonoaudiólogos,</strong> formando uma rede de apoio que sustenta o desenvolvimento global de cada criança e adolescente, com estratégias personalizadas de acompanhamento&#8221;, explicou Isis Galindo, orientadora educacional da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP). </p>
<p>Como pedagoga, Ísis considera que escolas que não contam com essa escuta especializada perdem oportunidades de compreender com profundidade o que seus alunos vivem, sentem e precisam, ocupando um espaço de diálogo, mediação e cuidado.</p>
<p><strong>Outro papel desse profissional está na superação das dificuldades de aprendizagem</strong>. Esse elemento foi a porta de entrada do professor de matemática Carlos Augusto Lima na profissão. Ele buscou formações que lhe ajudassem a solucionar esses entraves e encontrou, na psicopedagogia e na psicologia da educação, as ferramentas que lhe ajudaram a abordar esses problemas. A profissão, que existe no país desde os anos 1960, tem se atualizado constantemente em fontes cada vez mais integradas às outras ciências. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Também faz parte do papel do orientador educacional colaborar com os professores e a equipe escolar para identificar e lidar com os desafios de aprendizagem, trabalhar em parceria com os pais, oferecendo informações sobre desenvolvimento acadêmico e comportamental dos alunos.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo Lima, hoje o grande desafio é trabalhar com a saúde emocional dos alunos e entender sobre sua aprendizagem.</strong> &#8220;Percebo que muita coisa que o aluno traz para dentro da sala de aula fica ali escondido e passa desapercebido pelo professor, naqueles 45, 50 minutos&#8221;, explicou ele, que atua na Brazilian International School, em São Paulo. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/educa%C3%A7%C3%A3o-hoje-est%C3%A1-cada-vez-mais-no-sujeito-diz-orientadorantador-educacional-comemora-seu-dia</p>
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		<item>
		<title>De cada 10 residências no país, 3 não têm esgoto ligado à rede geral</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/de-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto-ligado-a-rede-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:17:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dos cerca de 77 milhões de domicílios que o Brasil tinha em 2024, 29,5% não tinham ligação com rede geral de esgoto. Isso representa três em cada dez. Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento compara a situação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Dos cerca de 77 milhões de domicílios que o Brasil tinha em 2024, 29,5% não tinham ligação com rede geral de esgoto. Isso representa três em cada dez.</strong> Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento compara a situação de 2024 à de 2019. Cinco anos antes, o país tinha 68% dos lares ligados à rede geral e 32% sem ligação.</p>
<p><strong>O grupo de 70,4% dos domicílios com acesso à rede geral inclui os endereços com ligação do banheiro a uma rede coletora e ainda as residências com fossa séptica ligada à rede.</strong></p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:550px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios por tipo de esgotamento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Rede geral ou fluvial</td>
<td>63,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fossa séptica ligada à rede</td>
<td>6,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Fossa séptica não ligada</td>
<td>15,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Outro tipo (inclui casos como fossa rudimentar, vala ou córrego)</td>
<td>14,4%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os dados do IBGE apontam as características dos esgotamentos, mas não se debruçam sobre o fato de os resíduos terem ou não tratamento.</p>
<p>Um <a href="https://tratabrasil.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Versao-Final-de-Estudo-da-GO-Associados-Ranking-do-Saneamento-de-2025_Rio-Corrigido-V4.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">estudo</a> divulgado na última terça-feira (19) pela organização da sociedade civil Instituto Trata Brasil assinala que pouco mais da metade (51,8%) do esgoto produzido no país é tratada.</p>
<h2>Diferenças regionais</h2>
<p>A Pnad aponta desigualdades regionais em relação ao tipo de esgotamento dos domicílios. A Região Sudeste supera a média nacional. As piores condições são localizadas no Nordeste e no Norte.</p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:450px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios com esgoto ligado à rede geral</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Sudeste</td>
<td>90,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td>70,4%</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>70,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Centro-Oeste</td>
<td>63,8%</td>
</tr>
<tr>
<td>Nordeste</td>
<td>51,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>31,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No Norte, a classificação outro tipo ─ que inclui casos como fossa rudimentar, vala ou córrego ─ chega a 36,4%, sendo a mais comum na região e mais que o dobro da média nacional (14,4%).</p>
<p>A observação por unidades da federação revela que <strong>São Paulo (94,1%), Distrito Federal (91,1%), Rio de Janeiro (89,2%) e Minas Gerais (84,6%) aparecem no topo do <em>ranking</em> da ligação de esgoto à rede geral.</strong></p>
<p><strong>As piores proporções são no Piauí (13,5%), Amapá (17,8%), em Rondônia (18,1%) e no Pará (19,3%</strong>).</p>
<p>Ao dividir o Brasil em urbano e rural, o IBGE constata que, <strong>nas cidades, 78,1% dos domicílios têm esgoto ligado à rede. No campo, apenas 9,4%.</strong></p>
<h2>Abastecimento de água</h2>
<p>A Pnad analisou também a forma de os lares brasileiros receberem água. <strong>No país, 86,3% das residências têm rede geral de distribuição como principal forma de abastecimento.</strong> <strong>O Norte e Nordeste carregam os piores índices.</strong></p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios com rede geral de distribuição de água</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Sudeste</td>
<td>92,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Centro-Oeste</td>
<td>90%</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>89%</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td>86,3%</td>
</tr>
<tr>
<td>Nordeste</td>
<td>80,6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>61,7%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Rondônia é o único estado do país onde menos da metade (47,4%) dos domicílios tem rede geral como principal forma de abastecimento. <strong>São Paulo (96,6%) e Distrito Federal (96,5%) ostentam os maiores percentuais</strong>.</p>
<p>Mais do que verificar o percentual de domicílios que têm ligação com a rede geral de água, o IBGE identificou qual parcela tem disponibilidade diária dessa rede, ou seja, consegue receber água todos os dias.</p>
<p>No Brasil, são 88,4% dos lares. <strong>Pernambuco (44,3%) e Acre (48,5%) têm menos da metade dos domicílios ligados à rede com disponibilidade diária. O topo do <em>ranking</em> fica com o Distrito Federal (98,2%) e Mato Grosso do Sul (98%).</strong></p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=268559:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Torneira de água" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/De-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Torneira de água" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=268559 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=268559-->Segundo a Pnad, 86,3% dos domicílios brasileiros têm a rede geral de distribuição como principal forma de abastecimento de água &#8211;<strong> Foto: Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=268559--></h6>
</p>
</div>
<h2>Coleta de lixo</h2>
<p>A pesquisa do IBGE mostra que <strong>86,9% dos domicílios brasileiros contam com serviço de coleta de lixo</strong>.</p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Percentual de domicílios por destinação do lixo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Serviço de limpeza</td>
<td>86,9%</td>
</tr>
<tr>
<td>Caçambas</td>
<td>6,2%</td>
</tr>
<tr>
<td>Queimado na propriedade</td>
<td>6,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Outro destino</td>
<td>0,8%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Pnad observa que, no Norte (14,4%) e no Nordeste (13,1%), a parcela de residências que colocam fogo no lixo é maior que o dobro da média nacional.</p>
<h2>Alvenaria</h2>
<p>O levantamento mostra que o Norte do país diminuiu a distância em relação às outras regiões relacionadas à característica estrutural dos domicílios.</p>
<p>No país, 89,3% das residências têm paredes construídas predominantemente de alvenaria (tijolo e cimento) com revestimento. No Norte, de 2016 para 2024, essa parcela passou de 61,5% para 71,2%.</p>
<p>Em relação ao material predominante no piso, no intervalo de oito anos, os lares nortistas que contam com cerâmica, lajota ou pedra passaram de 58,2% para 69,3% do total da região. No país como um todo, são 82,3%.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/de-cada-10-residencias-no-pais-3-nao-tem-esgoto-ligado-rede-geral</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Seis em cada dez apostadores usaram bets ilegais este ano</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/seis-em-cada-dez-apostadores-usaram-bets-ilegais-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 20:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ano]]></category>
		<category><![CDATA[Apostadores]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[cada]]></category>
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		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[portalpeloamordedeus]]></category>
		<category><![CDATA[Seis]]></category>
		<category><![CDATA[usaram]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis em cada dez apostadores no Brasil usaram plataformas irregulares este ano, revela pesquisa divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Locomotiva. A regulamentação do setor, em vigor desde 1º de janeiro de 2025, determina que apenas operadores licenciados podem atuar legalmente no país – com obrigações tributárias, normas operacionais e diversos mecanismos de proteção ao apostador. Apesar disso, 61% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Seis em cada dez apostadores no Brasil usaram <i>plataformas</i> irregulares este ano, revela pesquisa divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Locomotiva. A regulamentação do setor, em vigor desde 1º de janeiro de 2025, determina que apenas operadores licenciados podem atuar legalmente no país – com obrigações tributárias, normas operacionais e diversos mecanismos de proteção ao apostador. <strong>Apesar disso, 61% dos entrevistados admitiram ter feito apostas em <em>bets</em> irregulares neste ano,</strong> muitas vezes, sem consciência dos riscos envolvidos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Seis-em-cada-dez-apostadores-usaram-bets-ilegais-este-ano.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Seis-em-cada-dez-apostadores-usaram-bets-ilegais-este-ano.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A pesquisa foi feita em abril e maio com 2 mil apostadores adultos:</strong></p>
<ul>
<li>78% dos entrevistados consideram difícil distinguir <em>sites</em> legais dos ilegais;</li>
<li>72% afirmam que nem sempre conseguem verificar a regularidade das plataformas;</li>
<li>46% já depositaram dinheiro em uma plataforma posteriormente identificada como falsa ou irregular.</li>
</ul>
<p>De acordo com o Instituto Locomotiva, a<strong>s pessoas de menor renda e escolaridade são as mais atingidas, </strong>porque desconhecem os mecanismos de proteção das plataformas regulamentadas. O Instituto Locomotiva observa que entre as táticas utilizadas por operadores ilegais estão &#8220;o uso de nomes semelhantes aos de marcas legalizadas, mudanças frequentes de domínio e publicidade desregulada por meio de influenciadores digitais, com promessas enganosas de lucro fácil&#8221;.</p>
<p>Os dados também mostram que 87% dos apostadores defendem que o poder público atue de forma incisiva contra plataformas de apostas irregulares. &#8220;Os dados representam mais do que um diagnóstico do setor. São um chamado urgente para uma ação coordenada entre autoridades, operadores licenciados e a sociedade civil, com o objetivo de proteger o cidadão, garantindo a integridade e a sustentabilidade do setor de apostas no Brasil&#8221;, ressalta o instituto.</p>
<h2>Impacto fiscal</h2>
<p>A pesquisa serviu de base para o estudo Fora do Radar: Dimensionamento e Impactos Socioeconômicos do Mercado Ilegal de Apostas no Brasil, elaborado pela LCA Consultores e apoiado pelo Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR). <strong>O levantamento estima que de 41% a 51% do mercado brasileiro de apostas<em> online</em> ainda estejam na ilegalidade, com um impacto fiscal entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2,7 bilhões que deixaram de ser arrecadados em apenas três meses.</strong> <strong>O montante pode chegar a R$ 10,8 bilhões em um ano.</strong></p>
<p>Para o presidente executivo do IBJR, Fernando Vieira, os números são estarrecedores e demonstram a urgência de um combate efetivo ao mercado ilegal. Segundo ele, cinco meses após ter pactuado as condições de operação no mercado com as empresas, o governo aumentou a carga tributária para os regulamentados. &#8220;Isso traz uma quebra de confiança e enorme insegurança jurídica para o setor e para o Brasil. Todos acabam perdendo: os operadores mais sufocados com impostos, o apostador sem a proteção das regras do mercado formal, e o governo que, com esse estímulo à ilegalidade, acabará prejudicando não só o mercado, mas também a própria arrecadação”, disse.</p>
<p>De acordo com o diretor de Regulação e Políticas Públicas da LCA Consultores, Eric Brasil, o desafio agora é um combate bem articulado e intensivo do mercado ilegal.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A redução do mercado ilegal traz uma série de benefícios à sociedade brasileira, desde proteção aos apostadores e combate ao crime organizado, passando pelo aumento da arrecadação do governo, fundamental nesse momento de crise fiscal&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Como saber se um <em>site</em> de apostas é seguro?</h2>
<ul>
<li><em>Sites </em>autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, devem obrigatoriamente utilizar o domínio “.bet.br”;</li>
<li>Os <em>sites</em> de apostas adotam um sistema rígido de cadastro, que exige reconhecimento facial para impedir o acesso de menores de 18 anos, além do envio de documentos e demais checagens que identifiquem o apostador;</li>
<li>Também oferecem a possibilidade de estabelecer limites de perdas financeiras e tempo de jogo, além de mecanismos para detectar comportamentos de risco do apostador e enviar alertas;</li>
<li>Permitem apenas transações via Pix e débito da conta do titular do cadastro. Não aceitam cartões de crédito nem criptomoedas;</li>
<li>As plataformas oficiais oferecem mecanismos de autoexclusão para os apostadores.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvidas, basta conferir <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/composicao/orgaos/secretaria-de-premios-e-apostas/lista-de-empresas/confira-a-lista-de-empresas-autorizadas-a-ofertar-apostas-de-quota-fixa-em-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a lista dos <em>sites</em> </a>autorizados a operar no Brasil na página do Ministério da Fazenda.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>entrou em contato com o Ministério da Fazenda para pedir um posicionamento sobre o assunto e aguarda resposta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/seis-em-cada-dez-apostadores-usaram-bets-ilegais-este-ano</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Anatel: nove em cada dez brasileiros têm acesso à telefone celular</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/anatel-nove-em-cada-dez-brasileiros-tem-acesso-a-telefone-celular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2025 21:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
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		<category><![CDATA[cada]]></category>
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					<description><![CDATA[Nove em cada dez brasileiros têm acesso à telefonia móvel, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgados neste sábado (5), Dia das Telecomunicações. De acordo com o levantamento, a maior parte da população brasileira com acesso à telefonia móvel reside em capitais e regiões metropolitanas. Os dados indicam também que 4.363 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Nove em cada dez brasileiros têm acesso à telefonia móvel, </strong>de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgados neste sábado (5), Dia das Telecomunicações.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Anatel-nove-em-cada-dez-brasileiros-tem-acesso-a-telefone.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Anatel-nove-em-cada-dez-brasileiros-tem-acesso-a-telefone.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o levantamento, <strong>a maior parte da população brasileira com acesso à telefonia móvel reside em capitais e regiões metropolitanas.</strong></p>
<p>Os dados indicam também que 4.363 municípios brasileiros contam com infraestrutura de fibra óptica — o que proporciona mais velocidade, estabilidade e eficiência energética em serviços de telecomunicações.</p>
<p><strong>A Anatel aponta também a chegada da tecnologia 5G a 1,3 mil municípios brasileiros, </strong>e aposta no avanço do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê a implantação do 5G nos mais 5,5 mil municípios do país.</p>
<p>O Novo PAC também inclui a expansão da tecnologia 4G para 6,8 mil distritos, vilas e áreas rurais distantes dos grandes centros urbanos.</p>
<p>Em nota, o secretário de Telecomunicações da Anatel, Hermano Tercius, destaca que a expansão dos serviços de comunicação no Brasil enfrenta desafios devido à extensão territorial do Brasil e às áreas de difícil acesso. “Esse é o nosso desafio. O principal deles é levar conectividade de forma satisfatória e, ao mesmo tempo, evoluir em outros indicadores da conectividade significativa, como o letramento digital”, declarou.</p>
<h2>Satisfação dos consumidores</h2>
<p>Em março, a Anatel divulgou os <a href="https://sei.anatel.gov.br/sei/modulos/pesquisa/md_pesq_documento_consulta_externa.php?8-74Kn1tDR89f1Q7RjX8EYU46IzCFD26Q9Xx5QNDbqb10Mo-Wm_sN7lOZnA9MhElBKiMZOsqL5g12MsonA_uHt3lMCYopDR1CC8mPcEXhUEkSGISbOuEGOFyIzyM4hWs" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">resultados da sua décima edição</a> da Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida a respeito de serviços de telecomunicações: telefonia fixa, telefonia celular (pré-paga e pós-paga), internet fixa e TV por assinatura.</p>
<p>Em 2024, mais de dois terços dos consumidores pesquisados de todos os serviços se consideravam satisfeitos ou muito satisfeitos com a prestação do serviço de telecomunicações, de acordo com a Escala CSAT (Customer Satisfaction Score). Enquanto isso, mais de 10% dos consumidores se declaram muito insatisfeitos ou insatisfeitos.</p>
<p>No questionário da pesquisa, também são realizadas perguntas sobre os padrões de uso dos consumidores, tecnologia, do Wi-fi, telefone fixo.</p>
<p><strong>Sobre a tecnologia das redes celulares utilizada com maior frequência, apesar da rede 4G ser a mais utilizada, mais de 64% dos consumidores de celular pós-pago e 67% dos consumidores de celular pré-pago, houve crescimento na percepção de uso mais frequente da rede 5G</strong>.</p>
<p>Quanto à tecnologia para prestação do serviço de internet fixa, 78% dos consumidores usam fibra ótica.</p>
<p><strong>Entre os entrevistados que contratam o serviço de telefonia fixa, 16% responderam que o telefone fixo é o principal meio para realizar chamadas de voz quando está em sua residência.</strong> <strong>Estes usuários são os que possuem maior idade no grupo, menor renda média e em sua maioria do sexo feminino.</strong></p>
<p>Por último, 67% dos entrevistados que contratam o serviço de televisão por assinatura declararam usar o serviço diariamente.</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre os meses de julho e novembro de 2024, com 64 mil consumidores dos serviços de telefonia fixa e celular, internet fixa e TV por assinatura que eram clientes das prestadoras Algar, BrSuper, Brisanet, Claro, GB Online, Ligga, Oi, Proxxima, Sky, Tely, Tim, Unifique, Valenet, Vero e Vivo. </p>
<p>A pesquisa de opinião é realizada anualmente. Os resultados desta edição &#8211; e das anteriores &#8211; podem ser consultados e baixados na <a href="https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/consumidor/pesquisa-de-satisfacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">página da Pesquisa no portal da Anatel</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/anatel-nove-em-cada-dez-brasileiros-tem-acesso-telefone-celular</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Seis em cada dez brasileiros são favoráveis à regulação das redes</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/seis-em-cada-dez-brasileiros-sao-favoraveis-a-regulacao-das-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 21:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento nacional feito pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados mostra que 60% dos brasileiros são favoráveis à regulação das redes sociais. De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira (4), 29% dos entrevistados são contrários à regulação; e 12%, não manifestaram opinião. A pesquisa entrevistou presencialmente 2 mil pessoas, com idade a partir de 16 anos, nas 27 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Levantamento nacional feito pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados mostra que 60% dos brasileiros são favoráveis à regulação das redes sociais. De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira (4), 29% dos entrevistados são contrários à regulação; e 12%, não manifestaram opinião.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Seis-em-cada-dez-brasileiros-sao-favoraveis-a-regulacao-das.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Seis-em-cada-dez-brasileiros-sao-favoraveis-a-regulacao-das.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa entrevistou presencialmente 2 mil pessoas, com idade a partir de 16 anos, nas 27 unidades da Federação, no período de 10 a 15 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.</p>
<p>Segundo a Nexus, dos 60% favoráveis à regulação, a metade (ou 30% do total) ponderou que só é favorável se a regulação não limitar a liberdade de expressão das pessoas no ambiente digital; 46% deles (o equivalente a 28% do total da população total) defenderam a regulação mesmo que, em alguns casos, ela limite a liberdade de expressão; já os demais defenderam genericamente a regulação, mas não souberam se posicionar em relação ao argumento da liberdade de expressão.</p>
<h2>Responsabilidade das redes</h2>
<p>O levantamento mostra ainda que 61% dos brasileiros concordaram que a regulação é fundamental para enfrentar a disseminação de conteúdos antidemocráticos, discursos de ódio ou de cunho racista, machista e lgbtfóbicos publicados na internet; 29% disseram discordar; 10% não manifestaram opinião.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 78% afirmaram acreditar que as plataformas precisam ter mais responsabilidade por suas atividades do que têm atualmente; 14% discordaram; e 8% não manifestaram opinião. Já 64% afirmaram acreditar que a regulação é uma importante forma de combater a difusão da desinformação nas plataformas, enquanto 25% pensam o oposto, e 11% não manifestaram opinião.</p>
<h2>Checagem de informações</h2>
<p>A pesquisa mostra também que, para 73% dos brasileiros, a checagem feita por algumas plataformas é importante para combater notícias falsas e discursos de ódio, contra 19% que discordaram, e 9% não manifestaram opinião.</p>
<p>Segundo o levantamento, 65% defenderam que a análise do conteúdo também seja feita pelo usuário para garantir a liberdade de expressão, enquanto 25% têm opinião contrária; e 11% não manifestaram opinião.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/seis-em-cada-dez-brasileiros-sao-favoraveis-regulacao-das-redes</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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