<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bruno Pereira - Portal Pelo Amor de Deus</title>
	<atom:link href="https://portalpeloamordedeus.com/palavras-chaves/bruno-pereira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portalpeloamordedeus.com</link>
	<description>Com Nonato Silva</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Oct 2022 00:16:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/04/logo-2026pad.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Bruno Pereira - Portal Pelo Amor de Deus</title>
	<link>https://portalpeloamordedeus.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">195120778</site>	<item>
		<title>Justiça concede liberdade a suspeito de mortes de Bruno e Dom</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/justica-concede-liberdade-a-suspeito-de-mortes-de-bruno-e-dom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 00:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Suspeito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=55982</guid>

					<description><![CDATA[A Justiça Federal no Amazonas concedeu liberdade provisória ao suspeito de ser o mandante das mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, no Vale do Javari. Rubens Villar Coelho, conhecido como “Colômbia” terá algumas restrições. Conforme divulgou ontem (11) o site Segundo A Segundo. Assim, a decisão é sobre o processo de uso de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal no Amazonas concedeu liberdade provisória ao suspeito de ser o mandante das mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, no Vale do Javari.</p>
<p>Rubens Villar Coelho, conhecido como “Colômbia” terá algumas restrições. Conforme divulgou ontem (11) o site Segundo A Segundo.</p>
<p>Assim, a decisão é sobre o processo de uso de documentos falsos, mas ele segue detido por outros crimes.</p>
<p>Dessa forma, o juiz Fabiano Verli, da Vara Federal Cível e Criminal de Tabatinga (AM), impôs algumas restrições na decisão.</p>
<p>Por exemplo, entre elas, que Rubens pagasse fiança de R$ 15 mil, além de permanecer em reclusão domiciliar e se apresentar mensalmente à justiça.</p>
<p>Da mesma forma, Villar também estaria proibido de deixar a cidade de Manaus e deve usar tornozeleira eletrônica.</p>
<p><strong>MPF</strong></p>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou contrário à concessão da liberdade provisória.</p>
<p>Por isso entrou com um recurso argumentando que o suspeito deve permanecer preso até que sejam sanadas todas as dúvidas sobre sua identidade.</p>
<p>Ou seja, o momento da prisão, ele apresentou à Polícia Federal (PF) documentos de três diferentes nacionalidades – brasileiro, peruano e colombiano – nos quais é identificado como Rubens ou Ruben.</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55982</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Viúva de Bruno Pereira está preocupada com criminalidade no Vale do Javari</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/viuva-de-bruno-pereira-esta-preocupada-com-criminalidade-no-vale-do-javari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 01:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
		<category><![CDATA[Viúva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=50753</guid>

					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Comissão Externa do Senado que apura as causas do aumento da criminalidade e de atentados na Região Norte ouviu hoje (14) duas pessoas próximas ao indigenista Bruno Pereira que, ao lado do jornalista britânico Dom Phillips, foi assassinado no dia 5 de junho. Tanto a esposa de Bruno, Beatriz Matos, como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Comissão Externa do Senado que apura as causas do aumento da criminalidade e de atentados na Região Norte ouviu hoje (14) duas pessoas próximas ao indigenista Bruno Pereira que, ao lado do jornalista britânico Dom Phillips, foi assassinado no dia 5 de junho.</p>
<p>Tanto a esposa de Bruno, Beatriz Matos, como o líder indígena e ex-coordenador da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Jader Marubo, manifestaram preocupação com a retomada das mesmas atividades criminosas que, supostamente, causaram as duas mortes.</p>
<p>Durante a audiência, os convidados disseram que o trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo indigenista e pela Univaja representavam “problema” para grupos criminosos com interesses em explorar riquezas da Terra Indígena Vale do Javari, bem como para políticos da região.</p>
<p>Jader Marubo disse que Bruno se orgulhava de lutar pela proteção dos índios isolados e dos povos indígenas do Vale Javari. Ele lembrou da atuação do indigenista para que os índios tivessem direito de voto e que ele teria denunciado casos de políticos que compravam votos de ribeirinhos na região, motivo pelo qual também teria recebido ameaça de morte.</p>
<p>“A partir do momento em que ele vestiu a camisa, e com a boa vontade de lutar pelo território, o Bruno acabou mexendo com pessoas poderosas da nossa região. São pessoas que lutam para ter poder. São políticos, comerciantes, narcotraficantes, pescadores, caçadores e garimpeiros, que estão invadindo nossa terra pela parte sul, com dragas que podem fazer extinção em massa de nossas regiões de pesca. Eles estão adentrando em um território onde existem muitos índios isolados”, relatou a liderança indígena.</p>
<p><strong>Exoneração</strong></p>
<p>Companheira de Bruno Pereira, a antropóloga Beatriz Matos, que também atua no Vale do Javari, lembrou que seu marido assumiu a coordenação geral de índios isolados da Funai em um momento em que as ameaças e invasões se intensificaram. Entre as ações coordenadas por Bruno, ela cita o desmantelamento de balsas de garimpo no sul da Terra Indígena Vale do Javari.</p>
<p>“Logo depois de realizar essa ação ele recebeu, de uma hora para outra, o aviso de exoneração. Isso foi em 2019. Na sequência, assumiu um coordenador ligado a missões religiosas, de instituições que têm interesse contrário à politica do não contato. Pelo contrário, buscam contato com os isolados”, disse.</p>
<p>Bruno foi então designado a voltar ao antigo posto, na frente de proteção do Vale do Javari, em uma unidade específica da Funai. “Ele e outros colegas tinham suas vidas sob ameaça. Ele entendeu que começaria a ter perseguições na própria Funai, o que de fato acabou acontecendo”, acrescentou Beatriz.</p>
<p>Diante da situação, Bruno pediu licença não remunerada e assumiu uma assessoria para a qual foi convidado pela Univaja, por entender ter, ali, mais condições de dar sequência ao trabalho.</p>
<p><strong>Poder público</strong></p>
<p>A proteção dessas áreas e desses povos é um trabalho que, segundo Marubo, deveria ser feito pelo Estado Brasileiro. “No entanto, foi a ausência do Estado o que fez com que a União dos Povos Indígenas do Vala do Javari vestisse a camisa e fosse lutar para proteger nosso território. Só que essa luta nos fez colocar um alvo em nossas costas”, disse.</p>
<p>Segundo Marubo, as medidas de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) “não têm garantido nem a lei nem a ordem na região”. “Chegou o contingente da Força Nacional e chegaram alguns funcionários da Funai, mas não houve melhoria. O que acabou acontecendo foi perseguição, na Funai, a funcionários que trabalham no local, para que não falassem, dizendo que eles poderiam pagar com a própria vida”, relatou.</p>
<p>O trabalho da entidade, segundo o ex-coordenador da Univaja, tem sido dificultado pela falta de apoio do poder público federal. “Não temos polícia ambiental e a Polícia Federal tem um pequeno efetivo, insuficiente para a região. Depois da morte deles, achamos que a criminalidade iria parar, mas quando baixou a poeira das forças militares que lá estavam, a coisa voltou ao normal”, disse. “Sabemos o poder das pessoas que fazem parte dessas organizações criminosas e sabemos como eles podem atuar. Todos têm medo”.</p>
<p>Como a situação não está melhorando na região, a liderança indígena avalia que assassinatos como os ocorridos podem acontecer novamente. “Eu e outros líderes e funcionários estamos em uma lista dos criminosos para sermos mortos. Não vai acontecer amanha; daqui a uma semana; ou daqui a um mês, mas vai acontecer caso nada seja feito”, alertou.</p>
<p><strong>Nações Unidas</strong></p>
<p>A liderança indígena informou que, até o momento, com relação à cobrança manifestada em junho pelas Nações Unidas para que o governo federal reforçasse a segurança dos povos indígenas e da floresta, “nenhuma providência foi adotada”, e que nem mesmo foi feita “uma manifestação de solidariedade por parte do governo federal ou da Funai”.</p>
<p>“Em nenhum momento tivemos qualquer palavra de apoio do presidente da Funai, desde que tudo aconteceu. Sequer temos embarcações para deslocamento. A Funai não disponibilizou recursos para isso, e sem logística não teremos êxito no trabalho de proteção do Vale do Javari, que tem 8,5 milhões de hectares. Que governo é esse que não protege seu território?”, questionou a liderança indígena.</p>
<p>Beatriz Matos acrescentou o poder público não apenas deixou de apoiar, mas trabalhou contra seus próprios servidores. “O presidente da Funai inclusive fez acusações contra seu funcionário, em vez de tomar para si a investigação, a proteção e a indignação. É indignante a falta de apoio que tivemos da esfera federal desse país. É indignante porque tivemos manifestação até mesmo do primeiro-ministro britânico”, disse ela ao lamentar que nenhum representante do governo federal sequer foi no funeral do Bruno ou enviou palavras de condolências.</p>
<p>“A luta de defesa da floresta e das condições desses povos indígenas, que são responsáveis pela biodiversidade brasileira, não tem sido respeitada. O trabalho para cuidar desses territórios, exercido pelos povos indígenas, tem sido cada vez menos respeitado. Enquanto o mundo reconhece o valor e a importância desse trabalho, nosso país o reconhece cada vez menos. Muito pelo contrário: criminaliza esse trabalho”, complementou Beatriz ao informar que a situação tem causado indignação entre diversos servidores da Funai.</p>
<p>Segundo a antropóloga Beatriz Matos, dois meses após o assassinado de Bruno e de Dom, não há, até o momento, qualquer plano de execução emergencial sendo implementado para segurança de funcionários, movimentos indigenistas ou dos indígenas no Vale do Javari.</p>
<p>“Eles estão desprotegidos nesse lugar, que é o lugar de vida deles e de seus antepassados há milênios, antes mesmo de ter o Brasil. O tamanho desse absurdo é inominável”, disse.</p>
<p><strong>Governo federal</strong></p>
<p>A Fundação Nacional do Índio (Funai) esclareceu que não procede a informação de que o servidor licenciado Bruno Pereira teria sido perseguido dentro da instituição.</p>
<p>“Cumpre informar, ainda, que os cargos em comissão e as funções de confiança são de livre nomeação e exoneração por parte do gestor, e devem atender às exigências do Decreto nº 9.727, de 15 de março de 2019, que regulamenta critérios, perfil profissional e procedimentos gerais a serem observados para a ocupação dos cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) e as Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE)”, informou a Funai.</p>
<p>Em reunião na terça-feira (12) com uma comitiva de servidores da Funai, o secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Antonio Ramirez Lorenzo, que participou do encontro como ministro interino da pasta, disse que nos próximos dias mais agentes da Força Nacional de Segurança Pública devem chegar à região do Vale do Javari.</p>
<p>O encontro foi solicitado pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Orlando Silva (PCdoB-SP). Segundo informações divulgadas pela comissão, no encontro, Lorenzo também informou que existe o compromisso de tentar viabilizar um concurso público para a Funai ainda em 2022.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">50753</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Corpo de indigenista é velado em Pernambuco</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/corpo-de-indigenista-e-velado-em-pernambuco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jun 2022 00:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Velado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=49546</guid>

					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O corpo do ex-coordenador-geral de Índios Isolados e Recém Contatados da Fundação Nacional do Índio (Funai), Bruno Araújo Pereira, está sendo velado hoje (24), em Paulista, na região metropolitana do Recife (PE). Aberto ao público, o velório começou perto das 9h. O corpo do indigenista pernambucano será cremado durante uma cerimônia agendada para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; O corpo do ex-coordenador-geral de Índios Isolados e Recém Contatados da Fundação Nacional do Índio (Funai), Bruno Araújo Pereira, está sendo velado hoje (24), em Paulista, na região metropolitana do Recife (PE).</p>
<p>Aberto ao público, o velório começou perto das 9h. O corpo do indigenista pernambucano será cremado durante uma cerimônia agendada para as 15 horas de hoje e limitada a parentes e poucos amigos.</p>
<p>Fechado, o caixão contendo o corpo de Bruno foi coberto com as bandeiras de Pernambuco; do Sport, time de futebol para o qual ele torcia e por uma foto de Bruno. Além de familiares e amigos, representantes de movimentos sociais e indígenas prestam as homenagens ao ex-servidor da Funai, assassinado no início do mês, no Vale do Javari, na Amazônia.</p>
<p>Um grupo de índios da etnia Xukuru, de Pesqueira (PE), viajou cerca de 200 quilômetros para prestar um tributo a Bruno. Entre cânticos e discursos em defesa dos povos indígenas e do meio ambiente, os xukurus declararam Bruno como um “ser encantado”, protetor da causa indígena.</p>
<h4><strong>Condolências</strong></h4>
<p>Até as 10h, um espaço no site do Cemitério e Crematório Morada da Paz, destinado a publicações de homenagens e orações, já tinha recebido 350 mensagens destacando a dedicação de Bruno à proteção dos povos indígenas e da Amazônia e prestando condolências à família.</p>
<p>Bruno e o jornalista britânico Dom Phillips foram emboscados e mortos no início do mês, quando viajavam, de barco, pela região do Vale do Javari. Localizada próxima à fronteira brasileira com o Peru e a Colômbia, a região abriga a Terra Indígena Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares (cada hectare corresponde, aproximadamente, a um campo de futebol oficial). A área também abriga o maior número de indígenas isolados ou de contato recente do mundo.</p>
<p>Bruno e Dom foram vistos pela última vez no dia 5 de junho, enquanto se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), onde se reuniria com lideranças indígenas e comunidades ribeirinhas. Seus corpos só foram resgatados dez dias depois. Eles estavam enterrados em uma área de mata fechada, a cerca de três quilômetros da calha do Rio Itacoaí.</p>
<p>A Polícia Federal (PF) concluiu os exames periciais nos remanescentes humanos nesta quarta-feira (22). Assim, os corpos de Bruno e Dom foram entregues às famílias ontem (23).</p>
<h4><strong>Em Niterói</strong></h4>
<p>O jornalista Dom Phillips será velado em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, e seu funeral está marcado para domingo (26), a partir das 9h. Colaborador do jornal britânico The Guardian, Dom fazia a cobertura jornalística ambiental, incluindo os conflitos fundiários e a situação dos povos indígenas, e preparava um livro sobre a Amazônia.</p>
<p>Oito pessoas estão sendo investigadas por possível participação no duplo assassinato e na ocultação dos cadáveres. Três dos suspeitos estão presos e cinco foram identificados por terem participado da ocultação dos cadáveres. Os presos são Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49546</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mais um suspeito do assassinato de Bruno e Dom é preso em São Paulo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/mais-um-suspeito-do-assassinato-de-bruno-e-dom-e-preso-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 01:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Preso]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Suspeitos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=49508</guid>

					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Polícia Civil de São Paulo anunciou a prisão de mais um suspeito de envolvimento no assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Philips. Trata-se de Gabriel Pereira Dantas, que se apresentou espontaneamente a policiais no centro da capital paulista, por volta das 6h desta quinta-feira (23). &#8220;A versão desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Polícia Civil de São Paulo anunciou a prisão de mais um suspeito de envolvimento no assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Philips. Trata-se de Gabriel Pereira Dantas, que se apresentou espontaneamente a policiais no centro da capital paulista, por volta das 6h desta quinta-feira (23).</p>
<p>&#8220;A versão desta pessoa tem fundamento. Ele realmente é de Manaus. Relata com muita riqueza de detalhes o que fez durante o período em Atalaia do Norte. E ele relata que acompanhou esse indivíduo, chamado Pelado, e participou dos atos que culminaram na morte dessas duas pessoas&#8221;, declarou o delegado Roberto Monteiro, da Delegacia Seccional do Centro.</p>
<p>Pelado é o apelido de Amarildo da Costa Oliveira, que está preso desde o dia 7 de junho por envolvimento no duplo homicídio. Ele confessou participação no caso e levou os policiais até o local onde os corpos de Bruno e Dom foram enterrados. Além de Pelado, estão presos no Amazonas Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos.</p>
<p>Ainda segundo o delegado, o suspeito que se entregou à Polícia havia fugido do Amazonas e passado pelo estado do Pará e Mato Grosso, até finalmente chegar a São Paulo. A prisão foi informada à Polícia Federal (PF), que está à frente das investigações. O suspeito permanecerá detido e um pedido de prisão já foi formulado à Justiça. A PF ainda não atualizou novas informações sobre o caso, incluindo a detenção deste outro suspeito. Ao todo, os investigadores apuram a participação de oito pessoas no crime.</p>
<p>Ontem (22), a PF informou que os exames periciais realizados nos remanescentes humanos de Bruno e Dom foram concluídos, com a confirmação da identificação de ambos. O trabalho foi feito no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília. À tarde, os corpos foram enviados de avião da capital federal para serem entregues às famílias.</p>
<p>Ainda segundo a PF, o trabalhos dos peritos do Instituto Nacional de Criminalística continuarão nos próximos dias concentrados na análise de vestígios diversos do caso.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49508</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Corpos de Dom e Bruno são entregues às famílias</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/corpos-de-dom-e-bruno-sao-entregues-as-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 01:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Corpos]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=49506</guid>

					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Polícia Federal transportou hoje (23) os restos mortais do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira de Brasília para Rio de Janeiro e Recife, respectivamente, onde foram liberados para suas famílias. O brasileiro será velado e cremado amanhã (24), enquanto o britânico terá seu funeral e cremação realizados no próximo domingo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Polícia Federal transportou hoje (23) os restos mortais do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira de Brasília para Rio de Janeiro e Recife, respectivamente, onde foram liberados para suas famílias. O brasileiro será velado e cremado amanhã (24), enquanto o britânico terá seu funeral e cremação realizados no próximo domingo (26).</p>
<p>O avião da Polícia Federal com os corpos decolou de Brasília por volta de 14h e foi primeiro ao Rio de Janeiro, onde chegou pouco antes das 16h, no Aeroporto Internacional do Galeão. Alguns minutos depois, o voo seguiu para o Aeroporto Internacional de Guararapes, no Recife, onde pousou no início da noite, às 18h35.</p>
<p>O velório de Bruno Pereira está marcado para amanhã (24), às 9h, no município de Paulista, na região metropolitana de Recife. A cremação está marcada para as 15h do mesmo dia. Já o jornalista Dom Phillips será velado em Niterói, no Rio de Janeiro, com funeral e cremação marcados para domingo (26), a partir das 9h.</p>
<p>A Polícia Federal ainda investiga as circunstâncias em que os dois foram mortos na Reserva Indígena do Vale do Javari, no Amazonas.</p>
<p>Os dois foram vistos na região pela última vez no dia 5 de junho, e, após buscas, restos mortais foram encontrados no dia 15 de junho. No dia seguinte, os corpos foram levados para Brasília, onde foram periciados e identificados pelo Instituto Nacional de Criminalística.</p>
<p>Os corpos foram localizados em um local indicado pelo pescador Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como &#8220;Pelado”. Ele confessou participação e foi preso.</p>
<p>Em nota divulgada no último sábado (18), a PF informou que Bruno Pereira foi morto com dois tiros na região abdominal e torácica, e um na cabeça, enquanto Dom Phillips levou um tiro no abdômen/tórax. A munição usada no assassinato foi típica de caça.</p>
<p>Dom Phillips era colaborador do jornal britânico The Guardian e já havia produzido reportagens sobre desmatamento na Floresta Amazônica. Bruno Pereira era servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai) e denunciava ameaças sofridas na região, informação confirmada pela PF. Ele atuava como colaborador da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), uma entidade que tinha como foco impedir invasão da reserva por pescadores, caçadores e narcotraficantes.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49506</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
